PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Karol Conka reflete “Tempos Insanos” em clipe influenciado pela pop art

    3 de julho de 2020 /

    A rapper Karol Conka lançou o clipe de “Tempos Insanos”, parceria com WC no Beat, que impressiona por evocar uma instalação de arte moderna. O vídeo manifesta a letra de Karol usando basicamente cenários diminutos e efeitos de edição visual. Estão lá o isolamento, protestos contra a violência policial, a crise habitacional, notícias do Brasil e do mundo sobre os dias de apocalipse viral e social. Minimalista, o vídeo usa referências das artes plásticas para enfatizar sua mensagem. Em vez de dançarinas de fundo, coreografia brega ou apelo sensual abundante, a cenografia rouba literalmente a cena com seus ambientes icônicos. Há uma simulação de ocupação residencial, concebida com muito grafite e colorido espraiado à la Jackson Pollock, e um cubículo forrado com páginas de jornal, que lembra as colagens de Robert Rauschenberg. Além disso, a própria Karol sofre intervenções gráficas que evocam tanto Andy Warhol quanto a fase criativa da MTV. Basquiat, Aguilar, Richard Hamilton, pop art, abstrata, referências em remix na colagem sonora hip-pop atual. A direção é da dupla Arthur Carratu e Haruo Kaneko, do Studio Curva, que trabalhou no projeto com o escultor-grafiteiro Jey77.

    Leia mais
  • Música

    Ludmilla lança clipe de música que fãs acham ser sobre Anitta

    3 de julho de 2020 /

    A cantora Ludmilla lançou o clipe de sua nova música, “Cobra Venenosa”, que muitos fãs estão considerando uma alusão à Anitta, dias depois de a cantora trocar farpas com a colega nas redes sociais. O vídeo dirigido por João Monteiro (de “Verdinha”) tem uma estética “Mad Max” do subúrbio. Gravado num terreno abandonado, traz Ludmilla num Jeep customizado com ferro-velho, acompanha por dançarinas vestidas de couro preto e metal dourado. Não faltam sequer alfinetes de segurança nos detalhes de acabamento visual, enfeite icônico do pós-apocalipse punk. Nada disso seria usado para alfinetar Anitta, garante a funkeira. Em entrevista ao jornal O Globo, ela jurou que música foi composta, na verdade, há três anos. “Ela [Anitta] até tem no celular. Quando a gente se falava, ela pediu todas as minhas músicas 150 [BPM, um subgênero de funk]. A inspiração veio do dia a dia, de tudo que vivo, que vejo e ouço as pessoas reclamarem”, disse. Só um detalhe. A líder da gangue rival, que aparece no clipe, é interpretada por Luiza Drewanz, conhecida por ser sósia de Anitta… Em publicações no Instagram, a cantora revelou que todas as pessoas envolvidas da gravação do vídeo foram submetidas a testes para a covid-19. Com isso, Ludmilla e a mulher, Brunna Gonçalves, acabaram descobrindo que já tiveram a doença causada pelo novo coronavírus.

