Bilheterias: Procurando Dory nem nota Independence Day nos EUA
A animação “Procurando Dory” não teve dificuldades em manter sua liderança nas bilheterias, em seu segundo fim de semana em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos. A produção da Disney/Pixar arrecadou US$ 73,2 milhões, ficando muito à frente do 2º lugar, ocupado pela estreia de “Independence Day: O Ressurgimento”, que fez US$ 41,6 milhões. A sequência de “Procurando Nemo” (2003) teve uma queda de apenas 46% em relação à bilheteria de sua estreia, garantindo assim o segundo melhor fim de semana de uma animação nos EUA em todos os tempos. Nos dez dias em que está em exibição, o filme já somou US$ 285,6 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, o valor alcança US$ 396,8 milhões. A continuação de “Independence Day” (1996), por sua vez, fez menos que o esperado. As estimativas apontavam que renderia ao menos US$ 50 milhões em seu primeiro fim de semana, igualando-se ao desempenho do filme original, mas o resultado acabou frustrando o estúdio 20th Century Fox. Para completar, as críticas foram, em sua grande maioria, negativas, resultando em apenas 33% de aprovação na média tabulada pelo site Rotten Tomatoes. Novamente dirigido por Roland Emmerich, o longa custou US$ 165 milhões, por isso necessita de uma boa performance nas bilheterias internacionais para se pagar. Por enquanto, o rendimento mundial está em US$ 143 milhões. Seu consolo é que faturou em três dias quase tudo o que “Warcraft” conseguiu somar em três semanas nos EUA. O fracasso do estúdio Universal já até saiu do Top 10, em 16 dias. As outras duas estreias da semana tiveram desempenhos diferentes. O suspense “Águas Rasas”, em que Blake Lively enfrenta um tubarão, arrecadou acima do esperado: US$ 16 milhões. Filmado por US$ 17 milhões, a produção ocupou o 4º lugar e deve dar lucro rapidamente, apenas com o faturamento doméstico. Para ajudar, a crítica adorou (74% de aprovação). Já “Free State of Jones” não se deu bem. O drama escravagista estrelado por Matthew McConaughey, como líder de uma rebelião contra os Estados Confederados no século 19, fez somente US$ 7,8 milhões. É valor de produção indie modesta. Entretanto, custou US$ 50 milhões de produção e, tudo indica, dará prejuízo sem conseguir nem mesmo prestígio, com 40% de aprovação no site Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Procurando Dory Fim de semana: US$ 73,2 milhões Total EUA: US$ 286,5 milhões Total Mundo: US$ 396,8 milhões 2. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 41,6 milhões Total EUA: US$ 41,6 milhões Total Mundo: US$ 143 milhões 3. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 18,3 milhões Total EUA: US$ 69,3 milhões Total Mundo: US$ 83,6 milhões 4. Águas Rasas Fim de semana: US$ 16,7 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 16,7 milhões 5. Free State of Jones Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 6. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 86,9 milhões Total Mundo: US$ 242,9 milhões 7. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 159,7 milhões 8. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 151,1 milhões Total Mundo: US$ 523,8 milhões 9. As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 77,1 milhões Total Mundo: US$ 153,9 milhões 10. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 74,5 milhões Total Mundo: US$ 249 milhões
The Birth of a Nation: Vencedor do Festival de Sundance ganha pôster e novo trailer potente
