Ninguém Tá Olhando e Órfãos da Terra vencem o Emmy Internacional
A 48ª edição do Emmy Internacional, premiação voltada à produção televisiva mundial, consagrou em sua cerimônia de 2020, realizada nesta segunda (23/11) em Nova York, duas produções brasileiras: “Órfãos da Terra”, da TV Globo, venceu a categoria de Melhor Novela, enquanto a precocemente cancelada “Ninguém Tá Olhando”, da Netflix, foi eleita Melhor Série de Comédia. O cancelamento deixa a Netflix sem graça para comemorar a vitória, mas não seus criadores, o cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), que também dirigiu episódios da atração, Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Lançada em novembro do ano passado, a série destacava em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”), mas tinha como protagonista Victor Lamoglia (“Socorro, Virei uma Garota!”), como o mais novo integrante de uma repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. A trama mostrava um Céu burocratizado e a rebelião do anjo vivido por Lamoglia, que decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, para ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. E assim sua atitude acaba contagiando outros anjos – como Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”). Os produtores apostaram num elenco repleto de YouTubers – Kéfera Buchmann, Victor Lamoglia, Júlia Rabello e Leandro Ramos. Mas a Netflix não considerou que eles atraíam interesse suficiente para merecer investimento em sua continuação. Ao todo, o Brasil disputou sete prêmios no Emmy Internacional deste ano. Entre os cinco que bateram na trave, o destaque era Andréa Beltrão na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo em “Hebe – A Estrela do Brasil”, filme transformado em minissérie pela Globo. Mas a brasileira perdeu para uma veterana atriz britânica, Glenda Jackson, pelo telefilme “Elizabeth is Missing”. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, também perdeu a disputa de sua categoria. O vencedor foi o telefilme “Responsible Child”, que também rendeu o prêmio de Melhor Ator para o menino Billy Barratt, de 13 anos. Ele superou o brasileiro Raphael Logam, que concorria por seu trabalho em “Impuros”. Fechando a participação de brasileiros no Emmy Internacional 2020, “Refavela 40” disputou o troféu de Melhor Programa de Arte, mas quem levou foi o francês “Vertige de la Chute”, enquanto “Canta Comigo” perdeu para o australiano “Old People’s Home for 4 Year Olds” na lista da categoria Entretenimento não-roteirizado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Série de Drama “Delhi Crime” – Índia Melhor Série de Comédia “Ninguém tá Olhando” – Brasil Melhor Filme para TV / Minissérie “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt em “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Atriz Glenda Jackson em “Elizabeth is Missing” – Reino Unido Melhor Série Curta “#martyisdead” – República Tcheca Melhor Novela “Órfãos da Terra” – Brasil Melhor Documentário “For Sama” – Reino Unido Melhor Entretenimento Não-roteirizado “Old People’s Home for 4 Year Olds” – Austrália Melhor Programa de Arte “Vertige de la Chute” (Ressaca) – França (VENCEDOR) Melhor Programa de Língua Estrangeira Exibido nos Estados Unidos “20th Annual Latin GRAMMY®? Awards” – Estados Unidos (VENCEDOR) “La Reina del Sur” – Estados Unidos
Sia briga com a comunidade autista ao lançar o trailer de seu primeiro filme
