Ator mirim de “Pantanal” revela que está de cadeira de rodas
O ator mirim Gustavo Corasini, que viveu Tadeu no começo de “Pantanal”, postou em seu Instagram um vídeo em que aparece andando de cadeira de rodas. Junto das imagens, publicadas nesta sexta-feira (9/8), ele escreveu “Um dia de cada vez” e acrescentou como trilha a música “Dias de Luta, Dias de Gloria”, da banda Charlie Brown Jr. O menino de 12 anos recebeu alta hospitalar há nove dias, após ser atropelado diante do condomínio em que mora em São Paulo, em 23 de agosto. De acordo com relato da família, ele e seu amigo Eduardo estavam na rua, enfeitando a calçada para a Copa do Mundo, quando correram para a casa do vizinho para checar um acidente com um pedreiro e acabaram sendo atropelados por uma moradora que retirava o carro para abrir passagem para a ambulância. Eduardo morreu e Gustavo quebrou braço, perna e fraturou a bacia. Após passar por cirurgia de emergência e recobrar a consciência, ele chorou muito ao saber da morte do amigo.
Família estaria planejando intervenção em Cara Delevingne
A família e os amigos da atriz e modelo Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) estão preocupados com seu estado e planejam uma intervenção. “O consenso é de que ela precisa de algumas semanas para descansar completamente — sem bebidas, sem festas e, principalmente, fazendo refeições saudáveis e completas”, disse uma fonte próxima à família, registrada pelo jornal britânico The Sun. “Estamos pensando em colocá-la em um centro de reabilitação para algum tipo de detox”. O sinal de alerta foi ligado após a estrela começar a ser flagrada por paparazzi em situações delicadas nos últimos dias. Na segunda-feira (5/9), ela foi vista com seu cachorro e uma assistente em Los Angeles, caminhando descalça, toda bagunçada e vestindo uma camiseta da cantora Britney Spears. Na ocasião, ela estaria duas horas atrasada para um voo no avião particular do rapper Jay-Z. Segundo informações que acompanharam os cliques publicados no jornal Daily Mail, a artista foi vista deixando o jatinho cerca de 45 minutos depois, sem que o avião tivesse levantado voo. Não se sabe se ela foi expulsa ou deixou o veículo por conta própria. Mas, de volta à pista, visivelmente nervosa, a artista deixou o celular cair no chão diversas vezes. “Essa situação está acontecendo há algumas semanas, e agora a família de Cara está envolvida. Estamos falando sobre fazermos algum tipo de intervenção para ter certeza que ela tenha a ajuda que precisa”, ressaltou a fonte do The Sun. Vista recentemente na 2ª temporada de “Only Murders in the Building”, da Star+, Cara Delevingne logo poderá ser acompanhada no segundo ano de “Carnival Row” na Amazon Prime Video. Ela também filmou participação na antologia “Tell It Like a Woman”, que será lançado em 2023, e se preparava para estrelar duas produções independentes, “The Climb” e “Punk”.
Chadwick Boseman e astros de “Black-ish”, “Grey’s Anatomy” e “Frozen” viram Lendas da Disney
O ator Chadwick Boseman (“Pantera Negra”), morto em 2020 após uma batalha contra o câncer, foi um dos principais homenageados com o título de Lenda da Disney nesta sexta (9/9), no primeiro dia do evento D23 Expo. O título é dado a pessoas que tenham feito uma contribuição extraordinária para o legado do estúdio. O irmão do ator, Derrick Boseman, recebeu a honraria póstuma em seu nome, discursando junto à apresentação de um vídeo (disponível abaixo) detalhando a carreira do intérprete de Tchalla/Pantera Negra na Disney/Marvel. “Quando ouvi que a Disney queria homenagear Chad, a primeira palavra que me veio à mente foi a palavra ‘honra’”, disse ele em seu discurso. “Ao pensar em meu irmão e nessa honra que está sendo concedida a ele, gostaria que ele estivesse aqui para recebê-la. Ele não estar aqui tem sido um ponto de imensa dor para toda a minha família. Mas quando penso nele, penso em como ele honrou nossos pais. Como ele honrou sua família. Como ele honrou até mesmo seus amigos, e se certificou de que seus amigos tivessem boas carreiras. Como ele honrou todos os contratos que assinou. Ele os honrou com seu sangue, seu suor, suas lágrimas, enquanto desempenhava esses papéis