Russell Crowe revela seu papel no novo filme de Thor
O ator Russell Crowe (“Noé”) encerrou o mistério sobre seu personagem em “Thor: Love and Thunder”, quarto filme da franquia do herói da Marvel. Em conversa com uma rádio australiana, ele contou casualmente que interpretará Zeus, o deus supremo da mitologia grega. O personagem estaria ligado à escolha do vilão do novo filme, Gorr, também conhecido como Carniceiro dos Deuses, que será interpretado por Christian Bale (o Batman de “Cavaleiro das Trevas”). O alvo do vilão são deuses de todas as mitologias. Além de revelar seu papel, Crowe também afirmou que está próximo de encerrar suas filmagens. Confira o áudio abaixo, revelado nesta quarta-feira (22//4). O filme dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”) vai mostrar Jane Foster (Natalie Portman), ex-namorada do Thor nos primeiros dois filmes, assumindo o martelo e os poderes do herói. Enquanto isso, o personagem de Chris Hemsworth será visto viajando pelo espaço com os Guardiões da Galáxia, na sequência aos eventos de “Vingadores: Ultimato”. Por conta dessa história, o quarto “Thor” também contará com Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula) e Pom Klementieff (Mantis), e possivelmente com dublagens de Vin Diesel (Groot) e Bradley Cooper (Rocket). O elenco espetacular ainda contabiliza a volta Tessa Thompson (Valquíria) e Jaimie Alexander (Sif), e apresentará Christian Bale (o Batman de “Cavaleiro das Trevas”) como um novo vilão. A estreia está marcada para maio de 2022. pic.twitter.com/noXGrr7JGd — . (@tlatnews) April 22, 2021
Volta de Dexter ganha primeiro teaser
O canal pago americano Showtime divulgou nas redes sociais o primeiro teaser do revival de “Dexter”, a série do serial killer “bonzinho” vivido por Michael C. Hall. A prévia mostra um machado de lenhador no meio de uma floresta congelada, enquanto o protagonista pondera (em off): “Não há nada realmente igual à volta à natureza. À minha natureza”. A volta de “Dexter” foi anunciada em outubro passado. A trama será uma continuação da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan optando por se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e contará com apenas 10 capítulos, comandados pelo showrunner original da atração, Clyde Phillips, com estreia planejada para o outono norte-americano de 2021 (entre setembro e novembro). Phillips atuou como showrunner nas primeiras quatro temporadas de “Dexter”, saindo em 2009. Foi sob comando que a atração virou um fenômeno, ganhando três indicações ao Emmy de Melhor Série de Drama e quatro indicações no troféu do Sindicato dos Roteiristas (WGA Awards) na mesma categoria. Hall, por sua vez, recebeu cinco indicações consecutivas ao Emmy por interpretar Dexter, vindo a ganhar o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG Awards) pelo papel em 2010. Depois da série, nenhum dos novos projetos do ator teve o mesmo sucesso. Seus créditos mais recentes incluem a série “Safe” (2018), na Netflix, e o thriller “O Relatório” (2019), na Amazon. A volta de “Dexter” integra uma linha de revivals que a Showtime vem explorando nos últimos anos, entre eles “Twin Peaks: The Return”, “The L Word: Generation Q” e “Penny Dreadful: City of Angels”. A atração será exibida no Brasil pela plataforma Paramount+. Nature is calling. #Dexter pic.twitter.com/tX92KWHZLI — Dexter on Showtime (@SHO_Dexter) April 22, 2021
