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    Primeiras fotos do set revelam visual do novo Esquadrão Suicida

    12 de outubro de 2019 /

    As filmagens do novo “O Esquadrão Suicida”, dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), foram flagradas por paparazzi na cidade americana de Atlanta. E as primeiras fotos dos bastidores da produção revelam o visual de diversos personagens novos. As imagens registram o retorno de Jai Courtney como Capitão Bumerangue e mostram os uniformes bastante coloridos de personagens ainda não confirmados, vividos por Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”) e Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), além de trazer Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”) em traje de captura de performance. Os uniformes deram início a muitas especulações na internet, sugerindo quais são os personagens representados. Fillian, por exemplo, parece viver Floyd Belkin, também conhecido como Arm-Fall-Off-Boy, que já foi considerado um dos piores super-heróis de todos os tempos. Isto porque seu superpoder é arrancar seus próprios braços e usá-los como armas para espancar os adversários. Pete Davidson seria Blackguard, Michael Rooker interpretaria Savant, Flula Borg viveria Dardo (Javelin), Mayling Ng seria Mongal e há até quem arrisque chutar Sean Gunn como Weasal. Estes personagens não devem ser o grupo principal da história. De todo modo, como prometeu, Gunn mudou bastante a formação da Força-Tarefa X, juntando novos vilões ao grupo, que mantém apenas quatro integrantes do filme de 2016: Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Viola Davis (Amanda Waller) e o mencionado Jai Courtney (Capitão Bumerangue). Além dos citados, as novidades incluem a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“A Torre Negra”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), que não tiveram seus personagens identificados. Além deles, a atriz portuguesa Daniela Melchior (“Parque Mayer”) foi apresentada como a Caça-Ratos, David Dastmalchian (“Homem-Formiga”) como o Bolinha e Storm Reid (“Euphoria”) como a filha de Idris Elba. Os detalhes da continuação permanecem em segredo. A estreia está marcada para agosto de 2021.

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  • Filme

    Netflix quer sequência de Mistério no Mediterrâneo com Adam Sandler e Jennifer Aniston

    12 de outubro de 2019 /

    A Netflix planeja filmar uma continuação de “Mistério no Mediterrâneo”, comédia que traz Adam Sandler e Jennifer Aniston como um casal que resolve mistérios criminais. O roteirista James Vanderbilt, que escreveu “Mistério no Mediterrâneo”, foi encarregado pela plataforma de criar uma nova aventura cômica para o retorno dos atores. Sandler e Aniston já tinham vivido um casal anteriormente em “Esposa de Mentirinha” (2011) e a nova parceria foi comemorada pela Netflix como o produção original mais bem-sucedida de seu catálogo. Em texto publicado nas redes sociais, a empresa alegou que o longa foi assistido por mais de 30 milhões de assinantes durante os três primeiros dias – o fim de semana – da sua estreia. “É hit que fala?”, brincou o texto do Twitter da Netflix Brasil. O filme original segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino entre diversos candidatos prováveis. A ideia é claramente inspirada na peça de Albert Hackett que virou o clássico “A Ceia dos Acusados” (1934), com William Powell e Myrna Loy. Curiosamente, a famosa comédia sobre um ex-detetive policial e sua esposa que resolviam crimes também virou franquia, ganhando várias sequências até 1947.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Robert Forster (1941 – 2019)

    12 de outubro de 2019 /

    O ator Robert Forster, indicada ao Oscar por “Jackie Brown”, de Quentin Tarantino, morreu na sexta-feira (11/11) em sua casa em Los Angeles de câncer no cérebro. Ele tinha 78 anos. De longa e celebrada carreira, Robert Wallace Forster Jr. era filho de um treinador de animais de circo e fez sua estréia no cinema em 1967, ao lado de Marlon Brando e Elizabeth Taylor em “Os Pecados de Todos Nós”, virando protagonista no cultuadíssimo “Dias de Fogo” (1969), como um cinegrafista em crise ética. A transformação em ator se deu por acaso. Ele estudava na Universidade de Rochester com a intenção de se tornar advogado, mas uma garota surgiu em seu caminho. “Eu estava no último ano. Segui uma garota até o auditório da universidade, tentando pensar em como chegar e falar com ela. Ao entrar lá, vi que eles estavam fazendo testes para uma peça e essa garota já estava no elenco. Eu pensei: ‘É assim que eu vou conhecê-la!'”, Forster contou em um entrevista ao site The AV Club em 2000. Ele conseguiu uma vaga na peça… e também a garota, June Provenzano, com quem se casou e teve três filhas. Depois de se formar, Forster seguiu nos palcos. Ele estreou na Broadway na peça “Mrs. Dally”, em 1965, e sua interpretação elogiada levou a um teste no estúdio 20th Century Fox, onde se tornou um dos últimos artistas contratados pelo lendário chefe do estúdio Darryl F. Zanuck, após ser aprovado pelo diretor John Huston para “Os Pecados de Todos Nós”. No filme, Forster retratava uma pracinha de espírito livre, que se tornava uma obsessão do Major vivido por Brando. Seguindo papéis coadjuvantes em “A Noite da Emboscada” (1968), de Robert Mulligan, e “Justine” (1969), de George Cuckor, Forster foi estrelar o lendário “Dias de Fogo” (Medium Cool), de Haskell Wexler. O filme, que tratava de tópicos políticos e sociais, como o autoritarismo do governo, os direitos raciais, a Guerra do Vietnã e a crescente importância dos noticiários da TV, tornou-se um marco da agitação contracultural do período, resultando numa combinação bombástica de ficção e imagens documentais, captadas pelo diretor durante a tumultuada Convenção do Partido Democrata em Chicago, em 1968. “Muitas das imagens eram reais. Dizem que é o melhor ou talvez o único exemplo real de cinema vérité americano”, disse Forster ao The AV Club. “Eu acho que a frase ‘O mundo inteiro está assistindo’ foi cunhada naquele momento, quando os militares tentaram reprimir a multidão diante da imprensa. Eles estavam empurrando-os, separando-os e a multidão gritava ‘Não deixem, não deixem, o mundo inteiro está assistindo.” Depois desse filme impactante, ele viveu uma coleção de personagens heroicos, como o capitão de uma nave espacial no ambicioso thriller de ficção científica da Disney, “O Buraco Negro” (1979), mas sua carreira não tomou o rumo imaginado, o que acabou conduzindo-o para o lado B do cinema e produções de televisão. “Fiquei 21 meses sem emprego. Eu tinha quatro filhos, aceitava qualquer emprego que pudesse”, confessou ao jornal Chicago Tribune em 2018. “Minha carreira esteve por cima por cinco anos e depois ficou pra baixo por 27. Toda vez que atingia o nível mais baixo que eu pensava que podia tolerar, caía um pouco mais e depois mais um pouco. Até que eu fiquei sem agente, empresário, advogado, nada. Eu pegava o que quer que aparecesse”. Fã de Forster desde criança, Quentin Tarantino ajudou a mudar essa trajetória. Ele chegou a pensar no ator para “Cãos de Aluguel” (de 1992), mas acabou contratando-o apenas para “Jackie Brown” (1997). Ele escreveu a adaptação do romance de Elmore Leonard, “Rum Punch”, com Foster em mente para o papel de Max Cherry. “Anos se passaram desde que conversamos pela primeira vez numa cafeteria. Àquela altura, a minha carreira estava muito, muito morta”, lembrou Forster em uma entrevista em 2018 ao Fandor. “Na primeira vez, nós blá-blá por alguns minutos, mas seis meses depois ele apareceu na mesma cafeteria com um script nas mãos e o entregou para mim. Quando eu li, mal podia acreditar que ele queria que eu vivesse Max Cherry. Então, quando questionei, ele disse: ‘Sim, é Max Cherry que escrevi para você’. Foi quando eu disse pra ele: ‘Tenho certeza que eles não vão deixar você me contratar’. E ele disse: ‘Contrato quem quiser’. E foi aí que eu percebi que conseguiria outra chance na carreira”. E que chance. Foster recebeu sua primeira e única indicação ao Oscar por seu desempenho no filme, e os convites para filmes com bons orçamentos voltaram a aparecer. Forster foi procurado por vários cineastas famosos e trabalhou em filmes como o remake de “Psicose” (1998), de Gus van Sant, na comédia “Eu, Eu Mesmo e Irene” (2000), dos irmãos Farrelly, “Cidade dos Sonhos” (2001), de David Lynch, “Natureza Quase Humana” (2001), de Michel Gondry, “As Panteras: Detonando” (2003), de McG, “Xeque-Mate” (2006), de Paul McGuigan, e o premiado “Os Descendentes” (2011), de Alexander Payne. O ator ainda interpretou o general Edward Clegg no filme de ação “Invasão a Casa Branca” (2013) e sua sequência, “Invasão a Londres” (2016), e deu show no drama indie “Tudo o que Tivemos” (2018), como um marido que tenta cuidar de sua esposa (Blythe Danner) com Alzheimer. Paralelamente, colecionou papéis notáveis em séries. Foi o pai de Carla Gugino em “Karen Cisco”, série que também adaptou uma obra de Elmore Leonard, o patriarca de uma família de pessoas superpoderosas em “Heroes”, o pai de Tim Allen em “Last Man Standing” e o irmão do xerife Harold Truman (Michael Ontkean) no revival de “Twin Peaks” de 2017. Mas o papel televisivo pelo qual é mais lembrado foi do homem conhecido apenas como Ed, que esconde Walter White (Bryan Cranston) no penúltimo episódio da série “Breaking Bad”. Seu último trabalho foi justamente uma reprise do personagem no filme derivado da série, “El Camino”, que estreou no dia da sua morte na Netflix.

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  • Série

    DC Universe imita a HQ Uma Morte em Família e pede para o público votar se Jason Todd deve morrer em Titãs

    11 de outubro de 2019 /

    A pior ideia da História da DC Comics foi repetida como farsa pela plataforma DC Universe. Algum executivo com senso de humor macabro resolveu colocar o destino de Jason Todd, o Robin da série “Titãs”, nas mãos do público. O personagem interpretado por Curran Walters foi capturado e torturado pelo vilão Exterminador (Deathstroke), e visto no episódio da semana passada caindo para sua morte certa. Convocado a votar se Jason vive ou morre, o público usou as redes sociais para votar em massa pela morte do personagem. Desta vez, porém, uma reviravolta de última hora fez com que os votos por sua sobrevivência superassem em 2% a vontade dos trolls na contagem final. A votação pode ter sido manipulada para refletir a solução dramática do episódio, que vai ao ar nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos. Mas a morte original do personagem nos quadrinhos também foi resultado de uma campanha manipulada para o mal, que marcou a pré-história dos trolls e robôs na interação do público com a cultura pop. Em 1988, no arco conhecido como “Uma Morte em Família” (A Death in the Family), a DC pediu a participação do público através de telefonemas e cartas, para decidir o futuro de Jason. Na ocasião, ele estava preso e sendo torturado pelo Coringa, que, atendendo aos pedidos do público, acabou matando o personagem. Quando lançaram a convocação, os editores esperavam que os leitores pedissem que Jason fosse salvo. Mas se espantaram com a grande votação por sua morte. O personagem era controvertido, por isso aceitaram a decisão como sinal de uma rejeição muito grande. Entretanto, posteriormente veio à tona que o resultado foi forjada por uma pessoa, que usou um computador para programar ligações em massa para o número de telefone 0800 divulgado para votar a favor da morte do segundo Robin. Pela reviravolta “milagrosa” da nova votação, os responsáveis pela série são mais espertos que os antigos editores, especialmente nesses dias em que o uso de robôs é conhecido e disseminado. De todo modo, a morte do Jason dos quadrinhos acabou “desfeita” 15 anos após a farsa ter sido desmascarada, numa história até hoje tão mal-explicada quando o resultado da votação. It’s time to ask the age-old question! Should @DCUTitans’ Jason Todd live or die? https://t.co/AlMBLlrzkH — DC Universe (@TheDCUniverse) October 10, 2019

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  • Filme

    Dia de Treinamento vai ganhar prólogo no cinema

    11 de outubro de 2019 /

    O filme “Dia de Treinamento” (2001), que rendeu um Oscar para Denzel Washington, vai ganhar um prelúdio nos cinemas. A Warner Bros. contratou o roteirista estreante Nick Yarborough para escrever a história, que vai se passar em 1992 e deve acompanhar a juventude de Alonzo Harris, personagem interpretado por Denzel no longa. A produção ainda está em seu estágio inicial, portanto ainda não há equipe técnica ou integrantes do elenco confirmados. Escrito por David Ayer (“Esquadrão Suicida”) e dirigido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), o filme original acompanhava 12 horas na vida de um policial novato de Los Angeles (Ethan Hawke), que tem um dia de treinamento com um detetive veterano do departamento de narcóticos (Denzel Washington) e acaba testemunhando os esquemas de corrupção do parceiro. O longa chegou a virar uma série de TV em 2017, que foi cancelada ao final da 1ª temporada. Recorde abaixo do trailer do filme original.

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  • Série

    Tom Hanks e Steven Spielberg desenvolvem série sobre batalhas aéreas da 2ª Guerra Mundial

    11 de outubro de 2019 /

    Tom Hanks e Steven Spielberg anunciaram uma nova parceria. Ator e diretor já trabalharam juntos em vários filmes, mas também são parceiros de produções televisivas premiadíssimas. O novo projeto é a terceira série sobre o tema compartilhado por suas atrações mais bem-sucedidas na HBO. Assim como “Band of Brothers” e “The Pacific” a vindoura “Masters of the Air” vai abordar um aspecto dos combates da 2ª Guerra Mundial. Desta vez, serão as batalhas aéreas. O detalhe é que a nova produção não será lançada pela HBO como as duas anteriores. “Masters of the Air” está sendo desenvolvida para a Apple TV+. Inicialmente, a série chegou a ser considerada pela HBO, mas o canal desistiu do projeto devido a seu custo elevado. Com 9 episódios, a produção recriará as batalhas da Força Aérea dos Estados Unidos contra a aviação da Alemanha nazista na década de 1940. A história é inspirada no livro de não ficção de Donald L. Miller, que entrevistou vários aviadores e pesquisou exaustivamente os arquivos sobre a guerra nos céus da Europa. Veja a capa da publicação abaixo. O roteiro está a cargo de John Orloff, que trabalhou anteriormente em “Band of Brothers”. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Billy Porter negocia virar a Fada Madrinha do novo filme de Cinderela

    11 de outubro de 2019 /

    A categoria é: Fadinha de luxo. A Sony estaria negociando com o ator Billy Porter, que venceu o Emmy por sua performance como o MC dos bailes gays da série “Pose”, para encarnar a Fada Madrinha de uma nova versão de Cinderela, estrelada pela cantora Camila Cabello. O anúncio não é oficial, mas não foi desmentido e várias fontes da imprensa americana dão como negócio fechado. A nova “Cinderela” vai ser uma versão musical. Além de fazer sua estreia como atriz de cinema, Camila Cabello também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). A trama está sendo mantida em segredo, mas, convenhamos, quem não conhece a história de Cinderela? Para não dizer que há diferenças em relação ao conto de fadas tradicional, além de ser um musical, a atualização da fantasia feminina vai se passar nos dias atuais. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora no ano passado com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures. Nascida em Cuba, Cabello será a primeira Cinderela latina do cinema americano. Mas outras estrelas latinas já apareceram no papel na telinha: Selena Gomez no telefilme “Outro Conto da Nova Cinderela”, em 2008, e Dania Ramirez na série “Once Upon a Time”, entre 2017 e 2018. Esta história já teve realmente muitas versões ao longo dos anos, com interpretações tão variadas quanto Leslie Caron (“O Sapatinho de Cristal”), Drew Barrymore (“Para Sempre Cinderela”) e Lucy Hale (“A Nova Cinderela: Era Uma Vez Uma Canção”), mas as mais famosas são mesmo as produções da Disney: a animação clássica “Cinderela”, de 1950, e seu remake live-action, em que Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) interpretou a princesa.

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  • Música

    Harry Styles explora sexualidade em novo clipe inusual

    11 de outubro de 2019 /

    Harry Styles lançou o clipe de “Lights Up”, nova composição pop com melodia mais ousada que o costume para sua geração. A música tem forte vibe do pop de 1988-90, de George Michael a Style Council, mas também influências setentistas, de Genesis e Steely Dan! Coisa séria, que contrasta com uma produção visual que não parece levar a ideia de gravar um clipe muito a sério. As línguas de fora, olhares perdidos, poses esquisitas e cumplicidade com o operador de câmera têm clima de vídeo de bastidores. Em outras palavras, o clipe parece um making of de um produto não apresentado. Inusual como a música. Parte do vídeo traz a encenação de uma festa, em que o cantor aparece sem camisa, contracenando com figurantes que sensualizam mais que ele. A sequência se alterna em três situações, com Styles cercado de mulheres, cercado de homens e com todos se esfregando juntos ao mesmo tempo. As imagens fazem clara referência à bissexualidade. Ou a uma crise de identidade sexual. O refrão escancara a pergunta: “Você sabe quem você é?”, repetida várias vezes. Neste sentido, a escolha da data de lançamento pode não ter sido casual. 11 de outubro é o National Coming Out Day (Dia Nacional de Sair do Armário, em tradução livre), data LGBTQIA+ dos EUA, comemorada para ressaltar a importância das pessoas assumirem suas verdadeiras identidades sexuais. Outra sequência do vídeo traz o cantor na estrada, andando na garupa de uma motocicleta, de camisa aberta, braços estendidos e sem capacete. No final do vídeo, ele é parado pela polícia mexicana pela contravenção. “Lights Up” é a primeira música nova de Harry Styles desde o lançamento de seu primeiro disco solo em 2017. Ainda não há previsão para o lançamento de seu segundo álbum.

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  • Série

    El Camino: Filme derivado de Breaking Bad estreia com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes

    11 de outubro de 2019 /

    A crítica norte-americana adorou “El Camino”, filme derivado da série “Breaking Bad”, que conta o que aconteceu com Jesse Pinkman (personagem de Aaron Paul) após o final da produção televisiva. A obra chegou nesta sexta (11/10) na Netflix sob elogios rasgados da imprensa dos Estados Unidos, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A aprovação praticamente unânime sepultou receios de que o criador da série, Vince Gilligan, pudesse estragar o legado de “Breaking Bad” ao estender a trama com uma continuação. O resultado foi o contrário disso, consagrando ainda mais a história e os personagens da série clássica. “El Camino é um epílogo perfeito para a melhor série de TV de todos os tempos, e um filme incrível por si próprio. A performance de Aaron Paul é uma tour de force, de cair o queixo, provavelmente a melhor de sua carreira”, publicou o site Comic Book Movie. A revista Time ainda notou que o filme “evita as falhas comuns de continuações de séries de TV”, muitas das quais foram lançadas este ano. “Não há, aqui, a vontade insana de agradar os fãs a todo custo, como no filme de ‘Downton Abbey’, ou o sentimentalismo exagerado do final musical de ‘Transparent’. Assim como ‘Better Call Saul’ [série do universo Breaking Bad], ou o recente telefilme de ‘Deadwood’, ‘El Camino’ completa o retrato de um personagem que continua vivo na mente dos espectadores” A Rolling Stone destacou que “Vince Gilligan, no auge de sua capacidade, e tirando um tempo para consertar uma das poucas coisas que a série não deu conta, faz com que ‘El Camino’ seja um presente divertido”. Em tom menos efusivo, The Hollywood Reporter considerou que se tratava de um projeto “desnecessário”, mas ainda assim transbordou elogios. “‘El Camino’ é um filme de suspense e ação de qualidade, carregado pela performance ainda incrível de Aaron Paul como Jesse Pinkman. Tem um visual incrível, som incrível — e, se você é um fã, tem muitas participações especiais e referências que vão te divertir. Também é, contudo — e este não é um problema insignificante — totalmente desnecessário para a narrativa maior de ‘Breaking Bad’. Ao menos é desnecessário de uma forma que entretém. Não machuca ninguém”. Uma das poucas críticas que viu problemas na narrativa foi publicada pela inglesa NME, que afirma que ‘El Camino’ revela a fraqueza do personagem. “Jesse era o cara imprevisível que balanceava Walter White. Ele era o amante de alguém, o filho de alguém, o amigo de alguém, que fazia o seu melhor, mas sempre desapontava todo mundo. A colocar Jesse no centro da história, as rachaduras do personagem começam a aparecer, e ele não é tão convincente sem ninguém ao redor”, justificou. O site IndieWire teve uma das visões mais equilibradas, ao afirmar que o filme “parece mais uma extensão final daquilo que tornou o programa atraente, em vez de algo artificialmente repleto de revelações que mudam tudo e fazem uma reinvenção desnecessária de um projeto vencedor”. “O filme não tem o objetivo de abrir um capítulo novo em ‘Breaking Bad’ e sim de encerrar tudo”, refletiu o Screen Junkies. E o IGN concluiu que “El Camino” e a performance de Aaron Paul vão ajudar a “manter viva e forte a reputação merecida de ‘Breaking Bad’ como fenômeno televisivo pelos próximos anos”.

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  • Filme,  Música

    Anitta faz parte da trilha sonora do novo filme das Panteras

    11 de outubro de 2019 /

    A cantora brasileira Anitta está na trilha sonora do filme “As Panteras” com uma faixa inédita, intitulada “Pantera”. A notícia foi compartilhada por Anitta, seu empresário (Brandon Silverstein) e pela cantora pop Ariana Grande, que fez um longo post para falar sobre sua empolgação com o projeto, no qual tem cinco faixas. “Animada e honrada de estar com tantas fenomenais envolvidas neste projeto. Essas músicas são as mais certas para esse filme. Foi uma experiência única para mim e estou animada de ouvir os gritos de todas as minhas amigas”, postou Ariana Grande, com uma imagem do repertório do filme. Entre as cinco músicas de Ariana Grande, a principal é a parceria com Miley Cyrus e Lana Del Rey, “Don’t Call Me Angel”, primeiro single e clipe extraídos da trilha sonora. Mas este não é o único trio musical integrado por Ariana no disco. Ela também gravou “Bad to You”, em que canta com Normani e Nicki Minaj. E ainda faz um dueto com a diva Chaka Khan numa música chamada “Nobody”. Já o trio do cinema, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”) chega nas telas em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento do filme nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram the charlie’s angels soundtrack is available for preorder now ! ??? excited and honored to have so many phenomenal, bad ass mf women involved in this incredibly special project. we’re all so excited for you to hear this poppy, mildly trappy at times, action filled, dream of a soundtrack. these songs are so right for this film! this has been such a unique and exciting experience for me and i’m so excited to see it and scream whenever i hear all my friends’ voices. the time is almost here @awsuki @ilya_music ! thank u for having me along on this ride ! Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 10 de Out, 2019 às 9:01 PDT I’m so excited to share that I have a song on the @charliesangels Official Motion Picture Soundtrack! Pre-order now https://t.co/TPcrKZ0VNk pic.twitter.com/cTIQOSkmUv — Anitta (@Anitta) October 11, 2019

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    Zumbilândia 2 ganha vídeo para recordar a história da franquia

    11 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou um novo vídeo de “Zumbilândia 2”, que mistura narração dublada e falas legendadas para recapitular e contextualizar a trama da franquia, explicando quem são os personagens e como eles sobreviveram ao apocalipse zumbi nos últimos dez anos. A continuação traz de volta o quarteto original de protagonistas, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin, que se juntaram em 2009 no começo da praga zumbi e desde então viraram profissionais da sobrevivência pós-apocalíptica. Em sua volta ao cinema, eles cruzam com Rosario Dawson (“Luke Cage”), Zoey Deutch (“Artista do Desastre”), Avan Jogia (“Ghost Wars”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Luke Wilson (“Legalmente Loira”) e até Bill Murray (de novo) e Dan Aykroyd, que interpretam a si mesmos. O filme também tem os mesmos roteiristas, Paul Wernick e Rhett Reese, que estouraram com os filmes de “Deadpool”, e o diretor Ruben Fleischer, também em alta após a bilheteria surpreendente de “Venom”. A produção vai chegar aos cinemas a tempo de pegar o Halloween e o aniversário de dez anos da estreia do primeiro filme, com estreia marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Jungle Cruise: Trailer legendado apresenta aventura divertida com Dwayne Johnson e Emily Blunt

    11 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Jungle Cruise”, aventura estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e Emily Blunt (“O Retorno de Mary Poppins”). A prévia é repleta de ação, diversão e referências. Para começar, a introdução do personagem de Johnson alude ao próprio passeio da Disneylândia em que o filme é inspirado, oferecendo um cruzeiro turístico por situações falseadas. “Jungle Cruise” é o nome de um dos passeios mais antigos da Disneylândia, inaugurado em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. A data de inauguração da atração é significativa, porque é bastante próxima de “Uma Aventura na África” (1951), clássico que foi até referenciado por Johnson em vídeo das filmagens. Não por acaso, o figurino do ator remete ao de Humphrey Bogart naquele filme. Já Emily Blunt atua com uma roupa de “aventureira” similar à vestida por Kathleen Turner em “A Jóia do Nilo” (1985). Mas Johnson já chamou sua personagem de “Indiana Jones” feminino em post das filmagens, e o trailer explica porquê, remetendo à última aventura de Indiana Jones pela Amazônia – aquela floresta onde ficam as cataratas do Iguaçu, de acordo com “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Se o trailer for um indicativo, essa profusão de referências funciona. E pode incluir mais uma para arrematar. O tom bem-humorado e a ameaça sobrenatural da última cena ainda lembra “A Múmia” (1999). O filme foi escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), e tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”). A estreia está marcada para 23 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Novo trailer de As Panteras parece clipe de música pop

    11 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou novos pôsteres e o segundo trailer do novo “As Panteras”, em versão legendada e dublada em português. A prévia é bastante genérica, basicamente um clipe, ao som de música pop, com mulheres armadas em poses sensuais. Por sinal, a última cena é literalmente do clipe da nova música-tema-pop, com Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey. Elas também estão no filme ou isso é apenas confuso? O filme traz Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) como agentes treinadas, enquanto a recém-recrutada Naomi Scott (“Aladdin”) tem o papel de ingênua da história. A trama vai mostrar que o trio é apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. E cada equipe tem o seu próprio Bosley. O nome do assistente de Charlie na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel. O trailer mostrou dois deles, Patrick Stewart (“Logan”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”), Jonathan Tucker (“Westworld”) e Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”), que vive outro Bosley. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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