A Fox Searchlight divulgou o pôster e o segundo trailer de “The Birth of a Nation”, drama escravagista que venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance em 2016. O filme sobre a rebelião de escravos americanos de 1831 teve seus direitos de distribuição comprados pelo estúdio por um valor recorde para o festival: US$ 17,5 milhões. A prévia demonstra a força da produção ao potencializar as cenas de submissão, opressão e desumanidade numa revolta catártica. O filme foi escrito, dirigido, produzido e estrelado por Nate Parker e já é cotado como forte candidato ao Oscar do ano que vem. E tem tudo para gerar discussões, a começar pelo título, que é o mesmo de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. O “Nascimento” original descrevia os negros de forma estereotipada, com atores brancos pintados de preto, e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. O novo é seu oposto, girando em torno de Nat Turner (vivido por Nate Parker), escravo que liderou uma rebelião de 48 horas contra fazendeiros no estado da Virgínia em 1831, provocando uma retaliação violenta dos brancos. O elenco também inclui Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), Jackie Earle Haley (“A Hora do Pesadelo”), Penelope Ann Miller (“O Artista”), Aja Naomi King (série “How to Get Away with Murder”) e Mark Boone Jr. (série “Sons of Anarchy”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Esquadrão Suicida ganha segundo clipe de sua trilha sonora, repleto de rappers
A Atlantic Records divulgou um novo clipe da trilha sonora de “Esquadrão Suicida”. Como o anterior, também se passa num cenário de prisão e intercala os artistas com cenas do filme dos supervilões. Por sinal, a gravação da música “Sucker for Pain” reúne um verdadeiro esquadrão. A partir de uma base providenciada pela banda Imagine Dragons, o microfone passa pelas mãos dos rappers Lil Wayne, Wiz Khalifa, Ty Dolla $ign, Logic e da banda X Ambassadors. A Warner está apostando forte na sinergia com sua divisão musical, o que ajuda a alimentar o burburinho em torno do filme. Serão, ao todo, três clipes. O próximo, dedicado ao Coringa, é esperado para as próximas semanas. Intitulado “Purple Lamborghini”, o vídeo vai juntar o produtor Skrillex e o rapper Rick Ross, e contará com uma participação especial de Jared Leto como o vilão, gravada especialmente para acompanhar a música. A trilha sonora completa será lançada em 5 de agosto, enquanto o filme, escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Dwayne Johnson pode virar o novo Lobisomem da Universal
O astro Dwayne Johnson (franquia “Velozes e Furiosos”) entrou na mira da Universal Pictures para estrelar o reboot da franquia “Lobisomem”, inaugurada em 1941 com o filme homônimo estrelado por Lon Chaney Jr. Segundo o site Deadline, os rumores são persistentes, indicando que o estúdio pretende reforçar ainda mais seu universo de monstros clássicos com um novo astro de peso. A ideia da Universal é criar um universo compartilhado de criaturas góticas, ao estilo dos filmes da Marvel. O pontapé inicial será dado pelo novo reboot de “A Múmia”, que será estrelado por Tom Cruise (“Missão Impossível”). A ambição do projeto é manifestada pela escolha de intérpretes que darão nova vida aos personagens clássicos. Russell Crowe (“Os Miseráveis”) já foi confirmado como o Dr. Henry Jekyll, de “O Médico e o Monstro”, que será introduzido numa participação no filme da Múmia, e Johnny Depp estrelará o reboot de “O Homem Invisível”. O estúdio também negocia com Angelina Jolie (“Malévola”) para “A Noiva de Frankenstein” e Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) para “O Monstro da Lagoa Negra”. Os filmes dos monstros estão sendo supervisionados pelos roteiristas-produtores Alex Kurtzman (“Star Trek”) e Chris Morgan (franquia “Velozes & Furiosos”), mas o pool de escritores do projeto também inclui David Koepp (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), Jon Spaihts (“Prometheus”), Eric Heisserer (“A Coisa”), Noah Hawley (criador da série “Fargo”) e Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). Este último foi contratado em 2014 especificamente para escrever uma nova história do lobisomem. Até o momento, apenas “A Múmia” teve sua estreia anunciada, prevista para junho de 2017, mas dois lançamentos misteriosos desse universo gótico estão marcados para abril de 2018 e fevereiro de 2019. Benicio Del Toro foi o último a viver o Lobisomem clássico da Universal, dirigido por Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) em 2010.
