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  • Filme,  Música

    Documentário do retorno dos Jonas Brothers ganha trailer para estreia na Amazon

    23 de abril de 2020 /

    A Amazon divulgou o trailer de um novo documentário dos Jonas Brothers. A boy band, que voltou a se juntar em 2019 após seis anos, teve sua recente turnê internacional gravada para o lançamento de “Happiness Continues: A Jonas Brothers Concert Film”, que vai acontecer nesta sexta (24/4) na plataforma Prime Video. O filme complementa o documentário anterior da Amazon, “Chasing Happiness”, sobre o passado dos três irmãos, dos anéis de castidade à decisão do terminar banda. Agora, em “Happiness Continues”, eles mostram os bastidores da turnê de seu retorno, que esgotou bilheterias em grandes estádios ao redor do mundo – inclusive no Brasil. Descrito por Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios, como um olhar “pessoal pelos bastidores”, o filme acompanhar os irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas em seu reencontro, intimidade, ensaios e shows lotados, promete dar aos fãs tanto uma lembrança da turnê como uma visão do cotidiano das vidas dos músicos e de suas esposas famosas. Em uma live, os irmãos adiantaram alguns detalhes do filme, como uma apresentação íntima que o trio fez em Chicago no ano passado. Kevin contou que sua parte favorita sobre a reunião foi mostrar a banda para as filhas. Joe, por outro lado, falou sobre sua rotina pré-show, que inclui levar um tapa na cara — “muitas vezes de Sophie”, brincou.

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  • Série

    Gangs of London: Série do diretor de The Raid ganha trailer violento

    23 de abril de 2020 /

    “Gangs of London”, que estreia nesta quinta (23/4) no canal pago britânico Sky Atlantic, ganhou diversas fotos e vídeos, inclusive um trailer bastante violento para maiores. Precedido por críticas positivas, o material apresenta a trama e os personagens da série criada, produzida e dirigida por Gareth Evans. O cineasta por trás do fenômeno indonésio “The Raid – Operação Invasão”, marco do cinema de ação do século 21, concebeu a premissa para um videogame, que chegou a ser lançado sem muito alarde em 2006 pela Sony. A série leva a violência do jogo a um nível mais brutal, ao mostrar a luta de várias gangues pelo controle do submundo da capital inglesa. A história começa com o assassinato de Finn Wallace, o chefão criminal mais poderoso de Londres nos últimos 20 anos, deixando um buraco na rede de crime organizado que ele governou. Quando seu filho e herdeiro Sean Wallace decide priorizar descobrir quem orquestrou o crime, uma variedade multicultural de gangues armadas até os dentes se movimenta para tirar proveito do vácuo repentino no topo dos negócios ilícitos da metrópole. A produção é estrelada por Joe Cole, mais conhecido como John Shelby em “Peaky Blinders”, o que induz algumas comparações entre as duas produções. Ambas são centradas em gângsteres britânicos de diferentes culturas e etnias, embora “Peaky Blinders” seja uma série de época e “Gangs of London” se passe nos dias atuais. O elenco ainda destaca Michelle Fairley (“Game of Thrones”), David Bradley (também de “Game of Thrones”), Richard Harrington (“Hinterland”), Mark Lewis Jones (“Chernobyl”), Jing Lusi (“Podres de Ricos”), Narges Rashidi (“Sob a Sombra”), Emmett J Scanlan (“Krypton”), Lucian Msamati (“His Dark Materials”), Ray Panthaki (“Marcella”), Ian Beattie (outro de “Game of Thrones”) e Colm Meaney (“Hell on Wheels”) como o falecido Finn Wallace. Além do galês Gareth Evans, os 10 episódios da 1ª temporada são dirigidos por mais dois cineastas: o inglês Corin Hardy (“A Freira”) e o francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”).

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  • Série

    Série sobre os bastidores de The Mandalorian ganha trailer

    23 de abril de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o trailer da série documental “Disney Gallery: The Mandalorian”. A prévia mostra que, além um grande “making of” da primeira série live-action do universo “Star Wars”, a atração também terá uma mesa redonda com participação do elenco e dos diretores dos episódios – tudo com mediação do cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”. Parte dos bastidores da série já foi vista pelos fãs no canal oficial de “Star Wars” no YouTube, onde vídeos das gravações foram revelados, com destaque para a tecnologia revolucionária utilizada na produção, que possibilitou a gravação dos cenários de outros mundos da trama em tempo real, junto com a performance dos atores. O segredo foi cercar a parede do estúdio com um vídeo gigante de LED semicircular, que ancorou todas as locações interplanetárias de forma realista. Graças a essa inovação, a série aposentou os fundos azuis, que costumam tapar as paredes dos estúdios para marcar o espaço dos efeitos visuais, acrescentados na pós-produção. A técnica também aprimora enormemente o desempenho dos atores, que não precisam mais preencher cenários vazios com suas imaginações. Em vez disso, eles podem ver os ambientes digitais exatamente como vão aparecer na tela e interagir naquele espaço com maior realismo durante suas interpretações. Mais de 50% da 1ª temporada de “The Mandalorian” foi registrada com ajuda da parede de vídeo de LED semicircular, combinando os fundos digitais com acessórios físicos do cenário. “The Mandalorian” vai ganhar 2ª temporada em outubro, e Favreau já teria começado a trabalhar nos roteiros da 3ª. Mas o Disney+ (Disney Plus) enfrenta grande carência de material inédito por conta da interrupção das produções como precaução contra o novo coronavírus. Por conta disso, “Disney Gallery: The Mandalorian” também cumpre a função de “tapa-buraco” na plataforma. A estreia está marcada para 4 de maio, no “dia mundial de Star Wars”, que é comemorado nesta data por conta de um trocadilho – “May the Fourth” (4 de maio, em inglês) soa como uma frase marcante da franquia, “que a Força esteja com você” (“may the Force… be with you”).

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  • Filme

    Fotos de novo filme revelam primeiros príncipes negros da Disney

    23 de abril de 2020 /

    A Disney divulgou o pôster e fotos de “Secret Society of Second Born Royals”, que vai mostrar os primeiros príncipes negros do estúdio num filme live-action. O ator Niles Fitch, conhecido por viver a versão adolescente de Randall em “This Is Us”, mostrou que está orgulhoso do pioneirismo. “Deem as boas vindas ao primeiro príncipe negro da Disney”, ele escreveu no Twitter, ao postar sobre o filme. Ele é o intérprete do príncipe Tuma. Mas o detalhe é que não é o único príncipe negro escalado na produção, que deve estrear ainda em 2020 na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Faly Rakotohavana (“A Casa de Raven”) e, em papel menor, Jadiel Dowlin (“Ana e Os Robôs”) serão outros nobres de melanina acentuada no filme, respectivamente os príncipes Matteo e Bryson. Em “Secret Society of Second Born Royals”, eles serão colegas da protagonista Sam (Peyton Elizabeth Lee, a “Andi Mack”), que entra para um programa de treinamento especial para jovens membros de famílias reais, cuja missão é salvar o mundo. Sim, na verdade é uma fantasia de princesas. O elenco da produção ainda inclui jovens talentos como Ashley Liao (“Fuller House”) e a australiana Olivia Deeble (da novela “Home and Away”) como princesas, enquanto Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) vive um dos professores e Elodie Yung (a Elektra de “Demolidor”) como rainha. “Secret Society of Second Born Royals” foi escrito por Alex Litvak (“Predadores”) e Andrew Green (“Hannah Montana”) e tem direção de Anna Mastro (da série “The Bold Type”). Vale lembrar que a Disney já mostrou um príncipe negro nos cinemas, só que numa animação: o príncipe Naveen, em “A Princesa e o Sapo” (2009). Ironicamente, ele foi dublado por um ator branco de olhos azuis, embora os americanos prefiram chamar o brasileiro Bruno Campos de latino.

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  • Música

    Rolling Stones lança clipe de música nova inspirada pela quarentena do coronavírus

    23 de abril de 2020 /

    A quarentena preventiva contra o novo coronavírus provou-se criativa para os Rolling Stones, inspirando a primeira canção nova da banda desde 2012. “Living on a Ghost Town” foi finalizada pelos músicos durante o período de isolamento, após sessões em estúdio no ano passado, e ganhou um clipe que reflete o esvaziamento atual das ruas em todo o mundo. O vídeo mostra cidades desertas, como Londres, Los Angeles, Oslo, Cidade do Cabo, Toronto, Margate e Kyoto, sob o impacto da pandemia. E graças ao contexto das imagens e à produção caprichada da canção, os roqueiros septuagenários voltam a soar incrivelmente atuais, mais de meio século depois de dizer que o tempo estava do lado deles. Em comunicado, a banda contou que começou a gravar o blues, com arranjo de dub reggae, em Los Angeles em 2019. Depois, à medida que o isolamento social começou a se disseminar pelo mundo, eles ajustaram parte da letra e acrescentaram detalhes finais na mixagem. “Estávamos trabalhando em novo material antes do isolamento, e achamos que esta canção poderia ressoar nos tempos que estamos vivendo agora”, explicou Mick Jagger. Keith Richards acrescentou que a faixa foi pensada para um novo disco, “aí a merda atingiu o ventilador… Mick e eu decidimos que esta precisava ser trabalhada agora mesmo”. “A vida era tão linda, depois fomos todos isolados. Me sinto como um fantasma vivendo em uma cidade-fantasma”, reflete a letra. O single é a segunda manifestação musical dos Stones durante a pandemia. A banda foi a principal atração da “live das lives” de sábado passado (18/4), tocando por videoconferência “You Can’t Always Get What You Want” no evento “One World: Together at Home”. Antes de “Living in a Ghost Town”, o último conteúdo original inédito dos Stones foram duas canções novas incluídas no álbum de hits “GRRR!”, em 2012 – “Doom and Gloom” e “One More Shot”. Mas vale observar que o título, o tema e até certos elementos musicais da nova gravação evocam um grande sucesso dos anos 1980, “Ghost Town”, da banda The Specials. Soam diferentes, mas compartilham diversas semelhanças, como pode ser facilmente verificado na comparação abaixo.

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  • Etc

    Ancine quer transformar verba de fomento do audiovisual em empréstimo bancário

    23 de abril de 2020 /

    A diretoria da Ancine (Agência Nacional de Cinema) aprovou na quarta-feira (22/4), uma proposta de transformação do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) num fundo de empréstimos destinados a cinemas e empresas de audiovisual. A justificativa é ajudar as atividades economicamente impactadas pela quarentena do coronavírus. Os empréstimos fornecidos pela Ancine teriam como objetivo manter o giro de capital de empresas do setor, que tiveram as portas de estabelecimentos fechadas em todo o Brasil em março. Congelado há um ano e meio, desde a posse de Jair Bolsonaro, o FSA poderia possuir mais de R$ 1,5 bilhão em caixa, pois a verba prevista para 2019 representava metade desse valor e a de 2020 não foi apresentada – antes de Bolsonaro, o FSA era liberado para projetos no início de cada ano, repartindo montante referente à cobrança fiscal do ano anterior. O dinheiro atual está parado desde 2018. De fato, o descaso com o FSA é tão grave que a justiça chegou a dar ganho de causa, em primeira instância, para as empresas de telecomunicação deixarem de pagar o Condecine. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) suspendeu um pagamento de R$ 742,9 milhões à Ancine, que deveria ter sido alocado em março para o fomento de obras de 2020. A Ancine poderia contra-argumentar que esse dinheiro representaria empregos, já que seria destinado a novas produções, mas, como está sentada sobre montante igual há 17 meses, precisou ouvir de uma desembargadora que cobrar esse dinheiro poderia custar, justamente, empregos no setor. Para sorte da agência estatal, a decisão foi barrada pelo STF, mas o Congresso permitiu seu parcelamento a longo prazo. O Condecine é a taxa setorial que alimenta o FSA. Cobrada junto à indústria de telefonia e audiovisual, significa, textualmente, Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional. Pela lei, as empresas audiovisuais têm seu lucro taxado para ajudar a produzir novos conteúdos e assim fazer crescer todo o setor, funcionando tanto como fomento como regulação. Quando as produções financiadas pelo FSA são bem-sucedidas, a Ancine recupera o dinheiro e participa de seus lucros, que retornam para o mercado por meio de novos fomentos. Quando fracassam, a Ancine assume o prejuízo. Afinal, o objetivo não é dar dinheiro para o Estado e sim para a Cultura. A proposta atual, porém, transforma o dinheiro do fomento em empréstimo bancário, “na forma da criação de linhas de crédito com prazos (carência e pagamento) e juros adequados, conforme pactuado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”. As aspas são de documento da própria Ancine. Há pontos positivos, já que exibidores de pequeno porte teriam acesso não reembolsável a recursos do FSA. Além disso, o BNDES também suspenderia a cobrança de parcelas de dívidas feitas por essas companhias antes do período da quarentena da covid-19. Mas “emprestar” à juros não é o objetivo da arrecadação do Condecine. Para piorar, esses “rendimentos das aplicações realizadas pelos agentes financeiros durante o período de custódia dos recursos do FSA” não seriam automaticamente acrescidos ao FSA. Os valores – que se juntam ainda sos juros de 17 meses de investimentos da verba paralisada e retornos financeiros de blockbusters – entrariam no Tesouro Nacional, aguardando nova fase burocrática para retornar ao FSA – uma exigência do TCU (Tribunal de Contas da União) para identificar cada montante. De todo modo, essa proposta financista precisa ser aprovada pelo Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (CGFSA), responsável por liberar a verba. E o detalhe é que, desde a posse de Bolsonaro, o CGFSA só fez uma reunião – em dezembro passado – e ainda nem sequer estabeleceu os critérios para a aplicação de recursos do FSA referentes ao plano anual de investimentos de… 2018. Vale lembrar, ainda, que a crise dos cinemas poderia ser amenizada com uma ação do Congresso, ao derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro à Lei do Audiovisual, que inclui o Recine, projeto de incentivo ao parque exibidor.

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  • Série

    White Lines: Primeira série em inglês do criador de La Casa de Papel ganha trailer legendado

    23 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “White Lines”, nova série do espanhol Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Trata-se da primeira atração do produtor-roteirista falada em inglês, ainda que passada em Ibiza, ilha espanhola que é ponto turístico de baladeiros do mundo inteiro, tanto pelas praias quanto pela agitação noturna. A prévia assume humor negro, com excesso de cocaína e sangue, ao acompanhar a busca de uma mulher pelo assassino de seu irmão, um jovem DJ inglês. Vale lembrar que “white lines” é gíria para cocaína – e título de uma música famosa sobre o consumo da droga, cantada pelo rapper Melle Mel, um dos Furious Five do DJ Grandmaster Flash, em 1982. Na trama, o cadáver do DJ é encontrado em Ibiza 20 anos após seu misterioso desaparecimento. Sua irmã retorna à ilha para investigar e mergulha em um mundo repleto de adrenalina, clubes noturnos, mentiras e dissimulações. Em um lugar onde todos vivem no limite, ela é forçada a encarar o lado mais sombrio de sua própria personalidade. A protagonista é vivida pela atriz inglesa Laura Haddock, que interpretou a mãe de Peter Quill na franquia “Guardiões da Galáxia”, além de ter estrelado “Transformers: O Último Cavaleiro” e a série “Da Vinci’s Demons”. O elenco também destaca Daniel Mays (“Rogue One”), Tom Rhys Harries (“Britannia”), Pedro Casablanc (“Dor e Glória”), Belén López (“Holmes & Watson. Madrid Days”) e Jade Alleyne (“Years and Years”). “White Lines” estreia em 15 de maio na Netflix.

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  • Etc,  Série

    Parte 4 de La Casa de Papel teria sido vista por 65 milhões de pessoas

    22 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um relatório para o mercado em que revela que a Parte 4 de “La Casa de Papel” já foi vista por mais de 65 milhões de pessoas. O comunicado foi feito para investidores, refletindo o aumento significativo de assinantes e grande lucro atingido durante o começo da quarentena forçada pela pandemia do novo coronavírus. Lançada em 3 de abril, a nova temporada da série espanhola é considerada o maior sucesso do ano no catálogo da Netflix, seguida de perto pela atração documental da “Máfia dos Tigres” (Tiger King), que teria sido vista por 64 milhões de contas em seu primeiro mês em streaming. Os números são impressionantes, mas também superestimados. Vale lembrar que a Netflix mudou recentemente a sua forma de contar espectadores de séries. A plataforma considera que um espectador viu uma série se assistir a apenas dois minutos de um capítulo. Segundo a empresa, isso seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. A inspiração para essa alteração foi a medição do YouTube. O detalhe é que 2 minutos de um vídeo do YouTube pode significar um clipe musical completo. Ou a duração de um trailer. O fato é que, assim que alterou sua medição, a Netflix passou a registrar recordes improváveis de audiência. Como nenhum dado pode ser conferido de forma independente, deve-se considerar os números da plataforma apenas indicativos. Por esses números inflados, “The Witcher” seria o maior recordista da plataforma, vista por 76 milhões de pessoas em seu primeiro mês de lançamento, no ano passado.

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  • Etc

    Dublê de Milla Jojovich vence processo após perder o braço nas filmagens de Resident Evil

    22 de abril de 2020 /

    A dublê Olivia Jackson venceu um de seus processos contra a produtora de “Resident Evil: O Capítulo Final” após perder um braço durante as filmagens. O acidente aconteceu em 2015, durante uma cena de perseguição em que Jackson pilotava uma moto como Alice, a personagem de Milla Jovovich na franquia. Após se chocar contra uma grua de filmagem, ela sofreu várias fraturas, inchaço cerebral e entrou em um coma, que durou mais de duas semanas. Ela resolveu processar a produtora por não receber auxílio financeiro após sua saída do hospital. Sua primeira vitória aconteceu num tribunal da África do Sul, país em que “Resident Evil: O Capítulo Final” foi filmado. A decisão judicial condena a equipe de produção por planejar e executar a filmagem de forma negligente. A sentença esclarece que a culpa pelo acidente não coube à profissional, que não assumiu o risco de forma voluntária, já que não sabia que o diretor Paul W. S. Anderson planejou diminuir a margem de segurança da cena para ter uma filmagem mais emocionante. “Resident Evil: O Capítulo Final” chegou aos cinemas em 2017 e arrecadou mais de US$ 312 milhões na bilheteria mundial, tornando-se o filme mais lucrativo da franquia. Já a carreira de dublê de Olivia Jackson acabou após o acidente. Ela foi dublê em vários blockbusters de sucesso, como “Guardiões da Galáxia”, “Mad Max: Estrada da Fúria” e “Star Wars: O Despertar da Força”. “Os filmes de ação que exigem que as pessoas realizem acrobacias perigosas devem sempre ser planejados e executados com muito cuidado. Eles também devem ser cobertos por seguros que possam atender às perdas significativas que qualquer membro do elenco e equipe possam sofrer por se ferir em suas filmagens”, disse Julian Chamberlayne, representante de Jackson. “Esse julgamento é um reconhecimento importante de que os dublê não são os únicos próprios responsáveis, nem voluntários para morrer, quando algo dá errado. Como todos os trabalhadores, eles devem ser cercados de cuidado por parte dos responsáveis por seu trabalho”. Em seu período de recuperação, Jackson recebeu apoio das atrizes que substituiu em cenas arriscadas, como a própria Milla Jovovich, Charlize Theron e Karen Gillian.

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  • Filme

    Teaser da continuação de Venom confirma título e nova data de estreia

    22 de abril de 2020 /

    Depois de anunciar o título e a nova data de estreia da continuação de “Venom”, a Sony liberou um teaser que confirma as informações e ainda revela o logotipo do filme. Por enquanto sem tradução oficial no Brasil, “Venom: Let There Be Carnage” (que haja carnificina) teve seu lançamento, originalmente previsto para outubro, adiado para junho de 2021 devido à pandemia do novo coronavírus. O título refere-se ao vilão Carnificina (Carnage, em inglês), introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme, com interpretação de Woody Harrelson. Fotos do set já revelaram o visual do personagem em sua identidade de Cletus Kasady, antes de sua transformação num simbionte assassino. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock/Venom e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek, namorada do Carnificina. Para completar, a direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa. Apesar da definição da estreia, a sequência permanece com sua produção suspensa devido à pandemia e ainda não tem previsão para ser retomada.

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  • Série

    Criadora de Boneca Russa desenvolve série live-action de Star Wars com heroínas femininas

    22 de abril de 2020 /

    A Disney está mesmo decidida a criar um universo televisivo de séries derivadas de “Star Wars”. O estúdio confirmou nesta semana um novo projeto para Leslye Headland, cocriadora da série “Boneca Russa” (Russian Doll) da Netflix. Sem detalhes revelados, a nova série será ambientada em uma parte diferente da linha temporal da franquia e focará personagens femininas. Headland deve ser a showrunner e roteirista da atração. Ainda em fase de desenvolvimento, não há outros nomes confirmados para a equipe ou elenco. O acordo, na verdade, foi concluído há vários meses e Headland até assistiu à première de Los Angeles de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Esse não é o único projeto televisivo de “Star Wars” em desenvolvimento. Após o sucesso de “The Mandalorian”, que virou o carro-chefe do Disney+ (Disney Plus), a plataforma também vai lançar séries focadas em Cassian Andor, o personagem de Diego Luna em “Rogue One”, e Obi-Wan Kenobi, que marcará a volta de Ewan McGregor ao papel que desempenhou na trilogia intermediária da franquia. Não por acaso, o dirigente criativo da Disney, Bob Iger, afirmou que o futuro de “Star Wars” serão séries: “A prioridade nos próximos anos está na televisão”. Ainda não há previsão de estreia para nenhum desses projetos, já que todas as produções estão paralisadas devido à pandemia do novo coronavírus, mas a 2ª temporada de “The Mandalorian” tem lançamento marcado para outubro em streaming. A expectativa é que a Disney+ (Disney Plus) chega ao Brasil neste mesmo período.

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  • Filme

    The Mandalorian é renovada para a 3ª temporada

    22 de abril de 2020 /

    “The Mandalorian”, a primeira série live-action do universo “Star Wars”, foi renovada para a 3ª temporada. Segundo a revista Variety, a pré-produção do terceiro ano da série da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) já começou, meses antes da estreia do segundo ano. Isto já tinha acontecido entre a 1ª e a 2ª temporada, embora a confirmação oficial da renovação anterior tenha demorado para ser oficializada. De acordo com as fontes da Variety, o criador Jon Favreau já está escrevendo o terceiro ano “há algum tempo”, e o departamento de arte da Lucasfilm começou a desenvolver conceitos visuais para os novos episódios nas últimas semanas. Carro-chefe da plataforma Disney+ (Disney Plus), “The Mandalorian” foi uma das poucas séries que conseguiu finalizar suas filmagens antes do agravamento da pandemia do novo coronavírus. Desde então, foi divulgado que os atores Rosario Dawson (“Luke Cage”) e Michael Biehn (“Exterminador do Futuro”) aparecerão entre o elenco do segundo ano. Além disso, a atração também terá a companhia de uma série documental sobre seus bastidores. Intitulada “Disney Gallery: The Mandalorian”, o programa será um grande “making of” de oito capítulos, repleto de entrevistas com elenco e equipe, além de trazer cenas inéditas, com apresentação do cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”. A série se passa entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e acompanha as venturas do personagem-título (vivido por Pedro Pascal), um caçador de recompensas que resolve desafiar ex-integrantes do Império para salvar “a criança”, personagem que os fãs batizaram de “Baby Yoda” e que virou um fenômeno de consumo popular. A estreia da 2ª temporada segue prevista para outubro. Mas o Disney+ (Disney Plus) enfrenta grande carência de material inédito por conta da interrupção das produções como precaução contra o novo coronavírus.

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    Westworld é renovada para a 4ª temporada

    22 de abril de 2020 /

    A HBO anunciou a renovação de “Westworld” para sua 4ª temporada. Com isso, a batalha pelo futuro, entre androides sensíveis e seres humanos cruéis, vai continuar. Só não se sabe quando, já que a 3ª temporada demorou dois anos para ser produzida, com apenas oito episódios, e isso que suas gravações não foram paralisadas pela pandemia do novo coronavírus. Precavida, a HBO ainda não definiu uma data para a estreia para os próximos capítulos. A demora, claro, se deve à enorme quantidade de efeitos especiais da produção, que aproxima o visual da série de uma superprodução cinematográfica. “Do parque temático com tema de faroeste à metrópole tecnocrática do futuro, nós amamos cada reviravolta saída da mente dos magistrais Jonathan Nolan e Lisa Joy [criadores da série], e mal podemos esperar para ver o que virá a seguir”, disse o chefe de programação do canal, Casey Bloys. Enquanto as duas primeiras temporadas de “Westworld” detalharam a gradual revolução implantada pela androide Dolores (Evan Rachel Wood) no parque temático do título, visitado por humanos para “liberar” seus piores instintos, o terceiro ano se passou no mundo real – isto é, o futuro distante – após Dolores conseguir escapar e levar seus planos revolucionários adiante. A 3ª temporada, por sinal, ainda não acabou. Ainda faltam dois episódios para sua conclusão, após a aparente despedida de Rodrigo Santoro de seu papel. Além de Evan Rachel Wood e Santoro, o elenco da produção destaca Thandie Newton, Ed Harris, Jeffrey Wright, Tessa Thompson e as recentes adições de Aaron Paul e Vincent Cassel. “Westworld” é exibida aos domingos na HBO.

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