Agents of SHIELD: Veja a primeira foto e um teaser do novo “Motoqueiro” Fantasma
A Marvel divulgou a primeira foto de Gabriel Luna (série “Matador”) como o “Motoqueiro” Fantasma da TV, além de um teaser de sua aparição na série “Agents of SHIELD”. O vídeo é um registro tremido de celular, no melhor estilo da estética “found footage” dos filmes de terror. E deixa claro o problema que os tradutores brasileiros terão para apresentar o personagem. O detalhe é que “rider”, do nome original “Ghost Rider”, quer dizer apenas “motorista” em inglês – o motoqueiro ficou por conta dos editores de quadrinhos brasileiros dos anos 1970. E o personagem vivido por Luna não será o mesmo que foi interpretado por Nicolas Cage em dois filmes. Enquanto Cage deu vida a Johnny Blaze, o personagem original dos quadrinhos, “Agents of SHIELD” irá apresentar a nova encarnação do Espírito da Vingança, Robbie Reyes. E ele não é motoqueiro. Este “Ghost Rider” se locomove com um Dodge Charger infernal. A decisão de introduzir o personagem na série foi explicada pelo produtor Jeb Whedon durante a San Diego Comic-Con. “Com Doutor Estranho chegando esse ano, o Universo Marvel está entrando em novas águas. Nós sentimos que esse era obviamente um grande personagem que gostaríamos de ver em nossa série, e que preenche essa vaga”, ele ponderou, completando: “Nós decidimos começar com Robbie Reyes porque ele é mais recente nos quadrinhos, e porque também seria interessante trazer alguém com o histórico cultural dele para nossa série… Vamos continuar fieis às suas circunstâncias. Mas assim como qualquer outra propriedade que usamos, tomaremos algumas liberdades.” A 4ª temporada de “Agents of SHIELD” estreia em 20 de setembro na rede americana ABC. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Festival de Brasília 2016 exibirá 40 filmes
O 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou sua programação completa, prometendo sua maior edição dos últimos anos na capital federal. Só a competição terá 9 longas-metragens, três a mais que nas edições anteriores, além de 12 curtas. A estes filmes se somam outros 20 em mostras paralelas e sessões especiais, chegando a um total de 40 produções cinematográficas. Premiado no Festival de Cannes deste ano, o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, foi selecionado para abrir o festival, no Cine Brasília, com exibição apenas para convidados. Já o encerramento vai acontecer com a projeção de “Baile Perfumado” (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, numa homenagem aos 20 anos da produção e a retomada do cinema pernambucano. “A gente quer dar de novo ao festival a potência que ele tinha, de trazer para Brasília o melhor do cinema brasileiro, não só na mostra oficial, mas nas mostras paralelas também”, disse o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, em comunicado, ecoando críticas feitas aqui mesmo na Pipoca Moderna. “Queremos que o festival de Brasília seja o festival dos festivais. Todo o cinema brasileiro potente tem que se reunir em Brasília. É o local de discussão política e estética do cinema. Este festival é o mais tradicional evento cultural de Brasília. É uma grande vitrine do estágio da produção tanto do ponto de vista da estética do cinema brasileiro quanto do seu papel político e da discussão política que se estabelece em Brasília”, afirmou o secretário. Todo os nove longas selecionados para a mostra competitiva são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. Uma novidade desta edição é a criação da Medalha Paulo Emílio Salles Gomes, intelectual responsável pela criação do festival, que completaria 100 anos em 2016. O objetivo da medalha é homenagear uma personalidade do cinema brasileiro a cada ano. E a primeira será dada ao crítico de cinema de origem francesa Jean-Claude Bernadet. “Bernadet é um grande teórico, professor e roteirista e, hoje, um grande ator do cinema brasileiro. Ele tudo a ver com a história do festival de cinema”, disse Guilherme Reis. O Festival de Brasília deste ano acontecerá de 20 a 27 de setembro na capital federal. A programação do festival pode ser conferida no site oficial.
