Netflix apresenta anime baseado no filme “Bright”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Bright: Samurai Soul”, um anime derivado do filme “Bright”, lançado pela plataforma em 2017. Apesar disso, a trama não envolve os personagens vistos no longa, que foi estrelado por Will Smith e Joel Edgerton. A trama se desenrola no passado distante, no Japão durante o final do Shogunato, e gira em torno de um samurai errante chamado Izo e um orc chamado Raiden, que se unem para conduzir uma jovem elfa a salvo para a terra de seu povo no norte, enfrentando inimigos que querem o poder dela. Em suma, basicamente a história de “Bright”, só com samurais em vez de policiais. O visual da produção chama atenção por combinar a estética da arte de impressão em xilogravura japonesa com tecnologia 3DCG. A direção é de Kyohei Ishiguro (“Palavras que Borbulham como Refrigerante”) e a versão em inglês destaca a dublagem de Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como Izo. “Bright: Samurai Soul” estreia em 12 de outubro.
One of Us Is Lying: Nova série do criador de “Elite” ganha trailer
A plataforma Peacock divulgou o pôster e o primeiro trailer de “One of Us Is Lying”, produção do criador de “Elite”, Darío Madrona, que adapta o best-seller “Um de Nós Está Mentindo”, de Karen M. McManus. A prévia introduz um grupo de estudantes suspeitos de homicídio. O vídeo apresenta os personagens principais: Addy Prentiss (Annalisa Cochrane, de “Cobra Kai”), Bronwyn Rojas (Marianly Tejada, da série “The Purge”), Cooper Clay (Chibuikem Uche, de “A Guerra do Amanhã”) e Nate Macauley (Cooper van Grootel, de “Mystery Road”), que são investigados pela morte do colega Simon (Mark McKenna, de “Wayne”). Como no clássico “O Clube dos Cinco”, os cinco estudantes estavam sozinhos durante uma tarde de detenção em sua escola. No entanto, Simon é o único que não volta para casa no fim do dia, já que, no término da detenção, ele cai morto. E os investigadores policiais acreditam que a morte não foi acidental. Considerados suspeitos pela política, os quatro remanescentes também não confiam uns nos outros. Mas e se outra pessoa tivesse armado tudo para culpá-los? Além de produzir, Darío Madrona atua como showrunner da atração, que foi escrita por Erica Saleh (roteirista de “Evil”). A equipe criativa ainda inclui a atriz Jennifer Morrison (“Once Upon A Time”) como diretora de episódios. A série vai estrear em 7 de outubro nos EUA, na única plataforma de grande estúdio ainda sem equivalente no Brasil. E, caso faça sucesso, a atração pode continuar com a sequência literária da história. Em janeiro, Karen McManus lançou “Um de Nós É o Próximo”, que chegou ao país pela editora Galera Record.
“Only Murders in the Building” é renovada para 2ª temporada
Primeiro lançamento inédito da plataforma Star+ no Brasil, a série “Only Murders in the Building” foi renovada para sua 2ª temporada. Estrelada por Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short, a produção fez muito sucesso nos EUA, onde virou a comédia mais assistida da Hulu, sua plataforma original. Apesar de não revelar nenhum número de visualização específico, como é praxe nos streamings da Disney, a Hulu informou que a atração bateu o recorde de “número total de usuários distintos e individuais que assistiram a qualquer episódio da série” em sua estreia, disse um porta-voz. “Only Murders in the Building” estreou há duas semanas e traz os protagonistas nos papéis de três vizinhos obcecados por documentários criminais que se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir quando um morador de seu prédio é assassinado. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, mas que acaba lhes colocando em risco. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), tem produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”) e da 20th Television, e além do trio famoso também inclui Amy Ryan (“The Office”), Aaron Dominguez (“Shaft”), Nathan Lane (“Modern Family”) e até o cantor Sting no elenco. “Há algo neste projeto que parece transformá-lo em sucesso desde o início; desde o primeiro almoço de Dan com Steve, no qual Steve mencionou por acaso que tinha uma ideia para uma série, com John pulando a bordo para co-criá-la, com Steve concordando em estrelar, mas apenas se Marty se juntasse a ele, até a adição inspirada de Selena”, disse a presidente da 20th Television, Karey Burke. “A comédia que essa equipe fez é a obsessão de todos os executivos deste estúdio, e nossos amigos da Hulu a trataram como a joia da coroa que é. E agora, graças à incrível resposta do público, estamos muito felizes em dizer que haverá mais assassinatos no prédio – o que é uma ótima notícia para todos, exceto talvez para os residentes do Arconia.” Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. O lançamento no Brasil aconteceu simultaneamente com os EUA, no dia exato da inauguração da plataforma Star+, que é a equivalente nacional da Hulu. Veja abaixo o trailer oficial legendado da série feito para o novo serviço de streaming.
