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TV

Aline Borges e Juliane Araújo serão casal em novela da Netflix com Paolla Oliveira

Atrizes interpretarão mães adotivas que enfrentam disputa pela guarda de uma criança em "Mãe Imperfeita", novo melodrama da plataforma

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4 de novembro de 2026
TV

Morre Janaína Barbosa, ex-apresentadora do TV Fama, aos 48 anos

Atriz comandou o programa da RedeTV! ao lado de Nelson Rubens e também atuou na Globo

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4 de novembro de 2026
TV

Morre Eliana Rocha, atriz de Pé na Cova, aos 82 anos

Atriz interpretou Luz Divina na comédia de Miguel Falabella, integrou grupo teatral com Ney Latorraca e Jandira Martini e também escreveu livros

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3 de novembro de 2026
  • Etc,  Série,  TV

    Zilda Cardoso (1936 – 2019)

    20 de dezembro de 2019 /

    A atriz Zilda Cardoso, a eterna Catifunda de inúmeros programas humorísticos, morreu aos 83 anos. Ela morava sozinha e foi encontrada morta em sua cama, na manhã desta sexta-feira (20/12), pela diarista que cuidava de sua casa no bairro de Santa Cecília, em São Paulo. Zilda se tornou indissociável da Catifunda, após interpretar a personagem por meio século em vários programas humorísticos como “Praça da Alegria”, “Escolinha do Professor Raimundo” e “A Praça É Nossa”. Com forte sotaque da zona leste paulistana, Catifunda trazia sempre um charuto na mão e saudava os colegas com a expressão “Saravá!”. Mas a personagem não foi a primeira incursão de Zilda no humor. Ela estreou na TV em 1962, substituindo a atriz Eloísa Mafalda em um programa humorístico. No ano seguinte, conquistou o famoso (na época) Troféu Roquete Pinto na categoria Melhor Teleatriz Humorística. E logo ganhou seu próprio programa, “Zilda 23 Polegadas”, exibido entre 1962 e 1964 na TV Paulista. Após essa rápida ascensão, chamou atenção do produtor Manoel da Nóbrega, que a convidou a participar de seu programa “A Praça da Alegria”, na antiga TV Record (antes da Igreja Universal). Foi então que estourou com a Catifunda, a partir de 1964. Paralelamente, Zilda virou atriz de novelas, atuando em “Quatro Homens Juntos” (1965), “Mãos ao Ar” (1966) e “Meu Adorável Mendigo” (1973) na Record. Também estrelou dois filmes de Mazzaropi, “O Lamparina” (1964) e “Meu Japão Brasileiro” (1965), além de duas chanchadas tardias, “Golias Contra o Homem das Bolinhas” (1969), com Ronald Golias e Carlos Alberto da Nóbrega, e “Se Meu Dólar Falasse” (1970), com Dercy Gonçalves e Grande Otelo. Ela passou os anos 1980 no “A Praça É Nossa”, do SBT, indo para a Globo em 1990, como aluna da “Escolinha do Professor Raimundo”. A mudança foi bastante produtiva, pois a levou ainda a aparcer na série “Delegacia de Mulheres” e roubara cena na novela “Meu Bem, Meu Mal” como Elza, enfermeira de Dom Lázaro Venturini (Lima Duarte). Mas, apesar do sucesso da personagem, não foi convidada para novos papéis, despedindo-se uma década depois com uma pequena aparição num episódio de “Você Decide”. Recentemente, a Globo resgatou a “Escolinha”, substituindo todos os atores clássicos. Na nova versão, quem vive a personagem Catifunda é a humorista Dani Calabresa, que lamentou a morte de Zilda no Instagram. “Eu sinto que tenho uma ligação muito especial com ela”, declarou emocionada em um vídeo. “Eu fico muito honrada, muito feliz, de poder fazer a personagem que eu amava na TV, de ter essa personagem emprestada.”

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  • Série,  TV

    Globo anuncia pela primeira vez no SBT para promover a minissérie Hebe

    20 de dezembro de 2019 /

    A rede Globo vai anunciar pela primeira vez na rede SBT. A situação, inimaginável até alguns anos atrás, tem explicação. A Globo produziu comerciais feitos especialmente para o SBT para promover a minissérie “Hebe”, sobre a vida da “rainha da TV”, cuja carreira teve grande impulso na rede de Silvio Santos. Os comerciais de 30 segundos serão exibidos entre esta sexta (20/12) e o domingo (22/12) na programação noturna do canal e ainda terão uma versão especial, com um minuto de duração, durante o “Programa Silvio Santos”. O anúncio faz referência à própria Globo, reproduzindo seu característico top de cinco segundos. Mas o locutor logo avisa: “Calma! Você não está no canal errado, graciiinha. Depois de anos brilhando aqui no SBT, a Hebe chegou ao Globoplay” (veja o vídeo abaixo). A minissérie é, na verdade, o filme “Hebe – A Estrela do Brasil”, lançado em setembro nos cinemas, em versão bastante estendida. E põe estendida. São 10 episódios! Isto significa que há muitas cenas “extras”. Curiosamente, a versão cinematográfica venceu o prêmio de Melhor Edição do Festival de Gramado, e será exatamente isso que sofrerá a maior alteração na transposição para o streaming. A trama destaca Hebe Camargo em sua fase mais empoderada, enfrentando machismo, ditadura e patrões intransigentes para revolucionar a TV e os costumes brasileiros nos anos 1980. Acaba se tornando muito atual, já que o país enfrenta novamente as mesmas lutas sob o governo de Bolsonaro, retrocedendo 30 anos em questões de comportamento e civilidade. Cheio de momentos históricos, a trama relembra até a tentativa de censura que ela sofreu ao reclamar da Assembleia Nacional Constituinte, em 1987. Revoltados, deputados ameaçaram tirar o SBT do ar durante um mês inteiro. Hoje, são menos ambiciosos, “apenas” convocando a Netlix para comparecer ao Congresso e explicar porque fizeram o Especial de Natal do Porta dos Fundos. No cinema, “Hebe” também foi um projeto bastante estilizado, com marca autoral de Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), que filmou muitas cenas às costas de sua esposa Andrea Beltrão – por sinal, perfeita no papel de Hebe – para enfatizar o papel da câmera na história da apresentadora. A ideia original era exibir “Hebe” na própria Globo, mas o longa decepcionou nos cinemas, com apenas 112.677 espectadores, e a empresa resolveu deslocar o projeto para seu serviço de streaming. Também pode ter pesado na decisão, críticas da Hebe personagem à Globo real. “Eu nunca ia poder ser eu mesma na Globo”, diz Andrea Beltrão, entronizando Hebe Camargo. “Hebe” vem sendo promovida maciçamente nos intervalos comerciais da Globo – sem as referências diretas ao SBT, como nos anúncios feitos na concorrente – na maior campanha publicitária já feita para conteúdo nacional da Globoplay. Confira abaixo o anúncio de 1 minuto que será apresentado no domingo, exclusivamente nos intervalos do “Programa Sílvio Santos”.

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  • Reality,  TV

    Zac Efron vai estrelar reality show sobre sua própria sobrevivência numa ilha deserta

    20 de novembro de 2019 /

    A longa lista de séries produzidas pela plataforma Quibi acrescentou sua produção mais bizarra. O galã Zac Efron (“O Rei do Show”) vai estrelar um reality show chamado “Killing Zac Efron”, que é, basicamente, uma aposta dele próprio em sua capacidade de não morrer ao se aventurar na selva de uma ilha remota e deserta. Para protagonizar a atração, o ator pretende ficar “longe de tudo” nesta ilha por 21 dias, com nada além de equipamentos básicos e um guia. “Costumo prosperar em circunstâncias extremas e procurar oportunidades que me desafiem em todos os níveis”, disse Efron, em comunicado sobre o pacto de suicídio programa. “Estou animado para explorar o território desconhecido e descobrir que aventura inesperada me espera!” Efron também é produtor executivo da série, uma das muitas previstas para a plataforma de mini episódios, criada pelo fundador da DreamWork Animation, Jeffrey Katzenberg. Projetada para ser diferente de todas as demais plataformas, a Quibi pretende produzir apenas conteúdos de curta duração. No caso de séries, produções com episódios de até 10 minutos, na contramão das maratonas da Netflix. O público-alvo são usuários de aparelhos móveis, que poderão consumir rapidamente o material por celular em situações cotidianas, como no transporte público e em filas de espera. A série ainda não tem data de estreia prevista, mas a Quibi deverá ser lançada em abril de 2020.

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  • Etc,  Filme,  TV

    Heloísa Raso (1955 – 2019)

    1 de novembro de 2019 /

    A atriz Heloísa Raso, conhecida de novelas clássicas da Globo, morreu na quinta-feira (31/11) aos 64 anos. Ela estava internada no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, mas o hospital ainda não confirmou a causa da morte. Apesar de afastada há mais de 20 anos das telas, Heloísa construiu uma carreira marcada por papéis em telenovelas de sucesso da rede Globo. Seu primeiro trabalho foi na novela “O Grito”, em 1975, e logo após ela apareceu no fenômeno “Estúpido Cupido” (1977), partindo em seguida para o cinema. Ela apareceu em cinco filmes no curto espaço de dois anos, entre eles a comédia discothèque “Sábado Alucinante” (1979), de Claudio Cunha, e a comédia caipira “A Banda das Velhas Virgens” (1979), de Mazzaropi. Voltou para a TV na novela “As Três Marias” (1980) e ainda fez “Sassaricando” (1987), “Lua Cheia de Amor” (1990), “Felicidade” (1992) e “Anjo de Mim” (1996). Heloísa Raso também tinha diploma de bailarina clássica pela Royal Academy de Londres e graduação em Belas Artes pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pelo Actors Studio em Nova York. Fez dublagem, fotonovelas e radionovelas, e ainda foi cantora. Fez shows e gravou um disco ao lado do então marido Sebastião Tapajós, nos anos 1970. Após abandonar a carreira, casou-se novamente e tornou-se empresária do ramo de anúncios publicitários em táxis e ônibus.

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  • TV

    Globo lança Sessão Globoplay para exibir séries da plataforma de streaming na televisão

    30 de outubro de 2019 /

    O grupo Globo resolveu promover sua plataforma de streaming com um programa na TV aberta. Com estreia nesta sexta (1/11), a chamada “Sessão Globoplay” vai se dedicar a exibir episódios das séries internacionais disponibilizados no serviço de streaming. No primeiro programa, a emissora transmitirá o episódio inaugural de “Whiskey Cavalier”, chamada na tradução brasileira de “Jogo de Espiões”. A série estrelada por Lauren Cohan (“The Walking Dead”) tem apenas uma temporada e já foi cancelada nos Estados Unidos. Todos os 13 episódios serão exibidos, semanalmente, na Sessão Globoplay, que após queimar o material deve disponibilizar outra atração de seu catálogo de straming. Vale lembrar que a Globo exibiu com sucesso o piloto da série “Manifest” no horário da “Tela Quente”, e a produção atraiu um grande público, rendendo uma das maiores audiências do horário. O resultado foi impressionante. O piloto atingiu cerca de 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da “Tela Quente”. Isto representou audiência superior à registrada pela novela “Éramos Seis” e muito acima da performance de todas as atrações dos outros canais em seu horário. Embora siga a cartilha da Netflix de não revelar o público de sua plataforma de streaming, a Globoplay compartilhou com a imprensa que o buchicho fez “Manifest” atingir consumo 56% superior a “The Good Doctor”, que antes era considerada a série mais vista da plataforma. Segundo o jornal do grupo, a produção estrangeira passou até a novela “A Dona do Pedaço” em horas de consumo em streaming.

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  • Etc,  Série,  TV

    Jorge Fernando (1955 – 2019)

    28 de outubro de 2019 /

    O ator e diretor Jorge Fernando morreu no domingo (27/10), aos 64 anos, após dar entrada no Hospital CopaStar, em Copacabana, devido a uma parada cardíaca. Ele vinha se recuperando de um AVC (acidente vascular cerebral), que sofreu há dois anos, e tinha inclusive retomado a carreira, como ator e diretor da novela “Verão 90”, encerrada em julho passado. Jorge começou a atuar na escola onde estudava no Méier, Zona Norte do Rio, e se lançou em meio ao boom do teatro besteirol, estreando como ator profissional em 1976, na peça “As Mil e uma Encarnações de Pompeu Loredo”, de Mauro Rasi e Vicente Pereira. A carreira televisiva começou dois anos depois, como ator na série “Ciranda, Cirandinha”, de 1978, no papel de Reinaldo (Rei). Mas ele não queria ficar só na frente das câmeras. Mostrando sua versatilidade, no mesmo ano estrelou e dirigiu a peça “Zoológico” e foi assistente de direção do filme “Na Boca do Mundo”. Ele fez transição para as novelas com um papel de destaque em “Pai Herói” (1979), onde viveu o antagonista de Tony Ramos. Mas ao atuar em sua novela seguinte, “Água Viva” (1980), passou a se interessar mais pelo trabalho atrás das câmeras, acumulando sem créditos o papel de co-diretor. Sua estreia oficial como diretor da Globo aconteceu logo em seguida, em “Coração Alado”, de Janete Clair, em 1980. Ao todo, ele dirigiu 34 novelas, minisséries e séries. Um dos seus sucessos mais marcantes foi “Guerra dos Sexos” (1983), escrita por Sílvio de Abreu, que tinha como protagonistas Fernanda Montenegro e Paulo Autran (seu pai em “Pai Herói”). O tom de humor que ajudou a imprimir na produção acabou virando sua marca, e por um bom tempo determinou o estilo das novelas das 19h. Ele próprio assinou a direção de alguns dos maiores sucessos do horário, como “Vereda Tropical” (1984), “Cambalacho” (1986), “Brega & Chique” (1987) e “Que Rei Sou Eu?” (1989), antes de fazer sua transição para o “horário nobre” com “Rainha da Sucata” (1990), mais uma parceria bem-sucedida com o escritor Sílvio de Abreu. A partir daí, passou a transitar entre os dois horários, assinando hits pela noite inteira da Globo, de “Vamp” (1991), às 19h, até “A Próxima Vítima” (1995), às 20h, que fez o Brasil parar para debater a identidade de seu grande assassino. Consagrado como diretor de novelas, passou a se desafiar com outros formatos. Dirigiu séries (“Armação Ilimitada”, “Sai de Baixo”), programas infantis (“Angel Mix”, “Gente Inocente”), de variedades (“Não Fuja da Raia”, “TV Xuxa”) e foi redefinir o horário das 18h com “Chocolate com Pimenta” (2003), de Walcyr Carrasco, com quem trabalhou em mais quatro folhetins, entre eles “Alma Gêmea” (2004), que bateu recorde de audiência do horário. O último foi “Êta Mundo Bom!”, em 2016. Esteve à frente, também, dos remakes de “Ti Ti Ti” (2010) e da própria “Guerra dos Sexos” (2012). E estabeleceu uma parceria criativa com o casal Fernanda Young e Alexandre Machado em duas séries de comédia, “Nada Fofa” (2008) e “Macho Man” (2011). Além de dirigir, ele também estrelou a última produção no papel principal, como um ex-gay determinado a provar sua heterossexualidade. Para completar, trouxe sua mãe, Hilda Rebello, para atuar em algumas novelas que dirigiu, permitindo-lhe início tardio de uma vida artística, reprimida na juventude. Sua carreira, entretanto, não coube inteira na TV. Jorge Fernando também desenvolveu diversos trabalhos no cinema e no teatro. Dirigiu (e atuou em) “Sexo, Amor e Traição” (2004), “Xuxa Gêmeas” (2006) e “A Guerra dos Rocha” (2008), além de aparecer no clássico “Alma Corsária” (1993), de Carlos Reichenbach, e no blockbuster “Se Eu Fosse Você” (2006), de Daniel Filho. No palco, esteve à frente de sucessos do teatro besteirol, comandou Cláudia Raia no musical “Não Fuja da Raia”, coordenou a adaptação teatral de “Vamp” e criou a peça autobiográfica “Salve Jorge”, com histórias que marcaram sua trajetória profissional. Sua vida se multiplicou em arte.

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  • Reality,  TV

    Série de pegadinhas de astro de Stranger Things ganha trailer legendado

    10 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Grite, Você Está Sendo Filmado”, série de pegadinhas do ator mirim Gaten Matarazzo, que vive Dustin em “Stranger Things”. O programa se chama em inglês “Prank Encounters” – a “tradução” nacional comete um equívoco, já que não há filmagens, apenas gravação com câmeras digitais de TV. Como diferencial, seu foco são exclusivamente pegadinhas de terror. A ideia não é nova e já rendeu o bem-sucedido “Scare Tactics”, que tem apresentação do também ator Tracy Morgan (“30 Rock”) e pode ser visto no Brasil pela própria Netflix. Para completar, pega a deixa favorita das pegadinhas de terror do “Programa Sílvio Santos”, ao atrair as vítimas com uma oferta de emprego, que gradualmente vira um pesadelo. Desenvolvido pela produtora Propagate, de Ben Silverman (criador de “The Biggest Loser”) e Howard Owens (“Você Radical”), com participação do ator de 16 anos, “Prank Encounters” (ou “Grite, Você Está Sendo Mal Traduzido”) terá oito episódios em sua 1ª temporada, que estreia em 25 de outubro.

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  • Reality,  TV

    YouTube anuncia seis novas atrações originais brasileiras

    26 de setembro de 2019 /

    O YouTube anunciou a produção de seis novas atrações originais brasileiras. Não são séries de ficção, já que a plataforma desistiu desse segmento. Seguindo a nova orientação da matriz, tratam-se de projetos com youtubers, numa parceria com Whindersson Nunes, Porta dos Fundos, Desimpedidos, Nathalia Arcuri e Manual do Mundo – e Los Bragas, que, em contraste, é realmente uma produtora de séries. A série documental “Whindersson – Próxima Parada” será a primeira produção a ser lançada, com estreia marcada para 3 de outubro. O projeto comandado pelo youtuber explorará culturas de diversos países, com convidados nacionais e internacionais. O programa de Porta dos Fundos será um reality show que escolherá o próximo integrante do grupo de humoristas. A ideia lembra o concurso para dançarina do É o Tchan, que faz parte da história brega do SBT. “O Novo Futuro Ex-Ator do Porta” terá dez episódios semanais gravados em diferentes estados brasileiros. As demais produções também lembram programas de TV, de quadros do “Fantástico” a segmentos do “Esporte Espetacular”. Na produção dos Desimpedidos, “Fred Be a Pro”, o apresentador do canal trabalhará com a ajuda de Falcão para se tornar um jogador de futebol profissional. O programa de Nathalia Arcuri se chamará “One Billion Women World Tour” e contará a história de diversas empreendedoras bem-sucedidas ao redor do mundo. O canal Manual do Mundo terá uma produção que mostrará grandes experimentos em espaços públicos Para completar, a produtora Los Bragas estará por trás de uma série documental sobre atletas mulheres e esportes de rua. Maiores detalhes das produções devem ser anunciados em breve.

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    Emmy 2019 registra pior audiência da história da premiação

    23 de setembro de 2019 /

    A transmissão do Emmy 2019 na noite de domingo (22/9) nos Estados Unidos, pela rede americana Fox, registrou a pior audiência da história da premiação. Ao todo, 6,9 milhões de telespectadores sintonizaram a atração ao vivo. Segundo a consultoria Nielsen, os números representam uma queda de 33% de audiência em relação ao ano passado, quando o Emmy foi exibido pela rede NBC e atraiu 10,2 milhões – que era o recorde negativo até então. Essa também foi a primeira vez na História que o Emmy registrou público inferior a 10 milhões de pessoas. A cerimônia, que não contou com apresentador oficial, recebeu muitas críticas negativas da imprensa americana. O site da revista The Hollywood Reporter chegou a apontar que a produção consistiu de “uma escolha equivocada atrás da outra” em relação a piadas, shows e opções de entretenimento. Ao final, o Emmy contemplou “Game of Thrones” com o prêmio de Melhor Série de Drama, “Chernobyl” como Melhor Minissérie e surpreendeu ao consagrar “Fleabag” não apenas como Melhor Série de Comédia, mas como a atração mais premiada da noite.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Fernanda Young (1970 – 2019)

    25 de agosto de 2019 /

    A escritora, atriz e apresentadora de TV Fernanda Young morreu aos 49 anos na madrugada deste domingo (25/8), em Gonçalves, interior de Minas Gerais, onde sua família tem sítio. A artista teve uma crise de asma seguida de parada respiratória. Fernanda sofria de asma desde a adolescência. Ela nasceu em Niterói (RJ) e também lutava contra a depressão, que a fez abandonar os estudos. Ela só completou o Ensino Médio via supletivo e largou as faculdades de Letras, Jornalismo, Rádio e TV em que se inscreveu. Ela encontrou um grande parceiro no roteirista e escritor Alexandre Machado. Ambos casaram em 1993, depois de três anos de namoro, e tiveram quatro filhos, dois deles adotados. A parceria se estendeu para o trabalho, resultando na maioria dos roteiros que se seguiram. A estreia como roteirista aconteceu em 1995 no programa “A Comédia da Vida Privada”, da rede Globo, assinando adaptações de textos de Luis Fernando Veríssimo com o marido. Um ano depois, Fernanda lançou o primeiro de seus 14 livros, “Vergonha dos Pés”, pela editora Objetiva. E em 2000 roteirizou o primeiro filme, “Bossa Nova”, de Bruno Barreto, novamente com Machado. Logo em seguida, o casal lançou uma das séries de comédias mais bem-sucedidas do século, “Os Normais”, estrelada por Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães. Foi exibida na Globo entre 2001 e 2003 e deu origem a dois filmes, um de 2003 e outro de 2009, também escritos por Fernanda, Alexandre e outros roteiristas. Trabalhando sempre ao lado de Alexandre Machado, Fernanda Young criou ainda as séries “Os Aspones” (2004), “Minha Nada Mole Vida” (2006), “O Sistema” (2007), “Separação?!” (2010), “Macho Man” (2011), “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (2012), “O Dentista Mascarado” (2013), “Odeio Segundas” (2015), “Vade Retro” (2017), “Edifício Paraíso” (2017), “Shippados” (2019), o especial de fim de ano “Nada Fofa” (2008) e os quadros do Fantástico: “As 50 Leis do Amor” e “Super Sincero”. O casal foi indicado duas vezes ao prêmio de Melhor Comédia do Emmy Internacional, por “Separação?!” e “Como Aproveitar o Fim do Mundo”. Esta última chamou atenção do mercado americano e acabou adaptada pela rede The CW, virando a série de comédia “No Tomorrow” (2016). Dona de opiniões fortes e presença marcante, com cabelos curtos e tatuagens, Fernanda também se destacou em participações em programas de TV. Depois de integrar “Saia Justa” (2002) comandou dois programas próprios, “Irritando Fernanda Young” (entre 2006 e 2010) e “Confissões do Apocalipse” (2012), ambos no GNT. Sem seguir padrões de beleza e comportamentos convencionais, ela transformou o fato de posar para a Playboy em 2009 num ato de rebelião feminista. E ainda tripudiou: “Não acredito que se masturbem com minha Playboy. Lendo meus livros, sim”, disse em entrevista ao UOL. Cansada de sofrer ataques machistas, ela chegou a processar um hater que a chamou de “vadia lésbica” no Instagram. Saiu vitoriosa, mas não sem ser atacada pelo próprio juiz do processo, que reduziu o valor da indenização alegando que sua “reputação é elástica”, por ter posado nua. “O excelentíssimo crê que mulheres como eu provocam o caos”, ironizou Fernanda. Ela também trabalhou como atriz. Antes mesmo de começar a escrever, já tinha aparecido na minissérie “Iaiá Garcia” (1989), na TV Cultura, e na novela “O Dono do Mundo” (1991), na Globo. Mas só retomou a carreira após ter se consagrado como roteirista. O que começou de brincadeira num episódio de “Macho Man” se tornou regra após estrelar “Surtadas na Yoga” (2013), que foi seguida por mais dois sitcoms escritos e estrelados por ela, “Odeio Segundas” e “Edifício Paraíso”. Seu último trabalho na Globo foi a criação de “Shippados”, sitcom com Tatá Werneck e Eduardo Sterblitch, que estreou em junho no Globoplay. Já seu último roteiro foi para o cinema, a comédia “Amigas de Sorte”, que escreveu com o marido, com previsão de estreia para 2020. Deixou ainda um livro inédito completo, que será lançado em novembro, e outro inacabado. E se preparava para estrear em setembro, em São Paulo, a peça “Ainda Nada de Novo”, em que contracenaria com Fernanda Nobre. Um dia antes de morrer, ela publicou um longo texto em seu Instagram em tom de desabafo. Numa das passagens, escreveu “Sou uma mulher de 50 anos que sonhou alto e realizou muito”, acrescentando, por fim, que estava longe de encerrar sua “jornada nessa orbe”. Sua última postagem foi a foto da sala de estar do sítio em Gonçalves, horas antes de morrer. “Onde queres descanso, sou desejo” foram suas últimas palavras escritas. “Posso dizer, de coração, é uma perda muito grande para a gente, para o mundo artístico, para as pessoas que trabalham com ela”, afirmou Luiz Fernando Guimarães, astro de “Os Normais” e “Minha Nada Mole Vida”. “O Brasil perde muito sem a anarquia e a clareza dela”, acrescentou Fernanda Torres, a outra metade de “Os Normais”.

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  • Etc,  Série,  TV

    Kito Junqueira (1948 – 2019)

    23 de agosto de 2019 /

    O ator Kito Junqueira morreu nesta sexta (23/8) aos 71 anos em Curitiba, após sofrer um infarto de madrugada. Nascido em 15 de maio de 1948, em São Paulo, Heráclito Gomes Pizano adotou o nome artístico Kito Junqueira em seus diversos trabalhos no teatro, cinema e TV. A carreira artística começou em 1973 na extinta TV Tupi, na qual participou das novelas “As Divinas & Maravilhosas”, “Vila do Arco”, “Tchan, a Grande Sacada” e “Como Salvar Meu Casamento”, todas na década de 1970. Ele também teve trabalhos na Globo (“Espelho Mágico” em 1978, “Vereda Tropical” em 1984 e “Por Amor” em 1997), na extinta Manchete (“Tudo ou Nada” em 1986 e “Pantanal” em 1990), SBT (“Jogo do Amor”, em 1985), Bandeirantes (“Cavalo Amarelo” em 1980, “Os Adolescentes” em 1981 e “Ninho da Serpente” em 1982) e Record (“Vidas Opostas” em 2007 e “Chamas da Vida” em 2008). Ele também atuou no filme “Eternamente Pagu” (1987), teve participações em programas como “Você Decide” e “Carga Pesada” (ambas na Globo), além de ter integrado os elencos centrais da minissérie “Chapadão do Bugre” (na Bandeirantes) e da série “A Lei e o Crime”, seu último trabalho nas telas, em 2009 (na Record). Fora das telas, Junqueira ainda estrelou diversas peças de teatro e se destacou na peça “Bent”, na qual recebeu prêmios da APCA, Moliére e Mambembe por sua atuação e produção. O ator também teve atuação política, sendo eleito deputado estadual em São Paulo pelo PV em 1994. Ele acabou mudando de partido, filiando-se ao PP, pelo qual concorreu ao cargo de deputado federal pelo Paraná nas Eleições de 2018, mas desta vez sem conseguir ser eleito.

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  • TV

    CBS e Viacom se unem para formar nova empresa de TV, cinema e streaming

    13 de agosto de 2019 /

    A rede CBS e o conglomerado de mídia Viacom anunciaram sua fusão encerrando anos de conversas entre os gigantes da mídia americana. O acordo cria uma nova potência do cinema, televisão e streaming, a ViacomCBS, com receita de US$ 28 bilhões. “Um grupo que ocupa posições de líder nos EUA, Europa, América Latina e Ásia”, segundo comunicado conjunto. Além da rede de TV que a batiza, a CBS também é dona do canal pago Showtime, de metade da rede CW (joint venture com a Warner), da plataforma CBS All Access e do estúdio CBS Films, enquanto a Viacom controla o estúdio Paramount Pictures e os canais pagos MTV, Nickelodeon, BET, Comedy Central e Paramount TV, divisões digitais como AwesomenessTV e Pluto TV, entre outras propriedades. Como curiosidade, a Viacom também detém 51% dos direitos do grupo brasileiro de comédia Porta dos Fundos. O acordo, que será feito com troca de ações, restabelece a união das empresas, que são controladas pelo mesmo fundo de investimento, a National Amusements, da família Redstone. As empresas foram separadas há 13 anos pelo magnata Summer Redstone, mas o advento da guerra dos streamings fez sua herdeira rever a decisão. Shari Redstone, que será CEO da empresa combinada, pressionou durante anos pela reunificação, mas enfrentava resistência de Les Moonves. O antigo CEO da CBS achava que a Viacom era deficitária. Até que sua queda em setembro passado, após acusações de assédio sexual, abriu caminho para a reunificação. A nova empresa terá o diretor executivo da Viacom, Bob Bakish, como presidente-executivo. Foi ele quem oficializou a fusão em comunicado para os funcionários de ambas as companhias. “Nós unimos nossos recursos e capacidades complementares e nos tornamos uma das poucas empresas com a amplitude e profundidade de conteúdo e alcance para moldar o futuro de nossa indústria”, disse Bakish no texto. Além de contar em seu catálogo com de mais de 140 mil episódios de televisão e 3,6 mil filmes, as duas empresas gastaram US$ 13 bilhões em novos conteúdos nos últimos 12 meses. A fusão agora será apreciada pelo governo nos EUA, que não deve se opor ao processo, já que volta a reunir empresas que pertenciam ao mesmo grupo. Mas os efeitos práticos do negócio só poderão ser sentidos após o aval federal.

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  • Etc,  Série,  TV

    João Carlos Barroso (1950 – 2019)

    13 de agosto de 2019 /

    O ator João Carlos Barroso morreu na noite de segunda-feira (12/8), aos 69 anos, após travar uma batalha contra um câncer. Ele teve uma longa carreira em novelas e humorísticos da Globo. Nascido em 1950, no Rio de Janeiro, Barroso sonhava em virar jogador de futebol. E estava fazendo justamente isso, numa pelada na praia, quando chamou atenção de produtores para trabalhar na coprodução do Brasil com a Argentina “Pedro e Paulo”, em 1961. Aos 11 anos de idade, contracenou com Jardel Filho e Francisco Cuoco. A partir daí, virou astro mirim, participando de teatro, programas de TV e até fez dublagens, virando a voz nacional do jovem rei Arthur na animação da Disney “A Espada Era Lei” (1963). A fase mais popular de sua carreira começou após os 21 anos, quando entrou na Globo e estrelou novelas que marcaram época. Ele se tornou parte da História da TV brasileira ao participar da última novela em preto e branco, “Estúpido Cupido” (1976), como Tavito, um dos jovens rebeldes da trama, e da primeira a cores, quando se tornou filho de Lima Duarte, o Eustórgio, em “O Bem Amado” (1973). Também se destacou como o Toninho Jiló em “Roque Santeiro” (1985), a novela de maior audiência de todos os tempos. A desenvoltura humorística com que retratou seu personagem, um guia turístico que se aproveitava da boa fé dos romeiros para vender objetos que dizia terem pertencido a Roque Santeiro, acabou direcionando sua carreira para programas do gênero, como “Os Trapalhões” e, mais tarde, “Zorra Total”. Ele só fez mais dois filmes, “O Pistoleiro” (1976) e o clássico da pornochanchada “Nos Tempos da Vaselina” (1979). E seu último papel na TV foi como o delegado Mesquita na novela “Sol Nascente”, em 2016 e 2017. Com quase 60 anos de carreira, ainda era lembrado como um jovem no imaginário coletivo, inclusive por colegas e amigos, que, desde a madrugada, começaram a prestar homenagens nas redes sociais, lembrando do futebol que ele praticou até não poder mais, e chamando-o pelo apelido do início de sua trajetória, Barrosinho.

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