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  • Série

    Não Provoque: Série de cheerleaders da Netflix é cancelada

    30 de abril de 2020 /

    O canal pago americano USA Network cancelou “Dare Me”, série sobre líderes de torcida, disponibilizada no Brasil pela Netflix com o título de “Não Provoque”. Bastante elogiada pela crítica, a série tinha 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Baseada no romance homônimo de Megan Abbott, a atração foi desenvolvida pela própria escritora em parceria com a produtora-roteirista Gina Fattore (“Californication”), e acompanhava a disputa de duas melhores amigas quando as regras do time mudam em seu colégio. Os episódios exploravam angústia adolescente, ciúme, lealdade e dinâmica do poder em uma pequena cidade do Centro-Oeste dos EUA, destacando em seu elenco a atriz Willa Fitzgerald (da série “Scream”) como a nova técnica do esquadrão de cheerleaders. A decisão de cancelar “Não Provoque” após apenas uma temporada é resultado de uma nova estratégia do USA Network, que diante da pandemia do novo coronavírus decidiu investir menos em atrações roteirizadas, priorizando reality shows e programas ao vivo. As produtoras da série informaram que tentarão viabilizar uma nova temporada com apoio da Netflix ou de outros interessados em produzir mais episódios, mas essa iniciativa encontrará um mercado desfavorável, pelo momento atual de crise financeira e de produção, em que todos os trabalhos roteirizados encontram-se suspensos.

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  • Etc,  Filme

    Spcine Play estende gratuidade de todo seu catálogo até o fim de 2020

    30 de abril de 2020 /

    O acervo da plataforma Spcine Play vai ficar liberado para acesso gratuito até o final de 2020. Originalmente, o conteúdo ficaria disponível por apenas 30 dias. Mas como a pandemia de covid-19 não dá sinais de amenizar, a prefeitura de São Paulo decidiu estender o prazo, oferecendo uma alternativa de entretenimento gratuito e de qualidade para a população, durante este período de isolamento social. Especializada em filmes brasileiros e cinema de arte, a plataforma paulistana disponibiliza diversas mostras cinematográficas temáticas, como retrospectivas dos diretores Andrea Tonacci, Hector Babenco e José Mojica Marins, uma seleção de obras de cineastas femininas, com destaque para Lucia Murat, Tata Amaral e Helena Ignez, uma Mostra do Audiovisual Negro e um festival de filmes musicais, além de manter em seu catálogo títulos da Mostra de São Paulo, e dos festivais de documentários É Tudo Verdade e In-Edit, entrevistas com artistas e várias opções infantis. Apesar de ser uma iniciativa da cidade de São Paulo, os filmes podem ser assistidos em qualquer lugar do Brasil e sem necessidade de assinatura, via site: www.spcineplay.com.br.

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  • Etc

    Entrave à fusão de Disney e Fox no Brasil pode cair na próxima semana

    30 de abril de 2020 /

    Único país do mundo que ainda não autorizou a fusão definitiva entre a Disney e a Fox, o Brasil finalmente pode dar fim ao impasse na próxima sessão do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), marcada para quarta que vem (6/5). A reunião dos conselheiros, que deveria ser presencial, vai acontecer à distância, via videochamada, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas o UOL Esporte teve acesso e publicou com antecedência o relatório do conselheiro Luis Henrique Bertolino Braido, responsável por analisar o caso. E ele sinaliza para a aprovação da fusão. A demora na definição se deve à concentração de canais esportivos que a aquisição da Fox deixará nas mãos da Disney. Proprietária da ESPN, a Disney também ficará com o Fox Sports. Por isso, o Cade, assim como seu similar mexicano, condicionaram a aprovação do negócio à venda da Fox Sports. Só que a Disney não conseguiu fazer isso no Brasil durante o prazo estipulado. Em fevereiro, a Disney apresentou todas as ofertas recebidas para compra do Fox Sports, mostrando que o negócio não aconteceu porque o próprio Cade impediu propostas do maior interessado, o grupo Globo, e empresas como a joint-venture Simba, a produtora espanhola Mediapro e a DAZN não reuniram as condições necessárias, exigidas pelo Cade, para a transação. De acordo com o UOL, o relatório de Bertolino Braido condiciona a aprovação a um “Acordo em Controle de Concentrações”, que obrigará a Disney a oferecer algumas garantias para os profissionais do Fox Sports e para sua estrutura nos próximos anos, como estabilidade de emprego e até continuidade do canal esportivo por algum tempo. A proposta será discutida e colocada para votação na quarta. Apesar da ênfase dada pelo Cade ao futuro do canal Fox Sports, a demora na aprovação da fusão está atrasando outros investimentos da Disney no país, em especial o lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). O objetivo é inaugurar o serviço ainda em 2020 no Brasil, acompanhando o lançamento em outros países da América Latina, já confirmados. A empresa americana espera a aprovação da fusão com a Fox para tomar decisões sobre a vinda do streaming e outros projetos no país.

