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    Criadores de Game of Thrones fecham contrato de exclusividade com a Netflix

    7 de agosto de 2019 /

    A Netflix saiu na frente na briga pela produção da próxima série-evento estilo “Game of Thrones”. Simplesmente contratou os criadores de “Game of Thrones”. Cortejados por seis estúdios diferentes, os roteiristas-produtores David Benioff e D.B. Weiss fecharam um contrato global de exclusividade para desenvolver novas séries e filmes para a plataforma de streaming. O acordo valeria cerca de US$ 200 milhões, segundo a revista The Hollywood Reporter. Embora o número não tenha sido confirmado, ele representa um valor intermediário entre os dois outros megacontratos assinados pela Netflix, os US$ 150 milhões firmados com Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy”) e os US$ 300 milhões que conquistaram Ryan Murphy (“American Horror Story”). A dupla ouviu propostas da HBO, WarnerMedia, Disney, Comcast, Amazon e Apple, antes de fechar com a Netflix. Além de valor maior, a plataforma ofereceu mais corda para Benioff e Weiss enforcarem sua ambição, abrindo as portas para a produção de filmes que venham a criar. O diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, deu as boas vindas aos produtores em comunicado: “Estamos muito felizes em receber dois dos maiores contadores de histórias David Benioff e Dan Weiss na Netflix. Eles são uma força criativa e encantaram o público em todo o mundo com sua narrativa épica. Mal podemos esperar para ver o que a imaginação deles trará para nossos assinantes”. David Benioff e Dan Weiss também se manifestaram: “Tivemos uma bela trajetória com a HBO por mais de uma década e somos gratos a todos por sempre fazer com que nos sentíssemos em casa… [Mas] A Netflix construiu algo surpreendente e sem precedentes, e estamos honrados que eles tenham nos convidado para se juntar a eles. ” Eles têm várias produções que precisam encerrar, antes de iniciar novos projetos. Estão criando, escrevendo e produzindo uma das próximas trilogias de “Star Wars” para a Lucasfilm/Disney, um projeto da Universal relacionado ao roqueiro Kurt Cobain e negociavam a adaptação do drama de prisão “Dirty White Boys” para a Fox/Disney.

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  • Série

    Ator de The Walking Dead caça serial killers em trailer da nova série Prodigal Son

    7 de agosto de 2019 /

    A rede americana Fox divulgou fotos e um novo trailer de “Prodigal Son”, série de serial killer que fará parte da primeira temporada do canal após se tornar independente – isto é, após perder os estúdios Fox, até então responsáveis por abastecer a emissora, vendidos para a Disney. A prévia mostra grande influência de “Hannibal” e do filme “O Silêncio dos Inocentes”, ao trazer Tom Payne (Jesus em “The Walking Dead”) como um psicólogo forense que ajuda a polícia a capturar serial killers, graças à seu conhecimento íntimo sobre como eles pensam. Esta especialidade é resultado de uma experiência traumática: a descoberta, na infância, de que seu pai era um psicopata famoso, o serial killer conhecido como Cirurgião, que lhe dá dicas sobre como psicopatas pensam, em encontros na prisão. Criada por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception” na temporada passada, a atração tem produção do ubíquo Greg Berlanti (“Arrow”, “Riverdale”), o executivo com mais séries simultâneas no ar na atualidade – e em todos os tempos. Além dos casos da semana, a série vai se focar no relacionamento do personagem do protagonista com seu pai, que está preso após assassinar brutalmente mais de 20 pessoas. O papel do Cirurgião contará com interpretação de Michael Sheen (“Masters of Sex”). Os outros membros da família do “filho pródigo” são uma mãe manipuladora, vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). O elenco também inclui Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”), Frank Harts (“The Path”) e Keiko Agena (“The First”). A estreia está marcada para 28 de agosto.

