The Good Place: Netflix disponibiliza última temporada de surpresa
A Netflix fez de novo. Dois dias após lançar a 3ª temporada de “Glitch” sem nenhuma divulgação, a plataforma começou a disponibilizar a 4ª temporada de “The Good Place” sem informar a ninguém. O primeiro episódio foi exibido na noite de quinta-feira (26/7) na TV americana e chegou na Netflix nesta sexta, com apenas um dia de diferença. A Netflix está liberando um episódio por semana, permitindo a seus assinantes acompanhar a conclusão de forma praticamente simultânea – e sem spoilers. Só faltou um detalhe: avisar aos assinantes. Ou melhor, a informação foi dada da seguinte forma: num listão de estreias de setembro, disponibilizado no dia 3 deste mês. Veja abaixo. Fora isso, mais nada. A atitude reforça uma das maiores queixas dos usuários do serviço, da falta de informação sobre o conteúdo disponível no catálogo. Se o conteúdo foi produzido pela própria plataforma ou adquirido de terceiros, como é o caso de “The Good Place”, custou dinheiro. Imagina-se que o novo acerto, de lançar episódios um dia após a exibição na TV americana, tenha um custo ainda maior. Mas é como se a Netflix não se interessasse em obter audiência com esse investimento. A plataforma acaba contando com a boa vontade da imprensa para informar a seus assinantes o que ela própria não faz questão de divulgar. Uma das séries mais bem-avaliadas da TV aberta americana, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, “The Good Place” gira em torno de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell, de “Veronica Mars”), que chega a seu destino final após morrer, crente que foi parar no inferno. Só que, para sua surpresa, ela recebe as boas-vindas do anjo Michael (Ted Danson, de “CSI”) no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor sabe que deveria ter ido parar no “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. E aos poucos percebe que, viver cercada por gente boazinha e fingir ser uma boa pessoa, é muito pior que o inferno. Logo, descobre que o “Lugar Bom” nada mais era que uma experiência maligna criada pelo demônio Michael, uma versão de inferno psicológico para torturar suas vítimas. Mas esta é apenas a primeira reviravolta da série, que a cada temporada apresenta uma nova mudança brusca de situação. Uma não, várias, com uma revelação inesperada atrás da outra. Para resumir, Eleanor se junta a outros três pecadores, vividos por William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. Fazendo de tudo para evitar o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, eles tentam provar que conseguiram melhorar como pessoas no “Lugar Bom” fake. E com uma ajuda surpreendente do arrependido Michael e de sua assistente (D’Arcy Carden, que também está em “Barry”), conseguem ganhar uma segunda chance para voltar à vida na Terra. Entretanto, são sabotados por demônios e descobrem que o céu foi totalmente corrompido por burocratas do inferno e, desesperados, arriscam uma nova proposta: assumir a experiência original do “Lugar Bom” de Michael para provar que todos os humanos podem se redimir. É neste ponto que a série é retomada em sua 4ª temporada. Será que com essa listona vocês me dão um pouco de sossego? pic.twitter.com/vFSZtS9YIX — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) September 2, 2019
The Politician: Maisa Silva participa de comercial da nova série da Netflix
Lembra quando a Netflix fazia propaganda engraçadinha de suas séries com participação de artistas brasileiros? As participações continuam, mesmo sem graça. A plataforma divulgou um comercial nacional de “The Politician” com participação de Maisa Silva. Veja abaixo. No vídeo, Maisa dá dicas para o protagonista fazer sucesso. Mas esqueceu de dar a melhor: traduzir o título da série para atingir a faixa de público do SBT. A Netflix precisa tomar logo uma decisão sobre os títulos de suas séries. Esta se chama “The Politician” no Brasil, quando teria uma tradução literal facinha. Já outras tem o nome completamente reinventado em português para lançamento nacional. Como demorou a traduzir, as pessoas começaram a chamar as séries da plataforma pelo nome em inglês – “House of Cards”, “Orange Is the New Black”. Mas, de uma hora pra outra, o serviço passou a colocar em seu catálogo coisas como “A Maldição da Residência Hill”, “Disque Amiga para Matar”, “Cara x Cara”, etc., cujos nomes não têm relação nenhuma com o título original. Sério, como “Dead to Me” vira “Disque Amiga para Matar” e “The Politician” é… “The Politician”? Enfim, “The Politician”, primeira série de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story” e “Pose”) para a Netflix, foi disponibilizada nesta sexta (27/9) na plataforma de streaming.
