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    Destacamento Blood: Novo filme de Spike Lee ganha pôster e data de estreia na Netflix

    13 de maio de 2020 /

    O diretor Spike Lee divulgou nas redes sociais o primeiro pôster de seu próximo filme, “Destacamento Blood” (Da 5 Bloods). Produção da Netflix, com roteiro assinado por Lee e Kevin Willmott, que dividiram o Oscar por “Infiltrado na Klan”, o filme acompanha veteranos traumatizados da guerra do Vietnã. Décadas depois do final do conflito, eles resolvem retornar ao país em que combateram em busca do corpo do líder do seu esquadrão, nunca recuperado, e também de uma fortuna em ouro que estaria enterrada com ele. O elenco é encabeçado por Chadwick Boseman (“Pantera Negra”), Jean Reno (“O Profissional”), Delroy Lindo (“The Good Fight”), Jonathan Majors (“A Rebelião”), Mélanie Thierry (“Um Dia Perfeito”), Jasper Pääkkönen, Isiah Whitlock Jr. e Paul Walter Hauser (os três últimos de “Infiltrado na Klan”). Além da primeira arte, o cartaz também revela a data em que o longa vai chegar à Netflix: 12 de junho. Veja abaixo.

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    Ator de Blue Bloods sai de coma após perder a perna por covid-19

    13 de maio de 2020 /

    O ator Nick Cordero acordou após passar mais de um mês em coma. O astro da Broadway estava sedado num UTI de Nova York desde 1ª de abril e, devido a complicações da covid-19, precisou amputar uma perna para sobreviver ao ataque agressivo do novo coronavírus Sua esposa, Amanda Kloots, compartilhou a informação num Stories de seu Instagram, dizendo que Nick está acordado e consciente. “Caras, talvez a gente tenha que mudar nossa hashtag. Nick está acordado!”, disse a personal trainer, referindo-se a hashtag #wakeupnick (acordeNick), que ela usou em suas mensagens anteriores. Ela revelou que o ator mal consegue abrir os olhos porque está “muito, muito fraco” por combater o coronavírus, mas garantiu que a reação dele representa “ótimas notícias”, segundo os médicos. Kloots tem mantido os amigos da família e seguidores do Instagram atualizados sobre a saúde de Cordero durante toda a sua hospitalização. Em alguns momentos, ela chegou a se desesperar, achando que ele jamais se recuperaria. Em 18 de abril, ela compartilhou a notícia de que seu marido precisaria amputar a perna direita, devido à problemas de circulação de sangue. O tratamento com anticoagulantes para evitar a perda do membro causou problemas, como aumento de pressão arterial e sangramento interno no intestino, e foi preciso fazer uma escolha. Isto aconteceu uma semana depois do ator desenvolver uma segunda infecção pulmonar e morrer por alguns minutos, precisando ser ressuscitado e passar por uma cirurgia de emergência. “Eles tiveram muita dificuldade em recuperá-lo”, disse Kloots na época. Cordero já foi indicado ao Tony (o Oscar do teatro) e trabalhou no filme “Despedida em Grande Estilo” e nas séries “Blue Bloods” e “Law & Order: SVU”.

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    Reese Witherspoon vai produzir e estrelar duas comédias românticas para a Netflix

