Camila Cabello quer ser Cruella no primeiro trailer de “Cinderela”
A Amazon divulgou novos pôsteres e o primeiro trailer de “Cinderela” com Camila Cabello. A prévia mostra que a “versão moderna” da fábula encantada troca um clichê por outro. A Cinderela Cabello não quer ir ao baile real para conseguir um Príncipe Encantado, mas para lançar sua carreira de estilista de moda. Sim, ela quer ser como Cruella e várias outras personagens femininas de comédias românticas atuais. É diferente, mas… nem tanto. Repleto de covers de hits conhecidos, o musical é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”), que também está no elenco como um dos ratinhos amigos de Cinderela, junto com Idina Menzel como a Madrasta, Billy Porter (“Pose”) como a Fada Madrinha, Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert e Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei. Já a direção é assinada por Kay Cannon, roteirista-criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que debutou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”. A estreia está marcada para 3 de setembro em streaming. Veja abaixo o trailer dublado em português e o original com a voz de Camila Cabello.
Camila Cabello canta hits de Jennifer Lopez e Janet Jackson no filme “Cinderela”
A Amazon Prime Video divulgou a lista de músicas que tocarão no filme de “Cinderela” protagonizada por Camila Cabello. Apresentado como uma versão musical moderna da fábula encantada, “Cinderela” terá muitos covers de sucessos populares, como “Material Girl” de Madonna, cantada por Idina Menzel (a voz de Elsa em “Frozen”), além de trazer Camila Cabello entoando “Let’s Get Loud”, de Jennifer Lopez, e “Rhythm Nation”, de Janet Jackson. O repertório também tem rock, como “Somebody to Love”, da banda Queen, e “Seven Nation Army”, do White Stripes. O musical é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”) e pretende apresentar uma “reviravolta feminista” na história. Corden está no elenco como um dos ratinhos amigos de Cinderela, junto com Idina Menzel como a Madrasta, Billy Porter (“Pose”) como a Fada Madrinha, Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert e Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei. Já a direção é assinada por Kay Cannon, roteirista-criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que debutou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”. A estreia está marcada para 3 de setembro em streaming. Confira a seguir a lista oficial das faixas da trilha sonora. “Rhythm Nation/ You Gotta Be” – Camila Cabello, Idina Menzel & Cinderella Original Motion Picture Cast “Million to One” – Camila Cabello “The New Barry” – Ben Bailey Smith “Somebody to Love” – Nicholas Galitzine & Cinderella Original Motion Picture Cast “Material Girl” – Idina Menzel & Cinderella Original Motion Picture Cast “Am I Wrong” – Camila Cabello, Nicholas Galitzine, Idina Menzel & Cinderella Original Motion Picture Cast “Million To One” (Reprise) – Camila Cabello “Shining Star” – Billy Porter & Cinderella Original Motion Picture Cast “Whatta Man/ Seven Nation Army” – Nicholas Galitzine & Cinderella Original Motion Picture Cast “Perfect” – Camila Cabello & Nicholas Galitzine “Dream Girl” – Idina Menzel & Cinderella Original Motion Picture Cast “Million to One/ Could Have Been Me” (Reprise) – Camila Cabello & Nicholas Galitzine “Let’s Get Loud” – Camila Cabello, Nicholas Galitzine, Idina Menzel & Cinderella Original Motion Picture Cast “Score Suite” – Mychael Danna & Jessica Weiss
Série documental de Juliette terá episódio extra no Globoplay
A série documental “Você Nunca Esteve Sozinha” sobre Juliette Freire, a vencedora do “BBB 21”, exibiu seu último capítulo no Globoplay nesta terça-feira (3/8). Mas a história continua, porque a produção terá mais um episódio que não estava previsto. Este capítulo extra mostrará “a emoção de Juliette ao retornar à Paraíba. Os primeiros encontros musicais com artistas conhecidos pelo público e os desafios do início da carreira como cantora”, segundo a sinopse oficial. Só que o fecho da série não será exibido na próxima semana. Ele será disponibilizado penas em setembro, e pretende mostrar aos fãs mais detalhes da nova carreira de Juliette. Ao longo de seus episódios, o registro documental revelou que Juliette pretende iniciar uma carreira musical, que será lançada oficialmente nos próximos meses. Veja abaixo o anúncio da produção. Não sei dizer não para os piticactos. 😌🌵 Vocês pediram e…VAI TER EPISÓDIO EXTRA, SIM! 🥳🎉😍👏 🎶 Prepare o seu ❤️ porque o episódio extra chega em setembro! 🥰#VocêNuncaEsteveSozinha – o doc de Juliette pic.twitter.com/EOzNKt3D3A — globoplay (@globoplay) August 3, 2021
Francisco Weffort (1937-2021)
O cientista político e ex-ministro da Cultura Francisco Weffort morreu no domingo (1/8), aos 84 anos, em decorrência de um infarto do miocárdio. Ele nunca trabalhou no cinema. Mas foi um dos homens mais importantes para a História do Cinema Brasileiro. Professor acadêmico da USP com várias obras publicadas e um dos fundadores do PT, ele participou ativamente da campanha das Diretas Já e foi filiado ao partido até 1994, quando foi convidado a assumir o cargo de ministro durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ele permaneceu no cargo de ministro da Cultura por sete anos, de 1995 a 2002, onde teve papel importante na retomada da produção cinematográfica no país, com a implementação da Lei do Audiovisual. Tanto a lei federal de incentivo, iniciada por Sérgio Paulo Rouanet (por isso Lei Rouanet) em 1991, e a Lei do Audiovisual, iniciada por Antônio Houaiss em 1992, já existiam antes do governo FHC. Mas só passaram a funcionar amplamente a partir de 1995. No intuito de criar uma “cultura de investimentos” pelas leis de incentivo, Weffort estimulou empresas estatais, como a Petrobrás, o Banco do Brasil e principalmente as empresas de telecomunicações (Telebrás, Telesp, Telerj etc.) a se tornarem as principais investidoras do cinema brasileiro. O sucesso dos primeiros filmes incentivados logo chamou atenção da iniciativa privada. Não por acaso, este período ficou conhecido pelo nome de “Retomada”, por representar o resgate da produção cinematográfica brasileira, praticamente interrompida durante o governo Collor, que fechou a Embrafilme em 1990. A partir de 1995, com o sucesso de “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil”, “Terra Estrangeira” e “O Quatrilho”, o cinema brasileiro tomou novo rumo e embalou. De cerca de 15 filmes produzidos em 1995, o país saltou para 185 longas-metragens em 2018, último ano antes da devastação do governo Bolsonaro. E foi um salto também de qualidade. Enquanto Weffort foi ministro, o Brasil teve quatro filmes indicados ao Oscar – os longas “O Quatrilho” (em 1996), “O Que é Isso, Companheiro?” (em 1998) e “Central do Brasil” (em 1999), além do curta “Uma História de Futebol” (em 2001). Em 2019, Bolsonaro acabou com o Ministério da Cultura, paralisou a Lei Rouanet, proibiu o patrocínio cultural de estatais, aparelhou a Ancine para congelar o Fundo Setorial do Audiovisual e vetou a renovação do Recine e da Lei do Audiovisual. Mas em agosto de 2020, o Congresso Nacional restituiu a Lei do Audiovisual, derrubando o veto obscurantista e mantendo vivo o legado de Weffort e Houaiss. Weffort foi um dos ex-ministros da Cultura que protestaram contra a extinção do Ministério por Bolsonaro. “A extinção do Ministério da Cultura é um erro. A existência do Ministério tem garantido um olhar à altura da relevância da cultura e da arte na vida brasileira. Mesmo com recursos limitados, a pasta foi capaz de defender, formular, fomentar, criar e inovar a relação do Estado com a sociedade no plano da cultura, em respeito às tradições brasileiras desde o império”, dizia o texto de um manifesto assinado por ele e outros ex-ministros da pasta, que também questionavam “a demonização das redes de incentivo”. A política anticultural de Bolsonaro culminou numa coincidência trágica. Enquanto Weffort morria, o ministro-sanfoneiro Gilson Machado, do Turismo, dava vexame como representante do Brasil numa conferência internacional de Ministros da Cultura, falando mentiras absurdas sobre a preservação da Amazônia – desmascaradas pelo vice-presidente Mourão no dia seguinte – num discurso ideológico que repercutiu negativamente em todo o mundo, ao mesmo tempo em que ignorou a pauta de Cultura do evento – de resto, irrelevante para o atual governo. Nesta segunda-feira (2/8), o ex-presidente Fernando Henrique prestou uma homenagem a seu antigo ministro em suas redes sociais. “Hoje minha homenagem e minhas considerações estão voltadas especialmente ao caro Weffort, que deixa um vazio imenso em todos os que lhes eram próximos. Saudades”, escreveu. Por meio de nota, o ex-presidente Lula também destacou a importância do antigo ministro, em seu caso para a estruturação do PT. “Francisco Weffort foi um cientista político que marcou a academia brasileira, um professor por vocação, e um intelectual público dedicado a pensar sobre a democracia e o Brasil, não só estudando e refletindo sobre nossa realidade, mas também atuando como cidadão pelas causas que acreditava para um país melhor”, escreveu o petista. Ex-ministros da Cultura também manifestaram pesar pela morte de Weffort. Sérgio Sá Leitão, que ocupou o posto no governo Temer, destacou que o cientista político “ajudou a consolidar o MinC, valorizou as instituições federais da área e potencializou a Lei Rouanet”. Marcelo Calero afirmou nas redes sociais que Weffort foi “um grande nome na construção de políticas públicas culturais”.
Pocah canta letra ousada em clipe comportado
A cantora Pocah enfrentou turbulências no lançamento de seu novo clipe, “Muito Prazer”, durante o fim de semana. A letra com palavrões, inclusive a palavra com F, acabou levando o vídeo a sofrer restrição etária no YouTube. Mas depois que ela botou a boca no Instagram – “imagine o que eu faço com a boca” – , o vídeo foi liberado. “É difícil né? Ser uma grande gostosa nesse país”, Pocah cutucou nas redes sociais. “Muito Prazer” é um grande elogio ao sexo oral. Diz a letra: “Vou botar na sua boca uma coisa louca/ Você vai sentir o gosto do prazer”. O vídeo, porém, não explora nada disso. Dirigido por Rafa Costakent (que trabalhou com Gloria Groove, Ludmilla e Natiruts), o trabalho começa fazendo publicidade de um produto aleatório. Quando lembra que é um clipe, passa a registrar a cantora de calcinha branca sob chuva cenográfica, além de um maiô de super-heroína funk. Só que tudo isso embalado numa coreografia bastante comportada.
Humorista do “Saturday Night Live” escreve novo filme das “Tartarugas Ninja”
O humorista Colin Jost, do programa “Saturday Night Live”, está escrevendo o roteiro de um novo filme das “Tartarugas Ninja” com seu irmão Casey Jost (“Impractical Jokers”). O projeto é um filme live-action, separado da animação que o também comediante Seth Rogen está produzindo para a Paramount e a Nickelodeon. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a produção continua nas mãos do cineasta Michael Bay, produtor dos dois longas mais recentes da franquia, que arrecadaram juntos US$ 1,2 bilhão nas bilheterias mundiais. Além deste roteiro, o marido de Scarlett Johansson também está escrevendo “Worst Man” para a Universal, comédia que ele vai co-estrelar com o colega de “SNL” Pete Davidson.
Ator de “Cobra Kai” negocia viver o herói Besouro Azul
O ator Xolo Maridueña, que ficou conhecido pelo papel de Miguel Diaz em “Cobra Kai”, abriu negociações com a Warner para assumir o papel principal do filme do herói “Besouro Azul”. O personagem já teve três versões diferentes nos quadrinhos, mas a produção vai se focar na mais recente, o que fará de “Blue Beetle” (título original) o primeiro filme de super-herói latino. A trama gira em torno de Jaime Reyes, jovem de uma família mexicana que ganha superpoderes ao encontrar uma tecnologia alienígena. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre do Besouro Azul possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que a Inteligência Artificial que acompanha a roupa quer usar a tecnologia para ajudar uma invasão da Terra. O personagem foi criado por Keith Giffen, John Rogers e Cully Hamner em 2006 na saga “Crise Infinita”. E desde então ele ingressou nos Jovens Titãs e apareceu na série animada da Justiça Jovem. A adaptação está a cargo do roteirista Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”) e do diretor Angel Manuel Soto, que foi premiado no Festival de Sundance do ano passado com o drama indie “Twelve”. As filmagens estão marcadas para o início de 2022. E assim como a produção de “Batgirl”, o lançamento não é para os cinemas, mas para a plataforma HBO Max.
James McAvoy e Sharon Horgan tentam sobreviver à quarentena em trailer de comédia
A Bleeker Street divulgou o pôster e o trailer de “Together”, comédia britânica sobre a crise de um casal durante o isolamento social da pandemia, estrelada por James McAvoy (“X-Men: Fênix Negra”) e Sharon Horgan (“Catastrophe”). A prévia mostra como a narrativa abusa do recurso teatral da quebra da quarta parede (isto é, declarações feitas diretamente para o público/câmera) em meio a discussões constantes, enquanto os protagonistas tentam encontrar uma maneira de não se matar durante a quarentena sob o olhar aterrorizado do filho pequeno. A produção marca a volta do diretor Stephen Daldry ao cinema, sete anos após seu último filme, “Trash: A Esperança Vem do Lixo” (2014). Desde então, ele trabalhou na série “The Crown”. Por sinal, Daldry divide a direção de “Together” com Justin Martin, que foi seu assistente na série da Netflix. A estreia está marcada para 27 de agosto nos EUA e não há previsão para o lançamento no Brasil.
Reese Witherspoon vende sua produtora
A atriz Reese Witherspoon negociou sua produtora Hello Sunshine com o grupo de investimento Blackstone por um valor não revelado. A companhia, avaliada em cerca de US$ 900 milhões pelo mercado, integrará um novo grupo de mídia, que terá Witherspoon entre suas sócias. Ainda sem nome, a nova empresa será liderada pelos ex-executivos da Walt Disney Co. Kevin Mayer e Tom Staggs, e pretende fazer novas aquisições. Apesar da venda, Witherspoon e sua sócia, Sarah Harden, continuarão a comandar a Hello Sunshine, que desde sua fundação em 2016 produziu as séries “Big Little Lies”, da HBO, “The Morning Show” e “Truth Be Told”, da Apple TV+ e “Pequenos Incêndios em Toda Parte”, da Amazon, além de ter vários projetos em desenvolvimento, inclusive seus primeiros filmes. A aquisição foi uma oportunidade comercial para aproveitar a guerra entre os serviços de streaming, que força as plataformas a gastar bilhões de dólares em conteúdo, ao mesmo tempo em que limita a oferta ao mercado de produções de empresas que têm seus próprios streamings. Sem estúdio próprio, a Amazon se viu impelida a comprar a MGM neste ano, enquanto Apple TV+ e Netflix continuam dependentes de produções externas. “A rápida procura por conteúdo de alta qualidade é um dos temas de investimento de maior convicção de nossa firma”, disse Joe Baratta, chefe global de private equity (aquisição de empresas promissoras) da Blackstone, em um comunicado. Witherspoon também se manifestou, comemorando a negociação nas redes sociais. “Que dia tremendo!”, ela escreveu em seu Instagram. “Eu comecei a Hello Sunshine para mudar a forma como todas as mulheres são vistas na mídia. Nos últimos anos, vimos nossa missão prosperar por meio de livros, TV, filmes e plataformas sociais. Hoje, estamos dando um grande passo a frente ao firmar parceria com a Blackstone, que nos permitirá contar histórias ainda mais divertidas, impactantes e esclarecedoras sobre a vida das mulheres em todo o mundo. Eu não poderia estar mais animado com o que isso significa para o nosso futuro. Estou empenhado em continuar a criar oportunidades para que cineastas, autores e criadores de todas as origens e experiências possam contar suas histórias de sua própria maneira e alcançar ainda mais público, que verão que suas histórias são importantes. Estou profundamente orgulhosa da equipe que nos trouxe a este momento incrível e estou muito feliz por estar trabalhando com Blackstone, Kevin Mayer e Tom Staggs para desenvolver uma empresa de mídia de próxima geração. Eles estão empenhados em ajudar nossa missão de empoderar as mulheres e as pessoas que as celebram. Uma história de cada vez”, a estrela completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon)
“The Chi” é renovada para 5ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator-mirim Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”, para sua 5ª temporada. A renovação vem um dia após o final do quarto ano da produção, que se encerrou com uma média de 4,2 milhões de telespectadores semanais, uma das maiores audiências da história do canal. A 5ª temporada está programada para estrear em 2022. A grande sintonia reforça como a série lidou bem com a demissão de Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”) ao final da 2ª temporada. Seu personagem, um dos protagonistas das primeiras temporadas, sumiu da trama após denúncias contra o comportamento do ator nos sets em relação às mulheres. Ele foi acusado de ser desrespeitoso com as colegas e até com as chefes. Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, “The Chi” também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A serie estreou em janeiro de 2018 nos Estados Unidos, com 87% de aprovação da crítica. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jacob Latimore (“Sleight”), Birgundi Baker (“Black Lightning”), Yolanda Ross (“The Get Down”), Curtiss Cook (“House of Cards”), Luke James (“Star”) e os estreantes Michael V. Epps e Shamon Brown Jr. Inédita no Brasil, a série não chegou com a disponibilização do conteúdo do Showtime na plataforma Paramount+ no país. Veja abaixo o trailer da temporada mais recente da atração.
Natalie Portman desiste de estrelar “Dias de Abandono”
A atriz Natalie Portman desistiu de estrelar a adaptação do livro “Dias de Abandono”, da misteriosa escritora italiana Elena Ferrante, e com isso a HBO anunciou que o filme não será mais realizado. “Devido a razões pessoais imprevistas, Natalie Portman desistiu do filme da HBO ‘Dias de Abandono’ antes do início das filmagens”, disse o canal pago, em comunicado. “Infelizmente, a produção não vai avançar. Lamentamos muito não podermos trazer essa linda história para a tela com nossos talentosos escritor/diretor e elenco. Enviamos nossos sinceros agradecimentos ao nosso elenco, produtores e equipe por toda a paixão e trabalho árduo. ” Detalhes sobre o motivo da desistência da atriz vencedora do Oscar por “Cisne Negro” (2010) não foram divulgados, mas ela também deletou todo o vasto arquivo de posts de seu Instagram, deixando apenas uma mensagem sobre “passar algum tempo na natureza longe do meu telefone”. O longa estava em fase de pré-produção adiantada, e teria roteiro e direção de Maggie Betts, que venceu o Prêmio Especial do Júri do Festival de Sundance por sua estreia, “Noviciado”, em 2017. A produção americana seria a segunda adaptação de “Dias de Abandono”. A primeira, dirigida por Roberto Faenza e estrelada por Margherita Buy, foi lançada na Itália em 2005 sem muita repercussão. Mas isso foi antes do fenômeno “A Amiga Genial”, publicado em 2011. Publicado em 2002, antes da célebre “tetralogia napolitana”, o livro conta a história de uma mulher que se vê subitamente abandonada pelo marido após 15 anos de um casamento aparentemente estável e feliz. Em setembro passado, Portman revelou em seu Instagram que “Dias de Abandono” era um de seus livros favoritos: “A escrita de Elena Ferrante é feroz, brutalmente honesta e totalmente viciante. Sua série napolitana e ‘Dias de Abandono’ estão entre meus livros favoritos – o tipo de livro que você fica triste de terminar porque se sente muito conectado com os personagens e suas experiências”. Veja abaixo o trailer da adaptação italiana.
“Virando o Jogo dos Campeões” é renovada para 2ª temporada
A plataforma Disney+ renovou “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers) para sua 2ª temporada. Baseada na trilogia cinematográfica “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks), sucesso da Disney nos anos 1990, a atração foi considerada pela crítica americana um dos melhores adaptações de filme para série, com 89% de aprovação no portal Rotten Tomatoes. A série parece mesmo um novo filme da franquia, com direito inclusive ao retorno do ator Emilio Estevez ao papel de Gordon Bombay, que volta para treinar mais um time inadequado de hóquei infantil. Além de Esteves, o elenco destaca Lauren Graham (a eterna Lorelai de “Gilmore Girl”) como a mãe de um garoto (Brady Noon, de “Bons Meninos”) que não é considerado bom o bastante para jogar hóquei e que o estimula a montar seu próprio time com outras crianças rejeitadas. É aí que entra em cena o famoso especialista em treinar times de hóquei que desafiam as probabilidades. Para quem não lembra ou não viu o filme original (ou seja, todos da faixa etária visada pela série), “Nós Somos Campeões” virou um hit cinematográfico da Disney em 1992 ao acompanhar a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, acaba sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que o estúdio produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série partiu do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que também assinou o roteiro do primeiro episódio e produziu a atração em parceria com Josh Goldsmith e Cathy Yuspa (roteiristas de “De Repente 30”). Para completar, o piloto foi dirigido por James Griffiths, da comédia “Ritmo Cubano” (2014). Veja o trailer da atração abaixo.
“Descendentes: O Casamento Real” terá homenagem a Cameron Boyce
O longo animado “Descendentes: O Casamento Real” vai refletir a morte de Cameron Boyce, intérprete do personagem Carlos, filho de Cruella de Vil. Os produtores resolveram não substituir a voz de Boyce, que morreu em 2019, aos 20 anos após uma crise epilética e aproveitaram a produção do filme animado para homenageá-lo. Uma prévia do roteiro disponibilizada no Instagram oficial da franquia revelou uma cena em que os três protagonistas remanescentes abordam a ausência de Carlos. A conversa entre Mal (Dove Cameron), Evie (Sofia Carson) e Jay (Booboo Stewart) serve como uma homenagem ao personagem, sem dar maiores detalhes sobre o que aconteceu com ele. O desenho retomará a história do reino de Auradon, onde vivem os personagens das fábulas encantadas da Disney, e apresentará o casamento real entre Mal, a filha da bruxa Malévola, e o Rei Ben (Mitchell Hope), o filho da Bela e da Fera. “Descentes” teve três filmes live-action (com os atores de carne e osso) entre 2015 e 2019, quando se tornou a saga mais popular do Disney Channel. Mas o novo lançamento não é a primeira produção animada da franquia, que chegou a ter uma série de animação computadorizada exibida de 2015 a 2017, também com dublagem do elenco original. “Descendentes: O Casamento Real” estreia em 13 de agosto no Disney Channel americano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Descendants 3 (@disneydescendants)












