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    “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” vence o Gotham Awards

    29 de novembro de 2022 /

    O Gotham Awards deu início à temporada de premiações do cinema americano na noite de segunda-feira (28/11) com a consagração de “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”. A produção do estúdio indie A24 levou os prêmios de Melhor Filme e Melhor Atuação Coadjuvante (para o ator Ke Huy Quan). Ao aceitar o prêmio principal, o co-diretor de “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, Daniel Kwan, falou sobre a experiência de lançar o filme. “Uma das maiores coisas que aprendi sobre este ano é o trauma com o qual as pessoas em todo o nosso país e em todo o mundo estão lidando agora. Todo mundo está lidando com algum tipo de trauma”, disse Kwan. “Conheci tantas pessoas após as exibições que revelaram esse trauma para mim por causa da natureza do nosso filme, e uma das coisas que estou percebendo agora é que o trauma [é]… a coisa mais importante para lidarmos agora porque encolhe a imaginação e ficamos presos no passado”, continuou ele. “Agora, se vamos suportar os próximos 20, 30, 40, 50 anos juntos, teremos que curar esse trauma coletivamente. Teremos que descobrir como abrir a imaginação coletiva e como ser pessoas completas, emocionalmente talentosas, gentis e resilientes”. O drama “Tár”, dirigido por Todd Field, que havia liderado as indicações ao prêmio, acabou levando apenas um troféu: Melhor Roteiro. A diretora Charlotte Wells foi eleita a cineasta revelação por seu trabalho em “Aftersun” e o prêmio de Melhor Atuação ficou com Danielle Deadwyler, por “Till”. Entre as premiações televisivas, o destaque foi para “Pachinko”, eleita Série Revelação, enquanto Ben Whishaw venceu o Prêmio de Melhor Atuação em Série por “This Is Going To Hurt”. Além da entrega dos troféus, a cerimônia contou com homenagens aos atores Adam Sandler (“Joias Brutas”) e Michelle Williams (“Venom: Tempo de Carnificina”) e um tributo póstumo a Sidney Poitier (“No Calor da Noite”). O prêmio de Poitier foi apresentado pelo ator Jonathan Majors (“Lovecraft Country”), que anunciou a criação da Iniciativa Gotham Sidney Poitier, que ele chamou de “um conjunto ambicioso de programas” que visa expandir o legado de Poitier para apoiar a próxima geração de cineastas negros, por meio de bolsa de estudos, financiamento de projetos e incentivos para a progressão de carreiras. Confira abaixo o anúncio do prêmio principal, entregue por Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”), e a lista completa dos vencedores. MELHOR FILME “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” MELHOR DOCUMENTÁRIO “All That Breathes” MELHOR FILME INTERNACIONAL “Happening” PRÊMIO BINGHAM RAY PARA CINEASTA REVELAÇÃO Charlotte Wells (“Aftersun”) MELHOR ROTEIRO Todd Field (“Tár”) MELHOR ATUAÇÃO Danielle Deadwyler (“Till”) MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE Ke Huy Quan (“Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”) ATUAÇÃO REVELAÇÃO Gracija Flipovic (“Murina”) SÉRIE REVELAÇÃO (MAIS DE 40 MIN) “Pachinko” (Apple+) SÉRIE REVELAÇÃO (MENOS DE 40 MIN) “Mo” (Netflix) SÉRIE REVELAÇÃO DOCUMENTAL “We Need to Talk About Cosby” ATUAÇÃO EM SÉRIE Ben Whishaw (“This Is Going To Hurt”)

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    Estúdio de “Duna” e “Godzilla vs Kong” troca Warner por parceria com a Sony Pictures