Christopher Nolan rompe com a Warner e vai filmar na Universal
O próximo filme de Christopher Nolan (“Tenet”) será lançado pela Universal Pictures. O diretor levou o projeto ao mercado, mostrando sua contrariedade com a Warner, estúdio por onde lançou quase todos os seus longas nos últimos 20 anos – desde “Insônia” em 2002. Seu último filme, “Tenet”, foi lançado exclusivamente nos cinemas em outubro de 2020. Apesar das dificuldades da crise sanitária, o épico de ação arrecadou US$ 363 milhões em bilheterias ao redor do mundo. Mesmo assim, a Warner considerou o valor baixo e optou por lançar todos os seus filmes posteriores num modelo híbrido de distribuição. Nolan ficou irritadíssimo. Após falar mal da estratégia do estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max, ele decidiu buscar outra parceria. Em seu novo filme, Nolan pretende voltar à época da 2ª Guerra Mundial, mas em vez das batalhes de “Dunkirk” focará nos bastidores burocráticos e científicos da criação da bomba atômica, com destaque para o envolvimento do cientista J. Robert Oppenheimer, gênio por trás do projeto Manhattan e autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Segundo o site Deadline, o ator Cillian Murphy vai participar do projeto. Mais conhecido como protagonista de “Peaky Blinders”, Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. Oppenheimer já foi o tema de filme, o fracasso de bilheteria de 1989 “O Início do Fim” (Fat Man and Little Boy), estrelado por Paul Newman, dirigido por Roland Joffé e apreciado por poucos, com 47% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Assassinato de Daniella Perez vai virar série da HBO Max
A HBO Max preparando uma série documental de cinco episódios sobre o caso da atriz Daniella Perez, que foi assassinada em 1992. Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, a obra terá depoimentos da mãe da atriz, a autora Gloria Perez, de membros da família e de amigos. Daniella, que na época estrelava a telenovela “De Corpo e Alma”, escrita por sua mãe, foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. O corpo da atriz foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de punhal. O caso chocou o Brasil pelos envolvidos serem artistas muito conhecidos e que trabalhavam juntos. A série sobre o crime real tem estreia prevista para 2022.
Sondra James (1939-2021)
A atriz Sondra James, que participou do filme “Coringa” e em dezenas de outras produções nas últimas décadas, morreu no domingo (12/9) em Nova York, após uma batalha de cinco meses contra o câncer de pulmão. Ela tinha 82 anos. James fez sua estreia no cinema em “A Poderosa Afrodite”, comédia de Woody Allen de 1995, que abriu as portas para uma carreira de figurante em várias atrações famosas, como “Aconteceu em Woodstock” (2009), “Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme” (2010), “Amor à Distância” (2010), “O Ditador” (2012), “Trocando os Pés” (2014) e até “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017), sem esquecer sua aparição antológica em “O Coringa” (2019), como a Dra. Sally, convidada de um programa de entrevistas que é beijada por Joaquin Phoenix. Ela também apareceu em muitas séries, incluindo “Law & Order”, “Blue Bloods”, “What We Do in the Shadows” e “Crisis in Six Scenes”, na qual voltou a trabalhar com Woody Allen. Mas estas figurações eram, na verdade, uma carreira paralela à sua principal atividade em Hollywood. Depois de fazer algumas dublagens, James se tornou diretora de um dos maiores grupos de pós-produção de Nova York, chamado Speakeasy, escalando elencos, coordenando gravações de som, mixagens e dublagens para séries, incluindo todas as temporadas de “Sex and the City”, “Boardwalk Empire”, “Smash” e “Damages” e sucessos de cinema como “O Talentoso Ripley” (1999), “O Sexto Sentido” (1999), “Os Excêntricos Tenenbaums” (2001), “O Diabo Veste Prada” (2006), “O Leitor” (2008) e “Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum” (2013). Seu último trabalho foi um papel em “The Tender Bar”, filme dirigido por George Clooney e estrelado por Ben Affleck, que será lançado no próximo ano.
Pinguim: Vilão de Batman pode ganhar série na HBO Max
A HBO Max estaria desenvolvendo uma série centrada no Pinguim, vilão clássico dos quadrinhos de Batman. Segundo os sites Deadline, Variety e The Hollywood Reporter trata-se de uma produção derivada do novo filme “Batman”, que estreia em março. No longa, o personagem é vivido pelo ator Colin Farrell (“Magnatas do Crime”). Pinguim se juntaria a outro conteúdo derivado de “Batman”, uma série centrada no GCPD, o Departamento de Polícia de Gotham City, que está há bastante tempo em desenvolvimento. Ambas as atrações teriam o mesmo produtor, Matt Reeves, diretor do novo filme do super-herói. A Warner se recusou a comentar a informação, mas o estúdio já implementou essa sinergia com a produção de “Pacificador”, série derivada do filme “O Esquadrão Suicida”, prevista para janeiro. Os três sites acrescentam que a roteirista Lauren LeFranc (de “Agents of SHIELD”) será a showrunner do projeto, descrito como a história da ascensão do Pinguim no submundo do crime, ao estilo do filme “Scarface”. Vale lembrar que uma história semelhante foi contada na recente série “Gotham”.
Emily Osment vai estrelar sitcom na Netflix. Veja o trailer
A atriz Emily Osment, que foi colega de Miley Cyrus em “Hannah Montana”, da Disney, vai estrelar uma sitcom tradicional após o cancelamento de sua atração mais recente, “O Método Kominsky”. A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer da nova produção, intitulada “Pretty Smart”, que mostra Emily como uma mulher esnobe e inteligente, mas que não sabe se virar sozinha. Por isso, decide morar em Los Angeles com a irmã mais jovem e menos esperta, que, por sua vez, divide sua casa com outros três clichês ambulantes que têm ainda menos neurônios. Pense em “The Big Bang Theory”. Agora imagine o oposto. Melhor ainda, veja o trailer abaixo. Criada pelos roteiristas Jack Dolgen e Doug Mand (ambos de “Crazy Ex-Girlfriend”), a série gravada em estúdio sob risadinhas do público também conta com Cinthya Carmona (“O Cobrador de Impostos”), Olivia Macklin (“The Young Pope”), Michael Hsu Rosen (“Looking”) e Gregg Sulkin (“Fugitivos da Marvel”) em seu elenco. A estreia de “Pretty Smart” está marcada para 8 de outubro.
Pôster destaca volta de Erik Killmonger na série “What If…?”
A Disney+ revelou nas redes sociais o pôster do próximo episódio de “What If…?”, que estampa o personagem Erik Killmonger, vivido por Michael B. Jordan em “Pantera Negra”. “O que você acha que vai acontecer?”, pergunta o texto que acompanha o cartaz. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram histórias alternativas em que alguns personagens não teriam morrido, outros não ganharam superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Para completar, a série ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). O próximo episódio será exibido na quarta-feira (15/9) e contará com dublagem de Michael B. Jordan, um dos astros do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que retomou seu personagem na animação. Por conta disso, há expectativa para mais um participação de Chadwick Boseman como T’Challa, grande rival de Killmonger em “Pantera Negra”. O ator deixou gravadas as dublagens de quatro episódios antes de morrer. Duas participações já foram ao ar. O Killmonger vai chegar no sexto episódio de #WhatIf! 👀 O que você acha que vai acontecer? Nesta quarta, só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/CcQdcqpANJ — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) September 13, 2021
Roteiristas dos filmes do Caso Richthofen criam série sobre Caso Nardoni
Os roteiristas dos filmes sobre o Caso Richthofen, Raphael Montes e Ilana Casoy, estão desenvolvendo uma série sobre outro famoso crime brasileiro: o Caso Nardoni. Pra quem não lembra, a menina Isabella de Oliveira Nardoni, de cinco anos, foi jogada do sexto andar de seu apartamento em São Paulo, na noite de 29 de março de 2008. O caso gerou comoção nacional, e Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, respectivamente pai e madrasta da criança, foram condenados por homicídio doloso qualificado. A produção se baseia no livro de Ilana sobre o julgamento, “A Prova É a Testemunha”, e está sendo negociada com uma plataforma de streaming. Vale lembrar que os filmes sobre Suzane Von Richthofen, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, foram negociados com a Amazon Prime Video para lançamento exclusivo em streaming em 24 de setembro. Além disso, Raphael Montes e Ilana Casoy também são os responsáveis pela série “Bom Dia, Veronica”, renovada para a 2ª temporada pela Netflix.
