Z Nation é renovada para a 4ª temporada
O canal Syfy anunciou a renovação de “Z Nation” para sua 4ª temporada. A confirmação foi feita antes da conclusão do terceiro ciclo da série de zumbis, cuja season finale vai ao ar no dia 16 de dezembro. Perdendo telespectadores a cada temporada, ainda assim a atração permanece como líder de audiência do canal, com uma média de 890 mil espectadores por episódio. Vale lembrar que sua 1ª temporada tinha um público de 1,45 milhão por episódio. Bem diferente de “The Walking Dead”, a atração gira em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. A missão foi abandonada na atual temporada, até porque nunca foi o objetivo da produção. A série visa mesmo é criar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendem uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora Asylum é a mesma da franquia “Sharknado”. A série foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) e o elenco ainda inclui Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), Anastasia Baranova (“A Brasileira”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”) e o estreante Nat Zan. Novamente, 13 episódios foram encomendados para o quarto ano de produção, com estreia prevista para o ano que vem, em dia a ser anunciado.
Pesquisa indica que Selma é a cinebiografia mais verídica e O Jogo da Imitação a menos real de Hollywood
O site Information Is Beautiful resolveu tirar à limpo o quanto são reais as cinebiografias e os filmes baseados em fatos reais dos últimos anos. E o resultado da pesquisa e checagem de fatos revelou que um filme ignorado pelo Oscar foi o mais consistente, enquanto outro, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro, o mais chutado de todos. Escrito pelo estreante Paul Webb e dirigido por Ava DuVernay, “Selma – Uma Luta pela Liberdade” foi o filme que se saiu melhor em relação à veracidade de sua história. A cinebiografia do pastor e ativista social Martin Luther King Jr refletiu de forma 100% verídica os fatos históricos, mostrando como de fato foram as marchas realizadas por ele e manifestantes pacifistas em 1965, entre a cidade de Selma, no interior do Alabama, até a capital do estado, Montgomery, e a repressão que enfrentaram. Já o filme que sepulta os fatos com a maior quantidade de invenções é “O Jogo da Imitação”. Escrito por Graham Moore, vencedor do Oscar por sua adaptação do livro de Andrew Hodges em que a trama se baseia, o filme só tem dois acontecimentos que aconteceram conforme mostrado: que Alan Turing trabalhou como criptoanalista durante a guerra e que foi preso por conta de sua homossexualidade após o conflito. Já a invenção do computador aconteceu de forma muito menos apaixonante, assim como a quebra do código da máquina Enigma, aponta o relatório do site. A conclusão é que apenas 41% das cenas dirigidas por Morten Tyldum correspondem a fatos históricos. “Alan Turing (o protagonista) chegou sim a trabalhar como criptoanalista em Bletchley Park durante a guerra e sua prisão foi por causa de sua homossexualidade. Isto é verdade. Mas o restante do filme não é. Para ser justo, reproduzir a incrível complexidade da Enigma e da criptografia em geral nunca seria tarefa fácil, mas o filme conseguiu simplesmente mostrar isso de forma falsa”, diz o site. Outros filmes que contaram pouco mais que meias verdade foram “Clube de Compras Dallas” e “Sniper Americano”, ambos indicados ao Oscar de Melhor Filme e Roteiro do ano, mesmo com pilhas de fatos imprecisos. Confira abaixo como se saíram os filmes examinados: 1. Selma – Uma Luta Pela Igualdade (100.0%) 2. A Grande Aposta (91.4%) 3. Ponte dos Espiões (89.9%) 4. 12 Anos de Escravidão (88.1%) 5. Rush – No Limite da Emoção (82.9%) 6. Spotlight – Segredos Revelados (81.6%) 7. Capitão Phillips (80.4%) 8. O Lobo de Wall Street (80.0%) 9. A Rede Social (76.1%) 10. O Discurso do Rei (74.4%) 11. Philomena (70.9%) 12. Clube de Compras Dallas (61.4%) 13. Sniper Americano (56.9%) 14. O Jogo da Imitação (41.4%)
Papa Francisco recebe Scorsese após première mundial de Silêncio