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  • Série

    Star Wars ganha nova série animada infantil. Veja o teaser

    7 de agosto de 2019 /

    Lembra quando os fãs esperavam mais de uma década por um novo “Star Wars”? A Lucasfilm divulgou o teaser de mais um (mais um!) produto da franquia, “Star Wars Roll Out”, nova série animada que estreará mundialmente nesta sexta-feira (9/8) no site StarWarsKids.com e no YouTube. Criada pelo animador Hideo Itoyanagi, a série infantil vai trazer os heróis da saga em visual estilizado, em que todos parecem o robô BB-8, com cabeça chata e corpo arredondado – todos, menos os porgs, os únicos com pernas. Veja abaixo. Com episódios de curta duração, “Star Wars Roll Out” mostrarão Chewbacca, Rey, Finn e companhia enfrentando problemas em cascata, “seguindo a grande tradição narrativa de ‘Star Wars’ e da Lucasfilm”, de acordo com o texto oficial. Além disso, os episódios terão “moral da história”. “Hideo gostou bastante da ideia de todos os curtas serem ancorados por uma lição, que aparecem de forma sutil, apesar de toda a loucura dos episódios e de sua estilização divertida”, diz James Waugh, Vice-Presidente de Franchise Content & Strategy da Lucasfilm. No Brasil, os episódios de cerca de dois minutos serão postados no Youtube do canal Disney XD semanalmente.

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  • Série

    Godfather of Harlem: Trailer da nova série dos criadores de Narcos junta drogas, violência e Malcolm X

    7 de agosto de 2019 /

    O canal pago americano Epix divulgou o pôster e o trailer da série “Godfather of Harlem”, criada por Chris Brancato e Paul Eckstein (que também criaram “Narcos”) e estrelada por Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A prévia destaca drogas, violência, grande envolvimento de Malcolm X e até flashes de Cassius Clay, o campeão mundial do boxe que assumiria o nome de Muhammad Ali. A produção é inspirada na vida real do chefão do crime Bumpy Johnson, papel de Whitaker, e retrata uma colisão do movimento dos direitos civis dos anos 1960 com o submundo do crime. A trama se passa no início da década de 1960, após o protagonista cumprir dez anos de prisão e reencontrar o Harlem, que ele comandou, controlado pela máfia italiana. Disposto a retomar a influência sobre a região nova-iorquina, ele decide se aliar ao ativista radical Malcolm X, pegando carona nos discursos de agitação social para iniciar uma guerra pelo tráfico de drogas, que ameaça destruir a cidade. Vale reparar que o intérprete de Malcolm X, Nigel Thatch, já interpretou o famoso ativista no filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” (2014). O elenco grandioso ainda incluiu Vincent D’Onofrio (o Chefão do Crime de “Demolidor”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Ilfenesh Hadera (“Billions”), Paul Sorvino (“Os Bons Companheiros”), Chazz Palminteri (“Lendas do Crime”), Lucy Fry (“11.22.63”), Kelvin Harrison Jr. (“StartUp”) e Kathrine Narducci (“Power”). Além de estrelar, Whitaker também é um dos produtores da atração, ao lado de Brancato e Eckstein. Com 10 episódios na 1ª temporada, a série vai estrear em 29 de setembro.

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  • Série

    Atriz de The Rookie revela nome das pessoas que denunciou por racismo e assédio durante gravações da série