The Girl with All the Gifts: Glenn Close e Gemma Arterton enfrentam zumbis em trailer de terror
A Warner Bros. do Reino Unido divulgou as primeiras fotos e o primeiro trailer de “The Girl with All the Gifts”, filme de zumbis estrelado por Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”) e Gemma Arterton (“João e Maria: Caçadores de Bruxas”). Embora o ataque de mortos-vivos tenha se tornado lugar-comum nos últimos anos, a prévia consegue impressionar pelo clima de tensão e abordagem diferenciada, ao destacar a amizade entre uma criança infectada (a estreante Sennia Nanua) e uma médica (Arterton). A trama se passa após a praga zumbi devastar a humanidade. Porém, um grupo de crianças infectadas ainda é capaz de pensar e sentir. Salva da morte certa por uma dessas jovens zumbis, a Dr. Helen Justineau decide usar a menina num experiência para acabar com a epidemia. Glenn Close, Paddy Considine (“O Ultimato Bourne”) e Fisayo Akinade (série “Cucumber”) são os militares que a auxiliam. O impacto das cenas se deve bastante ao roteiro de Mike Carey, que adaptou seu próprio livro – lançado no Brasil com o título “A Menina que Tinha Dons”. Carey é cultuadíssimo entre os fãs de quadrinhos por ter escrito todas as edições de “Lucifer”, publicação da Vertigo (edição adulta da DC Comics) que virou série sem lhe dar qualquer crédito. Detalhe: os gibis são muito melhores que a versão televisiva. Já a direção está a cargo do escocês Colm McCarthy, mais conhecido por seu trabalho em séries britânicas, como “Sherlock”, “Doctor Who” e “Peaky Blinders”. Este será seu segundo filme, após estrear com outro terror em 2010, “Outcast”. “The Girl with All the Gifts” tem estreia marcada para 23 de setembro no Reino Unido e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Assassino a Preço Fixo 2: Trailer mostra Jason Statham em ação no Rio de Janeiro
A Lionsgate divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Assassino a Preço Fixo 2: A Ressurreição”, que mostra Jason Statham revivendo cenas antológicas do cinema de ação, como se pendurar com ventosas num arranha-céu (desafio de Tom Cruise em “Missão Impossível: Protocolo Fantasma”) e saltar do bondinho do Pão de Açúcar (feito Roger Moore em “007 Contra o Foguete da Morte”), em sequência filmada no Rio. O longa volta a trazer Statham como o matador Arthur Bishop, após viver o personagem no remake de 2011. Originalmente, o papel foi de Charles Bronson no “Assassino a Preço Fixo” de 1972. Desta vez, porém, a história é original. Ou quase, considerando o amontoado de cenas vistas antes, que compõem o trailer. Com direção de Dennis Gansel (“A Onda”), a sequência mostra como o matador aposentado é forçado a realizar três novos assassinatos sem deixar vestígios, após sua namorada (Jessica Alba, de “Sin City”) ser sequestrada por um inimigo. O elenco também inclui Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Natalie Burn (“Os Mercenários 3”) e Sam Hazeldine (“O Caçador e a Rainha do Gelo”). A estreia está marcada para 26 de agosto nos EUA e apenas em outubro no Brasil.
Ouija 2: Trailer legendado sugere filme mais assustador que o primeiro
A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer legendado do terror “Ouija 2”, continuação do sucesso de “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014). A prévia sugere um filme bem mais assustador que o original. Passado nos anos 1960, acompanha uma mãe trapaceira (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) que, com o auxílio de suas duas filhas, finge se comunicar com os espíritos para enganar clientes ricos. Até que decide comprar um jogo de tabuleiro Ouija para os negócios, e um espírito real invade o corpo da filha menor (Lulu Wilson, da série “The Millers”) e passa a atormentar a outra (Annalise Basso, de “O Espelho”). Escrito e dirigido por Mike Flanagan (“O Espelho”), o filme ainda resgata o sumido Henry Thomas, que há três décadas estrelou o clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982), e mais recentemente tem sido visto em produções televisivas, como a minissérie “Filhos da Liberdade” (Sons of Liberty) e “Betrayal”. Ele interpreta o padre que tenta ajudar as crianças. O elenco também inclui Kate Siegel (“Hush: A Morte não Ouve”), Lin Shaye (“Sobrenatural: A Origem”) e o especialista em viver monstros Doug Jones (“Hellboy”). A estreia está marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA
Quando as Luzes se Apagam: Terror produzido por James Wan ganha novo trailer
A Warner Bros. divulgou o segundo trailer de “Quando as Luzes se Apagam” (Lights Out), filme de terror produzido por James Wan (“Invocação do Mal”), que explora o medo do escuro. A prévia apresenta o “monstro” da trama, uma figura feminina que só aparece quando as luzes se apagam. Aparentemente, há uma explicação para sua aparição, conforme indica um diálogo de Maria Bello (“Os Suspeitos”), mas os sustos não dependem de razão, explorando um pavor instintivo da escuridão. A história, que combina diversos elementos tradicionais do terror – mulher-fantasma de cabelos longos, família amaldiçoada, criatura que vive nas sombras – , surgiu originalmente num curta de 2013, do diretor David F. Sandberg, que faz agora sua estreia em longa-metragem, no comando da adaptação. Ele também assina o roteiro em parceria com Eric Heisserer, que escreveu o remake de “A Hora do Pesadelo” (2010). O clássico original de Wes Craven, por sinal, é uma das influências óbvias da trama. O elenco também inclui Teresa Palmer (“Meu Namorado É um Zumbi”), Billy Burke (séries “Revolution” e “Zoo”) e as crianças Gabriel Bateman (“Annabelle”) e Alexander DiPersia (da vindoura série “Good Girls Revolt”). A estreia está marcada para 22 de julho nos EUA e apenas um mês depois, em 25 de agosto, no Brasil.