A cantora Sia comprou briga com a comunidade autista por conta de seu primeiro longa-metragem, “Music”, que ela escreveu e dirigiu. Sia diz que queria homenagear essa comunidade, mas escalou sua protegida, a dançarina Maddie Ziegler, no papel de uma garota autista, e o trailer do longa, revelado no fim de semana, mostrou a jovem apresentando um comportamento meio abobado e totalmente diferente das pessoas que sofrem desse mal. A polêmica estourou junto do trailer, após a interpretação de Ziegler ser considerada “ofensiva” e “imprecisa” nas redes sociais, o que deu início a uma troca de insultos entre Sia e autodeclarados autistas. A situação saiu tanto do controle que até organizações dedicadas ao atendimento de autistas decidiram fazer campanha de boicote contra o filme. Sia acabou tuitando que ficou “muito confusa” com a negatividade em relação ao seu trabalho. Uma atitude bem diferente do entusiasmo demonstrado ao lançar o trailer. A atriz irlandesa Bronagh Waugh foi a primeira a questionar Sia sobre a polêmica interpretação de Ziegler. “Posso perguntar por que você não escalou um ator deficiente para este papel?”, ela escreveu no Twitter. “É muito ofensivo a maneira que você escolheu para retratar essa personagem. Pessoas com deficiência não estão quebradas e não precisam de conserto.” Ao ver o comentário, Sia respondeu que tentou “representar amorosamente a comunidade”. Isso desencadeou várias críticas contestando o resultado, com muitos perguntando por que um ator deficiente não poderia ter interpretado o papel. Sia tentou se defender, dizendo a certa altura: “Duh. Passei três anos pesquisando, acho que é por isso que estou tão chateada. ” Ela afirmou que contratou muitas “crianças com habilidades especiais” para trabalhar no filme, incluindo uma garota do espectro, antes de escalar Ziegler. “Ela achou desagradável e estressante”, disse Sia sobre a jovem do espectro. Neste ponto, uma seguidora se ofereceu, dizendo que ela e várias outras atrizes autistas estariam disponíveis para o papel. Ao que Sia respondeu: “Talvez você seja apenas uma atriz ruim”. As respostas atravessadas acabaram gerando ainda mais raiva dentro da comunidade que Sia supostamente estava tentando agradar, até a Sociedade Nacional de Autismo do Reino Unido dizer que “Sia entendeu tudo errado” e a Associação Americana de Pessoas com Deficiências conclamar: “Não assistam ao filme da Sia”. Diante disso, Sia defendeu suas opções e pediu que criticassem o produto acabado, não o trailer. Mas fez o pedido de maneira, digamos, pouco educada, com palavrões. “Grrr. F*** f**ida, por que vocês não assistem meu filme antes de julgá-lo?”, ela escreveu no Twitter. “FÚRIA.” Este piti acabou gerando reação de uma proeminente celebridade deficiente, a atriz Marlee Martlin, vencedora do Oscar por “Filhos do Silêncio” (1986). “Querida Sia, como todo respeito como colega artista, é esse o tipo de resposta que você deseja que as pessoas vejam ao discutir um tópico tão importante, como pessoas com autismo? Por favor, não seja surda ao que eles têm a dizer”, escreveu Matlin. O filme será lançado em fevereiro, junto com o disco de sua trilha sonora. Veja abaixo o trailer que irritou os autistas e a reação que levou Marlee Martlin a se pronunciar. Dear @Sia, With respect as a fellow artist, is this the kind of response you want people to see when discussing such an important topic such as people with Autism? Please don't be deaf to what they have to say. Marlee Matlin — Marlee Matlin (@MarleeMatlin) November 21, 2020
Monster Hunter: Milla Jovovich enfrenta galeria de monstros gigantes em novo trailer
A Sony divulgou dois pôsteres japoneses e um novo trailer chinês de “Monster Hunter”, filme baseado no jogo de mesmo nome da Capcom. Repleto de cenas inéditas, o vídeo enfatiza a galeria de criaturas da produção, que são nomeadas. Com orçamento de US$ 60 milhões, “Monster Hunter” foi rodado na África do Sul e volta a reunir a atriz Milla Jovovich com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson, depois da parceria em “Resident Evil” – e por coincidência em nova adaptação de videogame com monstros. De acordo com a sinopse oficial, o filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que “são transportados do nosso mundo para um novo mundo” e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Neste combate, “eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra as criaturas”. O elenco também destaca Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Diego Boneta (“Scream Queens”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) e a brasileira Nana Costa (“Entre Irmãs”) em sua estreia em Hollywood. Após um leve adiamento, a estreia encontra-se marcada para 31 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Valentina é o grande vencedor do Festival Mix Brasil