    28 de novembro de 2022 /

    A Legendary Entertainment, produtora por trás de filmes como “Duna” (2021) e “Godzilla vs Kong” (2021), encerrou a sua parceria com a Warner Bros. e anunciou um acordo de distribuição com a Sony Pictures. Segundo esse novo acordo, que terá validade de vários anos, a Sony ficará responsável pela comercialização e distribuição dos próximos títulos da Legendary. Apesar da troca, o acordo deixa de fora projetos existentes da parceria até então vigente, como a vindoura continuação de “Duna”, com lançamento previsto para novembro de 2023, cuja distribuição continuará sendo do estúdio da Warner Bros. Discovery. Em um comunicado à imprensa, a Sony Pictures e a Legendary enfatizaram que as empresas estão alinhadas em seu “compromisso contínuo com a distribuição nos cinemas como um carro-chefe” e destacam “o valor da janela de distribuição de longo prazo nas salas de cinema para os filmes”. Trata-se de uma cutucada nada sutil na Warner. Em 2020, a Legendary chegou a ameaçar entrar com uma ação legal contra a Warner por decidir lançar todos os seus filmes de 2021 – incluindo “Godzilla vs Kong” e “Duna” – simultaneamente no cinema e na HBO Max. Na ocasião, as duas empresas chegaram em um acordo que parecia ter deixado ambas as partes satisfeitas. Além disso, mesmo com o lançamento simultâneo nos EUA, “Godzilla vs Kong” arrecadou US$ 470 milhões globalmente e “Duna” rendeu mais de US$ 400 milhões em todo o mundo, tornando-se os maiores sucessos de bilheteria durante o auge da pandemia. “A Legendary é, bem, lendária, e estamos entusiasmados e afortunados em adicionar seus projetos ao nosso compromisso contínuo com grandes filmes na tela grande”, disse Tom Rothman, CEO do Sony Pictures Motion Picture Group. “É uma rara oportunidade de fazer uma parceria desta forma mutuamente benéfica com verdadeiros profissionais, que estão completamente alinhados em nosso compromisso de distribuição nas salas de cinemas e têm visão para este negócio”, disseram Josh Greenstein e Sanford Panitch, presidentes do Sony Pictures Motion Picture Group. “O brilho criativo e o poder de Legendary são enormes e estamos ansiosos para levar seu trabalho aos cinemas de todo o mundo.” Como parte do acordo, a Sony fará a distribuição dos filmes da Legendary em todo o mundo, menos na China, que será realizada pela divisão asiática da Legendary. A Sony Pictures também cuidará do entretenimento doméstico e da distribuição para a TV dos títulos que a Legendary produzir. Como a Sony é o único estúdio sem plataforma própria de streaming para filmes, a Legendary mantém a opção de produzir e distribuir seu conteúdo para todo esse mercado competitivo. “À medida que continuamos a aumentar nossas ofertas de conteúdo, estamos entusiasmados em estabelecer esse relacionamento com Tony, Tom, Sanford, Josh e o restante da excepcional equipe da Sony”, disse Joshua Grode, CEO da Legendary. “O compromisso da Sony com a distribuição nos cinemas se alinha com nossa visão de como extrair o máximo de valor dos filmes da Legendary. A incrível lista de filmes que [a produtora] Mary Parent acumulou foi criada para a experiência nos cinemas e estamos entusiasmados com nossa parceria com a Sony para esta próxima fase de crescimento da Legendary”. “Também somos gratos à Warner Bros. Pictures, que tem sido um parceiro valioso da Legendary por muitos anos, e esperamos continuar nosso trabalho com os talentosos executivos da Warner/Discovery”, completou Grode. Entre os filmes mais recentes da Legendary estão “Pokémon: Detetive Pikachu” (2019), “Enola Holmes” (2020) e “Enola Holmes 2” (2022), e o estúdio ainda trabalha numa continuação de “Kong vs. Godzilla” e numa série com os monstros desta franquia. A perda de parceiro tão importante é mais um golpe na combalida estrutura da Warner Bros. Discovery, que vem acumulando erros de administração desde que a Time-Warner teve sua compra pela AT&T autorizada em 2018, apenas para ser negociada com a Discovery três anos depois.

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    Jennifer Lopez diz que Ben Affleck é seu “verdadeiro amor” e maior inspiração