    7 de agosto de 2019 /

    A atriz Afton Williamson revelou, em uma nova postagem no Instagram, os nomes dos responsáveis por alegados assédio sexual, discriminação racial e bullying que ela teria sofrido durante as gravações da série “The Rookie”. A intérprete da policial Talia Bishop na 1ª temporada de “The Rookie” decidiu não retornar para o segundo ano da atração estrelada por Nathan Fillion (o “Castle”) e desabafou sobre o que aconteceu no domingo passado (4/8), em seu Instagram. Ela afirmou ter denunciado o mau comportamento de duas pessoas no set e que nenhuma providência foi tomada, até que os abusos viraram ataque na festa de encerramento da temporada inaugural, o que finalmente levou à demissão da chefe da equipe de cabeleireiros da série. Agora, ela deu nome aos bois, tirando do anonimado as pessoas a quem acusa. “Nesta temporada em ‘The Rookie’ fui sexualmente assediada pelo ator Demetrius Grosse. Fui racialmente discriminada e sexualmente abusada pela Chefe dos Cabeleireiros, Sally Nicole Ciganovich”, declarou Williamson em sua postagem. No post anterior, Afton contou ter informado ao showrunner da série, Alexi Hawley, sobre o que havia sofrido. “Ele não fez nenhum registro nem repassou o problema para o departamento de Recursos Humanos, como havia prometido. O chefe dos cabeleireiros só foi demitido depois da agressão sexual, e não por causa de um ano inteiro de comentários racistas e bullying.” Ela ainda acrescentou: “Depois que eu fiz a primeira denúncia de assédio sexual, me informaram que o ator em questão iria ser demitido. Mas também pediram que eu gravasse com ele no dia seguinte, porque o roteiro já estava escrito. Esse ator voltou a participar da série no fim da temporada, e eu tive que gravar novamente cenas com ele.” A atriz explicou que o pouco caso fez com que ela preferisse abandonar a série. “A única vez que me chamaram para participar da investigação foi quando pedi uma reunião com os executivos assim que anunciaram que teríamos uma 2ª temporada. Meu agente e um representante do sindicato também estavam presentes, e ficou claro para todos ali que o showrunner não havia passado minhas acusações adiante”, reclamou. Logo após as denúncias, a presidente da ABC, Karey Burke, abordou o assunto no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Surpresa com o caso, ela disse a rede, responsável pela exibição da série, estava “aguardando os resultados da investigação” antes de tomar uma posição. No Brasil, “The Rookie” é exibida pelo canal pago Universal. Ver essa foto no Instagram To my Fans, my Friends, my Supporters: I want to Thank EVERY SINGLE ONE OF YOU. I am so beyond overwhelmed by the outpouring of love, kind words, scriptures, strength filled quotes and devout support that has come my way. One Instagram post is just like those 2 fish and 5 loaves of Bread. The rippling effect it has had in just a few hours shows how much this world is aching with victims of racism, discrimination, sexual harassment, sexual assault, sexual abuse all of it. I am no stranger to all of the above even before this experience. But it is through this experience and my platform that God pushed me to use the power within me. It just takes a VOICE. I never imagined so many of us have experienced these horrible circumstances and that can NO LONGER GO UNHEARD. We have a voice. ALL OF US. It is our DUTY to use it. I used to fear the word Victim. I scoffed at it because all I was told when these injustices happened to me, was to Survive. Survivor I am. Victim I am also. A victim of injustice. A victim of assault. A victim of abuse and harassment. If you have experienced any of the above, you are too and I for one stand with you and I’m no longer afraid to be vocal about it. We Can Stand Together. Let’s Change This Sickness. That Change starts with US. This season on The Rookie, I was sexually harassed by fellow actor Demetrius Grosse. I was Racially Bullied and Discriminated against and Sexually Assaulted by Hair Department Head Sally Nicole Ciganovich. Let’s BE the CHANGE we WANT to SEE❤️???? Uma publicação compartilhada por Afton Williamson (@therealaftonw) em 5 de Ago, 2019 às 5:06 PDT

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  • Filme

    Novo filme animado da Mulher-Maravilha ganha trailer e cena inédita

    7 de agosto de 2019 /

    A DC divulgou o pôster, o trailer e uma cena de seu novo longa animado, “Wonder Woman: Bloodlines”. As prévias mostram uma nova versão da origem da Mulher-Maravilha, recriando o momento em que Steve Trevor cai na ilha de Themyscera. O detalhe é que isso acontece nos dias atuais. O trailer também traz a heroína enfrentando diversos vilãs clássicas, como Tigresa, Cisne Prateado e Doutora Veneno. Com direção de Justin Copeland (“Batman: Silêncio”) e Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”), o filme é a sexta produção da DC em que Rosario Dawson (“Luke Cage”) dubla a heroína (desde “Liga da Justiça: Trono de Atlântida” em 2016). Steve Trevor, por sua vez, ganha a voz de Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e o elenco de apoio inclui Marie Avgeropoulos (“The 100”), Constance Zimmer (“UnReal”) e Nia Vardalos (“Casamento Grego”). A animação será lançada direto em VOD e Blu-ray, em data ainda não anunciada.