O papa Francisco se encontrou nesta quarta-feira (30/11) com Martin Scorsese, após a première do novo filme do diretor, “Silêncio”, sobre missionários jesuítas no Japão do século 17. O encontro marcou uma grande guinada da Igreja em relação ao cineasta, que há 28 anos foi repudiado e tratado quase como herege por seu filme “A Última Tentação de Cristo”, de 1988. Considerado um dos grandes diretores do cinema americano, Scorsese coleciona cenas violentas e polêmicas em sua filmografia, mas teve uma infância marcadamente católica, a ponto de ter considerado seguir o sacerdócio. “Silêncio” marcou sua reaproximação com a Igreja. O filme teve sua première mundial numa sessão realizada na noite de terça (29/11) para 300 padres jesuítas numa universidade católica de Roma, e o cineasta permaneceu após a projeção conversando por uma hora com a platéia, que ficou impressionada e maravilhada com o longa. “Ele estava muito envolvido e entusiasmado e realmente impressionou os jesuítas da plateia com a profundidade de sua espiritualidade”, disse o padre James Martin, um jesuíta que prestou consultoria para o roteiro do filme. A boa receptividade entre os padres animou o papa Francisco a conceder uma audiência privada ao diretor, algo extremamente raro. Geralmente, o papa encaixa breves encontros com celebridades em meio à sua agenda de aparições públicas semanais. O papa argentino rompeu o protocolo porque se identificou com a trama de “Silêncio”. Ele próprio foi membro da ordem jesuíta e, quando jovem, quis ir ao Japão como missionário, mas foi impedido por motivos de saúde. De acordo com a Santa Sé, o encontro ocorreu em “clima cordial” e o Papa contou que já conhecia a história, por ter lido o livro “Silêncio”, do japonês Shusaku Endo, que inspirou o filme de Scorsese. O cineasta presenteou o Papa com dois quadros, enquanto Francisco retribuiu com rosários. O filme terá nova sessão na cinemateca do Vaticano para 30 convidados na quinta (1/12), mas o papa não confirmou presença. Estrelado por Liam Neeson (“Busca Implacável”), Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”), o filme acompanha dois padres jesuítas portugueses, que viajam ao Japão feudal para localizar seu mentor, que rumores afirmam ter renunciado à fé sob tortura. Em sua jornada, também pretendem espalhar o evangelho do cristianismo no século 17, mas acabam conduzidos ao mesmo dilema. O longa chegará aos cinemas americanos em 23 de dezembro, em distribuição limitada, visando atender as regras do Oscar. A produção vem sendo desenvolvida por Scorsese há décadas e a perspectiva de seu lançamento neste ano era uma das grandes dúvidas em relação à disputa do Oscar 2017. Os dois últimos filmes do cineasta, “O Lobo de Wall Street” e “Hugo”, receberam um total de 16 indicações ao Oscar.
Presidente da LucasFilm afirma que Rogue One não terá continuação
Conforme se aproxima a estreia de “Rogue One: Uma História Star Wars”, maior se torna a expectativa pela produção, que vem movimentando grande volume de ingressos em pré-venda. Mas antes que os fãs perguntem quando vai estrear sua sequência, a produtora Kathleen Kennedy, presidente da LucasFilm, tratou de jogar água fria sobre a ideia de continuar a história dos rebeldes comandados por Jyn Erso (Felicity Jones). “Não vai haver um ‘Rogue Two’”, afirmou Kennedy, categoricamente, em entrevista à revista inglesa Empire. “Rogue One” foi concebido como uma história isolada que leva ao início do primeiro filme da saga, “Guerra nas Estrelas” (1977), rebatizado retroativamente como “Star Wars: Uma Nova Esperança”. Para todos os efeitos, serve como prólogo para a franquia espacial. Entretanto, outras aventuras situadas nesse período estão previstas em novos spin-offs, como o filme sobre a juventude do contrabandista espacial Han Solo, que será vivido por Alden Ehrenreich (“Ave, César”) numa história também ambientada antes de “Uma Nova Esperança”. Especula-se que Ehrenreich tenha contrato para três filmes, o que poderia expandir as aventuras do seu Han Solo. Ainda no terreno das especulações, fala-se também sobre um filme estrelado pelo caçador de recompensas Boba Fett, que poderia ser lançado em 2020. E também esta produção seria passada neste período anterior à saga oficial. “Rogue One: Uma História Star Wars” estreia mundialmente em 15 de dezembro.
Veja como ficou o visual do robô Alpha 5 no filme dos Power Rangers
A Lionsgate divulgou as primeiras imagens do robô Alpha 5 em “Power Rangers – O Filme”. As fotos mostram o personagem de frente e verso. No filme, ele será dublado e interpretado, via captura de performance, pelo comediante Bill Hader (“Descompensada”). Para quem não lembra, Alpha 5 é o robô que está sempre ajudando os heróis, especialmente da sala de comando. Originalmente, ele parecia o irmão perdido da dupla de música eletrônica Daft Punk, mas agora ficou com uma aparência mais alienígena, como se um disco voador antiquado fosse colado na cabeça de um alien. A versão de cinema da série dos anos 1990 também é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon e Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (dos infames “O Último Caçador de Bruxas” e “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Mais antiga associação de críticos dos EUA elege Manchester à Beira-Mar como Melhor Filme do ano
A National Board of Review (NBR), mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos americanos, que em 1930 inaugurou o hoje tradicional costume de criar listas de melhores do ano, elegeu o drama “Manchester à Beira-Mar” como o Melhor Filme de 2016. Além disso, o astro da produção, Casey Affleck foi eleito o Melhor Ator. O anúncio consagra a produção dirigida por Kenneth Lonergan, que nesta semana também rendeu a Affleck o prêmio de Melhor Ator no Gotham Awards. O Top 10 da NBR tem um pouco de tudo, entre filmes elogiados e outros menos cotados, como “A Chegada”, “Até o Último Homem”, “Ave, César!”, “Sully – O Herói do Rio Hudson”, “Moonlight”, “La La Land”, “A Qualquer Custo”, “Dia do Atentado” e os ainda inéditos “Estrelas Além do Tempo” e “Silêncio”. Entre as produções internacionais, o iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, foi considerado o Melhor Filme de uma lista que ainda inclui “Elle” (França), “A Criada” (Coreia do Sul), “Julieta” (Espanha), “Neruda” (Chile) e “Terra de Minas” (Dinamarca). Nenhum filme brasileiro entrou entrou na seleção. A NBR ainda elegeu Barry Jenkins o Melhor Diretor pelo trabalho em “Moonlight”, e Amy Adams a Melhor Atriz por “A Chegada”. Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”) e Naomie Harris (“Moonlight”) ganharam como coadjuvantes, “Kubo e as Cordas Mágicas” ficou com o prêmio de Melhor Animação e “Silêncio”, escrito e dirigido por Martin Scorsese, foi premiado como Melhor Roteiro Adaptado. Para completar, os jovens atores Lucas Hedges (“Manchester à Beira-Mar”) e Royalty Hightower (“The Fits”) foram considerados as Revelações do ano.
Netflix passa a oferer download de suas séries e filmes
A Netflix anunciou que seus usuários já podem, a partir de agora, fazer o download de conteúdos da plataforma diretamente em seus smartphones e tablets — o que permitirá que os filmes e séries sejam assistidos posteriormente sem a necessidade de uma conexão ativa com a internet. Veja o vídeo do anúncio abaixo. A novidade foi disponibilizada menos de um mês após Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, confirmar que a plataforma estava estudando disponibilizar seu catálogo para download. A nova opção vai ajudar os usuários em duas frentes. Em primeiro lugar, ao usar a conexão wi-fi de suas residências para baixar filmes e séries, visando assisti-los mais tarde pelo celular ou tablet, os usuários não precisarão mais se preocupar com limites de suas franquias móveis. Em segundo lugar, o download integral evitará o gargalo de velocidade, que muitas vezes faz com que filmes sejam interrompidos por problemas de conexão. Entretanto, não são todos os títulos que poderão ser baixados. Os que estarão disponíveis vão apresentar um ícone de download logo ao lado do título. Além disso, o serviço criou uma categoria específica (“Disponíveis para Download”) nos apps atualizados, que permite pesquisar os títulos oferecidos. O download oferece ainda a possibilidade de escolher a qualidade dos filmes e séries, que serão salvos com alta ou baixa resolução, de modo a ajudar a gerenciar o espaço livre nos celulares. Filmes de alta resolução ocupam mais espaço e vice-versa. A novidade está sendo incluída no novo aplicativo da Netflix disponível para aparelhos com Android (a partir da versão 4.4.2) ou iOS (a partir da versão 8.0). Novas atualizações devem liberar o acesso para os demais aparelhos nos próximos dias. O mais importante é que não há qualquer custo adicional pela utilização da opção ou pela quantidade de downloads efetuados pelos usuários.
Joaquin Phoenix negocia filmar projeto que seria estrelado por Robin Williams
Segundo o site da revista Variety, o ator Joaquin Phoenix e o diretor Gus Van Sant estão planejando tirar do papel um projeto que seria estrelado por Robin Williams. Trata-se da adaptação de “Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot”, autobiografia do cartunista John Callahan. Nascido em Portland, Callahan teve infância difícil, marcada por abusos sexuais e vícios, e virou cartunista após ficar quadriplégico por conta de um acidente de carro sofrido aos 21 anos. De estilo inconfundível, seus quadrinhos cheios de humor negro – e por vezes controversos – o tornaram famoso. Desde a publicação do livro, em 1989, Hollywood tenta filmar a história e durante muitos anos Robin Williams esteve cotado para interpretar Callahan. Joaquin Phoenix e Gus Van Sant tentam retomar a parceria há bastante tempo. Os dois trabalharam juntos em “Um Sonho sem Limites (1995), segundo filme do ator, então com 21 anos. Marcante para o jovem, a produção foi o primeiro trabalho em que ele foi creditado como Joaquin Phoenix, já que até então era chamado de Leaf Phoenix. No momento, Phoenix grava o filme de Maria Madalena com Rooney Mara, enquanto o diretor se prepara para lançar a minissérie “When We Rise”.
Daniel Brühl e Luke Evans vão estrelar nova série de suspense gótico da TNT
O espanhol Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) e o galês Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) vão estrelar uma nova série de suspense gótico, encomendada pelo canal pago TNT sem passar por fase de piloto. Trata-se de “The Alienist”, adaptação do best-selling homônimo de Caleb Carr, que se passa em Nova York no ano de 1896. Na trama, várias prostitutas começam a aparecer mortas, indicando a chegada do primeiro serial killer na cidade. Daniel Brühl irá interpretar o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, especialista em psicologia forense, que é o alienista do título. Convocado para o caso pelo novo comissário de polícia Theordore Roosevelt (futuro presidente dos EUA), ele se junta ao jornalista John Moore, vivido por Luke Evans, nas investigações dos homicídios. A equipe de investigação incluirá outros personagens importantes, como Sara Howard, secretária de Roosevelt que está determinada a se tornar a primeira detetive policial feminina dos EUA. A trama evoca a série britânica “Ripper Street”, ao mesmo tempo em que demonstra preocupação com aspectos históricos, como o desenvolvimento da ciência forense e os primeiros passos da luta pelos direitos das mulheres. Desenvolvida pelas produtoras Anonymous Content e Paramount TV, “The Alienist” começou a sair do papel em 2015, quando o diretor Cary Fukunaga (série “True Detective”) apresentou o projeto e assumiu sua produção executiva. Originalmente, ele planejava dirigir a produção, mas acabou se envolvendo em muitas séries simultâneas, como “Maniac” e “Telex from Cuba”. Por conta disso, a direção dos episódios ficará a cargo do belga Jakob Verbruggen, que já assinou capítulos de “Black Mirror” e “House of Cards”. A adaptação está sendo escrita por Hossein Amini (roteirista de “As Duas Faces de Janeiro” e “Drive”), que também será um dos produtores executivos da atração. As gravações de “The Alienist” vão acontecer em Budapeste no primeiro trimestre de 2017 para uma estreia na próxima temporada de outono.
Ridley Scott ganhará homenagem pela carreira do Sindicato dos Diretores dos EUA
O Sindicato dos Diretores dos EUA vai homenagear o cineasta inglês Ridley Scott com um prêmio pelo conjunto da obra, na cerimônia da entrega de seus troféus de melhores do ano, os DGA Awards, prevista para o dia 4 de fevereiro, em Los Angeles. Em comunicado, o presidente do DGA, Paris Barclay, elogiou o trabalho de Scott por seus “visuais arrebatadores, mundos imersivos e performances poderosas dentro de um trabalho com bastante diversidade”. “Ao longo de quatro décadas, a carreira pioneira do cineasta demonstrou o impacto e a importância de um diretor com uma visão singular”, completou. Ridley Scott começou no cinema com o cult “Os Duelistas”, mas sua fama mundial se deve a duas ficções científicas: “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979) e “Blade Runner – Caçador de Andróides” (1982). Entretanto, ele não se acomodou como cineasta de gênero, produzindo clássicos tão diferentes quanto o transgressor “Thelma e Louise” (1991), “Gladiador” (2000) e “Falcão Negro em Perigo” (2001), três dos filmes mais influentes dos últimos anos. Apenas recentemente ele voltou à sci-fi, assinando “Prometheus” (2012) e o excelente “Perdido em Marte” no ano passado. Scott irá se juntar a outros homenageados famosos do DGA, como os lendários Cecil B. DeMille (em 1953), Frank Capra (1959), Alfred Hitchcock (1968), Orson Welles (1984), Billy Wilder (1985), Steven Spielberg (2000), Martin Scorsese (2003) e Miloš Forman (2013).
Jodie Foster vai estrelar sci-fi do roteirista de Missão Impossível – Nação Fantasma
A atriz e diretora Jodie Foster vai voltar a atuar como protagonista de um sci-fi. Ela foi confirmada à frente de “Hotel Artemis”, filme que marcará a estreia na direção do roteirista Drew Pearce, que escreveu os blockbusters “Homem de Ferro 3” (2013) e “Missão Impossível – Nação Fantasma” (2015). O roteiro de “Hotel Artemis” também é dele. A informação foi compartilhada pelo produtor do filme, Stephen Cornwell, em comunicado. “Ter Jodie Foster é um sonho virando realidade. Ela é um talento extraordinário e irá trazer algo muito especial para o filme. Estamos encantados em tê-la na nossa produção. A visão de Drew é única e mal podemos esperar para vê-lo trazer este projeto com um elenco estelar”, disse. Foster irá interpretar uma personagem chamada “The Nurse” (A Enfermeira) na trama, passada no futuro próximo, mas dentro de um universo distinto. Neste ano, Jodie Foster dirigiu o suspense “O Jogo do Dinheiro”, estrelado por George Clooney e Julia Roberts. Já a última vez em que atuou em um filme foi em outra ficção científica, “Elysium”, lançada em 2013.
Bradley Cooper vai estrelar filme de guerra do diretor de O Contador
O ator Bradley Cooper vai protagonizar o próximo filme do diretor Gavin O’Connor (“O Contador”), um drama sobre a 2ª Guerra Mundial intituladado “Atlantic Wall”. O filme da produtora Imperative gira em torno de um paraquedista da inteligência americana que acaba caindo em região inimiga pouco antes do Dia D. Na trama, ele precisa entregar informações vitais para o resultado da guerra, mas também se sente compelido a proteger o filho de um aliado assassinado. Apesar de premissa evocar trechos de filmes bem conhecidos, de “O Mais Longo dos Dias” (1962) a “Atrás das Linhas Inimigas” (2001), o roteiro de Zach Dean (“A Fuga”) estava na black list, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. “Estamos muito empolgados em trazer “Atlantic Wall” para os cinemas com o talentoso diretor Gavin O’Connor. A carreira excepcional de Bradley Cooper fala por si só. Ele é perfeito para interpretar nosso complicado e, por vezes, relutante herói. Não podemos imaginar dupla melhor para o projeto”, declarou o produtor Dan Friedkin, em comunicado. Além de “Atlantic Wall”, Bradley Cooper se prepara para ser o protagonista e diretor do remake de “Nasce uma Estrela”, que será coestrelado por Lady Gaga. O musical está previsto para estrear nos cinemas mundiais em 2018. E só depois disso Cooper começará a filmar “Atlantic Wall”.
Jeffrey Dean Morgan diz receber propostas sexuais estranhas de fãs de The Walking Dead
O ator Jeffrey Dean Morgan revelou que começou a receber cantadas sexuais estranhas desde que passou a interpretar o vilão Negan em “The Walking Dead”. “É principalmente de mulheres que eu recebo propostas bem estranhas. Eu não sei direito, mas elas querem ser amordaçadas, amarradas e que eu bata um pouco nelas”, ele revelou durante entrevista no programa de rádio de Howard Stern, nos EUA. Morgan, que entrou na série no fim da 6ª temporada, contou que ficou abalado após o primeiro episódio do novo ano de “The Walking Dead”, no qual mata dois personagens centrais, esmagando suas cabeças com seu taco de beisebol. “Tudo aquilo foi difícil. Cheguei ao ponto em que não queria fazer mais aquilo”, declarou. A estreia da 7ª temporada foi vista por mais de 17 milhões de pessoas, tornando-se o segundo episódio mais assistido de toda série. Mas após a boa audiência inicial, os números caíram bastante nos episódios seguintes, que se tornaram lentos e arrastados. O quinto episódio, exibido na semana passada, foi visto por menos de 11 milhões de telespectadores – a primeira vez, desde a terceira temporada, que “The Walking Dead” registra um número nesta casa.