    28 de novembro de 2022 /

    A atriz e cantora Jennifer Lopez (“As Golpistas”) fez uma declaração apaixonada para o ator Ben Affleck (“Bar Doce Lar”), com quem ela se casou recentemente, a quem chamou de seu verdadeiro amor, numa entrevista à rádio da Apple. Segundo a cantora, esse amor é a inspiração de seu novo disco, “This Is Me… Now”, uma continuação do seu álbum “This Is Me… Then”, lançado em 2002. “Nós capturamos este momento em que me reencontrei com o amor da minha vida e decidimos que ficaríamos juntos para sempre. Toda a mensagem do álbum é: ‘Este amor existe. Este é um amor verdadeiro'”, disse Lopez na entrevista. Ela disse que o novo trabalho reflete a transição do disco de 2002, quando ficou noiva de Affleck pela primeira vez, ocasião em que romperam na véspera do casamento, e o atual momento de realização do matrimônio. Para a cantora, a mensagem é: “Se você, como eu às vezes, perdeu a esperança, quase desistiu, não faça isso. O amor verdadeiro existe e algumas coisas duram para sempre e isso é real”, disse ela. “Eu quero colocar essa mensagem no mundo e isso exige [assumir] muita vulnerabilidade.” Logo após o lançamento de “This Is Me… Then”, Lopez se separou de Affleck, o que a fez passar por uma jornada “dolorosa”, conforme revelou. “Foi tão doloroso depois que terminamos. Uma vez que cancelamos aquele casamento há 20 anos, foi o maior desgosto da minha vida. Sinceramente, senti como se fosse morrer”, relembrou ela. “Isso me levou a uma espiral pelos próximos 18 anos, onde eu simplesmente não conseguia me acertar. Mas agora, 20 anos depois, tem um final feliz. Tem o final que nunca aconteceria em Hollywood.” Lopez anunciou o álbum de 13 faixas na última sexta (25/11), por meio de uma postagem no seu Instagram. Segundo um comunicado de imprensa, o novo disco vai “narrar a jornada emocional, espiritual e psicológica que ela fez nas últimas duas décadas”. Falando sobre o disco original, Lopez disse que Affleck “ama aquele álbum. Ele ama aquela música. Ele conhece todas as letras. Você sabe o que quero dizer? É uma loucura. Ele também estava comigo enquanto eu o criava”, disse ela. “Ele sabe disso tão bem e ama tanto quanto eu. Ele é meu maior fã, o que é incrível, e meu apoiador. Quando ele voltou à minha vida, a mesma coisa aconteceu novamente, em que me senti tão inspirada e tão emocionada que a música estava apenas saindo de mim.” O nono álbum de estúdio da cantora promete mostrar uma vulnerabilidade “nunca” antes mostrada pela artista, mesclando seus vocais poderosos com canções confessionais e “celebrações de amor”. Apesar da empolgação da cantora, a data de lançamento do disco ainda não foi anunciada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Lopez (@jlo)

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  • Filme

    Kevin Spacey fará filme enquanto aguarda novo julgamento por assédio

    28 de novembro de 2022 /

    O ator Kevin Spacey (“House of Cards”) vai emprestar sua voz para o vilão de “Control”, filme independente escrito e dirigido por Gene Fallaize (“Superman: Requiem”). “Control” é uma produção da Inglaterra, mesmo país onde Spacey está enfrentando novas acusações de abuso sexual. A trama do filme vai acompanhar a Secretária do Interior do Reino Unido (interpretada por Lauren Metcalfe) que tem um caso com o Primeiro-Ministro (Mark Hampton). Certa noite, enquanto ela dirige para casa, um outro homem (Spacey) planeja sequestrar remotamente o carro dela – que é totalmente autônomo -, colocando-a em perigo em meio ao tráfego das ruas de Londres. Spacey não deve aparecer no filme, que já está sendo rodado e não tem previsão de estreia. A notícia da sua escalação chega duas semanas após a Crown Prosecution Service (CPS) revelar que o ator deve enfrentar mais sete acusações de crimes sexuais no Reino Unido, elevando o seu total acusações para 12. Ele já estava sendo julgado no Reino Unido por outras cinco acusações de agressão sexual. As denúncias foram feitas por três homens e são relativas à época em que Spacey morava em Londres e atuou como diretor artístico do teatro Old Vic. Ele se declarou inocente de todas elas em julho e voltará ao tribunal em junho de 2023 para se defender. As novas acusações acontecem quase um mês depois que um júri de Nova York o inocentou de um processo civil de US$ 40 milhões, concluindo que ele não molestou o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) quando o denunciante era adolescente. Apesar de ter sido inocentado nesse caso, o ator foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que abalou sua carreira. Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o filme não perder sua data de estreia. Spacey também já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, após o juiz do caso considerar que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Graças à falta de condenação, Spacey conseguiu voltar a atuar em um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero. Ele também interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight”, que foi levado ao Marché du Film, o mercado de negócios do Festival de Cannes, para conseguir distribuidores internacionais. Além disso, Spacey vai ministrar uma masterclass no Museu Nacional de Cinema da Itália, em Turim, onde também receberá um prêmio pelo conjunto de sua obra. O evento vai acontecer em 16 de janeiro de 2023.

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  • Filme

    Will Smith diz entender se o público não quiser ver seu novo filme após tapa do Oscar

    28 de novembro de 2022 /

    O ator Will Smith (“King Richard: Criando Campeãs”) disse que consegue entender se público não quiser assistir seu novo filme, “Emancipation”, após o tapa que deu em Chris Rock no Oscar. Mas ele tem “esperança” de que sua ações na cerimônia da Academia “não acabem penalizando minha equipe”. “Entendo perfeitamente se alguém não estiver pronto”, disse Smith, em entrevista ao canal americano Fox. “Eu absolutamente respeitaria isso e permitiria que as pessoas tivessem o seu espaço caso não estivessem prontas”. Ao mesmo tempo, ele acrescenta que sua “maior preocupação é com a minha equipe” e em poder celebrar as realizações criativas do filme. Smith apontou especificamente para o trabalho do diretor Antoine Fuqua (“O Protetor”), do diretor de fotografia Robert Richardson, da desenhista de produção Naomi Shohan, da figurinista Francine Jamison-Tanchuck e da atriz Charmaine Bingwa como dignos de elogios. Disse especialmente que “Emancipation” é “o maior trabalho” da carreira de Fuqua. “As pessoas nesta equipe fizeram alguns dos melhores trabalhos de suas carreiras, e minha esperança mais profunda é que minhas ações não penalizem minha equipe”, comentou. “Então, neste momento, é para isso que estou trabalhando. Isso é o que eu espero. Espero que o material, o poder do filme, a oportunidade da história… espero que o bem possa ser feito e abra o coração das pessoas no mínimo para ver, reconhecer e apoiar os incríveis artistas dentro e em torno deste filme.” Desenvolvido para a plataforma de streaming Apple TV+, “Emancipation” é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador, engajar-se na Guerra Civil ao lado dos ianques e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Durante uma exibição especial do filme no início de outubro, Smith contou que a sua decisão de fazer o filme foi baseada na representação de um lado diferente da identidade e da história negra durante o período da escravidão. “Eu nunca quis nos mostrar assim. E então esse filme apareceu. E este não é um filme sobre a escravidão. Este é um filme sobre liberdade. Este é um filme sobre resiliência. Este é um filme sobre fé”, disse ele na época. “Este é um filme sobre o coração de um homem – o que poderia ser chamado de a primeira imagem viral. As câmeras acabavam de ser criadas e a imagem do Peter açoitado deu a volta ao mundo. Foi um grito de guerra contra a escravidão, e essa foi uma história que explodiu e floresceu no meu coração, que eu queria poder contar para vocês de uma forma que só Antoine Fuqua poderia fazer.” Fuqua compartilhou um sentimento semelhante aos comentários mais recentes de Smith sobre o poder do filme. Em uma entrevista ao site The Hollywood Reporter, o diretor disse que “gostaria que o público visse a verdade e se inspirasse nela”. O diretor então explicou seu próprio raciocínio sobre manter o lançamento do filme neste ano, apesar das consequências. “Minha conversa sempre foi: ‘400 anos de escravidão, de brutalidade, não são mais importantes do que um momento ruim?’ Estávamos em Hollywood, e algumas coisas realmente feias aconteceram, e vimos que muitas das pessoas que recebem prêmios fizeram coisas realmente desagradáveis”, explicou ele. “Então, acho que a Apple considerou todas essas coisas e discutimos muitas dessas coisas. Uma decisão foi tomada pelas pessoas responsáveis ​​pela distribuição e pelo dinheiro da Apple, e eu sou grato. Sou muito grato.” Ele também disse que os envolvidos com o filme nunca discutiram a possibilidade de “o filme não sair” após Smith estapear Rock, mas que a Apple foi “muito cuidadosa” ao avaliar o incidente e a repercussão do que aconteceu. Por fim, Fuqua resumiu que o que aconteceu entre Will Smith e Chris Rock foi “um evento infeliz, e espero que possamos seguir em frente e superar isso”. “Emancipation” tem estreia marcada para 9 de dezembro em streaming.

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  • Série

    Frank Miller fará série baseada nos quadrinhos de Corto Maltese

    28 de novembro de 2022 /

    O roteirista-diretor-quadrinista Frank Miller (“Sin City: A Dama Fatal”) vai escrever e produzir uma minissérie baseada nos cultuados quadrinhos de “Corto Maltese”, do artista italiano Hugo Pratt (1927-1995). Criado em 1967 por Pratt, com a célebre história da “Balada do Mar Salgado”, Corto Maltese é um aventureiro dos sete mares que enfrenta contrabandistas, encontra figuras históricas e vive aventuras passadas nos primeiros anos do século 20. Uma de suas histórias mais famosas, “Sob o Signo de Capricórnio”, o trouxe inclusive à Bahia, onde conheceu o célebre cangaceiro Corisco (também visto no clássico “Deus e o Diabo na Terra do Sol”). “Eu descobri ‘Corto Maltese’ lendo os quadrinhos na [loja] Forbidden Planet em Nova York quando era jovem”, disse Miller, em comunicado. “Então, em minhas viagens, estudei e descobri uma edição em uma banca de jornal em Roma. Os desenhos eram tão expressivos e ousados que saltaram do papel de jornal. Isso me arrebatou.” A minissérie de “Corto Maltese” terá seis episódios desenvolvidos pelo StudioCanal em parceria com a emissora francesa Canal+. A atração também será produzida por Jemma Rodgers (“Not Safe for Work”) e Silenn Thomas (“Cursed: A Lenda do Lago”) e ainda não há previsão de estreia. Essa não será a primeira adaptação dos quadrinhos de Pratt. O personagem já ganhou uma animação em 2004 que durou 15 episódios. Além disso, em 2018 chegou a ser anunciado um filme do “Corto Maltese” estrelado por Tom Hughes (o Príncipe Albert da série “Victoria”) e dirigido por Christophe Gans (“Terror em Silent Hill”). Porém, esse projeto nunca saiu do papel.

