Resident Evil 6: Milla Jovovich acelera sua moto no primeiro teaser do final da franquia
A atriz Milla Jovovich divulgou em seu Twitter o primeiro teaser de “Resident Evil: O Capítulo Final”. No vídeo, ela aparece brevemente pilotando uma motocicleta. A cena evoca os trágicos acontecimentos dos bastidores da produção. Durante as filmagens, a dublê de Milla sofreu um acidente justamente durante uma cena em que pilotava uma moto em disparada. Oliva Jackson, que também foi dublê de Charlize Theron em “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015) e de Daisy Ridley em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), teve que amputar um braço. O trailer completo sai no próximo dia 9. Na trama, que dá continuidade aos eventos de “Resident Evil 5: Retribuição” (2012), Alice se torna a única sobrevivente do que deveria ser a resistência final da humanidade contra as hordas de mortos-vivos e deve retornar ao local em que tudo começou, Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está reunindo suas forças para um ataque final. Em uma corrida contra o tempo, Alice precisa juntar velhos amigos e um aliado improvável na última batalha contra hordas de mortos-vivos e novos monstros mutantes para impedir a extinção da humanidade. Além da estrela da franquia, “Resident Evil: O Capítulo Final” também vai trazer de volta Ali Larter (“Resident Evil 4: Recomeço”), Iain Glen (“Resident Evil 3: A Extinção”) e Shawn Roberts (“Resident Evil 4: Recomeço”). Entre as novidades do elenco estão a australiana Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), o irlandês Eoin Macken (série “The Night Shift”) e o cubano William Levy (“O Clube das Mães Solteiras”). Novamente dirigido por Paul W.S. Anderson, o último “Resident Evil” tem previsão de estreia para janeiro de 2017. Teaser for #ResidentEvilFinalChapter: 4 days to the official trailer everyone!!! Can't wait! pic.twitter.com/uTj5s2nJdr — Milla Jovovich (@MillaJovovich) August 5, 2016
Star Wars pode ganhar sua primeira série com atores
A franquia “Star Wars” pode ganhar sua primeira série com atores, após as diversas séries animadas da Disney. Quem revelou as negociações para materializar o projeto foi a presidente da rede ABC, Channing Dungey, durante evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA). “Iremos continuar nossas conversas com eles [Lucasfilm]. Seria ótimo se conseguíssemos encontrar uma forma de estender aquela franquia para nossa grade”, ele afirmou. Não há previsão para o projeto sair do papel, mas o assunto não é exatamente uma novidade. Nos tempos em que George Lucas ainda comandava a LucasFilm, dezenas de roteiros foram encomendados para a produção de uma série. Não há notícias sobre o destino desse material, que pode servir de base para a produção da ABC. Enquanto isso, a franquia retorna aos cinemas no fim do ano, com a estreia do seu primeiro spin-off, “Rogue One: Uma História Star Wars”, com estreia marcada para 15 de dezembro no Brasil
Sophie Turner terá papel polêmico em drama indie
A atriz inglesa Sophie Turner (a Sansa Stark de “Game of Thrones”) vai estrelar o drama independente “Huntsville”. E, segundo o site da revista Entertainment Weekly, seu papel será polêmico. Na trama, ela vai viver uma menor de idade, uma jovem estudante do Ensino Médio, recém-chegada numa cidadezinha pacata da Flórida, que se envolve com um homem bem mais velho, que será interpretado por Dylan McDermott (série “Stalker”). O elenco ainda inclui Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho do ator Val Kilmer, e a direção é de Eric England, especialista em filmes de terror, como “Madison County” (2011), “Roadside” (2013) e “Contracted” (2013), todos inéditos nos cinemas brasileiros. “Huntsville” ainda não tem previsão de estreia.