e fazia quimioterapia ao mesmo tempo.” O Disney Legends Award é concedido há 35 anos. Além de Boseman, os homenageados deste ano incluíram os atores Patrick Dempsey e Ellen Pompeo, por seu trabalho na série “Grey’s Anatomy”, exibida no canal americano ABC (propriedade da Disney). Anthony Anderson e Tracee Ellis Ross, da série “Black-ish” (também da ABC), além do elenco de dubladores da animação “Frozen” (2013), formado por Kristen Bell, Josh Gad, Jonathan Groff e Idina Menzel. “Primeiro, gostaria de dizer que é uma honra estar diante de vocês como uma lenda da Disney. Crescendo em Compton, na Califórnia, cerca de 40 quilômetros a oeste daqui, a Disney sempre esteve no fundo da minha visão”, disse Anderson. “A Disney ensinou a todos nós a sonhar. E sonhar alto. E foi dito que se seus sonhos não o assustam, então você não está sonhando grande o suficiente. A Disney me inspirou e espero que continue a inspirar todos nós a sonhar mais alto que a vida. Espero estar diante de vocês como um exemplo de trabalho duro, determinação, dedicação, sacrifício e sonhos.” Kristen Bell adotou humorado no seu discurso, se desculpando a todos os pais que foram obrigados a escutar as canções de “Frozen” repetidamente. “Eu sinto por vocês, eu vejo vocês, eu sou vocês. Eu entendo”, brincou a atriz. “A Disney me ensinou a sonhar grande e seguir seu coração. E me ensinou que é totalmente apropriado começar a cantar a qualquer momento, o que eu realmente aprecio. Interpretar a princesa Anna foi o ponto alto da minha vida, eu acho – quero dizer, além de meus filhos e outras coisas.” Groff acrescentou que, “como um jovem gay crescendo no final dos anos 1980 e início dos anos 1990 em Lancaster, Pensilvânia, as fitas VHS da Disney eram minha principal fuga. Eu me vestia como Peter Pan, como Alice no País das Maravilhas, como Cinderela. A Disney era toda a minha vida quando criança. E conseguir dar voz ao papel de Kristoff em ‘Frozen’ é um sonho completo. E é muito especial estar aqui com Idina, Kristen e Josh. Eu amo muito vocês três e estou tão feliz por estarmos sempre ligados um ao outro neste filme. Então, obrigado por criar um espaço onde até os meninos podem colocar seus vestidos de Anna e Elsa e cantar e se expressar como as verdadeiras lendas da Disney que eles são.” Outros prêmios foram entregues à pessoas envolvidas nos bastidores das produções do estúdio, incluindo os “imagineers” (engenheiros de efeitos) Rob’t Coltrin e Doris Hardoon, o advogado Robert Price Foster, o produtor Don Hahn e o presidente da Walt Disney Music, Chris Montan. “Eu sei o que todos vocês estão pensando. ‘Quem diabos é esse cara?'”, brincou Coltrin. “Somos imaginadores e, na maioria das vezes, somos meio invisíveis. E tudo bem. Trabalhamos nos bastidores e deixamos nossas criações serem as estrelas que você vem ver. Exceto em dias como este, quando você nos arrasta detrás da cortina, e aqui estou eu”. Confira o vídeo belíssimo homenageando o eterno Chadwick Boseman.pic.twitter.com/WZDLnbZoHj — Nação Marvel (@nacaomarveI) September 9, 2022 AGORA CHADWICK BOSEMAN É UMA LENDA DA DISNEY 👑 O irmão do Chadwick, Derrick Boseman aceitou o título de Lenda da Disney (Disney Legend) em honra ao Chadwick. ❤ Derrick fez um discurso lindo em homenagem ao Chadwick 🤍#D23Expo #D23Expo2022 pic.twitter.com/B975kHRrqH — Chadwick Boseman Brasil (@ChadwickBBrasil) September 9, 2022 Chadwick Boseman receives a Disney Legends Award; his brother accepts the honor on behalf of his brother. pic.twitter.com/POVX7k8ntm — JD Productions • Vintage Film Blog (@JDPUpdates) September 9, 2022 #DisneyLegends #KristenBell #D23Expo pic.twitter.com/wMGvRdRHkK — Alex Medela (@alexmedela) September 9, 2022 🎥 #D23Expo Disney Legends Awards. Jonathan Groff is named as a Disney Legend for his contribution to this company and he thanks his mom, friends and co-workers. Also he pointed at the importance of the inclusion of lgbtq + actors in this industry. pic.twitter.com/zWuKB550cZ — Jonathan Groff Updates (@GroffUpdates) September 9, 2022
Série de Ahsoka terá personagem de “Star Wars: Rebels”
