Michelle Rodriguez vai estrelar adaptação do jogo Dungeons & Dragons
Michelle Rodriguez é a primeira atriz confirmada no elenco do novo filme inspirado no jogo de tabuleiro “Dungeons & Dragons”. O nome da estrela da franquia “Velozes e Furiosos” foi anunciado nesta segunda (8/2), junto do ator Justice Smith (“Detetive Pikachu”). Eles se juntam ao anteriormente anunciado Chris Pine (“Mulher-Maravilha 1984”). Nenhum deles teve seus papéis revelados. Nem há detalhes conhecidos sobre a trama da coprodução da Hasbro, eOne e Paramount. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley, especialistas em comédia que dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, grande fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Eles também são os autores do roteiro de “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Segundo o site de Deadline, a proposta dos dois é fazer uma abordagem subversiva do jogo. Passada num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, a adaptação de “Dungeons and Dragons” virou prioridade da Hasbro, que fabrica o jogo de tabuleiro, depois que a empresa comprou seu próprio estúdio de cinema, eOne, em dezembro de 2019. Vale lembrar que “Dungeons and Dragons” já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, que mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica.
Lucas Penteado é convidado a fazer primeiro filme
Lucas Penteado já colhe os frutos de sua participação no BBB 21. O ator, que participou de “Malhação”, teria sido convidado para fazer seu primeiro filme. Segundo o colunista Fefito, a iniciativa partiu da diretora Sabrina Fidalgo, que pretende inclui-lo em “Karnaval”, seu próximo trabalho. Curta-metragistra premiada, ela também desenvolve atualmente um projeto de série para a Globo que tem como título “As Manas”. O filme estaria “em fase inicial de desenvolvimento”. Não está claro se é um novo curta ou a estreia da diretora em longa-metragem. Desde que deixou a casa do “BBB”, o ator tem recebido grande solidariedade. Além de ter ganhado vaquinhas no seu nome, já acumula mais 7,5 milhões de seguidores no Instagram, o que deve lhe render muitos trabalhos como influenciador. Paralelamente, ele também foi incluído numa acusação criminal, movida por uma ex-namorada que se diz vítima de agressão e cárcere privado. O processo foi aberto em 1 de fevereiro na Delegacia da Mulher de Diadema, na Grande São Paulo.
Priyanka Chopra revela assédio sofrido no começo da carreira
A estrela Priyanka Chopra Jones, atualmente no ar em “Tigre Branco”, da Netflix, revelou o assédio moral que sofreu quando decidiu virar atriz em Bollywood, a indústria cinematográfica da Índia. Na autobiografia “Unfinished”, que chega nas livrarias virtuais nesta terça (9/2), ela contou que, mesmo já tendo vencido o concurso de beleza Miss Mundo 2000, foi considerada “feia” para fazer cinema. Ela relata sua experiência em busca do primeiro papel. “Depois de conversar comigo por alguns minutos, esse diretor e produtor pediu que eu me levantasse e ‘desse uma voltinha’. Eu fiz isso. Ele me olhou por muito tempo, e depois sugeriu que eu pusesse silicone nos seios, ‘consertasse a minha mandíbula’, e aumentasse o meu bumbum. Se eu queria ser uma atriz, ele disse, eu precisava ‘consertar’ as proporções do meu corpo.” A estrela da série “Quantico” explicou que este tipo de “sugestões” são lugar comum em Bollywood, e que o seu agente da época até concordou com a avaliação do diretor. Dizendo-se “humilhada e diminuída” após a reunião, Priyanka decidiu não seguir as sugestões e trocar seu agente. Mas isso não a livrou dos abusos. “Eu abandonei o set de um filme, no começo da minha carreira, por causa da forma como o diretor estava me tratando, […] mas nunca revelei o motivo. Nunca tive a coragem de me defender publicamente. Eu ouvia sempre: ‘Não seja problemática, você é nova na indústria e isso vai prejudicar sua reputação’. Hoje, depois dos 35 anos, é óbvio para mim que muitas garotas ouvem isso o tempo todo”, contou, sobre o assédio sofrido. Ela avalia, porém, que esse tipo de situação está com os dias contados. “Acho que nós somos a geração que vai tornar normal ter mais mulheres em papéis de liderança. A próxima geração de garotas não vai precisar herdar os mesmos problemas que sofremos”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Priyanka Chopra Jonas (@priyankachopra)
Superman & Lois enfrentam crise familiar em novo trailer dramático
A rede americana The CW divulgou o segundo trailer de sua nova série de super-heróis, “Superman & Lois”, que destaca a abordagem e a qualidade cinematográfica da produção. A prévia reforça a diferença da produção de outras séries do “Arrowverso”, com um tom dramático mais próximo do filme “O Homem de Aço” que da leveza de “The Flash”, por exemplo. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a série encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário, eles também não moram mais em Metrópolis, ocupando a antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade heroica de Clark em segredo dos filhos. O vídeo mostra o momento em que Clark revela ser o Superman para os filhos incrédulos. Como adolescente típico, um deles reage com raiva desproporcional, criando uma crise na família. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Elsass, que já atuou em diversos videoclipes e na série “Little Fires Everywhere”, na Hulu, tem 20 anos. Já Garfin, que é mais reconhecido por seu trabalho como dublador, tendo interpretado Linus em “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), tem 15 anos. A série ainda traz Dylan Walsh (que estrelou “Nip/Tuck” e atualmente está em “Blue Bloods”) como o pai de Lois, o general Samuel Lane (interpretado por Glenn Morshower na 1ª temporada de “Supergirl”), Emmanuelle Chriqui (“The Passage”) como Lana Lang e Erik Valdez (de “Graceland” – ou “Segredos do Paraíso” na TV aberta) como seu marido, Kyle Cushing. “Superman & Lois” vai estrear com um episódio expandido, de 90 minutos de duração – a duração de episódio duplo – e ainda será acompanhada pela exibição de um especial adicional na noite de 23 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série pode seguir “Batwoman” e ser lançada na HBO. Mas dependendo da velocidade de implementação, também pode aparecer diretamente na HBO Max nacional. Ainda não há anúncio oficial.
Michael B. Jordan fecha contrato com Amazon para filmes e séries
O ator Michael B. Jordan (“Creed”, “Pantera Negra”) anunciou ter fechado uma parceria com o Amazon Studios para estrelar e produzir novos filmes, séries e conteúdo multimídia. O acordo foi resultado de conversas iniciais para distribuir o filme “Sem Remorso”, que a Paramount desistiu de lançar nos cinemas. A Amazon não só se dispôs a pagar a produção e servir de plataforma para o longa de ação como também pediu prioridade em qualquer projeto futuro do astro. Pelo contrato firmado, o serviço de streaming será o lar dos novos conteúdos desenvolvidos pela produtora de Jordan, Outlier Society, que há menos de um mês contratou a ex-presidente de produção da Paramount, Elizabeth Raposo, para comandar seus negócios. “Trazer o conteúdo de filme, televisão e multimídia da Outlier Society para baixo do mesmo teto é o próximo capítulo empolgante para nós. O alcance global e expansivo da Amazon nos oferece a capacidade de entreter e envolver nosso público de maneiras inovadoras, ao mesmo tempo mantendo nosso compromisso em apoiar uma ampla gama de histórias e contadores de histórias. Estou muito feliz por dar o pontapé inicial na parceria com o lançamento de ‘Sem Remorso'”, disse Jordan, em comunicado. “Sem Remorso” deveria ter sido lançado em outubro passado nos cinemas, mas, devido à pandemia, acabou saindo do calendário de estreias da Paramount. No filme, Jordan interpreta o espião da CIA John Clark, personagem de livros do autor Tom Clancy, o criador de Jack Ryan. E o acordo com a Amazon acaba integrando o longa ao universo original de Clancy na plataforma. Vale lembrar que Clark surgiu como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar seus próprios livros. Por conta desse começo, inclusive, ele já tinha aparecido no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). “Sem Remorso” é baseado no livro homônimo, publicado em 1993, que conta como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal, ao iniciar uma vingança brutal após sua namorada ser morta por um traficante de drogas nos Estados Unidos. A produção foi escrita por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) e dirigida por Stefano Sollima (“Suburra”). Os dois já tinham trabalhado juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado”. Além de Jordan, o elenco inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Cam Gigandet (“Sete Homens e um Destino”), Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”), Brett Gelman (“Stranger Things”), Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”) e Jack Kesy (“The Strain”). A estreia já foi marcada na Amazon para 30 de abril. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan)
Bacurau é premiado pelos críticos de Toronto, no Canadá
A Associação de Críticos de Cinema de Toronto, no Canadá, considerou “Bacurau” como Melhor Filme Estrangeiro do ano. O longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles superou “Druk – Mais uma Rodada” (da Dinamarca) e “Uma Mulher Alta” (da Rússia), que ficaram em 2º e 3º lugares. Esta é a segunda premiação da crítica norte-americana vencida pela produção brasileira. “Bacurau” já havia vencido a mesma categoria na premiação da Associação de Críticos de Nova York. Lançado nos cinemas norte-americanos em março do ano passado, o filme também foi indicado ao Spirit Awards 2021 (o Oscar do cinema independente).
Critics Choice: Mank lidera e Netflix domina indicações ao prêmio dos críticos
Os indicados à premiação de cinema dos críticos dos EUA, Critics Choice Awards 2021, foram revelados nesta segunda (8/2), voltando a ressaltar a força com que a Netflix chega na disputa pelos troféus de melhores do ano na temporada. A Netflix emplacou quatro filmes entre os dez que vão concorrer ao prêmio principal: “Mank”, “A Voz Suprema do Blues”, “Os 7 de Chicago” e “Destacamento Blood”. Ou cinco, quando se considera “Relatos do Mundo”, que teve lançamento internacional (mas não nos EUA) pela plataforma. Além destes, a empresa também concorre a prêmios com “Malcom & Marie”, “Pieces of a Woman”, “O Céu da Meia-Noite” e “Rosa e Momo”, totalizando 46 nomeações. Ou 52, ao somar as sete de “Relatos do Mundo”. Líder em indicações, “Mank”, dirigido por David Fincher, foi o título mais celebrado, aparecendo 12 vezes na lista do CCA 2021. O segundo filme mais nomeado foi a produção independente “Minari – Em Busca da Felicidade”, citada 10 vezes, seguida por “A Voz Suprema do Blues”, com oito indicações, e o citado “Relatos do Mundo”. A premiação também inclui categorias televisivas, que foram reveladas anteriormente e que já embutem 26 produções da Netflix. Os vencedores serão anunciados em cerimônia virtual marcada para 7 de março. Confira abaixo a relação completa dos indicados nas categorias cinematográficas do Critics Choice Awards 2021. Melhor Filme “Destacamento Blood” (Netflix) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Mank” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) “Nomadland” (Searchlight Pictures) “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) “Bela Vingança” (Focus Features) “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Ator Ben Affleck – “O Caminho de Volta” (Warner Bros.) Riz Ahmed – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Chadwick Boseman – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Tom Hanks – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Anthony Hopkins – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Delroy Lindo – “Destacamento Blood” (Netflix) Gary Oldman – “Mank” (Netflix) Steven Yeun – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Melhor Atriz Viola Davis – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Andra Day – “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Paramount/Hulu) Sidney Flanigan – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Vanessa Kirby – “Pieces of a Woman” (Netflix) Frances McDormand – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Carey Mulligan – “Bela Vingança” (Focus Features) Zendaya – “Malcolm & Marie” (Netflix) Melhor Ator Coadjuvante Chadwick Boseman – “Destacamento Blood” (Netflix) Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Daniel Kaluuya – “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) Bill Murray – “On the Rocks” (A24/Apple TV+) Leslie Odom, Jr. – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Paul Raci – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Melhor Atriz Coadjuvante Maria Bakalova – “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Amazon Studios) Ellen Burstyn – “Pieces of a Woman” (Netflix) Glenn Close – “Era uma Vez um Sonho” (Netflix) Olivia Colman – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Amanda Seyfried – “Mank” (Netflix) Yuh-Jung Youn – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Melhor Jovem Ator/Atriz Ryder Allen – “Palmer” (Apple TV+) Ibrahima Gueye – “Rosa e Momo” (Netflix) Alan Kim – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Talia Ryder – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Caoilinn Springall – “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) Helena Zengel – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Melhor Elenco “Destacamento Blood” (Netflix) “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Diretor Lee Isaac Chung – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Emerald Fennell – “Bela Vingança” (Focus Features) David Fincher – “Mank” (Netflix) Spike Lee – “Destacamento Blood” (Netflix) Regina King – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Aaron Sorkin – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Roteiro Original Lee Isaac Chung – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Emerald Fennell – “Bela Vingança” (Focus Features) Jack Fincher – “Mank” (Netflix) Eliza Hittman – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Darius Marder & Abraham Marder – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Aaron Sorkin – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Roteiro Adaptado Paul Greengrass & Luke Davies – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Christopher Hampton and Florian Zeller – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Kemp Powers – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Jon Raymond & Kelly Reichardt – “First Cow” (A24) Ruben Santiago-Hudson – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Fotografia Christopher Blauvelt – “First Cow” (A24) Erik Messerschmidt – “Mank” (Netflix) Lachlan Milne – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Joshua James Richards – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Newton Thomas Sigel – “Destacamento Blood” (Netflix) Hoyte Van Hoytema – “Tenet” (Warner Bros.) Dariusz Wolski – “Relatos do Mundo“ (Universal Pictures) Melhor Design de Produção Cristina Casali, Charlotte Dirickx – “A História Pessoal de David Copperfield” (Searchlight Pictures) David Crank, Elizabeth Keenan – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Nathan Crowley, Kathy Lucas – “Tenet” (Warner Bros.) Donald Graham Burt, Jan Pascale – “Mank” (Netflix) Kave Quinn, Stella Fox – “Emma” (Focus Features) Mark Ricker, Karen O’Hara & Diana Stoughton – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Melhor Edição Alan Baumgarten – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Kirk Baxter – “Mank” (Netflix) Jennifer Lame – “Tenet” (Warner Bros.) Yorgos Lamprinos – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Mikkel E. G. Nielsen – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Figurino Alexandra Byrne – “Emma” (Focus Features) Bina Daigeler – “Mulan” (Disney) Suzie Harman & Robert Worley – “A História Pessoal de David Copperfield” (Searchlight Pictures) Ann Roth – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Nancy Steiner – “Bela Vingança” (Focus Features) Trish Summerville – “Mank” (Netflix) Melhor Cabelo e Maquiagem “Emma” (Focus Features) “Era uma Vez um Sonho” (Netflix) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Mank” (Netflix) “Bela Vingança” (Focus Features) “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Hulu) Melhores Efeitos Visuais “Greyhound – Na Mira do Inimigo” (Apple TV+) “O Home Invisível” (Universal Pictures) “Mank” (Netflix) “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) “Mulan” (Disney) “Tenet” (Warner Bros.) “Mulher-Maravilha 1984” (Warner Bros.) Melhor Trilha Sonora Alexandre Desplat – “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) Ludwig Göransson – “Tenet” (Warner Bros.) James Newton Howard – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Emile Mosseri – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Trent Reznor & Atticus Ross – “Mank” (Netflix) Trent Reznor & Atticus Ross – “Soul” (Disney) Melhor Canção Original Everybody Cries – “Posto de Combate” (Screen Media Films) Fight for You – “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) Husavik (My Home Town) – “Festival Eurovision da Canção” (Netflix) Io sì (Seen) – “Rosa e Momo” (Netflix) Speak Now – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Tigress & Tweed – “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Hulu) Melhor Filme de Comédia “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Amazon Studios) “The Forty-Year-Old Version” (Netflix) “O Rei de Staten Island” (Universal Pictures) “On the Rocks” (A24/Apple TV+) “Palm Springs” (Hulu and NEON) “A Festa de Formatura” (Netflix) Melhor Filme em Língua Estrangeira “Druk – Mais uma Rodada” (Samuel Goldwyn Films) “Collective” (Magnolia Pictures) “La Llorona” (Shudder) “Rosa e Momo” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Nós Duas” (Magnolia Pictures)
Giuseppe Rotunno (1923 – 2021)
Giuseppe Rotunno, o diretor de fotografia que deu imagens para alguns dos filmes mais importantes de Luchino Visconti e os mais delirantes de Federico Fellini, morreu em sua casa em Roma, no domingo (7/2), aos 97 anos. Rottuno começou sua carreira como fotógrafo antes de ser convocado a servir como cinegrafista no exército italiano. Ele virou operador de câmera durante a 2ª Guerra Mundial, estreando no cinema num filme do mestre do neorealismo Roberto Rossellini, “O Homem da Cruz”, em 1943. Ele também operou a câmera dos clássicos “Umberto D.” (1952), de Vittorio de Sica, e “Sedução da Carne” (1954), de Luchino Visconti, antes de estrear como diretor de fotografia na comédia de Dino Risi “Pão, Amor e…” (1955), estrelada por Sophia Loren. A carreira de cinegrafista o levou a novas parcerias com Visconti, em “Noites Brancas” (1957), nas antologias “Boccaccio ’70” (1962) e “As Bruxas” (1967) e nos célebres “Rocco e Seus Irmãos” (1960), “O Leopardo” (1963) e “O Estrangeiro” (1967). Filmou ainda os clássicos “A Grande Guerra” (1959) e “Os Companheiros” (1963), de Mario Monicelli, “Ontem, Hoje e Amanhã” (1963) e “Os Girassóis da Rússia” (1970), de Vittorio de Sica, e “Amor e Anarquia” (1973) e “Dois Perdidos numa Noite de Chuva (1978), de Lina Wertmüller, entre dezenas de outros filmes obrigatórios do cinema italiano. A força de suas imagens lhe abriu as portas em Hollywood, com trabalhos em “A Maja Desnuda” (1958), de Henry Koster, “A Hora Final” (1959), de Stanley Kramer, “Candy” (1968), de Christian Marquand, “Ânsia de Amar” (1971), de Mike Nichols, e “O Homem de la Mancha” (1972), de Arthur Hiller, o que fez com que se tornasse o primeiro membro estrangeiro admitido na American Society of Cinematographers (ASC), o Sindicato dos Diretores de Fotografia dos EUA. A ligação indissolúvel com o cinema de Fellini começou em 1969 com o filme que transformou o nome do diretor em adjetivo, “Satyricon” (1969), marco da estética “felliniana”. Foram sete parcerias ao todo, abrangendo ainda “Roma” (1972), “Amarcord” (1973), “Casanova” (1976), “Ensaio de Orquestra” (1978), “Cidade das Mulheres” (1980) e “E La Nave Va” (1983), que lhe rendeu o prêmio David di Donatello (o Oscar italiano). Em 1979, ele filmou “O Show Deve Continuar”, musical de Bob Fosse que venceu a Palma de Ouro em Cannes e foi indicado a nove Oscars, incluindo Melhor Fotografia. Foi o único reconhecimento da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA ao seu trabalho. Hollywood bateu em peso em sua porta e ele passou os anos seguintes, até meados dos 1990, trabalhando com cineastas como Alan J. Pakula, Fred Zinnemann, Richard Fleischer, Robert Altman, Mike Nichols, Sydney Pollack e Terry Gilliam. Entre suas obras americanas mais famosas incluem-se a adaptação de “Popeye” (1980), de Altman, e a fantasia “As Aventuras do Barão de Munchausen”, de Gilliam. Ao final da carreira, ele voltou para a Itália, onde fotografou seu primeiro terror italiano, “Síndrome Mortal” (1996), de Dario Argento, encerrando a carreira em 1997 com um documentário sobre o amigo que muitas vezes filmou, Marcello Mastroianni. Mesmo após deixar os sets, ele continuou envolvido com as câmeras de cinema, ao ministrar um curso de Direção de Fotografia na Escola Nacional de Cinema da Itália.
Universo Star Trek ganha destaque em novo comercial da Paramount+
A plataforma Paramount+ divulgou um novo comercial de seu serviço de streaming centrado nas séries da franquia “Star Trek”, que no vídeo é batizada de “Star Trek Universe”. Com narração de Patrick Stewart, o eterno Capitão Picard, o vídeo apresenta personagens das séries “Star Trek: Picard” (o próprio Picard e Sete de Nove), “Star Trek: Discovery” (Michael Burnham e Saru) e da vindoura “Star Trek: Strange New Worlds” (Christopher Pike e Sr. Spock) e enaltece os valores positivos que caracterizam a franquia criada nos anos 1960 por Gene Roddenberry. Além destas três séries, a expansão atual da grife sci-fi também inclui a animação “Star Trek: Lower Decks” e a série de curtas “Short Treks”. Comandado pelo produtor-roteirista-diretor Alex Kurtzman, o “Star Trek Universe” se teleporta para a Paramount+ em 4 de março, quando a plataforma CBS All Access ganha seu novo nome e inicia seu projeto de expansão internacional.
Pedro Bial entrevista Woody Allen na volta de seu programa
Pedro Bial inaugura a nova temporada de seu programa de entrevistas na madrugada desta segunda (8/2) para terça, na rede Globo, com um convidado internacional. Ele vai falar por videoconferência com ninguém menos que o cineasta Woody Allen. Na pauta da conversa com o diretor americano estão sua autobiografia, lançada no ano passado, e as polêmicas de sua trajetória, incluindo a acusação de que teria abusado da filha Dylan quando ela tinha sete anos de idade. Esta acusação será alvo de uma vindoura série documental da HBO feita com apoio da parte acusadora, a ex-mulher de Allen, Mia Farrow. Feita em segredo, a série estreia em 21 de fevereiro, com novos episódios indo ao ar nos domingos subsequentes. Já o programa “Conversa com Bial” vai ao ar logo após o “Jornal da Globo”.
São Paulo fará nova edição do festival Verão Sem Censura
São Paulo terá uma segunda edição do festival Verão Sem Censura, que em 2020 celebrou obras de artistas que foram censuradas ou atacadas pelo governo Jair Bolsonaro. Em 2020, o festival contou com apresentações do DJ Rennan da Penha, do músico e poeta Arnaldo Antunes, da banda russa Pussy Riot, além de peças de teatro, exposições, filmes LGBTQIA+ e debates. Agora, refletindo a pandemia, o evento mesclará apresentações on-line e instalações em lugares emblemáticos da cidade, sem aglomerações. A nova edição acontecerá em março e explorará temas como os excluídos da Fundação Palmares, a censura econômica (barreiras burocráticas com a Lei Rouanet e a Ancine) e ataques à liberdade de imprensa. “A cultura passa por um momento difícil não só pela pandemia, mas também pelos ataques do obscurantismo. Vamos continuar fazendo ações de defesa da cultura a partir da maior cidade do país”, disse Alê Youssef, secretário de Cultura e idealizador do festival.
Veja o comercial do Super Bowl de Um Príncipe em Nova York 2
A Amazon aproveito o Super Bowl para divulgar um comercial de “Um Príncipe em Nova York 2” (Coming 2 America) na TV americana. O vídeo é basicamente um resumo desestruturado do trailer anterior e passa correndo pelos diversos personagens da trama. Lançado em 1988, “Um Príncipe em Nova York” foi o primeiro filme em que Eddie Murphy interpretou múltiplos personagens simultaneamente. A prática, que depois rendeu comédias como “O Professor Aloprado 2: A Familia Klump” (2000) e “Norbit, uma Comédia de Peso” (2008), é retomada em dose dupla no novo longa, com ajuda do ator Arsenio Hall (também com múltiplos papéis). Para quem não lembra, o personagem Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, decidiu ir a Nova York para encontrar possíveis esposas nos anos 1980. Agora, prestes a virar o rei, descobre que tem um filho que nunca conheceu nos EUA. Honrando o desejo de seu pai (James Earl Jones) para que prepare seu filho como o príncipe herdeiro, Akeem resolve voltar a Nova York em busca do filho desconhecido. Ele contará novamente com a ajuda de seu fiel parceiro Semmi (Arsenio Hall), mas o elenco está cheio de novidades, como Jermaine Fowler (“Crashing”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Shari Headley (“Goosebumps 2”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), KiKi Layne (“Se a Rua Beale Falasse”), Nomzamo Mbatha (“All About Love”) e o rapper Rick Ross como ele mesmo. O roteiro foi escrito por Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e a direção é de Craig Brewer em seu segundo filme seguido com Eddie Murphy, após o sucesso de “Meu Nome é Dolemite” na Netflix no ano passado. O filme será lançado pela Amazon Prime Video em 5 de março, com alguns países recebendo também uma estreia cinematográfica do estúdio original, Paramount Pictures.
Paramount+ reúne principais personagens em vídeo do Super Bowl
A Paramount+ divulgou o primeiro comercial de seu serviço de streaming durante o intervalo do Super Bowl 2021, a final do campeonato americano de futebol, que foi ao ar na noite de domingo (7/2) nos EUA. O vídeo mostra Patrick Stewart (da série “Star Trek: Picard”) em traje de gala, recebendo alpinistas famosos no topo do monte Paramount para revelar que os convidou a escalar a montanha porque agora todos moram lá. As imagens incluem, entre outros, o casal clássico (e em preto e branco) Lucy e Ricky Ricardo (de “I Love Lucy”), os capitães Michael Burnham (de “Star Trek: Discovery”) e Christopher Pike (da vindoura “Star Trek: Strange New Worlds”), o Sr. Spock (também de “Strange New Worlds”), a advogada Diane Lockhart (de “The Good Fight”), os policiais Daniel “Hondo” Harrelson (de “SWAT”) e Frank Reagan (“Blue Bloods”), o Jovem Sheldon, os apresentadores de talk show Stephen Colbert e James Corden, os apresentadores de reality show Jeff Probst e RuPaul, o jurado de reality show DJ Khaled, os desenhos Dora, a Aventureira, Bob Esponja, Patrulha Canina, Leonardo das Tartarugas Ninja e Beavis & Butt-head, além de uma personagem que deixa todos nervosos, Samara (a criatura de “O Chamado”). A variedade de personagens serve para demonstrar a abrangência da plataforma, que vai exibir os programas do conglomerado ViacomCBS e até recentemente era conhecida nos EUA como CBS All Access. A mudança de nome vai acontecer em 4 de março.












