Ultras: Trailer legendado de drama italiano foca violência das torcidas organizadas
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Ultras”, primeiro filme do diretor italiano de clipes Francesco Lettieri. Ultras são como os torcedores fanáticos são conhecidos na Itália, com comportamento muito próximo do vandalismo dos hooligans britânicos. Passado em Nápoles, cidade natal do diretor, o longa aborda a paixão futebolista pelo Napoli e a violência da torcida organizada, com trilha musical de Liberato, artista napolitano de música eletrônica que já teve clipe dirigido por Lettieri. A trama gira em torno de um ultra veterano, Sandro. Líder do Apache, um grupo de ultras com quem passou a vida inteira no estádio – uma vida de violência, confrontos, paixões e valores inabaláveis – Sandro começa a colocar em cheque esses valores. Com 50 anos, ele sente pela primeira vez a necessidade de uma vida normal, um relacionamento, talvez até uma família. Mas sua cautela é confrontada pelo entusiasmo de Angelo, um jovem de 16 anos que considera o Apache sua família e cujo irmão morreu anos antes durante os confrontos de uma viagem. O filme mostra o encontro inevitável de ambos com seus destinos, nas últimas semanas de um campeonato de futebol. A estreia está marcada para 20 de março.
Self Made: Octavia Spencer vira primeira milionária negra dos EUA em trailer de minissérie
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Self Made: Inspired by the Life of Madam C.J. Walker”, minissérie estrelada por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), que será lançada no Brasil com o título de “A Vida e a História de Madam C.J. Walker”. A produção vai contar a história real da personagem vivida por Spencer. Sarah Breedlove, que ficou conhecida como Madame C.J. Walker, foi a primeira milionária afro-americana, que enriqueceu ao lançar uma linha de produtos de beleza focada no cabelo e na pele das mulheres negras, até então ignoradas pela indústria de cosméticos. Walker construiu seu império durante a virada do século 19 para o século 20, em meio ao clima hostil da segregação racional que se seguiu à abolição da escravatura nos EUA, e enfrentando, além do racismo, o machismo dos comerciantes americanos. Seu pioneirismo foi muito além do nicho de mercado. Com o sucesso de seus produtos, Walker se tornou a primeira mulher (de qualquer cor) na história dos Estados Unidos a faturar US 1 milhão com um negócio próprio e sem contar com qualquer dinheiro de herança. A série foi criada pela roteirista Nicole Asher (da telebiografia da cantora Toni Braxton e do musical “Love Beats Rhymes”), e tem produção de Spencer, do jogador de basquete LeBron James e da cineasta Kasi Lemmons (“Harriet”), que vai dirigir pelo menos três capítulos. Com oito episódios, a minissérie também inclui em seu elenco Blair Underwood (“Agents of SHIELD”), Kevin Carroll (“The Leftovers”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Keeya King (“Van Helsing”), Garrett Morris (“2 Broke Girls”) e Sydney Morton (“Ela Quer Tudo”). A estreia está marcada para 20 de março em streaming.
Série derivada de Com Amor, Simon ganha título, fotos e novo endereço
A Disney revelou as duas primeiras fotos (veja acima e abaixo) e o título da série derivada do filme “Com Amor, Simon” (Love, Simon), de 2018. A produção vai se chamar “Love, Victor”. Outra novidade é que a atração mudou de endereço. Não vai mais ser lançada na Disney+ (Disney Plus), mas na plataforma Hulu. “Love, Victor” seria a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus), entretanto se tornou a segunda série criada para a Disney+ (Disney Plus) que acabou na Hulu. O mesmo tinha acontecido anteriormente com “High Fidelity”, outra série baseada em filme – “Alta Fidelidade”, de 2000. Como as atrações da Hulu visam o público mais adulto e não tem o compromisso de agradar “à toda família”, os produtores podem agora abordar com maior fidelidade os dramas da adolescência retratados em “Love, Victor”, como a pressão para o uso de drogas, problemas familiares e exploração da sexualidade. A trama da série vai se passar na mesma escola de “Com Amor, Simon”, acompanhando um novo estudante que tenta se adaptar àquele ambiente com a ajuda do protagonista do filme original. O papel de Simon, o adolescente que sai do armário e se assume gay no filme de 2018, continuará com Nick Robinson, que viveu o personagem no cinema. Mas ele atuará principalmente como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. Já o papel do protagonista Victor será vivido por Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”). O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Johnny Sequoyah (“Believe”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. A série tem lançamento previsto para junho na Hulu e já recebeu encomenda de novos roteiros. Querendo se antecipar a uma possível greve da categoria, a Disney demonstra deixa claro seus planos para uma 2ª temporada.