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  • Etc

    Atriz-mirim de “Ghostbusters” revela que passou por cirurgia para tratar escoliose

    28 de novembro de 2022 /

    A veterana atriz-mirim McKenna Grace (“Ghostbusters: Mais Além”), que já tem 28 filmes e várias séries no currículo apesar de só ter 16 anos de idade, revelou que passou recentemente por uma cirurgia para tratar de sua escoliose. Ela contou sobre sua condição numa música chamada “Self Dysmorphia”, que a atriz lançou no seu canal no YouTube. A doença é caracterizada por um encurtamento da coluna causado por uma curvatura lateral. No clipe da música, ela mostra fotos de um raio X que destaca uma coluna torta. No início do mês, Grace havia postado um vídeo em que aparecia num hospital, mas na ocasião não deu maiores detalhes, além de dizer que tinha passado por uma cirurgia na coluna. “Eu gosto de manter minha vida pessoal um pouco mais pessoal para que eu possa ter uma infância e me descobrir como adolescente”, disse a atriz ao site The Hollywood Reporter. “Portanto, é um pouco estranho colocar esses pensamentos e lutas profundamente pessoais no mundo. Mas, esperançosamente, ao contar minhas lutas com minha cirurgia e coluna e com minha música, espero que talvez as pessoas que estão passando pela mesma coisa se sintam menos sozinhas.” Grace também revelou que descobriu a doença quando tinha apenas 12 anos. “Meu pai é cirurgião. Eu sou uma pessoa muito carinhosa, então eu abraço muito meus pais, e sempre que eu abraçava ele, ele apalpava minhas costas e minha coluna, e ele me dizia que minhas costas estavam estranhas. Então meu pai fez um exame e disse: ‘Ah, sim, aí está’. E só piorou progressivamente”, contou ela. “Eu costumava ter uma cinta nas costas”, continuou. “Quando eu estava filmando ‘Ghostbusters: Mais Além’ (2021), eu tinha uma, mas nunca a usei. E então eu fiz uma cirurgia e tem sido uma luta muito instável, nada divertida de lidar, especialmente indo para estreias e tapetes vermelhos e até mesmo durante as filmagens.” A atriz explicou que nos últimos quatro anos, antes de fazer a cirurgia, “meu quadril me incomodava de vez em quando e isso tinha a ver com minhas costas, mas, felizmente, a escoliose não vem com muita dor, a menos que seja super grave”. “Se você chegar a uma curva de 45 graus, é aí que você vai ter que fazer uma cirurgia ou então, pelo resto da vida, vai progredir mais um grau até que, 20 anos depois, você está, sei lá, na casa dos 30 e de repente você tem uma curva de 60 graus e começa a impactar seus pulmões e outras coisas, e isso seria muito ruim”, explicou ela. “Eu tinha uma curva de 47 graus. Mas agora estou com seis graus, o que é uma loucura!” McKenna Grace disse que a cirurgia aconteceu há cinco semanas e que ela está se recuperando desde então. “Estou começando a voltar às minhas atividades normais”, disse a atriz. “Quero entrar em forma agora que consertei minha coluna porque não percebi o quanto minha coluna estava me atrapalhando.” “Eu malhava seis dias por semana e via zero progresso. Eu fazia tudo o que podia o mais forte que podia por meses e pensava: ‘Por que não estou vendo resultados?'”, contou ela. “Acho que é muito do meu estado de espírito, mas também do pós-cirurgia na coluna, mas sinto que estou com a melhor aparência que já tive em relação ao meu corpo, embora não tenha malhado há meses. Eu acho que era apenas o quanto minha coluna estava me incomodando. Eu me sinto como uma nova pessoa.” E agora que a recuperação já está em andamento, Grace está pronta para voltar ao trabalho. “Na verdade, estou começando a trabalhar em um filme na próxima semana – tenho uma prova de figurino amanhã!”, disse ela. “Ainda não consigo me inclinar totalmente ou dobrar minha coluna totalmente, então ainda estou me curando. Mas estou malhando de novo e começando a me recuperar, então essa foi minha folga”, disse a jovem, que realmente encaixa um filme atrás do outro desde que tinha sete anos de idade. Assista abaixo ao clipe de “Self Dysmorphia”.

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  • Etc

    Albert Pyun, diretor de “Cyborg” e “Capitão América”, morre aos 69 anos

    28 de novembro de 2022 /

    O diretor Albert Pyun, conhecido por comandar filmes de baixo orçamento de grande sucesso em VHS, como “A Espada e os Bárbaros” (1982), “Cyborg: O Dragão do Futuro” (1989), “Capitão América” (1990) e “Nemesis: O Exterminador de Androides” (1992), morreu no último sábado (26/11), aos 69 anos. A notícia da sua morte foi divulgada pela sua esposa, a produtora Cynthia Curran (“Interstellar Civil War”). Ele sofria há anos com esclerose múltipla e demência. Nascido em 19 de maio de 1953, no Havaí, Albert Pyun começou a carreira trabalhando como diretor de comerciais. Foi só em 1982 que ele conseguir comandar seu primeiro longa-metragem: “A Espada e os Bárbaros”, um filme de fantasia realizado com US$ 4 milhões e atores desconhecidos do público. A produção acabou arrecadando US$ 39 milhões nas bilheterias americanas e se tornou o título de maior sucesso da carreira do diretor. A partir desse sucesso, Pyun lançou uma carreira longeva, especializando-se em filmes de ação de baixo orçamento. Entre seus filmes de maior destaque estão “Cyborg: O Dragão do Futuro” (1989), sci-fi de ação estrelada por Jean-Claude van Damme, e o primeiro longa-metragem baseado nas histórias em quadrinhos do “Capitão América”, que trouxe Matt Salinger no papel do herói Steve Rogers em 1990. Pyun também era conhecido por dirigir franquias, tendo comandado diversos filmes lançados diretamente para o mercado de home vídeo. Ele dirigiu quatro filmes da franquia “Nêmesis” e mais dois filmes da franquia “Kickboxer”. Outros filmes de destaque foram “Viagem Radioativa” (1984), “O Planeta dos Prazeres” (1986), “Alien – O Exterminador” (1990), “Dollman” (1991), “A Exterminadora” (1993), “Jogo de Assassinos” (1997), “Morte Anunciada” (1998), “Esquadrão da Morte” (2000) e “Terror em São Francisco” (2001). Seus últimos créditos como diretor foram “Interstellar Civil War” (2017) e “Death Heads: Brain Drain” (2018). Apesar dos problemas de saúde, Pyun continuava trabalhando e estava envolvido na produção de “Cyborg: Rise of the Flesh Eaters” no momento de sua morte. Durante uma entrevista de 2012 ao site Gizmodo, ele revelou que acabou fazendo tantos filmes pós-apocalípticos porque as locações eram baratas e fáceis de encontrar. E que, embora tenha dirigido vários filmes sobre ciborgues, esse não era um tema que lhe agradava. “Era uma maneira de fazer filmes com muito pouco dinheiro.”

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  • Filme

    DreamWorks Animation revela nova vinheta de seus flmes

    25 de novembro de 2022 /

    A DreamWorks Animation divulgou a sua nova vinheta de abertura, que será exibida antes das animações do estúdio. Trata-se de uma nova versão da clássica vinheta que mostrava o menino sentado na lua, pescando. Agora, na nova vinheta, a icônica criança da DreamWorks deixa a lua para viajar pelo universo do estúdio, passando por personagens de franquias como “Os Caras Malvados”, “Como Treinar o Seu Dragão”, “O Poderoso Chefinho”, “Kung Fu Panda” e muito mais. A viagem é encerrada com as aparições de Shrek, Fiona e do Burro, antes de a criança retornar à lua, assumindo a sua posição tradicional no logotipo da empresa. A arte da vinheta foi desenvolvida e produzida por uma grande equipe criativa, incluindo a produtora Suzanne Buirgy e a designer de produção Kendall Cronkhite. A música foi composta por Harry Gregson-Williams, que trabalhou na franquia “Shrek” e em outros filmes da DreamWorks Animation. “A ideia era que todos os personagens fizessem uma passagem simplificada para que parecessem mais um elemento gráfico”, disse Cronkhite, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A música é emocionante. É a nossa conexão emocional com a DreamWorks e, portanto, a questão era como poderíamos alterá-la um pouco, fazer com que se encaixasse no que estava acontecendo visualmente, mas mantendo o tema incrível”, explicou Buirgy. “É uma abertura mais enérgica do que no passado.” A nova vinheta vai estrear nos cinemas em “Gato de Botas: O Último Pedido”, próximo lançamento da Dreamworks. Embora o “Gato de Botas: O Último Pedido” só chegue oficialmente no circuito cinematográfico dos EUA na época do Natal, o filme terá um pré-lançamento nesse sábado (26/11) em alguns cinemas selecionados. No Brasil, a estreia está marcada apenas para 5 de janeiro. Depois dessa animação, os próximos lançamentos da DreamWorks Animation incluem o terceiro filme da franquia “Trolls”, marcado para 17 de novembro de 2023, e o quarto “Kung Fu Panda”, previsto para março de 2024. Confira abaixo a nova vinheta de abertura.

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  • Etc

    Atores Ben Platt e Noah Galvin ficam noivos

    25 de novembro de 2022 /

    Os atores Ben Platt (“The Politician”) e Noah Galvin (“The Good Doctor”) ficaram noivos. Eles compartilharam a novidade por meio de uma publicação no Instagram. “Ele concordou em passar o tempo comigo para sempre”, escreveu Platt na legenda da postagem. “Eu disse sim e depois chorei por 7 horas”, escreveu Galvin. As fotos dos dois destacam um cenário coberto de flores, e mostram o casal feliz e sorridente exibindo a aliança de noivado. Platt e Galvin se tornaram amigos depois de viverem os papéis principais no musical “Querido Evan Hansen”, grande sucesso da Broadway que acabou virando filme no ano passado (com Platt como protagonista). Galvin foi o substituto de Platt, depois que este deixou a peça em 2017. Eventualmente, eles se tornaram mais do que amigos e, em 2020, confirmaram o namoro. A revelação foi feita no podcast “Little Known Facts”, de Ilana Levine, no qual Galvin disse: ‘Ben e eu estamos namorando. Eu perguntei a ele esta manhã, eu estava tipo, ‘podemos falar sobre isso?’ E ele falou tipo: ‘não entre em detalhes, mas sim, as pessoas podem saber'”. Curiosamente, Galvin e Platt não são os únicos atores que estrelaram a peça “Querido Evan Hansen” e depois namoraram. Antes deles, os atores Taylor Trensch e Ben Levi Ross também tiveram um relacionamento, o que levou Galvin a brincar, dizendo que a peça é “incestuosa”. “Eu sei que é tão incestuoso. Mas faz sentido, tipo, todos nós passamos pela ‘guerra’ juntos. Todos nós nos sentimos muito conectados.” Por enquanto, ainda não foi divulgada a data do casamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ben Platt (@bensplatt)

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  • Filme

    Grega Gerwig teve medo de filmar “Barbie”: “Pode ser fim de carreira”

    25 de novembro de 2022 /

    A atriz e cineasta Grega Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) revelou ter ficado com medo que o vindouro filme da “Barbie”, que ela escreveu e dirigiu, possa arruinar a sua carreira. A revelação foi feita durante participação no podcast “At Your Service”, da cantora Dua Lipa. “Foi aterrorizante”, disse Gerwig, referindo-se ao momento em que aceitou comandar o projeto. “Há algo sobre começar num lugar onde ‘bem, tudo é possível’. Parecia uma vertigem começar a escrever o filme. Tipo, por onde você começa? Qual seria a história?” Gerwig, que co-escreveu o filme com o marido, o cineasta Noah Baumbach (“História de um Casamento”), disse ainda que “a sensação que tive foi saber que seria um terror realmente interessante. Geralmente esse sentimento é onde se encontram as melhores coisas. Estava apavorada. Mas qualquer coisa que me leva a pensar ‘isso pode ser fim de carreira’, me faz reagir com ‘OK, eu provavelmente deveria fazer isso'”. A diretora não entrou em detalhes a respeito do enredo do filme, que está sendo mantido em segredo e desperta muita curiosidade, especialmente após elogios rasgados do elenco à história da produção. Segundo Gerwig, os executivos da Mattel foram “parceiros incríveis” que lhe deram “confiança e liberdade” com a marca Barbie. Ela também deu crédito à estrela e produtora Margot Robbie (“Era Uma Vez em Hollywood”), bem como ao produtor Tom Ackerley, por garantir que fosse capaz de executar sua visão. O elenco grandioso também inclui Ryan Gosling (“Blade Runner 2049”) no papel de Ken e Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) como o presidente de uma empresa fabricante de brinquedos, além de Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), America Ferrera (“Superstore”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”) e Emma Mackey (“Sex Education”) como personagens não revelados. “Barbie” chega aos cinemas brasileiros em 20 de julho de 2023, um dia antes da sua estreia nos EUA.

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  • George R.R. Martin
    Filme

    Livro “O Dragão de Gelo”, de George R.R. Martin, vai virar animação

    25 de novembro de 2022 /

    O livro “O Dragão de Gelo”, que marcou a estreia do escritor George R.R. Martin (autor de “Game of Thrones”) no universo da literatura infantil, vai virar uma animação. A informação partiu do próprio Martin, em uma entrevista recente com a Penguin Random House, enquanto promovia seu novo livro “The Rise of the Dragon: An Illustrated History of the Targaryen Dynasty”. “Alguns de vocês devem saber que ocasionalmente escrevi outros livros que não faziam parte de Westeros ou daquela [história]. E um deles que escrevi em 1978 foi um conto sobre um dragão, um dragão de gelo, e se chama ‘O Dragão de Gelo'”, disse Martin. “Apenas uma pequena história, como eu disse. É principalmente uma história infantil, mas vamos transformar isso [em um filme]”. Segundo o escritor, o projeto está sendo desenvolvido pela divisão de animação da Warner Bros. “A Warner Bros. Animation comprou os direitos dele e vamos expandi-lo para um filme totalmente animado… um longa-metragem, esperamos, para ser lançado em uma sala de cinema perto de você.” Publicado pela primeira vez na década de 1980, com ilustrações de Alicia Austin, “O Dragão de Gelo” acompanha Adara, uma criança que nasceu durante o pior congelamento que alguém pode imaginar. Na sua juventude, ela se aproxima e monta em um dragão de gelo. Desde então Adara sentiu uma conexão com o ser magnífico. Anos depois, a guerra chega à sua fazenda com dragões vindos do Norte. A garotinha então se encarrega de acabar com a guerra com a ajuda daquele dragão de gelo. Os fãs de “Game of Thrones” já viram uma versão da criatura nas temporadas finais da série, quando o Rei da Noite reviveu e montou em um dos dragões de Daenerys na batalha final. No entanto, o tom da animação deve ser bem diferente. Segundo Martin, o escritor David Anthony Durham ficou a cargo da adaptação, que ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo à entrevista completa.

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    Cantora é expulsa de grupo de K-Pop por “abuso de poder”

    25 de novembro de 2022 /

    A cantora Chuu foi expulsa do grupo de K-Pop feminino LOONA por supostamente ter desrespeitado os funcionários e as demais integrantes do grupo. A informação foi divulgada pela agência Blockberry Creative. “Estamos anunciando que nosso artista Chuu foi expulsa do LOONA em 25 de novembro de 2022. Havia muitas histórias sobre Chuu, mas a empresa e os membros do LOONA não disseram nada por um tempo para evitar problemas relacionados ao desenvolvimento do time e dos fãs. Por causa do carinho do LOONA pelo time e consideração pelos fãs, eles fizeram o possível para mostrar boas atuações e conteúdo ao invés de dizer a verdade”, diz a nota. “Recentemente investigamos o abuso de poder de Chuu, incluindo linguagem abusiva em relação à nossa equipe. O chefe da empresa está se desculpando e confortando a equipe. Decidimos assumir a responsabilidade e remover Chuu de LOONA. Pedimos sinceras desculpas aos fãs que amaram e apoiaram LOONA até agora e peço seu perdão pelos 12 membros não poderem ficar juntas até o fim. Nós e o LOONA faremos o nosso melhor para garantir que nada disso aconteça no futuro”, finalizou. Até o momento, o grupo não se manifestou em relação à expulsão da cantora. Mas os fãs estão protestando nas redes sociais, alegando que a expulsão de Chuu (cujo verdadeiro nome é Kim Ji-woo) não tem nada a ver com seu comportamento, mas sim com uma retaliação porque ela estava lutando por mais direitos trabalhistas. Antes de sua expulsão, o portal Wikitree alegou que Chuu teria entrado com ação contra a agência do grupo para suspender o próprio contrato. A produtora do programa “Chuu Can Do It”, apresentado pela cantora, também se manifestou em sua defesa nas redes sociais. “Abuso de poder, isso é muito engraçado”, dizia a postagem. “Mesmo quando era cansativo para Jiwoo, ela era alguém que se preocupava caso os funcionários não fossem pagos. Uma vez, fiquei frustrada e disse: ‘Ei, Jiwoo, preocupe-se primeiro com você mesma!’. E ela dizia que tendo passado por isso e sabendo o quão difícil é, ela não suportaria ver esse descaso. Todo mundo sabe que ela não teve os devidos cuidados. Independentemente disso, Jiwoo ficará bem, já que ela trata os outros tão bem”. Chuu estava no grupo Loona desde 2017 e participou inclusive do álbum de estreia da banda, intitulado “[+ +]”. Assista abaixo ao clipe da música “PTT (Paint The Town)”, um dos sucessos do Loona.

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