O ator Eman Esfandi, visto em “King Richard: Criando Campeãs”, vai viver Ezra Bridger em “Ahsoka”, próxima série do universo “Star Wars” para a Disney+. O personagem foi apresentado pela primeira vez em 2014, como o protagonista da série animada “Star Wars: Rebels” – dublado por Taylor Gray. Ele ainda retornou na série animada “Star Wars: Força do Destino”, de 2018. Mas nunca tinha sido visto em uma produção live-action, com atores de carne e osso. Ezra Bridger é uma criação do produtor Dave Filoni, que também criou Ahsoka Tano, personagem-título da nova atração. Além disso, ele é um dos mentores das séries de “Star Wars” do streaming e responsável pela criação da nova produção. Ahsoka foi introduzida como aprendiz de Anakin Skywalker em 2008, na série animada “Star Wars: Clone Wars” e fez sua primeira aparição em carne e osso em “The Mandalorian”, que inaugurou a galáxia distante de “Star Wars” no mundo do streaming. Assim como em “The Mandalorian”, ela será interpretada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Além dos dois atores/personagens confirmados, “Ahsoka” também contará com participação de Hayden Christensen, reprisando seu papel como Anakin Skywalker/Darth Vader de “Star Wars: Ataque dos Clones” e “Star Wars: A Vingança dos Sith”, que ele já reviveu este ano em “Obi-Wan Kenobi”. A princípio, “Ahsoka” seria ambientada na mesma época de “The Mandalorian” – isto é, cerca de cinco anos após os eventos do filme “O Retorno de Jedi”. Entretanto, este período é posterior à morte de Vader. Como Ahsoka foi padawan de Anakin, é possível que a participação do personagem aconteça por meio de flashbacks, ou que ele volte como um “fantasma da força”. Mas a série também pode se passar em outro período, mais próximo da trama de “Obi-Wan Kenobi” – entre “A Vingança dos Sith” e “Uma Nova Esperança”. O elenco também conta com Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”), a ucraniana Ivanna Sakhno (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e a australiana Natasha Liu Bordizzo (“The Society”), além de Ray Stevenson (“Vikings”) como um vilão misterioso (Almirante Thrawn?) A estreia é aguardada para 2023.
Volta de “Criminal Minds” ganha novo título e confirma elenco oficial
A Paramount+ anunciou nesta sexta (9/9) o título oficial do revival de “Criminal Minds” para o streaming, além dos integrantes do elenco. A atração vai se chamar “Criminal Minds: Evolution”, e contará com os retornos de Joe Mantegna (David), A.J. Cook (JJ), Kirsten Vangsness (Penelope), Aisha Tyler (Tara), Adam Rodriguez (Luke) e Paget Brewster (Emily). Reforçando apurações anteriores, Matthew Gray Gubler e Daniel Henney decidiram não reprisar seus papéis como Spencer e Matt, respectivamente. Além dos “mocinhos”, a produção trará Zach Gilford (“Missa da Meia-Noite”) como principal antagonista. Ele interpretará Elias Voit, um analista de operações de uma empresa global de segurança cibernética que tem um lado sombrio e obsessão com a morte. Além de um novo título, a “evolução” para o streaming trará mudanças de formato para as investigações. Originalmente uma série procedimental de um crime por capítulo, a nova versão da Paramount+ será serializada, com a equipe da BAU (Unidade de Análise Comportamental, na sigla em inglês) trabalhando em um único caso ao longo da temporada – que terá 10 episódios, em vez dos 22 tradicionais da TV aberta. Por isso, o papel de Gilford terá maior destaque que costumavam receber anteriormente os vilões da série. Criada por Jeff Davis, “Criminal Minds” foi um dos programas mais populares da rede CBS neste século e deu origem a dois spin-offs. A atração acompanha um esquadrão de elite do FBI, que estuda as maiores mentes criminosas, antecipando seus próximos passos, antes que eles ataquem novamente. Mas apesar de ter sido um grande sucesso, acabou cancelada inesperadamente em 2020 em sua 15ª temporada. Até que, para surpresa da CBS, suas “reprises” na Netflix viraram um fenômeno de audiência. Não por acaso, a produção de uma “nova temporada” coincide com a saída da série da Netflix, formalizada em 30 de junho, após figurar entre os líderes da audiência em streaming. “Criminal Minds: Evolution” ainda não tem uma data de estreia específica, mas é esperada ainda neste ano na Paramount+.