Surto de coronavírus fecha metade dos cinemas da Itália
Assim como aconteceu na China, a Itália também está fechando seus cinemas em um esforço para conter a disseminação do coronavírus. Cinco regiões do norte da Itália – Piemonte, Lombardia, Veneto, Friuli Venezia-Giulia e Emilia Romagna – cancelaram oficialmente todos os eventos públicos até 1º de março, o que inclui o fechamento de todas as escolas, museus, salas de concertos, igrejas e cinemas. O primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte alertou que o surto e o pânico provado pelo vírus estão destinados a ter um impacto “muito forte” na já frágil economia italiana. Como as maiores vendas de bilheteria da Itália estão geograficamente concentradas na região afetada, os efeitos da paralisação da indústria do entretenimento já estão sendo devastadores. As vendas de bilheteria caíram 44% no final de semana passado em comparação com o período anterior. Segundo a ANEC (Associação Nacional de Distribuidores de Cinema), estimada em 850 cinemas ou 1.830 telas, que representam 45% e 48% do total do país, foram fechadas em resposta ao surto. O quatro já levou ao anúncio do adiamento de várias estreias previstas para os próximos dias. Além disso, a Paramount anunciou o cancelamento das filmagens de “Missão: Impossível 7” em Veneza, que deveriam durar três semanas. A produção esperava filmar Tom Cruise em meio ao Carnaval de Veneza, mas até o evento tradicional foi cancelado. O país europeu já registra sete mortes e 229 casos da doença.
Venom 2: Fotos do set revelam visual completo de Woody Harrelson e cena com “homem-aranha”
Os paparazzi do site Just Jared registraram mais um dia de filmagens de “Venom 2” em São Francisco – cidade californiana que atualmente recebe também a produção de “Matrix 4”. As imagens revelam mais claramente o visual de Woody Harrelson como Cletus Kasady, o serial killer que se torna o supervilão Carnificina. O ator foi flagrado de camisa florida e peruca enquanto filmava e discutia uma cena com o diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”). Uma cena curiosa, envolvendo dois dublês, também foi clicada, em que um deles demonstra habilidades de Homem-Aranha, ao carregar o outro nas alturas da cidade com o auxílio de cabos (teias?). Aquele que carrega chega a lembrar vagamente Tom Holland, enquanto o carregado tem as características físicas de Tom Hardy, que interpreta Eddie Brock, o Venom. Será? O elenco da produção também inclui a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como Shriek, amante de Cletus, e Michelle Williams, que volta ao papel de Anne Weying, a namorada de Brock. A estreia está marcada para daqui a meio ano, em 2 de outubro.
Um Lugar Silencioso – Parte II ganha cinco vídeos e três pôsteres novos
A Paramount divulgou três pôsteres internacionais, um vídeo legendado de bastidores e quatro comerciais de “Um Lugar Silencioso – Parte II”. Um dos cartazes e a maioria dos vídeos foram desenvolvidos para o mercado brasileiro. As prévias mostram a ligação entre os dois filmes com cenas muito tensas. Entre elas, destaca-se um flashback do primeiro dia da invasão alienígena, que conta com a presença do personagem de John Krasinski, o pai da família da trama, que faleceu no primeiro filme. Assim, ele repete sua participação na frente e atrás das câmeras (como diretor). Mas a maior parte da história vai acompanhar o destino de sua mulher (Emily Blunt) e filhos, que agora incluem um bebê. Como mostra o featurette, a ação começa no minuto seguinte ao final do longa original. Além de Blunt, o bebê e os jovens Millicent Simmonds e Noah Jupe, as prévias mostram novos intérpretes, com destaque para o personagens vividos por Cillian Murphy (“Peaky Blinders”) e Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”), sobreviventes do mundo pós-apocalíptico dizimado pelas criaturas alienígenas que reagem com força extrema ao menor barulho. Com roteiro e direção de John Krasinski, o filme chegará aos cinemas brasileiros em 19 de março, um dia antes do lançamento nos EUA.
