PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Mike Flanagan
    Filme

    Diretor de Doutor Sono vai adaptar novo terror de Stephen King

    9 de maio de 2020 /

    A adaptação do romance sobrenatural “Revival”, de Stephen King, mudou de mãos. O projeto foi iniciado por Josh Boone, diretor de “A Culpa É das Estrelas” e do vindouro “Os Novos Mutantes”, que escreveu um roteiro em 2016. Mas depois da confusão entre Disney e Fox, que adiou infinitamente “Os Novos Mutantes” e paralisou a carreira do diretor, a adaptação acabou a cargo de Mike Flanagan, que já filmou duas obras de Stephen King – “Jogo Perigoso” em 2017 e “Doutor Sono” em 2019. A princípio, Flanagan vai escrever e produzir a adaptação, mas seu contrato prevê a opção de dirigir o longa. Um dos mais recentes livros de King, publicado em 2014, “Revival” foi lançado no Brasil com o título original e segue o pregador Charles Jacobs, que perde sua fé após sua esposa e filho morrerem em um acidente. Ele logo se torna obcecado em encontrar o poder da cura, transformando-se num curandeiro. Um de seus primeiros milagres ajuda um jovem, que combate seus próprios demônios, e é aliciado por Jacobs para auxiliá-lo em sua cruzada. Unidos por uma obsessão secreta, a parceria chega ao fim após o pregador ser banido da cidade. Mas anos depois a dupla se reencontra, num período em que o garoto vive uma vida de rockstar com sua banda. Apesar de perder o projeto, Boone continua envolvido com o universo de Stephen King. Ele está trabalhando na produção de “The Stand – A Dança da Morte”, minissérie da plataforma CBS All Access sobre o livro mais famoso do escritor jamais adaptado para o cinema. Esta trama, por sinal, ganhou ainda mais atualidade devido à pandemia do novo coronavírus, como o próprio Stephen King admitiu.

    Leia mais
  • Série

    CBS oficializa séries derivadas de O Silêncio dos Inocentes e O Protetor

    9 de maio de 2020 /

    A rede CBS anunciou a encomenda de três novas séries para sua programação de 2021. As atrações são uma nova série de comédia de Chuck Lorre (criador de “The Big Bang Theory”) e duas adaptações de franquias já vistas no cinema. A série de Lorre é “B Positive”, estrelada por Thomas Middleditch (“Silicon Valley”) e Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”). Único piloto que conseguiu ser concluído antes da suspensão das produções pela pandemia de coronavírus, acompanha um pai recém-divorciado em busca de um doador de rim. Com a aprovação, o produtor passa a ter quatro títulos na CBS, incluindo “Young Sheldon”, “Mom” e “Bob Hearts Abishola”. A nova atração foi criada por Marco Pennette (roteirista de “Mom”). “Clarice” baseia-se na personagem do escritor Thomas Harris que os cinéfilos conhecem pelo filme vencedor do Oscar “O Silêncio dos Inocentes” (1991). A atriz australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”, será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas, após o papel render um Oscar para Jodie Foster no longa original e ser vivido por Julianne Moore na continuação, “Hannibal” (1999). A trama de TV vai se passar após os eventos dos dois filmes, encontrando Clarice em 1993, depois de lidar com Hannibal Lecter. A trama vai revelar a história pessoal da personagem, que não foi abordada no cinema, enquanto acompanha novas investigações de serial killers. A produção é de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). Por fim, a série clássica “The Equalizer” teve seu remake oficializado, após passar pelos cinemas em dois filmes estrelados por Denzel Washington – que foram lançados com o nome de “O Protetor” no Brasil. Na primeira versão, exibida nos anos 1980, “o protetor” era vivido pelo branco Edward Woodward, mas na nova versão será uma mulher negra, ninguém menos que Queen Latifah (“Star”). Com praticamente a mesma premissa, os episódios vão girar em torno de uma mulher enigmática, provavelmente aposentada do serviço secreto, que usa seu treinamento para ajudar pessoas a sair de situações difíceis. A produção está a cargo do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”). Os três projetos eram considerados os mais fortes candidatos a receber sinal verde da CBS, uma vez que Lorre e Kurtzman estão entre os produtores mais valorizados da rede e do estúdio ViacomCBS, e “O Protetor” esteve muito recentemente nos cinemas. Em compensação, a CBS não aprovou uma série baseada no personagem central do filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. Desenvolvida pelo roteirista David E. Kelley (de “Big Little Lies” e “Mr. Mercedes”), a série deveria ter o título original do filme, “The Lincoln Lawyer”, que também é o mesmo do best-seller escrito por Michael Connelly em 2005 (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”). Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do carro Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que já virou série live-action: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. Por conta disso, o projeto deve ser levado agora para a Amazon, que exibe “Bosch”. A dispensa da série de Kelley se deve ao fato de que este é o ano com menor quantidade de encomendas de novas produções pelas redes americanas. Devido à paralisação completa das atividades, os canais tem preferido manter atrações de baixa audiência a se arriscar com o desconhecido, representado por projetos novos. Nem as séries atuais nem as futuras estão gravando episódios neste momento e ainda não há previsão para a retomada das produções.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Little Richard (1932 – 2020)

