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  • Etc,  Série

    Uma Família da Pesada não fará mais piadas com homossexuais

    15 de janeiro de 2019 /

    A série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy), criada por Seth MacFarlane e conhecida pelo humor politicamente incorreto, não fará mais piadas pejorativas sobre homossexuais. Os produtores executivos Alec Sulkin e Rich Appel anunciaram a decisão em entrevista ao site TV Line, comentando que, após 20 anos de produção do desenho, o público não permite mais este tipo de brincadeira. Atualmente em sua 17ª temporada, a série tinha como alvo frequente de piadas homofóbicas o personagem Stewie, bebê da família Griffin. “Se você comparar o programa feito em 2005 ou 2006 com as temporadas de 2018 ou 2019, verá grandes diferenças” disse Sulkin. “Lá atrás, fazíamos brincadeiras com alguns assuntos que, agora, entendemos não serem aceitáveis.” A decisão surge no momento que muitos nomes de Hollywood têm se envolvido em polêmicas relacionadas ao tema. O comediante Kevin Hart desistiu de apresentar o Oscar após o resgate de tuítes antigos com piadas homofóbicas. O cineasta James Gunn também sofreu com tuítes de seu passado, que faziam brincadeiras ofensivas com estupros, AIDS e pedofilia. “Se um programa está no ar há 20 anos, a cultura muda”, complementa Appel. “Nós mudamos também. O clima é diferente, a cultura é diferente e nossa visão é diferente.”

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  • Etc,  TV

    José Mayer é dispensado da Globo, dois anos após acusação de assédio

    15 de janeiro de 2019 /

    A Globo esperou o contrato do ator José Mayer vencer, em dezembro, para dispensá-lo. O acordo não foi renovado após ele ser acusado de assediar sexualmente uma figurinista. Assim, seu afastamento por tempo indefinido se tornou definitivo. Mayer deixou de gravar novelas depois de “A Lei do Amor”, na qual interpretou o vilão Tião. Ele foi suspenso no início de 2017, após a denúncia mobilizar as atrizes do canal, que ensaiaram boicote à qualquer projeto que o incluísse. “Depois de mais de 35 anos de uma trajetória iniciada na novela ‘Guerra dos Sexos’, em 1983, com participação em mais de 40 obras, entre novelas, séries, minisséries e especiais, a Globo e o ator José Mayer informam o fim da parceria, de comum acordo, no final de 2018”, afirmou a emissora em nota, diante de consulta da imprensa. O ator foi denunciado pela assistente de figurino Susllem Tonani, que revelou suas investidas, com toques indevidos em suas partes íntimas, para o Departamento de Recursos Humanos da emissora em 2016, mas, como isso não gerou resultados, decidiu tornar o fato público em março de 2017, no blog Agora É Que São Elas, da Folha de S. Paulo. O caso acabou ganhando grande repercussão e uniu as atrizes da emissora em apoio à figurinista, com direito a hashtag, camiseta e slogan contra o assédio, “Mexeu com uma, mexeu com todas”. Apesar da polêmica, Aguinaldo Silva ainda tentou escalá-lo na novela “O Sétimo Guardião”, mas seu nome foi vetado pela Globo. Mesmo assim, o teledramaturgo prosseguiu em campanha em prol do ator. No última segunda (14/1), Silva publicou o seguinte Twitter: “Não há crime se não há queixa à polícia nem denúncia na Justiça, por isso… VOLTA, JOSÉ MAYER!” Apesar desta mensagem, a figurinista tentou, sim, levar o caso à Justiça. Ela alegou no ano passado que foi “extremamente inibida por um delegado” logo após sua denúncia. Vendo que o machismo policial trataria de inocentá-lo de qualquer acusação, ela desistiu de processar Mayer criminalmente. Ao longo da carreira, Mayer se destacou na Globo por interpretar personagens “pegadores”, que se envolviam com várias mulheres – geralmente, mais de uma ao mesmo tempo. A emissora seguiu escalando-o em personagens com esse perfil mesmo quando sua idade se tornou mais adequada para papéis de vovô. Para complicar ainda mais, muitas de suas parceiras românticas poderiam viver suas netas. Mayer só foi quebrar a imagem de machão em “Império” (2014), novela de Aguinaldo Silva em que interpretou o homossexual Cláudio Bolgari. Mas mesmo gay ele se envolvia com um parceiro muito mais jovem, vivido por Klebber Toledo.

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  • Música,  TV

    Edyr de Castro (1946 – 2019)

    15 de janeiro de 2019 /

    A cantora e atriz Edyr de Castro, que fez parte do grupo As Frenéticas e atuou em novelas, morreu na manhã desta terça-feira (15/1) no Rio de Janeiro. Ela começou sua carreira no teatro, na montagem do famoso musical “Hair”, em 1969. Mas só ficou conhecida após ser convocada por Nelson Motta para integrar o sexteto vocal As Frenéticas, juntamente com Sandra Pêra, Regina Chaves, Leiloca Neves, Dhu Moraes e Lidoka Martuscelli. Ao emplacar o tema de abertura da novela “Dancin’ Days” (1978), o grupo virou um fenômeno de popularidade – e ainda bisou o feito com o tema de “Feijão Maravilha” (1979). Com o fim das Frenéticas em 1984, Edyr migrou para a televisão, aparecendo na minissérie “Tenda dos Milagres” (1985) e na novela mais vista da rede Globo, “Roque Santeiro” (1985). Em seguida, ela viveu seu papel mais lembrado, como Doroteia na novela “Cambalacho” (1986). Edyr de Castro ficou na Globo até 2006, participando ainda das minisséries “Anos Rebeldes” (1992) e “Chiquinha Gonzaga” (1999), além de algumas novelas, despedindo-se do canal com “Sinhá Moça” (2006). Depois disso, ainda atuou na série “A Turma do Pererê”, na TVE Brasil, e fez duas novelas na Record – “Amor e Intrigas” (2007) e “Poder Paralelo” (2009). Sua carreira ainda inclui diversos filmes, com destaque para “Menino Maluquinho: O Filme” (1995), “Uma Onda No Ar” (2002), “Proibido Proibir” (2006) e “5x Favela, Agora por Nós Mesmos” (2010). Mas a aposentadoria se tornou incontornável quando descobriu que sofria de Alzheimer. Ela viveu seus últimos oito anos no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro, sem deixar ser abater. “Sou feliz aqui, estou em paz comigo mesma”, disse em entrevista ao jornal Extra em 2015. Lembre abaixo o maior sucesso das Frenéticas.

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  • Série

    Série de vampiros The Passage lidera audiência em sua estreia nos Estados Unidos

    15 de janeiro de 2019 /

    A série “The Passage” teve uma estreia promissora na rede americana Fox, melhor que o esperado para um lançamento da midseason. Indo ao ar como substituta de “9-1-1”, uma das séries mais vistas da Fox, conseguiu uma audiência de 5,22 milhões de telespectadores e marcou 1,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Em comparação, “9-1-1” marcava uma média de 6,2 milhões de telespectadores e 1,5 ponto na demo. Mas isso inclui números da alta temporada, que cai no outono norte-americano. A pontuação de “The Passage” foi suficiente para torná-la a série mais vista da noite de segunda (14/1) entre o público adulto nos Estados Unidos, deixando para trás “The Resident”, “The Good Doctor”, “Magnum P.I.”, “Happy Together”, “Bull”, “The Neighborhood” e “The Manifest”. Desenvolvida por Liz Heldens (criadora da série “Deception”), a produção é baseada no best-seller “A Passagem”, de Justin Cronin, que originou uma trilogia. A premissa apresenta uma instalação médica secreta do governo, que realiza experimentos com um perigoso vírus que poderia curar todas as doenças ou causar a extinção da raça humana. Mas para saber qual é o resultado, a droga precisa ser testada numa criança. A partir daí, a trama acompanha de uma menina de 10 anos chamada Amy Bellafonte (Saniyya Sidney, da série “American Horror Story”), que é escolhida para o teste, mas acaba despertando o instinto paternal no agente federal Brad Wolgast (Mark‐Paul Gosselaar, série “Franklin & Bash”), responsável por conduzi-la. Numa mudança inesperada, ele resolve fugir e protegê-la, tornando-se alvo de uma caçada humana. Aos poucos, a série deve avançar até o cenário pós-apocalíptico do livro, onde vampiros criados pela droga passam a dominar a Terra e os poucos humanos sobreviventes precisam se unir para sobreviver. O elenco também inclui Vincent Piazza (série “Boardwalk Empire”), Brianne Howey (série “The Exorcist”), Jamie McShane (série “Bloodline”), Caroline Chikezie (série “The Shannara Chronicles”), Emmanuelle Chriqui (série “Shut Eye”) e Henry Ian Cusick (série “The 100”).

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  • Filme

    Danny Glover entra na continuação de Jumanji

    15 de janeiro de 2019 /

    A Sony Pictures segue escalando o elenco da continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A mais recente adição é o veterano astro Danny Glover, que já se achava muito velho na época de “Máquina Mortífera” (1987). Seu papel está sendo mantido em segredo, mas é possível especular que tenha a ver com a inclusão do também experiente Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”). Ambos poderiam ser versões mais velhas dos protagonistas – respectivamente de Kevin Hart e Jack Black. Resta aguardar para ver se mais dois astros veteranos entram na produção para encarnar a Terceira Idade de Dwayne “The Rock” Johnson e Karen Gillan. Além do elenco original e dos veteranos citados, a comediante Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) também vai participar da nova aventura. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi lançado em janeiro de 2018 e arrecadou quase US$ 1 bilhão, garantindo rapidamente uma sequência. A continuação está prevista para dezembro de 2019, dirigida novamente por Jake Kasdan, que assinou o longa anterior.

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  • Série

    Grace & Frankie é renovada para a 6ª temporada

    15 de janeiro de 2019 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais que “Grace & Frankie” terá 6ª temporada. A renovação foi comunicada a poucos dias da estreia do quinto ano da série estrelada por Lily Tomlin e Jane Fonda. Na série, as estrelas veteranas vivem duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam tendo que conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), June Diane Raphael (“Não Vai Dar”), Baron Vaughn (“Corporate”) e Peter Gallagher (série “Covert Affairs”). A 5ª temporada estreia na sexta-feira (18/1) e a 6ª será disponibilizada em 2020. A temporada 5 ainda nem estreou, mas eu já queria divulgar que Grace and Frankie foi renovada sim! pic.twitter.com/KVtGXcgZcI — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 15, 2019

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  • Etc

    Selena Gomez volta ao Instagram após internação em clínica

    15 de janeiro de 2019 /

    A cantora e Selena Gomez voltou ao Instagram após passar quatro meses afastada das redes sociais. Neste período, ela chegou a ficar internada em uma clínica. “Já faz algum tempo que vocês não ouvem falar de mim, mas eu sempre quis agradecer o amor e apoio”, escreveu ela na noite de segunda (14/1), ao lado de três fotos em preto e branco. “O ano passado foi definitivamente um ano de autorreflexão, desafios e crescimento. São sempre aqueles desafios que mostram quem você é e o que é capaz de superar”, continuou. “Confie em mim, não é fácil, mas estou orgulhosa da pessoa que estou me tornando e ansiosa pelo próximo ano. Amo todos vocês”, concluiu Selena, que já foi a pessoa mais seguida do Instagram e atualmente possui 144 milhões de seguidores. A mensagem já acumula quase 8 milhões de likes. Nesta terça, ela retomou as postagens avisando que tinha muitas novidades para compartilhar em 2019. E foi logo revelando a primeira: fotos de uma campanha como modelo da Puma. Antes destes posts, ela tinha aparecido no Instagram em setembro para afirmar que estava dando um tempo para descansar e aproveitou para criticar o bullying, afirmando que “comentários negativos podem machucar o sentimento de qualquer um”. Foi em setembro que a artista de 26 anos precisou ser internada, primeiro para tratar de sua saúde física. Tudo começou com uma breve e sigilosa internação num hospital de Los Angeles na última semana daquele mês, após ela apresentar um nível “alarmantemente baixo” de glóbulos brancos no sangue. Selena recebeu alta após alguns dias, mas no começo de outubro voltou ao centro médico, pois o nível de glóbulos brancos baixos persistiu. Durante esta segunda internação, a cantora, de acordo com o TMZ, sofreu uma “crise nervosa” por não receber alta rapidamente, e até tentou arrancar as sondas do braço. Diante desse quadro, os médicos a mantiveram por quase um mês em terapia dialética comportamental, um tratamento a que já se submeteu no passado e que serve para diversos transtornos, visando identificar e mudar pensamentos negativos e padrões de comportamento. No ano passado, a artista passou por um transplante de rim por causa de sua doença, lúpus – doença inflamatória sem cura, que ocorre quando o sistema imunológico ataca seus próprios tecidos. Um dos muitos efeitos do lúpus são crises nervosas. Em agosto de 2016, Selena chegou a dar um tempo de três meses na carreira para se internar numa clínica. Ela comentou na época que estava sofrendo de ansiedade, ataques de pânico e depressão, devido à evolução da doença. Visualizar esta foto no Instagram. It’s been awhile since you have heard from me, but I wanted to wish everyone a happy new year and to thank you for your love and support. Last year was definitely a year of self-reflection, challenges and growth. It’s always those challenges which show you who you are and what you are capable of overcoming. Trust me, it’s not easy, but I am proud of the person I am becoming and look forward to the year ahead. Love you all. Uma publicação compartilhada por Selena Gomez (@selenagomez) em 14 de Jan, 2019 às 2:09 PST Visualizar esta foto no Instagram. Lots to look forward to in 2019. I can’t wait to share the projects I’ve been working on with you. The first one is here: Cali ? BY @pumasportstyle Uma publicação compartilhada por Selena Gomez (@selenagomez) em 15 de Jan, 2019 às 9:01 PST

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  • Série

    Dirty John: Eric Bana seduz Connie Britton no trailer legendado da série criminal

    15 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da série “Dirty John”, que traz Eric Bana (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) como um gatão da meia-idade, que conhece pela internet a mãe solitária vivida por Connie Britton (“9-1-1”). A trama lembra outro sucesso recente disponibilizado na Netflix, “Você” (You), ao mostrar como o vilão seduz a mulher de forma completa, escondendo sua ficha criminal com mentiras, mas nem seu charme afasta a desconfiança das filhas da vítima. Criada por Alexandra Cunningham, que também criou “Chance” e “Prime Suspect”, a série é adaptação de um podcast investigativo sobre casos reais e também inclui em seu elenco Julia Garner (“The Americans”), Juno Temple (“Roda Gigante”), Brent Anderson (“American Crime”), Olivia Grace Applegate (“De Canção em Canção”), David Barrera (“Chance”) e Jake Abel (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”). Assim como “Você”, “Dirty John” passou primeiro pela TV paga americana antes de chegar na Netflix. Produção do canal Bravo, os oito episódios da 1ª temporada foram exibidos de 25 novembro a 13 de janeiro nos Estados Unidos. Por sinal, o Bravo já renovou a série para sua 2ª temporada, que contará uma nova história, num formato de antologia anual. A estreia em streaming vai acontecer em 14 de fevereiro.

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  • Série

    Nightflyers: Minissérie sci-fi do autor de Game of Thrones ganha trailer legendado na Netflix

    15 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Nightflyers”, minissérie sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária que inspirou “Game of Thrones”). Transportada para as telas com muitos efeitos visuais, a obra se tornou a produção a mais cara já realizada pelo canal pago americano Syfy. Mas também uma das maiores decepções de 2018. “Nightflyers” já tinha rendido um filme trash em 1987. O visual apurado da nova produção não muda o fato de que a trama, originalmente publicada em 1980, é uma mistura requentada de “Viagem ao Fim do Universo” (1963) com “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), com muitas situações que se tornaram clichês em 50 anos. A série espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação foi feita pelo roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Exibida em dezembro nos Estados Unidos, “Nightflyers” chega ao streaming em 1 de fevereiro.

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  • Série

    Black Earth Rising: Minissérie britânica com 100% de aprovação ganha trailer da Netflix

    15 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da minissérie britânica “Black Earth Rising”, estrelada por Michaela Coel (“Black Mirror: USS Callister”) e John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”). Escrita e dirigida por Hugo Blick (da impactante minissérie “The Honorable Woman”), a trama acompanha Kate Ashby (Coel), que foi resgatada quando criança do genocídio em Ruanda e adotada por uma promotora britânica (Harriet Walter, de “The Crown”) especializada em Direito Penal Internacional. Já adulta, ela atua como investigadora legal no escritório de advocacia do personagem de Goodman. Mas quando um líder de milícia africana começa a ser processado, ela se vê forçada a revisitar seu passado de dor. Assim, a narrativa dramática ganha contornos de suspense político, que conduzem a protagonista em busca de respostas por oito episódios muito tensos. Produção original da BBC, “Black Earth Rising” foi exibida entre setembro e outubro no Reino Unido, ocasião em que atingiu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e adulação extrema da imprensa britânica. A série chega ao streaming em 25 de janeiro.

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  • Série

    Ator do Disney Channel é uma das novidades da 2ª temporada de Elite na Netflix

    15 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Elite”. O vídeo tem a função de apresentar três novidades no elenco da série espanhola, que virou um fenômeno entre o público jovem. A principal é o chileno Jorge López, conhecido dos brasileiros por seu papel na novela teen “Sou Luna”, do Disney Channel. De acordo com a plataforma de streaming, seu personagem se chamará Valério. As outras duas adições são Georgina Amorós, que teve papel coadjuvante em outro longa da Disney, “Tini: Depois de Violetta” (2016), e Claudia Salas, que poussui apenas o filme “Malvineitor” (2017) no currículo. Georgina interpretará Cayetana, e Claudia será Rebeca na trama adolescente. Não há maiores detalhes sobre os novos personagens. Além do trio, o elenco de Elite conta com María Pedraza (Marina), Itzan Escamilla (Samuel), Miguel Bernardeau (Guzmán), Miguel Herrán (Christian), Jaime Lorente (Nano), Álvaro Rico (Polo), Arón Piper (Ander), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Omar Ayuso (Omar) e Danna Paola (Lu). A 2ª temporada terá oito episódios e estreará ainda neste ano. Tenho certeza que o pessoal de Las Encinas vai receber super bem os novos alunos. Né? pic.twitter.com/sadgDOZXHe — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 15 de janeiro de 2019

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    NBCUniversal anuncia sua plataforma de streaming exclusiva

    15 de janeiro de 2019 /

    A NBCUniversal, empresa audiovisual do grupo Comcast, anunciou na tarde de segunda (14/1) em Los Angeles (noite no Brasil) que lançará o seu próprio serviço de streaming em 2020, acompanhando iniciativas similares da Disney e da WarnerMedia. O serviço vai combinar conteúdo dos canais e produtoras de TV e cinema do conglomerado, que inclui a rede NBC, diversos canais pagos americanos, a Universal Pictures e, desde o final do ano passado, a rede europeia de TV paga Sky. O projeto pretende se diferenciar dos rivais por ser oferecido gratuitamente. Mas se trata de uma gratuidade relativa, já que constará como opção dos serviços de TV por assinatura do grupo – inicialmente, da Comcast, nos EUA, e da Sky, na Europa. Além disso, a nova plataforma também terá exibição de anúncios como forma de sustentar sua viabilidade comercial. O serviço oferecerá uma opção paga (US$ 12 por mês) para quem não quiser ver publicidade e também para quem não tiver assinatura de TV da Comcast/Sky. Outros provedores de TV paga também deverão oferecer posteriormente o acesso à plataforma, que ainda não foi nomeada. Segundo a empresa, o serviço também oferecerá notícias e esportes ao vivo, dos canais NBC News e NBC Sports, assim como a programação exibida na rede NBC. Entre os programas que estarão disponíveis em streaming está o “Saturday Night Live”, que tem 43 anos de episódios produzidos.

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    Paul Koslo (1944 – 2019)

    15 de janeiro de 2019 /

    O ator Paul Koslo, que foi coadjuvante em diversos clássicos da década de 1970, morreu de câncer na quarta-feira passada (9/1) em sua casa, em Lake Hughes, Califórnia. Ele tinha 74 anos. Nascido Manfred Koslowski na Alemanha em 27 de junho de 1944, seu primeiro papel de destaque no cinema foi como Dutch, um ex-estudante de medicina que é um dos poucos a sobreviver à praga biológica que extermina a civilização na sci-fi “A Última Esperança na Terra” (Omega Man, 1971), estrelada por Charlton Heston. Koslo também viveu um patrulheiro rodoviário em “Corrida Contra o Destino” (Vanishing Point, 1971), ex-militar traumatizado pela Guerra do Vietnã em “A Máquina de Matar” (1971), caçador de recompensas em “Joe Kidd” (1972), gângster em “Cleopatra Jones” (1973), psicopata em “Jogo Sujo” (1973), integrante de uma família sanguinária em “Quando o Ódio Explode” (1973), pistoleiro em “Justiceiro Implacável” (1975), novamente gângster em “A Piscina Mortal” (1975), judeu em fuga dos nazistas em “A Viagem dos Condenados” (1976) e o prefeito do western “Portal do Paraíso” (1980), entre muitos outros personagens. Nestes filmes, contracenou com grandes astros como John Wayne, Katharine Hepburn, Paul Newman, Clint Eastwood, Charles Bronson, Faye Dunaway, Robert Duvall, Rod Steiger, Jeff Bridges, Christopher Walken, John Hurt, Isabelle Huppert, Charlotte Rampling, Joanne Woodward e o já mencionado Charlton Heston, para citar alguns. Chegou a se tornar um dos atores favoritos do diretor Stuart Rosenberg, que o escalou em quatro filmes consecutivos – “Matança em São Francisco” (1973), “A Piscina Mortal” (1975), “A Viagem dos Condenados” (1976) e “Amor e Balas” (1979). E também foi um dos principais antagonistas de Charles Bronson, com quem lutou em três filmes – “Jogo Sujo” (1973), “Desafiando o Assassino” (1974) e “Amor e Balas” (1979). Ele ainda viveu o pai de River Phoenix na comédia juvenil “Uma Noite na Vida de Jimmy Reardon” (1988), enfrentou Gene Hackman e Dan Aykroyd na comédia policial “Um Tiro que Não deu Certo” (1990) e voltou a atuar com Charleton Heston em nova sci-fi, “Solar Crisis” (1990). Mas, apesar desses filmes esporádicos, sua carreira cinematográfica estagnou após o início promissor, o que o levou a privilegiar participações em episódios de séries. Foram dezenas, de “Missão: Impossível” e “O Incrível Hulk” até “Stargate: SG1” em 2000. Seu último papel foi como ele mesmo, na comédia indie “Breaking the Fifth” (2004).

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