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  • Música

    Haim lança clipe gravado em quarentena

    30 de abril de 2020 /

    A banda Haim lançou o clipe de “I Know Alone”, gravado em plena quarentena. Como as três integrantes da banda de Los Angeles são irmãs, elas se isolaram juntas na mesma casa e captaram as imagens em seu quintal. O clipe foi feito num único take, com a câmera fixa, e registra uma coreografia de Este, Danielle e Alana Haim, que movimentam-se de forma sincrônica e mantendo distanciamento social, para demonstrar em gestos o tamanho de seu desânimo. A letra reflete o tema do isolamento. “Os dias se passam lentos, como contar torres de celular na estrada”. A performance foi dirigida remotamente pelo cineasta Jake Schreier (“Cidades de Papel”). “I Know Alone” é uma música nova, que estará no disco “Women In Music Part III”, com lançamento previsto para 26 de junho.

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  • Música

    Queen lança novo clipe de We Are the Champions em homenagem aos profissionais de saúde

    30 de abril de 2020 /

    A banda Queen lançou um novo clipe de “We Are the Champions”, gravado à distância, por videoconferência, reunindo o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor com a participação especial do cantor Adam Lambert. A nova versão foi feita para homenagear os profissionais da saúde e de outros serviços essenciais que continuam a trabalhar durante a pandemia do novo coronavírus. De acordo com um comunicado oficial da banda, todo o lucro resultante da execução online da faixa será revertido diretamente para o Fundo de Resposta Solidária covid-19, criado pela Organização Mundial da Saúde. Um dos maiores hits do Queen, “We Are The Champions” virou trilha de vitórias e conquistas esportivas no mundo inteiro. Ela é uma das principais faixas do disco “News of the World”, lançado em 1977, de onde também saiu o sucesso “We Will Rock You”.

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  • Filme

    Rishi Kapoor (1952 – 2020)

    30 de abril de 2020 /

    O ator indiano Rishi Kapoor, que protagonizou grandes sucessos de Bollywood, morreu nesta quinta-feira (30/4), aos 67 anos, após uma batalha de dois anos contra a leucemia. “Ele permaneceu jovial e determinado a viver ao longo dos dois anos em que se submeteu a tratamentos em dois continentes”, disse a família, em comunicado. O ator se mudou para Nova York para cumprir um tratamento médico logo após a detecção do câncer, em 2018, retornando à sua cidade natal, Mumbai, em setembro de 2019. Kapoor descende de uma família de atores famosos na Índia. Seu avô, Prithviraj Kapoor, seu pai Raj Kapoor, os irmãos Randhir e Rajeev, seu filho, sobrinhas e sobrinhos são reverenciados por fãs por seus papéis em filmes importantes na indústria cinematográfica do país. Ele estreou em Bollywood aos 16 anos, interpretando, justamente, uma versão mais jovem de seu pai no filme de 1970 “Mera Naam Joker”. Mais tarde, fez seu nome como um herói romântico em longas populares. Vários de seus filmes dos anos 1970 e 1980, como “Khel Khel Mein” (1975), “Karz” (1980), “Chandni” (1989), tornaram-se blockbusters na Índia, transformando-o num dos atores mais populares do país. Além de ator, ele era um dançarino habilidoso e alguns de seus filmes renderam músicas muito populares até hoje. Em seus maiores sucesso, Kapoor formou par romântico com a atriz Neetu Singh. E numa das histórias de amor mais duradouras de Bollywood, o casal se perpetuou fora da tela, casando-se em 1980. O filho deles, Ranbir Kapoor, seguiu o legado da família, tornando-se uma estrela de sucesso de Bollywood por seus próprios méritos. A morte de Kapoor causou comoção nacional, e até o primeiro-ministro Narendra Modi disse ter ficado angustiado. “Multifacetado, carinhoso e animado: esse era Rishi Kapoor. Ele era uma potência de talento”, escreveu o líder indiano, no Twitter. Para aumentar a tristeza da Índia, a morte de Kapoor aconteceu logo após o falecimento de outro célebre astro de Bollywood, Irrfan Khan, que se tornou conhecido mundialmente ao participar de filmes como “Quem Quer ser um milionário?” (2008), “As Aventuras de Pi” (2012) e “Jurassic World” (2015), e que também sofria de câncer. A família de Kapoor, que recebeu apenas os amigos mais próximos no velório, pediu aos fãs do ator que seguissem as novas regras de distanciamento social devido à pandemia do novo coronavírus e que não fossem as ruas para lamentar sua morte, como aconteceria em circunstâncias normais no país.