    13 de maio de 2020 /

    A atriz Reese Witherspoon fechou contrato para estrelar e produzir seus primeiros trabalhos para a Netflix. Ela assina a produção por meio de sua empresa, Hello Sunshine, que já realizou projetos para a HBO (“Big Little Lies”), Apple (“The Morning Show”) e Hulu (“Little Fires Everywhere”), todos estrelados por ela. O contrato com a Netflix prevê a realização de duas comédias românticas, intituladas “Your Place or Mine” e “The Cactus”. “Your Place or Mine” marca a estreia na direção de Aline Brosh McKenna, roteirista que escreveu “O Diabo Veste Prada”, “Compramos um Zoológico”, o remake de “Annie” e ainda co-criou a série “Crazy Ex-Girlfriend”. McKenna também assina a história original, que gira em torno de um casal de amigos. Após viverem longe por muito tempo, os dois têm suas vidas completamente mudadas quando ela decide ir atrás de um antigo sonho e ele se voluntaria para cuidar do filho dela. Já “The Cactus” é inspirado no best-seller homônimo de Sarah Haywood, sobre uma mulher reservada que repensa toda a sua vida após descobrir que está grávida aos 45 anos. Esta produção ainda não teve roteirista e diretor revelados. “Estávamos procurando as oportunidades certas para colaborar com Ted Sarandos, Scott Stuber e toda a equipe da Netflix há um tempo e não poderíamos estar mais animados por trabalhar com eles nessas duas comédias românticas”, disse Witherspoon, em comunicado. “As histórias de Sarah Haywood e Aline Brosh McKenna misturam tudo o que amamos nas RomComs tradicionais, com protagonistas femininas fortes, inteligentes e determinadas”, completou. Por enquanto, não há previsão de estreia para nenhum dos dois projetos.

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  • Filme

    Room 104 vai acabar na 4ª temporada

    13 de maio de 2020 /

    A HBO decidiu encerrar a série “Room 104” na 4ª temporada. A série de antologia, que acompanha acontecimentos variados no mesmo quarto de hotel, encerrou a gravação de seus últimos episódios no ano passado, antes da pandemia de coronavírus, e eles serão exibidos a partir de 24 de julho. Desenvolvida pelos irmãos Mark e Jay Duplass (criadores de “Togetherness”), a série foi considerada inovadora por conseguir criar situações sempre diferentes, inusitadas e até bizarras inteiramente dentro de quatro paredes, as mesmas quatro paredes em todos os episódios. Como o elenco muda a cada capítulo, a atração já contou com vários atores famosos, como Michael Shannon (“A Forma da Água”), Mahershala Ali (“Moonlight”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Rainn Wilson (“The Office”), Luke Wilson (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”), Cobie Smulders (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Melonie Diaz (“A Primeira Noite de Crime”), Natalie Morales (“Santa Clarita Diet”), Dale Dickey (“A Qualquer Custo”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”) e Katie Aselton (“Legion”), entre muitos outros. As participações da nova temporada ainda incluirão Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Jillian Bell (“A Noite É Delas”) e Logan Miller (“Com Amor, Simon”).

