Chris Pratt será Super Mario em filme animado do videogame
A franquia de games Mario Bros., da Nintendo, vai virar longa de animação, com produção do estúdio Illumination, responsável por “Meu Malvado Favorito” e “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”. Já adiantada, a produção teve sua previsão de estreia e elenco oficial anunciado nas redes sociais da Nintendo. O filme chega aos cinemas em 21 de dezembro de 2022 e contará com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) no papel de Super Mario. Entusiasmado com o projeto, o ator foi ao Instagram compartilhar sua história com o game original e sua emoção por dar vida ao personagem que marcou sua infância. Veja abaixo. O elenco de dubladores ainda incluirá Charlie Day (“Círculo de Fogo”) como Luigi, Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) como a Princesa Peach, Seth Rogen (“Vizinhos”) como Donkey Kong, Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) como Bowser, Keegan-Michael Key (“A Festa de Formatura”) como Toad, Fred Armisen (“Portlandia”) como Cranky Kong, Kevin Michael Richardson (“Mortal Kombat”) como Kamek, Sebastian Maniscalco (“O Irlandês”) como Spike e Charles Martinet (voz original de Mario e Luigi) em papel não divulgado. Veja o anúncio oficial e a declaração de Chris Pratt abaixo. Chris Pratt as MarioAnya Taylor-Joy as PeachCharlie Day as LuigiJack Black as BowserKeegan-Michael Key as ToadSeth Rogen as Donkey KongFred Armisen as Cranky KongKevin Michael Richardson as KamekSebastian Maniscalco as SpikeSurprise cameos from Charles Martinet — Nintendo of America (@NintendoAmerica) September 23, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt)
Patricia Arquette vai estrelar e dirigir minissérie histórica sobre ativismo ambiental
A atriz Patricia Arquette, vencedora do Oscar por “Boyhood” (2014) vai estrelar, produzir e dirigir uma nova minissérie do canal pago Showtime. Ela está à frente de “Love Canal”, produção baseada no documentário “The Canal”, de Will Battersby, e no livro “Paradise Falls”, da jornalista Keith O’Brien, sobre ativismo ambiental. A minissérie vai dramatizar a história real de um grupo de mulheres operárias que se uniram no final da década de 1970 para lutar por justiça ambiental na sua comunidade, após descobrir 20 mil toneladas de produtos químicos mortais enterrados na região de Niagara Falls, em Nova York. Sua luta acabou servindo de base para a legislação de direitos ambientais nos Estados Unidos. A história está a cargo de Colette Burson, criadora da série “Hung”. Ainda não há previsão de estreia. “Love Canal” não será o primeiro trabalho de direção de Arquette, que anteriormente comandou dois episódios de sua antiga série “Medium” em 2009. Nos últimos anos, a atriz se especializou em minisséries, tendo sido indicada ao Emmy por “Escape from Demora” (2018), do Showtime, e vencido como Melhor Atriz de Minissérie por “The Act” (2019), da Hulu. Ela será vista a seguir em mais duas minisséries: “Severance” e “High Desert”, ambas na Apple TV+.
Documentário revela que Britney Spears era espionada pelo pai
O documentário “Controlling Britney Spears”, feito em sigilo e lançado de surpresa na noite de sexta-feira (24/9) na plataforma Hulu, revelou que o pai da cantora pop instalou escuta no quarto dela para espioná-la, além de contratar uma empresa de segurança para monitorar os telefonemas e mensagens de texto da artista No documentário, Alex Vlasov, um ex-funcionário da Black Box Security, disse ter trabalhado com a equipe da cantora por quase nove anos e que a empresa tinha acesso ao telefone de Spears e instalou um dispositivo de escuta em seu quarto. Procurado pela equipe da produção, um advogado de Jamie Spears, responsável pela tutela de Britney, não negou a vigilância. Em vez disso, afirmou que o monitoramento estava “dentro dos parâmetros da autoridade conferida a ele pelo tribunal”. De acordo com Vlasov, a Black Box espelhou o telefone da cantora pop em um iPad ao fazer login em sua conta do iCloud, conferindo a eles acesso a todas as suas atividades e a todas as mensagens que ela enviou, incluindo mensagens de texto e e-mails. Ele disse que lhe solicitaram a criptografia de algumas das conversas de texto de Spears para que pudessem ser enviadas ao pai dela, Jamie Spears, e a um funcionário de uma empresa de gestão de negócios que ele havia contratado. De acordo com o documentário, o gravador de áudio ‘captou mais de 180 horas de áudio, incluindo as interações e conversas de Britney com seu namorado e seus filhos’, que Vlasov aparentemente tem à sua disposição para provar o grau de vigilância a que Britney Spears estava submetida. “Controlling Britney Spears” é uma continuação de “Framing Britney Spears”, que chamou atenção mundial para o escândalo da tutela da cantora pop. A tutela judicial em questão foi estabelecida em 2008, após internação de Britney em clínica de reabilitação, e determinada numa audiência judicial de 10 minutos, que deixou o pai da cantora como responsável por todas as decisões relativas a sua vida. A decisão controversa perdura até hoje e enriqueceu Jamie Spears. Mas desde o lançamento de “Framing”, o caso ganhou novos e dramáticos desdobramentos, culminando na ida de Britney ao tribunal para denunciar o próprio pai por situação análoga à escravidão. Ela também conseguiu trocar o defensor indicado pela corte por um advogado de sua própria escolha. E graças à repercussão midiática da situação, levou Jaime a anunciar sua disposição de desistir da tutela da filha. Com a mesma equipe de “Framing”, comandada pela diretora Samantha Stark e a produtora-roteirista Liz Day, “Controlling” chegou à Hulu quatro dias antes de um documentário similar desembarcar na Netflix. “Britney vs. Spears”, que estreia na próxima terça (28/9), prometeu fazer revelações similares. Por sinal, a produção desses filmes, com depoimentos e vazamento de dados controversos, pode estar por trás da súbita mudança do pai de Britney em relação à manutenção da tutela. E também ajudam a explicar a decisão do advogado de Britney de não aceitar acordo, decidindo ir até o fim no processo. “Framing Britney Spears” foi lançado no Brasil pela Globoplay, mas ainda não há previsão para a chegada da continuação no mercado nacional.
Brad Pitt e George Clooney farão novo filme do diretor do Homem-Aranha
Os astros Brad Pitt e George Clooney vão voltar a trabalhar juntos, duas décadas após o início da trilogia “Onze Homens e um Segredo” (2001). Eles fecharam acordo para contracenar no novo filme de Jon Watts, diretor da atual trilogia do “Homem-Aranha” no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ainda sem título, o projeto é descrito como um suspense sobre dois assassinos de aluguel contratados para o mesmo serviço. Pitt e Clooney também produzirão o longa-metragem por meio de suas produtoras, a Plan B Entertainment e a Smokehouse Pictures, respectivamente, mas ainda não há um estúdio principal atrelado às filmagens. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a Sony, que lança os filmes do “Homem-Aranha”, a Lionsgate, a Apple e até a Netflix estão negociando com o diretor e os astros um acordo de financiamento e distribuição do longa-metragem. Quem oferecer a maior vantagem ficará com o negócio.
Os Muppets vão parar na Mansão Assombrada em trailer de especial de Halloween
A Disney+ vai lançar um especial de Halloween dos Muppets. Intitulado “Muppets Haunted Mansion: A Festa Aterrotizante”, a produção ganhou pôster e seu primeiro trailer. A prévia pode ser conferida abaixo em versão dublada em português e com o idioma original em inglês. Com direção de Kirk R. Thatcher (“Agora Muppets”), o especial vai mostrar Gonzo diante do maior desafio da sua vida. Ele topa passar uma noite no lugar mais sombrio e sorridente da Terra: a Mansão Mal-Assombrada da Disneylândia. Além dos Muppers, o elenco também vai contar com participações de Will Arnett (“Arrested Devolopment”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Darren Criss (“Glee”), Taraji P. Henson (“Empire”), Chrissy Metz (“This Is Us”), Danny Trejo (“Machete”), Craig Robinson (“Ghosted”), John Stamos (“Big Shot”), Justina Machado (“One Day at a Time”) e o recém falecido Ed Asner (“Lou Grant”). A estreia está marcada para 8 de outubro.
“Teen Wolf” vai voltar como filme na Paramount+
A série “Teen Wolf”, exibida pela MTV entre 2011 e 2017, vai ganhar um filme, que continuará sua história na plataforma de streaming Paramount+. A produção está a cargo do criador da série de lobisomens adolescentes, Jeff Davis, para um lançamento em 2022. De acordo com comunicado, o filme contará com o retorno do elenco original das seis temporadas da série e mostrará uma nova ameaça assustadora chegando a Beacon Hills, local em que trama se passa, o que levará ao retorno de várias outras criaturas à cidade. Vale lembrar que “Teen Wolf” reuniu um elenco talentoso, que continuou a fazer sucesso em novos projetos. Os protagonistas eram Tyler Posey (hoje dublando “Velozes & Furiosos: Espiões do Asfalto”), Dylan O’Brien (astro de “Maze Runner”), Tyler Hoechlin (“Superman and Lois”), Seth Gilliam (“The Walking Dead”), Holland Roden (“Mayans MCs”), Crystal Reed (“Monstro do Pântano”), Shelley Hennig (“Dollface”), Cody Christian (“All American”), JR Bourne (“The 100”), Arden Cho (“Chicago Med”), Dylan Sprayberry (“Light as a Feather”), Daniel Sharman (“Cursed”) e Colton Haynes (“Arrow”), entre outros. As redes sociais da série confirmaram a produção com um vídeo que também anuncia a estreia de “Wolf Pack”, nova atração produzida por Davis. Veja abaixo. Hmmm @tylergposey … how about this? 👀 https://t.co/lbTa0WME8X pic.twitter.com/5ztf0XjUjp — TEEN WOLF (@MTVteenwolf) September 24, 2021
“Framing Britney Spears” ganha continuação explosiva – e de surpresa – nesta sexta
O canal pago americano FX e plataforma Hulu revelaram de surpresa nesta sexta (24/9) um novo documentário sobre Britney Spears. Intitulado “Controlling Britney Spears”, o filme é uma sequência direta de “Framing Britney Spears”, que chamou atenção mundial para o escândalo da tutela da cantora pop. Feito em segredo, “Controlling” é um documentário explosivo sobre os bastidores da vida pessoal e finanças de Britney, com depoimentos de ex-funcionários envolvidos com a tutela, que revelam os abusos cometidos contra a artista. A tutela judicial em questão foi estabelecida em 2008, após internação de Britney em clínica de reabilitação, e determinada numa audiência judicial de 10 minutos, que deixou o pai da cantora como responsável por todas as decisões relativas a sua vida. A decisão controversa perdura até hoje e enriqueceu Jamie Spears. Mas desde o lançamento de “Framing”, o caso ganhou novos e dramáticos desdobramentos, culminando na ida de Britney ao tribunal para denunciar o próprio pai por situação análoga à escravidão. Ela também conseguiu trocar o defensor indicado pela corte por um advogado de sua própria escolha. E graças à repercussão midiática da situação, levou Jaime a anunciar sua disposição de desistir da tutela da filha. Com a mesma equipe de “Framing”, comandada pela diretora Samantha Stark e a produtora-roteirista Liz Day, “Controlling” chega à Hulu quatro dias antes de um documentário similar desembarcar na Netflix. “Britney vs. Spears”, que estreia na próxima terça (28/9), prometeu fazer revelações similares. Por sinal, a produção desses filmes, com depoimentos e vazamento de dados controversos, pode estar por trás da súbita mudança do pai de Britney em relação à manutenção da tutela. E também ajudam a explicar a decisão do advogado de Britney de não aceitar acordo, decidindo ir até o fim no processo. “Framing Britney Spears” foi lançado no Brasil pela Globoplay, mas ainda não há previsão para a chegada da continuação no mercado nacional. Veja abaixo o teaser de “Controlling Britney Spears”.
Jane Fonda e Lily Tomlin vão se juntar em nova comédia
O encerramento da série “Grace & Frankie” não será o final da parceria entre as estrelas Jane Fonda e Lily Tomlin. Amigas desde que estrelaram juntas “Como Eliminar seu Chefe” em 1980, elas vão dividir as cenas em uma nova comédia, “Moving On”, com roteiro e direção de Paul Weitz (“Paternidade”). O filme vai girar em torno de duas velhas amigas que se reconectam em um funeral e decidem se vingar do viúvo que as ofendeu décadas antes. Além da dupla, o filme também vai contar com Malcolm McDowell (“Laranja Mecânica”) e Richard Roundtree (“Shaft”) no elenco. “Moving On” só começará a ser filmado depois que Tomlin e Fonda encerrarem os trabalhos na 7ª e última temporada de “Grace & Frankie”. A produção da Netflix vai durar até o início de novembro, com previsão de estreia em 2022.
Pabllo Vittar vira cowgirl em novo clipe dançante
Pabllo Vittar lançou um novo clipe de sua fase breganejo, “Bang Bang”, em que aparece caracterizada como cowgirl para alvejar corações. A música besteirol interpola o tema do spaghetti western “Três Homens em Conflito” (1966), composto por Ennio Morricone, e encerra com um sample do tema de James Bond, de Monty Norman, para acompanhar uma letra divertida sobre um flerte de “olhar 43”. No contexto do clipe dirigido por Vinícius Cardoso, a canção também celebra a beleza e a sensualidade LGBTQIAP+, com direito a coreografia apenas de homens. “Bang Bang” faz parte do álbum “Batidão Tropical”, quarto álbum da carreira de Pabllo Vittar, que quebrou recordes do Spotify em seu lançamento.
Criador da versão moderna de “Doctor Who” voltará a comandar a série
A BBC começou a definir o futuro de “Doctor Who” com uma volta ao passado. A Tardis passará por 2005 para trazer a bordo o produtor favorito dos fãs, Russell T. Davies, responsável pelas primeiras quatro temporadas do revival da atração, que consagrou a versão moderna da série e David Tennant no papel do Doutor. Davis vai voltar ao comando da série em sua 14ª temporada, que deve ir ao ar no final de 2022, após o fim do contrato do atual showrunner, Chris Chibnall. A mudança de comando também marcará a despedida de Jodie Whittaker, que viveu a primeira Doutora da série. Em comunicado, Davis celebrou a volta ao programa, mas lembrou que “ainda há uma temporada inteira com a Doutora brilhante de Jodie Whittaker para eu aproveitar, com meu amigo e herói Chris Chibnall no comando”. O próprio Chibnall se mostrou animado com o retorno de Davies, definindo-o como “um dos roteiristas de diamante da Grã-Bretanha”. “Russell construiu o bastão que está prestes a ser passado de volta para ele”, destacou. O primeiro trabalho do novo/velho showrunner será encontrar uma substituta para Whittaker no papel-título da série. O próximo Doutor celebrará o aniversário de 60 anos da atração original, que acontecerá em 2023. Mas ainda há muito tempo para esta definição. A BBC ainda nem marcou a estreia da 13ª temporada, que deve acontecer em novembro. Por conta da pandemia, ela também será mais curta, com apenas seis episódios, mas em compensação renderá três episódios especiais, que serão estrelados por Whittaker a partir do Ano Novo de 2022. As 12 temporadas da versão moderna de “Doctor Who” estão disponíveis no Brasil pela Globoplay.
“The Other Two” é renovada para 3ª temporada
A HBO Max renovou a série de comédia “The Other Two” para sua 3ª temporada. Criada pelos ex-roteiristas do “Saturday Night Live” Chris Kelly e Sarah Schneider, a série foi originalmente lançada em 2019 no canal pago Comedy Central, antes de ser transferida para a HBO Max, onde estreou sua 2ª temporada em agosto passado. Sem revelar números, a plataforma afirmou em comunicado que o programa tem sido sua série mais popular desde o lançamento da 2ª temporada e registrado “um crescimento constante a cada semana” conforme novos episódios são lançados. A trama gira em torno de Cary (Drew Tarver) e Yorke (Heléne Yorke) irmãos mais velhos da estrela pop adolescente ChaseDreams (Case Walker). Com Chase aposentado aos 14 anos, a trama segue as frustrações do casal de irmãos, que agora também tem que lidar com a popularidade de sua mãe, Pat (Molly Shannon), que se torna uma apresentadora de talk show. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo o trailer legendado da 2ª temporada da atração, que pode ser vista na HBO Max no Brasil.
Michael K. Williams morreu de overdose
A causa da morte do ator Michael K. Williams, encontrado falecido em seu apartamento na cidade de Nova York, EUA, no dia 6 de setembro, foi uma overdose. O relatório do médico legista, divulgado nesta sexta (24/6) pela imprensa americana, registra as substâncias fluorofentanil, heroína e cocaína no organismo do ator, e indica que ele misturou as drogas antes de morrer. A polícia já trabalhava com a hipótese de overdose, ao encontrar drogas no apartamento de Williams. A investigação continua agora com foco na busca por quem forneceu as drogas ao ator. Michael K. Williams ficou famoso ao estrelar a série “A Escuta” (The Wire), da HBO, que abordava o narcotráfico na cidade de Baltimore, e chegou a disputar o Emmy 2021 por um de seus últimos trabalhos, como Montrose na série “Lovecraft Country”.
Ota (1954-2021)
O cartunista, quadrinista e editor Ota foi encontrado morto em seu apartamento no Rio no Janeiro nesta sexta (24/9), após ficar cinco dias sem ser visto. Os bombeiros foram acionados pelos vizinhos e, ao arrombarem a porta do apartamento, encontraram o artista morto. Um dos mais importantes editores dos quadrinhos brasileiros, Otacílio Costa d’Assunção Barros tinha 67 anos. Atuante no mercado desde os anos 1970, ele marcou época à frente da revista “Mad”, influência no humor de séries como “TV Pirata” e “Casseta & Planeta Urgente”. Ota foi responsável por abrasileirar a “Mad”, originalmente uma publicação americana de humor, incluindo sátiras de novelas e temas nacionais em suas páginas, além de ilustrar os populares “Relatórios Ota”, onde manifestava sua visão sarcástica. Jornalista de formação, ele entrou no mercado de quadrinhos via Editora Brasil-América Latina (EBAL) em 1970, responsável pela publicação dos primeiros títulos de super-heróis do Brasil, saindo no final de 1973 para editar publicações underground (“A Roleta”, “Vírus” e “A Mosca”) e entrar na Editora Vecchi, que lançou a “Mad”. Primeiro e eterno editor da “Mad” brasileira, ele permaneceu à frente da publicação mesmo quando ela mudou de editora. Foram quatro mudanças, da Vecchi (1974-1984) para a Record (1984-2000), depois para a Mythos (2000-2006) e finalmente para a Panini (2008). Na Vecchi, Ota também lançou a cultuada revista de terror nacional “Spektro”, que foi publicada de 1977 até o fechamento da editora em 1983. Sua paixão pelos quadrinhos também rendeu livros. Em 1984, ele publicou “O Quadrinho Erótico de Carlos Zéfiro”, que ajudou a reconhecer a importância dos “catecismos” do gênio pioneiro do erotismo nacional. Foi também responsável por reedições de personagens clássicos, como “Luluzinha” e “Recruta Zero” pela Pixel, além da coleção histórica dos álbuns de “Asterix” pela Record. E ainda criou seus próprios personagens, como Super-Ota e a Garota Bipolar, que continuavam a ser publicados. Por isso e muito mais, a História dos quadrinhos no Brasil perde muito de sua graça sem Ota.












