PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Locke & Key tem renovação antecipada para 3ª temporada

    18 de dezembro de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação antecipada da série de terror “Locke & Key” para a 3ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), lembrando que a série ainda precisa exibir a 2ª temporada em 2021, a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. Para completar, a empresa firmou um contrato de desenvolvimento exclusivo com a co-showrunner da série, Meredith Averill, para que ela crie novas séries e outros projetos para a plataforma. Averill comanda “Locke & Key” em parceria com o prolífico produtor-roteirista Carlton Cuse (que tem seu próprio contrato com a Disney), que foi um dos mentores de “Lost” e criou “Bates Motel”, “Colony” e “Jack Ryan”. “Carlton e Meredith construíram um mundo incrível em ‘Locke & Key’, e estamos entusiasmados com o retorno dos Lockes para mais aventuras na 3ª temporada”, disse Brian Wright, vice-presidente geral de negócios da Netflix. Ele acrescentou que também estava “muito feliz por expandir nossa parceria criativa com Meredith Averill, uma talentosa criadora com um olho aguçado para o melhor horror e narrativa sobrenatural.” Os créditos de Averill também incluem “A Maldição da Casa da Colina”, “Jane the Virgin” e “The Good Wife”. Ela desenvolveu “Locke & Key” com Cuse e Aron Eli Coleite (que foi co-showrunner em uma encarnação anterior da série, que não se materializou na Hulu). “Estou extremamente grata por ter encontrado um lar na Netflix onde me sinto constantemente apoiada, desafiada e inspirada”, disse Averill. “Estou ansioso para continuar e expandir nosso relacionamento.” Cuse acrescentou: “Temos algumas aventuras incríveis reservadas para a família Locke na 3ª temporada, e não poderíamos estar mais animados para continuar contando nossa história com nossos grandes parceiros da Netflix.” O sucesso evidente de “Locke & Key” na Netflix coroa a perseverança dos interessados em transformar a história em série, após o projeto ser reprovado em outros canais. A produção sofreu quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a trama. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse decidiu refazer tudo e apresentar sua ideia para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – a terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. Aparentemente, faltava apenas Meredith Averill para o projeto dar certo. Com seus textos e produção, “Locke & Key” intrigou o público e garantiu grande audiência no serviço de streaming. Para quem não viu, a série acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Apesar da renovação antecipada, a data de retorno da série ainda não está definida. Locke and Key fans, the cast has some news for you: The show has been picked up for Season 3! But first, Season 2 will arrive in 2021! pic.twitter.com/d4c0dheBkZ — Netflix (@netflix) December 18, 2020

    Leia mais
  • Filme

    Gal Gadot revela que fez sua própria denúncia contra diretor de Liga da Justiça

    18 de dezembro de 2020 /

    Depois de confessar que testemunhou na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”, Gal Gadot revelou que fez sua própria denúncia contra o diretor Joss Whedon durante as refilmagens do longa de 2017. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, disse a atriz nesta sexta (18/12), em entrevista ao jornal Los Angeles Times. Gadot, que está promovendo “Mulher-Maravilha 1984”, não quis detalhar qual foi seu problema com Whedon, mas boatos anteriores mencionavam sua recusa em filmar uma cena em que o Flash caía sobre Mulher-Maravilha durante uma luta, para criar uma piada com insinuação sexual. A cena foi realizada por uma dublê e incluída no longa (veja abaixo). Se foi só isso ou se há outros detalhes, ela não revela, mas deu seu apoio ao colega de elenco Ray Fisher (o Ciborgue), que foi quem trouxe à público o ambiente tóxico no set da produção. Em julho, Fisher denunciou publicamente uma má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. “Eu fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”, disse Gadot. Ao ser entrevista mais cedo num podcast da revista Variety, ela acrescentou que não foi informada do resultado da investigação interna da WarnerMedia sobre as denúncias. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, contou a estrela de “Mulher Maravilha de 1984”, que se disse curiosa com o resultado das várias entrevistas. Em um comunicado de 11 de dezembro, a WarnerMedia afirmou que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme e, sem mencionar nomes, acrescentou que “medidas corretivas foram tomadas”. “Também não sei o que isso significa”, disse ela. “Mas estou curiosa para saber qual será o resultado”.