    Leia mais
  • Filme

    Katy Keene é cancelada após 1ª temporada

    3 de julho de 2020 /

    A rede The CW cancelou “Katy Keene”, spin-off de “Riverdale” estrelado por Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”), após uma temporada. Ela foi a única série atual da CW não renovada para a próxima temporada em janeiro – à exceção, claro, daquelas que se encerram neste ano: “Supernatural”, “Arrow” e “The 100”. O cancelamento inspirou posts de despedida de Lucy Hale e do criador Roberto Aguirre-Sacasa, no Instagram. Apesar disso, a produtora Berlanti Productions anunciou que tentará buscar uma nova casa para a atração. E já tem até um endereço preferencial em vista, pois a série também é exibida pela plataforma HBO Max. A trama tinha ligação íntima com “Riverdale” por conta de uma personagem transplantada, Josie McCoy. Na produção, Ashleigh Murray reprisava seu papel de Josie, que se muda para Nova York para perseguir seu sonho de virar cantora profissional. Lá, ela vai morar com a amiga nova-iorquina de Veronica, Katy Keene, passando a dividir apartamento também com a drag queen Jorge/Ginger Lopez (Jonny Beauchamp, a Angelique de “Penny Dreadful”). O elenco ainda destacava Julia Chan (a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”) como Pepper Smith, uma promoter trambiqueira cheia de contatos, e Lucien Laviscount (“Scream Queens”) no papel de Alexander Cabot, um aspirante a empresário musical. Apesar da ligação com “Riverdale”, o tom de “Katy Keene” foi completamente diverso da outra série de Aguirre-Sacasa, pelo fato dos personagens serem adultos (e não estudantes colegiais) e por seus dramas serem… dramas (e não mistérios criminais). Todos os personagens buscam realizar seus sonhos na cidade grande, mas enfrentam sucessivas desilusões e a inveja de rivais poderosos. “Katy Keene” foi a terceira criação de Roberto Aguirre-Sacasa baseada em personagens da Archie Comics, após “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. Lançada nos anos 1940, a personagem original dos quadrinhos costumava ser uma atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, mas na série foi apresentada como uma vendedora de loja de roupas que sonhava virar estilista de moda. A série também era a terceira menos vista da CW – acima só de “Dynasty” e “In the Dark”. E para piorar, teria tido um desempenho abaixo do esperado em streaming, de acordo com apuração do site Deadline. No Brasil, “Katy Keene” teve sua única temporada exibida pela HBO. O cancelamento foi a segunda má notícia recebida por Aguirre-Sacasa nesta semana. Na segunda (29/6), a rede ABC anunciou ter rejeitado seu projeto de série “The Brides”, sobre as noivas vampiras de Drácula. A decisão da CW pode, ainda, ter relação com outro projeto da Berlanti Productions. Criada como uma joint venture entre as empresas CBS e Warner (daí a abreviatura CW), a rede costuma aprovar sempre uma série de cada sócio, e agora abriu-se uma vaga para um novo título da Warner, que tem duas produções aguardando definição: os spin-offs de “The 100” e de “Arrow”. Na sexta passada, o produtor Marc Guggenheim afirmou que a rede se manifestaria sobre o spin-off “Green Arrow and the Canaries” nos próximos dias, fosse de forma positiva ou negativa. Como esta série também é realizada pela Berlanti Productions, o cancelamento de “Katy Keene” pode representar uma inclinação maior para sua aprovação. Ver essa foto no Instagram Sad to deliver this news ! But I love the show. I love what it stands for. And mostly I love YOU. To the cast, crew, and all involved… 👏🏻👏🏻👏🏻 adore you. Uma publicação compartilhada por Lucy Hale (@lucyhale) em 2 de Jul, 2020 às 7:02 PDT Ver essa foto no Instagram From the first #katykeene table read. It seems like a dream. So proud of this show and the beautiful souls who came together to make it.💔 Uma publicação compartilhada por Roberto Aguirre-Sacasa (@writerras) em 2 de Jul, 2020 às 5:51 PDT

    Leia mais
  • Série

    The Great: Série com Elle Fanning é renovada para 2ª temporada

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma Hulu renovou “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande, para sua 2ª temporada. A produção de época terá mais 10 episódios em sua 2ª temporada, após se tornar, de acordo com o anúncio, “uma das comédias originais de melhor desempenho” na Hulu, que não fornece informações sobre audiência. “The Great” é a segunda atração recente sobre a imperatriz russa. O período mais avançado de seu reinado foi coberto pela minissérie “Catherine the Great”, lançada no ano passado na HBO, com Helen Mirren (“A Rainha”) no papel principal. A série da Hulu se diferencia de outras produções similares pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre uma monarca do século 18. A série é influenciada pelo tom de “Maria Antonieta” (2006), que se evidencia pelo uso de diálogos e padrões modernos de comportamento e pela alteração sutil de fatos históricos que resultam numa “história ligeiramente real”, como diz a sinopse. A trama se passa antes da ascensão de Catarina II, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796, mostrando-a como “uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. Além de Elle fanning, o elenco destaca Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como o czar Pedro III, imperador da Rússia. A produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao participar da britânica “Skins”, em 2007. No Brasil, a série foi disponibilizada em 18 de junho na plataforma Starzplay.

