Clipe do grupo feminino Blackpink quebra recordes no YouTube
Sensação feminina do K-pop, o grupo sul-coreano Blackpink bateu dois recordes no YouTube com o lançamento do clipe de “Kill This Love”. O vídeo registrou a maior estréia de um vídeo na história da plataforma de streaming, com 56,7 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas. Com a marca, o grupo desbancou a cantora americana Ariana Grande, que tinha o recorde de clipe mais visto em 24 horas por “Thank U, Next”, exibido 55,4 milhões de vezes em sua estreia. Mas não ficou nisso. “Kill This Love” também se tornou o clipe que mais rapidamente bateu a marca de 100 milhões de visualizações no YouTube: em menos de três dias desde seu lançamento – que aconteceu na quinta passada (4/4). Atualmente, a conta está em mais de 142 milhões de visualizações. No início deste ano, a banda já tinha batida um recorde com o clipe de “Ddu-Du Ddu-Du”, como o vídeo de K-pop mais visto de todos os tempos. “Kill This Love” deixou esse sucesso para trás. Com visual colorido e fashion, que lembra antigos clipes de Taylor Swift – mas não tão colorido quanto os clipes do grupo rival de K-pop Red Velvet – , Blackpink vem se firmando como referência no gênero, que tem como equivalente popular masculino o grupo BTS.
Musical Grease vai ganhar novo filme
“Grease – Nos Tempos da Brilhantina”, musical clássico estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John em 1978, vai ganhar um prólogo. Intitulado “Summer Loving”, em inglês, o novo filme da Paramount vai mostrar como Danny (o personagem Travolta) e Sandy (Newton-John) se conheceram. Essa história já é conhecida dos fãs de “Grease”. No começo do musical, os dois protagonistas contam suas versões de seu primeiro romance de verão para os amigos, durante a canção “Summer Nights”. Relembre abaixo. Ainda sem confirmação de elenco, diretor e data de estreia, o filme contará com roteiro de John August (“Aladdin” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate”). Dirigido por Randal Kleiser, “Grease” (1978) é um dos musicais de maior bilheteria da história, marco da música pop e um dos filmes mais vistos dos anos 1970. Rendeu uma continuação, em 1982, que, apesar de voltar a reunir John Travolta e Olivia Newton-John, não fez sucesso. A origem de “Grease”, porém, é um musical de teatro de 1971, que apresentou a subcultura de jovens americanos dos anos 1950. Uma encenação da peça foi apresentada ao vivo em 2016 na TV americana, com Julianne Hough e Aaron Tveit nos papéis principais.
Malhação: Viva a Diferença vence o Emmy Kids Internacional como Melhor Série de 2018
A série “Malhação: Viva a Diferença” foi a grande vencedora da cerimônia do Emmy Kids Internacional, realizada em Cannes, na França. A premiação dos melhores programas infantis da TV mundial premiou a produção da rede Globo como Melhor Série de 2018. Foi a quarta indicação de “Malhação” ao Emmy Kids e a primeira vitória, superando obras da Alemanha, Austrália e Canadá. Pela primeira vez ambientada em São Paulo, a temporada, concebida por Cao Hamburger e dirigida por Paulo Silvestrini, celebrou a diversidade, tendo como fio condutor a história de amizade entre cinco garotas, Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Benê (Daphne Bozaski) e Tina (Ana Hikari). Com a vitória, a Globo aproveitou para confirmar oficialmente a produção de uma série derivada da temporada premiada de “Malhação”. “As Five” vai mostrar as cinco protagonistas se reencontrando anos depois da história mostrada na TV. E será exibida primeiro no Globoplay, antes de surgir na TV aberta. Para Hamburger, o reconhecimento internacional é importante para lembrar os brasileiros de valores essenciais, “como respeito e valorização dos direitos humanos e das diferenças religiosas, culturais, raciais e de orientação sexuais, assim como da educação pública, único caminho para o desenvolvimento do pais.” “É também o reconhecimento ao trabalho de alto nível de todo o elenco e equipe técnica e artística”, completou o criador da temporada, que já tinha vencido o Emmy Kids na categoria Séries em 2014, por “Pedro & Bianca”, da TV Cultura.
Ministro “traduz” Bolsonaro: teto da Lei Rouanet será só para musicais
O ministro da Cidadania, Osmar Terra, juntou-se ao time de “tradutores” que costumam se manifestar após as entrevistas do Presidente Jair Bolsonaro. Assim como em outras oportunidades, foi necessário explicar o que o presidente quis dizer quando disse textualmente que pretendia “travar” a Lei Rouanet com um teto de US$ 1 milhão “sem exceções”. Após a tradução, descobre-se que o teto de US$ 1 milhão seria a exceção. Terra falou do assunto com a imprensa durante a Marcha dos Prefeitos, realizada em Brasília nesta terça (9/4). Segundo o Ministro, a quem a Secretaria de Cultura é subordinada, apenas os espetáculos musicais serão alvo dessa mudança. “O presidente está focando na questão dos espetáculos musicais, que estavam com um valor exagerado. Um artista poder recolher R$ 60 milhões não tem sentido. Então, isso foi recuado para ficar em R$ 1 milhão. Nós estamos discutindo agora, por exemplo, a reconstrução do patrimônio histórico, museus, quanto vai ter de recursos para isso. Outra coisa são as orquestras sinfônicas. Tem uma série de incentivos que a lei dá que talvez requeiram um valor maior. Mas isso é uma coisa que nós estamos estudando. Por enquanto, o que o presidente falou foi a questão dos espetáculos musicais, um artista só recolhendo uma quantidade muito grande de recursos”, disse o Ministro, que ainda esclareceu que o teto de R$ 1 milhão será por projeto e não por proponente. Ele também afirmou que as mudanças podem ser formalizadas já na próxima semana. A Lei Rouanet foi alvo de críticas de Bolsonaro durante toda a campanha presidencial, vista como fonte de corrupção e “marxismo cultural”. Mas não são apenas os musicais – como “O Fantasma da Ópera”, autorizado a captar R$ 28,6 milhões – que consomem quantias superiores a US$ 1 milhão por projeto. Grandes mostras de arte, como a Bienal de São Paulo, costumam ter orçamento sempre acima dos R$ 20 milhões, além de festivais de cinema, museus, centros culturais e algumas orquestras que dependem da lei de incentivo para bancar suas operações anuais. O Ministro parece estar ciente de que “tem uma série de incentivos que a lei dá que talvez requeiram um valor maior”. Ao contrário de Bolsonaro, que foi contundente em sua versão “sem tradução”. Em entrevista realizada no Palácio do Planalto para o programa “Os Pingos nos Is”, da rádio Jovem Pan, o presidente garantiu que não faria exceções. “O teto hoje em dia, acredite, é R$ 60 milhões, R$ 60 milhões. De acordo com o teu tráfico de influência no passado, você conseguia R$ 10 milhões, R$ 15 milhões, R$ 20 milhões, até mais. Nós estamos passando para R$ 1 milhão, então tem gente do setor artístico que está revoltada e quer algumas exceções”, ele disse. “Eu acho que não tem que ter exceção nenhuma, porque, com todo o respeito, você com R$ 1 milhão, para você divulgar e ter um espaço junto ao povo brasileiro para a sua obra, é mais do que o suficiente”, concluiu. Veja a íntegra da entrevista abaixo. Logo no início de seu mandato, Bolsonaro também anunciou que ia aumentar o IOF e que faria uma redução da alíquota do Imposto de Renda para a pessoa física. Imediatamente, o ministro Onyx Lorenzoni deu uma entrevista coletiva para desmentir o chefe – ou, de forma mais elegante, inaugurar o costume de “traduzir” as declarações de Bolsonaro. Não era nada daquilo. O mesmo aconteceu em relação ao compartilhamento de um vídeo obsceno no Twitter oficial do presidente, quando Bolsonaro afirmou que “é isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro”. A Secretaria de Comunicação do Planalto correu para traduzir, afirmando que não era uma crítica ampla e sim específica “à distorção clara do espírito momesco, que simboliza a descontração, a ironia, a crítica saudável e a criatividade da nossa maior e mais democrática festa popular”. Também a mudança da Embaixada Brasileira em Israel foi traduzida com um escritório comercial em Jerusalém. E, desta vez, sem palavras.
Bolsonaro diz que vai “travar” Lei Rouanet com teto de US$ 1 milhão para incentivo cultural
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai “travar” a Lei Rouanet, mudando o teto de captação por renúncia fiscal para R$ 1 milhão. Em entrevista realizada no Palácio do Planalto para o programa “Os Pingos nos Is”, da rádio Jovem Pan, Bolsonaro garantiu que não fará exceções. “O teto hoje em dia, acredite, é R$ 60 milhões, R$ 60 milhões. De acordo com o teu tráfico de influência no passado, você conseguia R$ 10 milhões, R$ 15 milhões, R$ 20 milhões, até mais. Nós estamos passando para R$ 1 milhão, então tem gente do setor artístico que está revoltada e quer algumas exceções”, ele disse. “Eu acho que não tem que ter exceção nenhuma, porque, com todo o respeito, você com R$ 1 milhão, para você divulgar e ter um espaço junto ao povo brasileiro para a sua obra, é mais do que o suficiente”, concluiu. Veja a íntegra da entrevista abaixo. A Lei Rouanet foi alvo de críticas de Bolsonaro durante toda a campanha presidencial, vista como fonte de corrupção e “marxismo cultural”. O estabelecimento de um teto de US$ 1 milhão atingiria principalmente os musicais, como “O Fantasma da Ópera”, autorizado a captar R$ 28,6 milhões, grandes mostras de arte, como a Bienal de São Paulo, com orçamento sempre acima dos R$ 20 milhões, além de festivais de cinema, museus, centros culturais e algumas orquestras que dependem da lei de incentivo para bancar suas operações anuais. A produção de filmes e séries ainda conta com o apoio da Lei do Audiovisual, mas, paralelamente, o TCU (Tribunal de Contas da União) determinou que a Ancine, a agência que administra essa verba, suspendesse todo o repasse de recursos públicos para o setor audiovisual. A decisão foi proferida em 27 de março e desde então o setor está paralisado. Além disso, sob o governo de Bolsonaro, as estatais que apoiavam festivais, salas de exibição e produções cortaram seus patrocínios. De modo que nenhum evento cinematográfico relevante, do Festival É Tudo Verdade à Mostra de São Paulo, tem sua continuidade garantida no Brasil.
Camila Cabello vai estrelar versão musical de Cinderela no cinema
A cantora Camila Cabello vai fazer sua estreia como atriz de cinema. Ela terá o papel principal de uma nova versão de Cinderela, desta vez em formato musical. Além de estrelar, ela também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). A trama do filme está sendo mantida em segredo, mas, convenhamos, quem não conhece a história de Cinderela? A diferença para tantas outras versões é que, além de ser um musical, a fantasia feminina vai se passar nos dias atuais. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora no ano passado com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures. Nascida em Cuba, Cabello será a primeira Cinderela latina do cinema americano. Mas, curiosamente, outra cantora pop de descendência latina já encarnou uma versão da “princesa da Disney” num lançamento do mercado de home video: ninguém menos que Selena Gomez em “Outro Conto da Nova Cinderela”, em 2008. Já a TV exibiu a Cinderela dominicana Dania Ramirez na série “Once Upon a Time”, entre 2017 e 2018. Esta história já teve realmente muitas versões ao longo dos anos, com interpretações tão variadas quanto Leslie Caron (“O Sapatinho de Cristal”), Drew Barrymore (“Para Sempre Cinderela”) e Lucy Hale (“A Nova Cinderela: Era Uma Vez Uma Canção”), mas as mais famosas são mesmo as produções da Disney: a animação clássica “Cinderela”, de 1950, e seu remake live-action, em que Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) interpretou a princesa.
Atriz de Fuller House é indiciada no caso do escândalo universitário americano
A atriz Lori Loughlin (“Fuller House”) e seu marido, Mossimo Giannulli, vão enfrentar novas acusações por participação no escândalo de fraudes universitárias, por meio de subornos para conseguir a admissão de seus filhos em universidades prestigiosas dos Estados Unidos. Além da acusação inicial de conspiração para cometer fraude, Loughlin e Giannulli foram agora indiciados também por lavagem de dinheiro. Segundo investigação do FBI, o casal pagou US$ 500 mil para a USC (Universidade do Sul da Califórnia) para que suas filhas fossem aceitas como bolsistas da equipe de remo da universidade, embora elas não praticassem o esporte – atletas têm vagas preferenciais nas faculdades dos EUA por conta da competitividade dos jogos universitários. O indiciamento oficial de Loughlin aconteceu um dia depois da admissão de culpa de outro grupo de pais e mães acusados na investigação. Integrante do outro grupo, a também atriz Felicity Huffman (“Desperate Housewives”) preferiu se declarar culpada dentro do processo, pulando uma etapa do julgamento. Por sua vez, a atriz de “Três É Demais” (Full House) e “Fuller House” preferiu não se manifestar, indicando que não pretende fazer acordo com a promotoria. A resposta veio de forma contundente com nova acusação. Loughlin já perdeu seu papel recorrente em “Fuller House” por causa do escândalo. Ela não aparecerá na 5ª e última temporada da série da Netflix, embora interprete a Tia Becky desde o início da série “Três é Demais” (1987-1995), que deu origem ao reboot. Ela também foi dispensada da série “Quando Chama o Coração: A Série” (When The Heart Calls) e teve sua série de telefilmes “Garage Sale Mysteries” cancelada – o 16º longa estava em produção no Canadá. A mesma Netflix que limou Loughlin manteve Huffman em duas produções. As diferenças se devem a dois fatores. Em primeiro lugar, a comédia “Otherhood” e a minissérie “When They See Us”, estreladas por Huffman, já estavam gravadas quando o escândalo estourou – “Otherhood” teve o lançamento adiado, mas deve surgir mais tarde. E enquanto Huffman pagou US$ 15 mil para forjar as notas de um filha num exame, arrependeu-se e se recusou a fazer o mesmo para a segunda, Loughlin pagou duas vezes US$ 250 mil para criar falsos currículos esportivos para cada uma de suas duas filhas.
Comédia com Felicity Huffman é adiada pela Netflix após escândalo universitário
A comédia “Otherhood”, que a Netflix pretendia lançar em streaming no dia 26 de abril, teve sua estreia adiada por tempo indefinido. O motivo para mudança de cronograma foi o envolvimento de Felicity Huffman no esquema de fraudes universitárias nos EUA. A atriz se assumiu culpada de pagar para forjar a nota de sua filha mais velha no SAT – o ENEM americano – , para que ela pudesse estudar em universidades melhores. Huffman, que venceu um Emmy por “Desperate Housewives” e foi indicada ao Oscar por “Transamérica”, é uma das estrelas da comédia, ao lado de Angela Bassett (“Pantera Negra”) e Patricia Arquette (“Boyhood”). As três interpretam mães que se mudam de surpresa para Nova York, onde vivem os seus filhos adultos. Ainda não há data oficial para o filme chegar à Netflix, mas fontes do site Deadline sugerem que “Otherhood” pode entrar no catálogo em agosto. Este não é o único projeto atual de Huffman na Netflix, mas curiosamente a minissérie “When They See Us”, da cineasta Ava DuVernay (“Selma”), teria mantido a data de estreia. Na trama baseada em fatos reais, a atriz interpreta a promotora que condenou os chamados “Central Park Five”, cinco garotos negros que foram presos injustamente por estuprar uma mulher branca em Nova York em 1989. Mas eles eram inocentes. Por enquanto, a estreia de “When They See Us” continua marcada para 31 de maio.
Série The Crown define intérprete da Princesa Diana
A série “The Crown” definiu a intérprete da Princesa Diana. A atriz Emma Corrin foi escolhida para viver a personagem, que será introduzida só na 4ª temporada da série (e não mais na 3ª, como havia sido anunciado anteriormente). “Emma é uma atriz brilhante, que nos cativou imediatamente quando fez o teste para viver Diana. Ela não só tem a inocência e a beleza para o papel, mas também o talento e a complexidade para retratar esta mulher extraordinária”, comentou o criador da série, Peter Morgan, em comunicado. Corrin começou sua carreira de atriz há poucos anos no teatro britânico, tendo aparecido pela primeira vez na TV num episódio da série “Grantchester” em fevereiro. Ainda em 2019, ela fará sua estreia nos cinemas no drama “Misbehaviour”, onde contracenará com Keira Knightley. Em “The Crown”, ela fará par com Josh O’Connor (“Reino de Deus”), que foi escalado para viver o jovem Príncipe Charles nas próximas temporadas. A Princesa Diana se casou com o Príncipe Charles em 1981, e a união durou até 1996. Menos de um ano depois, em 1997, Diana morreu em um acidente de carro em Paris, aos 36 anos de idade. Esta história será abordada por “The Crown”, que entrará em nova fase a partir do terceiro ano de produção, com mudança completa de elenco para refletir a passagem do tempo. A série, que começou nos anos 1950, chegará nos próximos episódios na década de 1970. No elenco central, Olivia Colman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”, vai substituir Claire Foy no papel da rainha Elizabeth II, enquanto Tobias Menzies (série “Outlander”) passará a viver o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) será a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Além deles, o ator Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) terá destaque no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, e Emerald Fennell (“Call the Midwife”), por sua vez, viverá a segunda mulher de Charles, Camilla Parker-Bowles. Nem a 3ª, muito menos a 4ª temporada de “The Crown” têm data de estreia definida na Netflix.
Primeira cena completa de Vingadores: Ultimato destaca a Capitã Marvel
A Marvel divulgou a primeira cena completa do filme “Vingadores: Ultimato”, aguardada superprodução que vai bater todos os recordes de bilheteria imagináveis daqui a duas semanas. A prévia contextualiza a cena em que a Capitã Marvel (Brie Larson) apareceu pela primeira vez num trailer da produção, mostrando o que levou Thor (Chris Hemsworth) a fazer seu machado voar rente ao cabelo da heroína e como ela nem pisca. Para quem não lembra, Thor fez algo similar para desmascarar Loki (Tom Hiddleston) em “Thor: Ragnarok” (2017). Desta vez, o resultado é outro, levando-o a aprovar a nova integrante do grupo. Bastante convencida de si mesmo, a heroína acredita que os Vingadores podem vencer Thanos (Josh Brolin) desta vez porque ela vai junto. Ela também explica porque não apareceu antes. Mas o Capitão América (Chris Evans) nem precisava da demonstração de Thor ou a explicação da Capitã Marvel para se animar com a proposta, disposto a enfrentar o vilão para reverter o genocídio causado pela manopla do infinito. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia em 25 de abril nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer de comédia junta Dave Bautista e Kumail Nanjiani num Uber
A Fox divulgou o pôster e o trailer da comédia “Stuber”, estrelada por Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). O filme acompanha Stu (Nanjiani), um motorista de Uber de ótima pontuação no aplicativo, que se vê em apuros ao aceitar a corrida de um passageiro que se revela um policial (Bautista) no rastro de um perigoso assassino. E logo se vê não só lutando para manter sua classificação, mas também sua vida. O longa tem direção de Michael Dowse (“Uma Noite Mais Que Louca”) e ainda traz no elenco Iko Uwais (“Operação Invasão”), Natalie Morales (“Santa Clarita Diet”), Betty Gilpin (“GLOW”), Jimmy Tatro (“Anjos da Lei 2”), Mira Sorvino (“Não Olhe”) e Karen Gillan (também de “Guardiões da Galáxia”). A estreia está prevista para 12 de julho nos Estados Unidos e apenas em 29 de agosto no Brasil.
Astro de Riverdale vai virar cantor de rock cristão
O ator KJ Apa, conhecido por interpretar o personagem Archie na série “Riverdale”, vai virar cantor de rock cristão em novo filme religioso. Intitulado “I Still Believe”, o longa trará Apa no papel de Jeremy Camp. Fenômeno de popularidade entre o público evangélico americano, o músico já vendeu mais de 5 milhões de álbuns com sua música e tocou em mais de 36 países. A produção também confirmou Gary Sinise (“CSI: NY”) no papel do pai do cantor, Tom Camp. “I Still Believe” será rodado nos próximos meses com direção dos irmãos Jon e Andrew Erwin, que já fizeram filme similar em “Eu Só Posso Imaginar” (2018).
Ninguém Tá Olhando: Netflix revela elenco de nova série com Kéfera Buchmann e Projota
A Netflix anunciou o elenco principal de “Ninguém Tá Olhando”, uma nova série original brasileira. Os destaques da vez são Kéfera Buchmann e o rapper Projota, que interpretam dois dos seres humanos da trama. É que os protagonistas de “Ninguém Tá Olhando” são “Angelus”, entidades parecidas com anjos da guarda, que tentam guiar a humanidade pelo melhor caminho. Um deles é Uli (Victor Lamoglia, do canal “Parafernalha”), que se revolta contra as ordens arbitrárias que recebe diariamente. Uli se junta a Greta (Julia Rabelo, do “Porta dos Fundos”) e Chun (Danilo de Moura, de “Sequestro Relâmpago”) em sua rebelião, que é combatida pelos “funcionários exemplares” Fred (Augusto Madeira, de “Bingo: O Rei das Manhãs”) e Wanda (Telma Souza, de “Ò Paí Ó”). O papel de Kéfera é a humana Miriam, uma das muitas que os Angelus precisam ajudar. Já Projota vive Richard, um rapaz com coração partido. O elenco ainda traz Leandro Ramos (do “Choque de Cultura”) na pele do veterinário Sandro. “Ninguém Tá Olhando” é uma criação de Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”), Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Rezende também vai dirigir alguns episódios, ao lado de Fernando Fraiha (“Choque de Cultura”) e Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”). A comédia de oito episódios começou a ser gravada nesta semana, com produção da Gullane, projetando uma estreia ainda em 2019.