Pastoral Americana: Estreia de Ewan McGregor na direção ganha belo trailer
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Pastoral Americana”, primeiro filme dirigido pelo ator Ewan McGregor (“O Impossível”). Sem utilizar diálogos, a prévia evoca um videoclipe, com cenas editadas ao som do clássico new wave “Mad World” (em cover de Jasmine Thompson) para destacar o impacto emocional da premissa, ao mesmo tempo em que valoriza o figurino e a direção de arte na recriação dos anos 1960. Adaptação do livro homônimo de Philip Roth (autor de “Revelações”), a trama explora o abismo de gerações a partir de uma situação extrema, acompanhando como os pais bem-sucedidos de uma garota rebelde são surpreendidos quando ela se torna suspeita de uma ataque terrorista. Dakota Fanning (“The Runaways – Garotas do Rock”) interpreta a jovem que se rebela contra a vida perfeita dos pais, uma rainha de concurso de beleza, vivida por Jennifer Connelly (“Noé”), e um executivo de sucesso, interpretado pelo próprio Ewan McGregor, e acaba se envolvendo em protestos contra a Guerra do Vietnã, até o radicalismo a levar a ser acusada por crimes políticos. No livro, a história é contada em flashback, depois que um reencontro de escola revela o destino de Seymour “Swede” Levov, o personagem de McGregor. Sua história é apresentada por meio de fragmentos, que atravessam anos, num painel que ilustra o desencanto de uma geração. Curiosamente, o papel de “Pastoral Americana” é a segunda aparição consecutiva de Fanning como rebelde radical, após a participação no thriller indie “Movimentos Noturnos” (2013), em que viveu uma ecoterrorista. “Pastoral Americana” tem estreia prevista para 28 de outubro nos Estados Unidos – época que coloca o drama na trilha do Oscar 2017. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Caça-Fantasmas: Banda Fall Out Boys divulga o “remake” do tema original, que tocará no filme
A banda Fall Out Boys divulgou no YouTube sua versão para “Ghostbusters”, que será o tema do novo filme das “Caça-Fantasmas”. A música tem participação da rapper Missy Elliott e soa bastante séria, ao contrário da gravação original de Ray Parker Jr., que foi indicada ao Oscar em 1985. Compare as duas versões abaixo. A diferença, por sinal, parece ser a mesma em todo o tom do material de divulgação, incluindo as prévias, que trazem fantasmas mais assustadores e piadas menos engraçadas. A comparação entre as duas versões tem sido negativa para o reboot do diretor Paul Feig (“A Espiã que Sabia de Menos”), cujo trailer se tornou um dos vídeos mais odiados do YouTube. Questionado sobre a enorme recepção negativa ao longa, o presidente da Sony, Tom Rothman, declarou à imprensa americana: “É a melhor coisa que poderia ter acontecido. Você está brincando? Somos assunto nacional, muito obrigado. Manda mais haters disparando estupidez”. A estreia do novo “Caça-Fantasmas” está marcada para 14 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Stranger Things: Nova série sci-fi do Netflix ganha vídeo de bastidores
O serviço de streaming Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Stranger Things”, nova série sci-fi passada nos anos 1980. A prévia introduz a protagonista, uma garota estranha chamada Onze (Eleven, no original), vivida por Millie Bobby Brown (série “Intruders”), cuja origem misteriosa é detalhada em comentários de seus criadores, os irmãos Matt e Ross Duffer (roteiristas da série “Wayward Pines”). A trama se passa na pacata cidade de Hawkins, Indiana, onde um garotinho desaparece misteriosamente, sem deixar rastro algum. Sua mãe (Winona Ryder, estrela de clássicos como “Os Fantasmas se Divertem” e “Edward Mãos de Tesoura”) busca ajuda das autoridades para encontrá-lo, mas, à medida que as investigações se aprofundam, eles descobrem uma série de mistérios que envolvem experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais e uma garota muito estranha. O elenco também inclui Matthew Modine (“Nascido para Matar”), David Harbour (“Aliança do Crime”), Charlie Heaton (“As You Are”), Natalia Dyer (“Hannah Montana: O Filme”), Cara Buono (“Cidades de Papel”), Ross Partridge (“Olhos da Justiça”) e Rob Morgan (série “Demolidor”). “Stranger Things” tem produção do cineasta Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que também assina a direção de dois episódios. A série estreia no Netflix no dia 15 de julho.