    Leia mais
  • Filme

    Bacurau é eleito Melhor Filme Internacional do ano pelos críticos de Nova York

    18 de dezembro de 2020 /

    Depois de Barack Obama, o New York Film Critics Circle, associação de críticos de cinema residentes de Nova York, também incluiu “Bacurau”, de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, em sua lista anual de melhores do ano. O longa brasileiro foi eleito o Melhor Filme Estrangeiro de 2020 pela crítica nova-iorquina. “Acho que em 40 anos só dois outros brasileiros receberam esse prêmio, ‘Pixote’, do Babenco, e ‘Cidade de Deus’, do Meirelles. Grato”, escreveu Kleber Mendonça Filho, comemorando a referência nas redes sociais. “E o New York Film Critics Circle premiou agora há pouco ‘Bacurau’ como melhor filme estrangeiro. Outros filmes brasileiros já ganharam na história, ‘Pixote’ e ‘Cidade’ de Deus”, ecoou Juliano Dornelles. A premiação de “Bacurau”, originalmente exibido em 2019 no Brasil, reflete o fato dele ter sido lançado nos EUA apenas neste ano. O fenômeno de popularidade entre a crítica americana lembra “Cidade de Deus”. Os dois filmes compartilham o fato de terem sido ignorados pelo comitê que escolhe o candidato brasileiro a uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar. Em vez de “Bacurau”, a Academia Brasileira de Cinema (ABC) selecionou “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, no ano passado. Mas “Bacurau” pode repetir “Cidade de Deus” e aparecer no Oscar mesmo assim, indicado a categorias técnicas em 2021. Uma seguidora de Dornelles chegou a lembrar dessa possibilidade, escrevendo após a notícia: “Parabéns!!!!!!!! Rumo ao Oscar agora”. New York Film Critics Circle, BACURAU Melhor Filme Estrangeiro. Acho que em 40 anos só dois outros brasileiros receberam esse prêmio, PIXOTE do Babenco e CIDADE DE DEUS do Meirelles. Grato. https://t.co/tvQXeJG0mV — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) December 18, 2020 E o New York Film Critics Circle premiou agora há pouco BACURAU como melhor filme estrangeiro. Outros filmes brasileiros já ganharam na história, Pixote e Cidade de Deus.⚡️⚡️⚡️ — Juliano Dornelles (@jdornelles) December 18, 2020

