Últimos dias de Michael Jackson vão virar telefilme
No mesmo dia em que o canal pago britânico Sky Arts cancelou a aparição de Joseph Fiennes como Michael Jackson numa nova série de comédia, o canal pago americano Lifetime decidiu anunciar a produção de um telefilme centrado nos últimos dias do cantor. Ou seja, vem mais polêmica por aí. O Lifetime é conhecido por produzir telebiografias sensacionalistas, geralmente não autorizadas e preferencialmente de celebridades mortas que possam ser ligadas à escândalos. Nos últimos anos, o canal revirou os túmulos de Whitney Houston e Brittany Murphy, entre outras personalidades famosas, em busca de audiência. O telefilme sobre o Rei do Pop tem o título provisório de “Michael Jackson: Searching for Neverland” e vai se basear no livro “Remember the Time: Protecting Michael Jackson in His Final Days”, escrito pelos dois guarda-costas do cantor, Bill Whitfield e Javon Beard. O roteiro é de Elizabeth Hunter (“Resistindo às Tentações”, “Pulando a Vassoura”) e a direção está a cargo de Dianne Houston (“Vem Dançar”). Já o papel principal caberá a Navi, famoso imitador de Michael, em sua estreia na televisão. As gravações vão começar em fevereiro em Los Angeles, mas ainda não há previsão para a exibição do telefilme.
William Peter Blatty (1928 – 2017)
Morreu William Peter Blatty, roteirista e diretor de cinema, mais conhecido como criador de “O Exorcista”. A confirmação de sua morte veio pelo twitter do cineasta William Friedkin, que dirigiu “O Exorcista”. Ele faleceu na quinta-feira (12/1), aos 89 anos, de câncer – mieloma múltiplo, um tipo de câncer no sangue – , em um hospital em Bethesda, Maryland (EUA). Antes de aterrorizar o mundo, Blatty se especializou em fazer o público rir, assinando quatro roteiros para o cineasta Blake Edwards, entre eles o ótimo “Um Tiro no Escuro” (1964), a melhor comédia da franquia “A Pantera Cor-de-Rosa”. Ele também escreveu “O Harém das Encrencas” (1965), de J. Lee Thompson, com Shirley MacLaine de odalisca, e “A Deliciosa Viuvinha” (1966), de Arthur Hiller, com o jovem Warren Beatty e Leslie Caron. A mudança de tom veio com a adaptação de “A Última Esperança da Terra” (1971), sci-fi distópica baseada no romance clássico “Eu Sou a Lenda”, de Richard Matheson. Chamado para consertar o roteiro, ele acabou ficando sem créditos, mas o resultado rendeu um clima de terror impressionante que contrastava muito com a primeira filmagem da obra, “Mortos que Matam” (1964). No mesmo ano, ele se afirmou como grande autor e escritor com a publicação de seu livro “O Exorcista”. O livro ficou impressionantes 57 semanas na lista dos dez best-sellers mais vendidos do New York Times, e despertou grande interesse de Hollywood. O próprio Blatty assinou a adaptação para o cinema, lançada dois anos depois. Dirigido por um mestre, William Friedkin, “O Exorcista” (1973) atingiu o raro patamar de obra-prima, não só do gênero terror, mas do próprio cinema. Impossível falar de Hollywood nos anos 1970 sem mencionar sua produção. Acompanhado por uma campanha de marketing avassaladora, sua estreia em 1973 foi um frisson, que mudou o terror para sempre – além de ajudar a criar o conceito de filme-evento, antecipando “Tubarão” (1975), de Steven Spielberg, e “Guerra nas Estrelas” (1977), de George Lucas. E o longa fazia jus ao hype. Até hoje considerado o filme mais assustador já feito, “O Exorcista” impressionou com uma coleção de cenas chocantes, que iam do profano ao escatológico, acompanhando as tentativas de dois padres de exorcizar uma adolescente possuída, ao mesmo tempo em que discutia aspectos filosóficos da fé. Algumas partes eram tão fortes que criaram dificuldades para sua liberação pela ditadura militar no Brasil, só chegando no país com um ano de atraso. Blatty venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, um feito inesperado para um autor de terror. Também faturou um Globo de Ouro, de lambuja. O passo seguinte do escritor foi passar para trás das câmeras, dirigindo seu primeiro longa, também adaptação de um livro de terror de sua autoria, “A Nona Configuração” (1980). A