David Huddleston (1930 – 2016)
Morreu o ator David Huddleston, que ficou conhecido pelo papel-título da cultuada comédia dos irmãos Coen, “O Grande Lebowski” (1998). Ele sofria de problemas no coração e nos rins, segundo sua família, e faleceu na quinta (4/8), aos 85 anos, na cidade de Santa Fé, nos EUA. No clássico dos anos 1990, Huddleston encarnava um milionário que era confundido por mafiosos com outro Lebowski, papel desempenhado por Jeff Bridges. Os personagens de ambos tinham o mesmo nome, o que sempre causava confusões, num dos filmes mais engraçados e reverenciados dos Coen. Antes disso, Huddleston trabalhou bastante na televisão, desde os anos 1970, em séries como “A Feiticeira”, “Bonanza”, “Gunsmoke”, “Mary Tyler Moore”, “Kung Fu”, “Police Woman” e “Os Waltons”, até produções mais recentes, como “The West Wing”, “Jericho”, “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “Gilmore Girls”, na qual viveu o prefeito Harry Porter. Um de seus personagens mais populares na TV foi o “vovô Arnold” na série “Anos incríveis”, estrelada, durante o começo dos anos 1990, pelo jovem Fred Savage. Ele também atuou em duas comédias concebidas por Mel Brooks: “Banzé no Oeste” (1974) e o remake “Os Produtores” (2005). E, além de “O Grande Lebowski”, trabalhou com Jeff Briges em “Má Companhia” (1972), um dos primeiros filmes de ambos. “Foi um grande prazer trabalhar com ele duas vezes”, disse Bridges, em depoimento para o site The Hollywood Reporter. “David encarava seu trabalho com uma alegria que transformava tudo em diversão. Foi maravilhoso ‘brincar’ com ele”, comentou, completando, em referência ao papel que ambos viveram em 1998: ‘O Grande Lebowski está morto. Longa vida ao Grande Lebowski”.
Angelina Jolie desiste de estrelar remake de Assassinato no Expresso Oriente
A atriz Angelina Jolie desistiu das negociações para estrelar o remake de “Assassinato no Expresso Oriente”, filme de mistério baseado no clássico livro de Agatha Christie. A atriz não chegou a assinar contrato, mas negociava há meses sua eventual participação. Segundo o site da revista Variety, a 20th Century Fox busca agora outra grande estrela de Hollywood, com preferência por Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), para o principal papel feminino. A ideia é reunir um grande elenco como na primeira adaptação cinematográfica da obra, dirigida por Sidney Lumet em 1974, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive Hercule Poirot, e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Nada menos que impressionante. A nova versão será dirigida e estrelada por Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”), que terá na trama o papel de Poirot. Publicado em 1934, o livro mostra como o detetive desvenda um assassinato cometido durante uma viagem do famoso trem Expresso do Oriente, onde não faltam suspeitos. A nova versão foi escrita por Michael Green (“Lanterna Verde”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). No momento, Angelina Jolie desenvolve como diretora o filme “First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers” para o Netflix. Ela também está confirmada em “Malévola 2”, da Disney.
Katy Perry pula de paraquedas rosa em seu clipe “olímpico”
A cantora Katy Perry divulgou o clipe de seu mais recente single, “Rise”, que será usado como tema oficial da cobertura dos Jogos Olímpicos do Rio pelo canal americano NBC. Um vídeo promocional chegou a ser anteriormente disponibilizado, contendo cenas de Olimpíadas passadas. Mas o clipe oficial não faz nenhuma referência a esportes olímpicos ou à Cidade Maravilhosa. Ao contrário, coloca Katy no alto de montanhas rochosas norte-americanas, lutando contra a natureza, enquanto arrasta um pesado paraquedas cor-de-rosa, na esperança de superar todos os desafios e conseguir voar. A metáfora é óbvia, mas bem realizada pelo diretor Paul Gore, que anteriormente filmou Amy Winehouse, John Legend e Placebo. A música é ainda mais óbvia, uma power ballad genérica, que poderia ter sido lançada por Christina Aguilera, Ariana Grande, Avril Lavigne, Jessie J, Pink ou qualquer outra dessas cantoras americanas brancas que rodam pelos mesmos compositores/produtores sem dar a mínima para identidade própria.