O Festival Mix Brasil anunciou neste domingo (22/11) os vencedores de sua 28ª edição, dando grande destaque para “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos, que foi premiado duplamente como Melhor Filme, tanto pelo júri quanto pelo público. Além do Coelho de Ouro, premiação máxima do festival, e o Coelho de Prata do Público, “Valentina” também recebeu prêmios de Melhor Interpretação, vencido pela atriz Thiessa Woinbackk, e de Melhor Roteiro, escrito pelo diretor do filme. O longa fez sua estreia mundial em agosto no Outfest Los Angeles, onde Thiessa Woinbackk também recebeu o Grande Prêmio de Melhor Interpretação. No Brasil, a première aconteceu na recente Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que consagrou o longa como Melhor Filme na escolha do público, além de rende uma menção honrosa do júri para a atriz Thiessa Woinbackk. O filme conta a história de uma jovem trans que se muda para o interior de Minas com a mãe, Márcia (Guta Stresser), para um recomeço. Com receio de ser intimidada na nova escola, a garota busca mais privacidade e tenta se matricular com seu nome social. No entanto, a menina e a mãe começam a enfrentar dilemas quando a escola começa a exigir, de forma injusta, a assinatura do pai ausente (Rômulo Braga) para realizar a matrícula. Os produtores descrevem “Valentina” como “um retrato esperançoso e inspirador das dificuldades da vida real enfrentadas por uma jovem que busca abraçar quem ela é”. “Foi um longo caminho para criar o roteiro e descobrir a linguagem cinematográfica mais apropriada para ‘Valentina’, sete anos de trabalho até chegarmos ao resultado final”, disse o diretor Cássio Pereira dos Santos, em comunicado. A consagração do trabalho reforça os esforços de uma nova geração de cineastas brasileiros, que estão se notabilizando por inovar as representações da sexualidade e identidade no cinema, especialmente com temática trans, por meio de uma abordagem afirmativa e inspiradora. O elenco e equipe do longa também foram compostos em grande parte por membros da comunidade LGBTQI+, a começar pela protagonista Thiessa Woinbackk, influencer digital que estreia no cinema. Também vale ressaltar que canção original do filme, “Eu Nasci Ali”, é uma parceria da banda paranaense Tuyo (responsável pela trilha do longa) com a cantora e compositora Xan, outro talento trans envolvido na produção. Para chegar nas telas, o filme produzido de forma independente pela Campo Cerrado Produções contou com o apoio da Secretaria do Audiovisual e do edital de Longas de Baixo Orçamento de 2016 (SAV/Ancine), em parceria com o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Por sinal, é importante ressaltar que o apoio financeiro aconteceu durante outro governo. O atual governo brasileiro, ao contrário, não apoia “este tipo” de filme e, desde que assumiu o comando da política cultural nacional, ninguém mais viu a cor da verba do FSA. Por isso, para lançar “Valentina” nos cinemas os produtores estão organizando uma campanha de financiamento coletivo na internet. Os recursos arrecadados serão usados para ações de divulgação e esforços de distribuição, com o objetivo de levar o filme a mais cidades e espectadores. Para apoiar a campanha, basta acessar o link www.catarse.me/valentinafilme Veja abaixo o trailer do vencedor do Festival Mix Brasil e a lista completa com todos os premiados. Vencedores do Festival Mix Brasil 2020 Coelho de Ouro – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil Melhor