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  • Filme

    Disney prepara versão live-action de Hércules com os diretores de Vingadores: Ultimato

    30 de abril de 2020 /

    A Disney está desenvolvendo uma versão live-action da animação “Hércules”, lançada originalmente em 1997, que terá produção dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos blockbusters “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”. Apesar de seu envolvimento, os irmãos Russo não devem dirigir o filme. Mas eles não são a única conexão com a Marvel na produção. Para a adaptação, o estúdio contratou o roteirista Dave Callaham, responsável pela franquia “Os Mercenários” e roteirista do vindouro “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, da Marvel. O mitológico herói grego já apareceu de carne e osso em dezenas de filmes, desde uma franquia italiana dos anos 1960 até produções mais recentes, como a que trouxe Dwayne “The Rock” Johnson como o herói em 2014. Entretanto, o filme original da Disney foi uma das abordagens mais diferentes de sua lenda. Além de ser uma animação, apresentou uma versão musical de Hércules. Não está claro se a nova adaptação manterá os elementos musicais. A Disney adotou abordagens diferentes para seus remakes. Enquanto “O Rei Leão” se aproximou bastante do desenho de 1994, o vindouro “Mulan” é uma versão sem as coreografias musicais da animação de 1998. De todo modo, vale lembrar que o público foi estimulado a pensar num remake de “Hércules” após a performance de Ariana Grande no evento “Disney Family Singalong”, quando ela cantou a música-tema do desenho de 1997. Esta opção musical gerou uma petição no site Change.org para que a cantora interpretasse Megara, a protagonista feminina do desenho, numa versão live-action. O projeto, porém, ainda está longe da fase de seleção de elenco.

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  • Filme

    Chefe da Universal diz que o público vê mais filmes em casa que no cinema

    30 de abril de 2020 /

    Envolvido numa polêmica com as grandes redes de exibição após lançar “Trolls 2” diretamente para locação digital nos EUA, Jeff Shell, o CEO da NBCUniversal, parabenizou nesta quinta (30/4) a iniciativa dos responsáveis pela disponibilização do desenho animado, que rendeu mais de US$ 100 milhões em VOD, e ainda disse que o público vê mais filmes em casa que nas salas do circuito cinematográfico. O comentário de Shell aconteceu durante uma videoconferência com acionistas do estúdio e membros da imprensa. Após salientar que “a distribuição tradicional nos cinemas sem dúvidas voltará a ser a peça central das nossas operações” após a pandemia, Shell concluiu que a disponibilização digital de filmes, seja em plataformas de assinatura, como a Netflix, ou por locação via serviços on demand (VOD), também precisa ser considerada importante. O executivo comentou de forma entusiasmada os resultados obtidos com o lançamento de “Trolls 2” em VOD, que foi o estopim para o conflito entre o estúdio e os exibidores. “Os números que conseguimos foram muito interessantes. O filme estava pronto, e a gente investiu muito dinheiro nele. Além disso, o público estava precisando de uma opção infantil em casa”, argumentou. “Trolls 2” testou o mercado como a primeira sequência de blockbuster lançada direto em streaming – oficialmente, de forma simultânea em VOD e nos cinemas (fechados) – e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium digital. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu US$ 100 milhões, quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2”. O problema é que, ao comemorar esses números e sinalizar que o estúdio deve lançar mais filmes dessa forma, Shell despertou a ira do parque exibidor. Grandes redes de cinema, como AMC Theatres e Regal Cinemas, nos EUA, e Odeon, no Reino Unido, afirmaram que, quando reabrirem para o público, vão boicotar os filmes da Universal. A avaliação do mercado, entretanto, sinaliza como pouco provável que as redes de cinema possam se dar ao luxo de deixar de exibir “Velozes e Furiosos 9”, “Minions: A Origem de Gru” e “Jurassic World 3”, especialmente a maior delas, a AMC, que foi bastante impactada pela pandemia por causa de sua grande carga de dívidas. Após o fechamento de todas as salas da AMC na segunda metade de março, os analistas de Wall Street previram que o circuito seria forçado a declarar falência. “Eu acho que os consumidores voltarão aos cinemas quando puderem, mas o streaming será parte do esquema de distribuição, querendo ou não. Mesmo que seja como uma oferta complementar”, conclui Shell, em sua avaliação do futuro do negócio cinematográfico.

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  • Etc,  Série

    BBC estuda colocar equipes de séries em quarenta conjunta para retomar a produção de episódios

    30 de abril de 2020 /

    A BBC está estudando a possibilidade de colocar atores, diretores, roteiristas e técnicos de séries em quarentena juntos, para que possam ser retomadas as produções de novos episódios de suas atrações. A iniciativa partiu de Piers Wenger, responsável pelo departamento de dramas da emissora. Falando em sessão virtual do Festival de Edimburgo, acompanhada pelo jornal The Guardian, o executivo citou reality shows como “Strictly Come Dancing” e novelas como “EastEnders”, além de “dramas de alto calibre” (a BBC produz títulos como “Peaky Blinders”, “Doctor Who” e “Line of Duty”). Wenger admitiu que a emissora teria que pagar mais para grandes astros aceitarem ficar em quarentena, totalmente afastados de suas famílias e suas vidas normais, durante o período de produção de uma série. No entanto, ele disse que a BBC “não terá outra escolha se quiser retomar a produção de originais”. Quanto a reality shows como “Strictly”, a ideia seria retomar as filmagens com equipes completas, mas sem auditório. Por enquanto, novelas como “EastEnders” estão mostrando capítulos inéditos em dias alternados, para esticar o período em que podem aproveitar as cenas gravadas antes do agravamento da pandemia. A BBC acredita que o público logo deve se cansar dos “programas caseiros”, como lives de artistas musicais e talk shows por videoconferência com convidados em suas casas. “Não queremos que tudo seja feito no Zoom para sempre”, definiu Wenger.

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  • Série

    My Brilliant Friend: Adaptação da saga literária de Elena Ferrante é renovada para 3ª temporada

    30 de abril de 2020 /

    O canal americano HBO e o italiano RAI anunciaram nesta quinta (30/4) a renovação da parceria para produzir a 3ª temporada de “My Brilliant Friend”, que adapta a saga literária de Elena Ferrante “A Amiga Genial”. Exibida no Brasil pela HBO, a série está a um capítulo do final de sua 2ª temporada, que adapta o livro “História do Novo Sobrenome”. A season finale vai ar na próxima segunda-feira (4/5) às 23h. A 3ª temporada de “A Amiga Genial” vai adaptar “História de Quem Foge e Quem Fica”, o terceiro dos quatro livros de Ferrante sobre as amigas de longa data Lenù e Lila. O último volume se chama “História da Menina Perdida”. A série conta com a própria Ferrante como uma das roteiristas. O detalhe é que este nome é pseudônimo e a verdadeira identidade da escritora ou escritor já rendeu verdadeira epopeia de caça ao segredo pela imprensa italiana A maioria dos episódios da série é dirigido pelo cineasta Saverio Costanzo (“A Solidão dos Números Primos”), que na 2ª temporada contou com ajuda de Alice Rohrwacher (“Feliz como Lázaro”).

