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    Netflix cancela a série do Demolidor após a 3ª temporada

    30 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou o cancelamento da série do herói Demolidor (Daredevil) ao final de sua 3ª temporada. “’Demolidor’ não voltará para uma 4ª temporada na Netflix. Estamos tremendamente orgulhosos da temporada final da série, e ainda que seja doloroso para os fãs, sentimos que é melhor encerrar a série em uma nota alta. Somos gratos ao showrunner Erik Oleson, aos roteiristas da série, à equipe estelar e o elenco incrível incluindo Charlie Cox como o próprio Demolidor, e somos gratos aos fãs que nos apoiaram ao longo dos anos. Mesmo que a série da Netflix tenha acabado, as três temporadas existentes permanecerão no serviço por anos, enquanto o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”, disse a Netflix em comunicado. O cancelamento de “Demolidor” acontece pouco mais de um mês após a plataforma cancelar “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fim das séries de super-heróis da Marvel na Netflix é um duro golpe para os fãs, que se encantaram com suas narrativas mais violentas que o costume. Todas as três séries foram canceladas após apresentarem suas melhores temporadas, deixando o público desconsolado. No caso de “Demolidor”, a decisão é especialmente difícil de aceitar, considerando que a 3ª temporada da série representou um dos maiores avanços criativos e de qualidade de todo o universo compartilhado dos heróis no streaming. Há relatórios não oficiais que apontam queda na audiência de todas as séries da Marvel, mas a Netflix mantém seus números em segredo. Entretanto, é bem provável que, com o aumento desmedido de oferta, não apenas as produções de super-heróis, mas todas as séries da plataforma tenham perdido público, já que o ritmo de lançamentos do serviço atingiu o ponto da autofagia, com um volume excessivo de séries e filmes que competem entre si pela atenção dos assinantes. Também chama atenção as séries da Marvel serem canceladas após a Disney anunciar seus planos para seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Afinal, elas compartilham o mesmo universo dos filmes dos Vingadores, que vão ganhar séries derivadas no Disney+ (Disney Plus). Os cancelamentos poderiam ser retaliação. Por esse raciocínio, a Neflix já planejaria o cancelamento de “Jessica Jones” e “Justiceiro” após exibir as temporadas encomendadas. De todo modo, chama atenção no anúncio do cancelamento a ressalva de que “o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”. Ela ecoa mensagens anteriores, como, por exemplo, a frase “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”. Embora seja difícil imagens esses “heróis de rua” no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, o estúdio pode ter planos de aproveitar os personagens em outros locais, como a plataforma Hulu, a rede ABC ou até mesmo o canal pago FX. Vale lembrar que a ABC renovou com muita antecipação a série “Agents of SHIELD”, sua conexão com o universo Marvel – na contramão dos cancelamentos da Netflix.

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  • Filme

    Amor, Sublime Amor: Rita Moreno vai estrelar remake do filme que lhe rendeu o Oscar há 57 anos

    29 de novembro de 2018 /

    A veterana atriz Rita Moreno entrou no remake do musical “Amor, Sublime Amor”, que será dirigido por Steven Spielberg. Atualmente na série “One Day at a Time”, ela fez parte do elenco do filme original de 1961 e venceu o Oscar de Atriz Coadjuvante por seu papel como Anita. Na nova versão, Moreno viverá Valentina, uma reinvenção do papel de Doc, o dono da lojinha onde Tony trabalha. “Nunca em meus sonhos mais selvagens eu me imaginei revisitando esse trabalho seminal. E ser convidada por Steven Spielberg para participar é simplesmente empolgante! E trabalhar com esse autor brilhante, Tony Kushner – que mistura gloriosa! Estou tremendo!”, anunciou a atriz, que também atuará como produtora executiva do projeto. Além do retorno de Rita Moreno, até o momento apenas Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) está confirmado no elenco, no papel de Tony. A atriz Eiza González (também de “Em Ritmo de Fuga”) estaria em negociações para viver Anita, segundo rumores. “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta”, passada em Nova York no final dos anos 1950, que acrescenta à história clássica de amor proibido elementos de delinquência juvenil e preconceito racial. A obra estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e sua versão de cinema, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”) venceu nada menos que 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. Ainda não há previsão para a estreia do remake de Spielberg.

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  • Filme

    Kristen Stewart negocia estrelar sua primeira comédia romântica lésbica

    29 de novembro de 2018 /

    A atriz Kristen Stewart está negociando estrelar sua primeira comédia romântica lésbica, “Happiest Season”. A história é bem convencional. A protagonista (Stewart) planeja propor casamento a sua namorada durante as festividades de fim de ano, mas descobre que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Soa como uma versão lésbica de “Adivinhe Quem vem para Jantar” (1967). O filme será o segundo longa dirigido pela atriz Clea DuVall, que é abertamente lésbica, e foi escrito em parceria com outra atriz, Mary Holland. As duas atuam juntas na série “Veep”. A produção é da Temple Hill Entertainment em parceria com a TriStar, do conglomerado Sony. A Temple Hill fez sucesso este ano justamente com uma comédia romântica gay, “Com Amor, Simon”. Kristen Stewart, que está filmando a nova versão de “As Panteras”, definiu-se recentemente como bissexual, mas seus relacionamentos mais recentes foram todos com mulheres. No cinema, porém, a maioria de seus papéis são de heroínas heterossexuais, de Bella Swan em “Crepúsculo” a Branca de Neve em “Branca de Neve e o Caçador”. Mas ela experimentou a sexualidade de Joan Jett numa cena de “The Runaways” e seu filme mais recente é o suspense lésbico “Lizzie”, que estreia no Brasil em março.

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  • Filme

    Tom Hanks negocia viver Gepeto em nova versão de Pinóquio da Disney

    29 de novembro de 2018 /

    Tom Hanks pode ser o primeiro nome confirmado no próximo remake de animação clássica da Disney. Segundo apuraram as revistas Variety e The Hollywood Reporter, ele iniciou negociações com a Disney para viver Gepeto na nova versão com atores de “Pinóquio”. O filme será dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e vai apresentar com atores de carne e osso a história do boneco de madeira que deseja virar um menino de verdade. Gepeto é o velho carpinteiro que cria o boneco e se torna sua figura paterna. O maior entrave na confirmação de Hanks está na agenda lotada do ator. Ele está atualmente dublando Woody em “Toy Story 4” e se prepara para filmar em fevereiro a sci-fi “Bios”, dirigida por Miguel Sapochnik (diretor premiado da série “Game of Thrones”). Além disso, vai estrelar o remake da comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” (2015). Para complicar ainda mais, a produção da Disney enfrentará saturação do tema, já que existem atualmente outras adaptações do personagem criado por Carlo Collodi em desenvolvimento. O cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix e o italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) prepara a sua versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). Havia até uma projeto da Warner que teria Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto, mas este projeto foi abandonado diante do excesso de concorrentes. O desenho original de “Pinóquio” foi lançado pela Disney em 1940 e venceu o Oscar de Melhor Canção Original – pela clássica “When You Whish Upon a Star”.

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  • Filme

    Viola Davis será primeira congressista negra dos EUA em drama de época da diretora de Noviciado

    29 de novembro de 2018 /

    Viola Davis, atualmente em cartaz nos cinemas no suspense “As Viúvas”, vai viver uma figura histórica dos EUA em seu próximo filme. Intitulado “The Fighting Shirley Chisholm”, o longa vai trazer a atriz no papel-título, como a primeira mulher negra eleita para o Congresso americano. Shirley Chisholm foi eleita como congressista (cargo equivalente a deputado federal) por Nova York em 1968 e permaneceu, por meio de várias reeleições, até 1983 no Congresso nacional. Em 1972, foi a primeira mulher e a primeira pessoa não-caucasiana a concorrer a uma indicação à presidência por um dos grandes partidos norte-americanos, o Partido Democrata. O roteiro foi escrito por Adam Countee (das séries “Silicon Valley” e “Community”), que realiza o seu primeiro projeto cinematográfico, e a direção está a cargo de Maggie Betts, premiada como Diretora Revelação no Festival de Sundance do ano passado por seu longa de estreia, “Noviciado” (2017). O projeto marca o começo de uma parceria entre Viola Davis e o Amazon Studios. A atriz firmou na quarta (28/11) um contrato de coprodução entre sua empresa, JuVee Productions, e a plataforma de streaming para o desenvolvimento de filmes e séries. Ainda não há data definida para o lançamento de “The Fighting Shirley Chisholm”.

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    Green Book: Drama vencedor do Festival de Toronto e cotadíssimo para o Oscar ganha primeiro trailer legendado

    29 de novembro de 2018 /

    A Diamond Films divulgou o primeiro trailer legendado de “Green Book”, que ganhou subtítulo para o lançamento no Brasil – “Green Book: O Guia”. Vencedor do Festival de Toronto 2018, o drama de época é uma das principais apostas para o Oscar 2019 e também já foi eleito o melhor filme do ano pela National Board of Review, a associação de críticos mais antiga dos Estados Unidos. A prévia revela uma trama envolvente sobre percepções raciais nos Estados Unidos segregado dos anos 1960, sugerindo um “Conduzindo Miss Daisy” (1989) às avessas com dois atores do maior calibre. Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) interpreta um branco pobre que arranja emprego como motorista de um pianista erudito negro, vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”). Conforme os dois embarcam numa longa viagem pelo sul dos Estados Unidos, cumprindo uma turnê do pianista em apresentações para ricaços, as diferenças entre os dois se tornam evidentes, mas também começam a diminuir. O pianista ensina um pouco de refinamento para o grosso motorista, que, por sua vez, apresenta ao patrão alguns dos prazeres simples da vida. Entretanto, a situação da dupla chama atenção de racistas. Por curiosidade, o título nacional evoca o fato histórico de “Green Book” ser o nome de um guia de viagens para negros, vendido nos Estados Unidos do período, com indicações de hotéis e restaurantes que aceitavam servir negros. A história é baseada em fatos reais e foi escrita e dirigida por Peter Farrelly em sua primeira incursão dramática, após ficar conhecido por formar com seu irmão Bobby uma das parcerias mais bem-sucedidas das comédias americanas dos anos 1990, responsável por sucessos como “Débi & Lóide” (1994) e “Quem Vai Ficar com Mary” (1998). O elenco também inclui Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”), Don Stark (“Café Society”), P.J. Byrne (“Rampage”), Brian Stepanek (“Young Sheldon”) e Iqbal Theba (“Glee”). O filme estreou há uma semana em circuito limitado nos Estados Unidos, mas só chega ao Brasil em 24 de janeiro.

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  • Filme

    After: Adaptação de best-seller romântico juvenil ganha trailer legendado

    29 de novembro de 2018 /

    A Diamond Films divulgou a versão legendada do trailer de “After”, adaptação do best-seller que ganhou vida como fanfic de uma tiete da boy band One Direction. A prévia mostra a velha história da menina virginal que encontra um rebelde bonitão que vira sua cabeça, mudando sua perspectiva de vida. A história acompanha uma jovem chamada Tessa Young (Josephine Langford, irmã caçula de Katherine Langford) em seu primeiro semestre de faculdade. Conhecida por ser aluna dedicada, filha obediente e namorada fiel, a jovem se verá em uma nova situação quando conhecer o misterioso Hardin Scott (Hero Fiennes Tiffin, sobrinho de Ralph Fiennes), que mostra ser o oposto dela, um completo rebelde. Tessa colocará em dúvida o que sempre soube sobre a vida. Já viu essa história antes? Provavelmente. Pense em “Crepúsculo” sem vampiros, “Grease” sem músicas, “Rebelde Sem Causa” sem gangues e “Cinquenta Tons de Cinza” sem a sacanagem. Melhor ainda, pense em como esse clichê já foi ironizado pelo enredo de “Peggy Sue, seu Passado a Espera” em 1986. Lançada na plataforma de leitura Wattpad, o romance de açúcar com pimenta de Anna Todd caiu no gosto da garotada que simplesmente adora clichês românticos. A adaptação foi escrita por Susan McMartin (das séries “Mom” e “Two and a Half Men”), a direção é de Jenny Gage (do telefilme “Lenny”) e o elenco adulto inclui Jennifer Beals (“Taken”), Peter Gallagher (“Covert Affairs”) e Selma Blair (“Tratamento de Choque”). “After” estreia em 11 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série

    Criador da série do herói Raio Negro é acusado de estupro, violência e roubo por suposta amante

    29 de novembro de 2018 /

    O produtor-roteirista Salim Akil, criador de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro, da DC Comics, está sendo processado por uma atriz que alega ter sido sua amante. Amber Dixon Brenner (do filme “Selvagens”) acusa Salim de violência doméstica, estupro e violação de direitos autorais. A jovem afirmou que iniciou um caso com Salim há dez anos e que estiveram juntos até ano passado, apesar dele ser casado. Durante este tempo, segundo ela, o produtor a agrediu inúmeras vezes e ainda a forçou a fazer sexo oral nele em múltiplas ocasiões. Apesar dos dez anos de alegado relacionamento, ela busca, ao final da relação, uma compensação pelos abusos sofridos e, supostamente, por ter sido roubada pelo produtor. Segundo os documentos oficiais, Amber afirma que escreveu em 2016 um roteiro chamado “Luv & Perversity in the East Village”, baseado no relacionamento abusivo entre eles. A história, de acordo com ela, fala sobre “uma jovem atraente e negra do mundo do entretenimento que se apaixona por um homem dominante e agressivo e vê sua vida virar de cabeça para baixo.” Amber mandou o roteiro para (o abusivo?) Salim, que gostou tanto da ideia que a copiou na série “Love Is_”, produzida para o canal pago OWN, sem lhe dar nenhum crédito ou compensação. Ela processa também o canal OWN por direitos da ideia roubada, e acrescenta estresse emocional à ação por abuso movida contra o produtor. Salim Akil é casado há 20 anos com Mara Brock Akil. O casal compartilha os créditos pela criação de “Love Is_”, bem como por “Black Lightning” na rede americana CW. Este é segundo escândalo que envolve um showrunner no universo televisivo da DC Comics criado por Greg Berlanti. Um ano atrás, a WBTV (Warner Bros Television) demitiu Andrew Kreisberg, produtor de “The Flash”, “Supergirl” e “Arrow”, após múltiplas alegações de assédio sexual. 19 homens e mulheres, que permaneceram anônimos, acusaram o produtor executivo de má conduta sexual, incluindo toques inadequados, que ocorreram durante vários anos.

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  • Música

    Hugh Jackman vai fazer sua primeira turnê musical internacional

    29 de novembro de 2018 /

    O ator Hugh Jackman anunciou nesta quinta-feira (29) sua primeira turnê musical internacional. Ele vai fazer shows em diversos países cantando hits dos musicais de sua carreira, como “O Rei do Show” e “Os Miseráveis”. Além desses trabalhos no cinema, Jackman também venceu um Tony por sua performance em “The Boy from Oz”, apresentado em 2003 na Broadway. Intitulada “The Man. The Music. The Show.”, a turnê vai começar com uma apresentação em Hamburgo, na Alemanha, em 13 de maio, e terá uma orquestra providenciando a música do espetáculo. Depois de seguir pela Europa, a maratona será estendida para diversas cidades dos Estados Unidos. Por enquanto, não há shows confirmados para a América Latina. Jackman já fez apresentações musicais antes. Entre 3 e 15 de maio de 2011, cantou no Curran Theatre, em San Francisco, várias canções da Broadway e de musicais hollywoodianos, acompanhado de uma orquestra de 17 músicos. Esta, porém, será a primeira vez que levará os shows para a estrada, apresentando-se em turnê por vários países com o mesmo repertório.

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  • Série

    ONG americana acusa nova série da Netflix de “promover o tráfico sexual”

    29 de novembro de 2018 /

    Mais uma série internacional da Netflix despertou polêmica com organizações conservadoras nos Estados Unidos antes de estrear. Depois de um grupo conservador religioso criar caso com a animação brasileira “Super Drags”, é a vez da minissérie italiana “Baby” ser alvejada por protestos, desta vez de uma ONG que trabalha contra a exploração sexual. A National Center on Sexual Exploitation, cujo objetivo é “expor as ligações entre todas as formas de exploração sexual”, acusou a plataforma de “promover o tráfico sexual”. Dawn Hakins, diretor executivo da ONG, diz que os executivos da Netflix estão “completamente fora do tom” e que a plataforma está “priorizando o lucro em cima das vítimas de abuso”. “Erik Barmack, vice-presidente de conteúdos internacionais da Netflix, descreveu o show como ‘ousado’. Não há nada ousado sobre explorar a sexualidade de menores de idade”, disse Hawkins em comunicado. “Esta série glamouriza o abuso sexual e banaliza a experiência de inúmeras mulheres e homens menores de idade que sofreram com o tráfico sexual”, completou. “Baby” é baseada numa história real, que ficou conhecida na mídia italiana como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série acompanha duas garotas em situações como as do escândalo real, alternando seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Dirigido pelos cineastas Andrea De Sica (I Figli della Notte”) e Anna Negri (“Riprendimi”), com Benedetta Porcaroli (“Quando Basta”), Alice Pagani (“Loro 1” e “2”), Isabella Ferrari (“A Grande Beleza”), Claudia Pandolfi (“A Primeira Coisa Bela”) e outros atores italianos, a minissérie terá 6 episódios e estreia nesta sexta-feira (30/11) na Netflix.

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  • Filme

    Críticos de Nova York elegem Roma como o Melhor Filme do ano

    29 de novembro de 2018 /

    A associação dos críticos de cinema de Nova York (New York Film Critics Circle) anunciou nesta quinta-feira (29/11) sua lista anual de melhores títulos e artistas. E o resultado dá o que falar, já que elegeu “Roma”, de Alfonso Cuarón, como o Melhor Filme do ano. Produzido pela Netflix, o projeto do filme em preto e branco foi recusado por vários estúdios, devido aos custos e falta de apelo comercial. Mesmo assim, foi esnobado pela primeira associação de críticos a revelar sua listinha de melhores de 2018, a National Board of Review, que ignorou produções em streaming em seu evento. Já o NYFCC deixou claro, em sua votação, que considera o conteúdo mais importante que a forma como é distribuído, dando um aval importante para as pretensões da Netflix em relação ao Oscar 2019. Para enfatizar ainda mais como gostaram de “Roma”, os críticos de Nova York premiaram o longa triplamente, já que ele ainda rendeu reconhecimento a Cuarón nas categorias de Melhor Direção e Fotografia. “Roma”, que também venceu o Festival de Veneza 2018 e chega em 14 de dezembro em streaming, não se passa na cidade italiana, mas num bairro de classe média da Cidade do México com o mesmo nome, onde trabalha a protagonista, uma empregada doméstica. O filme acompanha a jornada da doméstica Cleo (a estreante Yalitza Aparicio), que testemunha as mudanças sociais e políticas no México durante os anos 1970. Curiosamente, a consagração de “Roma” como Melhor Filme, mesmo não sendo falado em inglês, permitiu que seu principal rival ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, o polonês “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski – e que também é em preto e branco – ficasse com a distinção de Melhor Estrangeiro, bisando o NBR. Quem também reforçou seu favoritismo inicial foi Ethan Hawke, considerado pela terceira vez consecutiva o Melhor Ator do ano por “First Reformed”, e Paul Schrader, que também venceu pela terceira vez como Melhor Roteirista pelo mesmo filme. Ambos conquistaram anteriormente o Gotham Awards e o NBR. O prêmio de Melhor Atriz ficou com Regina Hall, por “Support the Girls”. E, refletindo a adoração da crítica, “Homem-Aranha no Aranhaverso” foi considerada a Melhor Animação, atravessando o que parecia ser uma unanimidade em torno de “Os Incríveis”. Ou seja, vai ter briga de super-heróis pelo Oscar de Animação. Confira abaixo os eleitos dos críticos nova-iorquinos em todas as categorias. Melhor Filme “Roma” Melhor Direção Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Ator Ethan Hawke (“First Reformed”) Melhor Atriz Regina Hall (“Support the Girls”) Melhor Ator Coadjuvante Richard E. Grant (“Poderia me Perdoar?”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Roteiro Paul Schrader (“First Reformed”) Melhor Fotografia Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Documentário “Minding the Gap”, de Bing Liu Melhor Filme Estrangeiro “Guerra Fria” (Polônia), de Pawel Pawlikowski Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, de Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman

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    Blade Runner vai virar série animada do criador de Cowboy Bebop

    29 de novembro de 2018 /

    A franquia “Blade Runner” vai virar série de animação. O canal americano Adult Swim anunciou nesta quinta-feira (29/11) que vai produzir “Blade Runner: Black Lotus”, produção animada que se passará no período de tempo entre o filme clássico de Ridley Scott, de 1982, e sua continuação “Blade Runner 2049”, dirigida por Dennis Villeneuve no ano passado. A série será composta de 13 episódios e se passará no ano de 2032. Os detalhes da trama ainda não foram divulgados, mas personagens familiares da franquia devem aparecer na produção. Vale lembrar que este não é o primeiro projeto animado de “Blade Runner”. A Warner produziu três curtas como prólogo para o filme do ano passado e um deles era um desenho dirigido por Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. Watanabe é justamente o produtor do novo projeto. Ele vai trabalhar com outros dois mestres do anime, Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”), que vão dirigir os episódios. Por conta do envolvimento dos artistas japoneses e a inevitável estética anime que marcará a produção, a plataforma Crunchyroll, especialista em animes, vai distribuir a série internacionalmente para o mercado de streaming. Ainda não há previsão de estreia. Aproveite e (re)veja abaixo o anime de Shinichirô Watanabe, intitulado “Blade Runner 2022: Black Out”, que deve servir de molde para a série animada.

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  • Série

    Maisie Williams vai participar do painel de Game of Thrones na Comic Con Experience

    29 de novembro de 2018 /

    O canal pago HBO confirmou a vinda da atriz Maisie Williams ao Brasil para falar sobre “Game of Thrones” na Comic Con Experience 2018. O anúncio foi feito no Twitter oficial da HBO Brasil. Veja a mensagem original abaixo. Os produtores-roteiristas passarão pelo evento para discutir a 8ª e última temporada de “Game of Thrones”, que estreia em abril no canal pago. Além dela, o painel da atração vai contar com o ator John Bradley, que interpreta Samwell Tarly na série, e os produtores-roteiristas David Benioff e D.B. Weiss, que criaram a atração e dirigem seu último episódio. E vale lembrar que Sophie Turner, a Sansa Stark, também estará no evento para divulgar “X-Men: Fênix Negra” pela Fox. Eles discutirão a esperada última temporada da produção, que estreia em abril no canal pago. A CCXP 2018 acontece no São Paulo Expo (antigo Centro de Exposições Imigrantes) entre os dias 6 e 9 de dezembro. A garota pode não ter nome, mas tem presença confirmada na #CCXP. #GOTXP #MaisieWilliams pic.twitter.com/xqssM4aTPm — HBO Brasil (@HBO_Brasil) 29 de novembro de 2018

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