Tom Holland comemora permanência do Homem-Aranha na Marvel com vídeo de O Lobo de Wall Street
O ator Tom Holland e a atriz Zendaya comemoram nas redes sociais a notícia de que o próximo filme do Homem-Aranha vai continuar no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, Sony e Disney encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada nesta sexta (27/9) por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel, que não revelou as condições financeiras do negócio. O intérprete do Homem-Aranha se manifestou no Instagram com um trecho do filme “O Lobo de Wall Street”, postando a cena em que o ator Leonardo DiCaprio diz ao microfone da firma não vai embora, levando os coadjuvantes (seus funcionários na trama) à loucura. “O show continua”, ele completa. A mensagem de Holland foi comentada com emojis (de chorar de rir) por Zendaya, que coestrela os últimos filmes do super-herói no papel de M.J. Ela também publicou sua comemoração nas redes sociais, postando um gif com o Homem-Aranha dançando. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram ? Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 27 de Set, 2019 às 8:41 PDT pic.twitter.com/VNSRL27Y8Z — Zendaya (@Zendaya) September 27, 2019
Pretty Little Liars: The Perfectionists é cancelada após 1ª temporada
O canal pago Freeform cancelou “Pretty Little Liars: The Perfectionists” após a 1ª temporada. Cercado de expectativas, o spin-off do maior sucesso da emissora, “Pretty Little Liars”, não repercutiu nem atraiu grande público. Longe de refletir o status de blockbuster de “Pretty Little Liars”, a série derivada teve média de apenas 260 mil telespectadores ao vivo, atingindo 0,12 ponto na medição da Nielsen, praticamente traço. O projeto foi desenvolvido por I. Marlene King, criadora de “Pretty Little Liars”, e tem inspiração em outro livro de Sara Shepard, autora do best-seller (“Maldosas – Pretty Little Liars”) que serviu de base para a série original. Mas a trama de “As Perfeccionistas” foi adaptada com mudanças para integrar Alison e Mona na trama, já que o livro não tem relação com as personagens da outra história. Sasha Pieterse, novamente como Alison DiLaurentis, e Janel Parrish, como Mona Vanderwaal, entram nesta história na condição de professoras das novas maldosas, um grupo de estudantes da fictícia universidade de elite Beacon Heights University, que se tornam suspeitas da morte de um garoto popular, enquanto suas vidas – e segredos – desmoronam ao seu redor. O elenco ainda incluía Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”), Sydney Park (Cyndie em “The Walking Dead”), Graeme Thomas King (“Greta”), Kelly Rutherford (Lily em “Gossip Girl”), Hayley Erin (da novela “General Hospital”) e o estreante Eli Brown. “Pretty Little Liars: The Perfectionists” estreou em 20 de março nos Estados Unidos e durou 10 episódios, deixando sua história sem conclusão. A série foi disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay. Vale lembrar que este é o segundo spin-off da série original. Em 2013, King lançou “Ravenswood”, que era focada em Caleb (Tyler Blackburn), um dos personagens de “Pretty Little Liars”, e a atração também foi cancelada na 1ª temporada, após apenas 10 episódios. Em contraste com os dois fracassos derivados de sua trama, “Pretty Little Liars” foi encerrada em junho de 2017 com sete temporadas, consolidada como o maior sucesso do antigo canal ABC Family – que virou o Freeform em 2016.