Eleita: Série de Clarice Falcão ganha pôsteres e data de estreia
A Amazon Prime Video divulgou dois pôsteres oficiais de “Eleita”, nova série de comédia nacional estrelada por Clarice Falcão (“Shippados”), que ganhou data de estreia. Na trama, Clarice interpreta Fefê, uma influenciadora digital que decide se candidatar a governadora do Rio de Janeiro “na zoeira”, mas acaba vencendo a eleição. Vale lembrar que os EUA já tiveram série com premissa parecida em 2017. Em “The Mayor”, um artista iniciante de hip-hop resolvia concorrer à prefeito para promover sua mix tape e acabava eleito. Durou só uma temporada. A diferença é que “Eleita” se passa em um futuro distópico não muito distante, no qual o estado do Rio de Janeiro está literalmente caindo aos pedaços. O governo fluminense não tem um tostão furado e o resto do país não está muito melhor: não existem mais livros, professores, editoras ou imprensa profissional. Para piorar, a política virou um circo tão esquisito que dá saudade da época em que o Macaco Tião quase foi eleito como prefeito do Rio. É nesse cenário caótico que acontece a eleição de Fefê. O elenco de “Eleita” conta também com Bella Camero (“Marighella”), Diogo Vilela (“Detetives do Prédio Azul 2”), Luciana Paes (“3%”), Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Luis Lobianco (“Vai que Cola”), entre outros. Além de estrelar, Clarice Falcão ajudou a escrever os episódios, ao lado de Célio Porto (“Desculpe o Transtorno”), Matheus Torreão (“Mister Brau”) e Rafael Spinola (“A Divisão”). A direção geral é de Carolina Jabor (“Aos Teus Olhos”). Com uma temporada inicial de sete episódios, a série vai estrear em 7 de outubro.
Amazon cancela “Paper Girls” após uma temporada
A Amazon Prime Video cancelou a série “Paper Girls” após apenas uma temporada. Favorita da crítica e do público, a série de ficção científica baseada na graphic novel de Brian K. Vaughan (criador de “Os Fugitivos da Marvel”) tinha 90% no Rotten Tomatoes e quase a mesma aprovação da audiência, 88%. Mas o lançamento da série, que teve todos seus episódios liberados ao mesmo tempo, pode ter sido ofuscado pela dedicação da Amazon em promover “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, que envolveu um enorme esforço de marketing e atenção especial do streaming. Diante das avaliações positivas, a produtora Legendary Television vai tentar encontrar outras plataformas ou canais que paguem pela realização de novos episódios, visando explorar a popularidade de séries de adolescentes com garotas como protagonistas – como “Euphoria” e “Pretty Little Liars”. “Paper Girls” se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando quatro jornaleiras adolescentes, interpretadas por Riley Lai Nelet (“Altered Carbon”), Sofia Rosinsky (“Fast Layne”), Camryn Jones (“Perpetual Grace, LTD”) e Fina Strazza (“A Mulher Invisível”), fazem um desvio inesperado em sua rota de entrega de jornais, chegando sem querer no futuro – que é 2019 – onde encontram suas versões adultas. Além de serem pegas de surpresa com a situação, elas passam a ser perseguidas pela polícia do tempo, que as considera criminosas pela viagem ilegal. Detalhe: o cancelamento deixou a série sem fim. Produção da Legendary Television em associação com a Plan B, empresa de Brad Pitt, a adaptação é assinada por Stephany Folsom, co-roteirista de “Toy Story 4”, que também produz a atração em parceria com os roteiristas Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers (criadores de “Halt and Catch Fire”) e os autores dos quadrinhos, Brian K. Vaughan e o desenhista Cliff Chiang. Além de “Paper Girls”, a criadora Stephany Folsom também trabalha numa série baseada em “King Kong” para a produtora, com lançamento previsto na Disney+.
John Cena e Zac Efron negociam comédia do diretor de “Green Book”
Os atores John Cena (“Pacificador”) e Zac Efron (“Chamas da Vingança”) estão em negociações para estrelarem a comédia “Ricky Stanicky”, que será dirigida por Peter Farrelly (“Green Book: O Guia”). A informação foi divulgada pelo próprio Farrelly, em entrevista ao site Deadline. O roteiro foi escrito por Jeff Bushell (“Perdido pra Cachorro”) e acompanha um grupo de amigos que inventa um personagem para usá-lo como desculpa por seu mau comportamento. Se, por exemplo, eles bebem demais e batem o carro, eles não assumem a responsabilidade. Em vez disso, eles dizem que emprestaram o carro para um tal de “Ricky Stanicky”. O problema é que as esposas começam a questionar o motivo de elas nunca terem conhecido esse sujeito misterioso. Então, os amigos contratam alguém para interpretar o tal Stanicky por um dia. Mas o plano dá tão certo que eles não querem mais se livrar do falso Ricky Stanicky. Caso as negociações se concretizem, Cena deve interpretar o personagem-título. “Seu timing é impecável, e é surpreendente para um cara do tamanho dele”, disse Farrelly. “Ele parece um garotinho. Seu senso de humor é mais autodepreciativo do que é comum para caras do seu tamanho.” O papel de Efron ainda não foi divulgado, mas é possível supor que ele seja um dos maridos que contratam o personagem de Cena. “Ricky Stanicky” deve começar a ser rodado no início de 2023, mas ainda não tem previsão de estreia. O filme vai marcar o retorno do diretor às comédias escrachadas que Farrelly fazia no início da sua carreira, como “Debi & Lóide: Dois Idiotas em Apuros” (1994), “Kingpin: Estes Loucos Reis do Boliche” (1996), “Quem Vai Ficar com Mary?” (1998) e “Eu, Eu Mesmo e Irene” (2000), todas dirigidos em parceria com seu irmão, Bobby Farrelly. Recentemente, Peter Farrelly dirigiu o filme “Operação Cerveja” (The Greatest Beer Run Ever), também estrelado por Efron, que terá a sua première no Festival de Toronto e chegará ao serviço de streaming Apple TV+ em 30 de setembro. John Cena tem diversos projetos pela frente, entre eles os filmes de ação “Project X-Traction”, co-estrelado por Jackie Chan (“A Hora do Rush”), e “Argylle”, dirigido por Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), sem esquecer da 2ª temporada de “O Pacificador”. Nenhuma dessas produções tem previsão de estreia. Além de “Operação Cerveja”, Zac Efron também será visto no remake de “Três Solteirões e um Bebê” (1987), desenvolvido para o serviço de streaming Disney+. O filme também não tem previsão de lançamento.
“The Watcher”, nova série de Ryan Murphy, ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “The Watcher”, nova produção de Ryan Murphy e seu colaborador frequente Ian Brennan (parceiros desde “Glee”). A atração gira em torno de um casal que vê a mudança para a casa de seus sonhos ameaçada por cartas aterrorizantes de um perseguidor. O vídeo de divulgação não detalha quase nada disso. Filmado como se fosse um comercial, o trailer mostra a atriz Jennifer Coolidge (“The White Lotus”) como uma corretora de imóveis apresentando uma casa de alto padrão. O tom se torna mais cômico à medida que o vídeo avança, com Coolidge tentando “desligar” uma lareira ou falando que é possível colocar um corpo inteiro no pequeno elevador de serviço. É só ao final do vídeo que a personagem faz uma sugestão a respeito da temática da série, quando ela fala que é melhor deixar as cortinas fechadas, porque alguém pode estar espiando. A trama é inspirada na famosa casa “Watcher” em Nova Jersey. Um casal comprou o imóvel colonial holandês de 1905 por quase US$ 1,4 milhão em 2014, mas foram forçados a abandonar sua nova casa por causa de cartas arrepiantes de alguém que se autodenominava “O Vigia” e que afirmava ter “vigiado” a casa por décadas. “Eu sou o Vigia. Traga-me seu sangue jovem”, dizia uma das notas. A família abandonou o imóvel e o colocou para locação. Em 2017, o locatário também recebeu uma carta sinistra de “O Vigia”, ameaçando sua vida. A casa foi vendida em 2019 por US$ 959 mil e a identidade do “Vigia” nunca foi descoberta. Segundo a sinopse oficial, Dean (Bobby Cannavale, de “Mr. Robot”) e Nora Brannock (Naomi Watts, de Gypsy) acabaram de comprar a casa dos seus sonhos no idílico subúrbio de Westfield, em Nova Jersey. Mas logo depois de gastarem todas as suas economias para fechar o negócio, eles percebem que o bairro não é nada acolhedor. Há uma mulher mais velha e excêntrica chamada Pearl (Mia Farrow, de “O Ex-Namorado da Minha Mulher”) e seu irmão Jasper (Terry Kinney, de “Billions”) que se infiltram na casa dos Brannock e se escondem no elevador. Há também Karen (Coolidge), a corretora de imóveis e uma velha conhecida de Nora, que os faz sentir como se não pertencessem àquele lugar. Além disso, o bairro ainda conta com os vizinhos intrometidos Mitch (Richard Kind, de “tick, tick… BOOM!”) e Mo (Margo Martindale, de “The Americans”), que não respeitam os limites da propriedade. Mas a vida do casal principal só vira mesmo um verdadeiro inferno quando as cartas sinistras do autodenominado “O Vigilante” começam a chegar, aterrorizando os Brannocks ao ponto de ruptura, à medida que os segredos sinistros do bairro se espalham. “The Watcher” ainda não tem previsão de estreia.
Omar Sy vai viver samurai africano em série da Netflix
O ator Omar Sy (“Lupin”) vai estrelar a série “Yasuke”, sobre um homem africano escravizado e levado para o Japão feudal, que se tornou o primeiro samurai não-japonês. O projeto está sendo desenvolvido pela Netflix, que já realizou uma adaptação dessa história no formato de anime. A animação foi lançada em 2021, com dublagem de Lakeith Stanfield (“Atlanta”). Mas enquanto o anime apresentou elementos de fantasia, essa nova minissérie será uma dramatização histórica, focada na amizade entre o protagonista Yasuke e o guerreiro samurai Oda Nobunaga enquanto ele galga a hierarquia samurai. “Sou inspirado por ‘Yasuke’ há um bom tempo”, disse Sy em um comunicado. “Com esta equipe soberba, estamos criando uma série notável mostrando o que significava ser um samurai africano na história japonesa. As sequências de ação por si só serão fenomenais e engenhosas.” “Yasuke” vai ser escrita por Nick Jones Jr., roteirista da versão em anime dessa história. Além de estrelar, Sy também vai produzir a série ao lado de Jones Jr, do cineasta Shawn Levy (“Free Guy: Assumindo o Controle”), do ator Forest Whitaker (“Pantera Negra”) e da produtora Nina Yang Bongiovi (“Desculpe te Incomodar”). “Este é o projeto perfeito que Forest e eu estávamos buscando – a interseccionalidade de duas culturas por meio de uma ótima narrativa”, disse Bongiovi. “Destacar uma figura histórica real, combinando com ação incrível e rostos que representam a herança negra e asiática – atrás da câmera e na frente da câmera – equivale a um cenário de sonho.” “Yasuke” já apareceu em vários mangás, animes e videogames ao longo dos anos, mas essa será a sua primeira versão em live-action. Em 2019, uma adaptação cinematográfica chegou a ser cogitada com o falecido Chadwick Boseman (“Pantera Negra”) no papel principal, mas a morte do ator impediu o projeto de sair do papel. A série da Netflix ainda não tem previsão de estreia. Omar Sy será visto em breve no thriller “Shadow Force”, novo trabalho do cineasta Joe Carnahan (“Mate Ou Morra”), ainda sem data de estreia. Assista ao trailer do anime da Netflix.
