Ator de Game of Thrones vira entregador de supermercado durante pandemia no Reino Unido
O ator Michael Condron, que interpretou Bowen Marsh, um dos integrantes da Patrulha da Noite na série “Game of Thrones”, virou entregador de supermercado durante a pandemia de coronavírus no Reino Unido. “Cada pessoa tem um papel a cumprir nesses tempos”, disse o ator de 42 anos, que disputou a vaga com outros candidatos, em entrevista ao site Belfast Live. “Eu vim, consegui o trabalho e estou amando”, afirmou. Crondon trabalha na maior rede de supermercado de Belfast, capital da Irlanda do Norte, onde mora e tem passado o período da quarentena sozinho, já que sua namorada está em isolamento social com a mãe. “O trabalho significa que eu posso continuar a ter interação com as pessoas, como eu faço na TV e no cinema. Tem me mantido bem mentalmente”, disse o ator, que estava desempregado devido à suspensão de todas as produções pela pandemia. O lorde Intendente da Patrulha da Noite e conspirador contra Jon Snow contou que tem sido reconhecido no novo trabalho e muitos querem saber como eram os dias de gravação para a série. Apesar de boa parte das filmagens terem acontecido na Croácia e Islândia, as cenas gravadas por Crondon foram próximas à sua residência, na cidade de Larne, na própria Irlanda do Norte. “As pessoas têm me perguntado como era todo mundo na série. Isso tem sido perguntado para mim muitas vezes”, disse o ator, lembrando que tem conversado bastante com pessoas idosas. “Alguns dos idosos que eu tenho visto não têm saído de suas casas pela quarentena e só querem conversar.” Condron também já atuou em outras séries como “The Tudors” e a comédia norte-irlandesa “Soft Border Patrol”, e por isso é um rosto bem conhecido na Irlanda do Norte. A fama faz com que ele seja reconhecido com frequência e possa interagir com seu público de alguma forma.
Último filme de Domingos de Oliveira estreia em mostra virtual dedicada ao diretor
O último filme do cineasta e dramaturgo Domingos Oliveira, morto em 2019, estreia nesta terça (5/5) na internet. O documentário inédito “Os Oito Magníficos” (2017) integra a programação de uma mostra virtual dedicada ao diretor e organizada pelo Circuito Inffinito de Festivais, grupo que divulga o cinema brasileiro em festivais internacionais, como os de Miami e Nova York — adiados para o segundo semestre devido à pandemia de coronavírus. A Mostra Domingos Oliveira também disponibiliza, junto com o longa inédito, outros 13 filmes do diretor. Eles podem ser vistos neste link gratuitamente até o fim do mês. A lista inclui “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), filme que inspirou a atual série homônima da Globo. Há também “Separações” (2002), comédia em que Domingos contracena com sua mulher, Priscilla Rozenbaum, “Infância” (2014), que traz Fernanda Montenegro como a matriarca de uma família tradicional dos anos 1950, e “BR 716” (2016), vencedor do Festival de Gramado, que retrata a juventude carioca da época do golpe militar de 1964. Já o inédito “Os Oito Magníficos” é o registro de um almoço em que Maria Ribeiro, Fernanda Torres, Wagner Moura, Carolina Dieckmann, Sophie Charlotte, Mateus Solano, Alexandre Nero e Du Moscovis discutem os rumos da arte. Além dos filmes do diretor, a programação ainda inclui o documentário “Domingos” (2009), de Maria Ribeiro, e lives de artistas, como Betty Faria, Maitê Proença, Priscilla Rozenbaum, Paulo Betti e a própria Maria Ribeiro, dedicadas a discutir sua produção. As conversas serão disponibilizadas pelo Instagram da produtora (aqui).
Bolsonaro tenta forçar demissão de Regina Duarte
Após demitir ou levar à demissão seus dois ministros mais populares, Henrique Mandetta e Sergio Moro, agora Jair Bolsonaro se volta a outra integrante de sua equipe para quem prometeu “carta branca” e a quem recebeu no governo com elogios rasgados: a secretária de Cultura, Regina Duarte. O governo de Bolsonaro readmitiu nesta terça-feira (5/5) Dante Mantovani como presidente da Fundação Nacional de Arte (Funarte), uma das primeiras pessoas afastadas na época da posse da ex-atriz da Globo. Para quem não lembra, o olavista Dante Mantovani é o autor da seguinte pérola: “o rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto. A indústria do aborto por sua vez alimenta uma coisa muito mais pesada que é o satanismo. O próprio John Lennon disse que fez um pacto com o diabo”. Ele informou à imprensa que foi sondado na semana passada para voltar ao cargo por um assessor do Palácio do Planalto. E que não sabe se Regina Duarte, supostamente sua chefe, foi ao menos avisada. Sua volta ao posto desautoriza a atriz. Ela acontece na véspera de uma reunião marcada (para quarta) entre Regina e o presidente, na qual, tudo indica, Bolsonaro espera que ela se demita. Ela também acontece duas semanas após o presidente mandar demitir o pesquisador Aquiles Brayner, indicado por Regina para a diretoria do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas. Ele caiu apenas três dias após sua nomeação, sob pressão de perfis radicais nas redes sociais. Segundo Brayner, estes extremistas fazem um “grande complô para derrubar qualquer ação legítima no âmbito da cultura”. Regina Duarte também não conseguiu nomear seu favorito ao posto de número dois da secretaria, o gestor público e produtor Humberto Braga, que igualmente foi alvo de uma campanha nas redes sociais com acusações de ser um “esquerdista” tentando se infiltrar no governo. Empossada no cargo no começo de março, Regina Duarte enfrenta ataques e sabotagens diárias do presidente, do “gabinete do ódio” e seus (supostos) líderes extremistas Olavo de Carvalho e Carlos Bolsonaro, além de subalternos como Sérgio Camargo, o polêmico presidente da Fundação Palmares, que tem respaldo de Bolsonaro. Para assumir o cargo de secretária de Cultura, Regina atendeu a um pedido pessoal de Jair Bolsonaro e precisou encerrar sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. Ela abriu mão de sua carreira, benefícios e um salário muito maior para atender ao apelo do presidente, acreditando em promessas que não foram cumpridas. Atualização: A repercussão da nomeação do presidente da Funarte foi tão grande que Bolsonaro mudou de ideia. Leia aqui. Entretanto, além de Mantovani, também foi nomeado Luciano Barbosa Querido, ex-auxiliar de gabinete do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, para o cargo de número 2 da Funarte. Barbosa Querido trabalhou com Carlos na Câmara de Vereadores do Rio desde o início dos anos 2000 até o fim de 2017. A nomeação dele, publicada no “Diário Oficial da União”, foi assinada pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio. Ele também foi empossado no cargo sem consulta à Regina Duarte.
Flávio Migliaccio teria cometido suicídio
O ator Flávio Migliaccio encontrado morto na manhã de segunda-feira (4/5) em seu sítio em Rio Bonito, no Rio de Janeiro, teria cometido suicídio. É o que consta no boletim de ocorrência do caso, após a polícia encontrar uma carta de despedida em seu quarto. O corpo do ator foi descoberto pelo caseiro do sítio. A Polícia Militar informou que a ocorrência segue em andamento e aguarda realização da perícia no local. Migliaccio tinha 85 anos de idade e seus últimos trabalhos foram a novela “Órfãos da Terra”, na Globo, e a minissérie “Hebe”, na Globoplay, ambos no ano passado. Saiba mais sobre a carreira do ator aqui.
Supergirl: Série comete gafe e identifica Rio de Janeiro como São Paulo
A série “Supergirl” cometeu uma grande gafe no episódio exibido no domingo (3/5) nos EUA. Em “Deus Lex Machina”, 17º episódio da 5ª temporada, o vilão Lex Luthor (Jon Cryer) realiza uma entrevista coletiva no Brasil. Mas enquanto o letreiro identifica a cidade em que ele se encontra como São Paulo, ao fundo se pode ver claramente os Arcos da Lapa, do Rio de Janeiro. A imagem chamou atenção dos brasileiros, que se surpreenderam com o erro da produção. Confira o registro abaixo. “Supergirl” foi uma das séries afetadas pela suspensão das gravações devido à pandemia de coronavírus. Por conta disso, a 5ª temporada, que teria originalmente 22 episódios, será encerrada mais cedo. A atração, que já se encontra renovada para a 6ª temporada, é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. CW sendo CW, né? 💀💀 pic.twitter.com/wUUuZQtCd0 — HQzona (@HQzonna) May 4, 2020
Os Novos Mutantes tem estreia digital anunciada pela Amazon
Depois de tantos adiamentos, o longa dos Novos Mutantes deve ser lançado direto em streaming. O filme do diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) apareceu nesta segunda (4/5) em pré-venda digital na Amazon nos Estados Unidos, com o preço de US$ 25 para compra – e não para aluguel – , mas a loja digital não informa quando ele será disponibilizado. Veja abaixo. A Amazon fechou um acordo internacional com a Disney, que lhe deu prioridade de lançamento de filmes do estúdio nos países que ainda não tem acesso à plataforma Disney+ (Disney Plus) – caso do Brasil. Mas o anúncio de VOD sugere que “Os Novos Mutantes” terá distribuição fora do streaming do estúdio até na América do Norte. A Disney ainda não se pronunciou oficialmente sobre o destino da produção, que deveria chegar aos cinemas no dia 2 de abril. A estreia foi suspensa devido à pandemia do novo coronavírus, mas nenhuma outra data foi anunciada para seu lançamento. O estúdio já divulgou um novo cronograma para os filmes adiados pela crise sanitária sem citar “Os Novos Mutantes”. Por outro lado, adiantou que “Artemis Fowl” sairia diretamente em streaming, pela plataforma Disney+ (Disney Plus). O silêncio embute uma culpa da própria Disney no destino do longa. Concebido para inaugurar uma nova franquia derivada dos X-Men, “Os Novos Mutantes” deveria ter estreado em abril do ano passado, caso a Disney não tivesse comprado a Fox. O trabalho de pós-produção foi interrompido por meses sem que os efeitos visuais tivessem sido finalizados, nem os efeitos sonoros, edição, trilha e vários outros detalhes. Boone só retomou a produção no fim do ano passado, acrescentando efeitos que aprimoraram o visual das habilidades místicas de Illyana/Magia, notadamente sua espada de energia, além de Lockheed, o dragão roxo da personagem. Segundo a sinopse do longa, cinco jovens mutantes que ainda estão descobrindo seus poderes são mantidos reclusos em um local contra a sua vontade. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. Para completar, o elenco inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes.
Netflix encomenda roteiro de Resgate 2
A Netflix vai mesmo produzir uma continuação de “Resgate”, como Chris Hemsworth havia insinuado num post do Instagram neste fim de semana. A plataforma encomendou um novo roteiro ao autor da trama do primeiro filme, o cineasta Joe Russo (que codirigiu “Vingadores: Ultimato” com seu irmão Anthony Russo). “Fechei negócio para escrever ‘Resgate 2’ e estamos pensando em qual seria a história”, disse Joe Russo nesta segunda (4/5) ao site Deadline. Ele também produz o longa ao lado do irmão. O contrato não prevê exatamente uma continuação. O filme pode ser um prólogo. “Ainda não sabemos se a história irá para frente ou para trás no tempo. Deixamos um final bem aberto que cria muitas dúvidas para os espectadores”. Apesar do contrato para a criação da história, os retornos de Chris Hemsworth e do diretor Sam Hargrave não estão fechados. No fim de semana, Hemsworth disse que existiam conversas sobre sua participação em mais um filme. “Houve muitas conversas e questionamentos sobre sequências, prólogos e todo tipo de coisa, e tudo o que posso dizer é ‘quem sabe?'”, apontou o ator. Ele ainda considerou que o sucesso da produção facilitava qualquer decisão. “Com essa quantidade de apoio, ficaria muito feliz em voltar”. Russo pretende contar com o ator, mas ele só deve ser procurado depois que o roteiro ficar pronto. Fenômeno do streaming, “Resgate” deve se tornar o filme mais assistido da Netflix. Após uma semana no catálogo da plataforma, a produção já teria sido vista por 90 milhões de assinantes, um recorde de consumo mensal. Mas, como a Netflix não é auditada, a informação baseia-se apenas em posts da empresa.
Roteirista de Assassin’s Creed será showrunner da nova série de Battlestar Galactica
O roteirista Michael Lesslie foi confirmado à frente da nova versão televisiva de “Battlestar Galactica”. Responsável pelas adaptações de “Macbeth” (2015), “Assassin’s Creed” (2016) e da minissérie “The Little Drummer Girl”, ele será o showrunner da atração, desenvolvida para o serviço de streaming Peacock, da Universal. A nova versão de “Battlestar Galactica” será produzida por Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”, que prometeu não realizar um remake, mas “uma nova história” dentro da mitologia da saga espacial. A adaptação terá como base o cultuado reboot de 2003, criado por Ronald D. Moore (hoje à frente de “Outlander”), e não a série original de Glen A. Larson, exibida em 1978. A trama acompanha o último grupo de sobreviventes de uma guerra interplanetária contra uma raça impiedosa, conhecida como Cylons – alienígenas nos anos 1970, robôs criados pela própria humanidade nos anos 2000. Perseguida pelos inimigos, uma pequena frota de naves, liderada pela última espaçonave de combate remanescente, embarca numa jornada para uma galáxia distante, com o objetivo de encontrar refúgio numa antiga colônia perdida, um planeta chamado Terra, onde os sobreviventes pretendem reiniciar sua civilização.
Stephenie Meyer anuncia mais um livro da saga Crepúsculo
A saga “Crepúsculo” (Twilight) vai ganhar um novo volume, em comemoração aos 15 anos de sua primeira publicação. Stephenie Meyer, a autora dos livros adaptados para o cinema no começo do século, confirmou em seu site oficial o lançamento de “Midnight Sun” (O Sol da Meia-Noite), que foi marcado para 4 de agosto nos EUA — ainda não há confirmação sobre edição no Brasil. “Midnight Sun” foi, durante 12 anos, uma espécie de lenda urbana dos fãs da franquia. O livro seria originalmente publicado em 2008, mas Meyer suspendeu o projeto quando vários capítulos vazaram na internet. Ela teria desistido do lançamento, que ficou “engavetado” e chegou a ser chamado de “livro amaldiçoado” pela escritora. A história é conhecida, mas não apenas devido ao vazamento. Trata-se da mesma trama de “Crepúsculo”, o livro que embalou adolescentes que hoje são trintões. Trata-se da love story sobrenatural de Edward e Bella, personagens vividos no cinema por Robert Pattinson e Kristen Stewart. A única diferença é que, enquanto o livro original era narrado pelo ponto de vista de Bella Swan, a nova obra reconta o relacionamento pela perspectiva de Edward Cullen. Em comunicado anunciando o lançamento, Meyer explicou por que mudou de ideia sobre a obra. “Eu sei que o mundo está uma loucura agora [por causa da pandemia do coronavírus], mas vocês estão esperando por esse livro por tanto tempo que eu não quis deixá-los esperando ainda mais”, ela afirmou. Meyer não repetiu o sucesso da saga “Crepúsculo” em outras publicações. Não por acaso, esta não é a primeira vez que ela volta ao básico de sua história. Em 2015, ela lançou “Vida e Morte: Crepúsculo Reimaginado”, que narrava a mesma trama com papéis invertidos (um rapaz humano se apaixonando por uma vampira).
Ralph Fiennes viverá a diretora Trunchbull na nova versão de Matilda
O ator britânico Ralph Fiennes vai viver a vilã da nova versão de “Matilda”. Ele dará vida à diretora Trunchbull, que inferniza a vida da pequena protagonista da história infantil, na adaptação desenvolvida pela Netflix. A plataforma anunciou em 2018 que iria transformar os clássicos infantis de Roald Dahl, “Matilda” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, em séries animadas. A adaptação de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” está a cargo de Taika Waititi. “Matilda” já foi transformado em filme por Danny DeVito em 1996 – um clássico da “Sessão da Tarde” – , em que a atriz Pam Ferris viveu Trunchbull — ela também foi a Tia Guida, que Harry Potter transforma em balão em “O Prisioneiro de Azkaban”. Mas a nova versão é, segundo informações da imprensa americana, inspirada no musical teatral de “Matilda”, que normalmente escala um ator para viver Trunchbull. Na história original, a personagem-título é uma jovem prodígio que começa a frequentar a escola, onde seu estilo excêntrico é antagonizado pela cruel Trunchbull. Quando Matilda descobre que tem superpoderes, resolve lutar contra o reinado de terror da diretora. A data de estreia da nova versão ainda não foi definida.