Inferno: Tom Hanks enfrenta o apocalipse no trailer legendado da nova sequência de O Código Da Vinci
A Sony Pictures divulgou o novo trailer de “Inferno”, em versões legendada e dublada. Terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), “Inferno” volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. A prévia revela o novo quebra-cabeças que Langdon precisa desvendar, desta vez sem sua memória, perdida após um ataque que o deixou inconsciente, mas com a ajuda da personagem vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). Seguindo pistas extraídas do poema épico “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, eles descobrem planos apocalípticos, que envolvem um milionário (Ben Foster, de “Programado para Vencer”) e uma ameaça biológica. Os vídeos também mostram um elenco de coadjuvantes de várias nacionalidades, como o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). Assim como os dois filmes anteriores baseados na obra do escritor Dan Brown, a direção é de Ron Howard. Já o roteiro foi escrito por David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Detalhe: no Brasil, o filme ganhou um apêndice exclusivo: o subtitulo “O Filme”. Será que é para que ninguém se confunda, ao entrar no cinema, e achar que vai ler o livro?
Queen of the South: Crítica americana rasga elogios para Alice Braga na estreia da série
A série “Queen of The South”, do canal pago USA, estreou na quinta-feira (23/6) nos Estados Unidos, rendendo diversos elogios para a interpretação da brasileira Alice Braga, que tem o papel principal. A revista Variety descreveu Braga como ‘fascinante’. “Crível e tem uma empatia com a personagem que o resto do elenco ainda não tem”, diz o texto. Para o jornal New York Times, ela é a melhor coisa da série. Criticando o tom ‘novelesco’ da atração, a publicação nova-iorquina ressaltou que Braga está “perfeitamente adequada como Teresa”. Em geral, porém, a crítica americana não se apaixonou pela produção, avaliada com 57% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A Variety rotulou como uma versão de “Narcos” com empoderamento feminino, já que as três principais personagens são mulheres e todas poderosas do tráfico, enquanto o site IndieWire considerou apenas uma releitura do filme “Scarface” (1984) com personagens femininos. A crítica mais positiva foi publicada no jornal Los Angeles Times, que refletiu sobre o que estava sendo dito a respeito da atração. “Comparações com ‘Scarface’, ‘Narcos’ e até ‘Breaking Bad’ (‘mas com uma mulher!’) são inevitáveis, mas há um clima autoconsciente de telenovela e uma inesperada crítica cultural, que a tornam tanto uma anti-Cinderela quanto um ‘Scarface’ feminino”. O texto ainda aponta que, para dar certo, a série precisaria ter uma protagonista capaz de criar empatia com o público. “Felizmente, Braga parece ser tudo o que o USA podia esperar, e mais”, avalia. A conclusão a que todos parecem chegar pode ser sintetizada nos comentários do jornal San Francisco Chronicle: “Em resumo, um monte de coisas acontecem no primeiro episódio, demais para se crer, mas a personagem e a performance de Braga são suficientes para despertar nosso interesse”. Na série, Alice interpreta uma jovem mexicana que, após a morte do namorado numa transação de drogas, passa a ser perseguida pelo cartel e pela polícia por conta de seus conhecimentos do tráfico. Buscando refúgio nos EUA, ela se une a uma traficante poderosa para derrubar o rival responsável por sua perseguição e acaba virando a Rainha do Tráfico. A atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur”, desenvolvida pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do filme divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. Por curiosidade, “La Reina del Sur” ganhou o nome de “A Rainha do Tráfico” no Brasil e já foi exibida pelo canal +Globosat e pelo Netflix. O elenco também inclui Veronica Falcón (“Beco dos Milagres”), Peter Gadiot (série “Once Upon a Time in Wonderland”), Joaquim de Almeida (“O Duelo”), Justina Machado (série “Six Feet Under”), Hemky Madera (série “Weeds”) e James Martinez (série “Breaking Bad”).