Com toda a polêmica, Aquarius estreia apenas em 10º lugar nas bilheterias
O filme que rendeu mais pauta na imprensa brasileira em 2016 não teve desempenho à altura de sua polêmica. “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, abriu apenas em 10º lugar nas bilheterias, levando 54 mil pessoas aos cinemas, entre quinta e domingo (4/9) num faturamento de R$ 880 mil em ingressos vendidos. Estrelado por Sonia Braga, o drama nacional foi exibido em 89 salas, com classificação indicativa para maiores de 16 anos. Quem conhece o mercado cinematográfico não esperava nada diferente. Afinal, o gênero dramático não costuma gerar blockbusters no Brasil e a distribuidora responsável por seu lançamento, Vitrine Filmes, é pequenina, com mais penetração no circuito limitado dos exibidores de filmes de arte. O pequeno número de salas reflete essa origem e jamais poderia dar num resultado expressivo. Mesmo assim, sobrou retórica a respeito de como a tática da politização transformaria o filme no grande blockbuster brasileiro de 2016 – algo que talvez só a provisória indicação para maiores de 18 anos, superada na véspera da estreia, poderia evitar, numa suposta conspiração do “governo ilegítimo”. “Aquarius” pode se conformar em ter conseguido uma boa média de ocupação, com 442 espectadores por sala, bastante alta para produções nacionais – foi a terceira maior ocupação por sala da semana. Mas, por outro lado, teve menos público total que outro lançamento brasileiro da semana, o besteirol “Um Namorado para Minha Mulher”, de Julia Rezende, que abriu em 4º lugar com 127 mil ingressos vendidos e renda de R$ 2 milhões. Acima de tudo isso, o campeão das bilheterias nacionais foi, pela segunda semana consecutiva, a animação “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, visto por 713 mil pessoas e rendendo mais R$ 11 milhões nos últimos quatro dias. Já a maior estreia da semana, “Star Trek: Sem Fronteiras” ficou com a vice-liderança, levando 260 mil pessoas aos cinemas, com um faturamento de R$ 4,9 milhões.
16 filmes brasileiros disputarão uma indicação no Oscar 2017
Dezesseis filmes brasileiros foram inscritos na comissão do Ministério da Cultura, que irá selecionar o representante do país na busca por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2017. A lista das produções inscritas foi divulgada pela Secretaria do Audiovisual e conta, entre outros, com “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, e “Chatô – O Rei do Brasil”, de Guilherme Fontes. “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, e “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, não foram incluídos na seleção por decisão de seus diretores, como protesto contra uma suposta “imparcialidade questionável” da comissão, no dizer de Mascaro, que colocaria o resultado em cheque. Os três diretores seguiram deixa de Kleber Mendonça Filho, que denunciou em carta aberta a inclusão do crítico Marcos Petrucelli, de visão política diferente da sua, como uma conspiração do “governo ilegítimo” contra seu filme “Aquarius”. Petrucelli criticou a photo-op de “Aquarius” no Festival de Cannes, quando Filho e seu elenco ergueram cartazes, em francês e inglês, para denunciar que “o Brasil não é mais uma democracia” por ter sofrido um “golpe de estado”. Além dos três cineastas desistentes, a própria comissão sofreu baixas, com as saídas do cineasta Guilherme Fiúza Zenha, que alegou motivos pessoais, e da atriz Ingra Lyberatto, que revelou ter sofrido pressões extremas da classe. Os dois foram substituídos pelos cineastas Bruno Barreto e Carla Camurati. Além disso, a presença de Petrucelli foi garantida pelo Secretário do Audiovisual, Alfredo Bertini. Os demais integrantes do comitê julgador são Adriana Rattes, Luiz Alberto Rodrigues, George Torquato Firmeza, Bruno Barreto, Carla