    9 de maio de 2020 /

    O cantor, músico e ator Little Richard, um dos pais do rock’n’roll, morreu aos 87 anos, de causa ainda não revelada. Ele vendeu 30 milhões de discos em todo mundo e influenciou gerações de artistas que atingiram ainda maior projeção, como Elvis Presley, Beatles, Elton John e Prince. Pioneiro incontestável, desbravou todo o potencial do piano como instrumento de rock, ensinou Mick Jagger a dançar e Paul McCartney a cantar. Little Richard se destacou, ao lado de Chuck Berry e Fats Domino, na primeira leva de artistas de R&B (rhythm and blues) a fazer sucesso entre o público branco americano. Mas antes de assinar seu primeiro contrato musical em 1951, ele era apenas Richard Wayne Penniman, um jovem caipira de Macon, no estado da Geórgia, que só tocava em lugares segregados. Filho de diácono batista, ele começou a cantar na igreja. Mas a religião lhe traiu muitas vezes. A primeira, aos 15 anos de idade, quando foi expulso de casa pelo pai crente, devido a seus modos afeminados. Isso o levou ao “vaudeville” para sobreviver, onde chegou a tocar travestido para atrair plateias interessadas em freakshows. Foram nesses shows restrito aos negros que Little Richard conheceu sua maior inspiração, o “príncipe do blues” Billy Wright, que se apresentava em ternos coloridos, tinha um topete enorme e um bigode estreitíssimo. O jovem Richard logo passou a imitá-lo. Os shows energéticos que se seguiram chamaram atenção da indústria. Ele assinou com a RCA em 1951. Mas suas músicas só começaram a chegar no rádio em 1955 e por outra gravadora, a Specialty Records, quando o produtor Robert Blackwell o encorajou a revisitar sua época do vaudeville e cantar uma música que costumava entoar, com palavras inventadas e que começava com um grito. Era “Tutti Frutti” e sua carreira deslanchou. Mesmo assim, nada superava vê-lo ao vivo, tocando piano como ninguém – de pé diante do piano, com o pé sobre o piano, de pé em cima do piano. Jerry Lee Lewis tentou superá-lo colocando fogo no instrumento. Mas chegou depois de Little Richard ter incendiado a juventude dos EUA. Quando Elvis assinou com a RCA, Little Richard já era astro de cinema. Ele fez parte do elenco de “Música Alucinante” (Don’t Knock the Rock, 1956), ao lado de Bill Haley and the Comets, cantou a música-título de “Sabes o que Quero” (The Girl Can’t Help It, 1956) e arrebentou em “O Rei do Rock and Roll” (Mister Rock and Roll, 1957) com “Lucille”. Foi no primeiro filme que eternizou as performances de suas músicas mais famosas, “Long Tall Sally” e aquela que começa a frase icônica “A-wop-bop-a-loo-lop-a-lop-bam-boom!”, a célebre “Tutti-Frutti”, uma das canções mais regravadas de todos os tempos. Tanto Elvis quanto os Beatles gravaram versões das duas músicas. Na verdade, os Beatles gravaram até o lado B de “Long Tall Sally”, “Slippin’ and Slidin'” – além de incluir “Lucille” e “Good Golly, Miss Molly” em seu repertório. Paul McCartney foi uma das poucas pessoas do mundo capaz de cantar como Little Richard, porque o próprio Little Richard lhe ensinou em 1962, na época em que tocaram e conviveram juntos entre shows na Inglaterra e na Alemanha. Mas antes de escolher seu sucessor, a indústria tentou embranquecer suas canções à força, dando seu repertório para o ídolo pop Pat Boone gravar. As músicas de Boone eram versões literalmente pálidas das originais. Mesmo assim, era o galã quem aparecia na TV tocando “Tutti-Frutti”. O sucesso de Elvis trouxe nova versão de “Tutti-Frutti” para as paradas. Só que em vez de popularizar o artista original, Elvis acabou substituindo-o. Até a juventude