    Leia mais
  • Filme

    Astros de Jurassic Park terão grande participação no novo Jurassic World

    2 de julho de 2020 /

    O ator Sam Neill revelou que seu papel em “Jurassic World: Dominion” não será apenas uma participação especial, como muitos especulavam após sua escalação – ao lado de Jeff Goldbum e Laura Dern, protagonistas do primeiro “Jurassic Park”, de 1993 Em entrevista para o site Yahoo Movies UK, o ator disse que o seu personagem, o paleontologista Dr. Alan Grant, fará parte do longa inteiro, assim como a paleobotanista Dr. Ellie Sattler (Dern) e o matemático Ian Malcolm (Goldblum). “Estamos em todo o filme, Jeff, eu e Laura”, disse Neill. O ator ainda brincou que “provavelmente não estará correndo tão rápido quanto 27 anos atrás”, quando os três precisaram escapar de velociraptors. Os personagens de Neill e Dern não apareciam nos filmes da franquia desde “Jurassic Park III”, em 2001. Já Goldblum ressurgiu como Ian Malcolm em “Jurassic World: Reino Ameaçado”, de 2018, mas numa pequena participação. Além dos três, o elenco também contará com Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, que protagonizam a nova trilogia jurássica. Após a paralisação das filmagens em março, devido à pandemia de coronavírus, a produção será a primeira a retomar seus trabalhos no Reino Unido. A previsão é que as filmagens recomecem na segunda-feira (6/7) no Pinewood Studios. Para isso, os atores ficarão juntos em quarentena. “Todos nós vamos morar na mesma casa por três ou quatro meses, então será divertido. E todo mundo também ama Chris e Bryce, então acho que seremos um grupo muito feliz”, completou Neill na entrevista. A estreia de “Jurassic World: Dominion” está prevista para 11 de junho de 2021.

    Leia mais
  • Série

    O Método Kominsky é renovada para 3ª e última temporada

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação e o cancelamento da série “O Método Kominsky”, protagonizada por Michael Douglas e Alan Arkin, para sua 3ª e última temporada. A tática de renovar cancelando – ou cancelar renovando – tem sido usada amplamente pela plataforma desde o primeiro anúncio de cancelamento de “Lucifer” em junho do ano passado. Ironicamente, o segundo cancelamento também foi igual. A iniciativa tem dupla utilidade. Como o cancelamento é anunciada com muita antecedência, esvazia a pressão de possíveis campanhas de renovação e ainda permite aos produtores desenvolverem um arco de encerramento definitivo. É o que acontece agora, como o criador de “O Método Kominsky” atesta em comunicado. “‘O Método Kominsky’ tem sido um verdadeiro projeto de paixão para mim e uma experiência incrível de resposta calorosa do público e da crítica. Estou animado para encerrar a história com este capítulo final”, disse Chuck Lorre em comunicado. O final da série também segue a estratégia da Netflix de encerrar suas séries após um período relativamente curto. Apenas um punhado de séries originais da plataforma chegou a mais de cinco temporadas. Por sinal, o anúncio do fim de “O Método Kominsky” foi feito dois dias após a plataforma renovar e cancelar “Ozark” com uma 4ª temporada expandida. Até o momento, a Netflix não informou quantos episódios terá a última temporada nem quando as gravações irão começar, visto que a pandemia do novo coronavírus interrompeu as produções pelo mundo. A 2ª temporada da série foi disponibilizada em outubro de 2019. Na trama, Michael Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de elencos. Apesar de não atuar mais, ele ainda é acompanhado por Norman (Alan Arkin), seu antigo agente que, na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série registra os altos e baixos dessa amizade.