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  • Série

    CW aprova produção de remake feminino da série clássica Kung Fu

    13 de maio de 2020 /

    A rede The CW anunciou a encomenda de duas séries novas para a temporada de 2021. Os contratos tiram do papel os projetos do remake de “Kung Fu” e da reciclada “Republic of Sarah”. Ambas são séries dramáticas com protagonistas femininas, que estavam circulando já há alguns anos por diferentes canais televisivos. Criada por Jeffrey Paul King (roteirista-produtor de “Elementary”), “Republic of Sarah” é uma produção da CBS Television, que chegou a ganhar piloto no passado, com Sarah Drew (ex-“Grey’s Anatomy”) no papel principal. Na ocasião, foi recusada pela rede CBS. A versão aprovada traz Stella Baker (“Tell Me Your Secrets”) como a professora do ensino médio Sarah Cooper, que aproveita uma lacuna cartográfica para declarar independência de sua pequena cidade, antes que uma empresa de mineração gananciosa possa assumir controle do local. “Agora, Sarah deve liderar um jovem grupo de desajustados enquanto tenta iniciar seu próprio país do zero”, diz a sinopse oficial. O elenco também destaca Luke Mitchell (“Blindspot”) no papel de irmão de Sarah, que também é o advogado da empresa de mineração. “Kung Fu” é uma produção do prolífico Greg Berlanti (criador do Arrowverso), que teve duas versões diferentes recusadas pela rede Fox nos últimos três anos. A produção aprovada foi desenvolvida em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) e lembra mais uma série do Arrowverso que a trama original. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original foi um grande sucesso dos anos 1970, que trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acaba vagando pelo Velho Oeste americano do século 19. Em contraste com a versão criada por Ed Spielman em 1972, o remake vai se passar no século 21 e acompanhar uma mulher de descendência asiática, que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que mudará sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal invadida por crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal será desempenhado por Olivia Liang, intérprete da vilã Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW). As duas séries se juntam a mais duas produções anteriormente encomendadas pela rede para a próxima temporada: “Superman & Lois” (também de Berlanti) e o remake de “Walker, Texas Ranger”, estrelado por Jared Padalecki (de “Supernatural”). Como é praxe na programação da CW, metade das produções aprovadas vem da CBS Television e a outra parte da WBTV (Warner Bros. Television). As letras CW representam, justamente, as siglas de CBS e Warner, joint venture que formou a rede em 2006, a partir da junção dos antigos canais Warner e UPN (da Paramount, hoje pertencente ao conglomerado ViacomCBS). Segundo o site The Hollywood Reporter, a CW optou por deixar dois outros projetos que estava desenvolvendo para o ano que vem. As produções adiadas são um versão televisiva de “The Lost Boys”, baseada no filme de vampiros dos anos 1980 “Os Garotos Perdidos”, e “Maverick”, sobre uma adolescente que resolve liderar uma rebelião civil contra seu pai, o presidente autoritário dos EUA. Além disso, o canal ainda não se pronunciou sobre dois spin-offs: um prólogo de “The 100” e uma continuação de “Arrow” centrada na filha do Arqueiro Verde, cujo piloto foi exibido dentro da season finale da série original, atingindo uma das maiores audiências da atração. Como as duas produções são da Warner, é pouco provável que ambas sejam aprovadas. A expectativa é que o futuro dessas produções seja revelado na quinta-feira (14/5), quando a rede vai apresentar a programação de sua próxima temporada para os anunciantes. Recentemente, a CW comprou vários títulos de streaming – das plataformas CBS All Access e DC Universe – para complementar sua grade. Como não há previsão de quando as produções voltarão a ser gravadas, é difícil prever o que o upfront vai apresentar. Mas é certo que, enquanto a quarentena continuar, nenhum canal terá capítulos inéditos para estrear em setembro ou outubro, quando tradicionalmente se iniciam as novas temporadas de séries nos EUA. As quatro séries aprovadas vão se juntar a 13 atrações renovadas, que, somadas às aquisições de streaming, deixam pouco – se algum – espaço extra para a inclusão de alguma encomenda de última hora, como a confirmação dos spin-offs que os fãs aguardam com a ansiedade.

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    Katee Sackhoff vai viver personagem de Star Wars: A Guerra dos Clones na série The Mandalorian

    12 de maio de 2020 /

    Katee Sackhoff foi confirmada na 2ª temporada de “The Mandalorian”. Na série da Disney+ (Disney Plus), a eterna Starbuck de “Battlestar Galactica” revive um papel que já interpretou na saga “Star Wars”: a guerreira mandaloriana Bo-Katan. O detalhe é que será a primeira vez que viverá a personagem em carne e osso. Anteriormente, a atriz tinha apenas dublado Bo-Katan, na série animada “Star Wars: A Guerra dos Clones”. Um detalhe curioso sobre a personagem é que, ao contrário do mandalorian titular da série live-action, dublado por Pedro Pascal (“Narcos”), Bo-Katan nunca teve problemas em aparecer sem seu capacete. Sackhoff gravou sua participação em fevereiro, de acordo com SlashFilm, em notícia já conferida pelo Deadline e outros sites mais tradicionais. Por sinal, Bo-Katan não série a única personagem da série animada a ganhar versão live-action em “The Mandalorian”. Rosario Dawson (“Luke Cage”) foi confirmada no papel de Ahsoka Tano e muitos fãs ainda acreditam que Temuera Morrison, anunciado como Boba Fett na série, também poderá aparecer como o Capitão Rex. Afinal, tanto Boba quanto Rex são clones de Jango Fett (vivido pelo ator em “Star Wars: Ataque dos Clones”). O cineasta Jon Favreau, responsável por “The Mandalorian”, não se manifestou sobre o assunto. A 2ª temporada da série completou as gravações antes do agravamento da pandemia do novo coronavírus, e deve manter seus planos originais de lançamento, marcado para outubro na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus).

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  • Série

    Netflix culpa coronavírus e adia especial de Unbreakable Kimmy Schmidt no Brasil

    12 de maio de 2020 /

    Lançado nesta terça (12/5) nos EUA, o especial da série “Unbreakable Kimmy Schmidt” não foi disponibilizado para os fãs brasileiros. E o motivo disso, segundo a plataforma, foi a falta de dublagem na produção. A Netlix explicou que, por se tratar de um especial interativo, a companhia optou por não lançá-lo sem a opção do áudio dublado em português, e que não foi possível realizar esse trabalho devido à pandemia de covid-19. “Muitos estúdios de dublagem estão fechados devido ao coronavírus e por isso a dublagem de ‘Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend’ está atrasada. Esperamos realizar essas dublagens o mais rápido possível – assim que os dubladores puderem gravar em segurança novamente”, informou a empresa em nota oficial. Um aviso deve ser colocado em breve na página do especial na plataforma. Por conta disso, ainda não há previsão de estreia da produção no Brasil. Nas últimas semanas, a Netflix tem disponibilizado várias séries apenas em versão legendada, com o alerta de que não há dublagens disponíveis. Foi o caso, por exemplo, da 2ª temporada de “Disque Amiga Para Matar” – que infelizmente não reverteu também ao título original, “Dead to Me”, sem nenhuma relação com a “tradução” nacional. Ao buscar os episódios disponibilizados na sexta (8/5), os assinantes se deparam com uma mensagem dizendo que “em alguns idiomas, a dublagem atrasou. A prioridade é a saúde dos dubladores”. De acordo com a Netflix, atrasar estreias por falta de dublagem não deve se tornar uma regra. De todo modo, o atraso de “Kimmy Schmidt” não parece ter sido repentino. Ao contrário, a estreia da produção foi omitida do material da empresa sobre os lançamentos de maio no Brasil, tanto para o público quanto para jornalistas. Lançada em 2015, a série “Unbreakable Kimmy Schmidt” acompanha uma mulher que viveu 15 anos como refém em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra. Após ser resgatada de seu bunker subterrâneo, Kimmy (Ellie Kemper) não lamenta ter sido enganada, preferindo ficar feliz por o mundo não ter acabado. E com essa felicidade, ela busca tentar se ajustar ao século 21 e uma Nova York que colide com a sua energia e pensamentos sempre positivos. Com um formato similar ao filme “Black Mirror: Bandersnatch”, o especial da atração inclui opções para que os espectadores façam escolhas para os personagens ao longo da história. Como se trata de um epílogo, já que a série acabou janeiro, as escolhas dão diferentes finais para a trajetória da protagonista. A produção destaca a participação de Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e o enfrentamento final, após quatro temporadas, entre Kimmy e o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne (Jon Hamm), responsável por mantê-la em cativeiro por vários anos. Entre as diversas situações apresentadas, o espectador deverá escolher se Kimmy se casa com o personagem de Radcliffe ou embarca numa aventura para salvar outras vítimas do Reverendo, que estariam num bunker ainda não descoberto. Os criadores da série, Robert Carlock e Tina Fey (ambos de “30 Rock”), escreveram o especial, descrito como “a maior aventura de Kimmy até agora”. Veja o trailer oficial abaixo. Por sinal, ele também não recebeu versão legendada ou dublada em português na página da Netflix no YouTube.