Longa-Metragem Brasileiro: “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos Melhor Curta-Metragem Brasileiro: “A Mordida”, de Pedro Neves Marques Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil de Longas Melhor Direção: Coraci Ruiz, por “Limiar” Melhor Roteiro: Cássio Pereira dos Santos, por “Valentina” Melhor Interpretação: Thiessa Woinbackk, por “Valentina” Menção Honrosa: “Mães do Derick”, de Dê Kelm Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil de Curtas Melhor Direção: Victor di Marco e Márcio Picoli, por “O que Pode um Corpo?” Melhor Roteiro: Matheus Farias e Enock Carvalho, por “Inabitável” Melhor Interpretação: Luciana Souza, por “Inabitável” Menção Honrosa: Castiel Vitorino Brasileiro, de “Inabitáveis” Coelho de Prata – Prêmio do Público Melhor Longa-Metragem Nacional: “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos Melhor Longa-Metragem Internacional: “Pequena Garota”, de Sébastien Lifshitz (França) Melhor Curta-Metragem Nacional: “Letícia, Monte Bonito, 04”, de Julia Regis Melhor Curta-Metragem Internacional: “Cauda de Sereia”, de Alba Barbé i Serra (Espanha) Prêmio Canal Brasil de Curtas: “Inabitáveis”, de Anderson Bardot Prêmio SescTV: “O que Pode um Corpo?”, de Victor di Marco e Márcio Picoli Bolsa Ateliê Bucareste: Julia Leite, pela fotografia de “Letícia, Monte Bonito, 04”
Elenco de The Crown se despede de seus papéis
A Netflix divulgou uma despedida do elenco da 4ª temporada de “The Crown”. No vídeo, que pode ser conferido abaixo, Olivia Colman (a Rainha Elizabeth II), Helena Bonham Carter (Princesa Margaret), Erin Doherty (Princesa Anne), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Josh O’Connor (Príncipe Charles) falam de sua jornada ao longo de dois anos com seus personagens, o sentimento de deixar a produção e o desejo de boa sorte para seus substitutos nas próximas duas temporadas, que encerrarão a atração. Este elenco será substituído por Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”) no papel da Rainha Elizabeth II, Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”) como a Princesa Margaret, Jonathan Pryce (“Dois Papas”) na pele do Príncipe Philip, Dominic West (da série “The Affair”) será o Príncipe Charles, mas a intérprete de Anne, a filha da rainha, ainda não foi definida. Além destes, a princesa Diana, que foi vivida por Emma Corrin, passará a ser interpretada por Elizabeth Debicki (“Tenet”). Será a terceira mudança completa de intérpretes desde o começo da série, para refletir o envelhecimento dos personagens, conforme a trama avança no tempo. E também será a última, uma vez que a produção irá se encerrar na 6ª temporada. The cast of seasons 3 and 4 of The Crown say their goodbyes ❤️🥺🔚 pic.twitter.com/Kckt9QtnJm — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) November 20, 2020
Astros de Riverdale, Batwoman, Legacies e Nancy Drew homenageiam Supernatural
A rede The CW divulgou um vídeo em que os elencos de quatro séries, representantes de sua programação, homenageiam “Supernatural”, encerrada há três dias, após 15 anos de exibição nos EUA. O registro traz atores de “Riverdale”, “Batwoman”, “Legacies” e “Nancy Drew” alternando-se em agradecimentos, aplausos, citações e reconhecimentos à série mais longeva do canal. “Vocês realmente abriram o caminho para o resto de nós e reconhecemos muito isso”, diz Cole Sprouse, à frente do elenco de “Riverdale”. Intitulado “Carry On”, o capítulo final foi exibido na noite de quinta-feira (19/11) nos EUA e dividiu opiniões, lotando as redes sociais com comentários emocionados, de quem chorou muito e também de quem ficou enraivecido pela forma como tudo acabou. A temporada final está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner com duas semanas e meia de atraso em relação à transmissão americana. Desta forma, o último capítulo da série criada por Eric Kripke chegará à programação nacional no dia 6 de dezembro.