Os Simpsons: Atrizes de Riverdale vão virar “amigas” de Lisa
Três estrelas da série “Riverdale”, Lili Reinhart (Betty), Camila Mendes (Veronica) e Madelaine Petsch (Cheryl) vão fazer aparição especial no próximo episódio de “Os Simpsons”. “É realmente uma bênção incrível e surreal poder participar de um dos programas de televisão mais emblemáticos já feitos. Se você está interessado em me ouvir interpretar uma irritante criança de oito anos, assista a ‘Os Simpsons’ em 10 de maio, às 20h, na FOX”, escreveu Lili Reinhart em seu Instagram, ao lado de uma imagem do episódio. Intitulado “The Hateful Eight-Year Olds” (“Os Odiados de Oito Anos”, em tradução literal, numa referência ao filme “Os Oito Odiados”), o episódio contará também com Joey King (indicada ao Emmy pela minissérie “The Act”). Ela vai dublar Addy, uma nova amiga de Lisa Simpson, que faz parte de “um círculo de garotas esnobes e ricas”. “Os Simpsons” também é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Ver essa foto no Instagram It is truly an incredible, surreal blessing that I was able partake in one of the most iconic television shows ever made. If you’re interested in hearing me voice a bitchy eight year old, watch @thesimpsons May 10th at 8pm on FOX. Uma publicação compartilhada por Lili Reinhart (@lilireinhart) em 4 de Mai, 2020 às 12:02 PDT
John Ericson (1926 – 2020)
O ator John Ericson, que estrelou várias produções famosas dos anos 1950, morreu no domingo (3/5) em Santa Fé, no Novo México (EUA), onde vivia desde a década de 1990. Ele tinha 93 anos. Nascido Joseph Meibes em 25 de setembro de 1926, em Düsseldorf, na Alemanha, Ericson estudou na Academia Americana de Artes Dramáticas de Nova York na mesma classe de Grace Kelly, Jack Palance e Don Rickles. Ele se destacou no teatro antes de chamar atenção de Hollywood. Ericson estreou no cinema em “Teresa” (1951), dirigida por Fred Zinnemann, já no principal papel masculino da produção, formando par com Pier Angeli (a Teresa do título). Em seguida, atuou em “Rapsódia” (1954) com Elizabeth Taylor, cantou no musical “O Príncipe Estudante” (1954) e foi irmão de Anne Frances no clássico criminal “Conspiração do Silêncio” (1955), de John Sturges. Sua filmografia eclética inclui ainda quatro westerns consecutivos: “Assassino a Sangue Frio” (1955), “Emboscada Selvagem” (1957), “Na Fúria de uma Sentença” (1958) e “Dragões da Violência” (1957), este último de Samuel Fuller. Em 1960, ele protagonizou a cinebiografia de gângster “Pretty Boy Floyd”, seu último grande papel antes de entrar no estágio de decadência descrito pelo filme “Era uma Vez em Hollywood”. Após estrelar as aventuras italianas “Sob Dez Bandeiras” (1960), “Semiramis” (1963) e “Operação Atlantis” (1965), Ericson percebeu-se restrito à participações em séries. Sua principal realização no período foi uma retomada da parceria com Anne Francis na série de detetives “Honey West”, que durou apenas uma temporada, mas foi muito reprisada após o cancelamento em 1966. Ele nunca mais teve outro papel fixo na TV, mas apareceu em episódios de várias séries clássicas, de “O Fugitivo” a “CHiPs”, além de ter se especializado em filmes B de terror e ação, nenhum deles memorável. Seu último trabalho foi num capítulo da série “Crash”, estrelada por Dennis Hopper, em 2008.
Nicolas Cage será Joe Exotic em adaptação da história da Máfia dos Tigres
O ator Nicolas Cage vai estrelar uma minissérie de ficção baseada no fenômeno documental “Máfia dos Tigres”, da Netflix. Ele vai dar vida ao polêmico Joe Exotic, que protagonizou a atração do streaming. Ex-proprietário de um zoológico particular conhecido por seus felinos selvagens, Exotic criou uma rivalidade com a ativista Carole Baskin, que acabou virando caso de polícia. A minissérie não será baseada na série documental da Netflix, vista por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da própria plataforma, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre a vida de Exotic. A nova atração foi criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”) e será produzida pela CBS Television Studios. O papel do “Tiger King” será o primeiro trabalho do ator numa série. Já o verdadeiro Joe Exotic imaginava-se interpretado por Brad Pitt numa adaptação de sua vida. Ainda não há canal definido nem previsão para a estreia da minissérie.