inglesa reconhecer na década seguinte que Little Richard era insubstituível. Beatles e Rollings Stones chegaram a servir de bandas de abertura para shows do cantor, em reverência a seu talento. Mas Richard, que foi o primeiro artista para quem fãs atiraram calcinhas no palco, acabou se convertendo à religião no auge da carreira. Ele apelou a Deus ao achar que ia morrer durante uma forte turbulência num voo para shows na Austrália e, depois de sobreviver, jurou ter visto um sinal dos céus – o satélite Sputnik reentrando na atmosfera. Em 1958, ele formou uma banda evangélica e passou a cantar gospel. A fase não foi longa. Ao embarcar em turnê com esse repertório, passou a ser vaiado por fãs que queriam ouvir rock. Em 1962, ele encontrou os Beatles e retomou seus antigos hits. No ano seguinte, os Stones abriram seu show. Ele se tornou adorado pelo público britânico e chegou a ganhar um especial na TV, que, a perdido dos fãs, foi reprisado várias vezes. E em 1964 contratou um guitarrista chamado Jimi Hendrix para integrar sua banda. A carreira musical, porém, jamais retomou o sucesso original nos EUA. Para complicar, ele passou a enfrentar a ira de religiosos por ter trocado a música de Deus pela música do diabo. A conversão religiosa acabou prejudicando até sua identidade sexual. Ele chegou a casar (entre 1959 e 1963) e passou a vida tentando negar rumores de que era homossexual. De fato, disse que considerava a homossexualidade “contrária à natureza”, anos depois de confessar publicamente que era gay em 1995. Ele começou a aparecer mais na TV que no rádio a partir dos anos 1960. Chegou a participar até do programa de Pat Boone, além de encontrar os Monkees num especial. E de repente se descobriu ator, explodindo na nova carreira nos anos 1980. Após ser escalado num episódio de “Miami Vice”, teve seu primeiro grande papel cinematográfico na comédia “Um Vagabundo na Alta Roda” (1986) e ainda contribuiu com uma música inédita para a trilha sonora. Esta revitalização coincidiu com sua premiação no Grammy em 1988, quando se autodeclarou “o arquiteto do rock’n’roll!”, com a plateia aplaudindo de pé. Desde então, tornou-se convidado frequente de programas de TV, séries e filmes, conquistando novos fãs com seu “timing cômico único”. A lista de aparições inclui o blockbuster “O Último Grande Herói” (1993), com Arnold Schwarzenegger, e se encerra com “Um Chefe Muito Radical” (1998), produção estrelada pelo comediante Carrot Top. Além disso, em 2000, sua vida foi dramatizada num telefilme com seu nome, dirigido por Robert Townsend (“Ritmo & Blues – O Sonho do Sucesso”). Little Richard continuou excursionando e fazendo shows para plateias entusiasmadas até que as dores de quadril se tornaram insuportáveis. Ele anunciou a aposentadoria em 2013, mas ainda continuou saudado pelo público em aparições ocasionais. A última foi no ano passado, quando recebeu um prêmio pela carreira do governador do Tennessee, nos EUA. “Deus abençoe Little Richard, um dos meus maiores heróis musicais”, escreveu Ringo Starr, baterista dos Beatles, nas redes sociais. “Ele foi uma das minhas maiores inspirações na adolescência”, disse Mick Jagger, a voz dos Rolling Stones. “Quando fizemos uma turnê juntos, eu observei atentamente seus movimentos todas as noites, para saber como entreter e envolver o público, e ele generosamente ainda me deu conselhos. Ele contribuiu tanto para a música que eu vou sentir sua falta para sempre”, acrescentou. “Uma perda muito triste”, ecoou Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin. “As canções de Little Richard impulsionaram o rock’n’roll”.