    Leia mais
  • Série

    Grey’s Anatomy: Patrick Dempsey voltará em novos capítulos

    18 de dezembro de 2020 /

    “Grey’s Anatomy” chegou ao midseason finale de sua 17ª temporada na noite de quinta-feira (17/12) nos EUA, refletindo com uma narrativa intensa a pandemia e o estado real do mundo. Mas, para os fãs, o ponto alto da atual fase do drama médico foi o retorno de Patrick Dempsey ao papel de Derek Shepherd, ainda que tenha sido uma aparição de sonho. O personagem, que morreu na 11ª temporada após um acidente fatal de carro, apareceu nos sonhos de Meredith Grey (Ellen Pompeo), enquanto ela enfrenta a contaminação de covid-19 em sua cama de hospital. A boa notícia é que as aparições não se restringirão aos dois episódios já exibidos. McDreamy, como Shepherd também era conhecido, estará de volta na segunda parte da temporada. “Você vai ver McDreamy novamente na segunda metade da temporada”, garantiu a showrunner Krista Vernoff para a revista Variety, em entrevista após a exibição do episódio de quinta, “No Time for Despair”. Mas apesar de confirmar o retorno de Dempsey nos episódios que vão ao ar em 2021, Vernoff não disse quem mais pode aparecer. Isto porque ela tem esperança de recrutar mais atores antigos, que saíram da série de forma trágica, em cenas de morte nas últimas 17 temporadas. “Todos nós temos esperanças, mas ainda não temos nada de novo para relatar”, assumiu a produtora. Entre os atores que estariam sendo sondados estariam Chyler Leigh, a Lexie Grey, irmã de Meredith, e Eric Dane, intérprete de Mark Sloan, também conhecido como “McSteamy”, dois dos personagens favoritos dos fãs que morreram em um acidente de avião no início da 9ª temporada. Na época do retorno de Dempsey, a mídia social explodiu de entusiasmo. “Grey’s Anatomy” é o drama médico de maior duração na história da televisão, tendo ultrapassado “Plantão Médico” (ER). O programa ainda não foi renovado para uma 18ª temporada, embora continue sendo um dos mais vistos da ABC, uma vitória impressionante para uma série tão longa. A criadora Shonda Rhimes disse em várias ocasiões que encerraria a série quando Ellen Pompeo estivesse pronta para desistir de interpretar Meredith. Pompeo, que também é produtora, encerra seu contrato neste ano, mas pode renová-lo – caso a ABC aceite lhe pagar um aumento. Por conta disso, ela chegou a dizer recentemente à Variety que ninguém sabe quando o programa terminará. “Não sabemos quando a série vai acabar. Mas a verdade é que pode ser até neste ano”, afirmou Pompeo. Vernoff também não tem certeza sobre a data do final de “Grey’s Anatomy”. “’Não sei’ é a resposta honesta”, diz a produtora. “Eu não sei. Mas eu planejei uma temporada fenomenal, que pode conduzir tanto a uma nova temporada quanto ao final da série. ”

    Leia mais
  • Filme

    Gal Gadot revela ter testemunhado na investigação sobre bastidores de Liga da Justiça

    18 de dezembro de 2020 /

    A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha no cinema, revelou ter testemunhado na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido no set de “Liga da Justiça”, após a saída do diretor Zack Snyder da produção. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, disse a estrela de “Mulher Maravilha de 1984” durante uma entrevista para o podcast da Variety “The Big Ticket”. Ela não se aprofundou sobre o assunto, dizendo que está curiosa com o resultado das várias entrevistas. A WarnerMedia disse, em um comunicado de 11 de dezembro, que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme. Sem mencionar conclusões, o texto oficial afirmava apenas que “a investigação da WarnerMedia sobre o filme ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Gadot disse que ninguém lhe explicou quais seriam as “medidas corretivas” tomadas. “Também não sei o que isso significa”, disse ela, acrescentando: “Estou curiosa para saber qual será o resultado”. A investigação foi resultado de uma denúncia do ator Ray Fisher, o Ciborgue da “Liga da Justiça”, que em julho denunciou publicamente uma alegada má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. Ele não comentou as acusações, assim como Whedon, mas Berg disse que a denúncia era “categoricamente falsa”. Mas Fisher ganhou apoio de seus colegas. Jason Momoa, o Aquaman, postou uma mensagem reforçando as acusações do intérprete de Ciborgue. Ele descreveu no Instagram sua indignação contra “a forma de m**** como fomos tratados nas refilmagens da ‘Liga da Justiça’. Coisas sérias aconteceram. Precisa ser investigado e as pessoas precisam ser responsabilizadas”. A própria Gal Gadot chegou a contar ao jornal Los Angeles Times que também denunciou Whedon. Ela disse que, embora ela não tenha participado de refilmagens com Fisher, “eu tive minha própria experiência com [Whedon], que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito. Mas fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”.

