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  • Série

    Atriz polemiza com produtores sobre sua saída da série The Affair

    17 de agosto de 2018 /

    A atriz Ruth Wilson não ficou nada satisfeita com a forma escolhida pelos produtores para tirá-la de “The Affair”. O tema é spoiler e para ser totalmente compreendido precisa lidar com revelações dos episódios mais recentes da série. Vencedora do Globo de Ouro de 2015 pelo papel de Alison na série, Wilson deu duas entrevistas sobre o tema. Na primeira, ao programa matinal da CBS This Morning, avisou que estava “proibida de comentar” as razões de sua saída. “Eu de fato queria ir embora, mas não estou autorizada a falar o porquê”, disse a atriz. Quando questionada pela entrevistadora se a decisão teria algo a ver com uma disputa por igualdade salarial, considerando que Wilson já havia dito publicamente que recebia menos que o colega Dominic West, ela negou. “Eu nunca reclamei para o Showtime sobre paridade de salários”, afirmou. Logo após o episódio que revelou a morte chocante de Alison, a showrunner de “The Affair”, Sarah Treem, chegou a adiantar que tinha sido a própria atriz quem pediu para que sua personagem fosse retirada da série. “Isso foi um pedido, então isso foi decidido basicamente antes de começarmos a escrever. Foi muito deliberado”. Mas o modo como a atriz se manifestou trouxe à tona questionamentos que tem estado cada vez mais presentes nesses dias de #MeToo. Por isso, o canal pago Showtime decidiu emitir um comunicado oficial, afirmando que o destino da personagem foi “decisão criativa”. “Nós não podemos falar por Ruth, mas indo para a 4ª temporada, todos concordaram que a história da personagem seguiu seu rumo”, diz o texto, encaminhado ao site Deadline. “Em última análise, parecia que a decisão criativa mais poderosa seria acabar com o arco de Alison no momento em que ela finalmente alcançou seu empoderamento. O impacto de sua perda será sentido quando a série terminar na próxima temporada. Agradecemos aos muitos fãs que abraçaram o personagem Alison e, especialmente, agradecemos a Ruth por seu trabalho indelével nas últimas quatro temporadas”. O comunicado, por sua vez, resultou em novo comentário da atriz. Em uma entrevista para o site Vulture nesta sexta-feira (17/8), Wilson disse que não teve “direito a opinar” sobre como sua personagem, Alison, seria cortada da trama, e a forma como a história se desenrolou não estava em sua lista de desejos. “Não, eu não tive direito a dizer nada sobre como o arco da personagem ia acabar, ou sobre ela morrer e sair”, disse Wilson. “Eu sempre esperei que ela… Eu sempre tive a imagem de que ela caminharia ao pôr do sol com seu filho sem nenhum homem. Isso é o que eu esperava para ela. Mas não…” A 4ª temporada vai se encerrar em 19 de agosto nos Estados Unidos, mas a série está renovada para o quinto ano, que deverá finalizar sua história sem a personagem que justifica seu título, a razão do affair original da trama.

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  • Etc,  Filme

    Dave Bautista compara decisão da Disney de não recontratar James Gunn à política de Donald Trump

    17 de agosto de 2018 /

    O ator Dave Bautista continua inconformado com a demissão do diretor James Gunn da franquia “Guardiões da Galáxia”. Após fontes não oficiais confirmarem que a decisão da Disney é irreversível, ele postou um tuíte em que compara a Disney ao governo Trump, usando um slogan da campanha do empresário milionário à presidência dos Estados Unidos. “Obrigado, Disney! Fazendo a América Grande Novamente”, escreveu o intérprete de Drax, em tom sarcástico, usando como referência o slogan “Make America Great Again”, ao linkar um artigo sobre o assunto. Veja abaixo. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita, formado por aliados do governo Trump. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, a Disney encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. O próprio presidente do estúdio, Alan Horn, emitiu publicamente a ordem de demissão. Entretanto, a Variety afirma que o roteiro escrito por Gunn será usado em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Bautista chegou a dizer que pediria para sair do filme caso outro roteiro fosse encomendado. Caso isto se confirme, a demissão se tornará uma grande hipocrisia. Afinal, foi justamente por escrever textos (no Twitter) e não por seu trabalho como diretor que ele foi demitido. Agora, a Marvel terá a missão de encontrar um novo diretor para a sequência de “Guardiões da Galáxia”, além de precisar lidar com um elenco insatisfeito. Desde a demissão, Gunn recebeu muito apoio de atores do filme, que se reuniram numa carta aberta em defesa do cineasta, pedindo para que a Disney voltasse atrás. Além disso, uma petição de fãs pelo retorno do diretor ao terceiro filme da saga já soma quase 400 mil assinaturas. Vale revelar que a extrema direita também fez sua petição online contra a recontratação de Gunn. Em um mês, usuários indignados e raivosos somaram pouco mais de 4 mil assinaturas. Uma diferença de 100 mil por cento a menos. Ao ficar do lado dessa minoria, a Disney corre o risco de implodir uma das franquias mais bem-sucedidas da Marvel. Thanks ⁦@Disney⁩ !! Making America great again! ?? https://t.co/t6A4030xkS — Dave Bautista (@DaveBautista) August 17, 2018

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  • Filme

    Elenco de Mulher-Maravilha 1984 recria a famosa pose do pôster do Clube dos Cinco

    17 de agosto de 2018 /

    O elenco e a diretora de “Mulher-Maravilha 1984” tiraram uma foto evocando um filme da época em que a produção se passa: nada menos que o pôster de “Clube dos Cinco”, drama teen mais importante dos anos 1980. O filme é na verdade de 1985, mas a referência ainda vale. A foto que reúne Gal Gadot, Chris Pine, Kristen Wiig, Pedro Pascal e a cineasta Patty Jenkins recria a pose clássica de Molly Ringwald, Anthony Michael Hall, Ally Sheedy, Emilio Estevez e Judd Nelson. Mas não é exatamente uma iniciativa original. O elenco juvenil de “Homem-Aranha: De Volta para a Casa” teve a mesma ideia há dois anos. Mesmo em “trajes civis”, esta é a primeira foto que reúne o elenco principal de “Mulher-Maravilha 1984”, que tem estreia marcada para 1 de novembro de 2019.

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  • Filme,  Série

    Série baseada na franquia Jason Bourne tem produção oficializada

    17 de agosto de 2018 /

    O canal pago USA Network deu sinal verde para a produção de “Treadstone”, série passada no mesmo universo dos filmes da franquia “Jason Bourne”. Desenvolvida por Tim Kring (criador de “Heroes”), a trama vai explorar o programa de operações secretas da CIA conhecido como Treadstone, que usa um protocolo de modificação de comportamento para transformar agentes em assassinos super-humanos praticamente imbatíveis – como Jason Bourne e Aaron Cross, personagens interpretados por Matt Damon e Jeremy Renner no cinema. A atração seguirá agentes “adormecidos” por todo o mundo, enquanto eles começam misteriosamente a “despertar” suas habilidades e completar suas missões fatais. O elenco ainda não foi definido, porque a série foi aprovada com base apenas na premissa e no roteiro de Kring. Mesmo assim, um cineasta foi escolhido para dirigir o primeiro episódio. O cargo ficou com Ramin Bahrani, responsável pelo recente remake de “Fahrenheit 451” na HBO. A produção deve começar só em 2019 e a série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Pabllo Vittar canta, bate, chuta e rebola para vender bebida energética em seu novo clipe

    17 de agosto de 2018 /

    Pabllo Vittar divulgou um novo clipe/comercial de bebida energética. Passado num “museu” como um famoso e recente vídeo de Jay Z e Beyoncé, traz Pabllo em clima de “Missão Impossível”, descendo por uma corda para… beber TNT! O “product placement” é mais descarado que “merchan” de novela. A música dançante se chama “Problema Seu” e foi toda registrada naquele falsete que os detratores amam odiar – e que, verdade seja dita, dá uma saudade imensa de Ney Matogrosso. Além da cenografia de museu e latinha com logotipo voltado para a câmera, a produção do comercial/clipe também caprichou no figurino, repleto de fantasias e perucas coloridas, que, combinadas à coreografia de lutas e efeitos visuais, evocam um clima meio “Bad Blood”, de Taylor Swift. Derivativo, mas lindamente executado e dirigido por João Monteiro e Fernando Moraes, que se identificam como Os Primos e assinam seu clipe mais elaborado desde que iniciaram a parceria com Pabllo em “K.O.”, no começo de 2017. “Problema Seu” é o primeiro single do novo álbum “PV2”, ainda sem previsão de lançamento.

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  • Série

    Criador de Black-ish assina contrato de exclusividade para criar novas séries na Netflix

    17 de agosto de 2018 /

    Conforme especulado, o roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, fechou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Ele é o terceiro talento televisivo atraído para um acordo de desenvolvimento de novas séries para a plataforma. Mas, ao contrário de Shonda Rhimes e Ryan Murphy, seu contrato é apenas para séries, já que possui um relacionamento cinematográfico com a Fox. Todos os três foram tirados do alcance da Disney, que prepara sua própria plataforma. Kenya Barris e Shonda Rhimes saíram da ABC, onde comandavam carros-chefes de audiência da rede do conglomerado Disney, como a citada “Black-ish” e “Grey’s Anatomy”, e Murphy era a joia da coroa dos estúdios Fox, recém-adquiridos pela Disney, graças a sucessos como “American Horror Story” e “9-1-1”, entre outras atrações. No final de julho, Barris anunciou o encerramento de sua parceria com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015, mas o negócio com a Netflix já estava sendo especulado desde abril, quando a relação do produtor com a ABC começou a dar sinais de desgaste. Os problemas de Barris ficaram claros após o canal vetar a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas”. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Mas o que se comenta é que ele não aprovou a atitude da emissora. Para completar, a rede não vinha apostando em suas novas criações. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. Ele só vinha emplacando séries no canal pago juvenil do conglomerado, o Freform. Todo o material dispensado pode, agora, ressurgir na Netflix, bem como novas produções do requisitado roteirista, que na despedida do ABC Studios deixará uma nova série no Freeform, “Besties”. Por sinal, Cindy Holland, a “rainha do conteúdo” da Netflix, frisou em seu discurso de boas-vindas duas palavras que devem ter feito Barris sorrir: “liberdade criativa”. “Kenya Barris é um dos nossos grandes contadores de histórias modernos”, disse Holland, em comunicado. “Ele usa sua voz para tornar o público mais consciente do mundo ao seu redor, enquanto simultaneamente os faz rir. Sua honestidade, brilho cômico e ponto de vista singular, combinados com a liberdade criativa que ele desfrutará na Netflix, prometem criar novas histórias poderosas para todos os nossos assinantes em todo o mundo.”

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  • Série

    Renee Zellweger vai estrelar a primeira série de sua carreira

    17 de agosto de 2018 /

    A atriz Renee Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”) vai estrelar sua primeira série. Ela será a protagonista de “What/If”, atração desenvolvida para a Netflix. Criada por Mike Kelley (o criador de “Revenge”) e produzida por Robert Zemeckis (diretor de “De Volta ao Futuro” e “Forest Gump”), “What/If” é descrita como um thriller social e vai explorar o que acontece quando pessoas comuns começam a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Em formato de antologia, cada temporada irá apresentar uma história diferente, todas calcadas numa fábula moral contemporânea sobre o poder da influência de uma única decisão errada na trajetória de uma vida. A 1ª temporada, com dez episódios, irá acompanhar um casal que aceita uma proposta arriscada da personagem de Zellweger para conseguir sair de problemas financeiros. A personagem da atriz, chamada de Anne, é descrita como uma mulher poderosa e investidora de risco que vive em San Francisco. Ela é carismática e sedutora e esconde vários segredos, incluindo um evento que mudou o curso de sua vida quando ela ainda era uma garota. Zellweger nunca estrelou uma série, mas curiosamente começou a carreira na televisão, no elenco do telefilme “A Taste for Killing”, em 1992. Ainda não há previsão de estreia para “What/If”.

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  • Série

    HBO oficializa produção da série baseada nos quadrinhos de Watchmen

    17 de agosto de 2018 /

    A HBO aprovou o piloto de Damon Lindelof (criador de “The Leftovers”) e deu o sinal verde para a produção da série “Watchmen”, baseada nos quadrinhos clássicos de Alan Moore e Dave Gibbons, visando lançamento em 2019. A produção marcará a primeira adaptação de quadrinhos do canal pago, numa iniciativa há muito postergada, apesar de a HBO ser parte do conglomerado Warner, assim como a editora DC Comics. Várias tentativas de levar para o canal adaptações da editora bateram na trave, casos de “Y: O Último Homem” e “Preacher”, que acabaram indo para outros canais, e o próprio “Watchmen”, que já teve um projeto rejeitado há dois anos, desenvolvido por cineasta Zack Snyder (“Batman vs. Superman”), responsável pela adaptação cinematográfica de 2009. Publicada originalmente em 1986, “Watchmen” é uma abordagem distópica do gênero dos super-heróis, ambientada em uma linha temporal alternativa, durante o auge da Guerra Fria entre os EUA e União Soviética. Ele gira em torno de um grupo de super-heróis americanos, na maioria aposentados, que investigam o assassinato de um deles e, no processo, descobrem uma conspiração que pode mudar o curso da história tal como a conhecemos. Poucos detalhes foram revelados sobre o projeto que está sendo produzido por Damon Lindelof, mas ele já disse que não fará uma adaptação literal dos quadrinhos, preferindo contar uma nova história passada no universo da obra de Moore e Gibbons. O elenco escalado é vasto. Inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Jeremy Irons (“Liga da Justiça”), Yahya Abdul-Mateen II (“The Get Down”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data definitiva da estreia ainda não foi anunciada.

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  • Filme

    Diretor de A Outra História Americana planeja realizar primeiro filme estrelado por robô de verdade

    17 de agosto de 2018 /

    O próximo filme do diretor Tony Kaye (“A Outra História Americana”) pode entrar para a história como o primeiro estrelado por um robô. Não um robô criado digitalmente com efeito especial, como os que costumam aparecer no cinema, mas um robô de verdade, que trabalhará como ator na tela. Segundo o site Deadline, o cineasta teve a ideia de usar uma inteligência artificial após discussão com o produtor Sam Khoze. A dupla imaginou que usando um robô em vez de uma imagem feita através de computação gráfica poderia chamar mais atenção. E para isso pretendem inscrever o androide no Sindicato dos Atores. O robô será treinando como um ator normal, aprendendo técnicas de atuação´por meio do uso de inteligência artificial. Para completar, a trama estrelada pelo robô não será uma ficção científica, mas uma comédia romântica. Intitulada “2nd Born”, o longa sera sequência de um filme recém-filmado, chamado “1st Born”, comédia indie de Ali Atshani sobre um casal que precisa lidar com a primeira gravidez, e que ainda não tem previsão de estreia. Vale lembrar que, recentemente, a Disney criou robôs que podem atuar como dublês em cenas de ação.

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  • Série

    Mary J. Blige entra na 3ª temporada da série de terror Scream

    17 de agosto de 2018 /

    A 3ª temporada de “Scream”, série da MTV norte-americana inspirada na franquia cinematográfica de terror “Pânico”, adicionou em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”. Blige interpretará Sherry Elliot, mãe do protagonista Deion (RJ Cyler, de “Power Rangers”), um jogador de futebol americano cujo passado trágico volta para persegui-lo, ameaçando o seu futuro e o de seus amigos. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. A ideia é oferecer histórias fechadas a cada temporada, como a série de antologia “American Horror Story”. A mudança acompanha a entrada do novo showrunner Brett Matthews (“The Vampire Diaries”) e da atriz Queen Latifah (“Star”) como produtora executiva. O elenco da temporada será completamente diferente, incluindo ainda Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”), Jessica Sula (“Fragmentado”), o rapper Tyga e o filho do rapper Notorious B.I.G., C.J. Wallace, Além disso, serão menos episódios: seis no total, que serão exibidos nos EUA em apenas três noites, na base de dois capítulos por semana. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix e ainda não há previsão de estreia.

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    Novo trailer de Goosebumps 2 revela ligação com o filme anterior

    17 de agosto de 2018 /

    A Sony divulgou quatro fotos e o novo trailer da continuação de “Goosebumps: Monstros e Arrepios” (2015). Em versões dublada e legendada, a prévia mostra que “Goosebumps 2: Halloween Assombrado” vai se passar vários anos após a trama original e acompanhar novas crianças que acidentalmente liberam as assombrações dos livros de R.L. Stine em pleno Halloween. Mesmo assim, há uma ligação entre as tramas. Logo no começo da prévia, os personagens leem uma notícia sobre os acontecimentos do longa anterior, em que as criações de Stine ganharam vida e assombraram uma cidade dos Estados Unidos. Os três adolescentes, interpretados por Madison Iseman (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), Caleel Harris (“Castle Rock”) e Jeremy Ray Taylor (“It: A Coisa”), então lembram que possuem um livro perdido de Stine, intitulado “Halloween Assombrado”. É quando o terrível ventríloquo Slappy e vários outros monstros voltam a pular das páginas para o mundo real. O novo filme tem direção de Ari Sandel (“DUFF: Você Conhece, Tem ou É”), roteiro de Rob Lieber (“Pedro Coelho”) e ainda inclui participação dos comediantes Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) e Chris Parnell (“Anjos da Lei”), tentando compensar a ausência de Jack Black, astro do primeiro filme. A estreia de “Goosebumps 2” está marcada para 11 de outubro, três semanas ante do Halloween.

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  • Filme

    Festival de Gramado 2018 começa valorizado por mais filmes e maior competitividade

    17 de agosto de 2018 /

    O Festival de Gramado 2018 começa nesta sexta-feira (16/8) com nada menos que 14 longas em competição. Deste total, nove são nacionais e cinco estrangeiros. E se o número de estrangeiros encolheu, é para se aplaudir o aumento de candidatos brasileiros. No ano passado foram sete e há dois anos eram apenas seis concorrentes nacionais. O aumento da competitividade valoriza a premiação e cutuca a organização dos demais festivais espalhados pelo país, que juntam cinco filmes para disputar dezenas de troféus e acabam inflacionando a distribuição de prêmios sem relevância. Com o crescimento, Gramado se posiciona estrategicamente para voltar a revelar talentos e recuperar sua importância no calendário do cinema nacional, trazendo enfim uma concorrência ao Festival do Rio – que virou referência justamente por reunir mais filmes que todos os demais… juntos! Por outro lado, a seleção chama atenção para o predomínio de produções cariocas. Dos nove títulos selecionados para a competição de longas brasileiros, cinco vem do Rio de Janeiro – mais da metade. Os demais são dois filmes de São Paulo, um do Paraná e outro do Rio Grande do Sul. Mesmo com dois títulos a mais que a competição do ano passado, não foram incluídas nenhuma produção das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste na disputa ao Kikito 2018. Entre os destaques da competição, estão a animação “A Cidade dos Piratas”, do animador gaúcho Otto Guerra, que adapta as tiras dos “Piratas do Tietê”, de Laerte, a cinebiografia “Simonal”, dirigida por Leonardo Domingues, “O Banquete”, de Daniela Thomas, passado em um cenário fechado, “Ferrugem”, de Aly Muritiba, premiado no Festival de Seattle e exibido no Festival de Sundance, e “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, também levado a Sundance. . A boa presença nacional, entretanto, não deveria desculpar uma seleção internacional miserável. A lista com apenas cinco títulos não justifica uma competição, pelos motivos já apontados. E tem o detalhe: um dos cinco selecionados, ainda por cima, é uma coprodução brasileira, “Las Herederas”, dirigida pelo paraguaio Marcelo Martinessi, que já venceu o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim. Filmaço que seria mais valorizado com uma exibição especial fora de competição. Afinal, Gramado também exibe filmes fora de competição. E geralmente é aberto por um longa que não disputa prêmios. Este ano, o escolhido foi “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, musical ambicioso que teve premiére mundial em Cannes, na França, e tem estreia marcada nos cinemas brasileiros em 6 de setembro. Diegues não filmava há 12 anos – desde “O Maior Amor do Mundo” (2006) – e a abertura do festival gaúcho marcará a primeira exibição nacional do longa. O evento também prestará homenagens especiais a artistas relevantes do cinema brasileiro e latino. O Troféu Eduardo Abelin será entregue ao cineasta Carlos Saldanha, de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O touro Ferdinando”, indicado duas vezes ao Oscar. O Troféu Cidade de Gramado irá para ator Ney Latorraca, pela carreira de 23 filmes. O troféu Oscarito será entregue ao ator Edson Celulari, que celebra 40 anos de carreira. E a estrela uruguaia Natalia Oreiro receberá o Kikito de Cristal. A programação ainda inclui 34 curtas e outras cinco mostras não competitivas, estendendendo-se até o dia 25 de agosto no Rio Grande do Sul. Veja abaixo a lista completa dos filmes selecionados para a competição. LONGAS BRASILEIROS “10 Segundos Para Vencer” (RJ), de José Alvarenga Jr. “O Banquete” (SP), de Daniela Thomas “Benzinho” (RJ), de Gustavo Pizzi “A Cidade dos Piratas” (RS), de Otto Guerra “Correndo Atrás” (RJ), de Jeferson De “Ferrugem” (PR), de Aly Muritiba “Mormaço” (RJ), de Marina Meliande “Simonal” (RJ), de Leonardo Domingues “A Voz do Silêncio” (SP), de André Ristum LONGAS ESTRANGEIROS “Averno” (Bolívia/Uruguai), de Marcos Loayza “Las Herederas” (Paraguai/Brasil/Uruguai/França/Alemanha), de Marcelo Martinessi “Mi Mundial” (Uruguai/Argentina/Brasil), de Carlos Morelli “Recreo” (Argentina), de Hernán Guerschuny e Jazmín Stuart “Violeta al Fin” (Costa Rica/México), de Hilda Hidalgo CURTAS BRASILEIROS “À Tona” (DF), de Daniella Cronemberger “Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” (SC), de Maria Augusta V. Nunes “Aquarela” (MA), de Thiago Kistenmacker e Al Danuzio “Catadora de Gente” (RS), de Mirela Kruel “Estamos Todos Aqui” (SP), de Chico Santos e Rafael Mellim “Um Filme de Baixo Orçamento” (SP), de Paulo Leierer “Guaxuma” (PE), de Nara Normande “Kairo” (SP), de Fabio Rodrigo “Majur” (MT), de Rafael Irineu “Minha Mãe, Minha Filha” (SP), de Alexandre Estevanato “Nova Iorque” (PE), de Leo Tabosa “Plantae” (RJ), de Guilherme Gehr “A Retirada Para Um Coração Bruto” (MG), de Marco Antonio Pereira “Torre” (SP), de Nádia Mangolini CURTAS GAÚCHOS – PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA “À Sombra” (Canoas), de Felipe Iesbick “O Abismo” (Sapucaia do Sul), de Lucas Reis “Antes do Lembrar” (Porto Alegre), de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes “Coágulo” (São Leopoldo), de Jéssica Gonzatto “O Comedor de Sementes” (São Leopoldo), de Victoria Farina “Um Corpo Feminino” (Porto Alegre), de Thais Fernandes “Entre Sós” (Porto Alegre), de Caetano Salerno “Fè Mye Talè” (Encantado), de Henrique Both Lahude “A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina” (Pelotas), de Tiago Ribeiro “Gasparotto” (Porto Alegre), de Zeca Brito “Grito” (Santa Maria), de Luiz Alberto Cassol “Maçãs em Fogo” (Porto Alegre), de Bruno de Oliveira “Movimento à Margem” (Porto Alegre), de Lícia Arosteguy e Lucas Tergolina “Mulher Ltda” (Canoas), de Taísa Ennes “Nós Montanha” (Porto Alegre), de Gabriel Motta “Pelos Velhos Tempos” (Porto Alegre), de Ulisses da Motta “Sem Abrigo” (Porto Alegre), de Leonardo Remor “Subtexto” (Caxias do Sul), de Cristian Beltrán “Vinil” (Porto Alegre), de Catherine Silveira de Vargas e Valentina Peroni Freire Barata “O Viúvo” (Porto Alegre), de Luiz Carlos Wolf Chemale

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  • Série

    The Royals é cancelada após atrizes denunciarem assédio sexual do criador da série

    17 de agosto de 2018 /

    O canal pago E! Entertainment Television confirmou o cancelamento da serie “The Royals” após quatro temporadas. O anúncio era esperado, após o escândalo de bastidores que transformou a produção em notícia. O criador da série, Mark Schwahn, foi demitido em dezembro do ano passado após denúncias de assédio sexual pelas integrantes femininas do elenco. Elas se uniram em repúdio, inspiradas por uma denúncia anterior, feita pelas atrizes e roteiristas da antiga série do produtor, “One Tree Hill” (2003–2012), exibida na TV aberta brasileira como “Lances da Vida”. As atrizes e profissionais femininas de “The Royals” emitiram uma carta aberta conjunta, no mesmo molde da divulgada pelas profissionais de “One Tree Hill”, reforçando o repúdio ao produtor. “Ficou muito claro, lendo a declaração [da equipe de ‘One Tree Hill’] no início desta semana, de que a traição e a raiva que muitos de nós experimentamos durante nosso tempo em ‘The Royals’ não é exclusivamente nossa”, abre o texto. “Esta declaração é uma coleção de vozes das mulheres envolvidas em ‘The Royals’, que gostariam de finalmente responder ao comportamento de nosso showrunner. Que sentiu a inclinação de abusar de seu poder e influência em um ambiente onde ele tinha o comando sobre mulheres. Isso se manifestava no assédio sexual indesejado e repetido sobre múltiplos integrantes femininos do elenco e equipe”, diz o texto, que agradeceu enfaticamente “a todas as mulheres de ‘One Tree Hill’, cuja ética sólida nos tocou enormemente”. “Para vocês, tiramos nossas coroas”, concluiu o texto, assinado pelas “ladies” de “The Royals”, Hatty Preston, Sophie Colquhoun, Alex Watherson, Lydia Rose Bewley, April Church, Annalise Beusnel, Poppy Corby-Tuech, Florence Chow, Charlie Jones, Isabella Artitzone, Jade Armstrong, Rachel Walsh, Tania Vernava, Bonnie Vannucci, Merritt Patterson, Kate Benton, Jerry-Jane Pears, Jodie Simone, Kate Royds, Leonie Hartard, Lisa Mitton, Marie Deehan, Alice Woodward, Rachel Lennon e Kimberly Macbeth. Na ocasião, a E! informou que a 4ª temporada já estava gravada e que seria exibida conforme planejado. Mas não deu maiores informações sobre o futuro da produção. Isto chegou apenas agora. “A E! não seguirá adiante com mais uma temporada de ‘The Royals’, que foi lançada em 2015 como a primeira série original do canal”, disse a emissora em comunicado. “Ao longo de quatro temporadas, ‘The Royals’ levou os espectadores para trás dos portões do palácio em uma jornada escandalosa cheia de reviravoltas. Somos gratos ao elenco e aos nossos parceiros produtores da Lionsgate e da Universal Cable Productions.” Com o cancelamento, a E! não tem mais nenhuma série roteirizada no ar. O outro programa do canal, “The Arrangement”, tinha sido eliminado em maio. Fãs de “The Royals”, porém, não precisam iniciar campanhas para algum canal salvar a série. A Lionsgate vai tentar incluir a série em seu canal pago Pop, administrado desde 2015 em parceria com a rede CBS, e produzir uma 5ª temporada. Mas, para ser tomada, a decisão depende de negociações com a CBS e conversas orçamentárias.

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