Chris Evans vai estrelar remake musical de A Pequena Loja dos Horrores
O ator Chris Evans (“Vigadores: Ultimato”) vai estrelar o remake da comédia musical “A Pequena Loja dos Horrores”, que será dirigida por Greg Berlanti (que dirigiu “Com Amor, Simon” e produz as séries do “Arrowverso”). Ele terá o papel do dentista sádico Orin Scrivello, que foi interpretado por Jack Nicholson no filme original de 1960 e por Steve Martin no remake de 1986. O próprio Evans postou uma notícia de que negociava o papel em suas redes sociais, numa confirmação da escalação com direito a um emoji de dente. Veja abaixo. O filme pode voltar a reunir Evans com sua velha amiga Scarlett Johansson, que também negocia um papel – como a protagonista feminina, Aubrey. Os intérpretes da Viúva Negra e do Capitão América nos filmes da Marvel compartilham cenas no cinema desde 2004, quando estrelaram a comédia “Nota Máxima”. Por enquanto, apenas Billy Porter (“Pose”) tem seu nome confirmado na produção – provavelmente como a voz da planta carnívora Audrey II – , mas o elenco também deve incluir Taron Egerton (“Rocketman”), que negocia o papel principal de Seymour Krelborn. Originalmente um terror barato, filmado em preto e branco ao longo de uma semana de 1960 pelo diretor Roger Corman, a história do funcionário de uma floricultura que cultiva uma planta carnívora acabou adaptada como musical da Broadway e fez enorme sucesso, já tendo ganhado um remake musical em 1986. O terceiro filme desta história será o quarto longa dirigido por Berlanti, que anteriormente comandou dramas modestos, como “O Clube dos Corações Partidos” (2000), “Juntos Pelo Acaso” (2010) e “Com Amor, Simon” (2018). O longa deve começar a ser filmado no meio de 2020 e ainda não tem previsão de estreia. 🦷! https://t.co/onDaTINGwM — Chris Evans (@ChrisEvans) February 24, 2020
Segunda série derivada de The Walking Dead ganha novos trailers
O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer e um vídeo promocional da vindoura série derivada do “universo” de “The Walking Dead”, intitulada “The Walking Dead: World Beyond”. A prévia apresenta rapidamente os personagens e sua “missão”: adentrar os perigos do pós-apocalipse para encontrar o pai de uma garota que cresceu protegida do terror zumbi. Os novos personagens são interpretados por Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). Além deles, a série também contará com participação da atriz Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como líder da comunidade militarizada que abriga os adolescentes da trama, antes deles se aventurarem no mundo exterior. Essa comunidade aparenta ser a mesma – ou ter relação com a – que resgatou Rick (Andrew Lincoln) de helicóptero em “The Walking Dead”. O destino do personagem será revelado num filme ainda sem previsão de estreia. O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas. A 1ª temporada terá 10 episódios e será lançada em 12 de abril, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e o primeiro spin-off, “Fear the Walking Dead”. A atração será exibida no Brasil pelo canal pago AMC Brasil e também pode chegar pela Amazon, que fechou contrato de distribuição internacional. Get ready to go deeper into the TWD Universe. #TWDWorldBeyond premieres on 4.12. pic.twitter.com/SfnY5hUm7m — TWDWorldBeyond (@TWDWorldBeyond) February 23, 2020
Ariana Grande canta com Jim Carrey em clipe da série Kidding
O episódio especial de “Kidding” com Ariana Grande foi exibido no domingo (23/2) nos EUA, no canal pago Showtime, e agora a participação da cantora pode ser conferida pelos fãs na internet. Um clipe do número musical em que ela contracena com Jim Carrey, protagonista da atração, foi disponibilizado no YouTube – veja abaixo. Fã de Jim Carrey, Ariana chegou a postar um texto exaltando o ator em julho passado, quando revelou que apareceria na série e conheceria um de seus ídolos de infância. O resultado foi ao ar no quinto episódio da 2ª temporada, com direção do cineasta francês Michel Gondry, e mostra Ariana numa cena do programa infantil de Jeff Pickles (Carrey). No vídeo, ela é uma espécie de fada com asas de pepino. Criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, a série traz Carrey como um comediante chamado Jeff, mais conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas seu futuro é posto em cheque quando um acidente o faz passar por uma crise. O resultado é bem mais dramático que a premissa sugere. O clima surreal da história é resultado do reencontro de Carrey com Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondry assina a produção e a direção da maioria dos episódios, o que confere à série uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Além de Carrey, o ótimo elenco da série também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A 2ª temporada estreou em 3 de novembro nos Estados Unidos, mas a série ainda é inédita no Brasil. Ela deve estrear em 2020 na plataforma Globoplay.