    Leia mais
  • Série

    Matthew Rhys viverá alienígena em nova série do FX

    18 de dezembro de 2020 /

    Vencedor do Emmy por “The Americans”, Matthew Rhys vai voltar a viver uma espécie de espião em nova série. Depois de espionar os americanos para os comunistas, seu novo trabalho secreto será para uma raça alienígena. Rhys será o protagonista “Wyrd”, produção em desenvolvimento no canal pago FX, o mesmo de “The Americans”. Seu personagem é um extraterrestre enviado à Terra para observar a humanidade, que trabalha disfarçado como detetive particular e está sempre disposto a investigar casos extraordinários. Trata-se de uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Curt Pires e Antonio Fuso, lançados numa minissérie de quatro edições em 2019 pela editora Dark Horse Comics. A trama é descrita no site oficial como “um encontro de James Bond com o ‘Arquivo X’”. A adaptação está sendo feita por Sheldon Turner, roteirista de “Amor sem Escalas” (2009) e “X-Men: Primeira Classe” (2011). Além de estrelar, Rhys será produtor da série, junto com sua esposa, a atriz Keri Russell, com quem ele coestrelou “The Americans”. O ator também continua envolvido com a série “Perry Mason”, que foi renovada para a 2ª temporada na HBO.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Berlim confirma edição virtual em março

    18 de dezembro de 2020 /

    O Festival de Cinema de Berlim confirmou os planos que vazaram na quarta-feira (16/12), incluindo o cancelamento de seu evento físico em fevereiro. Os organizadores vão exibir a mostra competitiva de forma virtual, entre 1 e 5 de março, mas pretendem realizar uma segunda etapa do evento, com a projeção dos selecionados para o público no cinema em junho. Além da competição, o European Film Market (EFM), evento de negócios da indústria cinematográfica que ocorre paralelamente à Berlinale, também seguirá o modelo online. “Como resposta aos tempos em que vivemos, decidimos dividir a nossa oferta em dois eventos distintos, mas relacionados, e assim cumprir a missão da Berlinale. Enquanto em março a indústria cinematográfica estará reunida (online) e poderá apoiar e iluminar nossa seleção, no verão – como um recomeço, 70 anos após a primeira edição – nosso público poderá celebrar os cineastas e suas equipes, nos cinemas e a céu aberto. Isto dá a oportunidade de vivenciar as diferentes secções e perfis do festival, de assistir aos filmes da Mostra Internacional e de festejar com os vencedores dos Ursos de Ouro e de Prata num ambiente alegre”, disse o diretor artístico do festival, Carlo Chatrian, em comunicado. A diretora executiva da Berlinale, Mariette Rissenbeek, acrescentou que a situação atual “não permite um festival físico em fevereiro”. “Ao mesmo tempo, é importante oferecer um mercado à indústria cinematográfica ainda no primeiro trimestre do ano. Com a mudança do formato do festival em 2021, teremos a oportunidade de proteger a saúde de todos os convidados e apoiar a indústria do cinema. Com o evento de verão, queremos celebrar um festival de cinema e oferecer ao público da Berlinale a tão esperada experiência comunitária de cinema e cultura”, explicou Rissenbeek. Como a disparada das taxas de infecção de covid-19 na Alemanha nas últimas semanas, o governo decretou um novo lockdown, com o fechamento de escolas e todo comércio não essencial, incluindo cinemas. Com isso, o festival, que estava programado para acontecer de 11 a 21 de fevereiro, tornou-se inviável. Agora, a Berlinale está em negociações com os seus parceiros e com o Ministro de Estado da Cultura e dos Meios de Comunicação (BKM) da Alemanha para ampliar o orçamento do festival. O BKM já confirmou um apoio extra aos organizadores com fundos do seu programa especial para a Cultura.

    Leia mais
  • Série

    Final de The Mandalorian anuncia série de Boba Fett

    18 de dezembro de 2020 /

    Durante a apresentação do Dia do Investidor da Disney, a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, anunciou a produção de 10 séries do universo “Star Wars” na plataforma Disney+ (Disney Plus), e em seguida descreveu nove títulos inéditos. Muitos consideraram, então, que a conta incluía “The Mandalorian”. Na verdade, havia um 10º título que pulou aquela apresentação. A novidade foi revelada nos últimos segundos do capítulo final da 2ª temporada de “The Mandalorian”, disponibilizado nesta sexta-feira (18/12). A cena pós-créditos do episódio traz Boba Fett (Temuera Morrison) e a caçadora de recompensas Fennec Shand (Ming-Na Wen) de volta à Tatooine (numa locação bem conhecida de “O Retorno de Jedi”), enquanto uma legenda anuncia “The Book of Boba Fett” (O Livro de Boba Fett) para dezembro de 2021. Em suma, “The Mandalorian” ganhará um spin-off centrada em Boba Fett – que a maioria dos fãs da franquia acreditava que tinha morrido em “O Retorno Jedi”, até a série criada por Jon Favreau decidir mostrar que ele sobreviveu. A série de Boba Fett vai se juntar a outros dois spin-offs anunciados de “The Mandalorian”: “Ahsoka”, que trará Rosario Dawson reprisando o papel de Ahsoka Tano, a jedi de “Clone Wars”, e “Rangers of the New Republic”, provavelmente centrada em Cara Dune, personagem de Gina Carano. Estas duas produções foram anunciadas por Kennedy durante a conferência do Dia do Investidor.

    Leia mais
  • Filme

    Barack Obama inclui Bacurau entre seus filmes favoritos de 2020

    18 de dezembro de 2020 /

    O ex-presidente dos EUA Barack Obama revelou nas redes sociais sua lista de filmes e séries favoritas de 2020, incluindo a produção brasileira “Bacurau”, de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. “Como todos vocês, nós ficamos dentro de casa por boa parte do ano, e com o streaming mais uma vez borrando a separação entre cinema e televisão, expandi a minha lista para incluir histórias das quais gostei este ano, independente do formato”, ele escreveu a publicar sua relação. Além de “Bacurau”, a seleção de Obama inclui dois outros longas internacionais, o italiano “Martin Eden” e o russo “Uma Mulher Alta”. O resto da lista destaca produções da Netflix, como “A Voz Suprema do Blues” e “Mank”, a produção da Amazon “Lovers Rock”, de Steve McQueen, o vencedor dos festivais de Toronto e Veneza “Nomadland”, a animação “Soul”, que só estreia no Natal na Disney+ (Disney Plus), o thriller “Um de Nós”, com Kevin Costner, o drama indie “Selah and the Spades” e documentários como “Time”, “Boys State” e, claro, “Crip Camp”, uma produção dele mesmo. Obama já tinha dado uma prévia de suas séries favoritas numa entrevista à revista Entertainment Weekly desta semana. Agora, inclui, ao lado de “The Boys”, “The Good Place” e “Better Call Saul”, a porrada de “I May Destroy You” e minisséries como “Mrs. America”, “O Gambito da Rainha”, “The Good Lord Bird” e “Devs”, e as tramas documentais de “Arremesso Final” e “City So Real”. Ao falar com a EW, ele tinha incluído também “Watchmen”, mas esta série já tinha aparecido na sua lista do ano passado. Like everyone else, we were stuck inside a lot this year, and with streaming further blurring the lines between theatrical movies and television features, I’ve expanded the list to include visual storytelling that I’ve enjoyed this year, regardless of format. pic.twitter.com/a8BS8jDkSs — Barack Obama (@BarackObama) December 18, 2020

    Leia mais
  • Filme

    Último filme de Chadwick Boseman é principal estreia online da semana

    18 de dezembro de 2020 /

    O último filme estrelado por Chadwick Boseman, “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), é o grande destaque das estreias online da semana. Morto em agosto, o ator escondeu seu câncer de cólon para completar a produção, que atingiu 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, e deve ganhar muitas indicações a prêmios póstumos pelo papel. Baseado na peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”), o filme dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) se passa em 1927, na cidade americana de Chicago, e aborda tensões raciais e a história do blues, ao reconstituir fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O papel da cantora é desempenhado de forma impressionante por Viola Davis, já vencedora do Oscar por “Um Limite Entre Nós” (filme mais conhecido pelo título original, “Fences”), e o personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. A boa lista de lançamentos da semana também destaca “Alguém Avisa?” (Happiest Season), comédia romântica LGBTQIA+ de Natal estrelada por Kristen Stewart (“As Panteras”) e Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), que atingiu 83% no Rotten Tomatoes e está sendo considerado o melhor filme de temática natalina deste ano. Na trama, as duas vivem um casal lésbico que precisa fingir ser hetero durante as festas de fim de ano em família. Embora Abby (Stewart) tenha planejado propor casamento a Harper (Davis) durante as festividades de fim de ano, ela descobre na porta casa dos pais da namorada que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Confira abaixo os trailers destes e dos demais filmes que completam o Top 10 das estreias de streaming e clique nos títulos em vermelho para saber mais sobre cada uma delas.     A Voz Suprema do Blues | EUA | 2020 (Netflix)     Alguém Avisa? | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, YouTube Filmes)     Expontâneo | EUA | 2020 (Apple TV)     Boni Bonita | Brasil | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Canário | África do Sul | 2018 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Os Segredos do Castelo | Reino Unido | 2020 (Apple TV, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Cudado com Quem Chama | Reino Unido | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Cut Throat City | EUA | 2020 (Apple TV)     Quarto 212 | França | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Os Cleptocratas | EUA | 2020 (NOW, Vivo Play)

    Leia mais
  • Série

    Séries online destacam final de The Mandalorian e começo de The Expanse

    18 de dezembro de 2020 /

    O desfecho da 2ª temporada de “The Mandalorian” e o começo do 5º ano de “The Expanse” marcam um fim de semana sci-fi entre as estreias de streaming. Enquanto “The Mandalorian” virou um fenômeno popular, “The Expanse” é queridinha da crítica. A série da Disney+ (Disney Plus) chega a seu capítulo final com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e planos para dois spin-offs, demonstrando que o futuro da franquia “Star Wars” é mesmo o streaming. Já a atração da Amazon festeja sua terceira temporada consecutiva com 100% de aprovação da critica norte-americana. Visualmente impressionante e com riqueza narrativa, os novos episódios encaminham a série para uma conclusão épica, que virá na já confirmada 6ª temporada. A programação também destaca duas séries documentais de temática musical. O registro de Anitta está dando o que falar pelas revelações da cantora, como um estupro que sofreu aos 15 anos. Já “Por Trás Daquele Som” é para quem gosta de saber todos os detalhes da criação de canções de sucesso. A 2ª temporada é bastante eclética, esmiuçando hits de Dua Lipa, The Killers e Nine Inch Nails, entre outros. O Top 10 segue com produções da Espanha, Finlândia, Coreia do Sul e África do Sul – a aventura medieval espanhola e o terror sul-coreano chamam mais atenção. E ainda há a possibilidade de maratonar todas as quatro temporadas da cultuada série animada “A Lenda de Korra”! Confira abaixo todas as dicas de séries desta semana e clique nos títulos em vermelho para saber mais sobre cada uma delas.     The Expanse | EUA | 5ª Temporada (Amazon Prime Video)     The Mandalorian | EUA | Fim da 2ª Temporada (Amazon Prime Video)     El Cid | Espanha | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     Sweet Home | Coreia do Sul | 1ª Temporada (Netflix)     FBI: Os Mais Procurados | EUA | 1ª Temporada (Globoplay)     Namorado de Natal | Noruega | 2ª Temporada (Netflix)     Como Acabar com o Natal | África do Sul | 1 Temporada (Netflix)     Anitta: Made In Honório | Brasil | 1 Temporada (Netflix)     Por Trás Daquele Som | EUA | 2ª Temporada (Netflix)     A Lenda de Korra | EUA | 4 Temporadas (Netflix)