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  • Filme

    Diretores de John Wick vão coordenar cenas de ação de Matrix 4

    30 de abril de 2020 /

    Os coordenadores das cenas de ação dos três primeiros “Matrix”, David Leitch e Chad Stahelski, confirmaram que voltarão a desempenhar a função no quarto filme. O retorno dos cineastas, que dirigiram juntos “John Wick” (lançado no Brasil como “De Volta ao Jogo”), foi confirmado por Stahelski em entrevista ao site Collider. “[Os membros da equipe] foram muito legais. Pediram pra gente ajudar na coreografia e no treino físico de alguns dos caras”, disse Stahelski. “Eu vou ajudar um pouco em uma sequência, acho que o David vai ajudar em outra”, contou o cineasta, que disse que suas funções serão diferentes das exercidas nos filmes anteriores. “O trabalho é mais com o conceito criativo das coreografias e para ajudar o pessoal com algumas coisas”. Nos filmes anteriores da franquia, Stahelski e Leitch atuaram também como diretores de segunda unidade, além de trabalharem como dublês e coordenar os demais profissionais da categoria. A mudança no trabalho levou Stahelski a elogiar Lana Wachowski, que dirige “Matrix 4” – pela primeira vez sem a irmã – , por comandar todas as suas cenas. “A Lana filma a própria ação. Ela inclui tudo no material principal e por isso as coisas dela são tão legais de assistir”. Foi Stahelski quem revelou pela primeira que “Matrix 4” estava sendo produzido, três meses antes do anúncio oficial da Warner. Enquanto divulgava “John Wick 3 – Parabellum”, ele chegou a afirmar que toparia na hora voltar a trabalhar no filme. “Só precisam me ligar”, afirmou. “Eu iria até o set nem se fosse só para ser atropelado para uma cena”, brincou. Curiosamente, a Warner programou a estreia de “Matrix 4” para o mesmo dia em que “John Wick 4” estrearia nos cinemas. Como ambos os filmes são estrelados por Keanu Reeves, os fãs estavam marcando a data de 21 de maio de 2021 como “Keanu Day” nas redes sociais. Entretanto, devido à pandemia do novo coronavírus, a produção do quarto “Matrix” foi paralisada e agora dificilmente ficará pronto a tempo para o lançamento na data planejada. E “John Wick 4” só começará a ser filmado após o final da participação de Keanu no filme de Lana Wachowski.

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    Hanna: Teaser da 2ª temporada destaca Dermot Mulroney como novo vilão

    30 de abril de 2020 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o primeiro teaser da 2ª temporada de “Hanna”, que apresenta a data de estreia e o novo vilão da série, interpretado por Dermot Mulroney (“Homecoming”). Ele aparece na prévia vigiando, por meio de uma parede de monitores, os movimentos da personagem-título. Baseada no filme de mesmo nome, dirigido por Joe Wright (“Anna Karenina”) e estrelado por Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) em 2011, a série acompanha Hanna, uma adolescente treinada desde pequena para ser uma assassina. Ao ser envida para sua primeira missão secreta por seu pai, ela acaba perseguida por uma agente da CIA, que tem informações capazes de fazê-la questionar sua verdadeira identidade. A adaptação foi criada por David Farr, que coescreveu o roteiro do filme original. O elenco traz Esme Creed-Miles (“Pond Life”) como Hanna, e volta a reunir Joel Kinnaman e Mireille Einos após a parceria da dupla em “The Killing”. Kinnaman interpreta Erik, o pai de Hanna, e Einos é a agente da CIA Marissa. A 2ª temporada, com produção da NBCUniversal, estreia em 3 de julho.

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    Criador do Arrowverso doa US$ 1 milhão para ajudar profissionais de séries afetados pela pandemia

    30 de abril de 2020 /

    Greg Berlanti, o produtor com a maior quantidade de séries no ar em 2020 – e em todos os tempos – , doou US$ 1 milhão para ajudar os profissionais que trabalham nas atrações durante o isolamento social contra a pandemia do novo coronavírus. Na quarta (29/4), ele informou aos showrunners de suas séries que um fundo de US$ 600 mil foi criado para fornecer assistência emergencial a todos os trabalhadores dos projetos da Berlanti Productions. Outros US$ 400 mil serão doados para fundos de ajuda a profissionais do setor audiovisual e atores. Com 17 produções ativas, a empresa de Berlanti tem mais de 5 mil funcionários empregados na produção de séries, entre elas todas as atrações do Arrowverso (como “The Flash” e “Supergirl”), além de “Prodigal Son”, “Você”, “O Mundo Sombrio de Sabrina”, “Riverdale”, “Blindspot” e muitas outras. No mês que vem, ele vai lançar mais duas séries: “Stargirl”, nova adaptação de quadrinhos da plataforma DC Universe, e “The Flight Attendant”, suspense estrelado por Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) no vindouro serviço de streaming HBO Max, que será lançado em 27 de maio nos EUA.

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