Jeff Bridges diz que seu câncer está em remissão
O ator Jeff Bridges compartilhou uma boa notícia com os fãs. Ele contou, numa atualização de seu site oficial, que seu câncer está em remissão. O ator havia revelado que tinha encontrado um tumor no sistema linfático em outubro passado. “A massa de 22x30cm já diminuiu para o tamanho de uma bolinha de gude”, contou o vencedor do Oscar. Por outro lado, ele contou que ainda sente os efeitos prolongados da covid-19, que contraiu em março. “No momento, é passado, mas a covid realmente me pegou. Agora, estou vacinado duplamente e me sinto muito melhor. Ouvi dizer que a vacina ajuda as pessoas que já contraíram a doença a lidar com os efeitos a longo prazo, o que pode ser o motivo da minha recuperação”, escreveu. Bridges revelou que teve até que carregar um tanque de oxigênio durante alguns meses, recorrendo a ele sempre que se movimentava demais. “O barulho da respiração me lembrava Darth Vader”, comentou. Ele precisou trabalhar com um fisioterapeuta para recuperar a função respiratória, com o objetivo de levar sua filha mais nova, Hayley, até o altar no recente casamento dela. Mas conseguiu se sair melhor, dançando com ela na cerimônia. O ator agradeceu ao seu time médico pelo trabalho, e finalizou a mensagem dizendo-se ansioso para voltar ao trabalho na série “The Old Man”, produção do canal pago FX, que vai estrear na plataforma Hulu no ano que vem. Na atração, Bridges interpreta um agente da CIA aposentado. Ele publicou uma pequena prévia da produção em seu site, que pode ser conferida abaixo.
She-Ra vai ganhar série live-action na Amazon
She-Ra vai trocar a Netflix pela Amazon. Depois de um reboot animado bem-sucedida, a Princesa do Poder ganhará uma série live-action, que vai marcar a primeira produção com atores reais da produtora DreamWorks Animation. Segundo apurou a revista Variety, a série em desenvolvimento para a Amazon Prime Video terá uma narrativa independente e não estará ligada aos desenhos animados da personagem. Será a primeira vez que She-Ra aparecerá em carne e osso, embora seu irmão famoso, o He-Man, já tenha sido vivido por Dolph Lundren num filme de 1987. Na série animada original, o nome verdadeiro de She-Ra é Princesa Adora, a irmã gêmea há muito perdida do Príncipe Adam, o He-Man. Ela foi sequestrada como um bebê por Hordak da Horda do Mal e levada para o planeta Etheria, onde foi controlada mentalmente para servir como Capitã da Força da Horda. He-Man eventualmente a ajudou a quebrar o controle mental e lhe deu a Espada de Proteção, que permite que ela se transforme em She-Ra e ganhe um poder incrível. A série original “She-Ra: A Princesa do Poder” durou duas temporadas e quase 100 episódios, exibidos na TV entre 1985 e 1986. Já a versão mais recente da personagem, “She-Ra e as Princesas do Poder”, durou cinco temporadas e 52 capítulos, entre 2018 e 2020, na Netflix. O reboot removeu qualquer conexão da heroína com He-Man, apresentando-a como uma adolescente que foge da Horda depois de descobrir a Espada de Proteção. Ao virar She-Ra com o poder da espada, ela busca se aliar com outras princesas em torno da rebelião em Etheria.
Novo filme do Predador encerra filmagens
O quinto filme da franquia “Predador” foi rodado totalmente sem alarde e já encerrou suas filmagens. O fim dos trabalhos foi anunciado no Instagram por Jeff Cutter, diretor de fotografia da produção, e confirmado, de certa forma, pelo diretor Dan Trachtenberg. Os dois trabalham juntos na sci-fi “Rua Cloverfield, 10” (2016). Cutter também revelou o título do filme em inglês em sua postagem. “É o fim das filmagens de ‘Skulls’! Não tenho palavras para agradecer o suficiente Dan Trachtenberg por me convidar para essa jornada épica e confiar em mim para ajudar a alcançar sua visão para este filme!”, ele escreveu, mencionando ainda integrantes do elenco e a “brava equipe de Calgari”, no Canadá, onde a produção foi filmada. Menos explícito, Trachtenberg publicou uma foto da região das filmagens e se despediu sem dar detalhes. “Adeus, Calgary. Obrigado pela paisagem”, escreveu suscintamente. “Skulls” será apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há cinco anos. Desde então, ele filmou três episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” (também cinematografado por Cutter) e o piloto da vindoura “The Lost Symbol”. O quinto “Predador” ainda não tem sinopse oficial, mas vai envolver um grupo de guerreiros Comanche e uma protagonista feminina, interpretada por Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”). O roteiro foi escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”) e ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Cutter (@jeff_cutter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dan Trachtenberg (@dannytrs)