Camurati, Paulo de Tarso Basto Menelau, Silvia Maria Sachs Rabello e Sylvia Regina Bahiense Naves. Em nota, o ministro da Cultura, Marcelo Calero, disse confiar “plenamente na isenção e na capacidade da comissão avaliadora”. “Será um trabalho difícil, pois a safra de filmes brasileiros está excelente”, afirmou. Apesar da polêmica, a quantidade de filmes inscritos é alta. No ano passado, foram apenas nove títulos. E vale registrar que o responsável por polemizar todo o processo, Kleber Mendonça Filho, não retirou seu filme da competição, deixando seus três colegas solidários no vácuo. Veja a lista completa de filmes: “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho “Chatô – O Rei do Brasil”, de Guilherme Fontes “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo”, de Afonso Poyart “Nise – O Coração da Loucura”, de Roberto Berliner “Campo Grande”, de Sandra Kogut “Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil”, de Belisário Franca “Pequeno Segredo”, de David Schürmann “O Roubo da Taça” de Caíto Ortiz “A Despedida”, de Marcelo Galvão “O Outro Lado do Paraíso”, de André Ristum “Uma Loucura de Mulher”, de Marcus Ligocki Júnior “Vidas Partidas”, de Marcos Schechtman “Tudo que Aprendemos Juntos”, de Sérgio Machado “O Começo da Vida”, de Estela Renner “A Bruta Flor do Querer”, de Andradina Azevedo e Dida Andrade “Até que a Casa Caia”, de Mauro Giuntini
Beyoncé comemora aniversário liberando o premiado clipe de Hold Up no YouTube
Beyoncé comemorou 35 anos no domingo (4/9) dando um presente para seus fãs. A cantora liberou o videoclipe da música “Hold Up” no YouTube. Até então, ele estava bloqueado, e era o único vídeo da premiação dos melhores clipes do ano da MTV que não podia ser visto na internet. Lançado originalmente dentro do especial “Lemonade”, exibido no canal pago HBO em abril, “Hold Up” já estreia no YouTube premiado, uma semana após vencer o MTV Video Music Award de Melhor Clipe Feminino do ano. Dirigido por um grande mestre dos clipes, o sueco Jonas Åkerlund, que já trabalhou com Madonna, Rolling Stones, U2, Lady Gaga e Taylor Swift, entre outros, o vídeo registra a imagem mais icônica da atual fase de Beyoncé. Nele, a cantora desfila de vestido amarelo, balançando um taco de beisebol contra carros estacionados, enquanto a melodia a embala num gingado ska que faria a alegria da geração 2-Tone dos anos 1980, com ajuda de um sample da banda de rock Yeah Yeah Yeahs.
Quantico: 2ª temporada ganha pôster e primeiro comercial
A rede americana ABC divulgou o primeiro comercial e o pôster da 2ª temporada de “Quantico”. Enquanto a prévia promete “novas ameaças”, o detalhe mais significativo sobre os rumos da trama está no cartaz, que mostra Alex Parrish (interpretada por Priyanka Chopra) com um distintivo da CIA, em vez de sua identificação do FBI. Uma das estreias mais bem-sucedidas da última temporada de outono, “Quantico” foi criada por Josh Safran (roteirista da série “Gossip Girl”) e acompanha um grupo de agentes novatos do FBI, que precisa lidar com um atentado terrorista que pode ter sido realizado por um dos integrantes de sua classe. Para apresentar os suspeitos, a narrativa também contou com uma trama paralela de flashback, acompanhando o treinamento dos recrutas do FBI, na cidade de Quantico, na Virgínia, que dá título à produção. A nova temporada vai voltar a mostrar Alex como uma recruta em treinamento, desta vez na base secreta conhecida como “The Farm”, onde os candidatos a agentes da CIA aperfeiçoam suas habilidades. Não há maiores informações sobre como trama irá se desenrolar a partir desta premissa, mas, segundo a sinopse oficial, “Alex será pega no centro de uma conspiração que ameaça vidas por todo o globo”. A 2ª temporada estreia em 25 de setembro nos EUA. No Brasil, “Quantico” faz parte da programação do AXN.