Emilia Clarke vira autora de quadrinhos e revela capa da primeira publicação
A atriz Emilia Clarke, intérprete de Daenerys Targaryen em “Game of Thrones”, virou autora de quadrinhos. Ela revelou nas redes sociais que criou uma minissérie em quadrinhos chamada “M.O.M.: Mother of Madness”, que será lançada em três edições pela Image Comics, a partir do dia 21 de julho nos EUA. A publicação vai acompanhar uma super-heroína: Maya, uma mãe solteira “badass”. “Ela é engraçada, feroz e simplesmente uma mulher normal tentando entender suas m*rdas, mas com a adição de alguns poderes femininos úteis…”, descreveu Clarke em seu Instagram. “Não poderia ser mais feminino, não poderia ser mais fabuloso. Escrevi de coração e o projetei com nada além de amor”. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, a atriz revelou que trabalha no projeto em segredo há dois anos com a ilustradora Jo Ratcliffe, responsável por artes da revista Vogue, das grifes Louis Vuitton, Kenzo, Jimmy Choo e até do clipe “Applause”, de Lady Gaga. “Sempre chamamos as mães de super-heroínas. Então, pensei: e se elas forem de verdade?”, disse Clarke na entrevista. “Maya teve uma vida muito difícil, e ela está em um momento em que tem raiva e vergonha de tudo o que a torna única. É só quando descobre seus poderes que ela encontra a aceitação de quem realmente é”. Emilia Clarke se junta a um time seleto de atores quadrinistas, que inclui Keanu Reeves, Rosario Dawson e poucos mais. E pode seguir seus colegas na ambição de adaptar seus personagens como uma atração live-action. Tanto “BRZRKR”, criada por Reeves, quanto “O.C.T.: Occult Crimes Taskforce”, de Dawson, têm projetos para virar filmes e/ou séries – respectivamente na Netflix e no canal pago A&E. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @emilia_clarke
HBO Max chega a 44,2 milhões de assinantes antes de estrear no Brasil
A WarnerMedia revelou os números do desempenho do seu serviço de streaming no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março, a HBO Max ganhou cerca de 2,7 milhões de novos assinantes, em grande parte devido ao impulso dos lançamentos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” e de “Godzilla vs. Kong”. O crescimento é significativo porque, no mesmo período, a Netflix só conseguiu acrescentar mais 450 mil novos assinantes. A diferença é que a Netflix tem 207,6 milhões de assinantes globais, enquanto a HBO Max chegou agora a 44,2 milhões de assinantes, com base nos números medidos no final de março. Mas, por outro lado, a plataforma da Warner ainda não está presente em muitos países. O lançamento no Brasil, por exemplo, está marcado apenas para junho. Outro dado relevante foi o retorno financeiro da prioridade dada pela empresa ao streaming. O relatório preparado pela WarnerMedia para o mercado revelou que sua receita do primeiro trimestre cresceu 9,8% em relação ao ano passado, chegando a US$ 8,5 bilhões. As assinaturas da HBO Max foram consideradas forças motrizes na geração desse dinheiro, demonstrando que a empresa fez uma escolha inteligente com sua estratégia para 2021, ao decidir disponibilizar simultaneamente filmes no cinema e no streaming. Vale mencionar que os executivos da WarnerMedia acreditam que o sucesso da HBO Max se deve justamente a esta estratégia de lançamento, e em especial a “Godzilla vs. Kong”, minimizando os créditos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” nessa estratégia.
Rodrigo Santoro será Fernão Magalhães em minissérie épica com Álvaro Morte
O brasileiro Rodrigo Santoro (“Westworld”) e o espanhol Álvaro Morte (“La Casa de Papel”) vão estrelar a minissérie espanhola “Sem Limites”, coprodução da RTVE (Radio Televisión Española) e da Amazon Prime Video, sobre a viagem épica de Fernão de Magalhães ao redor do mundo, que está completando 500 anos. Santoro viverá o navegador português, que liderou a primeira circum-navegação do planeta, iniciada por cinco caravelas em 10 de agosto de 1519, que saíram da Espanha em busca de uma rota alternativa para a Índia. Magalhães acreditava que havia uma passagem ao sul do continente americano pela qual era possível chegar ao oceano Pacífico e foi o primeiro a encontrá-la, em novembro de 1520, batizando-a com seu nome – o Estreito de Magalhães. Entretanto, a viagem não foi fácil. Ainda no Atlântico, os navios passaram por fortes tempestades, que conduziram à insurreições, culminando na decapitação de um capitão e o abandono de outro, além de testemunhos de fenômenos elétricos (o fogo de Santelmo) confundidos com aparições de santos. Os navegadores chegaram em terra, na atual Filipinas, em março de 1521. Porém, foram recebidos com lanças e flechas pelos habitantes das ilhas. Após a morte de Magalhães no conflito, o espanhol Juan Sebastián Elcano assumiu o comando e completou a missão em setembro de 1522, retornado à Espanha na nau Victoria, o único navio a sobreviver à aventura da volta ao mundo. Como recompensa, recebeu a missão de repetir o feito para reclamar as Ilhas Molucas (na atual Indonésia) para o Rei Carlos I e morreu pelo caminho, no Oceano Pacífico, quatro anos depois. Álvaro Morte é o intérprete de Elcano na minissérie. O roteiro foi escrito por Patxi Amezcua (“No Mundo da Lua”) e a direção está a cargo de Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider” e “Os Mercenários 2”). Em seu Instagram, Santoro publicou a primeira foto de bastidores da produção, que começa a ser filmada na segunda (26/4) na Espanha e também incluirão extensiva temporada na República Dominicana, onde as sequências marinhas serão registradas. Na legenda da imagem, em que aparece com Alvaro Morte e uma réplica da caravela Victoria ao fundo, ele anotou: “Fernão de Magalhães e Juan Sebastian Elcano: a dupla que provou, entre outras coisas, que a Terra é redonda”. “Eu e o querido Alvaro Morte vamos ajudar a contar a história dessa grande aventura na série ‘Sem Limites’, da Prime Videoes e RTVE, com lançamento previsto pra 2022 – ano que marca os 500 anos da Expedição, missão quase impossível que mudou a forma de ver o mundo e entrou para História”, continuou. “Pra mim, é uma honra fazer parte desse projeto. Espero que gostem”. O intérprete do Professor de “La Casa de Papel” também postou fotos do trabalho de pré-produção. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Álvaro Morte (@alvaromorte)
Estrela de “Cinquenta Tons de Cinza” lança modelo de vibrador
A atriz Dakota Johnson está aproveitando a fama conquistada após estrelar a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza” para fazer um lançamento especial de sua marca Maude. A atriz de 31 anos apresentou o “Drop”, um vibrador versátil, em sua conta pessoal do Instagram. “É com um grande prazer que apresento a vocês nosso novo produto. A Maude está lançando esse massageador que pode ser usado para estimular todas as zonas erógenas, com um parceiro ou sozinho”, explicou. “Sua versatilidade como um massageador íntimo e massageador corporal em todos os lugares é absolutamente épica. Sem mencionar que é o tamanho da viagem, discreto e legítimo.” “Eu o mantenho na minha bolsa? Sim. Obrigado e boa noite”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dakota Johnson (@dakotajohnson)
Invocação do Mal 3 ganha primeiro trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Invocação do Mal 3”, que recebeu o título completo de “Invocação do Mal: A Ordem do Demônio” (em inglês, “The Conjuring: The Devil Made Me Do It”). A prévia mantém o clima assustador dos lançamentos anteriores da franquia. O filme traz de volta Patrick Wilson e Vera Famiga como Ed e Lorraine Warren para investigar mais um caso sobrenatural baseado em fatos reais. Dessa vez, a trama envolve um caso de assassinato por suposta possessão demoníaca que foi levado ao tribunal dos Estados Unidos. O elenco da continuação ainda traz de volta Sterling Jerins ao papel de Judy, a filha dos Warren, após ser substituída por Mckenna Grace em “Annabelle 3”, e conta com John Noble (de “Fringe” e “Sleepy Hollow”) na pele de um especialista em satanismo, Ruairi O’Connor (“The Spanish Princess”) como o jovem assassino, e o menino Julian Hilliard (“WandaVision”). Novamente escrito por David Leslie Johnson, que assinou “Invocação do Mal 2”, o terceiro longa será o primeiro da franquia sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu pessoalmente o diretor Michael Chaves como substituto, após este fazer sua estreia no universo de “Invocação do Mal” com o terror “A Maldição da Chorona” (2019). A estreia está marcada para 3 de junho nos cinemas brasileiros.
Na véspera do Oscar, cinemas exibem Nomadland, Minari e Judas e o Messias Negro
Depois de nova reabertura, os cinemas correm para exibir os filmes do Oscar. Em São Paulo, a normalização só acontece a partir de sábado (24/4), na véspera da premiação, destacando na programação os dramas indies que disputam o reconhecimento da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. A lista de estreias inclui “Minari – Em Busca da Felicidade” e “Judas e o Messias Negro”, que se juntam a “Nomadland”, disponibilizado de forma invisível na semana passada, quando praticamente não havia cinemas abertos. Os três vão se encontrar ainda com o resistente “Meu Pai”, que teve lançamento simultâneo em VOD (video on demand) há duas semanas, na véspera da mais recente fechamento das salas de exibição. “Minari” e “Nomadland” já fizeram história no Oscar 2021. O primeiro, vencedor do Festival de Sundance deste ano, transformou o sul-coreano Steven Yeun (o Glenn de “The Walking Dead”) no primeiro asiático indicado ao Oscar de Melhor Ator, enquanto o segundo, colecionador de prêmios nos festivais de Veneza, Toronto, Critics Choice, Globo de Ouro e sindicatos de Hollywood, rendeu indicação inédita à chinesa Chloé Zhao, primeira cineasta asiática a disputar o troféu de Melhor Direção – e ela é favoritaça. “Judas e o Messias Negro” também se distingue no Oscar pela inclusão de seus dois intérpretes principais, Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield, na disputa como Melhores Atores Coadjuvantes. Kaluuya tem vencido todas as disputas da categoria. Na verdade, os três lançamentos concorrem a muitos outros prêmios, além de travarem disputa direta pelo Oscar de Melhor Filme do ano – consagração reservada para “Nomadland”. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” é estrelado por Frances McDormand, que já tem dois Oscars na prateleira por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017). Na trama, ela vive uma viúva que perdeu tudo, inclusive o rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país, enquanto encontra outros nômades motorizados na mesma situação. Baseado na infância do diretor Lee Isaac Chung (“Lucky Life”), “Minari” acompanha uma família sul-coreana que enfrenta dificuldades quando o pai (Yeun) decide se mudar para a zona rural do Arkansas, apostando no sonho americano. O resultado é o filme mais dramático e emocional do Oscar. Dramatização da história dos Panteras Negras, “Judas e o Messias Negro” traz Daniel Kaluuya como o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que consegue unir diferentes minorias e é traído por William O’Neal, o Judas vivido por LaKeith Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Veja abaixo os trailers das três opções. Nomadland | EUA | 2020 Minari – Em Busca da Felicidade | EUA | 2020 Judas e o Messias Negro | EUA | 2020
Morrissey diz que não tem dinheiro para processar Os Simpsons
O cantor Morrissey, ex-The Smiths, ficou realmente revoltado com o episódio de domingo passado (19/4) de “Os Simpsons”, que o parodiou como um artista hipócrita e racista. Depois de seu empresário, Peter Katsis, detonar a série na conta oficial do artista no Facebook, num texto sem assinatura, o próprio cantor resolver se manifestar contra o episódio, batizado como “Panic on the Streets of Springfield” em referência à música “Panic” dos Smiths. No episódio, a personagem Lisa Simpson se apaixona pela música alternativa britânica e por um músico extremamente parecido com Morrissey, dublado por Benedict Cumberbach (“Doutor Estranho”), apenas para descobrir, tempos depois, que ele teria abandonado o veganismo, virado uma pessoa desleixada, racista e com opiniões de extrema direita. Manifestando-se num longo texto publicado no site Morrissey Central, ele disse que só não processa a série porque, supostamente, não tem dinheiro suficiente para bancar a briga judicial. Leia abaixo a íntegra do desabafo, que recebeu até título: “Olá Inferno”. “Esse é o meu primeiro comentário (e espero que seja o último) sobre o episódio de ‘Os Simpsons’ – que eu sei que irritou muita gente. O ódio direcionado a mim de parte dos criadores de ‘Os Simpsons’ é obviamente uma provocação para processo judicial, mas é também um processo que precisa de mais financiamento do que eu poderia reunir para ter uma chance. Eu também não tenho uma equipe de advogados determinados pronta para agir. Eu acho que isso é de conhecimento geral e é o motivo pelo qual eu sou atacado de forma tão descuidada e tão barulhenta. Você é especialmente odiado se a sua música afeta as pessoas de uma forma poderosa e bela, já que a música não é mais algo requisitado. Na verdade, a pior coisa que você pode fazer em 2021 é oferecer um pouco de força para as vidas de outras pessoas. Não há lugar na música moderna para alguém com emoções fortes. Limitações foram colocadas sobre a arte e nenhuma gravadora irá contratar um artista que possa responder à altura. De qualquer forma, peço desculpas, todos sabemos disso porque podemos ver como a música – e o mundo em geral – , se tornou uma bagunça hipnotizante, e todos devemos deixar pra lá e girar juntos porque a liberdade de expressão não existe mais. Todos sabemos disso. No meu caso, nada sobre a minha vida tem sido ‘literal’; nada em relação às minhas canções é ‘literal’… então por que elas seriam agora? Desde a minha primeira entrevista, há várias décadas, eu convivi com acusações horríveis que chegaram a um nível em que as pessoas padronizaram que ‘é assim que escrevemos sobre Morrissey’. Em outras palavras, eu estou acostumado. Já me tocaram terror suficiente para matar uma manada de bisões. As acusações normalmente vêm de alguém com algum desejo maluco de importância; eles não operam em um nível muito alto. Escrever para ‘Os Simpsons’, por exemplo, evidentemente requer apenas completa ignorância. Mas todas essas coisas são muito fáceis de dizer. Em um mundo obcecado por Leis de Ódio, não há nenhuma para me proteger. Com frequência, os ‘jornais de escândalo’ (nós AINDA nos referimos a eles como jornais de ‘notícias’?) tentam machucar um artista psicologicamente, e aí reunir ódio suficiente contra aquele artista para que ele/ela seja fisicamente machucado. Falsas teorias de raça são agora o aspecto mais comum (e entediante) das críticas, e continuarão sendo até que as acusações de racismo se tornem, por elas mesmas, ilícitas. Eu já vi fãs de Smiths sendo atacados pela imprensa do Reino Unido porque ‘os fãs de Smiths’ seriam muito atrasados para entender a pessoa que eu sou hoje; eu já vi as plateias modernas de Morrissey sendo ridicularizadas pela imprensa do Reino Unido porque eles, também, não poderiam saber quem eu sou, e eu perdi vários amigos de renome porque eles não conseguiam mais viver com a perseguição diária dos jornalistas britânicos, que são angustiados de forma suicida, porque não conseguem fazer com que as pessoas ao meu redor reflitam incidentes fabricados de racismo. Eu carrego sozinho a fadiga dessa batalha, apesar de ser muito grato à escritora Fiona Dodwell por suas mensagens eloquentes a respeito da vitimização que agora é automaticamente associada ao meu nome, e sobre as quais o mais recente episódio de ‘Os Simpsons’ se delicia. As pessoas me perguntam com frequência sobre por que eu não inicio uma retaliação – especialmente após as críticas abertas no [canal de TV] Sky Sports. A resposta está explicada nas primeiras linhas desse comentário. A vida é difícil e você deve enfrentá-la por conta própria. E mesmo com uma artilharia legal impossível-de-imaginar, tudo pode ser reparado… menos o coração humano. Para mim é mais fácil não seguir em frente. Vocês sabem que eu não duraria”.
M.O.D.O.K: Trailer de série animada adulta da Marvel inclui Homem de Ferro
A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “M.O.D.O.K.”, série animada sobre um dos vilões mais conhecidos do Capitão América. A prévia assume o tom de humor da produção, além de destacar seu visual inusitado, que resulta da combinação de bonecos, animação de stop-motion e acabamento de computação gráfica. Por conta disso, a produção está sendo chamada de “Frango Robô” (Robot Chicken) da Marvel. Nos quadrinhos, MODOK é uma aberração de laboratório. Com uma cabeça gigante e um corpo diminuto, o líder da IMA (espécie de HIDRA tecnológica) se movimenta traças a um traje especial, que também é uma mescla de cadeira/foguete voador, e se mostra um vilão difícil de derrotar devido a seu intelecto avançado. Na série, porém, ele não se mostra tão inteligente, lutando para manter sua organização criminosa e sua família unida, enquanto enfrenta a SHIELD e os Vingadores. O personagem tem dublagem original do comediante Patton Oswalt (que curiosamente apareceu em “Agents of SHIELD”). Ele também é um dos criadores, showrunner e produtor da série. Além do vilão, a prévia destaca os heróis Magnum (Wonder Man), dublado por Nathan Fillion (“Castle”, “Rookie”), e o Homem de Ferro, que tem a voz de Jon Hamm (“Mad Men”). Originalmente, a divisão televisiva da Marvel pretendia produzir quatro séries animadas adultas na Hulu, mas, após uma crise interna que levou ao cancelamento de todas as produções da Marvel Television, apenas “M.O.D.O.K.” sobreviveu. A própria Marvel Television implodiu, foi fechada e todos os seus projetos abandonados. No rescaldo dessa luta pelo poder, o controle sobre as séries de quadrinhos da companhia foram realocados para a divisão cinematográfica, Marvel Studios – que acaba de lançar suas primeira séries sob aclamação geral na Disney+. A expectativa é que a Disney siga a política de terra arrasada e cancele “M.O.D.O.K.” após a exibição da 1ª temporada, repetindo o que fez sem a menor cerimônia no ano passado com “Hellstrom”, última produção live-action da Marvel Television.
Disney fecha acordo e filmes do Homem-Aranha vão aparecer na Disney+
A Disney anunciou nesta quarta (21/4) ter chegado a um acordo com a Sony para trazer os novos filmes da franquia “Homem-Aranha” e outros lançamentos do estúdio para a Disney+, Hulu (Star+ no Brasil) e seus vários canais de televisão. O contrato foi fechado após a Netflix ser mais rápida e obter exclusividade das produções da Sony por 18 meses. Com o acordo, a Disney vai virar a terceira janela dos filmes da Sony, após eles passarem nos cinemas e serem disponibilizados na Netflix e/ou por serviços de VOD (vídeo sob demanda). O negócio inclui produções que serão lançadas entre 2022 e 2026 e prevê que a Disney começará a oferecer os novos filmes a partir de 2023. Entre as obras com lançamento agendado no período estão o filme da Marvel “Morbius”, a adaptação do livro best-seller “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e o thriller “Bullet Train”, com Brad Pitt, além de nova parte da franquia “Bad Boys”. Filmes anteriores do Homem-Aranha também fazem parte do contrato, assim como animações e outras produções populares do estúdio – “Hotel Transilvânia”, “Jumanji”, etc. Os termos financeiros do negócio não foram revelados.
Jeremy Renner anuncia final das gravações da série do Gavião Arqueiro
O ator Jeremy Renner revelou em seu Instagram que a série do Gavião Arqueiro (“Hawkeye”, em inglês) encerrou suas gravações nesta quarta-feira (21/4). Ele agradeceu ao elenco e equipe de produção numa mensagem rápida em seu Stories e, posteriormente, com um post no feed principal, ao lado de uma foto em que aparece aplaudindo de pé. Com lançamento previsto para o fim de 2021, a série será a quarta produção do Marvel Studios para a plataforma Disney+, bem como a quarta continuação oficial da trama do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, após “WandaVision”, “Falcão e o Soldado Invernal” e a ainda inédita “Loki” (que estreia em 11 de junho). No Story, ele acrescentou que “Não é um adeus, mas um até logo”, sugerindo participação em novo projeto ou numa nova temporada da série. Com roteiro e produção de Jonathan Igla (“Mad Men”), a série traz Renner de volta a seu papel dos filmes dos “Vingadores”, desta vez acompanhado por Hailee Steinfeld (“Dickinson”) como sua aprendiz Kate Bishop. A série também terá ligação com o filme “Viúva Negra” por meio da participação de Florence Pugh, intérprete de Yelena Belova, a ser introduzida no longa com lançamento marcado para 9 de julho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@jeremyrenner)
Ministro do Meio Ambiente leva #ForaSalles e invertida de Anitta nas redes sociais
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi alvo de tuitaço nesta quarta (21/4) com a hashtag #ForaSalles, mas escolheu especificamente a cantora Anitta para retrucar. Ao subestimá-la, acabou levando uma invertida ainda maior que o comentário inicial da estrela. Divulgada por organizações ligadas à agenda ambiental, a iniciativa do tuitaço mobilizou milhares de internautas. Além de aderir ao #ForaSalles, Anitta acrescentou que o ministro, denunciado por corrupção pelo superintendente da PF (Polícia Federal) do Amazonas, presta “um desserviço para o meio ambiente”. Salles repostou o tuíte da cantora e ironizou: “Fica na sua ai, ô Teletubbie”. A ofensa foi uma referência ao programa infantil de mesmo nome criado em 1997. Anitta rebateu: “Que resposta madura. Quantos anos você tem? 12? Então é melhor sair do ministério anyway”. O ministro insistiu: “Se você conseguir demonstrar, sem ajuda de outra pessoa, que sabe quais são as capitais do Brasil ou pelo menos os nomes dos seis biomas brasileiros a gente começa conversar…”. Aí, Anitta destruiu: “Desculpa, querido. Não consigo te responder em 5 minutos como você me responde porque eu trabalho. Tava dando umas entrevistas em inglês, espanhol, em francês… você fala francês? Liga pra presidente da França? Ouvi dizer que ele AMA vocês. Aliás é uma loucura a quantidade de perguntas que tenho que responder sobre esse desgoverno de bosta que vocês estão fazendo. A única parte boa é que eu nem preciso explicar pq eu escolhi lançar algo pra fazer o Brasil lembrar que temos várias coisas pra se orgulhar. Pq com vocês no comando tá puxado… Se você conseguir explicar, pode ter ajuda de alguém, porque sozinho você não conseguiu raciocinar: qual o perigo de acabar com a fiscalização do Ibama ou de ir contra a Polícia Federal para defender madeireiros na maior apreensão de madeira na Amazônia… aí a gente começa a conversar”. O jornalista Nelson Motta oficializou o placar da luta: “Levou uma merecida mijada da Anitta. Alguém precisa avisar a ele que ela tem 50 milhões de seguidores nas redes sociais…” Para completar, a cantora ainda lembrou, ironicamente numa enquete postada no seu Twitter, que o ministro do Meio Ambiente não sabe onde vive o Mico Leão Dourado.