trama se passava num castelo transformado em sanatório, que abrigava militares traumatizados pela Guerra do Vietnã. O detalhe é que o recém-chegado novo diretor do hospício (Stacy Keach) era ainda mais insano que os pacientes. A produção não rendeu o mesmo frenesi, mas Blatty colecionou o seu segundo Globo de Ouro de Melhor Roteiro. Enquanto isso, o estúdio Morgan Creek, tentando capitalizar com “O Exorcista”, lançou uma continuação que quase acabou com a franquia. Sem a participação de Blatty ou Friedkin, “O Exorcista II – O Herege” (1977) foi um fiasco de público e crítica. Visando recuperar o título, o estúdio fechou o retorno do escritor para “O Exorcista III” (1990), que ele também dirigiu, baseado em seu livro “Legião” (1983), a sequência literária oficial de “O Exorcista”. A trama juntava possessão e psiquiatria, os dois temas de suas duas obras anteriores de terror, e ignorava completamente o filme anterior. Na verdade, fazia conexão direta com o longa original ao recuperar o personagem do detetive policial William Kinderman, interpretado por Lee J. Cobb em 1973 e vivido por George C. Scott na continuação, investigando crimes cometidos por psicopatas diabólicos. Apesar da premissa inovadora – que seria copiada por inúmeros terrores, entre eles o recente “Livrai-Nos do Mal” (2014) – , o lançamento não teve a repercussão pretendida, ainda que parte da crítica tenha reverenciado sua capacidade de assustar. Blatty reclamou muito da Morgan Creek na época, mas apenas em 2016 foi possível comparar sua visão com a do estúdio, deixando claro a interferência em seu processo criativo. Uma edição do diretor foi lançada em Blu-ray em outubro passado, com um tom mais sombrio e final completamente diferente – sem o show pirotécnico que o estúdio acrescentou à revelia do cineasta. As cenas inéditas, porém, foram mal preservadas e possuem péssima qualidade. Mesmo assim, o lançamento arrancou elogios rasgados da crítica americana. Infelizmente, Blatty não teve outras chances de escrever e dirigir mais filmes desde “O Exorcista III”. Ele chegou a desenvolver uma minissérie baseada na franquia, mas o projeto foi substituído pela série “The Exorcist” em 2016, passada no mesmo universo de seus livros e filmes. O roteiro da minissérie inédita, intitulada “The Exorcist for the 21st Century”, deve ser lançado como livro.
Disney esfria negociações sobre versão digital da Princesa Leia
Algumas agências de notícia divulgaram nesta sexta (13/1) que a Disney não teria intenção de negociar com os herdeiros de Carrie Fisher os direitos de imagem da atriz, que morreu em dezembro, para utilizar a personagem Princesa Leia nos próximos filmes da saga “Star Wars”. A fonte original citada pelos reprodutores da notícia é o jornal britânico The Guardian. Entretanto, o que o Guardian realmente publicou foi que suas fontes informaram que a Disney não negocia neste momento com a família da atriz. As negociações teriam esfriado porque outra reportagem, da rede britânica BBC, afirmou nesta semana que o estúdio estaria se apressando “de forma inconveniente” para fechar acordos, visando incluir uma General/Princesa Leia digital em “Star Wars: Episódio IX”. A notícia teria causado mal-estar na indústria. A atriz chegou a finalizar suas filmagens como Leia para o próximo lançamento da franquia, “Star Wars: Episódio VIII”, com estreia prevista para dezembro, mas também deveria ter uma presença de destaque no “Episódio IX”, agendado para 2019. A Disney já anunciou o adiamento dessa produção para que o roteiro seja reescrito, de modo a diminuir a participação de Leia na trama. De todo modo, a própria Carrie Fisher permitiu a aprovou a inclusão de sua imagem digitalizada na cena final de “Rogue One”, que serve de prólogo para o clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), lançado duas semanas antes de sua morte. Além dessa recriação digital, a Princesa Leia também já apareceu em 15 videogames, com movimentos capturados de outras atrizes. Carrie Fisher morreu no dia 27 de dezembro, aos 60 anos, em Los Angeles, após sofrer um ataque cardíaco.
Novo trailer de Riverdale sugere clima de Twin Peaks adolescente
A rede americana CW divulgou um novo trailer de “Riverdale”, que mostrará os personagens dos quadrinhos da “Turma do Archie” em carne e osso. A prévia aprofunda o clima de mistério criminal de cidadezinha interiorana e chega a evocar “Twin Peaks” com a cena de um cadáver jovem no rio. Muitos se esquecem, mas os primeiros suspeitos e principais interessados na solução do assassinato de “Twin Peaks” também eram adolescentes. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. O título se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os personagens originais são publicados em quadrinhos desde 1941 nos EUA, mas se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. Todos estes personagens, menos Sabrina, estarão na série. O elenco jinclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Já as integrantes da banda Josie e as Gatinhas são interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial do desenho animado, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (por acaso, da série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA. Já no Brasil, os episódios serão disponibilizados pela Netflix.
Episódio de Supergirl dirigido por Kevin Smith ganha fotos e trailers repletos de ação
A rede americana CW divulgou as fotos e trailers da volta de “Supergirl”, após hiato de fim de ano. A primeira prévia revela cenas no espaço e Supergirl (Melissa Benoist) sangrando num planeta de sol vermelho. Já o segundo vídeo parece adiantar bastante a trama, mostrando o retorno da vilã Curto-Circuito (Brit Morgan). Ambos são repletos de ação. Outra vilã também ressurge nas fotos: Roulette (Dichen Lachman). Mas quem mais chama atenção nas imagens é o diretor do episódio, ninguém menos que o cineasta Kevin Smith. O diretor do clássico indie “O Balconista” (1994) já tinha dirigido dois episódios de “The Flash” em 2016, antes de assinar sua primeira aventura da Garota de Aço. Curiosamente, o título do episódio é “Supergirl Lives”, que faz referência ao filme “Superman Lives”, encomendado mas nunca produzido pela Warner nos anos 1990. O roteirista daquele filme era ninguém menos que Kevin Smith. Segundo a sinopse, Kara e Mon-El decidem investigar uma mulher desaparecida e acabam encontrando um portal para outro planeta, onde Roulette lidera uma quadrilha de tráfico de escravos. Para piorar a situação, o planeta tem um sol vermelho, o que significa que Kara e Mon-El não poderão contar com seus superpoderes para voltar para casa. A série retoma sua 2ª temporada em 23 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Rip Hunter é resgatado em comercial da volta de Legends of Tomorrow
A rede americana CW divulgou um novo comercial da volta da série “Legends of Tomorrow”, que mostra o destino de Rip Hunter (Arthur Darvill) e o confronto dos heróis contra Legião do Mal, formada por Malcolm Merlyn (John Barrowman), Damien Darhk (Neal McDonough) e Eobard Thawne, o Flash Reverso (Matt Letscher). Intitulado “Raiders of the Lost Art”, o episódio que marca o início da midseason da 2ª temporada da atração vai se passar nos anos 1970 e também terá a aparição de um jovem George Lucas, criador de “Star Wars”. A exibição está marcada para 24 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.
Hugh Jackman divulga sinopse oficial de Logan
Hugh Jackman usou sua conta no Twitter para divulgar a sinopse oficial de “Logan”, o terceiro e, segundo o ator, último longa-metragem solo de Wolverine. “Em um futuro próximo, um Logan cansado cuida do Professor X, que está em dificuldade e escondido na fronteira mexicana. As tentativas de Logan em se esconder do mundo e de seu legado acabam quando uma jovem mutante surge sendo perseguida pelas forças das trevas”, postou o ator em sua conta, dentro de uma arte do filme (veja abaixo). A mutante citada por Jackman é Laura ou X-23, clone de Wolverine, interpretada por Dafne Keen. Vale lembrar que a trama se passa anos depois dos eventos de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e traz o Charles Xavier interpretado por Patrick Stewart. Recentemente, o ator se disse muito orgulhoso do filme. “Eu tenho muito orgulho deste filme… Eu estava realmente preocupado em não deixar a festa me sentindo como se eu pudesse dançar mais. E eu estou dançando. Eu me diverti muito. Foi um passeio inacreditável, mas me pareceu correto encerrar agora”. Novamente dirigido por James Mangold (de “Wolverine – Imortal”), “Logan” estreia em 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e reveja o primeiro trailer legendado aqui. Official. pic.twitter.com/px1CErclfL — Hugh Jackman (@RealHughJackman) January 13, 2017
Polêmica leva canal a cancelar exibição do “Michael Jackson branco” em nova série
Após a polêmica criada pelo trailer, o canal pago britânico Sky Arts anunciou nesta sexta-feira (13/1) que não exibirá mais o episódio da nova série “Urban Myths” em que Joseph Fiennes interpreta Michael Jackson. “Tomamos a decisão de não exibir ‘Elizabeth, Michael and Marlon’, um episódio de meia hora da série ‘Urban Myths’, por conta da insatisfação expressada pela família de Michael Jackson”, explicou a rede de canais pagos Sky, em comunicado. A atração foi cancelada após Paris Jackson, filha de Michael, se dizer “incrivelmente ofendida” pela forma como retrataram seu pai, e que o trailer lhe dava “vontade de vomitar”. Fãs do cantor também já organizavam um boicote contra a série. Na nota, o canal esclareceu que “nunca” teve a intenção de “ocasionar nenhuma ofensa”. A polêmica, porém, podia ter sido evitada, já que, desde o anúncio da escalação do ator inglês, que é branco, para o papel do ícone da música pop, as redes sociais fervilhavam em protestos. Isto foi em janeiro de 2016. O Sky decidiu ignorar. E agora, um ano depois, com todos os gastos realizados, assume que foi um erro. Criada por Neil Forsyth (minissérie “Bob Servant”), “Urban Myths” é uma antologia episódica, que encena encontros curiosos, que podem ou não ter acontecido, já que fazem parte do folclore das lendas das urbanas. Um dos episódios era uma “road trip” de Michael Jackson, Elizabeth Taylor e Marlon Brando, interpretados, respectivamente, por Fiennes, Stockard Channing (“Grease”, série “The Good Wife”) e Brian Cox (“A Identidade Bourne”, minissérie “War & Peace”). A série estreia dia 19 de janeiro no Reino Unido, agora com um episódio a menos.
Filme baseado na série CHiPs ganha pôster e primeiro trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da versão de cinema da série policial “CHiPs”, escrita, dirigida e estrelada por Dax Shepard (série “Parenthood”). A prévia exagera nas piadas de pênis, como se o autor fosse uma adolescente descobrindo para que serve a anatomia. A testosterona se completa com as inevitáveis cenas de perseguição, tiroteio, capotagens, explosões e reações instantâneas a mulheres em calças legging, enquanto “California Love”, dos rappers Tupac Shakur e Snoop Dogg, bomba entre as cenas. Para quem lembra, “CHiPs” era a sigla da California Highway Patrol, a Polícia Rodoviária da Califórnia. Na série, que durou 6 temporadas entre 1977 e 1983, os personagens eram interpretados respectivamente por Larry Wilcox e Erik Estrada. A dupla caçava bandidos e patrulhava as rodovias da Califórnia de motocicleta. O filme é bem diferente. Uma comédia de ação ao estilo de “Anjos da Lei” e do vindouro “Baywatch”, que toma liberdades com a trama original. Para começar, Frank ‘Ponch’ Poncherello, vivido por Michael Peña (“Homem-Formiga”), não é realmente um policial rodoviário, mas um agente do FBI disfarçado, que é colocado para patrulhar com Jon Baker, interpretado por Shepard. Além de Shepard e Peña, o elenco da adaptação inclui a australiana Jessica McNamee (série “Sirens”), Adam Brody (série “StartUp”), Ryan Hansen (série “Veronica Mars”), Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Justin Chatwin (série “Shameless”), Jane Kaczmarek (série “Malcolm in the Middle”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Adam Rodriguez (“Magic Mike”), Ben Falcone (“A Chefa”) e Kristen Bell (série “The Good Place”), que é casada com Shepard. Antes de “CHiPs”, Dax Shepard teve apenas um trabalho como diretor: a comédia indie de ação “Relação Explosiva”, também repleta de perseguições rodoviárias – e cotação perfeitamente medíocre de 50% no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Colossus e Negasonic Teenage Warhead vão voltar em Deadpool 2
Os dois mutantes coadjuvantes de “Deadpool”, Colossus e Negasonic Teenage Warhead (Míssil Adolescente Negassônico) vão voltar a aparecer na continuação do filme. A novidade foi revelada pelos roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick em entrevista ao site Collider. “No mínimo, uma participação especial eles terão”. Enquanto Colossus foi construído por computação gráfica, juntando trabalhos de vários atores, a novata Brianna Hildebrand chamou bastante atenção por seu papel como a mutante lacônica, irônica e praticamente gótica, cujo nome faz até Deadpool (Ryan Reynolds) pausar sua tagarelice. Além dos dois X-Men, os fãs também reverão outro personagem do primeiro filme: Dopinder (Karan Soni), o taxista que aceitou conselhos amorosos de Deadpool. Detalhe: Morena Baccarin, intérprete de Vanessa, o interesse amoroso do herói, ainda não foi confirmada na produção. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.
Os Defensores: Série que junta Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro ganha primeiras fotos
O site da revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens oficiais, um vídeo e os primeiros detalhes sobre “Os Defensores”, minissérie que vai reunir os personagens das séries Demolidor”, Jessica Jones, “Luke Cage” e da vindoura “Punho de Ferro” – que estreia em 17 de março – , num crossover do universo Marvel na Netflix. Além do quarteto fantástico interpretado por Charlie Cox, Krysten Ritter, Mike Colter e Finn Jones, as fotos registram a vilã misteriosa, vivida por Sigourney Weaver (“Avatar”) e alguns coadjuvantes importantes, como Misty Knight (Simone Missick) e Coleen Wing (Jessica Henwick), além de revelar Luke Cage preso, após os desdobramentos do final da 1ª temporada de sua série. Segundo a publicação, o primeiro encontro dos quatro protagonistas de “Os Defensores” vai acontecer de maneira casual, quando cada um deles, tentando desvendar um mistério diferente, acaba indo para o mesmo lugar e se depara com os outros. No vídeo abaixo, Finn Jones ainda afirma que é Danny Rand/Punho de Ferro quem assume a responsabilidade de unir os heróis num grupo. “Os Defensores” ainda não teve sua data de estreia definida, mas a Neflix já divulgou o primeiro teaser da atração, que pode ser conferido aqui. Além da série, a Marvel também está relançando os quadrinhos dos Defensores. Criado por Roy Thomas em 1971, o grupo juntava originalmente Hulk, Doutor Estranho e Namor, o Príncipe Submarino. Mas a nova versão dos gibis irá refletir a formação atual da TV, com Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho e Ferro. As imagens estão abaixo do vídeo do making of da produção da revista. Clique para ampliá-las.
Veja as primeiras fotos da 3ª temporada de The Leftovers
O canal pago americano HBO divulgou uma nova foto da 3ª temporada de “The Leftovers”, que irá encerrar a série. A galeria abaixo destaca a imagem junto com as anteriormente divulgadas. Todas trazem o ator Justin Theroux com um visual barbado. A mais recente ainda o mostra ao lado de Carrie Coon em uniforme policial, revelando que ele retomou sua antiga profissão. O distintivo também situa a locação na cidade de Jarden, onde se passou a 2ª temporada. Entretanto, parte dos novos capítulos foram gravados na Austrália. Na série, o pai do personagem de Theroux, vivido por Scott Glenn, viajou para lá na temporada passada. Por sinal, uma das imagens, que traz os dois no teto de uma casa, sugere a locação australiana. Mas ainda não foi divulgado como essa mudança afetará a trama. Aclamada pela crítica, “The Leftovers” surgiu como adaptação do livro homônimo de Tom Perrota, mas passou a contar uma história inteiramente original de Perrota e do cocriador Damon Lindeloft (“Prometheus”) em sua 2ª temporada. Os planos são, agora, encerrar a trama nos próximos episódios, que deverão ser exibidos pelo canal pago HBO a partir de abril.
Rumor: Fragmentado teria cena pós-crédito com personagens do filme Corpo Fechado
Há anos o diretor M. Night Shyamalan tenta realizar uma sequência de “Corpo Fechado” (2000), seu segundo sucesso, estrelado por Samuel L. Jackson e Bruce Willis. E o projeto pode ter começado a sair do papel de forma inesperada, no novo filme do cineasta, o suspense “Fragmentado”. Segundo o site Digital Spy, o filme, que traz James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) como um psicopata de múltiplas personalidades, tem uma cena pós-créditos que faz ligação direta com o universo apresentado em “Corpo Fechado”. Detalhe: logo após dar essa notícia, o posto foi retirado – segundo aviso, “voluntariamente” – da internet. Mas é possível encontrar descrições detalhistas da cena em outros sites (puro spoiler), embora baste saber que ela inclui participação de Jackson e Willis como seus personagens do filme de 2000. Recentemente, Shyamalan falou que tem grandes planos para a sequência de “Corpo Fechado”. “Eu amo esses personagens e esse universo. O mundo inteiro faz filmes de quadrinhos agora. Na época, era algo completamente novo. Me lembro que, na época em que fiz o filme, a Disney disse, ‘Histórias em quadrinhos?! Não há mercado para quadrinhos!’. Mas isso é tudo o que eles fazem agora! Foi uma conversa hilariante. Eu disse a eles, ‘Talvez tenham razão. Talvez ninguém irá ver filmes de quadrinhos’. Eles responderam, ‘São as pessoas que vão à pequenas convenções que gostam de histórias em quadrinhos’. Mas eu retruquei, ‘Eu gosto de histórias em quadrinhos!’”. No longa original, o personagem de Bruce Willis, David Dunne, sai completamente ileso de um acidente grandioso de trem, em todos os demais passageiros morreram. Buscando explicações sobre o ocorrido, ele encontra Elijah Price (Samuel L. Jackson), um homem estranho que apresenta uma explicação bizarra para o fato: Dunne seria invulnerável como os super-heróis dos quadrinhos. Os fãs americanos podem conferir se o boato é verdadeiro já na próxima sexta (20/1), quando “Fragmentado” estreia nos EUA. No Brasil, porém, o lançamento ainda vai demorar mais dois meses, marcado apenas para 23 de março.