O Homem nas Trevas lidera bilheterias americanas pelo segundo fim de semana seguido
O terror “O Homem nas Trevas” se manteve em 1º lugar pelo segundo fim de semana consecutivo nos EUA, aproveitando-se de seu lançamento estratégico, após o final das estreias das superproduções do verão americano. Dirigido pelo uruguaio Fede Alvarez (“A Morte do Demônio”), o filme já arrecadou US$ 51,1 milhões no mercado doméstico, quantia assustadora para o gênero, além de ter arrancado muitos elogios da crítica, com 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A trama acompanha um grupo de jovens que tenta roubar a casa de um cego, sem saber que a suposta vítima não é o que aparenta. A estreia está marcada para quinta-feira (8/9) no Brasil. “Esquadrão Suicida” também segurou seu 2º lugar, ainda que a arrecadação tenha desabado, descendo aos US$ 10 milhões. Após cinco semanas em cartaz, o filme está prestes a ultrapassar os US$ 300 milhões na América do Norte. No mundo todo, os supervilões da DC Comics já deixaram para trás a marca de US$ 600 milhões. A medalha de bronze ficou com “Meu Amigo, O Dragão”, que subiu duas posições em relação à semana passada. Entretanto, o desempenho é consequência de uma queda generalizada da arrecadação de todos os filmes em cartaz e não devido a uma inesperada redescoberta do público, já que as bilheterias do 3º ao 10º lugar são bastante próximas umas das outras. Nem as estreias da semana entusiasmaram o público. Nenhuma atraiu multidões. O melodrama “A Luz entre Oceanos”, estrelado por Michael Fassbender e Alicia Vikander, abriu apenas em 6º lugar com US$ 4,9 milhões, apesar da atenção despertada na mídia pelo romance de bastidores entre o casal e sua badalada première no Festival de Veneza. A recepção da crítica também foi morna, com 61% de aprovação. A estreia no Brasil só vai acontecer em novembro. Mas tragédia mesmo foi o lançamento de “Morgan”, misto de sci-fi e terror que marca a estreia de Luke Scott, filho do cineasta Ridley Scott, como diretor de longas. Apesar da distribuição em 2 mil salas, “Morgan” arrecadou apenas US$ 1,9 milhões, amargando o 17º lugar no ranking das bilheterias do fim de semana. Com 43% de aprovação da crítica, o filme não tem previsão para chegar aos cinemas brasileiros. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 15,7 milhões Total EUA: US$ 51,1 milhões Total Mundo: US$ 59,7 milhões 2. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 297,4 milhões Total Mundo: US$ 672,9 milhões 3. Meu Amigo, O Dragão Fim de semana: US$ 6,47 milhões Total EUA: US$ 64,2 milhões Total Mundo: US$ 92,4 milhões 4. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 6,47 milhões Total EUA: US$ 34,3 milhões Total Mundo: US$ 39,7 milhões 5. Festa da Salsicha Fim de semana: US$ 5,3 milhões Total EUA: US$ 88,4 milhões Total Mundo: US$ 97,1 milhões 6. A Luz entre Oceanos Fim de semana: US$ 4,9 milhões Total EUA: US$ 4,9 milhões Total Mundo: US$ 4,9 milhões 7. Perfeita É a Mãe! Fim de semana: US$ 4,74 milhões Total EUA: US$ 102,5 milhões Total Mundo: US$ 140,1 milhões 8. Cães de Guerra Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 35,2 milhões Total Mundo: US$ 50,4 milhões 9. Hell or High Water Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 14,6 milhões Total Mundo: US$ 14,6 milhões 10. Assassino a Preço Fixo 2 – A Ressureição Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 14,4 milhões Total Mundo: US$ 14,4 milhões
31: Trailers do novo terror de Rob Zombie são um banho de sangue
A Saban Films divulgou dois pôsteres e três versões do novo trailer de “31” com durações diferentes. As prévias dão uma pequena mostra do banho de sangue da produção, um terror com palhaços assassinos dirigido por Rob Zombie (“Halloween – O Início”), que recebeu a classificação etária mais elevada disponível nos EUA, “NC-17”, que veta o acesso para menores de 17 anos. Ainda segundo Zombie, o filme recebeu a classificação “NC-17” não apenas uma vez, mas duas! Ele ainda está trabalhando numa terceira edição do longa para tentar abrandar a censura, visando obter classificação “R”, que permite o acesso a menores de 17 anos, desde que acompanhados de pais ou responsáveis. É que as grandes redes de cinema não exibem filmes classificados como NC-17. “Por que um ‘R’, você pergunta?”, escreveu o cineasta, em seu Facebook. “Porque o seu cinema local não vai exibir um ‘NC-17’. Apesar de você ser uma p**** de um adulto, as coisas ainda precisam ser censuradas para o seu divertimento”. O parecer da MPA revela que “31” possui “violência gráfica e sadismo, sexualidade bizarra, imagens perturbadoras e linguagem forte” – ou seja, trata-se mesmo de um filme do diretor de “Rejeitados Pelo Diabo” (2005) e “Halloween: O Início” (2007). O terror conta a história de cinco amigos que são raptados na véspera do Halloween e forçados a participar de um violento jogo chamado “31”, no qual precisarão sobreviver 12 horas num confronto com assassinos fantasiados como palhaços. No elenco, estão Sheri Moon Zombie (“Rejeitados pelo Diabo”), Richard Brake (“A Espiã Que Sabia de Menos”), Laurence Hilton-Jacobs (“Otis – O Ninfomaníaco”), Meg Foster (série “Pretty Little Liars”) e Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). O filme foi exibido pela primeira vez na programação do Festival de Sundance, e será lançado primeiro via VOD, em 23 de setembro, chegando aos cinemas americanos apenas um mês depois, em distribuição bastante limitada. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Karen Gillan completa o elenco central da continuação de Jumanji
A atriz escocesa Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”) entrou no elenco de “Jumanji”, que o astro Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) diz ser uma continuação e não um remake do longa de 1995. Ela ficou com o principal papel feminino da produção, Martha, que Johnson descreveu anteriormente como “uma garota fodona”. Segundo o site Deadline, o papel foi bastante disputado, com atrizes do alto escalação de Hollywood cotadas para interpretá-lo. Por isso, houve mais demora para definir sua intérprete que a dos integrantes masculinos da produção. Gillian foi escolhida após ter conseguido a melhor interação com os meninos grandes do elenco. Além de Johnson, que também produz o longa, o elenco inclui Jack Black (“Goosebumps”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”) e Nick Jonas (série “Scream Queens”). Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), “Jumaji” trará uma nova visão do livro de Chris Van Allsburg, que deu origem ao filme de 1995 com Robin Williams. Johnson também disse que o filme homenageará Williams e seu personagem na produção original. A trama clássica acompanha um jogo de tabuleiro que traz criaturas e seres de outros lugares para uma vizinhança tranquila no subúrbio de uma cidadezinha americana. A estreia da nova versão está marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Doutor Estranho: Vídeo de bastidores mostra cenas e artes conceituais inéditas
A Marvel divulgou um vídeo de bastidores de “Doutor Estranho”. Acompanhado por comentários do elenco e do produtor Kevin Feige, o vídeo mostra cenas inéditas e algumas artes conceituais bastante reveladoras, especialmente em relação ao vilão interpretado por Mads Mikkelsen (série “Hannibal”). A prévia sepulta de vez os rumores sobre seu personagem ser, na verdade, um disfarce dos produtores para introduzir Dormammu. Por outro lado, aponta como a criatura do além poderia fazer parte da trama – o que, conforme as pistas se acumulam, parece cada vez mais inevitável. O filme vai introduzir o primeiro super-herói místico da Marvel, mostrando a jornada de transformação do Dr. Stephen Strange (vivido por Benedict Cumberbatch, de “O Jogo da Imitação”). Inicialmente um médico arrogante, após sofrer um acidente e perder sua habilidade como cirurgião ele busca a cura no Himalaia, onde é acolhido por um (uma, no filme: Tilda Swinton, de “O Grande Hotel Budapeste”) mestre das artes místicas e inicia seu treinamento para se tornar o maior mago do universo Marvel. Com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”) e Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”), “Doutor Estranho” tem sua estreia marcada para o dia 3 de novembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Will: Veja o trailer estiloso da série sobre o jovem Shakespeare
O canal pago TNT divulgou o trailer de “Will”, nova série aprovada para a próxima temporada, que contará a chegada do jovem William Shakespeare ao cenário teatral londrino do século 16. Repleta de cores e vivacidade, a prévia revela uma abordagem estilizada, com influência de videoclipes e mais violência que se espera de um drama de época. De fato, a produção lembra mais um filme dirigido por Baz Luhrmann. E não é coincidência. Ela foi criada por Craig Pearce, roteirista de quatro dos cinco longas do diretor de “O Grande Gatsby” (2013). A direção ficou a cargo do cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”), que também divide a produção com Pearce. Já o elenco destaca o estreante britânico Laurie Davidson como o personagem-título, Jamie Campbell Bower (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), como Christopher Marlowe, escritor rival de Shakespeare, Ewen Bremner (“Trainspotting”), como Richard Topcliffe, um representante da lei, Colm Meaney (série “Hell on Wheels”) como James Burbage, carpinteiro, produtor e empreendedor que tem o sonho de construir o primeiro teatro de Londres com 3 mil assentos, Mattias Inwood (série “The Shannara Chronicles”) como seu filho e a australiana Olivia DeJonge (“A Visita”) como sua filha rebelde, que testa os limites de sua sociedade ao buscar uma carreira artística no teatro do pai. A previsão de estreia é para 2017, ainda sem data definida.