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  • Etc,  Filme

    De Volta para o Futuro: Elenco da trilogia clássica teoriza sobre continuação em reunião virtual

    12 de maio de 2020 /

    O elenco de “De Volta para o Futuro” se reuniu virtualmente como parte da iniciativa “Reunited Apart”, apresentada pelo ator Josh Gad em seu canal do YouTube. Michael J. Fox (Marty McFly) e Christopher Lloyd (Doc Brown) se juntaram aos coadjuvantes da trilogia clássica, ao diretor Robert Zemeckis, ao roteirista Bob Gale e convidados especiais (entre eles JJ Abrams) para lembrar os velhos tempos. Houve até teorias sobre como seria um quarto filme, passado nos dias atuais. “Talvez eles [Marty e Doc] possam voltar no tempo para janeiro e nos avisem sobre essa pandemia antes dela se agravar”, disse Lea Thompson (Lorraine). O roteirista Bob Gale, por outro lado, não quis incentivar conversas sobre continuação: “Ou talvez eles possam descobrir que estamos falando de uma sequência de ‘De Volta Para o Futuro’ e voltar para este momento, impedindo que a gente faça essa loucura”. Fox e Lloyd refletiram tanto sobre a amizade entre Marty e Doc em “De Volta para o Futuro” quanto sobre o laço que construíram fora do set desde que contracenaram pela primeira vez, em 1985. “Chris tem sido um apoiador incrível em tudo, inclusive na minha fundação”, comentou Fox, se referindo a Michael J. Fox Foundation, que apoia pesquisas e recursos para pessoas que sofrem do Mal de Parkinson, doença que afeta o ator. “No filme, Marty se sentia entendido pelo Doc. É uma amizade muito bonita”, completou. Veja o vídeo completo do reencontro abaixo.

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  • Filme

    Capone choca críticos americanos e vira “Crapone” por cenas escatológicas

    12 de maio de 2020 /

    “Capone”, novo filme sobre o gângster Al Capone, que entrou em locação digital nos serviços de VOD dos EUA nesta terça-feira (12/5), chocou a crítica americana que esperava ver uma cinebiografia convencional. Protagonizado por Tom Hardy (“Venom”) e dirigido por Josh Trank (“Quarteto Fantástico”), o filme se concentra no fim da vida do mafioso, que sofre com sífilis e demência após ter ficado preso por 11 anos em Alcatraz. Os críticos se dividiram sobre a produção, mas há um consenso sobre as cenas em que Al Capone faz suas necessidades, consideradas literalmente uma merda. As reações são de nojo, como descrições que vão de “grotesco” (no jornal Chicago Sun-Times) a “uma piñata de catarro e outras excreções” (New York Times), a ponto de várias publicações renomearem a obra como “Crapone”, juntando o nome do gângster ao ato de defecar (em inglês). “Se você sempre quis ver um cinebiografia de Al Capone que começa e termina com Tom Hardy cag**** explosivamente nas calças, tenho boas notícias”, brincou o crítico David Ehrlich, do site IndieWire, que no final elogiou “Capone” por ser “admiravelmente não comercial”. A divisão radical de opiniões rendeu 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas não devem ajudar Josh Trank a recuperar a carreira após o desastre de “Quarteto Fantástico” (2015), já que a maioria das resenhas destaca que o filme parece não ter direção, apostando mais em climas que narrativa coerente. Isto se deve ao fato de muitas cenas serem manifestações de delírios. Igualmente divisiva, a interpretação de Tom Hardy rendeu comentários por sua coragem de ir ao extremo, que alguns consideraram também uma caricatura do extremo. O desempenho seria sua performance “mais maximalista”, na definição do site Vulture, ou apenas “uma das piores performances da carreira” de Hardy, que “resmunga, tosse e caga em cenas que carecem de qualquer forma de direção, simpatia e/ou propósito”, de acordo com o site Next Best Picture. O site The Hollywood Reporter preferiu dizer que “a loucura limítrofe do método de auto-paródia da performance de Tom Hardy exige que seja vista”, enquanto a revista Vanity Fair simplesmente perguntou: “E se ‘Venom’ fosse chato?”. Trank também preferiu a ironia para comentar a repercussão. Ele destacou uma frase negativa de Matt Neglia, do Next Best Picture, sobre o filme: “Me deixou enjoado”. “Preciso dessa citação em um pôster para a minha sala”, postou o diretor no Twitter. Ele próprio descreveu seu trabalho como “estranho, desconfortável e bonito”, recomendando que o público vá “com a mente aberta”. O cineasta ainda considerou que os comentários sobre as cenas escatológicas o faziam lembrar das críticas ao filme “Pink Flamingos” (1972), clássico de John Waters que escandalizou os anos 1970. Veja o trailer de “Capone” abaixo.

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  • Música

    Jeff Beck e Johnny Depp lançam clipe de Isolation, música clássica de John Lennon

    12 de maio de 2020 /

    Jeff Beck divulgou no YouTube o clipe oficial de “Isolation”, música original de John Lennon, que ele gravou em parceria com o ator Johnny Depp. O vídeo é o registro de uma apresentação da música ao vivo, captada num dos shows que a dupla fez em setembro do ano passado, quando apresentaram sua versão do clássico de 1970 pela primeira vez. As imagens são aprimoradas com o uso de filtros de efeitos visuais, que fazem sobreposições de cores sobre a interpretação “ao vivo” – as aspas se devem ao fato de o som incluir a gravação de estúdio. Um dos guitarristas mais famosos do rock, Beck fez parte da lendária banda Yardbirds, que foi contemporânea dos Beatles nos anos 1960. Já Depp faz incursões no mundo rock desde que era adolescente nos anos 1980, culminando mais recentemente na formação da banda Hollywood Vampires, com seus ídolos Slash e Alice Cooper. A parceria com Beck marca a primeira vez que ele enfatiza seu talento como cantor sobre sua tradicional condição de guitarrista de apoio. “Isolation” faz parte de um álbum completo que a dupla gravou no ano passado. Eles ainda não pretendiam divulgá-la, mas mudaram de ideia em abril, por perceberem que a letra da canção fazia sentido no contexto de coronavírus e do isolamento social. “Não esperávamos lançar tão cedo, mas tendo em mente todos os dias difíceis e o ‘isolamento’ real pelo qual as pessoas passam nesses tempos difíceis, decidimos que agora pode ser o momento certo para deixar vocês ouvirem”, disse Beck em comunicado, disponibilizado em seu site oficial. “Vocês ouvirão mais de mim e Johnny daqui a pouco, mas até então esperamos que encontrem algum conforto e solidariedade em nossa versão deste clássico de Lennon.”

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  • Filme

    Hamilton: Disney vai lançar documentário mais caro de todos os tempos em streaming

    12 de maio de 2020 /

    A Disney mudou seus planos para a exibição do filme do musical da Broadway “Hamilton”. Previsto para chegar aos cinemas em outubro de 2021, o documentário mais caro de todos os tempos vai virar lançamento de streaming e estreará já no próximo mês. O anúncio foi feito no Twitter e acompanhado por um pôster animado que traz a nova data e destino – veja abaixo. O estúdio adquiriu os direitos de exibição da peça de Lin-Manuel Miranda (indicado ao Oscar por “Moana”) em fevereiro passado, travando uma luta de ofertas contra outros interessados, o que fez o valor atingir impressionantes US$ 75 milhões, segundo apurou na época o site Deadline – não desmentido pela Disney. Apesar do custo de blockbuster, o filme é, na verdade, literalmente teatro filmado. Trata-se de um registro da peça em junho de 2016, filmado durante três noites consecutivas, com o elenco apresentando-se no palco original da produção, que se tornou uma das mais bem-sucedidas da Broadway em todos os tempos, além de vencedora de 11 prêmios Tony e o Prêmio Pulitzer de Drama. O lançamento em streaming pretende prestar homenagem ao teatro, já que a pandemia de coronavírus, que fechou as salas de cinema, também esvaziou os palcos da Broadway, e oferecer uma história edificante para animar o espírito do público americano. “À luz dos desafios extraordinários que o mundo enfrenta, esta história sobre liderança, determinação, esperança, amor e o poder das pessoas de se unirem contra as forças da adversidade é relevante e impactante”, disse o presidente executivo da Disney, Bob Iger, no comunicado que explicou a decisão. O musical de hip-hop, no qual atores negros e latinos interpretam os pais fundadores dos Estados Unidos, será disponibilizado em 3 de julho, véspera do Dia da Independência do país, exclusivamente na plataforma Disney+ (Disney Plus). Surprise! The original Broadway production of Hamilton, filmed LIVE onstage at the Richard Rodgers Theatre, is now coming exclusively to @DisneyPlus this July 3rd. Shout it to the rooftops! #Hamilfilm pic.twitter.com/Uha1RBo6NB — Disney (@Disney) May 12, 2020

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  • Série

    Fuller House: Trailer legendado junta nostalgia, risos e lágrimas para preparar o fim da série

    12 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da segunda parte da 5ª e última temporada de “Fuller House”. A prévia inclui cenas de flashback de mais de três décadas, que lembram que o final não é apenas de “Fuller House”, mas da trajetória dos personagens originais de “Três É Demais” (Full House, 1987-1995). O acúmulo de nostalgia, risos e lágrimas também vai incluir um casamento triplo, com as três protagonistas da nova geração da atração. Como mostrou a midseason finale, Kimmy (Andrea Barber) vai se casar com Fernando (Juan Pablo di Pace), D.J. (Candace Cameron Bure) terá seu matrimônio com Steve (Scott Weinger), e Stephanie (Jodie Sweetin) vai virar esposa de Jimmy (Adam Hagenbuch). Além de dar um final feliz tradicional para a série, a cerimônia também servirá para juntar novamente os parentes das meninas, com destaque para os protagonistas de “Três É Demais”: Bob Saget (Danny), John Stamos (Jesse) e Dave Coulier (Joey). Só Lori Loughlin (Rebecca) não vai participar. A atriz se envolveu em um escândalo no ano passado, quando foi indiciada por pagar suborno a uma universidade para aceitar suas filhas entre os alunos, e acabou afastada da produção. Resta saber como os roteiristas lidarão com a ausência da querida Tia Becky. A temporada final de “Fuller House” contará com nove episódios e chega em 2 de junho à Netflix

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  • Série

    Série baseada no terror japonês O Grito ganha primeiro trailer da Netflix

    12 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Ju-on: A Maldição – Origens” (Ju-On: Origins), série baseada em “Ju-On”, longa japonês que inspirou a franquia americana de terror “O Grito” (The Grudge). A prévia é sangrenta, tétrica e pesada, sugerindo uma atração mais forte que os filmes americanos. A série vai contar a origem da maldição de Kayako e seu filho, mostrando como sua casa se tornou mal-assombrada por seus espíritos vingativos. A sinopse oficial da Netflix acrescenta que a trama é baseada em “eventos reais” que aconteceram há 40 anos. A história de “Ju-On”, na verdade, surgiu exatamente há duas décadas, num telefilme japonês de 2000, escrito e dirigido por Takashi Shimizu. A produção ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. E fez tanto sucesso que rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “O Chamado vs. O Grito” (Sadako vs. Kayako”, 2016), em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do próprio Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava uma maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. Fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. Neste ano, um segundo remake americano de “Ju-On” chegou aos cinemas com produção da Sony Pictures, e foi destruído pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Ju-on: A Maldição – Origens” tem produção de Takashige Ichinose, responsável pela franquia japonesa original e também por outros clássicos do J-horror, como “Ringu: O Chamado” (1998) e “Água Negra” (2002). O elenco destaca Yuina Kuroshima, que estrelou o penúltimo filme da saga de Kayako, “O Grito: o Começo do Fim” (2014). Ela vive a protagonista feminina, uma mulher atormentada pelo som de passos em sua casa no meio da noite, que pede ajuda a um investigador paranormal, vivido por Yoshiyoshi Arakawa (“Too Young to Die”). Já a direção está a cargo do cineasta Shô Miyake (“And Your Bird Can Sing”), que estreia tanto em séries quanto no gênero terror. Com 6 episódios, a atração será lançada em 3 de julho.

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