Snoop Dogg canta cover de Nick Cave para a série Peaky Blinders
Por cinco temporadas, a música “Red Right Hand”, de Nick Cave, serviu como música-tema da série britânica “Peaky Blinders”. A canção já ganhou versões de PJ Harvey, Laura Marling, Iggy Pop, Arctic Monkeys, Jarvis Cocker e agora é a vez do rapper Snoop Dogg. A rede BBC divulgou um clipe da gravação, em que o rapper adota uma boina e se apresenta como “Snoop Shelby”, em homenagem ao protagonista da série, o “gangsta” Tommy Shelby, vivido por Cillian Murphy. Acompanhando a música – ficou ótima! -, o vídeo também mostra várias cenas da série, com muitas explosões e tiros. O vídeo tem o objetivo de lembrar que todas as temporadas de “Peaky Blinders” estão disponíveis no serviço de streaming da BBC. Mas, fora do Reino Unido, o público só terá acesso aos episódios da 5ª temporada a partir de sexta que vem (4/10), via Netflix. A série bateu recorde de audiência em seu último episódio e a BBC já encomendou sua 6ª temporada. Além de conferir o novo cover, relembre a gravação original nos vídeos abaixo.
Redes de cinema dos EUA proíbem máscaras e acessórios nas sessões de Coringa
Duas das maiores redes de cinemas dos Estados Unidos, a Landmark Theaters e a AMC Theaters, resolveram tomar precauções extras para as sessões de “Coringa”, filme sobre o vilão do Batman, que tem deixado as autoridades americanas em estado de alerta. Desde sua exibição no Festival de Veneza, o longa tem causado polêmica por sua suposta romantização do personagem do Coringa, retratado como um “incel” perigoso e bem-sucedido, que usa táticas de terrorismo para levar caos a Gotham City. Um memorando interno do FBI sugere que a trama poderia inspirar ataques violentos. Diante do perigo, as duas redes resolveram proibir a entrada em sessões de espectadores usando máscaras, pinturas faciais ou “qualquer objeto que esconda o rosto”. A Landmark também não permitirá o uso de fantasias. Outra proibição definitiva é a de armas de brinquedo ou acessórios que “possam fazer os outros espectadores se sentirem desconfortáveis”, nas palavras da equipe da AMC. Em contrasta a estas medidas, outra rede importante de cinemas nos EUA, a Regal, rejeitou a ideia de que “Coringa” possa inspirar ataques violentos. “Não acreditamos que o conteúdo ou a existência de um filme possa ser causa ou sinal de violência”, disseram porta-vozes da rede em comunicado. Representantes da Regal frisaram, no entanto, que estão sempre em contato com policiais e serviços de emergência para alguma eventualidade que aconteça em suas sessões. Vale lembrar que loucos e terroristas domésticos também vão ao cinema, e todo essa divulgação sobre supostos gatilhos existentes em “Coringa” pode aumentar o incentivo para ataques. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiras na próxima quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Disney e Sony se acertam e Homem-Aranha volta para a Marvel
Uma reviravolta inesperada nas negociações entre Disney e Sony garantiu a permanência do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, os dois estúdios encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel. “Eu estou feliz que a jornada do Aranha no MCU vai continuar, e todos nós aqui da Marvel estamos muito animados que vamos continuar trabalhando nisso. O Homem-Aranha é um ícone poderoso e um herói que as histórias cruzam todas as idades e públicos ao redor do mundo. E também ele é o único herói com o superpoder de cruzar universos cinematográficos, então a Sony continuará a produzir os seus próprios filmes do Aranhaverso e você nunca sabe quais surpresas o futuro trará”, disse Feige, em comunicado. Os termos do novo acordo não foram revelados, mas Feige continuará a ser responsável pela visão criativa do terceiro longa do Homem-Aranha interpretada por Tom Holland, depois de “De Volta ao Lar” (2017) e “Longe de Casa” (2019). Além disso, pelo novo acordo, o Aranha irá aparecer como coadjuvante no filme de outro herói da Marvel, ainda não determinado. Tem mais: o terceiro “Homem-Aranha” tem até data de lançamento definida. Ainda sem título, chegará aos cinemas em 16 de julho de 2021. Os mesmos roteiristas do filme anterior, Chris McKenna e Erik Sommers, já estão trabalhando na história, que liderá com as revelações feitas ao final de “Longe de Casa”. Para quem não sabe, o Homem-Aranha não faz oficialmente parte do MCU porque a Sony comprou os direitos do personagem em 1999 por aproximadamente US$ 7 milhões, três anos após a Marvel declarar falência e uma década antes de ser comprada pela Disney. O primeiro filme foi lançado em 2002, com Tobey Maguire no papel principal, e foi um sucesso. Mas a pós a primeira trilogia, a Sony quis reinventar o personagem e implodiu a franquia. Após a compra da Marvel pela Disney em 2009 e a consolidação do MCU, os estúdios entraram em um acordo para a produção em conjunto de novos longas do herói, visando resgatar sua popularidade. A estreia de Tom Holland como Homem-Aranha aconteceu “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que marcou a primeira parceria entre Sony e Disney. O último filme do herói, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. E o sucesso mudou tudo. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho do filme, que se tornou a maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony percebeu que poderia usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU. A oferta original feita pela Disney para renovar a parceria era um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não queria compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% do primeiro dólar bruto, sem precisar investir nenhum centavo, e ainda fica com todo o lucro do merchandising. A Disney recusou. Foi esse impasse que tirou, por 37 dias, o Aranha da Marvel. Mesmo com o final das negociações, a Sony manteve um tom elogioso em relação à Marvel e especialmente Kevin Feige. O prestígio do produtor, que preside a Marvel Studios, pode ter ajudado a retomar as negociações. Feige é o único produtor de Hollywood que nunca conheceu o fracasso. Todos os seus filmes da Marvel, desde o primeiro “X-Men” em 2000, quando ainda não presidia o estúdio, foram sucessos retumbantes. E ele é o responsável por “Vingadores: Guerra Infinita”, que neste ano destronou “Avatar” (2009) para se tornar a maior bilheteria de cinema de todo o mundo em todos os tempos.
Caçadora da série Birds of Prey entra no crossover gigante do Arrowverso
Outra super-heroína clássica foi adicionada ao crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A atriz Ashley Scott voltará a viver Helena Kyle, a Caçadora, 16 anos após o cancelamento da série “Birds of Prey”. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics reunia o grupo original das Aves de Rapina. Além de Ashley Scott como Caçadora, a série incluía Dina Meyer como Barbara Gordon/Oráculo/Batgirl e Rachel Skarsten (atualmente em “Batwoman”) como Canário Negro. Durou só uma temporada, entre 2002 e 2003, e, sabe-se lá porquê, foi exibida na rede SBT com o título de “Mulher-Gato”! Uma versão da Caçadora chegou a aparecer nas duas primeiras temporadas de “Arrow”, interpretada por Jessica De Gouw, enquanto Mary Elizabeth Winstead viverá o personagem no filme “Aves de Rapina”, previsto para fevereiro. “Crise nas Infinitas Terras” vai juntar personagens de várias atrações da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Por sinal, a Caçadora foi uma das heroínas afetadas pelo reboot. Originalmente, ela era a filha de Batman e Mulher-Gato de outra Terra, mas após a “Crise” passou a ser filha de um mafioso obcecada em destruir os negócios ilegais da família. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” traga mudanças profundas no Arrowverso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner.
