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  • Série

    Trailer do final de Star Wars: Rebels apresenta confronto com Imperador Palpatine

    20 de janeiro de 2018 /

    O canal pago americano Disney XD divulgou o trailer do arco final de “Star Wars: Rebels”. A prévia relembra a evolução do jovem protagonista Ezra Bridger (dublado por Taylor Gray) e culmina em seu confronto com o Imperador Palpatine, que faz sua estreia animada com a voz de Ian McDermid, o intérprete do vilão nos filmes da franquia espacial. A série animada, que estreou em 2014, conquistou os fãs da saga da Lucasfilm por incorporar personagens clássicos e expandir o universo de “Star Wars”. A 4ª temporada retorna em 19 de fevereiro nos Estados Unidos, com a exibição de sua segunda metade e episódios finais. O último capítulo será exibido em 9 de março, com 90 minutos de duração.

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  • Série

    Agents of SHIELD vira a série mais bem-avaliada da Marvel

    20 de janeiro de 2018 /

    É oficial: o quinto ano de “Agents of SHIELD”, passado no espaço e num futuro pós-apocalíptico, representa a melhor temporada de toda a série. Mas não só isso. Os atuais episódios da atração criada pela família Whedon (Joss Whedon, seu irmão Jed e sua cunhada Maurissa Tancharoen) são os melhores dentre todos as produções da Marvel, lançadas na televisão e em serviços de streaming. A conclusão é do site Rotten Tomatoes, que agrega críticas sobre filmes e séries e sistematiza uma avaliação baseada nos comentários da imprensa americana. Segundo esta avaliação, a 5ª temporada de “Agents of SHIELD” tem impressionantes 95% de aprovação, o que a coloca à frente das produções feitas para a Netflix, como as temporadas inaugurais de “Luke Cage” (93%) e “Jessica Jones” (92%). A lista também inclui as séries desenvolvidas pela Fox, no universo dos X-Men. Ao todo, a Marvel já lançou 12 séries. Confira abaixo como cada um se saiu no Rotten Tomatoes. 1. “Agents of SHIELD” (95%) 2. “Luke Cage” (93%) 3. “Jessica Jones” (92%) 4. “Legion” (90%) 5. “Agent Carter” (88%) 6. “Daredevil/Demolidor” (86%) 7. “Runaways/Fugitivos” (82%) 8. “The Defenders/Os Defensores” (74%) 9. “The Gifted” (70%) 10. “The Punisher/O Justiceiro” (62%) 11. “Iron Fist/Punho de Ferro” (19%) 12. “Inhumans/Inumanos” (10%)

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  • Série

    Kid Flash vai trocar de série para integrar Legends of Tomorrow

    20 de janeiro de 2018 /

    O herói Kid Flash vai trocar de série. O ator Keiynan Lonsdale, que interpreta Wally West, tem aparecido cada vez menos em “The Flash” por um motivo simples. Ele está se mudando para “Legends of Tomorrow”. Kid Flash passará a ser integrante fixo de “Legends of Tomorrow” já em fevereiro, no segundo episódio do retorno da atração, após o hiato de final de ano. “Quando seu personagem afastou-se do Flash para continuar trilhando seu próprio caminho, sentindo-se um pouco distante de sua família e equipe, nós sabíamos que Wally West caberia perfeitamente em ‘Legends'”, disse o produtor executivo Phil Klemmer em um comunicado. “No final desta temporada, Wally vai aprender que as ‘lendas’ têm uma definição diferente do que significa ser um herói”, completou. A entrada de Kid Flash no elenco de “Legends” acontece poucos episódios após a saída de Nuclear. E é “curioso” reparar como os produtores procuraram manter uma espécie de cota racial na trama, trocando um ator negro (Franz Drameh) por outro. Isto já tinha sido verificado na temporada anterior quando a Mulher Gavião, vivida por Ciara Renée, foi trocada por Vixen, interpretada por Maisie Richardson-Sellers. De todo modo, Kid Flash não é um estranho entre as lendas, já que lutou ao lado dos demais heróis durante o crossover “Crisis on Earth-X”. Além disso, também fez uma rápida aparição no primeiro episódio da 3ª temporada de “Legends”. A série da equipe liderada por Canário Branco/Sara Lance (Caity Lotz) retorna com episódios inéditos em 12 de fevereiro nos Estados Unidos. No Brasil, tanto “Legends of Tomorrow” quanto “The Flash” são exibidos no canal pago Warner.

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  • Etc

    Atrizes se manifestam com discursos na Marcha das Mulheres, que levou milhões às ruas dos EUA

    20 de janeiro de 2018 /

    Pelo segundo ano consecutivo, milhões de americanas se juntaram na Marcha das Mulheres, tomando as ruas dos Estados Unidos neste sábado (20/1). Por todo o país, as mulheres caminharam em protesto ao governo de Donald Trump — que completou um ano –, embaladas pelos recentes escândalos sexuais em Hollywood, pelo movimento #MeToo e pela exigência de igualdade de gêneros. Em Los Angeles e em Park City, onde acontece o Festival de Sundance, várias estrelas de Hollywood se fizeram presente com cartazes e discursos, entre elas as atrizes Natalie Portman, Scarlett Johansson e Viola Davis. Natalie Portman fez uma revelação em seu discurso, contando que a primeira carta de fã que recebeu na carreira, quando tinha 13 anos, foi uma fantasia masculina de estupro. Isso a traumatizou de tal forma que ela passou a se vestir da forma mais recatada possível, para evitar se sentir desejada. Por isso, apelou para a importância de que homens e mulheres possam se respeitar para se encontrar “consensualmente com o prazer”. Olivia Wilde lembrou que a mãe dela, Leslie Cockburn, deixou sua carreira como jornalista investigativa para buscar uma vaga no Congresso pela Virgínia, nas eleições de 2018. E conclamou as mulheres a votarem direito no próximo ano. “Será o nosso acerto de contas”, disse. Viola Davis citou a famosa declaração de Martin Luther King Jr. de que o próprio tempo pode se tornar um “aliado das forças insurgentes” e pediu aos participantes da Marcha Feminina que não se tornem complacentes. “Quando eu levanto a mão é para todas as mulheres que ainda estão em silêncio, as mulheres sem rosto”, ela apontou. Scarlett Johansson observou que as mulheres foram ensinadas a agradar para serem valorizados por sua conveniência para os homens. Mas o valor da mulher não depende de aprovação masculina. “Avançar no empoderamento feminino significa que minha filha poderá crescer em um mundo onde ela não precisará se sentir inferior, como é atualmente a norma social”, disse ela. Mas até homens se manifestaram em apoio à marcha, como o ator Tony Godwyn, que lembrou o trabalho de sua bisavó, que trabalhou ao lado de seu marido para aprovar a primeira lei americana a qualificar estupro como crime violento. “Nossa associação com mulheres fortes só nos torna mais fortes”, disse ele. Alvo de muitos discursos e cartazes, o presidente Donald Trump aproveitou para ironizar o movimento no Twitter. “Ótimo clima em todo nosso ótimo país hoje, um dia perfeito para todas as mulheres marcharem”, escreveu ele. “Saiam de casa e comemorem o nosso sucesso econômico histórico e sem precedentes e a taxa mais baixa de desemprego feminino nos últimos 18 anos!”, concluiu. O piadista da Casa Branca tomou o troco quando mulheres vestidas como as aias da série “The Handmaid’s Tale” apareceram para protestar na sua propriedade litorânea, em Mar-a-Lago, enquanto Trump realizava um evento para levantar fundos eleitorais. E Olivia Munn deu a resposta em seu discurso, repetindo um slogan conhecido: “Mexeu com uma, mexeu com todas”. O arremate ficou por conta de um comentário do diretor Rob Reiner. “Se, no ano passado, as mulheres marcharam em clima de funeral por medo de quem ocuparia a Casa Branca, este ano elas protestam por saber claramente quem é ele. Não podemos mais fingir. Temos um racista na Casa Branca. Temos um sexista na Casa Branca. E ele está arruinando a nossa democracia”.

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  • Série

    Paul Bettany negocia substituir Matt Smith na 3ª temporada de The Crown

    20 de janeiro de 2018 /

    O ator Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”) negocia com a Netflix assumir o papel do Príncipe Philip na 3ª temporada de “The Crown”, assumindo o papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Caso seu nome seja confirmado, Bettany vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).

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  • Filme

    Filhos de George A. Romero desenvolvem filmes de zumbis

    20 de janeiro de 2018 /

    Os filhos do diretor George A. Romero, falecido em julho do ano passado, preparam-se para continuar o legado do pai, criador dos filmes modernos de zumbis com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos” em 1968. George Cameron e Tina Romero, que figuraram quando crianças nos filhos de seu pai (o bebê da foto acima é Tina, no set de “Dia dos Mortos”), estão preparando suas estreias no apocalipse zumbi com dois filmes diferentes. Tina desenvolve “Queens of the Dead”, em que zumbis atacam um clube de drag queens, e George avança com “Rise of the Living Dead”, um prelúdio de “A Noite dos Mortos-Vivos”, que promete finalmente revelar a origem dos zumbis como um programa militar secreto do governo americano, criado durante o auge da Guerra Fria. Nenhum dos dois longas tem previsão de estreia, mas “Rise of the Living Dead” está mais adiantado em sua pré-produção, com a escalação de seu primeiro intérprete. O filme será estrelado pelo astro belga da música eletrônica Dimitri Vegas (que grava em dupla com Like Mike).

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  • Filme

    A Noite dos Mortos-Vivos: Fotos raras e coloridas revelam bastidores desconhecidos do clássico zumbi

    20 de janeiro de 2018 /

    Fotos raras dos bastidores do clássico zumbi “A Noite dos Mortos Vivos” (1968) surgiram na internet. Até então desconhecidas, elas mostram pela primeira vez imagens coloridas da produção, que foi filmada em preto e branco por George A. Romero. O filme já passou por processo de colorização na época do VHS, mas é a primeira vez que os atores são vistos usando as roupas da produção em suas cores originais. E o impacto é quase psicodélico, de tão vívidas que são as cores de seu figurino. Romero, que faleceu em julho do ano passado, filmou o primeiro filme de apocalipse zumbi juntando todas as suas economias, conseguidas com trabalho em comerciais, num montante total de US$ 114 mil. Para economizar, optou pelo preto-e-branco, uma estética de documentário e apenas catchup e carne de açougue como efeito especial. O porão da fazenda, em que parte da trama acontecia, era o porão de seu próprio escritório. Amigos eram convidados a viver mortos-vivos. Tudo o que podia ser barateado, foi. O impacto foi histórico. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. E a origem dessa contaminação era vaga – um satélite vindo do espaço? O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. E os protagonistas aprendiam os fatos básicos sobre as criaturas junto do público, via noticiário televisivo: os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa num deles, assim como a morte, e eles só paravam com um tiro na cabeça. Além dos elementos de terror, a trama adentrava o inesperado terreno da crítica social, ao fazer de um negro e uma mulher branca seus principais protagonistas. A combinação era inusitada para a época, quando casais inter-raciais ainda eram vistos com reprovação no mundo real. A ideia tornava-se mais impactante pelo final, em que o personagem do ator Duane Jones era morto por um caipira. Ele é um dos destaques da foto, ao lado de Judith O’Dea (Barbra), de vestido… azul! Além de Karl Hardman e Marilyn Eastman, intérpretes do casal Cooper, que se esconde no porão da fazenda cercada por zumbis. Nas fotos que agora emergem, a filmagem parece um pic-nic. As imagens foram inicialmente divulgadas no Twitter pelo fã e curtametragista Don Swaynos, mas o site Bloody Disgusting pesquisou mais e encontrou mais material. Veja na galeria abaixo.

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  • Música

    Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro pôster

    20 de janeiro de 2018 /

    O filme “Lord of Chaos”, uma das avant-premières mais esperadas do Festival de Sundance 2018, divulgou seu primeiro pôster. E é puro heavy metal. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, “Lord of Chaos” é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa pretende narrar a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Mas a linha entre realidade e publicidade logo começou a se fundir, e a banda se viu envolvida em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg, Jack Kilmer interpretará Dead, Valter Skarsgård incorporará Faust e Sky Ferreira dará vida a uma personagem chamada Ann-Marit, que não faz parte de nenhuma banda da época. Uma possibilidade é Ann-Marit Sæbønes, prefeita de Oslo no período do assassinato de Euronymus. Já Faust deve ser Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Para completar, a trilha do filme, nas cenas não musicais, também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial acontece na terça (23/1) em Sundance e ainda não há previsão de lançamento comercial.

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  • Série

    Simon Pegg e Nick Frost desenvolvem série de comédia de terror

    20 de janeiro de 2018 /

    A dupla Simon Pegg e Nick Frost, que estrelou a trilogia Cornetto (“Todo Mundo Quase Morto”, “Chumbo Grosso” e “Heróis de Ressaca”), formou sua empresa de produção indie, Stolen Picture, e anunciou seu primeiro projeto televisivo: uma série de terrir. Pegg e Frost estão desenvolvendo “Truth Seekers”, que vai acompanhar uma equipe de investigação paranormal. A cada episódio, três caça-fantasmas buscarão desvendar uma assombração em potencial. A produção os traz de volta ao gênero que os tornou conhecidos. Os dois atores viraram celebridades ao estrelarem “Todo Mundo Quase Morto” (2004), uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”). “Truth Seekers” será coproduzido pela Sony Pictures Television, que atualmente negocia com interessados em exibir a atração.

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    Novo terror do diretor de Martyrs ganha trailer brutal

    20 de janeiro de 2018 /

    “Ghostland”, o novo terror do diretor francês Pascal Laugier (“Martyrs”), ganhou pôster e seu primeiro trailer. Falado em inglês (com legendas em francês), ele traz Crystal Reed (série “Gotham”) como uma escritora de livros de horror, que faz sucesso com uma história que a assombra na vida real. O livro descreve o que lhe aconteceu na adolescência, após se mudar com sua mãe e irmã para uma casa herdada de uma tia. Na primeira noite no novo lar, a casa foi invadida e as mulheres brutalizadas, com as crianças mantidas vivas para serem abusadas sem parar. Dezesseis anos depois, as duas irmãs se reencontram, mas realidade e fantasia também se entrelaçam, quando visitam a velha casa. O elenco inclui Taylor Hickson (série “Aftermath”), Emilia Jones (“Amaldiçoada”), Anastasia Phillips (série “Reign”) e cantora Mylène Farmer (“Giorgino”). A estreia está marcada para 14 de março na França e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Matt Smith negocia viver Charles Manson no cinema

    20 de janeiro de 2018 /

    O ator Matt Smith (ex-“Doctor Who” e “The Crown”) está negociando o papel do psicopata da vida real Charles Manson no novo filme de Mary Harron, diretora de “Psicopata Americano” (2000). Intitulado “The Family”, o filme examinará os assassinatos infames cometidos pela “família” de Manson, uma seita de hippies assassinos que barbarizou os EUA no final dos anos 1960. A trama será centrada numa estudante que se junta a outras jovens que sofreram lavagem cerebral como parte da seita de Manson. O roteiro, já finalizado, é de Guinevere Turner, com quem Harron trabalhou em “Psicopata Americano”, e se baseia em dois livros: “The Long Prison Journey of Leslie van Houten: Life Beyond The Cult”, escrito por Karlene Faith, e “The Family”, de Ed Sanders, sobre os assassinatos da família Manson. No momento, “The Family” está em processo de escalação de elenco para iniciar suas filmagens na metade do ano, em Los Angeles. Segundo o site Tracking Board, Hannah Murray (da série “Game of Thrones”) e Marianne Rendón (da série “Imposters”) também negociam viver Leslie Van Houten e Susan Atkins, respectivamente. As duas foram condenadas a prisão perpétua. A segunda morreu de câncer na prisão e a segunda teve, neste fim de semana, um novo apelo por liberdade rejeitado pelo Governador da Califórnia. Além do filme de Harron, o novo longa de Quentin Tarantino também lidará com os massacres cometidos pela família de Manson.

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  • Série

    Scoot McNairy entra na 3ª temporada de True Detective

    20 de janeiro de 2018 /

    Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”) entrou no elenco da 3ª temporada de “True Detective”. Ele vai interpretar um pai que sofre uma perda terrível, o que liga seu destino a dois detetives da polícia estadual ao longo de 10 anos. Ele se junta ao elenco anteriormente anunciado, com Mahershala Ali, vencedor do Oscar 2017 por “Moonlight”, Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) e Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”). Ela interpreta uma professora de Ozark chamada Amelia Reardon, que tem conexão com duas crianças desaparecidas na década de 1980, enquanto os dois atores vivem investigadores da polícia estadual de Arkansas. A 3ª temporada contará a história de um crime macabro no coração da região de Ozark, no Arkansas, e um mistério que se aprofunda por décadas e se desenrola em três períodos de tempo diferentes. Como nas duas temporadas anteriores, a história é novamente de Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento dos roteiros, David Milch (criador de “Deadwood”). A HBO ainda não divulgou a previsão para a estreia dos novos episódios.

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    Gary Oldman vai produzir série de terror canibal

    20 de janeiro de 2018 /

    O serviço de streaming Sony Crackle (até 2017 conhecido apenas como Crackle) anunciou sua primeira série de terror. Trata-se de “The Butcher”, criada pelo cineasta Charles Burmeister (“Território sem Lei”) e produzida pelo ator Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”). “É uma história contemporânea da investigação épica de um detetive de homicídios para encontrar, caçar e matar um assassino serial que vive entre nós”, descreveu o diretor da plataforma Eric Berger, durante o evento semestral de imprensa da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “O assassino é alguém que é muito humano, mas também mais que humano”. “Ao longo de sua jornada, o herói da história, um detetive de homicídio de Los Angeles chamado Mitch Dixon, deve descobrir o mistério de quem é o Açougueiro, como ele opera e aceitar uma verdade inacreditável – que ele descobriu a chave da imortalidade, cujo preço é o consumo de carne humana”. Berger acrescentou: “Estamos entusiasmados em nos associar com Doug e Gary neste drama sobrenatural e estamos ansiosos para compartilhar mais notícias sobre essa série nos próximos meses”.

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