    Leia mais
  • Série

    Criadores de Westworld farão série baseada no game Fallout para a Amazon

    2 de julho de 2020 /

    Os produtores-roteiristas Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores de “Westworld”, estão trabalhando em uma nova série de ficção científica. A dupla será responsável por adaptar o videogame “Fallout” numa série da Amazon Studios. O anúncio do novo projeto foi acompanhado por um teaser misterioso no perfil oficial do jogo no Twitter, que inclui o logo da produtora Kilter Filmes, criada pelo casal. “Cada capítulo dessa trama insanamente criativa nos custou incontáveis horas de jogo que poderíamos ter passado com família e amigos. Então estamos incrivelmente animados pela parceria com Todd Howard e o resto dos lunáticos da Bethesda para trazer vida à esse universo massivo, subversivo e com humor sombrio na Amazon Studios”, disseram Nolan e Joy em comunicado. Lançado em 1997, “Fallout” é uma franquia premiada de RPG pós-apocalíptico, que se passa no século 22, após uma guerra nuclear devastar o planeta e os sobreviventes começarem a sair de suas comunidades subterrâneas para um mundo repleto de perigos e criaturas mutantes. O diretor da Bethesda Game Studios, Todd Howard, assinará a produção criativa ao lado da dupla. Ainda não há previsão de estreia para a atração. Confira abaixo o teaser da série e o trailer da versão mais recente do game, “Fallout 76”. #PleaseStandBy. @AmazonStudios #KilterFilms pic.twitter.com/7YmLZKIPAe — Fallout (@Fallout) July 2, 2020

    Leia mais
  • Etc

    Indianara será exibido em quase 200 países pela plataforma MUBI

    2 de julho de 2020 /

    A distribuidora O2 Play firmou parceria com a plataforma MUBI para a exibição do documentário “Indianara”, sobre ativista transgênero brasileira Indianara Siqueira, no serviço de streaming americano, que chega a quase 200 países diferentes. Vencedor do Festival Mix Brasil do ano passado, o filme acompanha a criadora da Casa Nem, abrigo para pessoas LGBTQIs em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro, que lidera um grupo de mulheres transgênero na luta contra o preconceito e a intolerância no Brasil. “A MUBI é uma plataforma global, inteligente e com filmes instigantes. É um prazer começar uma relação mais próxima lançando um filme tão impactante quanto Indianara”, declara Igor Kupstas, diretor da O2 Play, em nota oficial. Dirigido pela francesa Aude Chevalier-Buarumel e pelo brasileiro Marcelo Barbosa, “Indianara” ficará disponível aos assinantes da MUBI a partir de domingo (5/7). Mas já pode ser visto, desde o fim de semana passado, nas locadoras digitais do Brasil – disponível no Google Play, Now, Looke, Vivo Play, Amazon Prime Video e YouTube Filmes Veja o trailer do filme abaixo

    Leia mais
  • Filme

    Débora Nascimento é dispensada da Globo após 10 novelas

    2 de julho de 2020 /

    A Globo confirmou a dispensa de mais um artista, que não teve o seu contrato renovado. Desta vez foi a atriz Débora Nascimento. Curiosamente, ela recebeu a notícia um dia depois do ex-marido, José Loreto. Os dois e separaram no ano passado em meio aos rumores de traição durante a produção de “O Sétimo Guardião” (2018-2019). Na época, o caso rendeu mais atenção que a trama das telas, especialmente depois que algumas famosas pararam de seguir Marina Ruy Barbosa nas redes sociais. A atriz, que vivia par romântico de Loreto na novela, negou qualquer envolvimento com o colega. O último trabalho de Débora Nascimento na Globo foi a novela “Verão 90”, exibida no ano passado. Foi sua 10ª novela, numa trajetória iniciada em 2007, em “Paraíso Tropical” e “Duas Caras”, que teve seu ponto alto em “Avenida Brasil” (2012), recentemente reprisada na televisão. Nos últimos anos, ela tem se dedicado mais ao cinema, aparecendo em “Além do Homem (2018), “Uma Viagem Inesperada (2018), “O Olho e a Faca” (2019) e no excelente “Pacificado” (2019), do diretor americano Paxton Winters, que venceu o Festival de San Sebastian do ano passado – e o prêmio do público na Mostra de São Paulo. Em comunicado, a Globo enfatizou que o fim do contrato é fruto de seu novo modelo de gestão. A emissora vai passar a contratar artistas por obra e não mais por período de tempo. O encerramento dos contratos longos visa reduzir custos, após as receitas da emissora caírem 30% em decorrência da pandemia de covid-19. Nesta semana, a Globo também dispensou o veterano humorista Renato Aragão, após 44 anos na emissora. A lista de cortes ainda inclui famosos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu, Stênio Garcia, Camila Pitanga, Bruna Marquezine, Bruno Gagliasso e outros. Confira abaixo a nota da Globo sobre Débora Nascimento. “Como todos sabem, nos últimos anos, temos tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro. Com isso, temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos. Assim, em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Debora Nascimento, assim como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”.