    Leia mais
  • Série

    The Great: Elle Fanning é a imperatriz Catarina, a Grande em trailer legendado de minissérie

    9 de maio de 2020 /

    A plataforma Starzplay divulgou o trailer legendado de “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796. A prévia se diferencia de outras produções similares pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre monarca do século 18. “The Great” se passa antes da ascensão ao trono de Catarina II, focando em sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que é vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A trama é descrita como “uma história ligeiramente real, divertida e anacrônica de uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. Vale lembrar que o período mais avançado do reinado da imperatriz foi coberto por outra minissérie recente, “Catherine the Great”, na HBO, com Helen Mirren (“A Rainha”) no papel principal. A produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao participar da britânica “Skins”, em 2007. Originalmente, “The Great” foi concebido para a plataforma americana Hulu, da Disney, que ainda não chegou ao Brasil. A estreia por lá vai acontecer já neste domingo (10/5) No Brasil, todos os 10 episódios serão disponibilizados em 18 de junho, com exclusividade na Starzplay.

    Leia mais
  • Música,  Série

    Cobie Smulders revive personagem de How I Met Your Mother no Instagram

    9 de maio de 2020 /

    A atriz Cobie Smulders reviveu seus dias de Robin Sparkles, a cantora pop canadense dos anos 1980 que ela encarnou em flashbacks da série “How I Met Your Mother”, para lançar uma nova versão do hit da personagem. Em vídeo publicado no Instagram, “Let’s Go to the Mall” (Vamos ao shopping) virou “Let’s All Stay at Home” (Vamos todos ficar em casa) para divertir os fãs e incentivá-los a ficar em casa. “Espero que isso afaste algumas coisas da sua mente – certamente funcionou pra mim”, disse Smulders sobre a versão, que foi concebida pelos criadores de sua antiga série, Craig Thomas e Carter Bays, com um novo arranjo de Brian Kim. “Brian … ajudou a compor essa música originalmente. Ele criou esta nova versão de piano e depois a reescreveu quando se provou muito desafiadora para mim…. Foi uma jornada maravilhosa pela estrada da memória”, ela escreveu. Smulders revisitou a música para chamar a atenção (e arrecadar fundos) para várias instituições de caridade relacionadas ao coronavírus, como Save the Children e Canada Helps. Para quem não lembra, Robin Sparkles era o passado secreto de Robin Scherbatsky, a personagem oficial da atriz na série. Seus amigos – e o público – só ficaram sabendo que a mulher descolada que apaixonou Ted (Josh Radnor) era uma antiga teen idol canadense quando Barney (Neil Patrick Harris) encontrou uma cópia pirata do clipe de “Let’s Go to the Mall”. Esse segredo, que ela considerava vergonhoso, tornou-se uma piada recorrente na série, com outros episódios oferecendo novos vislumbres, geralmente embaraçosos, da carreira musical que ela tentava esconder. “How I Met Your Mother” foi um dos grandes sucessos da rede CBS no começo deste século, exibida entre 2005 e 2014. Desde o final da série, a atriz mudou radicalmente de rumo, trocando a comédia pela ação: virou uma agente da SHIELD nos filmes dos Vingadores – e do Homem-Aranha – , aliou-se a Tom Cruise (em “Jack Reacher: Sem Retorno”) e, desde o ano passado, desvenda casos como detetive particular na série “Stumptown”, na ABC – que ainda não foi renovada para sua 2ª temporada. Veja abaixo a versão original de “Let’s Go to the Mall”, apresentada na série em 2006, no episódio intitulado “Slap Bet”. Ver essa foto no Instagram Welp. Here it is. I hope it takes your mind off some things. It certainly did for me! A huge thank you to Craig Thomas and Carter Bays for the new lyrics. And to Brian Kim, who helped compose many of our songs. He wrote this new piano version and then rewrote it when it was too challenging for me. It was a wonderful journey down memory lane. If you are able and willing please donate to the following charities. There are links in my Stories. @savethechildren @canadahelps @dailybreadTO Thank you to @20thcenfoxtv #himym #robinsparkles #letsallstayathome Uma publicação compartilhada por Cobie Smulders (@cobiesmulders) em 7 de Mai, 2020 às 1:35 PDT

    Leia mais
  • Série

    The 100: Temporada final ganha trailer épico

    9 de maio de 2020 /

    A rede americana The CW divulgou o trailer da última temporada da “The 100”, que vai encerrar a série após sete anos. A prévia é épica, com cenas grandiosas, muitos efeitos visuais, personagens à beira da morte, gritos, desespero, flashbacks de momentos importantes, visões de um futuro desolador e até um novo mundo. O vídeo revela um último confronto da raça humana, cujo resultado pode ser a extinção várias vezes evitada ao longo da série. Mas também traz esperança de sobrevivência, ao apresentar um portal para outro mundo distante. Com o anúncio de seu final, “The 100” vai se juntar a “Supernatural” e “Arrow” nas despedidas deste ano na CW. E isso apenas um ano após o canal encerrar as produções de “Jane the Virgin”, “Crazy Ex-Girlfriend” e “iZombie”. Não por coincidência, “The 100” vai acabar com 100 episódios produzidos ao todo. O primeiro capítulo da temporada final, intitulado “From the Ashes”, vai estrear em 20 de maio nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e tem suas primeiras temporadas disponíveis na Netflix.

    Leia mais
  • Etc

    Sarah Michelle Gellar resgata vestido do baile de formatura de Buffy no Instagram

    8 de maio de 2020 /

    A atriz Sarah Michelle Gellar surpreendeu fãs da série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros” ao aparecer no Instagram nesta sexta (8/5) com o icônico vestido do baile de formatura que sua personagem usou no final da 1ª temporada da atração. Na legenda, ela brincou: “Toda vestida e sem lugar para onde ir”. E em seguida incentivou os fãs a ficarem em casa. Como os seguidores ficaram nostálgicos ao lembrar do episódio, que teve uma luta de Buffy com o mestre dos vampiros, a atriz confirmou nos comentários que se trata do mesmo vestido que usou há 23 anos e confessou que este é o único item do figurino da série que ainda possui. Junto do vestido, ela usou uma jaqueta de couro para recriar o visual visto no episódio de 1997. Vale reparar que ela ainda cabe perfeitamente na peça original. Para quem já esqueceu, um projeto de revival da série foi anunciado há dois anos, mas desde então nunca mais voltou a ser mencionado. Quando isso acontece, geralmente envolve prazos de direitos que precisam vencer para os interessados voltarem a se manifestar. Ver essa foto no Instagram All dressed up and no where to go. “I say we party” #safeathome #prophecygirl Uma publicação compartilhada por Sarah Michelle (@sarahmgellar) em 7 de Mai, 2020 às 9:44 PDT

    Leia mais
  • Série

    Upload é renovada em tempo recorde pela Amazon

    8 de maio de 2020 /

    A Amazon renovou “Upload” para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito em tempo recorde, uma semana após a estreia da série, a primeira criada por Greg Daniels desde o fim de “Parks and Recreation” em 2015. “Upload” é uma espécie de “The Good Place” digital e capitalista. A trama se passa 13 anos no futuro, quando os seres humanos podem continuar existindo após a morte, por meio de um upload de suas consciências num céu virtual. Mas o negócio é caro e apenas os muito ricos conseguem um céu deluxe, com tudo o que poderiam sonhar, enquanto os remediados precisam se consolar com uma versão mais próxima do purgatório e os pobres nem sequer podem parcelar o ingresso no paraíso. O protagonista Nathan (vivido por Robbie Amell, o Nuclear da série “The Flash”) é apenas remediado, mas sua nova namorada é rica e fútil. Quando ele está para morrer, ela resolve lhe pagar um céu de luxo para poder continuar a vê-lo via realidade virtual. Ao ter a consciência enviada para esse local, Nathan passa a conviver com Nora (Andy Allo, de “A Escolha Perfeita 3”), funcionária responsável pelo atendimento ao cliente desse negócio. A série segue os dois enquanto Nathan se acostuma com a vida longe de seus entes queridos, ao mesmo tempo em que Nora, ainda viva, luta para conciliar sua vida real e um potencial romance virtual com o rapaz. A comédia, que contém várias críticas ao consumismo contemporâneo, ainda revela que pagar a entrada para o céu é apenas a primeira parcela de uma variedade infinita de compras que os clientes precisam fazer se quiserem aproveitar ao máximo as ofertas da pós-morte eterna. Greg Daniels, que desenvolveu a atração com Howard Klein, seu parceiro nas produções de “Parks and Recreation” e “The Office”, também assinou a direção do primeiro episódio. “Estou emocionado por continuar um ótimo relacionamento com a Amazon Studios e esse maravilhoso elenco e descobrir o que acontece, ao lado de Nora, Nathan e Ingrid no mundo de 2033”, disse Daniels, em comunicado. “Em ‘Upload’, Greg Daniels apresentou uma comédia cinematográfica inteligente e intrigante, e claramente encantou nossos assinantes, que passaram muito tempo em Lakeview na semana passada. Sabemos que nossos fãs globais querem ver o próximo capítulo da história de Nathan e Nora, então estamos realizando a 2ª temporada e bastante empolgados com o fato do projeto de Greg ter encontrado um público tão dedicado”. Veja abaixo o trailer da produção, quem pode ser vista no Brasil pelos assinantes do serviço Amazon Prime Video.

    Leia mais
  • Filme

    Neve Campbell negocia voltar à franquia de terror Pânico

    8 de maio de 2020 /

    Protagonista dos quatro filmes da franquia “Pânico”, a atriz Neve Campbell está negociando participar do quinto. “Eles me procuraram e estamos conversando”, disse a intérprete de Sidney ao site Rotten Tomatoes. “No momento, é difícil afirmar, por causa da covid, mas espero que possamos acertar todos os elementos para que isso aconteça”, completou a atriz. Grande sucesso dos anos 1990, “Pânico” teve seus quatro longas anteriores escritos por Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries”) e dirigidos por Wes Craven (criador de “A Hora do Pesadelo”). Mas Craven morreu em 2015 e não está envolvido na nova produção. Dois diretores assumirão seu lugar atrás das câmeras: Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que assinaram o recente terrir “Ready or Not”, lançado diretamente em VOD no Brasil com o título alternativo de “Casamento Sangrento”. “Eu estava apreensiva por fazer o filme sem Wes Craven, ele é o motivo pelo qual os filmes são o que são. Mas os diretores me escreveram uma carta adorável, elogiando o trabalho que fizemos, como Wes Craven é uma inspiração para eles e como realmente querem honrá-lo. Isso significou muito para mim”, explicou. Campbell ainda acrescentou: “Estou muito agradecida por esses filmes… eu amo Sidney Prescott. É sempre divertido para mim voltar a vivê-la, e é sempre divertido reencontrar o elenco e fazer um desses filmes novamente, especialmente tentar fazer outro filme bom.” Até essa entrevista, os detalhes do retorno da franquia eram escassos. A participação de Neve Campbell descarta as hipóteses de reboot e remake, apontando para mais uma continuação da história da sobrevivente Sidney Prescott, como todas as sequências anteriores no cinema. O filme original de 1996 revolucionou e rejuvenesceu o cinema de horror ao realizar uma abordagem geek do gênero, com humor cínico, metalinguagem e várias citações, sem abrir mão das matanças, da tensão, do suspense e das reviravoltas. Fez tanto sucesso que ganhou três sequências e uma série de televisão. Ainda não há data prevista para as filmagens ou mesmo de lançamento para o novo longa.

    Leia mais
  • Série

    Younger vai ganhar spin-off centrado na personagem de Hilary Duff

    8 de maio de 2020 /

    A série “Younger” vai ganhar um spin-off. A nova atração de comédia está em desenvolvimento na ViacomCBS, produtora da série original, e pretende dar destaque à personagem Kalsey Peters, vivida por Hilary Duff em “Younger”. Na série, que encontra-se renovada para sua 7ª temporada no canal pago americano TV Land, Kelsey é uma jovem editora que trabalha ao lado da protagonista Liza (Sutton Foster), uma mulher de 40 e poucos anos que mentiu sua idade para ser contratada, e precisa se esforçar para manter a aparência de ser mais jovem (mais jovem em inglês é younger, título da série). O spin-off ainda não tem canal definido, e tanto pode reforçar a lista de séries da TV Land e da Paramount Network quanto a plataforma CBS All Access, serviço de streaming que começa a ser expandido com a nova fusão entre as empresas Viacom e CBS. O papel de coadjuvante na série de comédia foi assumido de forma inesperada por Duff, que sempre viveu protagonistas, mas, na época da estreia, em 2015, ela já não emplacava nem mesmo arcos de participação especial – o último tinha sido em “Gossip Girl” em 2009. A popularidade de “Younger” reviveu a carreira da atriz e cantora, que viveu seu auge em “Lizzie McGuire” (2001–2004) no Disney Channel. Por ironia, o projeto do spin-off acontece justamente após planos para um revival de “Lizzie McGuire” na plataforma Disney+ (Disney Plus) serem suspensos.

    Leia mais
  • Série

    Boba Fett vai aparecer na 2ª temporada de The Mandalorian

    8 de maio de 2020 /

    Boba Fett, o mandaloriano mais famoso do universo de “Star Wars”, vai aparecer na 2ª temporada de “The Mandalorian”, série sobre um caçador de recompensas da mesma tribo. De acordo com fontes do site The Hollywood Reporter, Fett terá um papel pequeno nos próximos episódios da série e será interpretado pelo ator Temuera Morrison, que viveu Jango Fett, o “pai” de Boba, em “Star Wars: Ataque dos Clones”. Vale lembrar que Boba Fett, encarregado de capturar Han Solo, morreu numa explosão em “O Retorno de Jedi” e “The Mandalorian” se passa imediatamente após estes eventos. A aparição do personagem, portanto, poderia se dar em um flashback, por exemplo. Por outro lado, Boba era um clone de Jango Fett, o que aliás justifica a escalação de Morrison para o papel. Com isso em mente, também não se pode descartar a possibilidade de que a volta deste mandaloriano tenha algo a ver com clonagem. A próxima temporada de “The Mandalorian” ainda terá outras novidades, como a escalação de Rosario Dawson (“Luke Cage”), muito provavelmente como a jedi Ahsoka Tano. Personagem que, por sinal, também tem relação com clones, já que foi introduzida na série animada “Star Wars: Clone Wars”, lançada em 2008. “The Mandalorian” acompanha o personagem-título, um caçador de recompensas espacial que é contratado para capturar um suposto bebê da raça do mestre Yoda, mas acaba cativado pela criança e resolve protegê-la. O público também ficou extremamente cativado, transformando a criaturinha no conteúdo mais comercializado pela Disney nos últimos tempos. Os novos episódios devem estrear em outubro na plataforma Disney+ (Disney Plus), e o criador da série, o cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), já está trabalhando nos roteiros da 3ª temporada.

    Leia mais
  • Etc

    Famílias de Aldir Blanc, Rubens Fonseca e Moraes Moreira desmentem Regina Duarte

    8 de maio de 2020 /

    As famílias de Aldir Blanc, Rubens Fonseca e Moraes Moreira desmentiram a secretária especial da Cultura, Regina Duarte, que na quinta (7/5), em sua polêmica entrevista à CNN Brasil, disse que, apesar de não ter se manifestado em público, tinha se comunicado diretamente com as famílias de falecidos ilustres da cultura brasileira. Regina Duarte não teria feito nenhum contato com eles. Parentes das três personalidades receberam mensagens frias e institucionais por Whatsapp e Twitter de Milton da Luz Filho, assessor da Secretaria Especial da Cultura em Brasília. As comunicações não tinham a assinatura de Regina Duarte e teriam surpreendido pelo tom “institucional”, “apesar das palavras bonitas”, de acordo com o porta-voz da família de Aldir Blanc. “A família ficou estarrecida com as declarações dela (Regina Duarte) na entrevista”, acrescentou o porta-voz, em entrevista à BBC News Brasil. Regina vinha sendo cobrada por colegas de classe pelo silêncio da Secretaria não só sobre a morte de Blanc, mas também de outros nomes da cultura brasileira. Na entrevista à CNN, ela argumentou que, em vez de homenagens públicas, tinha optado por enviar mensagens privadas às famílias e não por “papel timbrado” da Secretaria Especial de Cultura. Assim como Bolsonaro já tinha dito que não era coveiro para se manifestar sobre as mortes de brasileiros pelo coronavírus, Regina afirmou na entrevista que não era “obituário”, ao ser cobrada pela falta de pronunciamentos sobre os falecimentos. “Será que eu vou ter que virar obituário? Quantas pessoas a gente está perdendo? Teve uma semana que foram três. Tem pessoas que eu não conheço. Aldir Blanc eu admiro, mas não conheci.” “O país está cultuando a memória deles, não precisa da Secretaria de Cultura. Pode ser que eu esteja errando, vou me corrigir. Não fiz por mal, peço desculpas, falei com as famílias, lamentei a perda… Nessa hora a pessoa que está mais constrangida pela perda é a família, e eu queria falar com elas diretamente, não por um papel timbrado da Secretaria”, justificou a ex-atriz. Em vários países, não só secretários de Cultura, mas presidentes e primeiros-ministros se manifestam publicamente diante de perdas importantes. O registro público também é uma satisfação para as famílias, além de deixar claro o reconhecimento aos grandes artistas. A opção de fazer isso de forma privada sugere o contrário, que se trata de um reconhecimento envergonhado, escondido, nunca às claras, como se houvesse perseguição do governo até na morte a certas personalidades da arte. A filha do cantor Moraes Moreira, Maria Cecilia Moraes, disse que considerou a mensagem privada inadequada. “Agradecemos toda e qualquer manifestação de solidariedade diante da perda de nosso pai. No entanto, nos causa estranheza, e até mesmo um certo desconforto, que essa manifestação nos tenha chegado através de uma mensagem de WhatsApp, enviada por seu assessor no privado”, comentou ao jornal Folha de S. Paulo. Para ela, “a secretária fala em nome de um cargo público e de uma secretaria de Cultura que tem por função representar institucionalmente a cultura brasileira”. “O que temos a dizer é sobre nossa perplexidade quanto à ausência de qualquer manifestação pública dessa secretaria em relação a essa perda, que não é somente pessoal e familiar, mas, acima de tudo, uma perda para a cultura do Brasil.” Ainda muito abalada com a morte do pai, uma das filhas de Blanc, Patricia, foi além, ao desabar à BBC News Brasil que, após assistir trechos da entrevista de Regina Duarte à CNN Brasil, ficou “enojada”. Aldir Blanc, que morreu de covid-19 na última segunda-feira (4/5), aos 73 anos, foi autor de mais de 500 canções, entre elas “O Bêbado e a Equilibrista”, que compôs com João Bosco e que ficou famosa na voz da cantora Elis Regina. A canção atingiu o topo das paradas em 1979 e ficou conhecida como o Hino da Anistia, em um momento em que o Brasil caminhava para pôr fim à ditadura militar. Repleta de referências e metáforas, é considerada um clássico da música brasileira. Na entrevista concedida à CNN Brasil de seu gabinete em Brasília, Regina também minimizou a ditadura militar brasileira, a tortura praticada no período e teve um chilique, interrompendo a entrevista, quando a emissora mostrou um vídeo enviado pela atriz Maitê Proença pedindo soluções para a classe artística em meio à pandemia do novo coronavírus. Nas redes sociais, vários artistas, alguns ex-colegas de Regina, criticaram fortemente suas declarações. Em compensação, o ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ficou “encantado” pela implosão ao vivo da ex-atriz. “Fiquei encantado com a Regina pela demonstração de humanismo, grandeza, perspicácia, inteligência, humildade, segurança, doçura e autoconfiança que nos transmitiu”, escreveu Villas Bôas no Twitter.