The Flash: Trailer da 6ª temporada revela conexão com Crise nas Infinitas Terras
A rede americana The CW divulgou o pôster, fotos e um novo trailer da estreia da 6ª temporada de “The Flash”, que explora a forma como o herói se conecta aos eventos do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. As fotos, inclusive, incluem o Monitor (LaMonica Garrett), confirmando que a série do homem mais rápido do mundo terá maior conexão com o evento deste ano. A 6ª temporada trará Barry Allen (Grant Gustin) questionando se seus amigos e família estão realmente prontas para enfrentar a iminente Crise. De quebra, introduzirá um novo supervilão: o Dr. Ramsey Rosso, mais conhecido como Hemoglobina (Bloodwork) nos quadrinhos da DC Comics. Ele será interpretado por Sendhil Ramamurthy (o Dr. Mohinder Suresh da série “Heroes”), com algumas mudanças em relação ao personagem dos quadrinhos. O Ramsey de Ramamurthy em “The Flash” não será um legista que rouba amostras de sangue do necrotério, mas sim um médico brilhante e respeitado, o maior especialista do mundo em oncologia hematológica. Até se transformar no sanguinolento Hemoglobina, capaz de controlar o sangue de suas vítimas. “The Flash” volta ao ar em 8 de outubro nos Estados Unidos, com o episódio intitulado “Into the Void”. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Absentia é renovada para a 3ª temporada
A Amazon anunciou a renovação de “Absentia”, série de mistério policial estrelada por Stana Katic (de “Castle”), para sua 3ª temporada. Em seu terceiro ano, a atração também terá seu terceiro showrunner consecutivo: Will Pascoe (de “Orphan Black”), que sucede Samantha Corbin-Miller (que sucedeu Matt Cirulnick). Na série, Katic vive Emily Byrne, uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida pela Sony para o mercado internacional, visando os canais pagos da grife AXN, mas acabou negociada com outros canais, como o Showcase no Canadá, o serviço de streaming da Amazon nos Estados Unidos. Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”), Matthew Le Nevez (“The Widow”), Natasha Little (“The Night Manager”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”). A 3ª temporada vai começar três meses após os eventos do segundo ano, com Emily Byrne no fim de sua suspensão do FBI e trabalhando duro para ser a melhor mãe possível para seu filho. Infelizmente, tudo muda quando um dos casos criminais do ex-marido Nick (Patrick Heusinger) ameaça a família que Emily está tentando desesperadamente manter. A perigosa jornada que se segue levará Emily para longe de Boston, “testando-a como nunca antes e forçando-a a aprender a confiar novamente, a amar novamente e a finalmente perceber seu verdadeiro lugar no mundo”. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Cynthia Nixon e Christine Baranski vão estrelar nova série do criador de Downton Abbey
A HBO anunciou as protagonistas de sua nova série “The Gilded Age”. Cynthia Nixon (“Sex and the City”) e Christine Baranski (“The Good Fight”) serão as protagonistas da atração, criada por Julian Fellowes, o responsável pelo fenômeno britânico “Downton Abbey” (2010-2015). Fellowes começou a desenvolver esse projeto em 2012 e até anunciou uma parceria com a rede NBC no começo de 2018. Desde então, o canal sofreu mudanças de comando e a produção passou a ser considerada muito cara, caindo no limbo. Até que, numa reviravolta, o ex-presidente da NBC, Bob Greenblatt, virou o novo todo-poderoso da WarnerMedia, dona da HBO. E eis que “The Gilded Age” voltou à tona. A série se tornou a primeira contratação da HBO desde que Greenblatt assumiu seu novo cargo, comandando todas as plataformas da WarnerMedia. Trata-se de um novo drama de época sobre família abastada e trabalhadores pobres, ao estilo de “Downton Abbey”. Mas, em vez de se passar no interior da Inglaterra do começo do século 20, retrata a cidade de Nova York durante o fim do século 19, mostrando o contraste entre a aristocracia e a classe trabalhadora do período. O título da atração remete a um termo cunhado pelo escritor americano Mark Twain (1835-1910), que se refere a uma época na qual a alta sociedade do país, apesar da aparência de riqueza, vivia entre falências, corrupção e escândalos. “The Gilded Age” não seria uma era de ouro (golden age), mas um período que tentava se passar por dourado. A trama da atração vai girar em torno de Marian Brook, uma jovem herdeira de uma família conservadora de Nova York que se vê entrando no mundo de seus vizinhos abastados, comandado pelo magnata da indústria ferroviária George Russell. As intrigas se desenvolverão entre um largo elenco, que contará com o filho devasso de Russell e a matriarca Bertha, que sofre preconceito por sua rápida ascensão social. De volta à HBO depois de 15 anos, Cynthia Nixon interpretará a irmã de Agnes, Ava Brook. Sem a mesma sorte de achar um ricaço, Ava passará pela crise sendo sustentada financeiramente pela irmã, num puro gesto de caridade. Já Christine Baranski viverá a aristocrata Agnes van Rhijn. Orgulhosa, ela não aceitará as mudanças da época e, ao se ver sem um tostão furado no bolso, arranjará um bom partido (rico, claro) para se casar. Enquanto isso, a família dela experimentará a decadência com uma crise em sua fazenda. A produção também contará com Amanda Peet (“As Viagens de Gulliver”) e Morgan Spector (“Homeland”), que vivem, respectivamente, Bertha Russell, uma mulher que veio da classe média e vai usar o dinheiro e prestígio do marido para se encaixar na alta sociedade, e o marido, o barão George Russell. Implacável, ele acumula milhões em transações e, como todo rico caricato, não gosta de sair com o rabo entre as pernas ao tentar fechar um negócio. A 1ª temporada, composta de dez episódios, ainda não tem data de estreia.
Erica Durance revela mini-revival de Smallville nos bastidores de Crise nas Infinitas Terras
A atriz Erica Durance publicou no Instagram a primeira foto dos bastidores de sua participação em “Crise nas Infinitas Terras”, crossover do Arroverso em que voltará a interpretar Lois Lane, oito anos após o final de “Smallville”. A imagem registra um mini-revival de “Smallville”, graças ao encontro da atriz com Tom Welling, o Clark Kent da série clássica. “Então, eu estava cuidando da vida, quando me deparei com esse cara”, ela escreveu ao lado da foto, incluindo hashtags de “Smallville” e Lois e Clark. Curiosamente, a atriz já fazia parte do Arrowverso, aparecendo no papel recorrente de Alura Zor-El, a mãe de Supergirl. Além dela, a atriz Elizabeth Tulloch (“Grimm”) também deve viver a Lois Lane oficial do Arrowverso no crossover. O evento histórico vai juntar personagens de várias atrações da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram So, I was just minding my own business, and I ran into this guy? @tomwelling #Smallville #crisis #loisandclark. Laughed until I cried! So much fun ? Uma publicação compartilhada por Erica Durance (@durance.erica) em 26 de Set, 2019 às 9:48 PDT
Bella Thorne vai ganhar prêmio por sua estreia como diretora de pornôs
A atriz Bella Thorne, ex-estrelinha da Disney que atuou com Zendaya na série “No Ritmo”, será premiada por sua estreia na pornografia. Ela dirigiu um filme pornô intitulado “Her & Him”, que receberá um prêmio na 2ª Mostra Anual dos Prêmios Pornhub, realizada pelo portal de vídeos pornôs mais famoso da internet americana. “Her & Him” foi disponibilizado no começo do mês para assinantes do serviço Pornhub Premium. O vídeo é descrito como uma versão “moderna” de “Romeu e Julieta”, estrelada por Abella Danger e Small Hands. Para completar, a trilha sonora conta ainda com uma faixa do ex-namorado de Bella, Mod Sun. Bella Thorne declarou que gostou da experiência de dirigir o vídeo. “Foi interessante porque tínhamos sexo real no set, o que eu nunca tinha filmado antes. É um ambiente divertido”. Anteriormente, a atriz só tinha dirigido pequenos clipes de sua carreira como cantora, que nunca decolou. Ela receberá o prêmio no dia 11 de outubro. O evento contará ainda com uma performance do rapper Ty Dolla $ign.