Nova série animada de Transformers ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o trailer de sua série animada de “Transformers”, que pretende contar, pela primeira vez, o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. A prévia tem estilo de anime (animação japonesa) e chega sem legendas – porque a Netflix brasileira está travada em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você” e só libera vídeos desse filme. Com o subtítulo de “War for Cybertron”, a série vai retratar o conflito entre as duas facções dos robôs transformistas em seu planeta natal, ao ponto de destruí-lo quase inteiramente. Por curiosidade, o nome é o mesmo de um antigo game da franquia, lançado pela Activision em 2010. O projeto está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por séries animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto no ano passado pela AT&T, após comprar a Time Warner. Mas ainda não há previsão de estreia. “Transformers” também deveria ganhar um longa animado para o cinema, mas os projetos da fábrica de brinquedos Hasbro em parceria com a Paramount estão sendo reavaliados, após “Bumblebee” decepcionar nas bilheterias – arrecadou US$ 458 milhões mundiais, com um custo de produção de US$ 135 milhões.
Netflix vai passar a divulgar Top 10 de séries e filmes mais vistos no Brasil
A Netflix anunciou nesta segunda (24/2) que está estendendo ao Brasil – e ao resto do mundo – a divulgação de seu Top 10 de programas mais populares, que permitirá aos assinantes descobrirem quais conteúdos estão sendo mais vistos na plataforma de streaming. A iniciativa foi testada com sucesso no Reino Unido e no México, onde a plataforma publica um ranking semanal há cerca de seis meses. Na verdade, a proposta foi tão bem-sucedida que a imprensa americana passou a repercutir o Top 10 britânico. A ideia é agora oferecer um Top 10 diário. Além de um listão completo com todos os programas, o serviço também oferecerá um Top 10 de séries e outro de filmes. As listas vão aparecer nas abas respectivas de filmes e séries. E os títulos que estiverem bombando também terão uma indicação ao ranking, onde quer apareçam na Netflix. O objetivo é permitir que o usuário possa facilmente ver o que está fazendo sucesso no momento, seja navegando por gênero, por sua lista pessoal ou ao pesquisar por séries ou filmes específicos. Um detalhe curioso é que a Netflix não está chamando seu Top 10 de ranking, mas de “fileira”, provavelmente porque o exemplo apresentado para a imprensa traz os resultados enfileirados horizontalmente. Confira abaixo.
Atypical é renovada para 4ª e última temporada
A Netflix anunciou a renovação/cancelamento de “Atypical”, que vai acabar em sua 4ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo. “Estou emocionada por estarmos fazendo a 4ª temporada de Atypical. E, embora eu esteja triste por estar chegando ao final desta série, estou extremamente agradecida por ter sido capaz de contar essa história”, disse a criadora e showrunner Robia Rashid em comunicado, que acompanhou a divulgação. “Nossos fãs têm sido tão belos e vibrantes apoiadores desta série. Obrigada por serem tão abertos à voz e às histórias de Sam e às de toda a família Gardner. É minha esperança que o legado de ‘Atypical’ seja que mais vozes continuem sendo ouvidas e que, mesmo após o término desta série, continuemos contando histórias engraçadas e emocionais de pontos de vista sub-representados”, acrescentou. A trama gira em torno de um jovem autista de 18 anos, que decide se tornar mais independente da mãe superprotetora e começar a namorar. Diante do crescimento do garoto, a família inteira precisa se adaptar às mudanças, enquanto questiona o que significa ser “normal”, especialmente quando a irmã assume uma namorada. Estrelada por Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Keir Gilchrist (“Corrente do Mal”), respectivamente como mãe e filho, “Atypical” ainda inclui Michael Rapaport (série “Justifed”) como pai do garoto, Brigette Lundy-Paine (“O Homem Irracional”) como sua irmã caçula andrógina e Amy Okuda (série “How to Get Away with Murder”) como a terapeuta. Os últimos 10 episódios da série criada pela roteirista Robia Rashid (que escrevia “How I Met Your Mother”) e o cineasta Seth Gordon (“Baywatch”) irão ao ar em 2021. A quarta e última temporada de @Atypical logo logo chega. Eu tô tentando não ficar ansiosa pra saber desse final 🐧🐧🐧 pic.twitter.com/uL1Dg1rKzn — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) February 24, 2020 Join Sam on one last expedition. Atypical will return for a fourth and final season. 🐧 pic.twitter.com/0IfN0fEIUG — Netflix US (@netflix) February 24, 2020
Guerra Cultural: Bruna Linzmeyer revela que muitos filmes que ia fazer foram cancelados
Em meio a conversas fúteis de Carnaval – gosta de folia?, como vai a vida amorosa? – a atriz Bruna Linzmeyer (“O Grande Circo Místico”) desabafou com a revista Quem, em plena Sapucaí, na noite de domingo (24/2), que a crise política que ameaça o cinema brasileiro é muito maior do que a imprensa tem noticiado. Enquanto via o desfile das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro, ela contou que muitos filmes que tinha concordado em estrelar não serão mais realizados, devido ao impasse criado no setor pelo governo Bolsonaro. “Muitos filmes que eu ia fazer foram cancelados, muitos trabalhadores do cinema estão sem emprego, migrando para a televisão. As pessoas estão tentando se virar, mas está bem perigoso mesmo”, ela afirmou. Um levantamento realizado no começo do mês pelo jornal O Globo apurou que entre 400 e 600 projetos audiovisuais estão atualmente paralisados no Brasil. O governo Bolsonaro não publicou nenhum edital de fomento em 2019 e a aprovação do orçamento do ano passado foi confirmada apenas em dezembro, ainda assim deixando sua liberação para 2020. Normalmente, a verba do FSA (Fundo do Setor Audiovisual) é encaminhada no começo de cada ano, não no seu final. Na prática, isto significa que Bolsonaro paralisou a liberação da verbas para o audiovisual brasileiro desde que assumiu o governo. E ainda não liberou. O dinheiro que se encontra parado não faz parte do orçamento federal para outras áreas, como Saúde, Educação, etc. Não é fruto de Imposto de Renda, mas de uma taxa de mercado, chamada Condecine, que incide exclusivamente sobre o lucro da própria atividade cultural – é paga por produtoras, emissoras e provedores de conteúdo – e vinculada à aplicação no próprio mercado. Portanto, é uma verba que não pode ser realocada. Este montante, que alimenta o FSA, serve para regular e fomentar a produção, e supera R$ 700 milhões só em 2019, valor coletado entre janeiro e dezembro de 2018 e estacionado há mais de um ano. Detalhe: mesmo tendo sentado em cima dessa fortuna, o governo não deixou de cobrar a taxa. Isso significa que uma soma equivalente ao valor de 2019 já deve ter sido levantada (entre janeiro e dezembro passados) para 2020. Graças a isso, é bastante provável que o total de recursos paralisados pelo governo, que deveriam estar fomentando o audiovisual brasileiro, esteja atualmente girando em torno de R$ 1,5 bilhão. Enquanto o governo senta nesse dinheiro, “muitos trabalhadores do cinema estão sem emprego”, como relatou Bruna Linzmeyer.












