Deputados da Igreja Universal querem transformar novelas da Record em patrimônio cultural do Rio de Janeiro
Um projeto de lei carioca, publicado na sexta (9/8) no site da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), quer tornar as novelas bíblicas da Record “Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro”. O projeto traz a assinatura dos deputados estaduais Carlos Macedo (PRB), bispo da Universal, Daniel Librelon (PRB), pastor da Universal, Tia Ju (PRB), também ligada à igreja, e Rosenverg Reis (MDB). O projeto fala em “telenovelas bíblicas produzidas pelas emissoras de televisão brasileiras”. O detalhe é que apenas a emissora de Edir Macedo, dono da Igreja Universal, produz novelas do gênero. A principal justificativa para o projeto é que as novelas bíblicas “manifestam saberes e formas de expressão cênicas, plásticas, musicais e lúdicas de uma imensa parcela da nossa população, recriando a interação com a sua história de vida”. “Nossa intenção é reconhecer como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro aquilo que já é um patrimônio da humanidade: os exemplos das histórias bíblicas”, diz ao blog a deputada Tia Ju. “Ainda mais naquilo que o Brasil tem de melhor até como produto de exportação que é a teledramaturgia”, acrescenta. “É um escárnio”, protestou o deputado Carlos Minc (PSB), em declaração registrada pelo blog de Mauricio Stycer. “Ao invés de propor políticas para educação, saúde, segurança, pegam temas de besteirol ideológico. Do ponto de vista de política pública, é zero. Não tem nenhum significado prático. Perde-se tempo e dinheiro com uma coisa dessas, sendo aprovado ou não”, critica. O detalhe nada pequeno é que, ao contrário das produções da Globo, as novelas bíblicas da Record não são feitas no Rio de Janeiro.
Universal desiste de lançar A Caçada após atentados e ataque do presidente Trump
A Universal decidiu descartar o lançamento de “A Caçada” – terror satírico em que milionários caçam “pessoas deploráveis” por esporte – após os atentados do fim de semana passado e o ataque do presidente Trump ao filme, na sexta-feira (9/8). “Enquanto a Universal Pictures já havia pausado a campanha de marketing para ‘A Caçada’, depois de ponderada consideração o estúdio decidiu cancelar os planos de lançar o filme. Nós apoiamos nossos cineastas e continuaremos a distribuir filmes em parceria com criadores ousados e visionários, como aqueles associados com este thriller social satírico, mas entendemos que agora não é o momento certo para lançar este filme “, disse a Universal em um comunicado. A decisão do estúdio veio um dia depois que o presidente Donald Trump mirou no filme e em Hollywood. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu no Twitter. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. O filme violento mostra uma dúzia de integrantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários liberais. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia no Brasil ia acontecer em 24 de outubro, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos, mas não há informações sobre se também será afetada. Caso os planos do estúdio sejam em adiar o lançamento, a mudança deve ser mundial. Mas pode ser que a produção seja negociada com algum serviço de streaming e nunca chegue aos cinemas.
Netflix libera primeiro episódio de Sintonia de graça no YouTube
Em uma iniciativa inédita, a Netflix disponibilizou gratuitamente o primeiro episódio de “Sintonia”, sua nova série original brasileira. O capítulo ficará disponível até domingo (11/8) no canal do YouTube de KondZilla, que teve a ideia original do projeto. O canal é o maior do país no YouTube, com quase 51 milhões de inscritos. “Sintonia” foi criada e também é dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 30 milhões de inscritos. A série é estrelada pelo funkeiro MC Jottapê, dono do hit “Ladrão da Noite”, e o ator Christian Malheiros, cuja atuação no longa “Sócrates” lhe rendeu indicação na categoria de melhor ator do Independent Spirit Awards, uma das principais premiações do cinema independente americano. MC Jottapê interpreta Doni, um músico ansioso para voar além dos modestos sonhos que sua família planejou para ele. Seu melhor amigo, o ambicioso e ousado Nando (Malheiros), escolhe o caminho arriscado do crime organizado, mesmo indo contra seu senso de ética. O elenco ainda destaca Bruna Mascarenhas em sua estreia como atriz, no papel da rebelde e engenhosa Rita, além de Julia Yamaguchi, Fernanda Viacava, Danielle Olímpia, Leilah Moreno e Vanderlei Bernadino. Kondzilla desenvolveu o projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e o roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado do diretor de clipes. Todos os seis episódios da 1ª temporada da série foram disponibilizados nesta sexta (9/8) na plataforma de streaming. Veja o trailer abaixo.
Pais de That ’70s Show voltarão a viver casal em nova série de comédia
O casal Debra Jo Rupp e Kurtwood Smith, que viveram Kitty e Red Forman, o casal de pais da série “That ’70s Show”, vão voltar a trabalhar juntos novamente em uma série de comédia. Debra e Kurtwood farão, novamente, o papel de pais do protagonista no projeto ainda sem título, em desenvolvimento para a rede ABC. A atração foi criada e será estrelada por Nate Bargatze e tem como foco a vida do próprio comediante, que decide se mudar com a mulher (Katie Aselton) e a filha de seis anos de Los Angeles para o Tennessee, onde moram seus pais. A produção está a cargo de Jerrod Carmichael e Ari Katcher, criadores da série “The Carmichael Show”, e o episódio piloto será dirigido pelo cineasta Drew Goddard (“Maus Momentos no Hotel Royale”). Os trabalhos mais recentes de Debra Jo Rupp foram em “This Is Us” e na vindoura temporada de “Grey’s Anatomy”, enquanto Kurtwood Smith estrelou duas temporadas de “Patriot”. Curiosamente, os dois participaram de um mini-reencontro de “That ’70s Show” em “The Ranch”, com aparições recorrentes na série estrelada por seus ex-colegas Ashton Kutcher e Danny Masterson, mas apareceram em episódios diferentes. Um dos maiores sucessos do começo do século, “That ’70s Show” seguia as aventuras de um grupo de amigos que se reunia no porão de Eric Forman, o filho de Kitty e Red, durante a década de 1970. A série foi exibido originalmente entre 1998 e 2006.
Show orquestral do Metallica, em comemoração aos 20 anos do disco S&M, será exibido nos cinemas
A rede de cinemas UCI vai exibir no Brasil o show “Metallica & San Francisco Symphony Orchestra: S&M 2”, apresentação exclusiva da banda Metallica com acompanhamento orquestral. O show faz parte da comemoração dos 20 anos do disco sinfônico da banda, “S&M”, em setembro. Para marcar a data, a banda vai se apresentar novamente com a Orquestra Sinfônica de São Francisco, comandada pelo maestro Michael Tilson Thomas, nos Estados Unidos. A apresentação, que acontece no dia 6 de setembro, será registrada para a exibição nos cinemas. E já tem trailer. Veja abaixo. No Brasil, o documentário musical será exibido entre os dias 9 e 11 de outubro. Os ingressos já estão à venda no site da UCI e em salas de todo o país.
Multas de trabalho escravo são destinadas a financiamento de filmes e séries no Brasil
Dinheiro originário de multas pagas por condenados por explorar trabalho escravo no Brasil tem sido destinado para financiamento de produções de desenhos animados, longas-metragens e séries com o intuito de sensibilizar o público sobre violação de direitos humanos. A revelação foi feita pela agência Reuters. As produções vão de desenhos animados e filmes sobre trabalho infantil até uma minissérie da HBO. O juiz do trabalho Jonatas Andrade destinou R$ 1 milhão ao filme “Pureza”, estrelado por Dira Paes e Matheus Abreu, que conta a história da ativista Pureza Lopes (Dira), que viajou pelo Brasil à procura de seu filho (Abreu), escravizado em uma fazenda. E o procurador Luiz Carlos Fabre costurou um acordo para que o Ministério Público do Trabalho financiasse, no valor de cerca de R$ 200 mil, uma série sobre trabalho infantil para a HBO Latin America, ainda sem data de lançamento. De acordo com a lei brasileira, esse tipo de recurso deve ser destinado às vítimas ou gasto de forma a ajudar a comunidade afetada. “Opinião pública é fundamental”, disse Fabre à Reuters, justificando o investimento. Segundo a agência internacional, a falta de critério pelos quais o dinheiro das multas tem sido usado preocupa alguns analistas. Entretanto, a Reuters cita não quem seriam estes analistas. Vale lembrar que em 30 de julho o presidente Jair Bolsonaro disse que no Brasil há uma “minoria insignificante” que explora seus trabalhadores de forma semelhante à escravidão, e que pretende mudar a legislação sobre o tema, porque ela “leva o terror para o produtor”. O objetivo é justamente eliminar ou diminuir essas multas.
Treadstone: Série derivada dos filmes de Jason Bourne ganha trailer repleto de ação
O canal pago USA Network divulgou seis fotos e o primeiro trailer de “Treadstone”, série passada no mesmo universo dos filmes da franquia “Jason Bourne”. Com muita ação, a prévia revela que existem outros agentes no programa secreto que originou Jason Bourne, vivendo vidas normais a espera de um comando que os “desperte” para cumprir missões letais. Só que alguém está acordando esses agentes superpoderosos sem aval do governo e por motivos inexplicados. Desenvolvida por Tim Kring (criador de “Heroes”), a trama vai aprofundar a origem do programa de operações secretas Treadstone, que usa um protocolo de modificação de comportamento para transformar agentes em assassinos super-humanos praticamente imbatíveis – como Jason Bourne e Aaron Cross, personagens interpretados por Matt Damon e Jeremy Renner no cinema. A atração seguirá outros agentes, vividos por Jeremy Irvine (o jovem Sam de “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Brian J. Smith (o Will de “Sense8”) e a sul-coreana Hyo Joo Han (“Road Trip USA”). O elenco da produção também inclui Tracy Ifeachor (“Quantico”), Omar Metwally (“The Affair”), Gabrielle Scharnitzky (“Devils”), Emilia Schüle (“Berlin Station”), Michelle Forbes (“Powers”) e Patrick Fugit (“Outcast”). O primeiro episódio será dirigido por Ramin Bahrani, responsável pelo recente remake de “Fahrenheit 451” na HBO. A estreia vai acontecer em outubro nos Estados Unidos.
Roteiristas de Tartarugas Ninja desenvolvem novo filme de GI Joe
A Paramount e a Hasbro estão desenvolvendo uma nova produção baseada na linha de brinquedos “GI Joe”. Os roteiristas Josh Appelbaum e Andre Nemec, que escreveram os recentes filmes das “Tartarugas Ninja”, bem como “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma”, foram contratados para roteirizar um novo filme da franquia. Segundo o site Deadline, seria um spin-off. Mas a revista The Hollywood Reporter afirma que se trata de mais um longa centrada em toda a equipe de soldados de elite, que traria como diferencial um personagem inédito no cinema, Chuckles. O boneco de Chuckles foi lançado em 1987, mesmo ano em que estreou nos quadrinhos de “GI Joe” publicados pela Marvel – na edição de número 60. O personagem é conhecido como agente secreto especializado em trabalhos de infiltração. A Paramount está em processo de reformular a franquia, não apenas com um filme da equipe principal, mas com vários derivados focados em personagens-chave. Já há um longa focado em “Snake Eyes” atualmente em pré-produção, com uma data de lançamento marcada para 16 de outubro de 2020. Além desse projeto, Appelbaum e Nemec também estão desenvolvendo para a Paramount um roteiro de “Rainbow Six”, thriller anti-terrorista baseado no livro e games de Tom Clancy.
Richard Gere leva alimentos para imigrantes africanos resgatados em alto-mar
O ator americano Richard Gere embarcou nesta sexta-feira (9/8) em um navio humanitário da ONG espanhola Open Arms, que aguarda a liberação de um porto seguro para desembarcar 121 migrantes africanos salvos no Mediterrâneo há cerca de uma semana. Ele levou mantimentos para alimentar a todos. “Finalmente, uma pequena boa notícia. Chegam alimentos ao OpenArms e temos um companheiro de tripulação excepcional, Richard Gere”, elogiou a organização no Twitter. Diversas fotos com o ator distribuindo comida e suprimentos aos resgatados foram divulgadas. “As pessoas que vemos neste navio estão aqui por causa do trabalho que a Open Arms desenvolve e a coisa mais importante para quem aqui está é chegar a um porto, sair do barco, pisar na terra e começar uma nova vida”, defendeu Gere. O astro de Hollywood ainda pediu apoio para que a Open Arms possa continuar a ajudar “estes irmãos e irmãs” que fogem da África à procura de um futuro na Europa. No último dia 1 de agosto, a embarcação espanhola resgatou 121 migrantes que estavam em dois barcos à deriva em duas operações diferentes. O primeiro resgate acolheu 55 pessoas, entre eles dois bebês gêmeos, na quinta-feira da semana passada. Por fin una pequeña buena noticia.Llegan víveres al #OpenArms y contamos con un compañero de tripulación excepcional #RichardGere #PuertoSeguroYa pic.twitter.com/IgrTZyU6KI — Open Arms (@openarms_fund) August 9, 2019 Ser padre no entiende de colores ni fronteras.#RichardGere también lo es. ❤️#PuertoSeguroYa pic.twitter.com/BIK4u9cbOr — Open Arms (@openarms_fund) August 9, 2019 Personas ayudando a personas. Somos todas iguales, todas migrantes. La única diferencia es el lado del mar donde se nace.Gracias #RichardGere #ChefRubio ❤️ pic.twitter.com/Zh7DBGRtqR — Open Arms (@openarms_fund) August 9, 2019
Trump chama Hollywood de “racista” por causa do filme A Caçada
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disparou críticas contra Hollywood, chamando a indústria cinematográfica americana de “racista” no Twitter e num pronunciamento à imprensa nesta sexta (9/8). Ele ainda acrescentou que os filmes atuais são um perigo para o país. “Hollywood é terrível. Você fala de racismo… Hollywood é racista”, ele disse em Washington, diante da Casa Branca, para a imprensa americana. “O que eles estão fazendo com os tipos de filmes que eles estão lançando é muito perigoso para o nosso país. O que Hollywood está fazendo é um desserviço ao nosso país”. No Twitter, ele voltou ao ataque. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. A declaração de Trump alude, sem dar nome, ao filme de terror “A Caçada” (The Hunt). A Universal suspendeu a campanha de divulgação do longa, que estreia em setembro, após os recentes atentados motivados por ódio racial nas cidades americanas de El Paso e Dayton. O trailer do filme pode ser visto aqui. Ele deixa claro que as pessoas caçadas são brancos da extrema direita. Além disso, os caçadores são definidos como “a Elite”. Trump, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. De todo modo, a premissa de “A Caçada” é mais antiga que o próprio Trump, pois existe pelo menos desde “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). A nova abordagem foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. Liberal Hollywood is Racist at the highest level, and with great Anger and Hate! They like to call themselves “Elite,” but they are not Elite. In fact, it is often the people that they so strongly oppose that are actually the Elite. The movie coming out is made in order…. — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 9 de agosto de 2019 ….to inflame and cause chaos. They create their own violence, and then try to blame others. They are the true Racists, and are very bad for our Country! — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) August 9, 2019
The Boys se torna uma das séries mais vistas da Amazon
A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, anunciou que “The Boys” é uma das séries mais vistas da plataforma Prime Vídeo. “Nós estamos muito orgulhosos em anunciar que ‘The Boys’ ultrapassou todas as nossas expectativas nessas duas semanas de lançamento e se tornou uma das séries mais vistas do Amazon Prime Vídeo. É algo que traz confiança para a 2ª temporada ser ainda melhor”, disse a executiva em comunicado. Vale notar que a estreia aconteceu há apenas duas semanas. E que, mesmo ao fazer um anúncio oficial sobre o desempenho da série, a Amazon não revelou um número sequer – o que poderia servir de parâmetro de desempenho em relação aos números propagandeados pela Netflix. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série mais escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Nos quadrinhos, os protagonistas são um grupo de vigilantes truculentos que investigam as atividades clandestinas dos super-heróis. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. Para completar, na série os boys surgem como um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias. Só que, numa reviravolta narrativa, desta vez eles têm razão. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Com 8 episódios, a 1ª temporada estreou em 27 de julho, com o capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A série já se encontra renovada para o segundo ano.
Presidente da Marvel revela que Gwyneth Paltrow não sabia que Samuel L. Jackson era Nick Fury
O problema de memória de Gwyneth Paltrow ganhou um novo capítulo, graças a uma revelação do presidente da Marvel Studios. Kevin Feige contou, em entrevista publicada pela revista Empire, que a atriz não sabia que Samuel L. Jackson trabalha nos filmes do estúdio como Nick Fury. Segundo Feige, a atriz ficou confusa ao perceber a presença do ator durante a cena do funeral de Tony Stark em “Vingadores: Ultimato”. “Gwyneth Paltrow estava perguntando por que Sam Jackson estava lá, e os outros atores disseram: ‘Do que você está falando? Ele é Nick Fury! Você esteve em filmes com ele’.” Talvez seja caso de apenas não ver os filmes que estrela, lembrando somente das pessoas com quem contracenou durante as filmagens. O ator Sebastian Stan, intérprete do Soldado Invernal, também brincou há algumas semanas que precisou ser apresentado em três ocasiões diferentes para a atriz, que não sabia quem ele era. Ela também se mostrou perplexa ao descobrir que participou de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, durante um bate-papo no reality culinário “The Chef Show”, do diretor Jon Favreau, e não lembrou o nome de Tom Holland ao postar uma foto no Instagram com ele e Robert Downey Jr. nos bastidores de “Vingadores: Ultimato”.
Viola Davis vai produzir adaptação de O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues
A atriz Viola Davis (“As Viúvas”) planeja adaptar a peça brasileira “O Beijo no Asfalto”, obra clássica de Nelson Rodrigues, para teatro e tela (cinema, TV ou streaming) nos Estados Unidos. “Estamos muito empolgados com a parceria com a Productions Wise para trazer à vida a inovadora peça do dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues, ‘O Beijo no Asfalto'”, escreveu a atriz em seu Twitter. Viola irá produzir as adaptações por meio da JuVee Productions, da qual é sócia com o marido, Julius Tennon. A produtora parceira, a Wise Entertainment, pertence a Maurício Mota, neto de Nelson Rodrigues. Escrita por Rodrigues em 1960, para o grupo de teatro de Fernanda Montenegro, “O Beijo no Asfalto” fala de sexualidade, intrigas, falta de ética da imprensa e crise familiar. A história gira em torno de Arandir, um homem casado, que atende o último desejo de um homem atropelado e beija sua boca. A cena é presenciada por Amado Ribeiro, um jornalista que resolve tirar proveito do episódio. Com o destaque do caso, Arandir se isola, sofrendo com a descrença de todos à sua volta, e se vê compelido a um destino que não consegue modificar. A peça já ganhou três adaptações no cinema brasileiro: em 1965, dirigida por Flávio Tambellini e estrelada por Reginaldo Faria, em 1981, com direção de Bruno Barreto e o ator Tarcísio Meira, e em 2018, numa versão metalinguista dirigida por Murilo Benício e estrelada por Lázaro Ramos. A Wise Entertainment e a JuVee Productions estão planejando uma temporada teatral em Los Angeles e na Broadway para a peça e estão em busca de roteiristas e diretores para a adaptação do texto como filme. We're so excited to partner with @ProductionsWise to bring Brazilian playwright Nelson Rodrigues’ groundbreaking play, #TheAsphaltKiss to life! https://t.co/XuMpHOIkbs — Viola Davis (@violadavis) August 9, 2019







