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    Robô clássico do primeiro Star Wars vai aparecer na série The Mandalorian

    29 de janeiro de 2019 /

    O cineasta Jon Favreau revelou em seu Instagram que “The Mandalorian” terá o retorno de mais um droide conhecido dos fãs de “Star Wars”. A primeira série live-action da galáxia da Lucasfilm contará com participação de R5-D4, o robozinho vermelho que Luke Skywalker (Mark Hamill) e seu tio Owen (Phil Brown) quase compraram no início do “Guerra nas Estrelas” original, de 1977. O droide surgiu bem no começo do clássico e foi apelidado de “Red” (ou “vermelho”) por Luke. Mas logo apresentou um defeito, o que fez com que o futuro jedi e seu tio o trocassem pelo icônico R2-D2. Alguém deve tê-lo consertado, porque a trama de “The Mandalorian” vai se passar anos depois do longa original, mas antes dos longas atuais, mais exatamente entre “O Retorno de Jedi” (1983) e “O Despertar da Força” (2015). De todo modo, R5-D4 não será o único robô da trilogia original que aparecerá na série. Anteriormente, Favreau publicou uma imagem de IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980). Favreau também revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O papel-título será desempenhado por Pedro Pascal (“Narcos”) e o elenco grandioso da produção ainda inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Produzida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), a série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Dwayne Johnson confirma que não participará de Velozes e Furiosos 9

    29 de janeiro de 2019 /

    O astro Dwayne Johnson confirmou que, apesar de estar envolvido na expansão do universo de “Velozes e Furiosos”, como estrela do spin-off “Hobbs & Shaw”, não participará próximo filme da franquia original. Previsto para abril de 2020, o longa será estrelado por seus desafetos declarados Vin Diesel e Tyrese Gibson. Mas Johnson não descarta participar dos próximos longas, como o já confirmado “Velozes e Furiosos 10”, que tem estreia marcada para 2021. “Eu não estarei em ‘Velozes e Furiosos 9′, mas posso aparecer no ’10’, porque ainda precisa haver um acerto de contas entre Hobbs e Dom”, disse em entrevista para a MTV, referindo-se aos personagens interpretados por ele e por Vin Diesel. “Há tretas que ainda precisam ser resolvidas entre eles”. E isto vale tanto para a trama, conforme visto no capítulo “8”, quanto nos problemas de bastidores entre os dois astros. No momento, ele está concentrado no spin-off, que ganhou o título completo – tão pomposo quanto descartável – de “Velozes e Furiosos Apresenta: Hobbs & Shaw”, centrado em Luke Hobbs e Deckard Shaw (Jason Statham), que também contará com Idris Elba (“A Torre Negra”), Vanessa Kirby (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”). Assim como o “Velozes 9”, “Hobbs & Shaw” ainda não teve detalhes do roteiro divulgados, mas dá para resumir a trama como uma luta entre a dupla de protagonistas contra o vilão vivido por Elba. O roteiro foi escrito por Chris Morgan, veterano da franquia, e a direção é de David Leitch (“Deadpool 2”). Dwayne @TheRock Johnson tells @joshuahorowitz what to expect from his new @FastFurious spin-off @HobbsAndShaw and whether or not we'll see him in #Fast9 pic.twitter.com/UWIr2EvWRC — MTV NEWS (@MTVNEWS) January 29, 2019

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    Dusan Makavejev (1932 – 2019)

    29 de janeiro de 2019 /

    O diretor e roteirista sérvio Dusan Makavejev, responsável por clássicos provocantes como “W.R. – Mistérios do Organismo” (1971) e “Montenegro” (1981), morreu na sexta-feira (25/1) em Belgrado, aos 86 anos. Makavejev foi um dos pioneiros da escola cinematográfica Black Wave que surgiu na antiga Iugoslávia no início dos anos 1960. Seus filmes empregaram provocação subversiva, sensualidade e humor para comentar e denunciar elementos cotidianos da vida sob o governo socialista autoritário de Tito. Muitos de seus trabalhos foram banidos na Iugoslávia e resultaram na sua saída do país para viver e filmar na Europa ocidental e na América do Norte. Seus filmes, conhecidos por cenas de nudez e sexo explícito, muitas vezes centravam-se na liberação sexual de uma personagem feminina. “Você descobre que não há nada tão engraçado, tão louco, tão perigoso, excitante e problemático quanto o sexo”, disse ele certa vez. Seus problemas com os censores comunistas começaram em 1958, com dois curtas-metragens, o erótico “Don’t Believe in Monuments” e “Damned Holiday”. Este último foi admirado pelo cineasta escocês John Grierson, o que pavimentou o caminho para sua exibição na televisão escocesa, dando início à notoriedade internacional de Makavejev. Mas quanto mais se tornava conhecido no exterior, mais ele foi censurado em casa. Sua peça “The New Men of Flower Market” foi tirada de cartaz à força em 1962 e, durante o mesmo ano, outro curta, “Parade”, foi proibido por ser “desrespeitoso”. Era uma mistura louca de música, fotografias e citações, todas satirizando a pompa bombástica da máquina militar soviética. E então começaram os longas. O primeiro foi “O Homem Não É um Pássaro” (1965), que explorava amor e sexo numa cidade mineira, sob a sombra do comunismo, e introduziu um estilo de abordagem de falso documentário que, após se aprimorar em “Um Caso de Amor ou o Drama de uma Empregada da Companhia Telefônica” (1967), se tornaria marca registrada de seu cinema. O auge desse estilo materializou-se em seu terceiro longa, “W.R. – Mistérios do Organismo” (1971), que deu o que falar. O filme começava como uma investigação sobre as controvertidas teorias sexuais do psicanalista radical Wilhelm Reich, antes de implodir em uma narrativa livre sobre a liberação sexual, zombando de tudo, incluindo o culto a Stalin e a visão da 2ª Guerra Mundial entre os soviéticos. “WR” foi considerada a crítica mais intensa da Revolução bolchevique produzida em um país comunista, e acabou premiado pela crítica no Festival de Berlim. Seu reconhecimento internacional culminou em seu exílio. “A melhor maneira de descrever o que aconteceu é que fui gentilmente expulso da Iugoslávia”, ele disse ao jornal Los Angeles Times em 1981. Para seu próximo longa, “Um Filme Doce” (1974), Makavejev buscou financiamento de estúdios franceses, com apoio do cineasta Louis Malle. Mas a violência e a sexualidade animal da obra assustaram até os produtores. O fiapo de trama acompanha uma Miss Canadá virgem que embarcava numa jornada de depravação surreal pela Europa, com cenas de vômito e defecação e onde nem o Holocausto escapava. Em sua crítica, a revista Time afirmou que, apesar do título, aquilo não era um filme, ​​mas “uma doença social”. A controvérsia aumentou seu prestígio e Makavejev arranjou emprego como professor de cinema na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, em 1978. Foi onde encontrou o produtor sueco Bo Jonsson, que lhe sugeriu uma mudança de trajetória, provocando-o a fazer uma comédia leve e de apelo popular, com um título como “Casablanca”. Ele ironizou a sugestão, dizendo que faria algo de nome similar, “Montenegro”, citando a região montanhosa da Iugoslávia que se tornaria independente em 2006. Produzido por Jonsson e filmada na Suécia, “Montenegro” acabou virando o maior sucesso comercial da carreira de Makavejev. Comédia de humor negro, acompanhava uma entediada dona de casa americana (Susan Anspach) em Estocolmo, que tem uma aventura com um grupo de ciganos iugoslavos. As cenas incluem sexo selvagem com um deles, chamado, justamente, de Montenegro, além de uma famosa sequência envolvendo vibradores. O final “engraçado” era a transformação da dona de casa em serial killer. Ele tentou se tornar mais comercial em seu filme seguinte, “Coca-Cola Kid” (1985), bancado por produtores australianos e estrelado por Eric (irmão de Julia, pai de Emma) Roberts no papel de um jovem executivo de marketing da Coca-Cola que tenta entender porque uma comunidade australiana preferia refrigerantes locais à marca multinacional. Com menos sexo que o habitual – envolvendo uma secretária vivida pela italiana Greta Scacchi – , acabou não tendo a mesma repercussão e sucesso. Seu único filme americano também foi contido. “Manifesto por uma Noite de Amor” (1988), adaptação de Émile Zola, era uma farsa sobre a tentativa de assassinar um tirano europeu, numa cidadezinha obcecada por sexo. Com a queda do comunismo nos anos seguintes, ele voltou para o Leste Europeu para filmar seu último longa de ficção, “Gorilla Bathes at Noon” (1993), enquanto seu país se dilacerava em guerras étnicas e territoriais. Ele ainda participou de uma antologia com o provocante título “Danish Girls Show Everything” (garotas dinamarquesas mostram tudo) e assinou sua última obra em 1994, o documentário “A Hole in the Soul”, que era parte autobiografia, parte meditação sobre a luta da identidade nacional iugoslava, ilustrando como a morte violenta da sua pátria deixou-o sentindo-se roubado de sua alma. Em uma entrevista de 2000, Makavejev explicou que tinha virado cineasta para tentar dar sentido ao mundo. “É muito difícil dizer o que faz você se envolver com o cinema. Os filmes sempre nos seguem como um material de referência ou como algum tipo de material onírico para lidar com coisas que não entendemos em nossas vidas. Os filmes nos dão soluções ou fornecem um comentário sussurrante sobre o que está acontecendo ao nosso redor”.

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  • Série

    Jeffrey Dean Morgan volta a Supernatural em fotos do episódio 300 da série

    29 de janeiro de 2019 /

    A rede CW divulgou 17 fotos do episódio 300 da série “Supernatural”, que terá participação especial de Jeffrey Dean Morgan (o Negan de “The Walking Dead”), retomando seu papel de John Winchester, o pai de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles). O ator viveu o pai dos irmãos Winchester ao longo de 12 episódios nas primeiras temporadas de “Supernatural”. Sua última aparição foi na season finale da 2ª temporada, em 2007. Depois disso, ele ainda fez uma participação vocal, gravando sua voz para um capítulo da 3ª temporada. Mas sempre disse que toparia voltar, tendo virado grande amigo de Jensen Ackles durante a produção. Não por acaso, Dean já apareceu com Lucille, o bastão de Negan, em “Supernatural”, brincando que era uma antiga arma do pai. Além de Jeffrey Dean Morgan, as fotos também revelam a participação de Kurt Fuller como o anjo Zachariah, morto na 5ª temporada. Intitulado “Lebanon”, o episódio especial vai ao ar em 7 de fevereiro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Teaser e pôster de Toy Story 4 destacam a volta da boneca Betty

    28 de janeiro de 2019 /

    Sumida de “Toy Story 3”, a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original) está de volta em “Toy Story 4”, próximo filme da franquia de animação da Pixar. A namorada de Woody, dublada originalmente por Annie Potts (de “Os Caça-Fantasmas”), fez seu retorno triunfal em um teaser e ganhou seu próprio pôster individual da animação. E ela está bem diferente. Veja abaixo. Segundo o diretor de Toy Story 4, Josh Cooley, o reencontro entre Woody e Betty mostrará como os dois agora têm visões diferentes sobre o que significa ser um brinquedo depois de todos esses anos separados. “Betty assumiu o controle de seu próprio destino. Enquanto Woody observava Andy crescer, Betty juntava poeira. Até que ela se encarregou de sair para o mundo. E quando Woody aparece, eles não podem acreditar que se encontraram novamente”, disse Cooley à revista EW. “Toy Story 4” estreia dia 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos. Bo's Back. #ToyStory4 pic.twitter.com/GgkISnYTcv — Toy Story 4 (@toystory) January 28, 2019

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  • Série

    Fotos e vídeos revelam o novo Esquadrão Suicida da série Arrow

    28 de janeiro de 2019 /

    A rede CW divulgou as fotos, duas cenas e o trailer do próximo episódio de “Arrow”, que vai apresentar uma nova versão do Esquadrão Suicida. Referido na série como “Iniciativa Fantasma”, a nova equipe de supervilões inclui Ricardo Diaz (Kirk Acevedo), China White (Kelly Hu), Carrie Cutter, a Cupido (Amy Gumenick), e Kane Wolfman, pseudônimo de Joe Wilson (Liam Hall), o filho de Slade Wilson/Exterminador. Intitulado “Past Sins”, o episódio vai mostrar a reação de Curtis (Echo Kellum) ao descobrir que Diggle (David Ramsey) juntou um novo grupo de assassinos para agirem como agentes clandestinos. Mas os vídeos adiantados se concentram em outras partes da trama, que introduzem um pouco da vida de Laurel Lance (Katie Cassidy) na Terra 2 e a tentativa de Oliver (Stephen Amell) de se conectar com sua irmã Emiko (Sea Shimooka). Com direção do ator David Ramsey, o episódio vai ao ar nesta segunda-feira (28/1) nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Veja os primeiros minutos da volta de The Walking Dead

    28 de janeiro de 2019 /

    O canal pago AMC divulgou os primeiros minutos de “Adaptation”, episódio que retoma a 9ª temporada de “The Walking Dead”. A prévia é uma sequência imediata do episódio anterior, mostrando o cadáver de Jesus (Tom Payne) e o cerco de zumbis e sussurradores, que atacam Daryl (Norman Reedus), Michonne (Danai Gurira), Aaron (Ross Marquand), Eugene (Josh McDermitt) e as novatas Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura) num cemitério coberto por neblina. Trajando peles dos mortos-vivos, os sussurradores caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de zumbis em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. E eles serão os grandes vilões da temporada. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar em 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Sonhadora vira primeira super-heroína transexual da TV em trailer de Supergirl

    28 de janeiro de 2019 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que revela a nova super-heroína da série em ação. Trata-se da Sonhadora (Dreamer), identidade de Nia Nal. A personagem foi introduzida no começo da atual 4ª temporada e já manifestou seus poderes, mas é a primeira vez que aparece de uniforme para combater o crime. O vídeo também antecipa uma má notícia. A série vai entrar em hiato de um mês nos Estados Unidos e só volta em 27 de fevereiro, com a exibição do episódio intitulado “Menagerie”. A data será histórica, pois Sonhadora vai virar a primeira heroína transexual da TV. Ela é interpretada pela atriz Nicole Amber Maines (vista em “Royal Pains”), que nasceu com o nome de Wyatt Maines em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, e se descobriu transgênero aos três anos de idade – mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. Em “Supergirl”, a jovem ativista continua a fazer história ao virar a heroína Sonhadora, bastante conhecida dos leitores da Legião de Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Entretanto, a versão da série é bem diferente dos quadrinhos. E o uniforme com máscara verde reforça isso. Loira nos gibis, ela sempre usou uniforme branco e nunca escondeu seu rosto. Mas Nicole deu uma entrevista recente em que soltou um spoiler: ela não é a personagem que os fãs imaginam. Na verdade, é sua ancestral. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada pela DC Comics, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal. A heroína dos quadrinhos seria descendente da personagem da série, o que faz sentido narrativo e explica porque Brainiac 5 (Jesse Rath), que vem do futuro, já a chamou de Nura, num ato falho. Os poderes de Nia e Nura Nal são iguais: a capacidade de sonhar com o futuro. E as imagens de seus sonhos são visões que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. No Brasil, “Supergirl” é exibida pelo canal pago Warner Channel.

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    Angelina Jolie vai estrelar novo filme do diretor de Terra Selvagem

    28 de janeiro de 2019 /

    A atriz Angelina Jolie vai estrelar “Those Who Wish Me Dead”, próximo filme do premiado cineasta Taylor Sheridan. Apesar de baseado no romance homônimo de Michael Koryta, o livro está sendo considerado apenas como ponto de partida do roteiro. Escrito pelo próprio Sheridan, o filme é descrito pelo site Deadline como um thriller de perseguição que tem como pano de fundo um incêndio na região selvagem de Montana. “Those Who Wish Me Dead” será o terceiro filme dirigido por Sheridan e o primeiro após o premiado “Terra Selvagem” em 2017. Ele é mais conhecido como ator e roteirista, e foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original por “A Qualquer Custo” (2016). As filmagens estão marcadas para maio, após o cineasta terminar seu trabalho na 2ª temporada de “Yellowstone”, série que ele criou, escreve e dirige para o canal pago Paramount. A produção marcará a volta de Angelina Jolie às tramas dramáticas, após uma temporada atrás das câmeras e como estrela de filmes infantis. Seus próximos lançamentos, por sinal, serão “Malévola 2”, continuação do sucesso da Disney, prevista para 2020, e “Come Away”, um crossover de Peter Pan e Alice no País das Maravilhas, ainda sem data de estreia.

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    Stan Against Evil é cancelada na 3ª temporada

    28 de janeiro de 2019 /

    O canal pago americano IFC cancelou a comédia de terror “Stan Against Evil” após sua 3ª temporada. O cancelamento foi revelado pelo criador Dana Gould em seu podcast, apesar da série ser uma das mais vistas do canal. A atração girava em torno de Stan Miller, ex-xerife de uma cidadezinha do interior, forçado a se aposentar contra a vontade após ficar viúvo. Mesmo tendo dificuldades em aceitar sua substituta Evie Barret, a bela e durona nova xerife da cidade, eles acabam formando uma aliança improvável quando percebem que a tranquilidade do local é interrompida por uma praga de demônios. Isto porque o município foi erguido sobre as cinzas do local de execução de dezenas de bruxas no século 17. O tom de “Stan Against Evil” lembrava muito “Ash vs. Evil Dead”, com bruxas no lugar dos demônios. Mas era bem menos gosmenta e muito mais politicamente incorreta. O elenco era encabeçado por John C. McGinley (o eterno Dr. Perry Cox de “Scrubs”) e Janet Varney (que, além de atuar em “You’re the Worst”, foi a dubladora original da protagonista de “Avatar: A Lenda de Korra”), e ainda incluía Deborah Baker Jr. (série “The Great Indoors”) e Nate Mooney (série “American Odyssey”). A 3ª temporada terminou em novembro e desde então os fãs aguardavam notícias. Que, infelizmente, não foram as esperadas.

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    Diretora diz que Mulher-Maravilha 1984 é homenagem à série clássica da heroína

    28 de janeiro de 2019 /

    A cineasta Patty Jenkins revelou o motivo que a levou a optar por situar o segundo longa da Mulher-Maravilha nos anos 1980. Foi uma homenagem à série clássica da heroína. Falando à imprensa americana durante sua passagem pelo Festival de Sundance, para divulgar sua série “I Am the Night”, a diretora disse que a década de 1980 é “a era a que Mulher-Maravilha pertence”. “É perfeita para a história, e como fã da série de TV, tinha que ver a Mulher Maravilha nos anos 1980”, explicou. “A Mulher-Maravilha foi tão importante naquele momento, então queríamos capturar isso”. “Os anos 1980 tiveram algumas das coisas mais interessantes possíveis na cultura pop, incluindo artes e música. Foi um momento onde a sociedade viu seu melhor e o seu pior. Acredito que vamos mostrar uma versão muito mais inspiradora e elegante daquela época, de várias maneiras”, acrescentou. Ela também contou que as filmagens já foram finalizadas e tudo “correu muito bem”. “Os atores deram seu melhor, fizemos uma tonelada de cenas de ação com efeitos de malabarismo por fios, e acredito que o filme está realmente incrível”. Apesar das declarações, vale esclarecer: a série da “Mulher-Maravilha” não foi uma produção dos anos 1980. A série, que durou três temporadas, foi ao ar de 1975 a 1979 nos Estados Unidos. Além de dirigir, Patty Jenkis coestreveu o filme, trabalhando a partir de um roteiro de Dave Callaham (“Godzilla”) e Geoff Johns (“Aquaman”). Poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” foram revelados até o momento, além do fato de a trama se passar em 1984, trazer de volta Gal Gadot como a heroína, Chris Pine como Steve Trevor e incluir a atriz Kristen Wiig como a vilã Mulher-Leopardo. A estreia está marcada apenas para junho de 2020.

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    2ª temporada de Barry ganha primeiro trailer

    28 de janeiro de 2019 /

    O canal pago HBO divulgou o trailer da 2ª temporada de “Barry”, premiada série de Bill Hader. Primeira série estrelada por Bill Hader – depois de oito temporadas no programa humorístico “Saturday Night Live” – , traz o ator como um ex-militar que trabalha como assassino de aluguel no Meio-Oeste americano. Bem sucedido, mas não apaixonado por sua linha de trabalho, ele descobre que pode ser bom em outra coisa ao viajar até Los Angeles para um “serviço” e se deparar com a comunidade de teatro amador da cidade, passando a crer que atuar é sua verdadeira vocação. Hader criou “Barry” em parceria com Alec Berg e também fez sua estreia como diretor no programa, ao comandar os três primeiros episódios. A atração rendeu a ele e ao coadjuvante Henry Winkler os prêmios de atuação em comédia no Emmy do ano passado. A 2ª temporada de “Barry” ainda não estreia prevista.

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    Série animada infantil com vozes de Kate Winslet e Taron Egerton ganha primeiro trailer

    28 de janeiro de 2019 /

    O canal pago britânico Sky One divulgou o primeiro trailer da série animada “Moominvalley”, que reúne um elenco de vozes cinematográficas, incluindo Kate Winslet (“Roda Gigante”), Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”), além de Edvin Endre (“Vikings”), Bel Powley (“O Diário de uma Adolescente”), Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”), Matt Berry e Richard Ayoade (ambos de “The IT Crowd”). A série é baseada nos livros ilustrados e tiras em quadrinhos de “Moomin”, uma criação da artista finlandesa Tove Jansson (1914-2001), e foi desenvolvida pelo cineasta Steve Box, da animação vencedora do Oscar “Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais” (2005). O protagonista é Moomintroll (voz de Taron Egerton), que é curioso, gentil, sensível e idealista. Ele é o típico herói de uma história de amadurecimento, que tenta lidar com os problemas de ter que crescer e econtrar sua identidade, enquanto permanece uma parte amada da família Com 13 episódios, a 1ª temporada estreia no Reino Unido durante a Páscoa, e também será exibida pela emissora pública finlandesa YLE.

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