Quentin Tarantino não perdoa mãe por tentar impedir sua carreira
O diretor Quentin Tarantino revelou que sua mãe está em sua lista negra por ter tentado dificultar sua carreira. Em entrevista ao podcast The Moment, o diretor de cinema revelou que não só não recebeu apoio de sua mãe como ela tentou impedir que ele seguisse seus sonhos cinematográficos. Ele contou que começou a escrever seus primeiros roteiros quando estava na escola, só que isso não foi aceito pelos professores porque não estava no currículo. “Eles consideravam um ato desafiador de rebelião eu fazer isso ao invés do meu trabalho escolar”. Por causa disso, sua mãe quis proibi-lo de escrever. “Ela disse, ‘e a propósito, esta pequena carreira de roteirista que você está tentando simplesmente acabou’, com aspas nos dedos e tudo mais”, revelou. Tarantino diz que nunca esqueceu e nem a perdoou. “Quando ela me disse aquilo daquele jeito sarcástico, eu apenas pensei, ‘quando eu me tornar um roteirista de sucesso, você nunca verá um centavo do meu sucesso'”, explicou. “Não haverá uma casa nova para você. Não há férias para você, nenhum Cadillac Elvis para a mamãe. Você não ganhar nada. Porque você disse isso”, completou o cineasta, que venceu dois Oscars pelos roteiros de “Pulp Fiction” e “Django Livre”, exatamente o que sua mãe queria proibir que ele fizesse.
“O Esquadrão Suicida” lidera mas não anima bilheterias dos EUA
“O Esquadrão Suicida” estreou em 1ª lugar nas bilheterias da América do Norte no fim de semana, marcando a primeira liderança de um filme “R-Rated” (para maiores nos EUA) desde o começo da pandemia, em março de 2020. Mas a arrecadação de US$ 26,5 milhões foi menor do que a esperada para um lançamento em 4.002 cinemas e com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho reflete o temor pela variante delta do coronavírus, que tem causado aumento de internações nos EUA, e o lançamento simultâneo na HBO Max. Ao contrário de “Viúva Negra”, que cobrava ingresso digital, “O Esquadrão Suicida” chegou ao streaming de graça para os assinantes americanos da plataforma da WarnerMedia. No mercado internacional, “O Esquadrão Suicida” arrecadou mais US$ 35 milhões de 70 países. Como já tinha sido lançado em alguns territórios na semana passada, seu total global está em US$ 72,2 milhões. Mesmo muito longe de recuperar o investimento de US$ 185 milhões em sua produção – sem contar os elevados custos de P&A (divulgação e marketing) – , o longa dirigido por James Gunn saiu-se melhor que o lançamento anterior da DC Comics, “Mulher-Maravilha 1984”. Disponibilizado no auge da pandemia, “Mulher-Maravilha 1984” fez só US$ 16,7 milhões no fim de semana de Natal, nos EUA e Canadá. E também foi lançado simultaneamente na HBO Max. “A performance deste fim de semana de ‘O Esquadrão Suicida’ mostra mais uma vez a imprevisibilidade de um mercado cinematográfico cujo sucesso aumenta e diminui com base em um conjunto de fatores díspares em constante evolução, incluindo não apenas as métricas usuais, mas também o impacto de uma pandemia preocupante sobre o comportamento do consumidor”, disse Paul Dergarabedian da Comscore. “É claro que o lançamento simultâneo em streaming de qualquer filme tem implicações, mas no ambiente de hoje é muito simplista analisar o desempenho de um filme com base apenas nessa variável, já que há muitas outras.” As notícias sobre a variante delta passaram a ocupar os noticiários dos EUA depois da estreia de “Viúva Negra”, que bateu o recorde de bilheteria da pandemia, com US$ 80 milhões. Mas o que parecia assinalar o reaquecimento do mercado foi rapidamente afetado pelas manchetes de agosto, levando ao fraco desempenho de “Jungle Cruise” na semana passada e à baixa venda de ingressos para a adaptação dos quadrinhos da DC Comics neste fim de semana. Líder no levantamento anterior, “Jungle Cruise” ficou com o 2º lugar neste domingo (8/8), com US$ 15,7 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme já faturou US$ 65,3 milhões nos EUA e Canadá e atingiu um total de US$ 121,8 milhões globalmente – sem contar os US$ 30 milhões revelados pela Disney em streaming no fim de semana passado. O terror “Tempo” ficou num distante 3º lugar em seu terceiro fim de semana na América do Norte, com US$ 4,1 milhões, para chegar a US$ 38,5 milhões domésticos e US$ 65,2 milhões mundiais. Em 4º lugar, “Viúva Negra” somou mais US$ 4 milhões. O filme que levou Scarlett Johansson a processar a Disney já faturou US$ 174,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 359,8 milhões em todo o mundo – sem contar as sessões pagas da Disney+. O Top 5 se fecha com “Stillwater”, filme estrelado por Matt Damon e ainda inédito no Brasil, com US$ 2,9 milhões e um total de US$ 10 milhões em 10 dias. “Stillwater” tem estreia prevista no Brasil para 2 de setembro.
Dopesick: Série com Michael Keaton denuncia fraude que viciou EUA em remédios
A plataforma americana Hulu divulgou o trailer de “Dopesick”, minissérie repleta de astros famosos, que denuncia uma grande fraude da indústria farmacêutica. Antes da polêmica da Cloroquina no Brasil, houve o escândalo da OxyContin, que deixou a população americana viciada em remédios analgésicos e deu origem a uma grande crise médica e social nos EUA. Adaptação do best-seller homônimo de Beth Macy, a minissérie é criação de Danny Strong (co-criador de “Empire”) e está sendo dirigida pelo veterano cineasta Barry Levinson (“Rain Man”). Já o elenco é encabeçado por ninguém menos que Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). Ele vive Samuel Finnix, um médico à moda antiga, que aborda sua prática com bondade e compaixão, mas se vê envolvido no segredo mortal da indústria farmacêutica. A participação marca o primeiro papel de Keaton numa minissérie desde “The Company”, em 2007. Além dele, a série conta com Rosario Dawson (“Luke Cage”), Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”), Will Poulter (“Família do Bagulho”), John Hoogenakker (“Jack Ryan”), Kaitlyn Dever (“Fora de Série”), Will Chase (“Objetos Cortantes”), Phillipa Soo (“Hamilton”) e Jake McDorman (“Limitless”). A estreia está marcada para 13 de outubro. “Dopesick” é a mais recente adaptação literária a desembarcar na plataforma Hulu, que tem se especializado nesse tipo de produção, veja-se “The Handmaid’s Tale”, “Normal People”, “Little Fires Everywhere”, “High Fidelity” e várias outras produções em desenvolvimento.
Vídeo introduz novo super-herói de “The Boys”
A Amazon Prime Video postou uma nova edição do programa da rede de notícias da Vought, conglomerado de mídia da série “The Boys”. Desta vez, o destaque trazido pelo âncora Cameron Coleman (vivido por Matthew Edison) é um novo super-herói: Supersonic, que a reportagem sugere ser ex-namorado de Starlight no tempo em que os dois faziam parte do grupo de heróis adolescentes Young Americans. O personagem será vivido na 3ª temporada de “The Boys” por Miles Gaston Villanueva (“Law & Order: True Crime”). O noticiário também desmente as “fake news” que alegam que a personagem de Erin Moriarty estaria exausta, atualiza a disputa entre Profundo (Chace Crawford) e a Igreja do Coletivo e mostra o Trem-Bala (Jessie T. Usher) de volta à ativa e prometendo uma nova corrida contra um adversário misterioso. Para completar, o telejornal ainda exibe um comercial de seu patrocinador, o programa de assistência Global Wellness Center, da Vought, dedicado a super-heróis traumatizados. A aparição sugere que a iniciativa será explorada na trama da série, e a sugestão de que Starlight estaria enfrentando Síndrome de Burnout pode ter relação com isso. O criador da série, Eric Kripke, comentou anteriormente que o programa serve como ponte entre a 2ª e a 3ª temporadas de “The Boys”. “Os episódios são canônicos e darão informações que conectam as lacunas entre a 2ª e a 3ª temporada”, explicou. Novos episódios do noticiário da VNN são disponibilizados no dia 7 de cada mês. Já a 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia.
Astro de “O Esquadrão Suicida” denuncia chantagem de ex-amante
Um dos astros de “O Esquadrão Suicida” revelou no Instagram neste fim de semana que precisou buscar uma ordem de restrição contra uma ex-amante. O ator sueco Joel Kinnaman, intérprete de Rick Flagg no filme da Warner, contou que a ex-modelo sueca Bella Davis teria “ameaçado divulgar informações falsas” sobre ele, incluindo que a teria estuprado. Em um longo post, Kinnaman disse que enfrentou “crescentes ameaças diárias de danos contra mim, minha família e meus entes queridos” , acusando Davis de “tentar extorquir dinheiro e outras coisas de valor”. Embora tenha reconhecido que teve “um breve relacionamento romântico” com Davis no final de 2018, ele diz que qualquer afeto que sentia acabou quando ela “recorreu à ameaça de divulgar informações falsas sobre mim – incluindo que eu fiz sexo com ela contra sua vontade – a menos que eu cedesse às suas exigências”. Agindo antes da suposta denúncia, Kinnaman deu entrada num processo por chantagem, alegando que as demandas incluíam “dinheiro, conexões com Hollywood, ajuda para garantir um visto de trabalho, uma página verificada do Instagram, uma página da Wikipedia, uma sessão de fotos com a Sports Illustrated, um adicional de US$ 400 mil por um apartamento e muito mais”. Segundo Kinnaman, as ameaças começaram quando Davis tentou contatá-lo em 2019 e 2020. Ele afirma que na época estava em um relacionamento com outra pessoa e não respondeu, e isso levou Davis a se tornar “mais antagônica, ameaçadora e assustadora” a cada nova tentativa de comunicação. Ele ainda contou que o irmão de Davis, “um cara condenado” pela Justiça, chegou a apontar um rifle para seu empresário. Diante das ameaças, ele resolveu ligar para ela e gravar a conversa, conseguindo provas da tentativa de extorsão e que as eventuais acusações de sexo forçado eram mentirosas. De posse da gravação, deu entrada na Justiça para conseguir uma ordem de restrição, proibindo Davis de voltar a se comunicar ou de se aproximar dele. “Quero deixar muito claro para que não haja má interpretação: eu apoio todas as vítimas de abuso sexual. Mas não foi o que aconteceu aqui. Tivemos sexo consensual. E agora só há uma tentativa de extorsão. Mais importante: há uma ameaça contra a segurança da minha família e pessoas queridas, que sempre serão minha prioridade principal”, ele completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Joel Kinnaman (@joelkinnaman)
Sindicato dos Atores defende Scarlett Johnsson: “Disney deveria se envergonhar”
A Disney voltou a sofrer críticas pela forma como lidou com Scarlett Johansson em “Viúva Negra”. A atriz abriu um processo por quebra de contrato contra o estúdio pelo lançamento simultâneo do filme nos cinemas e em streaming. A situação, que poderia ter sido contornada com um acordo amigável, tem rendido comunicados irritados da Disney, que chegou a acusar a atriz de ser insensível e desprezar as vítimas de covid-19 com sua iniciativa. A situação chegou a ponto de organizações que atuam na defesa dos direitos das mulheres na indústria do entretenimento denunciarem a comunicação do estúdio como um “ataque de gênero” (machista), que “não tem lugar em uma disputa de negócios”. Na sexta (6/8), o advogado de longa data da Walt Disney Pictures, Daniel Petrocelli, deu outra declaração polêmica, ao afirmar que a ação da atriz não passa de “uma jogada de marketing altamente orquestrada”. ”É óbvio que se trata de uma jogada de marketing altamente orquestrada, para alcançar um resultado que não seria obtido no processo judicial”, disse o advogado para a revista Variety. “Tratamos a receita do Disney Premier Access [do lançamento em streaming] como bilheteria para fins dos requisitos de bônus no contrato. Isso só melhorou as finanças da Sra. Johansson”, acrescentou. A declaração gerou outra reação, desta vez do SAG-AFTRA, o Sindicato dos Atores dos EUA. “A Disney deveria se envergonhar de si mesma por recorrer a táticas batidas de sexismo e intimidação”, disse a presidente do sindicato, Gabrielle Carteris, em um comunicado oficial. “Os atores devem ser remunerados por seu trabalho de acordo com seus contratos. Scarlett Johansson está dando destaque às mudanças impróprias na remuneração que as empresas estão tentando emplacar à medida que os modelos de distribuição mudam. Ninguém, em qualquer área de trabalho, deve ser vítima de reduções inesperadas na compensação acertada. É irracional e injusto. A Disney e outras empresas de conteúdo estão indo muito bem e certamente podem cumprir suas obrigações de compensar os artistas cuja arte e talento são responsáveis por seus lucros.” Ela ainda acrescentou: “Além disso, estamos profundamente preocupados com o tom de gênero usado nas críticas da Disney à Sra. Johansson. As mulheres não são ‘insensíveis’ quando se levantam e lutam por um pagamento justo – elas são líderes e defensoras da justiça econômica. As mulheres foram vitimadas pela desigualdade salarial durante décadas e foram ainda mais vitimadas por comentários como os das declarações de imprensa da Disney. Esse tipo de ataque não tem lugar em nossa sociedade e o SAG-AFTRA continuará a defender nossos membros de todas as formas de preconceito.”
Nova série de terror do diretor de “A Maldição da Residência Hill” ganha três teasers
O cineasta Mike Flanagan divulgou três teasers de sua nova série de horror na Netflix, “Midnight Mass”. Os vídeos foram originalmente postados no Twitter de outra série do diretor, “A Maldição da Mansão Bly”. Ao publicar o primeiro deles em sua timeline, Flanaganacrescentou: “Nos aproximando da meia-noite”, sugerindo um lançamento em breve. A atração vai se passar numa ilha isolada, que começa a testemunhar fenômenos inexplicáveis após a chegada de um jovem e carismático padre. A produção foi filmada no Canadá e se encerrou em junho passado. O lançamento faz parte de um contrato assinado em 2019 entre a Netflix e a FlanaganFilm, produtora do diretor que concebeu a aclamada “A Maldição da Residência Hill”. A plataforma de streaming encomendou sete episódios de “Midnight Mass”, que ainda não tem previsão de estreia. We’re 30 miles from the mainland with only two ferries a day. pic.twitter.com/VjFm8KTAvx — The Haunting of Bly Manor (@haunting) August 5, 2021 Getting closer to midnight… https://t.co/APDhM7LTQq — Mike Flanagan (@flanaganfilm) August 6, 2021 Even closer now… https://t.co/DiR2jUK2ey — Mike Flanagan (@flanaganfilm) August 7, 2021
“The Handmaid’s Tale” vai ganhar série derivada e acabar em breve
A equipe criativa de “The Handmaid’s Tale” está preparando a despedida da série e uma continuação, na forma de um derivado chamado de “The Testaments”. “O sucesso de ‘The Handmaid’s Tale’ permanece supremo para nós”, declarou Jordan Helman, Chefe de Produções Roteirizadas da plataforma Hulu, em entrevista ao site americano Deadline. “Dito isso, o que é mais importante é que encerremos essa série de um forma criativa e que pareça natural, então estamos em constantes discussões, literalmente agora, com [o showrunner] Bruce Miller, [a estrela] Lizzie Moss e [o produtor] Warren Littlefield sobre a melhor forma de encerrarmos a série. Ainda não chegamos a uma resposta, mas imagino que vamos ser capazes de responder isso dentro dos próximos meses”, acrescentou. Segundo Helman, a equipe de roteiristas atualmente trabalha na história da 5ª temporada da série que é “a joia da coroa do nosso portfólio”. O executivo afirmou que o sucesso do quarto ano da série, que registrou aumento de 32% na audiência em relação à 3ª temporada, demonstra o interesse do público nesse universo e reforça os planos de expandir e continuar a narrativa num spin-off, que já está em fase inicial de desenvolvimento. Ele também sugeriu que o lançamento de “The Testaments” estaria atrelado ao final de “The Handmaid’s Tale”. “A conversa em torno de ‘The Testaments’ está atrelada às conversas sobre ‘The Handmaid’s Tale’. O trabalho da escritora Margaret Atwood se tornou incrivelmente importante enquanto símbolo da marca Hulu, então o que queremos é assegurar que introduziremos o mundo de ‘The Testaments’ de forma orgânica entre o que já tem sido feito na plataforma”, explicou Helman. “As duas questões estão amarradas. O nascimento de ‘The Testaments’ e o eventual fim de ‘The Handmaid’s Tale’ são relacionados e estão em discussões neste exato momento”. Além disso, a Hulu vai estender a pareceria com a escritora canadense com uma nova adaptação: “MaddAddam”, sci-fi apocalíptica que está sendo escrita por Mike Lesslie (“Little Drummer Girl”) e segue “sua própria trajetória criativa”, independente da equipe de “The Handmaid’s Tale”. Lançado no Brasil com o título de “MaddAddão”, o livro encerra uma trilogia literária de Atwood, que ainda inclui “Oryx e Crake” e “O Ano do Dilúvio”.
Pôster do final de “Lucifer” confirma spoiler
A Netflix divulgou o pôster oficial da primeira metade da temporada final de “Lucifer”, que inclui um grande spoiler. A imagem confirma a volta de Kevin Alejandro ao papel do detetive Daniel Espinosa, após o personagem morrer na temporada passada. Alejandro já tinha aparecido numa foto inédita da produção e revelado em entrevista que não sairia da série antes de seu final, apesar do destino do detetive Dan. Originalmente, os produtores tinham planejado encerrar a atração na temporada passada, mas o sucesso de público fez a Netflix encomendar uma temporada extra, após anunciar o cancelamento. A renovação inesperada vai render uma temporada diferenciada, com Lucifer (Tom Ellis) no Céu e Chloe (Lauren German) aposentada da polícia, situação que finalizou o quinto ano de produção. Graças a isso, os roteiristas precisarão criar novas formas de continuar a história sem reunir os personagens em investigações policiais. O resultado será conhecido em 10 de setembro.
Cara Gente Branca: Teaser revela final da série em clima musical
A Netflix divulgou o teaser da 4ª e última temporada de “Cara Gente Branca” (Dear White People), que vai retornar em clima musical em 22 de setembro. O vídeo reforça a temática e anuncia a data. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Assim como as três temporadas anteriores, a season finale terá 10 episódios.
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” ganha novo comercial
A Marvel divulgou um novo comercial de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o filme do Mestre do Kung Fu. Com poucas cenas inéditas, a prévia reforça o clima de “Mortal Kombat” que parece caracterizar a produção. O filme tende a ser a adaptação menos fiel já feita pela Marvel, preservando apenas a premissa básica dos quadrinhos, centrada na rebelião do filho altruísta contra o pai maligno, ao mesmo tempo em que faz a troca do Fu Manchu das publicações originais pelo vilão Mandarim (ou Wenwu, seu nome civil), mencionado na franquia “Homem de Ferro”. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu (“Kim’s Convenience”) como o herói do título e o astro de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”) como o pai antagonista, além de Awkwafina (“A Despedida”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Fala Chen (“The Undoing”) e Florian Munteanu (“Creed II”). Além destes, o filme contará com aparições de Wong (Benedict Wong), o assistente de “Doutor Estranho”, e o vilão Abominável, de “O Incrível Hulk” (2008). Sabe-se que o ator Tim Roth vai voltar ao papel da criatura na série da Mulher Hulk. O roteiro foi escrito por Dave Callaham (“Mortal Kombat”), a direção é de Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) e a estreia está marcada para 2 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Melissa Benoist se despede do papel de Supergirl
A atriz Melissa Benoist confirmou no Instagram ter concluído seu trabalho como Supergirl, com o final das gravações do último episódio da série. Ela postou uma foto com os colegas David Harewood e Chyler Leigh, intérpretes do Caçador de Marte e de Alex Danvers, e escreveu ao lado: “Obrigada pelos seis anos incríveis – o elenco que se tornou uma família, todo mundo que trabalhou na série, todos vocês que a assistiram, semana após semana. Encerramos ‘Supergirl'”. Harewood já tinha se despedido na semana passada, junto com outros intérpretes do elenco. “Supergirl” é a terceira série do Arrowverso a ser encerrada, seguindo “Arrow”, que concluiu sua trama com a morte de seu protagonista no ano passado, após oito temporadas, e “Black Lightning”, que chegou ao fim em maio, com um final feliz em sua 4ª temporada. Com a despedida, o Arrowverso agora consistirá de “The Flash” (renovada para sua 8ª temporada), “Legends of Tomorrow” (vai para a 7ª temporada), “Batwoman” (rumo à 3ª temporada), “Stargirl” (que estreia em breve a 2ª temporada) e a novata “Superman & Lois” (renovada para o segundo ano). Os 13 capítulos finais da 6ª e última temporada da série começam a ser exibidos no dia 24 de agosto nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist)
Amazon cancela “Panic” após uma temporada
A Amazon cancelou a série “Panic” após apenas uma temporada. A atração contou uma história completa, o que facilitou a decisão da plataforma. “Panic” era criação de Lauren Oliver, escritora de “Antes que Eu Vá” e que também assina o best-seller em que a trama da série se baseia. Na linha de “Nerve: Um Jogo Sem Regras” e “Jogos Vorazes” (sem a distopia sci-fi), a história girava em torno de uma competição entre formandos do Ensino Médio com desafios arriscados no interior dos EUA, valendo um prêmio em dinheiro para o vencedor – e um destino trágico para os derrotados. O elenco reunia vários jovens ainda pouco conhecidos, como Olivia Welch (da minissérie “Inacreditável”), Mike Faist (“Selvagem”), Jessica Sula (“Fragmentado”), Camron Jones (“The Purge”), Ray Nicholson (“Bela Vingança”) e Jordan Elsass (“Superman and Lois”), além de Enrique Murciano (“Bloodline”) como o xerife da cidade. Lançada em maio passado, a série fez parte, junto com a renovada “The Wilds”, da primeira safra de tramas infanto-juvenis encomendadas para o Prime Video em 2018. Como parte do esforço nessa área, a Amazon ainda prepara a série baseada no filme “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” e “Hot Pink”, estrelado por Sarah Michelle Gellar. Relembre abaixo o trailer de “Panic”.