Netflix anuncia a produção de seu primeiro filme brasileiro
O serviço de streaming Netflix anunciou que produzirá seu primeiro filme brasileiro. Trata-se do faroeste caboclo “O Matador”, dirigido por Marcelo Galvão, responsável por “Colegas” (2012) e “A Despedida” (2014), ambos premiados no Festival de Gramado. A trama se passa entre 1910 e 1940 e acompanha o frio assassino Cabeleira (o português Diogo Morgado, de “O Filho de Deus”). Nascido no sertão do Pernambuco, ele foi criado por um cangaceiro da região, Sete Orelhas (Deto Montenegro, de “Colegas”), com quem perdeu o contato. Já adulto, ele se muda para a cidade grande para descobrir o paradeiro dele, mas acaba batendo de frente com o temido Monsieur Blanchard (Etienne Chicot, de “O Código Da Vinci”), um ganancioso francês que chefia o mercado de pedras preciosas e já teve Sete Orelhas como “guarda pessoal” e matador de aluguel. O elenco inclui ainda Marat Descartes (“Trabalhar Cansa”), Nill Marcondes (“(A Frente Fria que a Chuva Traz”), Mel Lisboa (“O Casamento de Romeu e Julieta”), Daniela Galli (“Meu Amigo Hindu”), Thogun (“O Escaravelho do Diabo”), Igor Cotrim (“Elvis & Madona”), a portuguesa Maria de Medeiros (“Pulp Fiction”) e o norte-americano Will Roberts. “’O Matador’ é uma ótima adição à nossa estratégia de programação, com uma história que vai cruzar fronteiras e encontrar uma audiência global, já que combina uma narrativa única com um elenco multinacional”, afirmou o Chief Content Officer da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado. “Nós continuamos investindo em talento local e esse filme é a nossa mais nova adição ao diverso conteúdo original filmado no Brasil”. A produção também será distribuída em outros países no catálogo do Netflix. “Como cineasta, essa é uma oportunidade única; a Netflix me deu uma liberdade criativa sem precedentes, além de uma plataforma global que vai permitir que a minha história seja contada para pessoas ao redor do mundo ao mesmo tempo”, disse Marcelo Galvão. As filmagens começam ainda em agosto, mas não há previsão de estreia.
Alien: Covenant ganha vídeo com contagem regressiva para a estreia
A página do Facebook da franquia “Alien” divulgou um vídeo que inicia uma contagem regressiva para o lançamento de “Alien: Covenant”, sequência de “Prometheus” (2012). O vídeo mostra a personagem de Katherine Waterston (“Vício Inerente”) dormindo durante uma viagem estelar, com a chegada marcada para daqui a exatos 365 dias. O longa se passará dez anos após “Prometheus”. A caminho de um planeta remoto no lado mais longínquo da galáxia, a tripulação da nave colonial Covenant segue para o que acham ser um paraíso inexplorado, mas na verdade é um mundo perigoso, onde encontram David (Michael Fassbender), sobrevivente da expedição Prometheus. Além de continuação de “Prometheus”, a trama escrita por Michael Green (“Lanterna Verde”) também é um prelúdio de “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979). A direção, por sinal, é de Ridley Scott, que realizou ambos os filmes.
Joel Edgerton negocia ser seduzido por Jennifer Lawrence em thriller de espionagem
O ator Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) está negociando com a Fox para coestrelar o thriller de espionagem “Red Sparrow”, ao lado de Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”). A informação é do site da revista Variety. O filme é uma adaptação do best-seller “Roleta Russa”, escrito por Jason Matthews, ex-agente da CIA que se deu bem no ramo da espionagem fictícia. A trama conta a história de Dominika Egorova (vivida por Lawrence), uma jovem que, após ver o frustrado o sonho de entrar para o balé Bolshoi, decide ingressar no serviço secreto da Rússia. Especializando-se na técnica da sedução, ela recebe a missão de conquistar o agente da CIA Nathaniel Nash (papel cotado para Edgerton), responsável por coordenar o trabalho de um informante americano na Rússia. A produção vai voltar a reunir Jennifer Lawrence com o diretor Francis Lawrence, após os dois trabalharem juntos em três filmes da franquia “Jogos Vorazes”, e também com o roteirista Eric Warren Singer, que assinou “Trapaça” (2013). Antes de Francis Lawrence, David Fincher (“Garota Exemplar”) chegou a ser cogitado para assumir o projeto, mas não aceitou os termos do contrato. A estreia está prevista para o dia 10 de novembro de 2017 nos EUA.
Supergirl encontra Superman em 60 fotos e vídeos das gravações da série
Os paparazzi registraram os bastidores das primeiras cenas de Tyler Hoechlin (o Derek de “Teen Wolf”) como Superman na série “Supergirl”. Ele foi fotografado e gravado em vídeo nas ruas de Vancouver, no Canadá, rodando cenas de ação e conversando com sua superprima Kara (Melissa Benoist). Nas imagens, ele aparece com o famoso uniforme do herói e também como Clark Kent. Tyler vai aparecer como Superman nos primeiros episódios da 2ª temporada de “Supergirl”, que estreia em 10 de outubro na rede americana CW. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner. @yvrshoots balcony view of fight scenes w/ Superman on #Supergirl #Vancouver set #yvrfilm #yvrshoots pic.twitter.com/XwkxepOapb — Emily (@skysosmrt) August 4, 2016
Unreal: Veja o trailer do final da 2ª temporada
O canal pago Lifetime divulgou o trailer do último episódio da 2ª temporada de “UnReal”, uma das séries mais contundentes dos últimos anos. A prévia promete um final “épico”, nas palavras da showrunner dinâmica Quinn King (Constance Zimmer), que pode acabar com todo mundo preso. A série gira em torno dos bastidores de um reality show de namoro, ao estilo de “The Bachelor”. Na trama, o programa se chama “Everlasting”, e o que acontece por trás das câmeras é mais escandaloso do que os telespectadores podem imaginar. A atual temporada trouxe o pior dos personagens à tona, após a produção introduzir seu primeiro solteirão negro (BJ Britt, da série “Agentes da SHIELD”), com direito a brutalidade policial e um espiral de loucura da protagonista Rachel (Shiri Appleby), uma produtora capaz de manipular todos os candidatos, e que sempre vai longe demais. A série é inspirada por um curta indie premiado, “Sequin Raze” (2013), de Sarah Gertrude Shapiro, que desenvolveu e produz a atração em parceria com Marti Noxon (roteirista-produtora de “Buffy”, “Mad Men” e “Glee”). O final da temporada vai ao ar na segunda (8/8) nos EUA. A série também é exibida, com algum atraso, pelo Lifetime no Brasil.
Esquadrão Suicida não entrega o que promete
Após o banho de água fria provocado por “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, “Esquadrão Suicida” prometia um tom diferente para o universo que a DC está construindo nos cinemas, uma espécie de resposta à concorrência já consolidada da Marvel. Mas, lamentavelmente, a tentativa não rendeu o esperado na tela. Espécie de sequência direta dos eventos trágicos envolvendo a figura do Superman (Henry Cavill), “Esquadrão Suicida” inicia com a exposição dos planos da implacável Amanda Waller (Viola Davis), oficial da CIA que recomenda ao presidente a escalação de um time composto pelos maiores criminosos do país para combater uma entidade que pretende cobrir o mundo com trevas e converter humanos em soldados monstruosos. O time? Floyd Lawton (Will Smith), conhecido como Pistoleiro, um matador de aluguel com uma filha de 11 anos; Harleen Quinzel (Margot Robbie), que adotou o nome Arlequina ao se tornar a companheira de Coringa (Jared Leto); George Harkness (Jai Courtney), o Capitão Bumerangue, Waylon Jones (Adewale Akinnuoye-Agbaje), o Crocodilo; Chato Santana (Jay Hernandez), apelidado de El Diablo e com habilidades em incendiar tudo ao redor; e Christopher Weiss (Adam Beach), também chamado de Amarra. Ainda que Weller tenha implantado um chip capaz de causar a morte instantânea com o comando em um aplicativo sob o seu controle, é necessário trazer a bordo um líder capaz de supervisionar o temperamento de figuras que podem a qualquer momento trair o acordo de salvar o dia por uma redução de pena. Para isso, é escalado o soldado Rick Flag (Joel Kinnaman), namorado da arqueóloga June Moone (Cara Delevingne), possuída por um espírito milenar que cumpre um papel importante na ação. Outra adição que possui um bom caráter é Katana (Karen Fukuhara), japonesa extremamente habilidosa com espadas. Com a leva inesgotável de mutantes e justiceiros zelando pela sobrevivência da humanidade, “Esquadrão Suicida” trazia como possibilidade uma visão ainda pouco explorada nas adaptações de quadrinhos, na qual a moralidade surge distorcida, quando a prática do bem não parece uma alternativa clara para reverter a arquitetura do caos. Algo recentemente testado com sucesso em “Deadpool”, que tinha um anti-herói como protagonista. O passo de “Esquadrão Suicida” sugeria ser o mais largo, com um material promocional regado na piração e com um diretor, David Ayer, que entende a linguagem dos personagens marginalizados, das escórias da sociedade, como já demonstrou em seu roteiros de “Dia de Treinamento” (2001), “Tempos de Violência” (2005) e “Marcados para Morrer” (2012). Porém, o peso da insanidade parece ter recaído somente sobre os ombros de Margot Robbie, que supera todas as expectativas como uma delinquente que desejava apenas ter uma vida de comercial de margarina com o seu amado de sorriso nefasto – o Coringa, aliás, deve ter ficado com a maior parte de sua participação perdida na ilha de edição, ao julgar por suas intervenções de caráter quase figurativo. Além de uma encenação branda da violência, “Esquadrão Suicida” não é competente nem ao introduzir os seus personagens para o público. Confuso, o primeiro ato acredita que uma playlist de rock e cartilhas ininteligíveis dão conta de carregar todo o histórico de cada um. Igualmente mal resolvido é o desejo da Warner de fazer um “Os Vingadores” dos vilões, forçando um sentimento de amizade e companheirismo que definitivamente inexiste entre os personagens. Ao final, o efeito provocado por “Esquadrão Suicida” é como uma promessa de embriaguez épica, que só no primeiro gole revela ser patrocinada por cerveja sem álcool.
Stranger Things: Entre na série em vídeo que recria a casa de Will Byers em 360 graus
Depois de comerciais com participação da Xuxa, a divulgação de “Stranger Things” agora integra tecnologia VR (Realidade Virtual) num vídeo de 360 graus e cerca de dois minutos de duração, que coloca o espectador dentro da casa de Will Byers – com direito às luzinhas penduradas e um mostro à solta. De acordo com o Netflix, o material pode ser melhor apreciado com um Google Cardboard (o óculos que é ligado a uma plataforma de realidade virtual). Mas funciona em qualquer dispositivo. “Sim, é a primeira vez que usamos o Google Cardboard e VR para promover um programa específico (sem contar os vídeos em 360 graus). ‘Stranger Things’ é uma série com atmosfera única, que nos inspirou a criar um modo divertido de colocar os espectadores neste rico mundo, permitindo que eles experimentem as emoções e os mistérios da história e se estimulem a assistir à série”, declarou o serviço de streaming em comunicado. Para entrar no ambiente tenebroso da série, basta mover o cursor do mouse sobre a tela do vídeo (abaixo) e acompanhar o que as imagens revelam, conforme as cenas mudam de direção.