Domingos de Oliveira é o grande vencedor do Festival de Gramado 2016
O drama “Barata Ribeiro, 716”, do veterano cineasta Domingos de Oliveira, foi o vencedor da 44ª edição do Festival de Gramado. E além do Kikito de Melhor Filme, o diretor também conquistou os troféus de Melhor Direção e Trilha Sonora, que ele assinou. Para completar, seu filme ainda rendeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Glauce Guima. A premiação ocorreu na noite de sábado (3/9) e, segundo informações dos grandes portais, manteve o tom político que marcou a abertura do festival, quando foi exibido “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. Além de discursos e slogans, alguns atores carregavam cartazes de protesto. Teve até faixa da época das “Diretas Já”, numa demonstração anacrônica. E quando o logotipo do Ministério da Cultura, que apoia o evento e o cinema brasileiro, foi exibido, vaias sonoras foram disparadas. Há quatro meses, quando o Ministério foi temporariamente extinto, a classe artística entrou em frenesi, com medo de um apagão cultural, graças ao destino incerto dos financiamentos públicos, e promoveu ocupações de museus e equipamentos culturais para pedir sua volta. O Ministério voltou, o novo ministro garantiu a manutenção dos programas de financiamento. E o que em maio era considerado primordial para a existência da classe, após o afago e a mão estendida passou a ser metaforicamente apedrejado e escarrado, como no poema de Augusto dos Anjos. Nada disso impediu a emocionante consagração de Domingos de Oliveira. O diretor foi ao palco receber seus prêmios amparado por Caio Blat, protagonista de “Barata Ribeiro, 716”, que interpreta um alterego do cineasta, já que a trama é baseada em memórias de sua juventude. Por sofrer de Mal de Parkinson, Oliveira tem dificuldades para caminhar e falar. Seu discurso, ao receber o troféu de Melhor Direção, foi uma contagem até 79, sua idade. “A vida não é curta. É curtíssima”, acrescentou, conforme registro do G1. Na “curta” carreira do cineasta, “Barata Ribeiro, 716” é seu 18º longa-metragem. Foi aplaudido de pé pelo público presente ao Palácio dos Festivais, lotado. O filme se passa na época de um golpe de estado verdadeiro, ao acompanhar o engenheiro e aspirante a escritor Felipe (Caio Blat) numa vida de festas alucinantes, no apartamento que ganhou do seu pai na famosa rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Lá, ele e seus amigos desfrutam de tudo que a liberdade pode oferecer durante o começo dos anos 1960. Liberdade que terminaria com o golpe militar de 1964. A segunda vitória mais aplaudida foi a de Andreia Horta, ao receber o Kikito de Melhor Atriz pelo papel-título de “Elis”, cinebiografia da cantora gaúcha Elis Regina. “Quero agradecer a todos que acreditaram que eu podia fazer esse trabalho”, discursou ela, feliz pelo reconhecimento obtido “aqui, na terra dela, no Sul”. O filme chega aos cinemas em 24 de novembro. “O Roubo da Taça” foi outro destaque da premiação. O filme de Caíto Ortiz rompeu uma tradição de Gramado, que não costuma premiar comédias, e levou quatro estatuetas: Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Roteiro e Melhor Ator para Paulo Tiefenthaler, considerado, segundo o UOL, a zebra da noite, já que as apostas eram em Caio Blat. “Ainda existe preconceito com a comédia, precisa ter timing, não é só ser uma aventura ou um filme de gags. A situação toda é patética e, dentro disso, fizemos um filme bom. Foi um presente, um reconhecimento”, declarou Tiefenthaler ao portal, refletindo sobre o tema da produção: o roubo da Taça Jules Rimet do interior da CBF. “O Silêncio do Céu” levou o prêmio especial do júri. Apesar de protagonizado por Carolina Dieckmann e Leonardo Sbaraglia, o longa de suspense é falado em espanhol, com apenas uma curta cena em português. O filme também já possuiu estreia agendada nos cinemas para breve, no dia 22 de setembro. Entre as premiações