    Leia mais
  • Etc

    SAG Awards: Premiação do Sindicato dos Atores dos EUA é adiada para março

    2 de julho de 2020 /

    O SAG Awards 2021, premiação do Sindicato dos Atores dos EUA, foi adiado para 14 de março, devido à pandemia de coronavírus. A 27ª edição da premiação, que inicialmente iria ocorrer em 24 de janeiro, será realizada quase dois meses depois, acompanhando os adiamentos do Oscar, BAFTA Awards, Independent Film Spirt Awars, Globo de Ouro e de outras premiações anuais do cinema e da TV. Assim como aconteceu com as demais premiações, a janela de elegibilidade e os períodos de votação da cerimônia também foram estendidos. As indicações serão anunciadas em 4 de fevereiro e a votação dos melhores do ano ocorrerá entre 10 de fevereiro e 10 de março, entre os membros do sindicato. A premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA foi a primeira a anunciar seu adiamento, há duas semanas, dando início a um efeito dominó. Originalmente prevista para acontecer em 28 de fevereiro, a 93ª cerimônia do Oscar foi remanejada para 25 de abril de 2021. A mudança fez todas as demais premiações refazerem seus cronogramas.

    Leia mais
  • Etc

    Duffy critica Netflix por promover a violência sexual de 365 Dias

    2 de julho de 2020 /

    A cantora britânica Duffy teria decidido protestar publicamente contra a publicidade elogiosa em torno do longa polonês “365 Dias”, que é apresentado como um novo “Cinquenta Tons de Cinza” na Netflix. Em fevereiro, ela revelou ter sido sequestrada, drogada, mantido em cativeiro e estuprada por um período longo e não detalhado, dizendo que isso a fez abandonar sua arte e sumir por um tempo. “365 Dias” mostra, justamente, um homem raptando e mantendo uma mulher em cativeiro pelo tempo de seu título, como o objetivo de forçá-la a se apaixonar por ele. O filme foi lançado na Polônia em 7 de fevereiro e entrou no catálogo da Netflix em 8 de junho. Duffy não usa redes sociais e teria se manifestado por meio de uma carta aberta, endereçada ao CEO da Netflix, Reed Hastings. Uma cópia da carta foi fotografada pelo jornal britânico The Sun (veja a reprodução abaixo). Nela, Duffy chama a decisão de disponibilizar o filme de “irresponsável”. “Não queria ter que escrever para você, mas a ‘virtude’ do meu sofrimento me obriga a fazê-lo”, diz a cantora, fazendo referência ao que passou enquanto foi mantida em cativeiro. “‘365 Dias’ glamoriza a realidade brutal do tráfico sexual, do sequestro e do estupro. Não deveria ser a ideia de entretenimento para ninguém, nem ser descrito como tal ou comercializado desta maneira. Enquanto escrevo essas palavras, cerca de 25 milhões de pessoas são vítimas de tráfico [sexual] em todo o mundo. Por favor, tire um momento para pensar neste número, equivalente a quase metade da população da Inglaterra.” Duffy também lamentou que a Netflix ofereça uma plataforma para esse tipo de filme, que erotiza o sequestro e distorce a violência sexual, transformando-a em algo “sexy”, e disse não conseguir imaginar como a empresa pode ter sido tão descuidada e insensível. “Todos sabemos”, continuou, “que a Netflix não reproduziria um material que glamorizasse pedofilia, racismo, homofobia, genocídio ou qualquer outro crime contra a humanidade. O mundo corretamente se levantaria e gritaria. Tragicamente, as vítimas de tráfico e sequestro são invisíveis e, em ‘365 Anos’, seu sofrimento é transformado em um ‘drama erótico’, como descreve a Netflix.” A cantora também se dirigiu aos autodeclarados fãs do filme, incentivando as milhões de pessoas que gostaram de “365 Anos” a refletir sobre sequestro, tráfico e exploração sexual. Duffy ainda compartilhou links com mais informações sobre o tema e indicou entidades como a Coalition Against Trafficking in Women e Hope for Justice, que enfrentam a situação. “Vocês não se deram conta de como ‘365 Anos’ levou sofrimento àqueles que passaram pela dor e o horror que esse filme glamoriza pelo entretenimento e por dólares. O que eu e outros que conhecemos essas injustiças precisamos é exatamente o oposto — uma narrativa da verdade, da esperança e que nos dê voz.”

    Leia mais
  • Etc

    Christina Ricci pede divórcio após denunciar agressão do marido

    2 de julho de 2020 /

    A atriz Christina Ricci, até hoje lembrada por filmes dos anos 1990 como “A Família Addams” e “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”, entrou com um pedido de divórcio do produtor James Heerdegen por ter sofrido agressão. A notícia surgiu na imprensa americana no começo da tarde desta quinta (2/7), quando veio à tona uma ordem de restrição na justiça americana contra Heerdegen. De acordo com o processo judicial, obtido pelo site TMZ, ele teria agredido a atriz na residência do casal. Segundo apurou o site, há cerca de uma semana, a polícia foi chamada para a casa do casal por conta de uma briga entre eles. Apesar do chamado, Heerdegen não foi preso, mas a Justiça garantiu a ordem de restrição, impedindo que ele entrasse em contato com Ricci por qualquer meio. Eles se conheceram em 2011, nos bastidores da série “Panam”, em que Heerdegen trabalhou como dolly grip (um dos operadores de câmera). A relação virou matrimônio em 2013, em Nova York, e eles tiveram um filho juntos, Freddie, de 5 anos. A atriz contratou a advogada Samantha Spector, uma das mais famosas de Hollywood, para cuidar de seu caso. Foi a mesma profissional que lidou com a separação de Amber Heard e Johnny Depp. Além disso, ela também contratou Jenna Dawn, especialista em casos envolvendo violência doméstica e guarda de crianças. Na documentação apresentada em um tribunal de Los Angeles, Christina afirmou ter “diferenças irreconciliáveis” com o marido como motivo para solicitar o divórcio. Além disso, pediu a guarda exclusiva do filho.

    Leia mais
  • Etc

    Ancine lança relatório em que se vangloria de sua ineficácia

    2 de julho de 2020 /

    A Agência Nacional do Cinema (Ancine), que em junho disse não ter dinheiro para honrar compromissos assumidos, publicou na terça-feira (30/6) um balanço financeiro de sua gestão, em que afirma ser “possível perceber que não houve, em nenhum momento, uma paralisação da política pública de financiamento”. Mas o balanço demonstra claramente o contrário. Nele, é possível perceber que houve, desde a posse de Bolsonaro, uma paralisação quase completa da política pública de financiamento. O argumento da atual gestão da Ancine é o mesmo do presidente anterior, atualmente enredado em processo penal. O órgão afirma que continua a desembolsar valores para fomento de projetos. Um dos detalhes não mencionados é que esses projetos foram aprovados até 2018. Afinal, o comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) ainda não estabeleceu a política de editais para liberação da verba de 2019 – R$ 703,7 mil. Muito menos estabeleceu o Plano Anual de Investimento (PAI) de 2020. Geralmente o PAI é formulado no começo do ano, mas o PAI de 2019 foi feito às pressas em dezembro passado, para evitar um caso flagrante de omissão. Outro detalhe não mencionado pela Ancine é que a política pública de financiamento está funcionando atualmente à base de decisões judiciais. A judicialização virou a única forma dos produtores terem acesso a dinheiro de editais aprovados até 2018. Muitos cansaram de esperar por mais de um ano – isto é, desde o começo do desgoverno Bolsonaro – pela liberação de verbas, que foram travadas pela desorganização atual de todas as agências ligadas à Cultura. Reportagem do jornal O Globo de junho passado procurou alguns dos produtores que processaram a Ancine e descobriu que muitos se arrependeram de ter esperado, pacientemente, por uma resolução satisfatória dos trâmites burocráticos. A produtora catarinense Aline Belli, sócia da Belli Studio, responsável pela série animada “Boris e Rufus” exibida pelo Disney XD, foi selecionada em um edital de Santa Catarina, pelo qual recebeu R$ 250 mil em outubro de 2018 para a realização dos 13 episódios da 2ª temporada. O projeto seria complementado com recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), no valor de R$ 950 mil. Mas após cumprir todas as exigências, ela não recebeu o aporte da Ancine, previsto para ter sido liberado em junho do ano passado. O contrato foi enviado apenas um ano depois, com a entrada da produtora na Justiça. Outro produtor, baseado em São Paulo e que preferiu não se identificar ao jornal por temer represálias na agência, contou ter se surpreendido com o uso da burocracia para impedir financiamentos e só conseguiu obter o orçamento já captado para seu projeto após entrar com mandado de segurança. Entre os membros da Associação das Produtoras Independentes (API), estima-se que entre 25 e 30 processos ainda disputam a liberação de um montante que pode chegar a R$ 15 milhões — e que seguem travados pela agência sem maiores explicações. Este quadro sugere que apenas as ações na Justiça impedem a paralisação total da política pública de financiamento. Mas nenhum projeto novo (ZERO), de janeiro de 2019, data da posse de Bolsonaro, até o dia de hoje recebeu qualquer encaminhamento financeiro na Ancine. Em vez de tratar do futuro do audiovisual, a Ancine segue firme em sua pujança para liberar verbas de… 2018. Chama atenção ainda que mesmo o valor liberado tem sido escandalosamente pequeno. O balanço financeiro, em que a Ancine se vangloria por ainda estar funcionando, demonstra que o fomento encolheu a valores do primeiro ano de vigência da Lei nº 11.437 e do decreto nº 6.299, que estabeleceram o FSA. Em seu primeiro período de arrecadação, de 2008 para 2009, a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) rendeu R$ 37 milhões para a Ancine utilizar no fomento de filmes e séries brasileiras. Basicamente o mesmo repassado em 2019: R$ 37,1 milhão. Entre o começo e o atual período de arrecadação, o Condecine também passou a incidir sobre serviços de provedores de telecomunicação, o que aumentou sensivelmente o montante do FSA. Em 2018, os valores disponibilizados para fomento atingiram R$ 1,1 bilhão, um pico até exagerado em relação às arrecadações entre R$ 440 e 640 milhões da última década. Por tudo isso, os R$ 37,1 milhão obtidos por meio de ações judiciais são a antítese de uma política pública de financiamento em pleno funcionamento. Os motivos dessa paralisação variam desde a incompetência como método de (des)governo, via sucessivas demissões e falta de preenchimento de vagas que mantém as instituições inoperantes, até “mistérios” financeiros, que surgem de cabeça para baixo em relatórios semelhantes a este que celebra a pungência da ineficácia. Em junho passado, por exemplo, outro relatório da Ancine chegou a sugerir que o dinheiro do FSA simplesmente “sumiu”. Faltaram maiores explicações, como no caso atual. Sem liberar verbas, a proposta da Ancine para os projetos de 2019 em diante é emprestar dinheiro à juros para os produtores, trocando seu papel original de agência fomentadora para uma atividade que se confunde com intermediação bancária. Tem muita gente achando o máximo, mas é realmente o mínimo possível e nem sequer atende a questão principal: o que vão fazer – ou já fizeram – com o dinheiro supostamente disponível no FSA?

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie