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    Mary J. Blige será assassina na série baseada nos quadrinhos da Academia Umbrella

    12 de fevereiro de 2018 /

    A cantora Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por seu desempenho no filme “Mudbound”, produção da Netflix, vai seguir a carreira de atriz no serviço de streaming. Ela entrou no elenco da série “The Umbrella Academy”, adaptação dos quadrinhos da Academia Umbrella. Blige interpretará o papel de Cha Cha, uma assassina implacável e pouco ortodoxa, que viaja no tempo para matar seus alvos. Embora tenha algumas queixas sobre a burocracia de seus empregadores, esse trabalho é a vida dela. Ela é sádica, sociopata e sua reputação a precede. Seu verdadeiro amor é tortura, e ela se considera uma “artista da dor”. Nos quadrinhos, o personagem é homem e trabalha de forma inseparável com Hazel. Os dois usam máscaras infantis e estão determinados a matar uma cota de integrantes da Academia Umbrella. A inclusão no elenco de “The Umbrella Academy” marcará o maior trabalho de Blige numa série. Recentemente, ela fez pequenas participações nas séries “Empire” e “Black-ish”, mas nunca tinha vivido uma personagem regular. Criada pelo vocalista da banda My Chemical Romance, Gerald Way, e ilustrada pelo brasileiro Gabriel Bá, “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles voltam a se reunir. A adaptação dos quadrinhos foi concebida por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e o elenco confirmado inclui Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) como Vanya, Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”) como Luther, Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”) como Klaus, Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”) como Allison, David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) no papel de Diego e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) foi escolhido como Número Cinco. Com dez episódios, a série deve estrear no fim do ano.

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    HBO Europe vai produzir minissérie do diretor bósnio de Terra de Ninguém

    12 de fevereiro de 2018 /

    A HBO Europe deu sinal verde para a produção de “Success”, minissérie criada pelo cineasta bósnio Danis Tanovic, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Terra de Ninguém” (2001), Escrita em parceria com Marjan Alcevski (do documentário “Cash & Marry”), a minissérie de seis episódios vai acompanhar quatro estranhos que se unem por um evento violento em Zagreb. Cada um, à sua maneira, tentará recuperar o controle de suas vidas, mas as conseqüências de suas ações ameaçam alcançá-los. A HBO Europe descreve a série como “uma ode amarga para a cidade de Zagreb”. “Success” será a primeira série de Tanovic, que já trabalhou com narrativas múltiplas em seu último filme, “Death in Sarajevo”, que ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim em 2016. Seu drama de 2013, “Um Episódio na Vida de um Catador de Ferro-Velho”, também levou o Prêmio do Grande Júri de Berlim. “Há tempos venho recebendo ofertas para fazer séries, e eu acho, no momento, que elas são mais interessantes e inventivas do que os filmes, mas nenhum projeto tinha me intrigado até agora”, disse Tanovic, em comunicado. “O roteiro de Marjan Alcevski é incrivelmente bem escrito, e estou muito feliz pela HBO ter reconhecido sua qualidade e me dar a oportunidade de colaborar nesse projeto”. A HBO Europa vem obtendo sucesso de público e crítica por algumas produções não faladas em inglês, como o drama político checo “Burning Bush”, o thriller policial polonês “The Pack” e o drama criminal romeno “Umbre”.

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    Alicia Vikander vai estrelar thriller de ação do diretor de Passageiros

    12 de fevereiro de 2018 /

    A atriz sueca Alicia Vikander, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Garota Dinamarquesa” (2015), será a protagonista do novo filme do norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). Trata-se do thriller de ação “The Marsh King’s Daughter”, adaptação do livro homônimo de Karen Dionne – inédito no Brasil, mas lançado em Portugal como “A Filha do Pântano”. A trama acompanha uma mulher que arrisca tudo para encontrar seu pai perigoso, que moldou seu passado e ameaça roubar seu futuro. O papel exige a agilidade atlética que a atriz demonstrará em seu próximo filme, “Tomb Raider”, já que, em “The Marsh King’s Daughter”, sua personagem, Helena Petterier, usa suas habilidades de caça e rastreamento para encontrar seu pai, apenas para perceber que a fuga dele da prisão faz parte de um elaborado plano para sequestrá-la e as suas duas jovens filhas. “Tomb Raider” estreia em 15 de março no Brasil e “The Marsh King’s Daughter” ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Filme

    Deadpool pinta retrato de Cable e o resultado… é um Goonie

    12 de fevereiro de 2018 /

    Deadpool ataca de novo, com mais uma pincelada de marketing irreverente. O ator Ryan Reynolds publicou uma imagem em seu Instagram, em que Deadpool pinta um retrato de Cable. Mas em vez do herói futurista musculoso, quem aparece na tela é Brand, o menino invocado que o ator Josh Brolin interpretou há 33 anos em “Os Goonies” (1985). Por sinal, foi a estreia de Brolon no cinema. A imagem foi disponibilizada em homenagem ao aniversário de Brolin, que completou 50 anos nesta segunda (12/2). O filme “Deadpool 2”, que traz Reynolds no papel título e introduz Brolin como Cable, tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos. Happy Birthday, Bright Eye. You don’t taste a day over 40. Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 12 de Fev, 2018 às 6:30 PST

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  • Série

    Atriz de Fragmentado será a vilã da 3ª temporada de Preacher

    12 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Betty Buckley, intérprete da psiquiatra de “Fragmentado”, será a grande vilã da 3ª temporada de “Preacher”. Ela vai interpretar a famosa vovó de Jesse Cutler (Dominic Cooper), uma curandeira poderosa do bayou, capaz até de ressuscitar os mortos – por um preço. E é justamente por causa desse poder que Jesse quer reencontrá-la, após Tulip (Ruth Negga) ser baleada. A personagem já foi aludida no final da 2ª temporada, que se encerrou com Jesse rumando para sua residência, em Angelville. Quando criança, Jesse era torturado sem parar pela avó, cujo nome é Marie L’Angell. Apesar de ser parente do pastor do título, ela o raptou e o forçou a viver com sua família de caipiras fanáticos quando era criança. Os capangas da curandeira foram quem mataram o pai de Jesse, uma cena vista em vários flashbacks da série, mas até agora ainda não explicada de forma clara. Os principais capangas são TC e Jody, que serão vividos respectivamente por Colin Cunningham (série “Blood Drive”) e Jeremy Childs (série “Nashville”). O primeiro é um pervertido que transa com qualquer coisa capaz de se mexer, enquanto o segundo é um mestre de diferentes qualificações, de lutas a consertos de carros. A série também escalou Liz McGeever (série “Homeland”) num papel denominado apenas de Christina, que deve ser Christina L’Angell, a filha de Marie L’Angell e mãe de Jesse. O problema é que Liz McGeever é muito jovem, o que significa cenas de flashback. A sinopse oficial do canal pago AMC também sugere isso: “Capaz e eficiente, Christina tem um rosto que atrai clientes para o negócio da família. Ela esconde bem, mas odeia seu trabalho e tem sonhos e aspirações fora de sua vida atual – mas sofre para proteger seu filho”. Embora os novos personagens existam nos quadrinhos, a vó, por exemplo, não é tão poderosa na publicação original, onde nunca demonstrou capacidade de trazer os mortos de volta à vida. “Preacher” é baseada nos quadrinhos homônimos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics) criados por Garth Ennis e Steve Dillon, e foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). Atualmente em produção em Nova Orleans, a 3ª temporada de “Preacher” só estreia no final do ano.

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    Diretor de Pixels vai adaptar o game Five Nights at Freddy’s

    12 de fevereiro de 2018 /

    Depois de dirigir “Pixels”, que envolvia diversos games clássicos, Chris Columbus vai assumir a adaptação do game de smartphones “Five Nights at Freddy’s”. Criado por Scott Cawthon em 2014, o jogo original gira em torno de um guarda de segurança que luta contra robôs animatrônicos que ganham vida em um restaurante estilo buffet infantil. A brincadeira se tornou uma sensação instantânea, gerando bilhões de visualizações no YouTube. Além disso, cada um dos seis aplicativos móveis diferentes do jogo já foi líder de vendas das lojas de aplicativos para Android e iOS. A produção é do estúdio Blumhouse, mais conhecido por filmes de terror (“Corra!”, “Fragmentado”) que por produções infantis. Mas o estúdio venceu a concorrência por estabelecer um relacionamento mais transparente dom Cawthon, que participará da adaptação como produtor. Columbus, por sua vez, é especialista em produções de fantasia infantil – desde o começo da carreira, como roteirista de “Gremlins” (1984) e “Os Goonies” (1985), até seus inúmeros sucessos como diretor, entre eles “Esqueceram de Mim” (1990), “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001) e “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (2010). Veja abaixo o anúncio da produção, feito pelo Twitter oficial da Blumhouse. Mr. Columbus, are you ready for Freddy? #FiveNightsatFreddys pic.twitter.com/4F7QEnw16x — Blumhouse (@blumhouse) February 12, 2018

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    James Hetfield vai virar ator no filme sobre o serial killer Ted Bundy

    12 de fevereiro de 2018 /

    James Hetfield vai estrear como ator de cinema aos 54 anos. O cantor e guitarrista da banda Metallica entrou no elenco de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, filme sobre o serial killer mais famoso dos EUA, Ted Bundy. O roqueiro interpretará o oficial Bob Hayward, um patrulheiro rodoviário veterano de Utah, que foi o primeiro policial a prender Bundy em 1975. Será a primeira vez que Hetfield terá um papel diferente de si mesmo numa produção live action. Ele já tinha aparecido anteriormente em séries, filmes e até animações como cantor do Metallica. Joe Berlinger, diretor do filme, já filmou Hetfield previamente nos documentários “Metallica: Some Kind of Monster” (2004) e “Metallica: This Monster Lives” (2014). Ele também é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). O elenco destaca Zac Efron (“Baywatch”), que tem o papel principal, além de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Terry Kinney (série “Billions”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”) e Dylan Baker (série “The Good Wife”). A trama se concentrará na relação disfuncional entre Bundy (Efron) e sua namorada Liz Kloepfer (Collins), que durou sete anos. Os dois se conheceram em 1969 e por três vezes ela o denunciou à polícia por comportamento violento. Nos anos 1970, Bundy ficou famoso por raptar, violentar e assassinar mulheres jovens. Antes de ser executado na cadeira elétrica em 1989, aos 42 anos, Bundy confessou 30 assassinatos, ocorridos, segundo ele, entre 1974 e 1978. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. O novo longa ainda não tem previsão de estreia.

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    2ª temporada de Star Trek: Discovery vai incluir o Sr. Spock?

    12 de fevereiro de 2018 /

    O final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery”, exibida no domingo (11/2) nos Estados Unidos e disponibilizada nesta segunda na Netflix, trouxe uma surpresa para os fãs da franquia. Ao atender um pedido de socorro, a tripulação da Discovery acabou encontrando outra nave da Frota Estelar. E o spoiler é grande. Os parágrafos a seguir revelam o cliffhanger do primeiro ano da série. Segundo os showrunners Aaron Harberts e Gretchen J. Berg, a decisão de introduzir a nave Enterprise na trama foi uma decisão tomada no início da temporada. “Enquanto estávamos traçando esta temporada e o que queríamos fazer na próxima, pensamos: ‘Vamos contar esta história agora'”, eles disseram ao site The Hollywood Reporter. Berg compara o encontro com um “elefante na sala”, já que coloca, de um lado, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) e Sarek (James Frain) na Discovery, enquanto o filho de Sarek e irmão adotivo de Burnham pode estar a bordo da Enterprise. Sim, trata-se de Spock. “Uma hora teríamos que dar reconhecimento e interagir com esta outra nave e seus tripulantes que estão por aí”, diz ela. “Embora a nossa série seja chamada ‘Discovery’ e nosso foco principal seja sempre as pessoas na ‘Discovery’, também estamos vivendo dentro do universo ‘Star Trek'”, ela pondera. Originalmente, a trama de “Discovery” se passava uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009), mas uma viagem inesperada para outra dimensão fez com que a nave avançasse no tempo, retornando, no penúltimo episódio, nove meses depois para o Sistema Solar. Isto aproximou um pouco mais a cronologia da série das tramas cinematográficas. Mas há um detalhe que impediria a presença de Spock na Enterprise que encontra a Discovery. Enquanto Spock foi Oficial de Ciências da tripulação comandada pelo Capitão Pike na série clássica dos anos 1960, ele ainda seria adolescente ou, no máximo, estudante da Academia da Frota Estelar na nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Assim, se Spock aparecer, “Discovery” será um prólogo da série “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e não do filme “Star Trek”. O que é certeza é a presença do Capitão Christopher Pike na ponte de comando. O personagem foi vivido por Jeffrey Hunter no piloto rejeitado de “Jornada nas Estrelas”, em 1964, mas acabou integrado na cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada, que reaproveitou as cenas anteriormente gravadas com a tripulação “original” da Enterprise – Pike, Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike também era o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek”, vivido por Bruce Greenwood. “Certamente, não estamos confirmando que vamos apresentar Spock e, certamente, não vamos contratar um novo ator para esse papel”, diz Harberts. “Sabemos o quão incríveis foram as performances de Leonard Nimoy e Zachary Quinto e o que a série original e o diretor do filme ‘Star Trek’, JJ Abrams, conseguiram desencadear com esse personagem. Nunca encontraríamos outro ator que pudesse chegar perto do que Leonard Nimoy fez com o papel original”. Ainda assim, “Star Trek: Discovery” já provou que é uma série onde tudo pode acontecer – até deixar os fãs frustrados com um desfecho pífio para o conflito entre os klingons e a Federação (deixaram Akiva Goldsman, o homem que enterrou ‘A Torre Negra’, escrever o episódio). Já confirmada, a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” só deve estrear em 2019.

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    Ethan Hawke vai estrelar cinebiografia do inventor Nikola Tesla

    12 de fevereiro de 2018 /

    O ator Ethan Hawke vai estrelar “Tesla”, cinebiografia do inventor Nikola Tesla, o gênio da eletricidade que revolucionou a vida moderna. “Tesla” marcará um reencontro entre Hawke e o diretor Michael Almereyda, após trabalharem juntos em “Hamlet: Vingança e Tragédia” (2000) e “Cymbeline” (2014). Além de dirigir, Almereyda também assina o roteiro do filme, que será produzido pelos estúdios indies Passage Pictures e Campbell Grobman Films. O filme será uma crônica da vida e da época do famoso inventor sérvio, incluindo sua criação da corrente elétrica alternada e sua feroz rivalidade com Thomas Edison. Nikola Tesla também é personagem do filme inédito “The Current War”, que retrata o conflito com Edison. Esta produção traz Nicholas Hoult no papel do então jovem inventor. Prevista para o ano passado, a obra acabou adiada indefinidamente, devido aos escândalos que sacudiram o estúdio The Weinstein Company. As filmagens de “Tesla” vão começar nesta primavera (entre março e maio) em Nova York.

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    Procurador de Nova York processa a Weinstein Company e venda do estúdio é paralisada

    12 de fevereiro de 2018 /

    O procurador geral do estado de Nova York, Eric Schneiderman, abriu uma ação judicial contra a The Weinstein Company, que coloca em risco as negociações em curso para a venda da empresa. As acusações de Schneiderman envolvem “violações sérias dos direitos civis, humanos e das regras de negócios do estado”, alegando que os Weinstein criaram “um ambiente de trabalho hostil com base em discriminação de gênero, um padrão de abuso sexual e uma rotina de mau uso dos recursos corporativos para fins ilegais que se estendem de 2005 até outubro de 2017”. O processo é resultado de quase quatro meses de investigação e conta com 39 páginas, destacando duas formas primárias de condutais ilegais praticadas por Harvey Weinstein à frente do estúdio que ele criou com seu irmão. Em primeiro lugar, “repetidamente e persistentemente abuso de empregadas da TWC, ao pessoalmente criar um ambiente de trabalho hostil, e exigência de que as mulheres interagissem em atos sexuais ou conduta submissa como moeda de troca para empregabilidade ou avanços na carreira”. Em segundo, abuso de poder e recursos: “A Weinstein Company repetidamente quebrou as leis do estado de Nova York ao falhar em proteger seus funcionários de abuso sexual persuasivo, intimidação e discriminação.” Por fim, caso a Weinstein Company seja vendida, Schneiderman afirma que o contrato “deve garantir que todas as vítimas sejam compensadas, a continuidade dos funcionários protegida e que nenhum dos abusadores ou ajudantes desses enriqueçam injustamente” como resultado do negócio. A ação paralisou as negociações entre os diretores da TWC e um grupo encabeçado por Maria Contreras-Sweet, ex-integrante do governo de Barack Obama. O investidor que integraria a maior parte dos US$ 500 milhões oferecidos para comprar a TWC resolveu reconsiderar a aquisição.

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    Martin Scorsese e criador dos Vikings vão fazer série sobre o império romano

    12 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) se juntou a Michael Hirst (criador e roteirista de “Vikings”), para a produção de uma nova série histórica. A atração vai se chamar “The Caesars”, e como o nome sugere acompanhará “os primeiros comandantes de Roma, começando com a ascensão de Júlio César”. Segundo o jornal The Guardian, o piloto já foi roteirizado e o argumento dos demais episódios da temporada está mapeado, visando ter várias temporadas. Entretanto, as gravações só devem começar em 2019, na Itália. “Scorsese é genuinamente apaixonado pelo período romano e sabe muito a respeito”, disse Hirst ao Guardian. “Ele ligou para Justin Pollard, meu consultor histórico, e eles ficaram horas conversando sobre fontes históricas e poesia romana, boa parte em latim.” Hirst é um especialista em tramas de época. Além de “Vikings”, ele escreveu o roteiro do filme “Elizabeth” (1998), com Cate Blanchett, e foi o criador da série “The Tudors”. O projeto será a terceira série produzida por Scorsese, após o sucesso de “Boardwalk Empire” e o fracasso de “Vinyl”, ambas na HBO. Ainda não há canal definido para “The Caesars”, mas History, HBO e Netflix são algumas das empresas com que Hirst e Scorsese costumam trabalhar. Como as filmagens estão previstas para 2019, a estreia só deve acontecer em 2020. Vale lembrar que a história de Júlio César e seu sucessor, Otávio Augusto, o primeiro imperador de Roma, já foi contada há apenas uma década na série “Roma” (2005–2007). Os produtores, entre eles Bruno Heller (série “Gotham”), pretendiam, justamente, narrar a história completa do Império Romano, mas a HBO decidiu cancelar a história com a ascensão de Augusto e a morte de Cleópatra e Marco Antônio, ao final da 2ª temporada, sem explorar porque o imperador se tornou tão famoso a ponto de nomear o mês de agosto. Além desta série, Michael Seitzman (criador de “Code Black”) está desenvolvendo uma produção sobre o mesmo período centrada em Cleópatra, em parceria com o veterano produtor de cinema Lorenzo di Bonaventura (da franquia “Transformers”).

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    Marvel divulga vídeo de bastidores da foto épica com elenco de todos os seus filmes

    12 de fevereiro de 2018 /

    O Marvel Studios divulgou um vídeo de bastidores da superfoto feita para celebrar sua primeira década de existência. O retrato reuniu algumas das figuras-chaves dessa trajetória, com representantes de todos os filmes produzidos desde o primeiro “Homem de Ferro”, em 2008. Ao todo, 79 atores, diretores e produtores participaram do encontro “épico”. Entre os atores, estão Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Hulk), Paul Rudd (Homem-Formiga), Tom Holland (Homem-Aranha), Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Vin Diesel (Groot), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Evans (Capitão América) e até Brie Larson (a ainda inédita Capitã Marvel), entre muitos outros, incluindo a lenda dos quadrinhos e “pai de (quase) todos” Stan Lee. Ao lado de Vingadores, Guardiões e até supervilões, também aparecem os cineastas responsáveis pelos filmes, mas a imagem é clara ao destacar quem é o mais superpoderoso de todos: o produtor Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, que reina em primeiro plano, sentado ao lado do astro do primeiro blockbuster da companhia, Robert Downey Jr., o Homem de Ferro. Desde que se estabeleceu como um estúdio, a Marvel já contabiliza 17 longas de super-heróis dos quadrinhos, e passou a ser referenciada pelos concorrentes pela capacidade de compartilhar um rico universo de histórias e personagens. Juntos, os filmes lançados pela companhia ao longo da última década já renderam mais de US$ 13 bilhões em bilheteria. E o 18º chega aos cinemas na próxima semana: “Pantera Negra”. Vale lembrar que a Disney comprou a Marvel (incluindo a editora de quadrinhos) por US$ 4 bilhões em 2009.

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    Série sci-fi clássica V – Visitantes vai virar filme

    12 de fevereiro de 2018 /

    O Desilu Studios anunciou que está desenvolvendo um filme baseado na clássica série sci-fi “V – Visitantes”. O roteiro da nova versão será escrito pelo criador da série original dos anos 1980, Kenneth Johnson. Chamado de “V – The Movie”, a produção pretende resumir a história da minissérie de duas partes, exibida pela rede NBC em 1983, sobre uma invasão alienígena. Na trama, criaturas de uma raça reptiliana chegavam em discos voadores à Terra, disfarçados de humanos e fingindo ter boas intenções. A minissérie se provou extremamente popular, inspirando uma sequência em 1984, “V – A Batalha Final”, e uma série em 1985, que foi cancelada na 1ª temporada. Seu remake de 2009 foi mais bem-sucedido, com duas temporadas e a brasileira Morena Baccarin no papel de líder da invasão, mas também saiu do ar sem encerrar a trama. Johnson não se envolveu com o remake, por supostas diferenças criativas com a rede NBC. Mas escreveu uma continuação literária, “V: The Second Generation”. Ele também criou as séries “O Incrível Hulk” (1977-1982), “A Mulher Biônica” (1976-1978) e “Alien Nation” (1989-1997), mas estava afastado há duas décadas. Seu último roteiro foi “Steel – O Homem De Aço” (1997), adaptação dos quadrinhos da DC Comics que foi enorme fracasso de público e crítica. “Estamos muito satisfeitos em nos juntar à Desilu para trazer essa história atemporal – e oportuna – de resistência contra a tirania no século 21”, disse Johnson em comunicado. “O filme de ‘V’ será o primeiro de uma trilogia cinematográfica que contará o conto épico completo da maneira que eu sempre imaginei”. Responsável pela produção, a Desilu foi fundada em 1950 pelo casal Desi Arnaz e Lucille Ball e se tornou a maior produtora independente de televisão nos Estados Unidos – lançou, entre outras, a franquia “Star Trek”. Ball comprou a parte do ex-marido Arnaz em 1962 e dirigiu a empresa por vários anos, até vender suas ações para a Gulf + Western. Posteriormente, a empresa tornou-se uma divisão televisiva da Paramount Pictures. Com a compra da Paramount pela Viacom, a biblioteca de séries clássicas da Desilu virou propriedade da CBS, mas a marca Desilu foi comprada pelo empresário Charles B. Hensley, que decidiu relançá-la no ano passado em Hollywood como um novo estúdio. “V – The Movie” é o primeiro projeto anunciado pelo estúdio revivido.

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