    Leia mais
  • Série

    L.A. Law vai ganhar continuação com ator original

    17 de dezembro de 2020 /

    Um dos dramas jurídicos mais famosos da televisão americana pode ganhar continuação. A rede ABC encomendou o piloto de uma nova encarnação de “LA Law”, fenômeno de público e crítica da década de 1980, que venceu nada menos que quatro Emmys de Melhor Série de Drama. Ao todo, a série original, criada por Steven Bochco, faturou 15 prêmios Emmy durante seu auge. A trama girava em torno dos funcionários de um poderoso escritório de advocacia de Los Angeles, mostrando os casos que defendiam e também suas vidas fora do trabalho, com ênfase para as competições entre os advogados dentro da própria firma. Há três anos, a Fox recusou o projeto de um remake da atração, escrito pelo próprio Bochco. Agora o projeto se apresenta como uma continuação, centrada num dos personagens dos anos 1980. Blair Underwood vai reprisar seu papel como advogado Jonathan Rollins e também participará do projeto como produtor executivo. Na trama, o escritório de advocacia McKenzie Brackman será reinventado como um escritório de litígio especializado apenas nos casos mais importantes e incendiários, que desafiam limites legais. Nesta versão, Rollins deixou de ser idealista para se mostrar mais conservador, ao entrar em conflito com uma geração mais jovem para decidir o melhor caminho para a empresa, em meio às mudanças políticas e jurídicas dos dias atuais. Embora o foco seja numa nova geração de advogados, outros membros do elenco original provavelmente farão aparições se a série for aprovada. O piloto está sendo desenvolvido pelo produtor-roteirista Marc Guggenheim (cocriador de “Arrow”) e sua parceira Ubah Mohamed (roteirista de “Arrow”) e terá direção de Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”). O projeto tem a benção do filho de Bochco, o diretor e produtor de TV Jesse Bochco, e da viúva do falecido produtor, Dayna Bochco. Os dois terão créditos na produção, por meio de sua empresa, Steven Bochco Productions. A “LA Law” original durou oito temporadas na NBC, de 1986 a 1994, e ainda rendeu um filme de reunião em 2002. Muitos dos casos apresentados no programa tratavam de questões polêmicas, como pena de morte, aborto, racismo, homofobia, assédio sexual, HIV e violência doméstica. Underwood juntou-se ao elenco na 2ª temporada e permaneceu no programa até o final, ganhando uma indicação ao Globo de Ouro por seu papel.

    Leia mais
  • Série

    Série clássica Os Pioneiros vai ganhar remake

    17 de dezembro de 2020 /

    A série clássica “Os Pioneiros” (Little House on a Prairie), que marcou época nos anos 1970, vai ganhar um remake da Paramount Television Studios. O estúdio se juntou à produtora Anonymous Content para o projeto, que conta a história de uma família imigrante que tenta estabelecer uma pequena fazenda em terra selvagem, no interior do Kansas, Minnesota e outros locais remotos, durante o século 19. A narrativa é baseada na coleção de livros best-seller de Laura Ingalls Wilder (1867-1957). Embora ela tenha escrito os livros como histórias para crianças nos anos 1930 e 1940, a trama foi inspirada em sua própria vida como filha de pais pioneiros. Na série, Michael Landon e Karen Grassle eram os patriarcas da família Ingalls, que contavam com a ajuda de suas primeiras três filhas – entre elas a narradora Melissa Gilbert, no papel da própria Laura – para realizar seu sonho americano. Mas embora a adaptação televisiva tenha sido um grande sucesso, ficando no ar por nove temporadas na rede NBC, de setembro de 1974 a maio de 1982, a história de Wilder teria grande dificuldades de ser aceita da mesma forma hoje em dia sem atualizações culturais. Nos livros e na série, os Ingalls são apresentados como colonizadores benevolentes, que ocupam uma terra desabitada, quando na verdade a terra pertencia a nativos americanos, que nas obras da escritora eram descritos como sub-humanos. Apesar disso, “Os Pioneiros” continuou a ser reprisado e ganhou nova vida na TV em alguns telefilmes – que continuaram a história – e até num primeiro remake, uma minissérie baseada nos livros exibida em 2005. Para completar, a plataforma Peacock anunciou que vai disponibilizar todos os episódios da série clássica em seu serviço em 2021.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie