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  • Música

    Selena Gomez e J Balvin participam de festa do pijama em clipe de Tainy e Benny Blanco

    13 de março de 2019 /

    Tainy e Benny Blanco fizeram uma festa do pijama e convidaram Selena Gomez e J Balvin. O resultado está no novo clipe de “I Can’t Get Enough”, o mais recente de uma onda de sucessos que misturam inglês e espanhol. Benny Blanco, claro, é produtor de Selena Gomez e fabricante de hits à base de parcerias famosas – como Calvin Harris, Halsey e Khalid. Já Tainy é o produtor de reggaeton por trás de “I Like It”. O diretor do clipe, Jake Schreier, já tinha feito vídeos musicais com Selena Gomez e Benny Blanco. Mas é mais conhecido por sua outra atividade: diretor de cinema e séries. São dele os filmes “Frank e o Robô” e “Cidades de Papel”, além de episódios de séries como “Shameless”, “Kidding” e “Lodge 49”.

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  • Série

    Amy Adams vira produtora de séries e emplaca adaptação de A Bíblia Envenenada para a HBO

    12 de março de 2019 /

    A atriz Amy Adams aprovou sua estreia como produtora de série na HBO, com “Sharp Objects”, e resolveu investir em sua própria companhia de produção. Formada em sociedade com sua agente, Stacy O’Neil, a Bond Group Entertainment contratou Kathleen Clifford, executiva do canal pago Starz, para chefiar a empresa e já firmou contrato para o desenvolvimento de sua primeira atração. A produtora de Adams vai realizar uma nova adaptação literária em formato de minissérie para a HBO, desta vez do livro “A Bíblia Envenenada” (Poisonwood Bible), de Barbara Kingsolver. Ficção livremente inspirada em fatos reais, o livro narra a aventura de Orleanna Price, mulher de um religioso americano que, no final dos anos 1950, levou a família para o Congo, então uma colônia belga, para evangelizar os africanos. Paralelamente, desenrola-se a luta do povo africano pela independência, que culmina no assassinato do líder político Patrice Lumumba. A execução do ativista é cercada até hoje de suspeitas de envolvimento do governo americano. A própria Kingsolver deve ajudar a adaptar o seu livro para a TV, ao lado da roteirista Anya Epstein (“The Affair”). Ainda não há data de estreia definida e nem está claro se Adams também vai viver a protagonista.

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  • Filme

    Dublador do robô de Rogue One vai dar voz ao papagaio do vilão de Aladdin

    12 de março de 2019 /

    Um dos atores mais ocupados da atualidade, Alan Tudyk, virou o último nome confirmado no elenco de “Aladdin”. Ele entrou na pós-produção, como dublador de Iago, o papagaio do vilão Jafar (Marwan Azari). Assim como no desenho animado original, o personagem será falante no remake com atores. O ator texano, que ficou conhecido pelas séries “Firefly” e “Suburgatory”, é considerado um ás da dublagem. São dele as vozes dos robôs principais dos filmes “Eu, Robô” e “Rogue One: Uma História Star Wars”. Sua filmografia é enorme e inclui até três longas animados da Disney, como dublador em “Zootopia”, “Moana” e “Ralph: Quebrando a Internet”. Atualmente, ele pode ser visto e ouvido na série “Doom Patrol”, adaptação dos quadrinhos da Patrulha do Destino, como o vilão Sr. Ninguém e narrador oficial dos episódios, além de dublar duas séries animadas da DC, “Justiça Jovem” (como Arqueiro Verde) e a vindoura atração da Arlequina (como ninguém menos que o Coringa). Além disso, dubla o sucesso do Cartoon Network “Star vs. As Forças do Mal”, acabou de filmar a comédia de cinema “Playing God” e vai estrelar, em carne e osso, outra série baseada em quadrinhos, no papel principal de “Resident Alien”, encomendada pelo canal pago Syfy. No novo trailer de “Aladdin”, divulgado nesta terça (12/3), Iago pode ser visto em uma breve cena, voando perto de Jafar. O elenco de “Aladdin” ainda inclui Will Smith (“Esquadrão Suicida”) como o Gênio da lâmpada, o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel-título, Naomi Scott (“Power Rangers”) como a Princesa Jasmine e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar, além de Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) no papel do Príncipe Anders, que não faz parte do desenho de 1992 nem da fábula das “Mil e Uma Noites”, e a comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) como Dalia, uma criada da Princesa, que ocupará a vaga de confidente preenchida pelo tigre Rajah na animação. “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que é o responsável pela filmagem. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. “Aladdin” será a segunda fábula da Disney do ano. Vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA e dois meses após “Dumbo”.

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  • Orphan Black
    Série

    Série derivada de Orphan Black começa a ser desenvolvida pelo canal de The Walking Dead

    12 de março de 2019 /

    O universo de “Orphan Black” vai voltar à TV. O canal pago americano AMC encomendou à produtora Temple Street Productions, responsável pela série original, uma nova história de clones derivada da premiada produção da BBC America. Exibida de 2013 a 2017, “Orphan Black” girava em torno de um grupo de mulheres que descobre ser clones da mesma pessoa, separadas e criadas em diferentes localidades, devido a uma conspiração envolvendo grupos rivais numa guerra pelo controle da experiência – que não foi inteiramente bem-sucedida, já que elas estariam morrendo. A continuação não deve trazer de volta as “sisters” do “clone club” – ou “sestras” como dizia a clone russa – que foram interpretadas, de forma impressionante, pela mesma atriz: a canadense Tatiana Maslany, em uma dezena de papéis diferentes. Em vez disso, a nova série contaria outra história passada no mesmo universo. A produtora Temple Street abriu discussões com vários roteiristas e está ouvindo diferentes abordagens para desenvolver esse projeto. Mas não há notícias sobre o envolvimento dos pais da atração, John Fawcett e Graeme Manson, que antes de “Orphan Black” já eram conhecidos individualmente como feras do gênero terror, respectivamente como criadores das franquias de cinema “Possuída” e “O Cubo”. “Orphan Black” foi responsável por dar visibilidade à BBC America, atraindo muitos assinantes com sua repercussão, que não se restringiu ao universo geek, pois rendeu até um merecido Emmy de Melhor Atriz para Tatiana Maslany. Mas a nova série não será exibida no mesmo canal. A ideia é lançá-la na AMC, que é sócia da BBC America e recentemente promoveu a chefe dessa emissora, Sarah Barnett, a presidente de entretenimento de sua rede – que ainda inclui os canais IFC, WE tv, Sundance TV e a plataforma de streaming Shudder. A AMC está em busca de um novo sucesso, preocupada com a queda de audiência de “The Walking Dead”. Além disso, com a anunciada finalização de “Into the Badlands”, ficará sem nenhuma série de ficção científica em sua programação.

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  • Filme

    Capitã Marvel atinge US$ 500 milhões de bilheteria mundial em seis dias

    12 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” ultrapassou a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais com apenas seis dias em cartaz – e ainda menos nos Estados Unidos e na China, os maiores mercados de cinema, onde está sendo exibido há cinco dias. A rapidez com que a quantia foi superada sugere que o filme atingirá rapidamente a cobiçada meta de todo blockbuster: entrar no clube dos bilionários, com faturamento acima de US$ 1 bilhão. Apesar de muito bem-sucedidos, nem todos os lançamentos da Marvel conseguem essa façanha. Apenas seis se tornaram bilionários: os três filmes dos “Vingadores”, “Homem de Ferro 3”, “Capitão América: Guerra Civil” e “Pantera Negra”. Fora dos Estados Unidos, o maior mercado internacional da super-heroína é a China, onde a produção já arrecadou US$ 95 milhões. O Brasil aparece em 5º lugar no ranking das principais bilheterias, graças a uma estreia de mais de R$ 50 milhões, a segunda maior de todos os tempos nos cinemas do país.

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  • Etc

    Disney anuncia que compra da Fox será finalizada na semana que vem

    12 de março de 2019 /

    O longo processo de aquisição da Fox pela Disney, que começou em dezembro de 2017, deve ser finalizado na semana que vem. Mais especificamente à meia-noite e dois segundos da quarta-feira que vem, dia 20 de março. A data foi divulgada em comunicado da Disney, que anunciou aos investidores a superação da última barreira internacional (no México) para a compra do estúdio. O obstáculo derradeiro, criado pelas autoridades mexicanas, foi superado com um compromisso similar ao assumido no Brasil, em que a Disney aceitou vencer os canais esportivos da Fox para outras empresas. A Disney também informou que os executivos da Fox devem decidir logo o quanto de dinheiro vivo e quanto de ações da Disney vão querer para completar os US$ 71,3 bilhões da finalização da compra. A cifra é consideravelmente maior do que a proposta inicialmente feita pela Disney e aceita pela Fox (US$ 52,4 bilhões). A diferença se deve a uma tática da rival Comcast, empresa proprietária do estúdio Universal, que decidiu entrar em leilão pela Fox, oferecendo mais dinheiro para sua aquisição. Graças a isso, a Disney precisou gastar quase US$ 20 bilhões a mais e se viu sem fôlego para superar a Comcast em outro front: na disputa pela rede de TV paga europeia Sky. A Fox, que detinha parte das ações da Sky, estava prestes a assumir o controle da empresa sediada na Inglaterra, com o compromisso de repassá-la para a Disney, mas a Comcast atropelou as duas, após exaurir as finanças da rival e jogar suas fichas no segundo leilão, ficando com a rede. Bob Iger, o CEO da Disney, recentemente esteve no Brasil para fechar o acordo no mercado nacional. Após sua vinda, ficou acertado que a empresa venderia o canal pago brasileiro Fox Sports quando assumisse o controle da Fox. Foi a única exigência feita pelo CADE para a aprovação da compra. Mesmo sem a Fox Sports, a compra da Fox pela Disney inclui estúdios de cinema e TV, redes de TV paga, fatias de empresas de streaming e negócios internacionais do magnata Rupert Murdoch. A partir da semana que vem, a Disney passará a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além da fatia que restou na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports. Estas empresas continuam sob controle da família Murdoch e formarão uma nova Fox americana – sem relações com a Fox brasileira.

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  • Série

    The Big Bang Theory já tem data definida para acabar

    12 de março de 2019 /

    A rede CBS marcou a data da despedida de “The Big Bang Theory”. O último episódio da 12ª e derradeira temporada da série vai ao ar no dia 16 de maio nos Estados Unidos. O capítulo final será duplo, com o dobro da duração dos episódios normais da sitcom. No Brasil, a série é exibida pelo Warner Channel, e ainda não há data definida para a transmissão do encerramento. Com o fim de “The Big Bang Theory”, a CBS espera que “Young Sheldon” continue o legado da franquia. Para tanto, já renovou o spin-off para mais duas temporadas. Série mais vista da TV americana, “The Big Bang Theory” também atraiu a atenção da mídia por pagar os salários mais caros da indústria a seus protagonistas. No começo da atração, o trio principal (Johnny Galecki, Jim Parsons e Kaley Cuoco) recebia em torno US$ 60 mil por episódio, valor que decolou para US$ 200 mil na 4ª temporada, foi para US$ 350 mil na 7ª e foi para US$ 1 milhão quando seus contratos acabaram e a emissora precisou renegociar a continuação da série a partir do oitavo ano. Além de uma porcentagem significativa nos lucros da série – por exibições internacionais, em streaming, Blu-ray e reprises. Enquanto isso, os coadjuvantes negociaram um salário por episódio que ficava em torno dos US$ 500 mil para a 8ª temporada. Mas a disparidad não durou: na 10ª temporada, Simon Helberg (Howard) e Kunal Nayyar (Raj) alcançaram os mesmos US$ 1 milhão dos protagonistas. Finalmente, em março de 2017, os cinco atores aceitaram um corte nos seus pagamentos (para US$ 900 mil) para que suas duas companheiras de elenco, Melissa Rauch (Bernadette) e Mayim Bialik (Amy), também tivessem um amento. Mas não foi só o salário dos atores que cresceu. Depois de uma temporada inaugural com média de 7 milhões de telespectadores por episódio, “The Big Bang Theory” dobrou esse público no terceiro ano. E este a 6ª temporada, não sai da lista das três séries mais vistas da TV aberta americana, onde geralmente ocupa o 1ª lugar. Para se ter noção, a 11ª temporada da sitcom atraiu uma média de 18,6 milhões de telespectadores por semana. Já o episódio mais visto da série foi “The Deception Verification”, segundo capítulo da 7ª temporada, que atraiu mais de 20 milhões de pessoas.

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  • Filme

    Morgan Freeman supera acusações de assédio e entra na continuação de Dupla Explosiva

    12 de março de 2019 /

    O veterano ator Morgan Freeman (“O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos”) vai reforçar o elenco da sequência de “Dupla Explosiva”, filme de ação estrelado por Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”). O papel de Freeman ainda não foi divulgado, mas sinaliza que o ator segue com a carreira inabalada pelas acusações trazidas à tona numa reportagem da rede de notícias CNN há 10 meses. Ele foi acusado de assédio sexual por oito mulheres. Mas se defendeu dizendo que havia diferença muito grande em “elogios fora de lugar e brincadeiras humorísticas” e “casos horríveis de abuso sexual”. O advogado do ator afirmou que a acusação feita com estardalhaço foi leviana e poderia causar prejuízo à imagem de um homem inocente. Desde então, Freeman completou duas filmagens de thrillers de ação, a produção italiana “The Poison Rose” e “Angel Has Fallen”, continuação de “Invasão à Londres” (2016) e “Invasão a Casa Branca” (2013). A continuação de “Dupla Explosiva” mostrará uma nova reunião entre o guarda-costas Michael Bryce (Reynolds) e o assassino de aluguel Darius Kincaid (Jackson), além da mulher deste, Sonia (Salma Hayek), numa missão secreta nas praias de Amalfi, na Itália. O diretor Patrick Hughes e o roteirista Tom O’Connor, responsáveis pelo primeiro filme, também retornam na sequência, que ainda não tem data de estreia definida. “Dupla Explosiva” teve um desempenho modesto nas bilheterias, arrecadando quase US$ 180 milhões em todo o mundo. Só que foi feito por apenas US$ 30 milhões, o que incentivou o estúdio Liongate a investir na franquia.

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  • Filme

    De Pernas pro Ar 3 ganha novo trailer, que é uma versão menor e mais infantil do primeiro

    12 de março de 2019 /

    A Paris Filmes distribuiu o que chama de “segundo trailer” de “De Pernas pro Ar 3”. Mas se trata apenas de uma versão reeditada do primeiro trailer, com 30 segundos a menos. Não há uma piada – ou cena – nova em todo o vídeo, que inclusive segue a mesma sequência do anterior, abrindo e fechando do mesmo jeito, e repetindo até o texto da locução entusiasmada de comercial de novela. A prévia também comprova que as novas comédias nacionais de sexo são absolutamente assexuadas, ao transformar qualquer resquício de sensualidade em palhaçada e enfatizar o lado “família” da protagonista. Não bastasse o Instagram ser mais liberal que as cenas de pegação sem nudez do trailer, a versão reeditada ainda some com os brinquedos sexuais que apareciam no primeiro vídeo. Isto, mais o destaque dado à filha criança da protagonista quase sugere que se trata de um lançamento infantil. No máximo, é uma novela das 19h. A trama é aquela viagem de sempre. Literalmente. Desta vez, Alice, a personagem de Ingrid Guimarães que foi para Nova York no segundo filme, vai a Paris e dá a volta ao mundo para abrir lojas da Sexy Delícia em diferentes países. Mas, após transformar sua empresa numa multinacional, decide se aposentar para ficar mais tempo com o marido e os filhos, que cresceram. Virar uma dona de casa, em resumo. Os filhos ocupam boa parte da prévia, mas logo surge uma novidade. Uma competidora no mercado sexual lança um visor de realidade virtual em que os usuários podem viver a fantasia de transar com Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”) totalmente vestido (porque o filme é “família”) e ao som de Sidney Magal (porque o filme é brega). Não demora e as duas linhas narrativas se combinam para incomodar duplamente a protagonista: a competidora começa a namorar seu filho (porque é assim nas novelas). Lançado em 2010, “De Pernas pro Ar” foi um dos primeiros blockbusters de comédia brasileira a virar franquia, após o pioneiro “Se Eu Fosse Você” (2006). Seu sucesso acabou influenciando a produção do gênero, inaugurando a atual era de comédias nacionais sobre sexo sem nenhuma cena sensual. O terceiro capítulo reforça a fórmula, mesmo com mudança de comando. Roberto Santucci está fora do projeto, após dirigir os dois primeiros filmes. Em seu lugar, entrou Julia Rezende, que trabalhou com Ingrid Guimarães em “Um Namorado para Minha Mulher” (2016). Já o roteiro é assinado por Marcelo Saback (do primeiro “De Pernas pro Ar”) e Renê Belmonte (“Se Eu Fosse Você”), com participação de Ingrid. O elenco volta a incluir Bruno Garcia como o marido e Maria Paula, que já foi sócia da protagonista, num papel muito menor. Eduardo Melo, que foi o filho do segundo filme, também retorna, bem mais crescido, enquanto Duda Batista (“Os Farofeiros”) passa a roubar as cenas como a filha menor. Já a rival é vivida por Samya Pascotto (“Um Namorado para Minha Mulher”). A estreia está prevista para 11 de abril.

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  • Filme

    Novo trailer legendado de Aladdin dá mais destaque para o gênio de Will Smith

    12 de março de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Aladdin”. Bem mais completo, dá maior ênfase para a participação de Will Smith (“Esquadrão Suicida”) como o Gênio da lâmpada, revela os números musicais e chama atenção para um aspecto curioso: a direção de arte se alterna entre elementos cor-de-rosa e azul celeste. A escolha de cores artificiais realça a sensação de desenho animado com atores – e distingue o filme completamente da outra aventura árabe “recente” da Disney, “O Príncipe da Pérsia” (2010), onde tudo parecia ter cor de areia do deserto. Além do gênio azul, “Aladdin” destaca o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel-título, Naomi Scott (“Power Rangers”) como a Princesa Jasmine e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar, todos vistos na prévia. O elenco inclui também inclui Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) no papel do Príncipe Anders, que não faz parte do desenho de 1992 nem da fábula das “Mil e Uma Noites”. O ator loiro já foi o Príncipe de Rapunzel no musical “Caminhos da Floresta” (2014) e chama atenção no meio do elenco formado por atores de pele escura. Mas não será a única diferença em relação à trama da animação. A comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) também viverá uma personagem exclusiva do filme, Dalia, uma criada da Princesa, que ocupará a vaga de confidente preenchida pelo tigre Rajah na animação. “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que é o responsável pela filmagem. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. “Aladdin” será a segunda fábula da Disney do ano. Vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA e dois meses após “Dumbo”.

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  • Etc

    Atrizes Felicity Huffman e Lori Loughlin são presas em operação do FBI sobre fraudes no vestibular americano

    12 de março de 2019 /

    As atrizes Felicity Huffman, que estrelou “Desperate Housewives” e foi indicada em 2006 ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em “Transamérica”, e Lori Loughlin, conhecida pela série “Três é Demais” (Full House) e integrante recorrente do atual revival “Fuller House”, foram presas e estão sendo investigadas por pagar suborno para que seus filhos fossem aprovados no equivalente americano ao processo do vestibular. Elas deverão ser soltas após prestar depoimentos. O suborno teria sido pago pelos investigados para que os filhos fossem aprovados em escolas de alto nível, como Georgetown, Stanford, UCLA e Yale com mudanças nas notas do SAT (o ENEM americano) ou como atletas recrutados, independentemente de suas capacidades atléticas de fato. Além delas, dezenas de treinadores da divisão de futebol americano universitário, a NCAA Division I, também foram incluídos nas investigações. Documentos apresentados pelas autoridades mostram que as pessoas investigadas pagaram milhões em propinas para que seus filhos entrassem nessas faculdades. As investigações estão centradas em um homem da Califórnia que “ajudava estudantes a entrar na universidade”. A polícia informou que os pais pagavam para essa pessoa tendo pleno conhecimento do que ele estava fazendo. Lori e seu marido Mossimo Giannulli foram acusados de pagar US$ 500 mil para a USC (University of South California) em troca das duas filhas serem aprovadas na equipe esportiva da universidade, embora elas não participassem do grupo. Felicity e seu marido, o ator William H. Macy (protagonista da série “Shameless” e indicado ao Oscar em 1997 de Melhor Ator Coadjuvante por “Fargo”), teriam pago US$ 15 mil para que melhorar a nota do SAT da filha mais velha, visando sua aprovação. Eles também tentaram fazer o mesmo esquema para a filha mais nova, mas desistiram. O FBI gravou conversas telefônicas que comprovariam os crimes, que incluem fraude, suborno e lavagem de dinheiro. Mas Macy não foi indiciado. As prisões foram resultado de uma operação da polícia federal americana, batizada de Operação Varsity Blues em homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos. A promotoria de Boston informou que ainda não decidiu se vai processar os alunos, além dos pais. Mas declarou que as universidades não são responsáveis pelos crimes, mas vítimas.

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    Bons Meninos: Comédia com crianças ganha trailer insano para adultos

    12 de março de 2019 /

    A Universal Pictures divulgou o pôster e o trailer americanos de “Bons Meninos” (Good Boys), comédia estrelada por crianças, mas destinada para adultos. Tanto que o vídeo começa com o produtor Seth Rogen (“Vizinhos”) dizendo para o trio protagonista que eles não podem ver o trailer do filme, porque é cheio de violência, referências sexuais e palavrões, mesmo que sejam eles que estejam cometendo tudo isso. A prévia é hilária e insana, lembrando o saudoso “Superbad” (2007) dos mesmos produtores (Rogen e Evan Goldberg), mas com protagonistas muito mais jovens: Jacob Trembley (“O Quarto de Jack”), Brady Noon (série “Boardwalk Empire”) e Keith L. Williams (“O Último Cara da Terra”). Armados com os brinquedos sexuais dos pais, que eles acham que são equipamentos meio ninjas, o trio de nerds embarca numa jornada para apressar sua maturidade, o que inclui tentar beber cerveja e descobrir como se beija. E esta última missão rende as melhores piadas do trailer – e à descoberta traumática que pornôs não tem beijos… ao menos, não na boca. Tudo isso acontece porque eles querem se preparar… para ir na primeira festa a que foram convidados. “Good Boys” é o primeiro filme dirigido pela dupla de roteiristas Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky (da série “The Office” e do filme “Professora Sem Classe”), e também inclui em seu elenco Lil Rel Howery (“Corra!”), Molly Gordon (série “Animal Kingdom”) e Midori Francis (“Oito Mulheres e um Segredo”). A estreia está marcada para agosto nos Estados Unidos, mas a previsão é para apenas três meses depois, em novembro, no Brasil.

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  • Série

    Revelada a duração dos primeiros episódios da temporada final de Game of Thrones

    11 de março de 2019 /

    O canal pago HBO revelou a duração dos dois primeiros episódios da última temporada de “Game of Thrones”. Ao atualizar seu cronograma, a emissora apontou que a estreia da 8ª temporada, no dia 14 de abril, terá 54 minutos, enquanto o capítulo seguinte, do dia 21, terá 58 minutos. As durações confirmam as estimativas reveladas em janeiro por uma emissora francesa. As informações sugeriam que os dois primeiros episódios da temporada teriam cerca de 60 minutos e os quatro restantes, 80. Em janeiro, o CEO da HBO,Richard Plepler, comparou os novos episódios da série a “seis filmes”, indicando que eles serão mais longos do que o normal.

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