de curta-metragem, categoria vencida pelo brasiliense “Rosinha”, de Gui Campos, chamou atenção a lembrança de Elke Maravilha, recentemente falecida, que conquistou um Prêmio Especial do Júri por seu desempenho em “Super Oldboy”, filme que ainda venceu o troféu do público. Confira abaixo a lista completa com todos os prêmios. Vencedores do Festival de Gramado 2016 LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS Melhor Filme “Barata Ribeiro, 716”, de Domingos Oliveira Melhor Direção Domingos Oliveira (“Barata Ribeiro, 716”) Melhor Atriz Andréia Horta (“Elis”) Melhor Ator Paulo Tiefenthaler (“O Roubo da Taça”) Melhor Atriz Coadjuvante Glauce Guima (“Barata Ribeiro, 716”) Melhor Ator Coadjuvante Bruno Kott (“El Mate”) Melhor Roteiro Lucas Silvestre e Caíto Ortiz (“O Roubo da Taça”) Melhor Fotografia Ralph Strelow (“O Roubo da Taça”) Melhor Montagem Tiago Feliciano (“Elis”) Melhor Trilha Musical Domingos Oliveira (“Barata Ribeiro, 716”) Melhor Direção de Arte Fábio Goldfarb (“O Roubo da Taça”) Melhor Desenho de Som Daniel Turini, Fernando Henna, Armando Torres Jr. e Fernando Oliver (“O Silêncio do Céu”) Melhor Filme – Júri Popular “Elis”, de Hugo Prata Melhor Filme – Júri da Crítica “O Silêncio do Céu”, de Marco Dutra Prêmio Especial do Júri “O Silêncio do Céu”, pelo domínio da construção narrativa e da linguagem cinematográfica LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS Melhor Filme “Guaraní”, de Luis Zorraquín Melhor Direção Fernando Lavanderos (“Sin Norte”) Melhor Atriz Verónica Perrotta (“Os Golfinhos Vão para o Leste”) Melhor Ator Emilio Barreto (“Guaraní”) Melhor Roteiro Luis Zorraquín e Simón Franco (“Guaraní”) Melhor Fotografia Andrés Garcés (“Sin Norte”) Melhor Filme – Júri Popular “Esteros”, de Papu Curotto Melhor Filme – Júri da Crítica “Sin Norte”, de Fernando Lavanderos Prêmio Especial do Júri “Esteros”, pela direção delicada e inteligente da história de amor dos atores mirins. CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS Melhor Filme “Rosinha”, de Gui Campos Melhor Direção Felipe Saleme (“Aqueles Cinco Segundos”) Melhor Atriz Luciana Paes (“Aqueles Cinco Segundos”) Melhor Ator Allan Souza Lima (“O Que Teria Acontecido ou Não Naquela Calma e Misteriosa Tarde de Domingo no Jardim Zoológico”) Melhor Roteiro Gui Campos (“Rosinha”) Melhor Fotografia Bruno Polidoro (“Horas”) Melhor Montagem André Francioli (“Memória da Pedra”) Melhor Trilha Musical Kito Siqueira (“Super Oldboy”) Melhor Direção de Arte Camila Vieira (“Deusa”) Melhor Desenho de Som Jeferson Mandú (“O Ex-Mágico”) Melhor Filme – Júri Popular “Super Oldboy”, de Eliane Coster Melhor Filme – Júri da Crítica “Lúcida”, de Fabio Rodrigo e Caroline Neves Prêmio Especial do Júri Elke Maravilha (“Super Oldboy”) e Maria Alice Vergueiro (“Rosinha”), pela contribuição artística de ambas Prêmio Aquisição Canal Brasil “Rosinha”, de Gui Campos
Pretty Little Liars: Destino de Spencer é abordado em trailer e teaser da metade final da última temporada da série
O canal pago americano Freeform divulgou um teaser e um trailer da segunda metade da 7ª e última temporada de “Pretty Little Liars”. A prévia principal reforça que, após 150 episódios, a série vai chegar ao fim quando retornar em 2017. O clima é sombrio e tenso, preparando o confronto final entre as jovens protagonistas e seu (sua) atormentador(a) misterioso(a) A.D. Os fãs que não aguentam o suspense criado pelos cliffhangers do final dramático da midseason, repleto de sangue e pelo menos uma cabeça rolando, podem se consolar em ver que Spencer (ainda) não está morta. A personagem interpretada por Troian Bellisario aparece brevemente numa maca nos corredores de um hospital, após levar um tiro que parecia fatal. Entretanto, o teaser reforça sua situação precária, ao mostrar uma bonequinha de Spencer sendo guardada num caixão por A.D. A série voltará para seus 10 episódios finais apenas em abril de 2017.