    Leia mais
  • Etc

    Academia da Televisão muda regras para impedir que indicados ao Oscar concorram ao Emmy

    8 de maio de 2020 /

    Após a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas relaxar suas regras para permitir que alguns filmes lançados direto em streaming possam concorrer ao Oscar, a Academia da Televisão dos EUA estabeleceram um limite, avisando que nenhuma produção indicada ao Oscar poderá disputar o Emmy. A mudança no Emmy começa a valer em 2021 — e, ao contrário da que ocorreu nas regras do Oscar, deve ser permanente. A decisão deve ter efeito maior nas categorias de documentário, que antes mesmo da flexibilidade do Oscar já vinha produzindo nomeações duplas. A produção “O.J.: Made in America”, por exemplo, foi lançada originalmente no canal ESPN como uma série documental em sete episódios. Por isso, foi indicado a seis Emmys, incluindo na categoria de Melhor Série Documental, levando dois prêmios técnicos. Depois, a emissora reeditou o material para lançar “O.J.: Made in America” nos cinemas, como um filme de quase 8 horas de duração. Neste formato, ele disputou e venceu o Oscar de Melhor Documentário. Situações de duplas nomeações ainda ocorreram com “Ícaro” (2017), que também venceu o Oscar, além de “A 13ª Emenda” (2016), “What Happened, Miss Simone?” (2015) e “The Square” (2014), todos da Netflix. Em nota, a Academia da Televisão (antigamente chamada de Academia de Artes e Ciências Televisivas) deixou claro que apóia a decisão dos organizadores do Oscar, mas precisou estabelecer uma separação entre as duas áreas, numa mudança de regra complementar. A entidade ainda destacou que a mudança estava sendo discutida desde março, antes do agravamento da pandemia. Entretanto, como o Emmy e o Oscar acontecem em datas distantes, a possibilidade de dupla indicação ainda existe, se ela aparecer primeiro no Emmy, e depois no Oscar, como aconteceu com “O.J.: Made in America”. Neste caso, a responsabilidade de premiar um produto televisivo ficará por conta exclusiva da Academia Cinematográfica.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie