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  • Série

    Criador dos Fugitivos da Marvel fará nova série de Buck Rogers

    10 de dezembro de 2020 /

    O roteirista Brian K. Vaughan, criador dos quadrinhos de “Fugitivos”, transformado em série da Marvel Television, e “Y: O Último Homem”, cuja adaptação estreia em 2021 no canal pago FX, vai desenvolver uma nova série sobre o herói espacial Buck Rogers. Vaughn já tem bastante experiência televisiva. Ele trabalhou como roteirista em “Lost” e foi o showrunner das duas primeiras temporadas de “Under the Dome”, adaptação do livro de Stephen King que perdeu o rumo após sua saída e foi cancelada ao final do terceiro ano – ficando sem fim. Buck Rogers voltará à TV numa série do estúdio Legendary, sob supervisão de Don Murphy e Susan Montford, sócios da produtora Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). A ideia da Legendary é desenvolver vários produtos simultaneamente, incluindo uma série live-action, uma atração animada e um filme de grande orçamento. Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.

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  • Etc

    Ellen DeGeneres testa positivo para covid-19 e tem programa suspenso

    10 de dezembro de 2020 /

    A comediante Ellen DeGeneres se tornou a mais recente celebridade a revelar que testou positivo para covid-19. “Olá a todos, gostaria de informar que testei positivo para Covid-19. Felizmente, estou me sentindo bem agora. Qualquer pessoa que esteve em contato próximo comigo foi notificada e estou seguindo todos as diretrizes adequadas”, ela escreveu nas redes sociais nesta quinta-feira (10/12). Ellen acrescentou que ficará em quarentena, o que significa que não poderá gravar seu programa, “The Ellen DeGeneres Show”, por duas semanas. “Vejo vocês de novo depois das férias”, concluiu. Um porta-voz da produção do programa confirmou que a exibição do “The Ellen DeGeneres Show” foi suspensa até janeiro. A paralização chega num momento delicado para a continuidade da atração. Uma reportagem publicada na quarta (9/12) no Buzzfeed revelou o estrago causado pela revelação de que os bastidores da produção eram um ambiente tóxico de trabalho, com muitas denúncias de assédio e maus tratos – o que levou à várias demissões e pedidos de desculpa da própria Ellen. A reportagem relata que o programa não está conseguindo atrair convidados relevantes depois da polêmica e vem perdendo anunciantes. A audiência do “Show” teria caído 37% em relação à temporada anterior e faltam apoios a eventos promocionais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ellen DeGeneres (@theellenshow)

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  • Filme

    Taraji P. Henson vai estrear como diretora em filme adolescente

    10 de dezembro de 2020 /

    A atriz Taraji P. Henson, da série “Empire” e do filme “Estrelas Além do Tempo”, vai estrar como diretora com uma comédia adolescente ambientada no ensino médio. Intitulado “Two-Faced”, o projeto da Bron Studios será produzido por Tim Story, que trabalhou com Henson nos filmes da franquia “Pense como Eles”. Roteirizada por Cat Wilkins, a trama segue Joy, uma aluna negra do último ano do ensino médio cujas chances de frequentar a faculdade dos seus sonhos são ameaçadas por seu diretor de escola extremamente popular e carismático, depois que ela o confronta com evidências de seu passado racista. Com a ajuda de seus amigos, Joy começa a expor Jerald por quem ele realmente é, mas rapidamente descobre que ele pretende travar uma guerra total contra os alunos que tentam derrubá-lo. Henson, que também será uma das produtoras do filme, disse em comunicado: “Depois de duas décadas na frente das câmeras, estou emocionado por finalmente pular para trás para minha estreia na direção! O que primeiro me atraiu neste projeto foi Joy – ela é a personagem que eu precisava ver em filmes da minha época de crescimento, mas nunca encontrei”. Tim Story acrescentou: “Eu não poderia estar mais animado para apoiar uma das pessoas mais talentosas que já conheci. Taraji e eu fizemos três filmes juntos e eu sabia que era apenas uma questão de tempo até que ela desse o salto para a direção e tenho a honra de produzir este filme junto com a Bron Studios. ” Henson é representado por UTA, M88 e Ziffren Brittenham. Wilkins é representado pela UTA e Echo Lake Entertainment. Story e The Story Company são representados por UTA, Ziffren Brittenham.