Vocalista do Sex Pistols presta homenagem à Rainha Elizabeth II
O cantor John Lydon (também conhecido como Johnny Rotten), ex-vocalista da banda Sex Pistols e autor do hino punk “God Save the Queen”, famoso pelo verso “ela [a Rainha] não é um ser humano”, prestou uma homenagem à Rainha Elizabeth II, morta na quinta-feira (9/9). No seu perfil do Twitter, Lydon postou uma foto da Rainha com a legenda: “Descanse em paz Rainha Elizabeth II. Envie-a vitoriosa”. A frase “envie-a vitoriosa” é uma referência à letra original de “God Save the Queen”, assim como a foto que ele usou no seu post, a mesma que serviu de base para arte de divulgação do single. “God Save the Queen” foi lançada há 45 anos, justamente na semana anterior ao Jubileu de Prata, uma grande celebração nacional que comemorava os primeiros 25 anos do reinado de Elizabeth II. Apesar do que diz a letra da canção, os integrantes da banda não acreditavam realmente que a rainha liderava um regime fascista ou que ela não era um ser humano de verdade. O próprio Lydon deixou isso claro quando escreveu “Deus abençoe a rainha. Ela aguentou muito” num editorial para o jornal britânico The Times, em junho. “Não tenho animosidade contra ninguém da família real. Nunca tive”, escreveu ele. “É a instituição que me incomoda e a suposição de que devo pagar por isso. É aí que eu estabeleço um limite. É tipo, ‘Não, você não sair de férias para esquiar com meu imposto’.” A história da música “God Save the Queen” e dos Sex Pistols foi abordada recentemente na minissérie “Pistol”, dirigida por Danny Boyle (“Trainspotting”), que foi lançada há apenas 10 dias na plataforma Star+. A produção chegou a ser ameaçada por um processo por Lydon, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols, inclusive a icônica “God Save the Queen”, fossem ouvidas na série. Rest in Peace Queen Elizabeth II. Send her victorious. From all at https://t.co/vK2Du0ZzDS pic.twitter.com/kq4M6WfeML — John Lydon Official (@lydonofficial) September 9, 2022
D23 Expo: Disney celebra 100 anos com grandes novidades ao vivo na internet
A D23 Expo, evento para fãs da Disney (e da Marvel, Pixar, Lucasfilm, 20th Century Studios, Disney Parks, Marvel Games, National Geographic, etc), começa nesta sexta-feira (9/9) nas proximidades da Disneylândia da Califórnia com uma celebração especial do centenário da companhia. A ocasião dá a partida numa grande festa de aniversário, batizada comercialmente de Disney100, que vai se estender até outubro de 2023 – quando a Disney Brothers Cartoon Studio, embrião da The Walt Disney Company, completa oficialmente seus 100 anos de fundação. “Por quase um século, a Disney vem entretendo e inspirando pessoas ao redor do mundo. Mal posso esperar para dar aos fãs uma primeira olhada no que temos reservado para nosso centésimo aniversário e como estamos usando esta ocasião para celebrar todos os fãs e famílias que acolheram a Disney em suas vidas”, escreveu o CEO da Disney, Bob Chapek, em um comunicado enviado à imprensa, em preparação para o evento. Com o centenário de fundo, a expectativa para o evento deste ano se tornou especialmente elevada. Por isso, são esperados diversas revelações de projetos capazes de eletrificar o público para fazer de 2023 um ano inteiro de festa para o estúdio. As primeiras informações sugerem que as novidades reveladas pela Marvel no mês passado, durante a Comic-Con Internacional, foram apenas um aperitivo. No cronograma adiantado para a imprensa, a D23 programou painéis extras relacionados às produções da Marvel, incluindo uma celebração do 60º aniversário do Homem-Aranha. Os grandes anúncios do Marvel Studios vão acontecer no sábado (10/9). Para ampliar o alcance desses anúncios, a D23 Expo será transmitida ao vivo pela web e redes sociais. Os endereços para acompanhar são D23Expo.com/live, D23.com, e nas contas da D23 no YouTube, Facebook, Twitter e Twitch. No Brasil, as contas de Disney Studios, Disney+, Marvel e Star Wars também farão uma cobertura exclusiva com todas as novidades da convenção. Todos os dias, a D23 oferecerá oito horas de surpresas sem interrupções, incluindo os painéis do evento com grandes estrelas e prévias de conteúdos exclusivos. São esperadas aparições de atores, atrizes e responsáveis pela criação das séries e filmes amados pelo público, vídeos de novos produtos, experiências de entretenimento, anúncios especiais e muito mais. Também estão programadas homenagens à novas Lendas da Disney, entre eles Chadwick Boseman, intérprete de Tchalla/Pantera Negra na Marvel. O ator, que marcou os fãs da Marvel pelo papel de T’Challa morreu com apenas 43 anos, em agosto de 2020, em decorrência de um câncer. O título de “Lenda da Disney” é dado anualmente a “indivíduos que fizeram contribuições extraordinárias” para o legado da empresa. Além dele, também receberão essa homenagem as estrelas Kristen Bell e Idina Menzel (vozes das princesas de “Frozen”), Anthony Anderson e Tracee Ellis Ross (protagonistas de “Black-ish”), Patrick Dempsey e Ellen Pompeo (ex-casal de “Grey’s Anatomy”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”) e outros. O evento já começou e pode ser acompanhado diretamente aqui abaixo.
Daniel Radcliffe arranca gargalhadas na première de “Weird” no Festival de Toronto
O filme “Weird: The Al Yankovic Story” arrancou gargalhadas e aplausos do público do Festival de Toronto, durante a sua première mundial nessa sexta (9/9). Embora tenha sido exibido na sessão da meia-noite, o filme, que traz Daniel Radcliffe (o Harry Potter) como o comediante “Weird Al” Yankovic, manteve a plateia acordada e rindo o tempo todo. As críticas da manhã seguinte também foram todas positivas, sem exceção. O verdadeiro Yankovic, presente na première, admitiu que quase nada que está no filme aconteceu de verdade e ele não tinha autorização para usar os nomes de nenhuma das celebridades ali retratadas. “Estou surpreso que os advogados nos deixaram sair impunes com este filme, francamente”, comemorou. “Mas eles deram de ombros, ‘são todas as figuras públicas’, então fomos em frente.” “Espero que isso confunda muita gente”, continuou. “Queremos levá-los por um caminho e pensar: isso é uma cinebiografia real? Essa é a verdadeira história? O filme começa bem normal. Então, progressivamente, sai dos trilhos.” A escolha de Radcliffe para o papel de Al Yankovic foi um exemplo da confusão armada pela produção, visto que os dois não se parecem em nada. E o próprio ator reconheceu isso, em entrevista para o canal do festival após a sessão. “Quando eles me convidaram, eu pensei: ‘Por que eu? Existem muitas outras pessoas que se parecem mais com o Al'”, disse o ator. “Aí quando eu li o roteiro, eu disse: ‘Ah, eu entendi.'” “Quando você lê o roteiro, você entende que a cinebiografia do Weird Al só poderia ser assim, uma paródia da ideia de cinebiografias musicais”, completou Radcliffe. Faz total sentido quando se lembra que “Weird” Al Yankovic ficou famoso parodiando músicas de sucesso. Graças a isso, ele virou o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. Um dos maiores sucesso de Weird Al é “My Bologna”, paródia da canção “My Sharona”, de The Knack. Também foi uma das canções mais difíceis que Radcliffe teve que aprender para o filme, já que precisava tocá-la no acordeon, instrumento original de Yankovic. “Foi provavelmente cerca de um mês entre eu aprender o verso de ‘My Bologna’ e o refrão, então minha namorada estava vivendo em um inferno perpétuo”, explicou Radcliffe na entrevista coletiva da produção. Radcliffe conta que precisou aprender a tocar acordeon para o filme. “Al me enviou algumas aulas de acordeon por e-mail”, disse Radcliffe. “E, você sabe, eu fiz o que pude. É um instrumento muito difícil. Ele faz parecer muito fácil… foi divertido tentar.” “E eu ficava no trailer ao lado do dele enquanto ele praticava”, brincou atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), que no filme interpreta a cantora Madonna, “namorada” de Al. O relacionamento dos dois nunca aconteceu, mas isso não impediu o filme de mostrá-los como um casal. O filme pseudobiográfico foi escrito pelo próprio Yankovic em parceria com Eric Appel. Os dois já tinham feito um curta em 2010 para o canal “Funny of Die” contando uma versão fictícia da vida do comediante, que na ocasião foi interpretado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também assina a direção o filme, que tem produção do Funny or Die. O elenco ainda conta com Toby Huss (“Dickinson”), Julianne Nicholson (“Lakers: Hora de Vencer”) e Rainn Wilson (“The Office”). “Weird: The Al Yankovic Story” será lançado em 4 de novembro na plataforma americana Roku. Veja a reação do público abaixo. This was my first #TIFF22 midnight madness screening and I think it was AWESOME!! One of the best crowds I’ve ever watched a movie with! Standing ovation for all at the end. Such a fun time! #WeirdAlYankovic pic.twitter.com/vwhi2tdIf9 — Matt Neglia @TIFF (@NextBestPicture) September 9, 2022