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  • Série

    Ballers: Dwayne Johnson se acha o máximo no trailer da 5ª temporada

    7 de agosto de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer completo da 5ª temporada “Ballers”, série estrelada por Dwayne Johnson. A prévia mostra o artista antigamente conhecido como The Rock enfrentando a concorrência, enquanto confirma que se acha o máximo. “Ballers” foi criada por Steve Levinson (produtor da série “Boardwalk Empire”) e traz Johnson como um ex-jogador de futebol americano que ganha a vida como agente e conselheiro de outros atletas. O elenco ainda conta com Rob Corddry (“A Ressaca”), Omar Benson Miller (série “CSI: Miami”), John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Troy Garity (série “Boss”), Dulé Hill (série “Psych”) e Arielle Kebble (“O Mistério das Duas Irmãs”). Os novos episódios estreiam em 25 de agosto.

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  • Música,  Série

    Minissérie sobre os Mamonas Assassinas define elenco e marca data de gravações

    7 de agosto de 2019 /

    A já “lendária” minissérie sobre os Mamonas Assassinas vai finalmente sair do papel. Além de ter escalado o elenco protagonista, a produção marcou o começo das gravações para setembro. O ator Ruy Brissac, que já atuou como o vocalista Dinho na versão teatral “O Musical Mamonas”, foi escalado como o protagonista, enquanto Alberto Hinoto, sobrinho do guitarrista Bento, interpretará o músico. Andrey Lopes será o tecladista Júlio Rasec e Júlio Oliveira atuará como o baterista Sérgio Reoli. O único nome não revelado foi o do ator que interpretará o baixista Samuel Reoli. Léo Miranda, conhecido pela novela “Jesus”, foi escolhido para comandar a minissérie, que é uma parceria entre a Record e a Total Filmes. Criada por Carlos Lombardi, a atração terá cinco capítulos, que depois serão reeditados em formato de filme. Curiosamente, isto é o contrário do que costuma acontecer com as coproduções da Globo Filmes – onde a ordem é: primeiro cinema, depois minissérie. Ainda não detalhes oficiais sobre a abordagem da produção, mas a trama não deve escapar do registro da meteórica carreira da banda de Garulhos, que surgiu com o nome Utopia fazendo covers de Legião Urbana, Titãs e Rush, e estourou como Mamonas Assassinas, com letras escrachadas e paródias que iam do metal ao pagode. No auge da carreira, em 1996, todos os integrantes morreram num acidente aéreo fatal. Vale lembrar que a minissérie foi anunciada há três anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre como a história seria contada, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção.

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  • Filme

    A Família Addams ganha dois novos trailers bem diferentes

    7 de agosto de 2019 /

    O longa animado “A Família Addams” ganhou dois trailers e duas coleções de pôsteres. A Universal divulgou uma prévia dublada em português para o Brasil, enquanto a MGM lançou outra completamente diferente nos Estados Unidos, com as vozes dos intérpretes famosos que só os americanos vão ouvir nos cinemas. Veja abaixo. Os vídeos acompanham a mudança dos Addams para sua famosa mansão assombrada e revelam como a amizade de Wandinha com uma menina de sua nova escola enfurece a mãe da garota, uma perua conservadora de extrema direita, que organiza um movimento para expulsar a família monstruosa da vizinhança – trata-se de uma analogia nada sutil com o comportamento de racistas e homofóbicos. Os estúdios pagaram uma fortuna para os brasileiros não ouvirem Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) virarem seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) tornar-se o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnar a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação destaca a vilã Margaux Needler, que não será ouvida no Brasil com a voz de Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. O atual lançamento é o primeiro longa animado da franquia. Tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    A Vida Invisível: Drama brasileiro premiado no Festival de Cannes ganha novo trailer – e novo título

    7 de agosto de 2019 /

    A Vitrine Filmes divulgou um novo trailer de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”). E a prévia revela que o longa simplificou seu título. Virou apenas “A Vida Invisível”, após passar com louvor pelo circuito dos festivais internacionais. O longa foi considerado o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, e premiado no Festival de Munique com o CineCoPro Award — destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países. Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, na Austrália, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Jerusalém, em Israel. Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível” também vem recebendo elogios da imprensa internacional, em publicações de prestígio como as revistas americanas The Hollywood Reporter (que o relacionou como um dos 10 melhores filmes de Cannes) e Variety (para quem o filme é “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro”), e atualmente registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Definida como um “melodrama tropical”, a trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Com estreia marcada para o dia 31 de outubro no Brasil, o filme traz Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título.

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    Disney planeja diminuir lançamentos de filmes da Fox

    7 de agosto de 2019 /

    O fracasso das produções recentes da Fox acenderam sinal vermelho na Disney. Em conferência com acionistas na terça-feira (6/8), o CEO da Disney, Bob Iger, prometeu cortes e mudanças no cronograma de lançamentos do estúdio recém-adquirido. O fracasso de todos os filmes da Fox em 2019, de “Alita: Anjo de Combate” a “X-Men: Fênix Negra”, fez a Disney sofrer uma perda de US$ 170 milhões no período fiscal, mesmo com o sucesso das produções da Marvel. E Iger foi claro a respeito disso. “Um dos grandes problemas foi que o desempenho do estúdio da Fox ficou abaixo do que costumava ser, e muito abaixo de onde esperávamos que ficasse quando fizemos a aquisição”, disse o executivo, para justificar o prejuízo de sua divisão cinematográfica. Por enquanto, Iger não deve mudar os planos de lançamento das continuações de “Avatar”, de James Cameron, e as produções do selo independente Fox Searchlight. Mas todos os demais projetos serão reavaliados. A ideia, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, é diminuir os lançamentos da Fox, que no ano passado produziu 12 longa-metragens (sem contar os títulos da Fox Searchlight e da agora extinta Fox 2000), passando o montante total para 5 filmes anuais. Entretanto, o estúdio não ficaria ocioso, produzindo pelo menos mais 5 filmes por ano para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). “Provavelmente levará um ano ou dois anos antes que possamos ter um impacto – obviamente, há filmes que já estão em produção. Estamos todos confiantes de que vamos ser capazes de mudar a sorte da Fox e você verá esses resultados em alguns anos”, acrescentou o executivo. Iger também reforçou que os filmes dos X-Men e do Quarteto Fantástico, que eram lançados pela Fox, serão agora integrados ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e estarão sob responsabilidade de Kevin Feige, não fazendo mais parte da lista de produções daquele estúdio.

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  • Série

    Snowfall é renovada para sua 4ª temporada

    7 de agosto de 2019 /

    O canal pago FX renovou a série dramática “Snowfall”, que conta a origem da explosão do consumo de crack, para sua 4ª temporada. O anúncio foi feito durante a participação do presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Snowfall” foi criada por dois cineastas: Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em abril passado aos 51 anos, devido a um derrame. Passada em Los Angeles no começo dos anos 1980, a trama conta como os traficantes passaram da cocaína para o crack, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de drogas para financiar uma revolução no Irã. Contada por meio de tramas paralelas, a série segue numerosos personagens em curso de violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em uma busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano. O FX está atualmente exibindo a 3ª temporada da atração, que só vai se encerrar em 11 de setembro.

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    Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA elege novo presidente

    7 de agosto de 2019 /

    David Rubin foi eleito o novo presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos na noite de terça-feira (madrugada desta quarta no Brasil) pelo Conselho de Governadores da organização. Ele é o primeiro diretor de elenco a ocupar o cargo de presidente da Academia. Com mais de 100 créditos em filmes e programas de televisão, Rubin trabalhou em sucessos e filmes premiados como “O Paciente Inglês”, “Homens de Preto”, “O Talentoso Ripley”, “Quatro Casamentos e um Funeral”, “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, “Romeu + Julieta” e “Tomates Verdes Fritos”. Ironicamente, o Oscar não premia o trabalho dos diretores de elenco, mas Rubin já tem dois prêmios Emmy por seu trabalho em produções televisivas – pelo telefilme “Virada no Jogo” e pela série “Big Little Lies”. Rubin também é o primeiro homem assumidamente gay a presidir a instituição. Os membros da diretoria da Academia podem servir até três mandatos consecutivos de três anos, mas o diretor de fotografia David Bailey, que encerra sua presidência, cumpriu apenas um, após um mandato controvertido, que incluiu a expulsão de Roman Polanski por uma condenação por estupro dos anos 1970, após vencer o Oscar por “O Pianista” em 2003, ao mesmo tempo em que buscou o arquivamento de uma denúncia de abuso sexual contra si mesmo. O novo presidente será responsável por coordenar a premiação do Oscar 2020, que vai acontecer em 9 de fevereiro, em Los Angeles.

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