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  • Série

    Industry é renovada para a 2ª temporada

    10 de dezembro de 2020 /

    A HBO renovou “Industry” para sua 2ª temporada. A série, dos criadores novatos Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), segue um grupo de jovens profissionais que disputam empregos permanentes em um importante banco internacional, e contou com apoio de Lena Dunham (a criadora de “Girls”), que dirigiu o episódio piloto da atração. “Mickey e Konrad capturaram um ângulo autêntico e novo sobre a cultura do local de trabalho, ao mesmo tempo em que apresentaram um olhar complexo sobre a vida aos 20 e poucos anos – repleto de emoções, fracassos e vitórias”, disse a vice-presidente de programação da HBO, Francesca Orsi. “É empolgante ver os fãs abraçando esses jovens graduados e nos juntamos a eles na expectativa do que está reservado para a 2ª temporada. Também enviamos um grande agradecimento aos nossos parceiros, a produtora Bad Wolf e a rede BBC.” A série recebeu críticas amplamente positivas, atingindo média de 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar de ter muitos personagens, a trama dá destaque para uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold, de “Modern Love”), que acredita que ao seguir carreira no setor financeiro será julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados. Ela é uma das personagens de 20 e poucos anos que tentam se estabelecer nesse mercado, onde fortunas são feitas da noite para o dia, e onde as poucas vagas são disputadas por uma geração obcecada por sucesso. Sob pressão, eles disputam espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros de Londres, num trabalho marcado por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. O elenco também inclui Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”), Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”), Freya Mavor (“The ABC Murders”), Will Tudor (“Humans”) e Ken Leung (“Inumanos”).

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  • Filme

    Netflix diz que brasileiros viram mais romances, filmes tristes e reality shows em 2020

    10 de dezembro de 2020 /

    A Netflix revelou nesta quinta-feira (10/12) quais foram os conteúdos mais assistidos da plataforma durante o ano de 2020. Mas ao contrário do que fez em 2019, a retrospectiva deste ano foi bem bagunçada, sem relação das dez séries, os dez filmes e, vá lá, os dez realities favoritos do público. Em vez disso, a plataforma decidiu dividir os sucessos em categorias relacionadas a estados de espírito, como “nós choramos”, “nós viajamos”, “nós comemos” e “nós amamos o amor”. Outra bagunça dos listões se deve à opção da empresa de combinar tudo por gênero. Assim, entre as produções de ação mais assistidas aparecem os filmes “Resgate”, “Power” e “The Old Guard”, a série espanhola “La Casa de Papel” e a brasileira “Bom Dia, Verônica”. O resumo das relações é que, ao longo do ano, os espectadores viram muitos reality shows, filmes tristes e romances. Foram duas vezes mais reality shows que no ano passado. Mas era barbada, porque a Netflix também produziu mais reality shows em 2020. O mesmo vale para as produções de chorar e suspirar. O público vê o que a Netflix produz e divulga. Mas muitas das produções da plataforma não são divulgadas nem por ela mesma. Logicamente, elas não emplacam e são escanteadas. Entre as tendências diagnosticadas, é possível reparar ainda que o Brasil dobrou o consumo em muita categorias. Além dos reality shows, o público consumiu duas vezes mais animes que no ano passado – “Pokémon: Mewtwo Contra-Ataca – Evolução”, “One Piece”, “The Seven Deadly Sins: A Ira Imperial dos Deuses” e “O Sangue de Zeus” foram os favoritos. Outro pico aconteceu entre as produções sul-coreanas, que bateram recorde de audiência no país, aumentando seu consumo em mais de 120% em relação ao número do ano passado. O conteúdo turco também se destacou, dobrando sua visualização. O motivo é sempre o óbvio: maior oferta de produtos dos dois países. Entre os sul-coreanos, o terror de zumbis “Alive” liderou a audiência no país, enquanto a série turca “O Último Guardião” esteve entre os mais assistidas da plataforma. A lista de histórias tristes traz o hit “Milagre na Cela 7”, que ficou 23 dias no Top 10, além de “Se Algo Acontecer… Te Amo” e “Por Lugares Incríveis”. Curiosamente, a tristeza aumentou apenas a partir de abril, quando os brasileiros completaram o primeiro mês de isolamento social devido à pandemia de coronavírus. Do mesmo modo, os romances estiveram em alta, refletindo, novamente, a ênfase dada pela plataforma a produções do gênero. A lista tem “A Barraca do Beijo 2”, “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”, “Amor Garantido” e “Ricos de Amor”. No gênero da fantasia, os assinantes brasileiros acompanharam mais “Locke & Key” e “Carta ao Rei”. Já entre os conteúdos para a família (que no Brasil costumavam ser chamados de infantis), os destaques foram “A Caminho da Lua”, “Os Irmãos Willoughby” e “Enola Holmes”.

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  • Música

    Emicida lança clipe com participação de Gilberto Gil

    10 de dezembro de 2020 /

    O rapper Emicida lançou o clipe de “É Tudo para Ontem”, que conta com participação especial de Gilberto Gil. Em clima leve, que junta rap e samba canção, a faixa leva o título do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show que Emicida realizou no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. O vídeo tem direção de Fred Ouro Preto (que também dirigiu o documentário) e é encenado justamente na frente do Municipal, entre projeções de shows de rap e fotos da ancestralidade negra. A participação de Gil acontece lá pela metade da música. Ele interrompe a melodia para ler uma fábula extraída do livro “A Vida Não É Útil”, de Ailton Krenak, autor e líder indígena, que teve seus direitos adquiridos pela RT Television, braço televisivo da RT Features, a produtora de Rodrigo Teixeira, que pretendia transformá-lo em série. Entretanto, processos em São Paulo e Los Angeles fizeram a Ancine paralisar a aprovação dos projetos da empresa. O documentário de Emicida, “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, foi lançado na terça (8/12) na Netflix.

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  • Série

    WandaVision: Série derivada dos Vingadores ganha coleção de pôsteres

    10 de dezembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou uma coleção de pôsteres de “WandaVision”, primeira série da Marvel produzida para a plataforma de streaming. As artes refletem a evolução das séries ao longo da História da Televisão, começando pelas sitcoms em preto e branco dos anos 1950 e chegando às produções de super-heróis em streaming dos anos 2020. Também evocam o trailer divulgado, que rendeu muita discussão online por mostrar a metamorfose ambulante criada por Wanda para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão, como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração foi apresentada como uma sitcom clássica em preto e branco e evoluiu para uma comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes. Não faltaram sequer cenas de Wanda e Visão com seus trajes clássicos dos quadrinhos, mas em versão caseira. Sem medo de exagerar, “WandaVision” é a série mais aguardada do Disney+ (Disney Plus). Quando seu trailer foi lançado em setembro, teve 53 milhões de visualizações multiplataforma em seu primeiro dia, tornando-se a prévia de série mais vista em 24 horas de todos os tempos. Com o adiamento do filme da “Viúva Negra”, “WandaVision” ainda ganhou status de “blockbuster”, assumindo a responsabilidade de lançar a quarta fase do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), que será inaugurada em streaming no dia 15 de janeiro. Primeira série produzida pela Marvel Studios, a empresa cinematográfica da Marvel – as anteriores eram feitas pela Marvel Television – , a atração terá ligação direta com os lançamentos de cinema da empresa, tanto os do passado, como “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, quanto os futuros títulos do estúdio. Estrelada pelos intérpretes dos personagens Wanda (a Feiticeira Escarlate) e Visão nos filmes dos Vingadores, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, “WandaVision” foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. Além disso, seu elenco também traz de volta Kat Dennings e Randall Park a seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”.

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  • Música

    Taylor Swift lança novo álbum – e clipe – de surpresa nesta madrugada

    10 de dezembro de 2020 /

    A cantora Taylor Switft anunciou de surpresa, pelo Twitter, que vai lançar mais um álbum em 2020. E vai ser hoje mesmo, à meia-noite de Nova York – conhecida como 2h da madrugada, no horário de Brasília. “Evermore”, que ela chamou de “disco-irmão” do “Folklore”, não é um EP. O disco contará com 15 faixas, incluindo novas parcerias com músicos das bandas HAIM (“No Body, No Crime”), The National (“Coney Island”) e Bon Iver (a faixa-título). Ela contou que se sentiu estimulada durante a produção de “Folklore”, com a criatividade gerada pelo encontro de novos parceiros (alguns dos citados) e a ociosidade do período em que não poderia fazer shows. “Para ser bem sincera: a gente simplesmente não conseguiu parar de escrever músicas. Para ser mais poética, parecia que tínhamos chegado nos limites da floresta de ‘Folklore’ e tínhamos uma escolha: dar as costas e voltar pra casa ou viajar ainda mais fundo pela mata. Escolhemos a segunda opção”, ela escreveu na rede social, compartilhando a história por trás do novo e inesperado disco. A cantora ainda disse que, no passado, nunca pensou em fazer uma “continuação” para seus álbuns, mas que sentiu que o “Folklore” era diferente. “Amei o escapismo dessas histórias, algumas imaginárias e outras não. Amei as formas como vocês receberam essas histórias em suas vidas”, explicou. Lançado em julho e trazendo um clima mais folk, “Folklore” bateu recordes de reprodução em streaming e gerou inúmeros comentários nas redes sociais. O disco também rendeu um registro especial lançado pela plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), intitulado “Folklore: The Long Pond Studio Sessions”. O documentário foi igualmente realizado em segredo e lançado de surpresa, com direção da própria cantora. Nele, Taylor detalha um pouco dos bastidores da produção e ainda apresenta uma performance ao vivo do repertório, ao lado de seus colaboradores Jack Antonoff (das bandas Bleachers e Fun), Aaron Dessner (The National) e Justin Vernon (Bon Iver). “Adorei criar essas músicas com Aaron Dessner, Jack Antonoff, WB e Justin Vernon”, ela assumiu no Twitter. “Também recebemos alguns novos (e antigos) amigos em nossa mesa musical desta vez”, adiantou sobre “Evermore”. O lançamento do “Evermore” ainda será acompanhado de um clipe, “Willow”, que também virá à tona durante a madrugada – e que ela própria dirigiu, com fotografia do cinematógrafo mexicano Rodrigo Prieto (“O Irlandês”), três vezes indicado ao Oscar. Ela avisou que vai participar de um chat com os fãs no YouTube, minutos do lançamento oficial. “Vejo vocês no chat da página de estreia do clipe no YouTube antes da meia-noite para responder a algumas perguntas”, concluiu. Confira abaixo os posts originais. I’m elated to tell you that my 9th studio album, and folklore’s sister record, will be out tonight at midnight eastern. It’s called evermore. 📷: Beth Garrabrant pic.twitter.com/xdej7AzJRW — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’ve never done this before. In the past I’ve always treated albums as one-off eras and moved onto planning the next one after an album was released. There was something different with folklore. In making it, I felt less like I was departing and more like I was returning. — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 And I loved creating these songs with Aaron Dessner, Jack Antonoff, WB, and Justin Vernon. We’ve also welcomed some new (and longtime) friends to our musical kitchen table this time around… — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I also know this holiday season will be a lonely one for most of us and if there are any of you out there who turn to music to cope with missing loved ones the way I do, this is for you. — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 All *digital downloads* of the album will include an exclusive, digital booklet with 16 brand new photos. You can pre-order evermore now at https://t.co/QYMUTL0IAj — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’m forever grateful to the following creatives who have helped and guided me to be able to direct my own videos: Cinematographer Rodrigo Prieto, producer Jil Hardin, 1st AD Joe ‘Oz’ Osbourne, Co-1st AD Ev Salomon, Exec Producer Rebecca Skinner… — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’ll see you guys in the YouTube premiere page chat before midnight to answer some questions 🧙‍♀️ — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020

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  • Filme

    George Clooney negocia dirigir Ben Affleck em filme da Amazon

    10 de dezembro de 2020 /

    George Clooney vai dirigir seu colega ator-diretor Ben Affleck em seu próximo longa-metragem. Segundo o site Deadline, Affleck está em negociações para estrelar a adaptação de “The Tender Bar”, que terá Clooney no comando. Os dois já se associaram no premiado “Argo” (2012), que Affleck dirigiu e Clooney produziu, e têm tentado trabalhar juntos novamente desde então. Quando Clooney definiu “The Tender Bar” como seu próximo trabalho de direção, Affleck foi o primeiro nome que ele considerou para estrelar o projeto. A produção é uma adaptação do livro autobiográfico do jornalista JR Moehringer, lançado no Brasil como “Bar Doce Bar”. No livro, o jornalista premiado com o Pulitzer conta como, por não ter conhecido bem o próprio pai, procurava na juventude figuras paternas entre os clientes habituais do bar administrado por seu tio em Long Island (EUA). O roteiro da adaptação foi escrito por William Monahan, que venceu o Oscar por seu trabalho em “Os Infiltrados” (2006), e, além de dirigir, Clooney também vai produzir o filme com seu sócio Grant Heslov, por meio de sua empresa Smokehouse Pictures. A produção está sendo desenvolvida para a Amazon Studios, fazendo deste filme o segundo projeto consecutivo que Clooney dirige para uma plataforma de streaming. Ele terminou recentemente “O Céu da Meia-Noite”, que estreia em 23 de dezembro na Netflix. Affleck, por sua vez, está mais ocupado do que nunca. Enquanto a Warner monta uma campanha para tentar indicá-lo ao Oscar por “O Caminho de Volta”, filme lançado em maio sob críticas elogiosas, o astro concluiu a produção do thriller “Deep Water”, de Adrian Lyne (“Atração Fatal”), e do drama de época “The Last Duel”, de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), e atualmente está estrelando a sci-fi “Hypnotic” de Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), além de ter refilmado cenas de “Liga da Justiça” para o lançamento da versão de Zack Snyder e estar confirmado em “The Flash”, em que se despedirá do papel de Batman. Paralelamente, também definiu seu próximo trabalho como diretor: “The Big Goodbye”, sobre os bastidores da produção do clássico “Chinatown”, de Roman Polanski.

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  • Filme

    Daisy Ridley negocia viver primeira mulher a nadar o Canal da Mancha

    10 de dezembro de 2020 /

    A atriz Daisy Ridley, intérprete de Rey nos filmes de “Star Wars”, está negociando estrelar a adaptação do livro “Young Woman and the Sea”, de Glenn Stout, que narra a aventura real da primeira mulher a completar a nado a travessia do Canal da Mancha. Gertrude “Trudy” Ederle completou o percurso de 33 quilômetros, entre França e Inglaterra, em 1926. Filha de um açougueiro alemão de Manhattan, Ederle já era uma nadadora profissional, vencedora de medalha de ouro nas Olimpíadas de 1924, quando decidiu tentar cruzar o canal. Ela realizou a façanha depois de nadar distância ainda maior, os 35 quilômetros entre Battery Park, em Nova York, e Sandy Hook, em Nova Jersey, estabelecendo um recorde que durou 81 anos. Após este feito, a nadadora fechou contrato com dois jornais para patrocinar sua aventura europeia. Na época, havia uma disputa acirrada entre as mulheres atletas para definir quem seria a primeiras a cruzar a Mancha, já que apenas cinco homens tinham conseguido realizar a façanha até então. A jovem fez isso com a ajuda de sua família: a irmã Meg a ajudou a criar um maiô de duas peças – um precursor do biquíni moderno, que ninguém ainda tinha visto na década de 1920, quando os maiôs comuns pareciam vestidos de verão. A família também teve a ideia de usar cera de vela para lacrar os óculos de natação e torná-los à prova de vazamentos. Tudo isso ajudou, mas foi a força e vontade de Ederle que a fez superar ondas, ventos e águas traiçoeiras para se tornar mundialmente famosa ao chegar à costa. Ela quebrou séculos de estereótipos femininos e recebeu um desfile com chuva de papel picado ao retornar a Nova York, onde duas milhões de pessoas a receberam nas ruas com aplausos efusivos. Apesar disso, seu feito foi amplamente esquecido logo depois, conforme o mundo seguiu em frente. O filme está em desenvolvimento para plataforma Disney+ (Disney Plus), com roteiro de Jeff Nathanson, direção de Joachim Rønning e produção de Jerry Bruckheimer. Os três trabalharam juntos em “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, em 2017. Com o longa, Rønning se especializa em filmes passados no mar. Além do último “Piratas do Caribe”, o cineasta norueguês também filmou “Expedição Kon Tiki” (2012), baseado em outra história real de superação, que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Mais recentemente, ele dirigiu “Malévola: Dona do Mal” (2019) para a Disney. Nathanson também está envolvido com fábulas da Disney. Depois de escrever “O Rei Leão”, ele está atualmente criando a história inédita da continuação, que será dirigida por Barry Jenkins (“Moonlight”). A produção de “Young Woman and the Sea” deve começar no segundo trimestre de 2021.

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  • Filme

    Ancine suspende andamento de projetos do produtor de A Vida Invisível

    10 de dezembro de 2020 /

    A Ancine (Agência Nacional do Cinema) suspendeu, cautelarmente, o andamento de todos os projetos do produtor Rodrigo Teixeira e de sua empresa RT Features na agência. A medida foi tomada após o órgão ser intimado pela Justiça de SP em ação movida por Carlos Mansur Filho, um dos investidores que trava batalha judicial com o produtor. Responsável por filmes como o americano “Me Chame ​pelo Seu Nome” e o brasileiro “A Vida Invisível”, Teixeira está sendo processado em São Paulo e Los Angeles. “Estamos seguros de que essa suspensão será oportunamente revista”, disse a produtora RT Features, em nota à coluna de Monica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo. Leia a íntegra da nota abaixo. “A RT Features sempre teve um bom relacionamento com a Ancine. Essa suspensão, cautelar, cumpre uma determinação da Justiça de São Paulo, conforme a própria coluna apurou. Importante esclarecer que essa decisão judicial está relacionada a um processo que envolve apenas um investidor da RT, e não ‘investidores’. Suspensões como essa são comuns e podem ocorrer pelos mais diversos motivos, como uma disputa trabalhista, por exemplo. Estamos seguros de que essa suspensão será oportunamente revista. A RT tem atualmente apenas seis projetos em desenvolvimento que contariam com recursos da Ancine, além de outros 23 que contam com outras fontes de financiamento.” A confusão judicial vem à tona uma semana após uma reportagem veiculada pelo site The Hollywood Reporter, que revelou detalhes da crise da RT Features com seus investidores, entre eles Luiz Mussnich, um proeminente financista de São Paulo e patrono das artes, e seu cunhado, Carlos Gros, filho do ex-presidente do Banco Central do Brasil Francisco Gros. Mas há outros. A disputa não é trabalhista. Teixeira é acusado por fraude, falta de transparência e de realizar um esquema de pirâmide. A denúncia apurada pelo THR cita um investimento total no valor de US$ 16 milhões. Os filmes da RT Features teriam recebido apoio de 10 investidores-chave, segundo contou Mussnich ao THR. Ele próprio colocou US$ 350 mil de seu próprio dinheiro na produtora, mas seu cunhado estaria muito mais envolvido, emitindo US$ 2,8 milhões em cheques para Teixeira. Gros chegou a protocola uma denúncia em São Paulo, apontando um investimento de US$ 200 mil no filme “24 Frames”, de 2017, do diretor iraniano Abbas Kiarostami. Mais tarde, ele teria descoberto que esse dinheiro nunca foi recebido pelo produtor francês do filme, Charles Gillibert, da CG Cinema, nem Teixeira se envolveu de forma alguma na produção do longa. Apesar da queixa, Gros foi reembolsado por esse empréstimo. Já em outro acordo extrajudicial com investidor diferente, Carlos Mansur Filho, que o nome indica é filho do executivo bancário Carlos Mansur, o cheque de Teixeira foi devolvido, levando à ação atual contra Teixeira, que paralisou seus projetos na Ancine. A RT Features, que começou sua escalada hollywoodiana com o filme indie em preto e branco e de baixíssimo orçamento “Frances Ha”, em 2012, recentemente produziu a sci-fi “Ad Astra”, repleta de efeitos e estrelada por Brad Pitt. Num crescimento rápido e vertiginoso, a empresa está, como diz o comunicado, cheia de projetos em desenvolvimento. Teixeira também é produtor da série americana “Betty”, renovada para 2ª temporada na HBO, e está atualmente ligado a pelo menos três filmes em pré-produção, um que se encontra em filmagens e mais três em fase de pós-produção. Isto, porém, não é nem perto do total de 29 projetos citados pela nota da RT Features.

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  • Série

    Your Honor: Nova série criminal com Bryan Cranston bate recorde de audiência

    10 de dezembro de 2020 /

    A volta do ator Bryan Cranston às séries, depois de se consagrar com “Breaking Bad”, quebrou o recorde de audiência do canal pago americano Showtime. A estreia de “Your Honor”, em que Cranston vive um juíz fora da lei, foi vista no domingo passado (6/12) por aproximadamente 770 mil espectadores em seu primeiro dia de exibição em todas as plataformas. Essa é a maior audiência na história da Showtime para estreia de séries dramáticas limitadas, superando “The Comey Rule”, que teve 683 mil em sua exibição inicial. Dentre as várias plataformas, o primeiro episódio da série de 10 episódios atraiu 449 mil pessoas ao vivo na exibição televisiva, também superando os 415 mil que assistiram “The Comey Rule” ao vivo em 27 de setembro. Com as reprises, os números saltaram para 570 mil espectadores e outros 200 mil vieram via streaming e on-demand. A projeção da Showtime é que mais de 2 milhões de espectadores vejam a estreia até o fim de semana, contando mais dados de streaming e gravações digitais. “Your Honor” é baseada na série israelense “Kvodo” (2017), que também ganhou adaptação indiana neste ano. A versão americana foi desenvolvida pelo inglês Peter Moffat, criador da famosa série britânica “Criminal Justice” – por sua vez, adaptada pela HBO nos EUA com o título de “Night of”. Na trama, Cranston interpreta a “sua excelência” do título em inglês, um respeitado juiz que coloca sua reputação em jogo para esconder um crime e livrar seu filho de uma condenação por atropelamento ou algo pior, porque a vítima do atropelamento é o filho de um poderoso mafioso, que promete vingança. Hunter Doohan (“Truth Be Told”) interpreta o filho do juiz, Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”) é o poderoso chefão e o elenco ainda destaca Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”), Tony Curran (“Defiance”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Lilli Kay (“Chambers”), Isiah Whitlock Jr. (“The Mist”), David Maldonado (“As Rainhas da Torcida”) e Amy Landecker (“Transparent”). Ainda não há previsão para a série chegar ao Brasil. Veja o trailer da atração abaixo.

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  • Série

    Versão live-action do Clube das Winx ganha trailer da Netflix

    10 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer de “Fate: The Winx Saga”, adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx”, criado por Iginio Straffi. A série acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, este é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências. A adaptação foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Eliot Salt (“Normal People”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). Com seis episódios, “Fate: The Winx Saga” estreia em 22 de janeiro, diante do ceticismo dos fãs de quase uma dezena de séries do gênero que a Netflix cancelou no começo de suas produções.

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