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    Irmão de Elena, de The Vampire Diaries, vai aparecer na série Legacies

    7 de agosto de 2018 /

    O ator Steven R. McQueen, que viveu Jeremy Gilbert, o irmão mais novo da Elena em “The Vampire Diaries”, vai reprisar o seu papel no novo spin-off “Legacies”. Ele fará participação especial em dois episódios da série. Jeremy foi visto pela última vez na Escola Salvatore para Jovens Dotados, no último episódio de “The Vampire Diaries” – outra participação especial, já que tinha saído da atração duas temporadas antes – , e volta na série “Legacies”, que gira em torno dos “jovens dotados” do local. Por sinal, seu velho amigo Alaric Saltzman (Matthew Davis) é um dos personagens fixos da atração, já que é o diretor e pai de duas meninas da escola. Criada por Julie Plec (que deu vida ao universo televisivo derivado de “The Vampire Diaries”), a série irá girar em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional de “The Vampire Diaries” e da recém-encerrada “The Originals”, acompanhando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros alunos da Escola Salvatore, que amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Na trama, os jovens vampiros, bruxas e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser ou os vilões que estão destinados a se tornar. Descrita pela jovem protagonista Danielle Rose Russell, que interpreta Hope Mikaelson, como uma mistura de “X-Men” com “Harry Potter”, “Legacies” estreia já em 25 de outubro nos Estados Unidos.

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    Robert Redford confirma ter encerrado a carreira de ator

    7 de agosto de 2018 /

    Robert Redford confirmou que já ter se aposentado como ator. O astro de 81 anos havia tido em 2016 que encerraria sua carreira após terminar os projetos que tinha se comprometido a fazer. O último deles é o filme “The Old Man & The Gun”, que estreia em setembro nos Estados Unidos. “Nunca diga nunca, mas eu concluí que essa é a hora para mim em termos de atuar, e vou me aposentar porque estou fazendo isso desde que eu tinha 21 anos”, declarou Redford à revista americana Entertainment Weekly. Afastado das telas, ela continuará ativo na indústria cinematográfica, à frente dos projetos do Sundance Institute e do Festival de Sundance, que ele criou nos anos 1970, e eventuais trabalhos de direção. Quanto à perspectiva de continuar dirigindo, ele foi cauteloso na resposta: “Vamos ver”. Redford tem uma longa e bem-sucedida carreira de sucesso tanto como ator quanto como diretor. Entre os inúmeros clássicos que estrelou, estão filmes como “Butch Cassidy” (1969), “Golpe de Mestre” (1973), “Todos os Homens do Presidente” (1976) e “Entre Dois Amores” (1985). E logo no primeiro filme que dirigiu, “Gente Como a Gente” (1980), conquistou o Oscar de Melhor Direção. O ator considerou “The Old Man & The Gun” a produção perfeita para encerrar sua filmografia. Com direção e roteiro de David Lowery, que dirigiu Redford recentemente em “Meu Amigo, o Dragão” (2016), o longa-metragem conta a história real de Forrest Tucker, famoso assaltante de bancos americanos que fugiu da prisão aos 70 anos de idade e cometeu uma série de assaltos que desafiaram a polícia. “Para mim, foi um personagem maravilhoso de interpretar nessa altura de minha carreira”, afirmou o astro.

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    Angelina Jolie acusa Brad Pitt de não pagar pensão “significativa” aos filhos

    7 de agosto de 2018 /

    O clima de “guerra total” no divórcio entre Angelina Jolie e Brad Pitt, insinuado por boatos recentes, é realmente verdadeiro. A atriz entrou com uma moção no tribunal que julga seu pedido de custódia exclusiva dos filhos, alegando que o ex-marido não está pagando uma pensão “significativa” às crianças desde que eles começaram o processo de divórcio, dois anos atrás. O documento entregue nesta terça-feira (7/8) à Corte Superior de Los Angeles e obtido pela NBC News diz: “Pitt tem a obrigação de pagar pensão. Desde a separação, ele não pagou uma pensão significativa para os filhos”. Quem assina é uma nova advogada de Angelina, Samantha Bley DeJean. A papelada não explica o que a defesa da atriz entende por “pensão significativa”, mas afirma que ela pretende dar entrada em um pedido de cobrança de pensão. “Dado que o acerto informal sobre os gastos das crianças não foi honrado por Pitt em mais de um ano e meio, Angelina pretende pedir uma cobrança retroativa de pensão”, diz o texto. Os advogados da atriz pediram ainda que seja agendada uma audiência para discutir essa situação. O fato de o documento ter sido encaminhado por uma nova advogada alimenta os rumores de afastamento de Laura Wasser, com quem Angelina teria brigado por conta de estratégias conciliatórias. Após o site TMZ afirmar que Wasser estava prestes a pedir demissão devido ao “desejo de sangue” da atriz, o time de relações públicas de Angelina afirmou que isso não era verdade, acrescentando que a situação teria sido mal-interpretada, diante da contratação de um novo escritório de advocacia para lidar com outros aspectos do caso. O ataque legal contra Brad Pitt foi realizado após o juiz responsável pelo processo decidir que as restrições impostas por Angelina a Brad Pitt eram prejudiciais às crianças. A estratégia de pintar o ator como irresponsável segue-se à tentativa de colar-lhe uma imagem de agressor, que levou Brad Pitt a ser investigado por possível abuso infantil, após perder o controle em frente das crianças. O ator foi inocentado das acusações, que foram trazidas à tona durante a briga judicial. Angelina Jolie e Brad Pitt começaram a namorar em 2005 e se casaram oficialmente em 2014. Os dois se separaram em 2016 e até agora seguem brigando pela guarda dos filhos na justiça. Ao dar entrada no divórcio, Angelina exigiu guarda exclusiva, mas Brad protestou com um pedido de guarda compartilhada pelos dois pais. O ex-casal tem seis filhos, três deles biológicos – Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne – e três adotados – o cambojano Maddox, o vietnamita Pax e a etíope Zahara.

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  • Série

    Elenco e produtor se despedem de Shadowhunters, nos bastidores da gravação do último episódio

    7 de agosto de 2018 /

    O elenco da série “Shadowhunters” usou as redes sociais para registrar suas despedidas da série do canal pago Freeform, que encerrou as gravações de seus episódios finais. A atração será concluída com a exibição de mais dois episódios especiais, projetados para terminar a história, com a adaptação do último livro da saga literária “Os Instrumentos Mortais”. Em uma série de publicações, o showrunner Todd Slavkin, além de Katherine McNamara, Emeraude Toubia, Matthew Daddario e outros, registraram seus últimos momentos na produção, entre despedidas e agradecimentos. Ainda assim, vai demorar para os fãs verem este final, pois ainda restam 10 episódios inéditos da 3ª temporada, que deveriam ser apresentados a partir de agosto, levando a história até o quinto livro de Cassanda Clare. Mas o Freeform decidiu adiar essa exibição para 2019, visando acompanhar os dois episódios recém-encomendados, que adaptarão o sexto e último romance da coleção, com o objetivo de apresentar uma transposição completa das obras da escritora. A série vinha perdendo público e foi vista na atual temporada por uma média de 398 mil telespectadores ao vivo. Isto representa uma queda de 40% da audiência em relação à temporada anterior, vista por 648 mil. Entretanto, ainda são números maiores que os de “The Bold Type”, que foi renovada. O chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público dizer que a razão do cancelamento foi “puramente econômica” e que os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. Burke explicou que a decisão de cancelar a série aconteceu quando a Netflix não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. Entretanto, com a produção dos episódios extras, “Shadowhunters” não deixará seus fãs no vácuo, como aconteceu, por exemplo, com “Beyond” no mesmo canal. Esta consideração não impediu os fãs de ficarem decepcionados, a ponto de ensaiarem uma campanha de resgate, #SaveShadowhunters, que não obteve resultado. That’s a wrap, Toronto! Thank you for a wonderful 3 years of learning, laughing, and making memories with the #Shadowhunters family. I leave with nothing but fondness. I shall return again soon! Hail and farewell! #ShadowhuntersLegacy Uma publicação compartilhada por Katherine McNamara (@kat.mcnamara) em 5 de Ago, 2018 às 6:50 PDT “How lucky I am to have something that makes saying goodbye so hard.” – Winnie the Pooh. Truly, #Shadowhunters has been an angelic blessing. Playing Clary is an honor that has taught me more than I can express. She is strong, courageous, compassionate, badass, and broken, and I love every little imperfect piece of her. She will always be a part of me and I’d like to think I left a little part of me with her. Beyond that, the family created from the cast and crew, to the writers and producers, to you angels is something to be cherished. Being a part of a story that resonates for so many people and has a real positive influence on their lives is a rare gift and privilege that I will forever treasure. We have been breathing rarified air here in the Shadow World, whether or not we knew it. This experience is lightning in a bottle and I will spend the rest of my life trying to find it again. However, if you take anything with you from this, take this: the story doesn’t end here. It lives on and continues in all of us as we carry on the #ShadowhuntersLegacy as a group of people who stand for acceptance, love, and unity. Hail and farewell, angels. All my love . You know what they say… when one door closes… ?⚔️✨ Uma publicação compartilhada por Katherine McNamara (@kat.mcnamara) em 4 de Ago, 2018 às 12:00 PDT No matter where my life or career takes me, I will look back on playing Jonathan Morgenstern as one of my greatest highlights. It was a privilege to step into his skin. Thank you for welcoming me with an open heart, and an open mind. Until we meet… Erchomai. I am coming. Uma publicação compartilhada por Luke Baines (@lukebaines) em 2 de Ago, 2018 às 11:48 PDT BTS I will miss them so much pic.twitter.com/hAe2tINMxh — Todd Slavkin (@toddzer1) 4 de agosto de 2018 Alec gives a speech ⁦@MatthewDaddario⁩ you light up the screen and are a joy to direct. Thank you for putting your trust in me and ⁦@DSwim⁩ #shadowhunters pic.twitter.com/1EOwLRsp14 — Todd Slavkin (@toddzer1) 2 de agosto de 2018 Thank you ⁦@isaiahmustafa⁩ for bringing so much to this role. Your creative contributions made this character better than we could have imagined #greatactor #funnytoo #shadowhunters pic.twitter.com/GzVEH9kYos — Todd Slavkin (@toddzer1) 2 de agosto de 2018 Hanging up my stilettos after 3 plus years and looking to the Future. Thank you for the Stories and the Family and the Love. XOXO Mama Maryse❤️ #ShadowhuntersLegacy@shadowhunterstv #shadowhuntersfamily #malecsmama #maryselightwood pic.twitter.com/qnFxXQs846 — Nicola CorreiaDamude (@NicolaNCD) 6 de agosto de 2018 Special message from @MatthewDaddario & I #Shadowhunters pic.twitter.com/AQsvd8gyi9 — Harry Shum Jr (@HarryShumJr) 4 de agosto de 2018 #Izzy can do anything with friends like these. #Shadowhunters #IsabelleLightwood ❤️ @ShadowhuntersTV @FreeformTV pic.twitter.com/bnluiYUZSV — Emeraude Toubia (@EmeraudeToubia) 3 de agosto de 2018 Thank you @toddzer1 for being such an incredible director for this finale. We all love you. #shadowhunterslegacy pic.twitter.com/O1kI82P2FZ — Anna Hopkins (@AnnaBananaHops) 2 de agosto de 2018

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    Canal de reforma de imóveis compra a casa clássica da série A Família Sol-Lá-Si-Dó

    7 de agosto de 2018 /

    A casa da série “A Família Sol-Lá-Si-Dó” (The Brady Bunch) agora é oficialmente de um canal de TV. A propriedade, que não só existe de verdade como estava à venda, foi comprada pelo canal pago americano HGTV, pertencente à Discovery. A empresa passou para trás o ex-Nsync Lance Bass em uma disputa comercial. A aquisição da casa foi anunciada pela CEO da Discovery, David Zaslav, nesta terça-feira (7/8). “Um dos nossos projetos para o HGTV vai ser direcionado aos fãs de ‘A Família Sol-Lá-Si-Dó’”, afirmou o executivo em reunião com investidores. “Estou animado em compartilhar que o HGTV foi o comprador e vai devolver a casa a sua glória dos anos 1970, do jeito que só o HGTV consegue. Mais detalhes serão revelados nos próximos meses, mas vamos usar todos os recursos para contar as histórias desta parte tão amada da história da TV americana”. O HGTV (Home & Garden Television) é responsável por vários programas de renovação de imóveis, como o “Irmãos à Obra”, que no Brasil é exibido pelo Discovery Home & Health. Uma das mais famosas casas da TV americana, a residência da família Brady fica na Califórnia. Com três quartos e três banheiros em um espaço de 230 metros quadrados, ela foi colocada à venda há algumas semanas atrás, pelo valor de US$ 1,88 milhões. Não se sabe, porém, por quanto ela foi comprada. Um dos interessados era o cantor Lance Bass. No último dia 3, ele publicou em seu Twitter que havia conseguido adquirido o imóvel. Dois dias depois, porém, ele lamentou que sua oferta – em suas palavras “bem acima do valor pedido” – havia sido superada pela de um estúdio de Hollywood, que na ocasião ainda não havia sido revelado, e que chegou após o prazo final dado pelo vendedor. “Como posso competir com uma entidade bilionária?”, questionou. “Eu acredito que fui usado para aumentar o preço da casa, quando se sabia bem que esta empresa pretendia fazer uma oferta, e não é uma sensação boa. Me sinto usado, mas principalmente estou magoado e triste com este desfecho altamente questionável. Eu só espero que a casa não seja demolida”. Segundo Bass, após saber da oferta do competidor, ele considerou oferecer mais dinheiro pela casa, mas foi desencorajado pelos agentes imobiliários, que teriam dito a ele que o novo comprador “ia cobrir qualquer oferta com recursos ilimitados”. Criada por Sherwood Schwartz, “A Família Sol-Lá-Si-Dó” era um sitcom que girava em torno de uma família que tinha seis filhos. Na trama, Carol Brady (Florence Henderson, falecida em 2016) era uma mãe solteira – o programa era vago sobre os motivos – com três filhas – , que se casava com Mike Brady (Robert Reed), um arquiteto viúvo que também tinha três filhos. Schwartz (criador também da “Ilha dos Birutas”) teve a ideia desse arranjo familiar ao ler que, já naquela época, a maioria dos casamentos modernos incluía filhos de relações anteriores. Mesmo assim, a produção evitava estabelecer que Carol era uma mulher divorciada, situação que ainda era encarada de forma preconceituosa no período. A sitcom foi exibida na rede ABC entre 26 de setembro de 1969 e 8 de março de 1974, e é citada até hoje como uma das mais influentes de todos os tempos, tendo, inclusive, inspirado inúmeros spin-offs e filmes. Entre as atrações derivadas, teve até uma série animada, “The Brady Kids”, e atrações centradas nas novas gerações dos Brady, como “The Brady Brides”, sobre as filhas, nos anos 1980, e “The Bradys”, com os netos da família, em 1990. Até que a franquia chegou ao cinema em 1995, numa versão satírica, que finalmente trocou o elenco original, mostrando uma família jovem e otimista, saída dos anos 1970, em meio ao cinismo da vida moderna dos anos 1990. A comédia ganhou o mesmo nome da série e também fez muito sucesso, gerando duas continuações – com a intérprete da mãe original, aparecendo como a vovó Brady. Lembre a abertura clássica da série abaixo.

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  • Série

    The Purge: Série derivada de Uma Noite de Crime ganha novo trailer repleto de violência e matança

    7 de agosto de 2018 /

    O canal pago USA Network divulgou o segundo trailer de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). A prévia revela diversas histórias paralelas passadas na noite mais violenta do ano. O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama seguirá vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “purgatório”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Nick Fury e Maria Hill vão aparecer no próximo filme do Homem-Aranha

    7 de agosto de 2018 /

    O filme “Homem-Aranha: Longe de Casa” (o título errado da Sony no Brasil para “Spider-Man: Far from Home”) vai contar com a participação de dois agentes da SHIELD, Nick Fury e Maria Hill, respectivamente vividos por Samuel L. Jackson e Cobie Smulders. A informação é do site Vulture. Os dois foram vistos pela última vez desaparecendo num estalar de dedos de Thanos, durante os créditos finais de “Vingadores: Guerra Infinita”. Além desse filme, Fury ainda reaparecerá no “flashback” de “Capitão Marvel”, que tem uma trama passada nos anos 1990. Atualmente sendo filmado na Inglaterra, com direção de Jon Watts (responsável pelo filme anterior), “Homem-Aranha: Longe de Casa” também trará de volta Tom Holland no papel principal e confirmou Jake Gyllenhaal na pele do vilão Mystério. A estreia está marcada para julho de 2019.

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  • Etc

    Transexuais de Hollywood divulgam carta-aberta pedindo mais respeito e espaço no cinema e na TV

    7 de agosto de 2018 /

    Grupos de transgêneros, apoiados por mais de 40 empresas de televisão e de produção cinematográfica, divulgaram uma carta-aberta nesta terça-feira (7/8), publicada pelo site da revista Variety, em que pedem a Hollywood para se empenhar mais e contar suas histórias na TV e no cinema. O texto é direcionado aos produtores para que “usem seu poder para melhorar as vidas das pessoas trans, mudando o entendimento que a América tem das pessoas trans”. “Crescemos vendo filmes e programas de TV nos quais somos retratados quase exclusivamente como vítimas trágicas, assassinos psicóticos e estereótipos unidimensionais”, continua a carta, demonstrando como as produções perpetuam preconceitos. “Queremos ajudá-los a contar nossas histórias ricas e diversificadas, e precisamos da sua ajuda para isso.” A carta “Querida Hollywood” foi assinada pelos grupos de defesa de gays, lésbicas e transgêneros GLAAD e Outfest, além do sindicato de atores SAG, as principais agências de atores dos EUA e produtores de peso, como Judd Apatow (dentre outras, da série “Girls”) e Ryan Murphy (dentre outras, da série trans “Pose”). A mobilização sem precedentes acontece na sequência da polêmica envolvendo a escalação de Scarlett Johansson para interpretar um homem trans no filme “Rub & Tug”. A atriz desistiu do papel, após ver a reação de protestos nas redes sociais, dizendo ter percebido que sua escolha foi “insensível”. A carta reconheceu que séries de TV como “Will & Grace”, “Ellen” e filmes como “O Segredo de Brokeback Mountain”, “Milk” e “Moonlight” ajudaram a romper os estereótipos sobre gays e lésbicas nos últimos 15 anos. “Mulheres, pessoas de cor, pessoas com deficiências e diversos grupos de fé deixaram claro que querem mais histórias autênticas sobre suas vidas em filmes e na TV. As pessoas trans sentem o mesmo”, conclui o texto. Além da carta, o GLAAD e o recém-criado 5050by2020, iniciativa do movimento Time’s Up liderada pela produtora Jill Solloway (criadora da série “Transparent”), também desenvolveram um guia de recursos para estúdios de cinema e TV consultarem quando quiserem encontrar escritores e talentos trans. O guia também detalha como criar papéis autênticos e como tornar os ambientes de trabalho seguros e trans-inclusivos. Apesar desse esforço, um estudo do GLAAD revelou que nenhum dos 109 filmes lançados pelos sete maiores estúdios de Hollywood em 2017 incluiu um único personagem transgênero sequer.

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    Gal Gadot compartilha apoio a menino que quis ir com tiara e mochila da Mulher-Maravilha para a escola

    7 de agosto de 2018 /

    A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha nos cinemas, usou o Twitter para manifestar seu apoio a um garoto de 5 anos da Flórida, nos Estados Unidos, que decidiu usar uma mochila da heroína e ir com a tiara da personagem em seu primeiro dia de escola. “Acabei de ler esse artigo sobre a quebra de estereótipos de gênero escrito por Katie Alicea”, disse a atriz, linkando uma matéria do site “Romper” em que a jornalista, mãe do menino, expressava sua preocupação sobre a forma como o seu filho seria tratado na escola. “Esse é um tópico tão importante, e eu acredito tanto nele. Eu espero que Isaac possa usar sua tiara e sua mochila orgulhosamente na escola. #GarotoMaravilha”, conclui Gadot. No artigo, Katie Alicea explica que deixou o filho escolher qualquer modelo de mochila durante as compras para a volta às aulas. “Quando ele escolheu a mochila da Mulher-Maravilha, minha primeira resposta foi: ‘Você tem certeza?’. Ele disse: ‘Sim, olhei para todas elas, e adoro super-heróis. Essa é a minha favorita!'”, escreveu a jornalista. “Eu perguntei se ele tinha certeza não porque a mochila me incomodava, mas porque imaginei que Isaac enfrentaria brincadeiras de mau gosto na escola, e ele precisa fazer amigos”, continua. “A verdade é que, se eu começar a me preocupar com o que o mundo pensa, Isaac também vai, e eu não quero isso”. Gal Gadot vai voltar ao papel da heroína dos quadrinhos em “Mulher-Maravilha 1984”, que tem estreia marcada para outubro de 2019.

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    Ex-ator mirim do clássico Nós Somos Campeões é preso como bêbado na Califórnia

    7 de agosto de 2018 /

    O ex-ator mirim Shaun Weiss, que ficou conhecido por ter interpretado o personagem Goldberg no sucesso infantil da Disney “Nós Somos os Campeões” (The Mighty Ducks), de 1992, foi preso em Oroville, na Califórnia, acusado de estar intoxicado em uma via pública. Hoje com 38 anos, Weiss apareceu irreconhecível em sua foto de registro policial. Compare acima. Segundo o site TMZ, ele foi encontrado bêbado e foi levado à delegacia para ser fichado, mas acabou sendo liberado sem que uma ocorrência fosse registrada. Weiss chegou a aparecer nas duas sequências de “Nós Somos os Campeões”, em 1994 e 1996, mas sua carreira não foi adiante, resumindo-se a figurações em séries de TV.

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    Filme de Arlequina pode ter definido seu vilão

    7 de agosto de 2018 /

    O próximo longa da Arlequina, que não será exatamente um filme solo, ganhou seu vilão. Supostamente, porque a informação vem de fontes de Umberto Gonzales, repórter que se especializou em “furos geeks” e seus desmentidos, e arma sua barraquinha atual no site The Wrap. O escolhido teria sido Máscara Negra, um dos adversários que se destacou nos mais recentes quadrinhos do Batman. Criado por Doug Moench e Tom Mandrake em 1985, o Máscara Negra já foi amigo de Bruce Wayne. Antes de se tornar vilão, Roman Sionis era herdeiro de uma empresa de cosméticos de Gotham. Mas teve o rosto desfigurado por uma nova linha de produtos que pretendia lançar e quase foi à falência após a morte de seus pais. Wayne resgatou o amigo comprando sua empresa, mas ele se tornou amargurado e, usando uma máscara construída da madeira do mausoléu dos pais, assumiu a identidade vilanesca. Sua melhor história foi “Jogos de Guerra”, em que roubou planos do próprio Batman para destruir sua concorrência e se tornar o poderoso chefão do crime de Gotham, buscando matar, no processo, os integrantes da família de vigilantes do herói de Gotham. Pesada, a história de 2004 o mostrou torturando a jovem heroína Spoiler, que chegou a ser considerada morta após este encontro. Até recentemente, a produção da Warner era chamada de “Untitled Harley Quinn Girl Gang Movie” (“filme sem título da gangue feminina da Arlequina”, em tradução livre). E, segundo fontes do site The Hollywood Reporter, o projeto seria uma espécie de versão feminina do “Esquadrão Suicida”. Mas novos detalhes surgiram, como o título “Aves de Rapina”(Birds of Prey, em inglês), grupo originalmente formado por Barbara Gordon (como Oráculo e Batgirl), Caçadora e Canário Negro, mas que também já incluiu Katana (presente em “Esquadrão Suicida”), além de algumas vilãs. Segundo rumores, o time principal de “Aves de Rapina” seria formado por Canário Negro, Caçadora, Renee Montoya, Cassandra Cain e Arlequina. O detalhe é que Cassandra Cain se tornou a segunda Batgirl, após Barbara ficar paraplégica num ataque do Coringa – em “A Piada Mortal”. Já Renee Montoya é uma criação da série animada de Batman, assim como Arlequina. Ao fazer sua transição para os quadrinhos, Montoya chegou a adotar a identidade do super-herói Questão, mas no último reboot voltou a ser a parceira do detetive Harvey Bullock na GCPD (polícia de Gotham). Recentemente, o estúdio confirmou Christina Hodson (“Paixão Obsessiva”) como roteirista e a cineasta indie chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) como diretora. As filmagens devem iniciar no começo de 2019, mas a data de estreia ainda não foi definida.

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  • Série

    Ruby Rose vai estrelar a série da Batwoman

    7 de agosto de 2018 /

    A atriz australiana Ruby Rose foi anunciada como a intérprete da próxima super-heroína televisiva da DC Comics. Ela vai interpretar Batwoman numa nova série da rede americana CW. O produtor Greg Berlanti, criador e responsável pelo chamado “Arrowverse”, queria uma atriz lésbica para interpretar a personagem, que também é lésbica nos quadrinhos. E Ruby Rose é a mais famosa lésbica assumida do cinema atual. Ex-VJ da MTV Austrália, ela estreou nas séries americanas em 2015 ao participar de uma temporada em “Orange Is the New Black”, de onde saiu para estrelar diversos blockbusters de ação consecutivos, como “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, “xXx: Reativado”, “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” e “Megatubarão”, que estreia nesta quinta (9/8) nos cinemas. Ela vai encarnar Kate Kane, a Batwoman, num crossover previsto para ir ao ar no final do ano na CW. Nesta história, a nova heroína irá contracenar com os personagens de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”. E depois, caso a audiência confirme as expectativas, ganhará sua própria série semanal, com lançamento planejado para 2019. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. A heroína vai chegar à TV após a série “Arrow” fazer uma citação explícita a Gotham City – e Bruce Wayne – num episódio de outubro passado, e após a passagem da policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) em “Supergirl”. Maggie e Kate Kane chegaram a noivar nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Avanços e retrocessos. A previsão de exibição do crossover é para dezembro nos Estados Unidos, e a aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E esse personagem ganhou uma série animada.

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  • Série

    The 100: Final da temporada ganha vídeos, fotos e promessa de que o desfecho mudará tudo na série

    7 de agosto de 2018 /

    A rede CW divulgou as fotos, o trailer dramático, uma cena e um vídeo com comentários do produtor sobre o final da 5ª temporada de “The 100″. E como aconteceu no final do ciclo passado, é um final apocalíptico, com cenas da destruição do último vale habitável da Terra. O criador da série, Jason Rothenberg, adiantou que o desfecho representará uma nova mudança dramática na direção da série, mas que o público não será capaz de adivinhar para onde a 6ª temporada se encaminhará. “Estabelecemos uma situação em que há dois exércitos lutando pela último pedaço de terra em que é possível sobreviver no mundo pós-apocalíptico. Se eles não conseguem descobrir uma maneira de fazer a paz, ou de superar o instinto humano de não fazer a paz, correm o risco de destruir o último vale. O destino do planeta literalmente está em jogo”, explicou Rothenberg, que escreveu e produziu o último episódio, em entrevista ao site TVLine. Além de muita ação, o episódio também apresentará várias reviravoltas emocionais, muitas das quais tomarão os fãs completamente de surpresa, diz Rothenberg. “É seguro dizer que as pessoas não serão capazes de adivinhar para onde a série está indo”, diz ele. “Pela minha leitura muito cuidadosa do Twitter, por mais doloroso que seja, as pessoas não [adivinharam] algumas das grandes coisas emocionais que ainda precisarão ser experimentadas”. Melhor série do canal americano The CW, “The 100” foi renovada logo no começo da exibição de seu quinto ano, graças ao aumento de público em seus primeiros episódios. A média da temporada passada foi de 955 mil telespectadores ao vivo, o que chegou a deixar a produção em risco. Mas os três episódios exibidos em 2018 assinalaram uma média de 1,1 milhão. E, ao final, a média se manteve, em 959 mil telespectadores até o penúltimo episódio.

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