Veja a cena final de despedida de Supernatural
A cena final de “Supernatural” foi divulgada na internet. Mas ela não traz nenhum spoiler, pois acontece após o último momento roteirizado da série. Basicamente uma cena pós-créditos, consiste de uma despedida de Jensen Ackles e Jared Padalecki, que interpretaram os irmãos Dean e Sam Winchester durante 15 anos, incluída como forma de agradecimento direto aos fãs que possibilitaram uma jornada tão longa. “Obrigado aos fãs. Através de sangue, suor, risadas e lágrimas, vocês nos mantiveram na ativa por 15 anos”, diz Ackles no vídeo. “Nós nunca estaríamos aqui sem o seu amor, apoio, então, obrigado. Ficaremos eternamente gratos pela oportunidade de ter interpretado estes personagens por tanto tempo”, completa Padalecki. Quando a câmera se afasta, a imagem revela também Jim Beaver (Bobby) e toda a equipe de produção da série, reunidos sobre a ponte canadense em que a trama terminou. Intitulado “Carry On”, o capítulo final foi exibido na noite de quinta-feira (19/11) nos EUA e dividiu opiniões, lotando as redes sociais com comentários emocionados, de quem chorou muito e também de quem ficou enraivecido pela forma como tudo acabou. A temporada final está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner com duas semanas e meia de atraso em relação à transmissão americana. Desta forma, o último capítulo da série criada por Eric Kripke chegará à programação nacional no dia 6 de dezembro.
Fada Madrinha: Trailer apresenta comédia de fábula encantada da Disney
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster nacional e o trailer da comédia “Fada Madrinha” (Godmothered) em versões legendada e dublada em português. Ao estilo de “Encantada” (2007), o filme conta a história de uma atrapalhada aspirante a fada madrinha que decide provar que o mundo ainda precisa de fadas. Para isso, ela troca o reino encantado em que vive pelos EUA atual, em busca de uma menina triste que estaria precisando de ajuda. Só que a menina é na verdade uma jovem mãe solteira cínica e desiludida, sem tempo para romance ou contos de fadas. Claro que sua opinião muda com um pouco de mágica. O filme divertido foi escrito por Kari Granlund (do remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”) e Melissa Stack (“Mulheres ao Ataque”), tem direção de Sharon Maguire (“O Diário de Bridget Jones”) e é estrelado por Jillian Bell (“A Noite É Delas”) e Isla Fisher (“Truque de Mestre”), respectivamente como a fada bem intencionada e sua Cinderela desencantada. A produção chega ao streaming da Disney em 4 de dezembro.
Diários de Alan Rickman vão virar livro
Uma série de diários do ator Alan Rickman, o falecido intérprete do professor Snape de “Harry Potter”, foram encontrados e serão publicados em forma de livro. A editora Canongate informou que está de posse de 27 volumes dos diários do ator, inclusive com muitas anotações feitas durante as filmagens da saga “Harry Potter”, e pretende reunir todo o material num único livro, batizado de “The Diaries of Alan Rickman” (Os diários de Alan Rickman), que será lançado no segundo semestre de 2022. Segundo apurou o jornal britânico The Guardian, Rickman começou a escrever sobre sua vida no início da década de 1990, por volta da época em que interpretou o vilão Hans Gruber em “Duro de Matar”, e assim continuou por cerca de 25 anos, até sua morte por câncer em 2016, aos 69 anos. A parceira de Rickman por 50 anos, Rima Horton aprova o projeto, dizendo que pretendia que a obra fosse publicada eventualmente. “Os diários revelam não apenas Alan Rickman, o ator, mas o verdadeiro Alan — seu senso de humor, sua observação afiada, sua habilidade e sua devoção às artes”, disse a viúva ao Guardian. Ainda não há informações sobre o lançamento no Brasil.
Taís Araujo e Lázaro Ramos revelam que estão com covid-19
Taís Araujo e Lázaro Ramos informaram aos seus seguidores que testaram positivo para Covid-19. Em publicação compartilhada por ambos no Instagram, o casal informou que está em isolamento com os dois filhos, João e Maria, e seguindo protocolos de segurança. “Querido amigos, hoje nós estamos aqui para compartilhar com vocês que, infelizmente, nossa família testou positivo para Covid-19. Como todos sabem, nós caminhamos até aqui com todos os cuidados possíveis e seguindo todos os protocolos de segurança. Isto mostra que todos nós ainda precisamos estar atentos porque a pandemia infelizmente está longe do fim”, aviso o texto assinado pelos dois. Tanto Taís quanto Lázaro tiveram apenas sintomas leves. Já as crianças, João, de 9 anos, e Maria, de 5, estão assintomáticas. Mesmo assim, a família optou pela quarentena para não transmitir o vírus para outras pessoas. “Nós dois e as crianças, João e Maria, já estamos no meio da quarentena protocolada ao positivar a Covid 19. Estamos isolados e seguindo ainda mais rigorosamente todas as precauções médicas. Sentimos sintomas leves, e, para nosso alívio, as crianças estão assintomáticas”, escreveu. O texto encerra-se pedindo que as pessoas reforcem os cuidados em meio a pandemia do coronavírus e não subestimem a doença. “Com fé, esperamos este tempo passar. Viemos aqui por respeito e para tranquilizar vocês, mas também para lembrar a todos da fragilidade humana e para pedir a todos que sigam se cuidando. Nós estamos bem, mas sabemos que fomos afortunados enquanto tantas vidas seguem se esvaindo aqui e no mundo. Se cuidem. Com amor, Lázaro e Taís”, concluíram. O casal recebeu apoio de amigos e fãs nos comentários das publicações. “Vocês vão passar por isso sem sustos. Carinho”, disse Boninho. “Melhoras amores!”, desejou Alinne Moraes. “Vai ficar tudo bem”, escreveu Thelma Assis. “Fiquem bem, queridos”, desejou Alessandra Maestrini. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Taís Araujo (@taisdeverdade) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos)
Gloria Pires assume os cabelos brancos
A atriz Gloria Pires, de 57 anos, resolveu assumir os cabelos brancos, com direito a matéria no jornal O Globo e fotos do novo visual em seu Instagram. Em entrevista ao Globo, ela contou que foi preciso enfrentar a resistência dos familiares, que acreditavam que os cabelos brancos a envelheceriam muito. Mas assumir a idade fazia parte de seu desejo. “Eu estava querendo deixar meu cabelo branco há algum tempo. Mas na última novela, ‘Éramos Seis’, como transcorriam 30 anos na história, seria complicado: o consenso foi que eu deveria ter o cabelo pintado e ir fazendo os brancos de acordo com a continuidade. Quando acabou, falei: ‘Agora vou deixar'”, contou ela. Ela não ligou para as críticas em casa e mostrou quem decide: “Todo mundo foi contra, o marido, os filhos. Mas fui ficando. E estou adorando. Estou me sentindo bem, bonita, empoderada mesmo”. Para ela, envelhecer é bom, porque a inspirar a querer ter uma vida mais saudável. “É mais fácil quando você abraça essa condição. Vivi 57 anos, tenho rugas, flacidez, estes cabelos são meus. E isso não me faz sofrer. Quando eu era mais jovem, talvez pensasse neste momento com mais dificuldade. E minha saúde é melhor agora: quero ter saúde para curtir minha velhice e tudo pelo que trabalhei. A menopausa está rolando bem. Fiquei com receio no início. Mas não está sofrido”, relatou Glória. Gloria está passando quarentena com o marido, o cantor Orlando Morais, quatro filhos (Cleo, Antonia, Ana e Bento) e um gato, o Garfield. Eles foram para Brasília pensando que passariam dois meses, mas já ficaram mais de seis. “Tive momentos de muito prazer, de estar com a família sem ter que sair, viajar, tirar férias. Foi algo novo ter o marido e os quatro filhos dentro da minha casa. A melhor parte foi isso, estar com eles. Duas filhas já moravam sozinhas, teve essa volta. E o Orlando é uma pessoa que viaja muito. Então, como casal, a gente também teve que fazer ajustes. Sinto que aprendi muitas coisas. Uma delas foi assumir o meu lugar como dona da casa e mãe dessa família. Na lida diária”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gloria Pires (@gpiresoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gloria Pires (@gpiresoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gloria Pires (@gpiresoficial)
Cinemas dos EUA registram pior bilheteria da pandemia
O circuito cinematográfico da América do Norte registrou um recorde negativo histórico de bilheteria neste fim de semana. Se o fim de semana do Halloween tinha assustado o mercado com uma bilheteria de Top 10 que totalizava pouco mais de US$ 8 milhões, representando o faturamento mais baixo do ranking em quase meio século, neste fim de semana os cinemas americanos somaram US$ 6,5 milhões entre todos os títulos exibidos. Isto mesmo: este foi o valor total das bilheterias de todos os cinemas dos EUA e Canadá entre sexta e domingo (22/11). São os rendimentos mais baixos desde a reabertura dos cinemas em setembro, durante a pandemia, e provavelmente os menores valores desde os anos 1960. O montante também representa uma queda de 35% em relação à semana passada, quando o total girou em torno dos US$ 10 milhões. Os cinemas continuam fechados desde março em Los Angeles e Nova York, e os que ainda funcionam sofreram novo impacto com decisões de governos estaduais tomadas nos últimos dias. O horário de funcionamento do comércio voltou a encolher em alguns estados americanos, que implantaram até toque de recolher e emitiram novas orientações para a retomada do isolamento social, após o crescimento exponencial de casos de covid-19. Neste ritmo, os próprios exibidores podem optar por nova fase de fechamento para estancar seus custos de funcionamento, independente de decisão governamental. Como parâmetro, a maior das redes de cinema dos EUA, a AMC, gasta US$ 25 milhões semanais para manter suas salas abertas. A conta de manutenção não faz mais sentido. Por mais que tenham implementado medidas de higiene e protocolos de segurança, os multiplexes não despertaram confiança do público por continuarem a vender comes e bebes que são consumidos sem máscaras em salas herméticas com circulação de ar artificial. Puxando as bilheterias para baixo ainda há a falta de grandes lançamentos dos maiores estúdios de Hollywood. Entre sexta e domingo houve apenas a estreia de um filme chinês de distribuidora sem tradição cinematográfica, especializada em VOD (locação digital). O thriller de ação “Vanguard”, estrelado por Jackie Chan, abriu em 7º lugar com US$ 400 mil. Apenas um filme faturou mais de US$ 1 milhão, o líder “Freaky – No Corpo de um Assassino”, que fez US$ 1,2 milhão em sua segunda semana em cartaz. Somando seus 10 dias de liderança no ranking, a comédia de terror da Blumhouse/Universal fez ao todo 5,5 milhões nas bilheterias da América do Norte. Para dar noção da diferença, neste mesmo fim de semana do ano passado a Disney lançou “Frozen 2”, que faturou US$ 130 milhões em seus primeiros três dias no mercado interno.
Garotas tentam sobreviver em ilha deserta no trailer de The Wilds
A Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer da série dramática “The Wilds”. A prévia sugere uma combinação de “Lost” com “O Senhor das Moscas”, ao acompanhar sobreviventes de um desastre aéreo numa ilha deserta. O único diferencial em relação às duas histórias de ilhas desertas é que o grupo de náufragos é formado apenas por estudantes femininas do Ensino Médio. Elas precisam aprender a conviver com suas diferenças para lidar e enfrentar as necessidades da situação. Mas coisas estranhas começam a acontecer na ilha, o que levanta ainda mais interrogações nas cabeças das protagonistas. Elementos de paranoia e teorias de conspiração de “Lost” aparecem a partir da metade da prévia, enquanto a pintura de guerra de “O Senhor das Moscas” surge no rosto de uma personagem lá pelo final. Criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”), a série destaca em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”), Troy Winbush (“Os Goldbergs”) e Greg Bryk (“Bitten”). A estreia está marcada para o dia 11 de dezembro no serviço Amazon Prime Video.












