Rosaly Papadopol (1956 – 2020)
A atriz Rosaly Papadopol morreu na madrugada desta quarta-feira (16/12), em um hospital de São Paulo, após batalha contra um câncer no baço, aos 64 anos. Ela lutava há aproximadamente dois anos contra o câncer, que era bastante agressivo. Em suas redes sociais, chegou a publicar registros do tratamento e da queda de cabelo. Rosaly iniciou sua vida artística em 1975 no teatro, atuando inclusive no musical “Saudades do Brasil”, ao lado de Elis Regina. A maior parte da carreira foi sobre os palcos. Mas ela apareceu em diversas novelas e até em filmes. Sua estreia nas telas aconteceu em 1978, na novela “Salário Mínimo”, da TV Tupi, e no filme “As Amantes Latinas”, de Luiz Castellini. Ela também integrou o elenco de “Éramos Seis” (1994) e “Dona Anja” (1996), no SBT. Na Globo, trabalhou nas novelas “Porto dos Milagres” (2001), “Agora é Que São Elas” (2003), “Bang Bang” (2005), “Belíssima” (2005), “Pé na Jaca” (2006) e “Malhação” (2009), além da série “Minha Nada Mole Vida” (2006). Seus destaques cinematográficos ainda incluem “Nasce uma Mulher” (1985), de Roberto Santos, “Anjos da Noite” (1987), de Wilson Barros, “Lua Cheia” (1989), de Alain Fresnot, “O Príncipe” (2002), de Ugo Giorgetti, e “Bellini e a Esfinge” (2002), de Roberto Santucci. Seu último trabalho foi em 2018, quando fez uma participação especial nos dois primeiros episódios da série “Samantha!”, da Netflix.
Miguel Falabella conta como foi afetado pelo coronavírus
Vítima de boatos na internet de que teria morrido em decorrência da covid-19, o ator Miguel Falabella reapareceu bem vivo e curado nas redes sociais. Numa live com a jornalista moçambicana Conceição Queiroz, ele contou como foi afetado pela doença. “Tive dois dias de febre, dois dias de muito mal-estar, muito cansaço… Falei: “Nossa senhora, acho que eu peguei esse negócio, porque eu fui fazer xixi, fui da minha cama para o banheiro e parecia que eu tinha corrido uma maratona. E aí, fiz o teste e realmente estava. Felizmente não tive sintomas mais graves. Tive febre dois dias, mas imediatamente melhorei…”, disse o ator. Na conversa, o ator revelou ainda um hábito inusitado que mantém há anos: tomar um caldo de rã todos os dias pela manhã em jejum. “Já tem tantos anos isso. Eu estava numa festa e conheci uma moça e comecei a conversar com ela e ela era muito interessante. Uma mulher muito impactante e falava muito bem e eu ficava muito impactado em ouvir ela falar. Em dado momento, ela falou: ‘Agora, se você não quiser ficar nunca doente, toma caldo de rã todos os dias’. Eu falei: ‘Caldo de rã?’. Ela falou: ‘É, a troco de que você acha que as feiticeiras, na Idade Média, jogavam um sapinho lá dentro? Tem propriedades que são estudadas…’ Enfim, desde essa época que eu compro as minhas rãzinhas, faço um caldo e tomo de manhã em jejum”, comentou. Durante a conversa, Falabella se emocionou e chorou ao falar sobre a sua relação com a atriz Chica Xavier, que morreu em agosto aos 88 anos. “A minha mãe morreu muito cedo e eu fazia uma novela, “Amor com amor se paga”… No dia que a minha mãe morreu, eu enterrei a minha mãe e fui lá gravar. Estava lá tristinho, mas não podia cancelar, eu não era uma estrela. E aí, ela (Chica) falou: “Você está triste, meu filho? Está com o olhinho triste”. Eu falei que perdi a minha mãe. Aí acabamos de gravar e saindo da emissora, ela veio vindo assim, parou do meu lado e falou: “Sua mãe me deu um recado. Ela me deixou no lugar dela”. E, ela ficou no lugar da minha mãe. Os filhos dela passaram a ser meus irmãos e ela cuidou de mim. Cuidou de mim espiritualmente. Me levou para casa dela numa época que eu estava muito triste. Porque o sucesso, às vezes, pode te fazer muito bem e às vezes pode te fazer muito mal. E ela foi sempre um norte”, desabafou o ator, que se emocionou e chorou nesse momento do bate-papo.
Marcius Melhem revela mensagens de Dani Calabresa e detalhes de briga
O ator e ex-diretor da Globo Marcius Melhem revelou algumas das mensagens trocadas com a atriz Dani Calabresa. Ele pretende provar, na Justiça, que os dois mantinham uma relação íntima e amigável entre os anos de 2017 e 2019, época em que, segundo uma reportagem recente publicada na revista Piauí, ele a teria assediado moral e sexualmente. A defesa Melhem enviou uma notificação extrajudicial para Calabresa, assinada pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Ana Carolina Pivoesana, como medida preparatória para fundamentar um futuro processo contra a revista Piauí e a atriz. Entre as sete conversas reproduzidas no documento, está uma mensagem de voz enviada por Calabresa no dia 12 de novembro de 2017, oito dias depois da confraternização, em que, segundo a reportagem-denúncia, ela teria sofrido assédio sexual de Melhem. Na data, dia de seu aniversário, Calabresa enviou mensagem a Melhem agradecendo a ele por uma postagem que fez no grupo de WhatsApp do programa “Zorra”, da TV Globo, em que ele a felicitava. No áudio ela teria se definido como fã de Melhem, dito “eu te amo” e até proposto uma viagem à Disney com as filhas do ator, que então ocupava o cargo de redator final do núcleo de humor da TV Globo — ele foi demitido em agosto deste ano, depois de 17 anos de trabalho na emissora. “Chefe, estou mandando este áudio para agradecer a mensagem linda que você mandou no grupo. Todas as mensagens que você manda sempre de apoio e de carinho. Nossa, você não tem ideia como fico feliz de saber que você me acha talentosa. Eu sou sua fã para caralho”, afirma Calabresa na mensagem, citada pelo jornal Folha de S. Paulo. A Folha também afirma que, na mensagem de voz, Calabresa agradece a Melhem pelo que chamou de um “trabalho tão legal”. “Estou muito feliz de verdade. Te amo muito. Um beijo para as suas filhinhas lindas. Vamos para a Disney juntos”. Procurada pelo jornal, Calabresa se manifestou por meio da advogada Mayra Cotta. Em nota, ela diz que a “interpelação repete estratégia comum a casos similares”. “Objetiva intimidar não apenas uma vítima específica mas outras que ainda permanecem protegidas sob sigilo e até mesmo testemunhas, como se isso fosse capaz de apagar os graves fatos narrados e cuidadosamente checados com dezenas de pessoas citadas pelas matérias.” Melhem, por sua vez, disse estar se defendendo do que chamou de “narrativa falsa” sobre a qual Calabresa ainda não se manifestou. “Estou numa encruzilhada por parte da opinião pública. Se mostro alguma coisa, estou expondo as vítimas. Se vou para a Justiça, estou intimidando a advogada”, disse ele. “Me defendo onde?” Sobre a revelação de trechos de suas conversas com Calabresa, o ator afirma estar mostrando um trecho minúsculo, que não expõe a atriz. “Estou mostrando coisas que expõem a relação amistosa que temos. Não é expor uma suposta vítima. Estou mostrando que eu e a suposta vítima tínhamos uma relação no período que a revista diz que ela estava traumatizada comigo”, diz. “É só para contrapor uma narrativa falsa.” Para atestar a veracidade dos diálogos, Melhem contratou ainda uma empresa especializada que realizou procedimentos forenses de coleta e guarda das mensagens, o que comprovaria a integridade dessas informações. Na notificação, a defesa de Melhem afirma que toda a correspondência posterior entre eles também evidencia que a relação pessoal e profissional dos dois “se manteve harmoniosa, com a mesma afetuosidade, nos meses e nos anos seguintes à festa” que foi relatada pela revista Piauí. Como exemplo, foi reproduzido um trecho de uma mensagem enviada em novembro de 2018, um ano depois daquela festa. “Ai, te ‘aminho’, muito, muitas saudades, pena que a gente se encontra pouco, mas eu sinto uma intimidade que, assim, eu posso mandar áudio, eu posso mandar mensagem a qualquer hora.” A interpelação inclui ainda mensagens em que a atriz chama Melhem de “o mais profissional dedicado caprichoso ‘workaholiquinho’” e “ciborguinho”. A inclusão do trecho é uma tentativa de desqualificar a narrativa, atribuída a ex-subordinadas de Melhem, segundo a qual Calabresa teria ficado traumatizada depois de ser assediada por ele. “Não forcei Dani Calabresa a nada naquela noite”, disse Melhem à Folha, acrescentando que só revelará na Justiça sua versão do que aconteceu naquela noite, mas que “as comunicações apontam a existência de uma relação saudável, permeada por afeto e respeito profissional mútuo, que perdurou sem qualquer tipo de desavença até maio de 2019”. Ele também registrou uma mensagem da tarde de 5 de novembro de 2017, no grupo do “Zorra”, em que Calabresa cumprimentou os organizadores do evento da véspera definindo a noitada como “festa ‘bapho’”. Ao justificar sua decisão de interpelar a atriz, Melhem disse que Calabresa nunca tocou no seu nome, mas que “o modo com que vem se comportando nas redes sociais dá a entender que ela concorda” com as acusações. “Preciso saber se ela concorda. Se ela concordar, é totalmente inverídica, aí a gente tem que estudar que medidas tomar”, acrescentou o ator. A notificação reproduz uma postagem da própria Calabresa como indício de que a reportagem “apresentou informações falsas”. Em setembro de 2017, a atriz publicou uma imagem em que corre na praia durante a gravação de um quadro em que interpreta uma salva-vidas sensual. Segundo a revista Piauí, Melhem teria visitado Calabresa no camarim dos estúdios da Globo para ver seu corpo no maiô antes da gravação. Nada disso teria acontecido. As cenas foram gravadas na praia de Grumari, na zona oeste do Rio de Janeiro, e sem a presença de Melhem. Por isso, a defesa do ator confronta Calabresa para que ela se pronuncie sobre o episódio. A Folha inclui a informação de que integrantes do núcleo de humor da Globo testemunharam a desavença que supostamente teria criado a crise entre Calabresa e Melhem. Ela não teria componente sexual. Segundo relato publicado pelo jornal, a briga aconteceu na noite de 3 de maio do ano passado, durante a leitura do piloto do que viria a ser o programa “Fora de Hora”. Escalada como âncora de um telejornal satírico em que contracenaria com o ator Paulo Vieira, Calabresa, segundo testemunhas, assistiu à bem-sucedida performance do ex-marido, o humorista Marcelo Adnet, e se queixou do texto reservado a ela. Sentado entre ela e Melhem, Vieira, de acordo com relatos, ouviu Calabresa dizer que preferiria contracenar com Bento Ribeiro, seu colega no antigo programa “Furo”, da MTV, na bancada do telejornal. Em resposta, Melhem teria dito que Vieira, um artista em ascensão, já era o escolhido e que Ribeiro sofria resistência entre os autores e a direção artística do programa. Segundo participantes, Calabresa chorou, repetindo que aquele não era o “Furo”, programa que estrelara dez anos antes ao lado de Ribeiro, na MTV. Melhem respondeu que não reproduziria um humorístico exibido uma década atrás. A esta altura às lágrimas, segundo relatos, Calebresa perguntou se ao menos poderia levar autores de sua confiança para o programa. Melhem, de acordo com testemunhas, reagiu, exaltado, em defesa da equipe que redigiu o piloto, dizendo que naquele time estavam os melhores redatores do país e destacando o seu próprio talento como roteirista. O desentendimento precipitou o fim da reunião. Os participantes deixaram o apartamento de Melhem enquanto um grupo, incluindo ele, tentava tranquilizar a atriz. Dois redatores foram encarregados de se reunir com Calabresa na semana seguinte para a elaboração de um texto que a agradasse. Mas não houve acordo. Na terça-feira, dia 7 de maio, Melhem repreendeu a atriz e disse que repensava sua escalação para a bancada do programa. “Você chorar, reclamar que não tem seus autores, que tinha ator demais humilhou muita gente que chorou depois também”, ele escreveu, segundo a notificação extrajudicial encaminhada à atriz. Esta história já tinha circulado anteriormente. O colunista Mauricio Stycer apurou em março passado que o desentendimento tinha ocorrido no processo de criação do programa “Fora de Hora”, no primeiro semestre de 2019. Na época, Stycer escreveu que atriz queria que, em vez de um projeto novo, a emissora reeditasse o programa “Furo”, que ela apresentou em parceria com Bento Ribeiro na MTV, entre 2009 e 2012. Melhem jamais teria considerado a opção de reviver o “Furo” na Globo, mas Calabresa foi escalada para ser a apresentadora do “Fora de Hora”, ao lado de Paulo Vieira. Em seu texto, Stycer acrescentava a palavra “plágio” às acusações, trazendo à tona uma possível disputa pela autoria do projeto. Calabresa foi substituída. Com a aprovação do piloto quatro meses depois, ela passou a expressar críticas a Melhem, à época chefe do departamento de humor da TV Globo. Outras mulheres insatisfeitas com o comportamento de Melhem depois se uniram a Calabresa. Com a eclosão de denúncias de assédio moral e sexual, inclusive de Calabresa, ex-subordinadas de Melhem criaram um grupo de mensagens para encorajar, de forma incisiva, a adesão de outras mulheres. Temendo retaliações, integrantes da equipe pediram que não fossem identificados ao relatar disparos de telefonemas e mensagens para que engrossassem uma campanha contra o ator. Melhem diz que hoje faz sessões quase diárias de terapia e afirma ter cometido erros nas relações pessoais, como falta de empatia e sensibilidade, além de ter sido infiel em seu casamento.
Artistas da Globo recebem multa milionária da Receita Federal
Depois de devassa da Receita Federal, 43 artistas que mantinham vínculos como PJ (pessoa jurídica) com a Globo nos últimos anos começaram a receber as primeiras autuações fiscais. Nos documentos, o órgão do governo federal aponta um suposto conluio entre os artistas e insinua existir uma “associação criminosa” nos acordos. Outras emissoras que procedem de forma similar não foram enquadradas. Já a Globo é apontada “como solidariamente responsável pelo pagamento da autuação”, o que significa que a cobrança pode ser feita para os artistas ou para a empresa. Advogado tributarista que defende os 43 artistas da Globo, Leonardo Antonelli, irmão da atriz Giovanna Antonelli, disse ao blog Notícias da TV que a tentativa da receita “de imputar a prática de crime contra a ordem tributária praticado pela emissora em conluio com o ator… não faz o menor sentido”, já que a “pejotização” é uma relação de trabalho que o próprio órgão do governo federal reconhece como “comum”. Ele lembra que, pela lei brasileira, “os serviços intelectuais, de natureza artística ou cultural, em caráter personalíssimo, sujeitam-se ao regime de tributação de pessoas jurídicas”. Em agosto, quando ficou claro que o governo atacaria os artistas da Globo, Deborah Secco lembrou: “Com oito anos eu já trabalhava. Fiz filmes, peças de teatro, campanhas publicitárias e coproduções de longas. E, para fazer tudo isso, no Brasil ou no mundo, tem que ser através de uma pessoa jurídica”. As multas aplicadas, em alguns casos, ultrapassam R$ 10 milhões por artista. Para evitar o pagamento, a defesa entrou com um recurso administrativo na própria Receita Federal. Além das multas, a Receita encaminhou as investigações ao Ministério Público Federal, sob a alegação de crimes contra a ordem financeira. “Não bastasse o artista ser obrigado a devolver mais do que recebeu nos últimos cinco anos, ainda poderá ser processado criminalmente e quiçá condenado à prisão. Parece uma novela mexicana de ficção”, lamentou Antonelli, que classifica a ação como um exemplo de “insegurança jurídica” do país. “Estamos ingressando paralelamente em juízo e confiantes de que o Poder Judiciário irá, ao final, reconhecer que essa diferença não é devida e que o uso de pessoa jurídica (pejotização) está previsto em lei e é lícito”, disse o tributarista, sobre sua estratégia para impedir supostos abusos cometidos no que pode ser uma ação (não fiscal, mas) política. De fato, apesar de outras grandes emissoras, como SBT, Record, Band e RedeTV!, terem parte de seus artistas, executivos e jornalistas contratados como PJ, não há informações que os profissionais dessas empresas tenham recebido notificações para prestar contas ao fisco. Também não há indícios de que a ex-secretária de Cultura, Regina Duarte, e o atual, Mário Frias, ex-funcionários da Globo, tiveram as contas examinadas. O presidente Jair Bolsonaro já declarou que considera o Grupo Globo seu “inimigo” e chegou a sugerir que pode não renovar a concessão para que a empresa continue a operar seus canais de TV. Após acusar a Globo de praticar “jornalismo sujo”, Bolsonaro registrou sua ameaça num vídeo, divulgado em novembro do ano passado. “Pague tudo o que deve. Certidões negativas, tudo. Para não ter problema. Não vou passar a mão na cabeça de ninguém. Da Globo nem de ninguém. Vocês têm que tá em dia para renovar a concessão. Tô avisando antes para não dizer que estou perseguindo vocês”, declarou o presidente na ocasião, mais transtornado que o costume, mas em seu habitual estilo retórico de dizer que não está fazendo o que está fazendo.
Maisa Silva vira empresária de famosos
A atriz e apresentadora Maisa Silva, que tem só 18 anos, ampliou ainda mais suas atividades, virando empresária. Ela virou sócia de uma agência de marketing de influência e passará a empresariar famosos e criar ações para redes sociais. “A Maisa empresária é uma realidade!”, ela escreveu no Instagram. A agência de Maisa se chama Mudah e terá um time de influenciadores fixos. Outros, serão convidados de maneira independente a partir do perfil das campanhas. No negócio, a apresentadora tem a companhia de seu próprio empresário, Guilherme Oliveira. “O Gui é meu empresário e trabalhamos juntos há 6 anos. Passamos esse último ano desenvolvendo esse projeto incrível e iniciando um novo ciclo da nossa parceria e amizade. O lançamento está sendo agora, mas nós já temos projetos incríveis que realizamos com marcas incríveis e artistas influentes”, ela contou na rede social. As redes de Maisa também passam a ser administradas pela Mudah e antigos colegas da atriz no SBT já participam de ações criadas pela empresa. Ela listou alguns “amigos que acreditaram no projeto”: Tiago Abravanel, Priscilla Alcantara e Celso Portiolli. Fora do SBT desde outubro, Maisa Silva segue sem planos imediatos de retorno à televisão. Em vez disso, foca-se em novos projetos, como a Mudah e produções da Netflix, como o filme “Pai em Dobro”, que chega ao streaming em 15 de janeiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa)
Andréia Horta é terceira artista da nova novela da Globo com covid-19
A atriz Andréia Horta, vencedora do Festival de Gramado por “Elis”, recebeu diagnóstico de covid-19. Ela integra o elenco da próxima novela das 21h da Rede Globo, “Um Lugar ao Sol”, e compõe o mesmo núcleo da atriz Marieta Severo, que foi internada no fim de semana por causa do coronavírus. Os dois casos ocorrem após a retomada das gravações pela emissora. Além das duas, o ator Marco Ricca, que também faz parte do elenco da produção, encontra-se internado há uma semana numa UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital no Rio de Janeiro com covid-19. Mas, neste caso, o ator ainda não havia começado a gravas suas cenas. A Globo diz que roteiros foram adaptados e que, apesar das confirmações de contágio, as gravações seguirão com outros núcleos da novela, tomando todos os cuidados indicados para evitar o contágio. Após o diagnóstico de Marieta Severo, 58 pessoas que estavam trabalhando em “Um lugar ao Sol”, trama das 21h que sucederá “Amor de Mãe”, foram testadas para identificar se havia mais infecções e apenas uma foi deu positivo – um profissional que não teria acesso ao set. O marido de Andréia, Marco Gonçalves, integrante do programa “Lady Night”, também testou positivo para covid-19 após sua esposa ser diagnosticada.
Globo tira Zorra do ar sem direito a despedida
A rede Globo encerrou o humorístico “Zorra” sem direito a despedida. A última edição foi ao ar no sábado (6/12) e a produção foi interrompida nesta semana. O final do “Zorra” já estava previsto desde outubro, mas a data de exibição de seu último episódio não havia sido divulgada. Entre alguns dos atores, havia a expectativa de que a atração seguisse por mais duas semanas, porque o trabalho continuava. Há esquetes gravados que não chegaram a ser exibidos. A nova temporada contou com os reforços de Marisa Orth e Diogo Vilela, que ficaram no ar por apenas quatro meses. O programa era o mais simbólico da era de Marcius Melhem à frente do humor da Globo e o encerramento acontece após o mal-estar causado pela repercussão de uma reportagem da revista Piauí com relatos de assédio sexual e moral atribuídos ao ex-diretor da emissora. Mas “Zorra” não foi a única atração desenvolvida sob a supervisão de Melhem a ser cancelada. Todos os programas criados pelo ator e roteirista, como o “Fora de Hora”, a nova versão da “Escolinha do Professor Raimundo” e o quadro “Isso a Globo Não Mostra”, no “Fantástico”, foram cancelados pela Globo. Com o fim do “Zorra”, boa parte do elenco do programa será dispensado após o final deste ano. O “Altas Horas” assumirá o lugar da atração e passará a ir ao ar mais cedo a partir desta semana. Paralelamente, um novo humorístico vem sendo desenvolvido sob o comando de Antonio Prata. A estreia está prevista para maio.
OAB Mulher repudia postura de Marcius Melhem contra advogada de assediadas
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou uma nota de repúdio ao ex-diretor do núcleo de Humor da Globo, Marcius Melhem, após declarações direcionadas à advogada Mayra Cotta, que defende um grupo que se apresenta como vítimas de assédio sexual e moral do comediante, entre elas, Dani Calabresa. Por meio de sua Comissão Nacional da Mulher Advogada (CNMA), a entidade criticou o que considerou como “ataques” por parte de Melhem. “Estou processando a advogada, dra. Mayra Cotta. Desde ontem entrei com um processo contra ela para que prove o que ela diz sobre mim, sobre as condutas violentas que ela diz que eu tive”, anunciou o ator na noite de sexta-feira (4/12). “A pessoa que acusa não pode escolher a pena do acusado. A pessoa que me acusa de assédio sexual não pode escolher que a minha pena é a execração pública e pronto. Isso é o fim do estado democrático de direito, o descrédito completo da Justiça”, prosseguiu. Em nota, a OAB afirmou: “A atuação profissional de toda a advocacia sofre uma grave violação de suas prerrogativas quando a advogada de uma mulher que denuncia o crime de assédio sexual sofre constrangimento em razão de atos praticados no exercício de sua atividade profissional”. “Não se pode admitir que a advogada, representando vítimas de assédio sexual e no pleno exercício de sua profissão, venha a sofrer ameaças e constrangimento. O direito de defesa dos acusados não pode significar a supressão ou ameaça ao direito de defesa das vítimas”, conclui. O comunicado ainda inclui uma declaração de Felipe Santa Cruz, atual presidente da OAB Nacional: “É inadmissível que o acusado tente intimidar a advogada da outra parte. A advogada tem a prerrogativa de representar e falar pelas clientes.” A advogada Ana Carolina Piovesana, que assumiu a defesa de Marcius Melhem em eventuais processos, também se manifestou, respondendo ao comunicado da OAB com uma nota. “A decisão de Marcius Melhem de judicializar a denúncia feita pela imprensa (sem processo) contra ele é a demonstração clara do seu respeito às pessoas envolvidas e ao Estado Democrático de Direito. Judicializar o debate é exercer o direito de defesa, consagrado na Constituição Federal”.
Loading: Novo canal traz animes inéditos, games e cultura geek à TV brasileira
O canal Loading, voltado ao público geek, estreou na TV aberta na noite de segunda (7/12), com uma programação focada em cultura pop, games, e-sports e animes. A emissora entrou no lugar de uma marca histórica, a antiga MTV Brasil, tanto no lendário prédio no bairro do Sumaré, em São Paulo, quanto na numeração do canal, 32 UHF. Mas em vez de fãs de música, seu público alvo serão adeptos de jogos eletrônicos e desenhos japoneses. Para fãs de animes, o Loading será um paraíso televisivo. O canal fechou uma parceria com a plataforma Crunchyroll e exibirá 50 títulos em todas as faixas horárias, inclusive lançamentos exclusivos, como “The God of High School” e “Tower of God”, além de produções adultas. O Loading ainda fará, com exclusividade, a dublagem de alguns títulos em parceria com a Crunchyroll, como “91 Days” e “Given”. Segundo comunicado da Crunchyroll, isso promete ser apenas o começo de uma grande invasão. O novo canal fechou ainda outras duas parcerias de peso: Hasbro e Sony, de quem licenciou mais de cem títulos. Séries, filmes, animes e cartoons da TV norte-americana e japonesa estão no pacote, incluindo produções dos Power Rangers. Além de programas importados, o canal estreou com cinco atrações originais e um time de dez apresentadores. O principal destaque é um programa sobre cultura pop chamado “Multiverso”, que pretende fazer jornalismo cultural na TV, com apresentação de Fernanda Pineda, Fabio Gomes e Mariana Ayrez. Os demais programas são “Mais Geek”, com conteúdo de cultura oriental, “Game Shark”, “Desafio Gamer” e “MetaGaming”, que abordarão games e e-sports. O Loading também é multiplataforma. Pode ser visto na TV aberta, nos maiores provedores de TV paga e também com acesso por streaming ao vivo e por conteúdo on-demand, sem assinatura. O site oficial disponibiliza o acesso ao vivo, em https://loading.com.br/. Confira.
Advogada de Dani Calabresa diz que atitude de Marcius Melhem é lamentável
A advogada de Dani Calabresa e de outras cinco mulheres que acusam o ex-diretor do departamento de Humor da Globo, Marcius Melhem, de assédio sexual e moral, deu uma entrevista exclusiva ao jornalista Roberto Cabrini, exibida no domingo (6/12) no programa “Domingo Espetacular”, da Record. Na conversa, Mayra Cotta abordou o fato de Melhem ter dito que vai processá-la, após uma entrevista em que ela o acusou de ter cometido diversos abusos morais e sexuais nos bastidores da Globo. Melhem teria dado entrada na ação na quinta-feira passada (3/12). “Eu acho lamentável que uma advogada, representando vítimas de assédio sexual, seja também colocada na posição de vítima, diante de uma ameaça desse tipo. Acho perigoso que a função de advogada esteja sendo ameaçada desse jeito”, Cotta afirmou. Sobre a tentativa de desvalorizar as denúncias, ela alegou não ter ficado surpresa. “É uma tática antiga entre os assediadores, de tentar desacreditar, de reduzir a dor das vítimas. [Existem como provas] As palavras das vítimas, uma investigação interna e testemunhas. [Da Globo] Faltou reconhecimento da gravidade do caso delas”, disse. Em mensagem enviada a Roberto Cabrini por escrito, e exibida na reportagem de domingo (6/12), Melhem voltou a se defender e reforçar que está processando a advogada: “Em respeito a você e a seus telespectadores, preciso esclarecer que mais uma vez a advogada Mayra Cotta vai à imprensa ao invés de ir à Justiça para buscar a reparação às mulheres que ela representa. Venho a público reafirmar que são acusações mentirosas. Nunca tranquei ninguém, nunca chantageei ninguém, nunca forcei ninguém a nada. Por essa razão, estou processando a advogada Mayra Cotta.” Além de processar Mayra Cotta, Melhem afirmou no sábado (5/12) que também fará uma interpelação judicial a Dani Calabresa, pedindo que ela confirme ou desminta relatos de assédio que teria sofrido, revelados em reportagem da revista Piauí publicada na sexta (4/12). A advogada se posicionou sobre a interpelação, dizendo que isso também era “esperado”. “É lamentável que ele tente reduzir a violência do que aconteceu com ela.” Melhem chefiou a área de humor da Globo nos últimos anos, sendo responsável pela criação de programas como “Zorra”, “Tá no Ar” e “Fora de Hora”, além do quadro “Isso a Globo Não Mostra”, exibido no Fantástico. Mais recentemente, também foi responsável pela “Escolinha do Professor Raimundo”. Após seu afastamento da emissora, todos estes programas foram cancelados.
Dani Calabresa vai comandar seu próprio programa e pode até estrear em novelas
Em meio à repercussão da denúncia de assédio sexual que teria sofrido de Marcius Melhem, segundo reportagem da revista “Piauí”, a comediante Dani Calabresa está cheia de projetos no conglomerado Globo. O colunista Fefito apurou que ela tem encaminhada uma produção concreta e pelo menos mais duas possibilidades. Em março, ela estreia seu primeiro programa solo, que irá ao ar no canal pago GNT, pertencente ao grupo Globo. O programa vai se chamar “Dani-se” e foi criado pela própria atriz, em conjunto com uma equipe de roteiristas. Na atração, além de receber convidados famosos, Calabresa fará esquetes e algumas imitações, uma de suas especialidades. O diretor Calvito Leal já estaria escalado para o projeto. Além disso, a atriz ainda teria convite da Globo para estrear em novelas. Segundo Fefito, ela poderia entrar em “Olho Por Olho”, nova trama de João Emanuel Carneiro, autor de “Avenida Brasil”, para formar um triângulo amoroso com Miguel Falabella e Vera Fischer no núcleo cômico da história. As gravações estão previstas para começar no final de outubro. Para completar, ela deve ser uma das prováveis estrelas do novo projeto de humorístico que substituirá o “Zorra” nas noites de sábado, a partir de maio do ano que vem.
Marcius Melhem entra na justiça contra Dani Calabresa e advogada de vítimas de assédio
O ator e ex-diretor da Globo Marcius Melhem anunciou que entrou com uma ação na Justiça contra a advogada Mayra Cotta, que representa seis mulheres que o acusam de assédio sexual, para que ela prove as denúncias. Durante uma entrevista para o colunista Mauricio Stycer e a editora do Universa, Dolores Orosco, ele também informou que fará uma interpelação judicial a Dani Calabresa, pedindo que ela confirme ou desminta relatos de assédio que teria sofrido, revelados em reportagem da revista Piauí publicada na sexta (4/12). “Eu e ela [Calabresa] sabemos que aquilo não aconteceu”, diz, aludindo a um trecho mais forte da reportagem, em que ele teria tirado o pênis para fora e avançado sobre a atriz. “Eu tenho, assim como ela tem, toda a comunicação que tivemos em todos esses anos”, afirma. “Uma semana depois daquela festa, que eu teria feito aquilo, aquele absurdo, a Dani me convida para ir à Disney, eu e minhas filhas”. Na entrevista, publicada neste sábado (5/12), ele reconhece ter cometido vários erros ao se relacionar com mulheres com quem trabalhou na Globo. “Fui um homem tóxico, um marido péssimo, uma pessoa que cometeu excessos ao se relacionar com pessoas do seu próprio ambiente de trabalho”, admite. Entretanto, nega ter cometido violência sexual: “Embora confesse os meus excessos, eu jamais tive alguma relação que não fosse consensual e jamais pratiquei algum ato de violência com quem quer que seja na minha vida”. Por isso, decidiu combater as supostas mentiras ditas a seu respeito. E afirma dispor de provas, como as citadas trocas de mensagens. “Sou a pessoa mais interessada que tudo seja esclarecido”. As acusações contra Melhem vieram à tona em dezembro de 2019. A Globo fez duas investigações sobre o caso no início deste ano, que não resultaram em nenhuma condenação formal ao comediante. Mas Melhem se afastou em seguida. Ele tirou licença em abril, para acompanhar o tratamento médico de uma filha, e acabou deixando a Globo em agosto, após 17 anos. Em nota divulgada na ocasião, a emissora não mencionou a investigação por assédio. Ao contrário, o elogiou, dizendo que Melhem, que dirigiu o Departamento de Humor da emissora, deu “importante contribuição para a renovação do humor nas diversas plataformas da empresa”. A situação ganhou novo enfoque em outubro, após a jornalista Mônica Bergamo realizar uma entrevista na Folha de S. Paulo com a advogada Mayra Cotta, representante de 12 mulheres (seis vítimas de assédio sexual e seis testemunhas) que acusam Melhem. Na sexta, o repórter João Batista Jr., na Piauí, informou que conversou “com duas vítimas de assédio sexual, sete vítimas de assédio moral e três vítimas dos dois tipos de assédio, o sexual e o moral”. Em seguida, Mayra Cotta, advogada das vítimas, comentou a seriedade das denúncias. “A meu ver, como advogada, o que está descrito na matéria vai além do assédio sexual. É uma tentativa de estupro”, opinou. A reportagem da Piauí também atinge, além de Melhem, diferentes instâncias da Globo que lidaram com o caso, encerrando o assunto com um suposto acobertamento. Melhem chefiou a área de humor da Globo nos últimos anos, sendo responsável pela criação de programas como “Zorra”, “Tá no Ar” e “Fora de Hora”, além do quadro “Isso a Globo Não Mostra”, exibido no Fantástico. Mais recentemente, também foi responsável pela “Escolinha do Professor Raimundo”. Após seu afastamento, todos estes programas foram cancelados. Sobre acusações de assédio moral dentro da Globo, Melhem diz que seu erro foi não ter estabelecido distância dos seus subordinados, mas tratado a todos como se todos fossem amigos íntimos. “Hoje eu vejo o erro disso”, diz. “Mas nunca inibi, coagi, demiti, persegui. Isso não existe. Não existe um relato de ‘se você não fizer isso, eu não te dou aquilo’. Isso não existe”. Ele se vê como vítima de algum tipo de vingança. “Eu acredito que tenham pessoas que eu genuinamente feri, que genuinamente eu magoei. Que eu gostaria muito de saber quem são. E se isso aconteceu, realmente, que eu acredito que aconteceu, me desculpar, reparar e assumir responsabilidade”, afirma. “Mas existem neste grupo processos de vingança contra mim”.
Dani Calabresa desabafa no Instagram: “Assédio é crime!”
A atriz Dani Calabresa se manifestou em seu Instagram após a repercussão de uma reportagem da revista Piauí que detalhou o assédio que ela sofreu de Marcius Milhem, seu antigo chefe, enquanto trabalhava no humorístico “Zorra”. No texto, ela afirmou que precisou denunciar os assédios morais e sexuais para recuperar sua saúde mental. Também disse que nunca quis ser vista como vítima e, por isso, não usou a imprensa para acusar. “Nunca quis ser vista como uma mulher assediada. Mas pra recuperar minha saúde precisei me defender”, escreveu a humorista. Ela fez denúncias aos órgãos internos da Globo, que após investigações acabaram por definir o afastamento do ex-diretor do Departamento de Humor da emissora. Calabresa relatou ter sentido medo e vergonha, mas incentivou que outras vítimas tomem o caminho trilhado por ela para se defenderem. “Tomei as medidas cabíveis para conseguir ajuda. Tudo é muito difícil, dá medo, vergonha, mas temos que lutar por respeito e justiça. Não passarão. Assédio é crime!”, declarou. A artista também agradeceu as mensagens de apoio que tem recebido e ressaltou o papel da colega de cena Maria Clara Gueiros, que chegou a negar ter feito uma denúncia de assédio contra Melhem, mas sempre se manteve ao lado de Dani durante o processo de denúncias. “Preciso declarar aqui todo meu amor e gratidão a Maria Clara Gueiros, minha amiga do meio artístico que me apoiou desde o início! Que mulher maravilhosa! Amorosa! Justa! (E hilaria!)”, escreveu. Maria Clara Gueiros respondeu a citação com um comentário na publicação. “Meu amor, você foi brava, corajosa e persistente. É assim que a gente movimento o mundo. Juntas e do lado certo da História. Te admiro e te amo”, escreveu. O texto de Calabreza termina com um desabafo. “Toda minha solidariedade às mulheres que passam por isso e têm medo de denunciar. É impressionante a luta que uma mulher precisa travar pra provar que é vítima. Denunciem!” Além de Gueiros, o texto da atriz recebeu mais de 280 mil comentários, incluindo de celebridades como Ivete Sangalo, Livia Andrade, Tatá Werneck, Sabrina Sato, Luisa Sonza, Deborah Secco, Ingrid Guimarães, Alice Weggman, Sophia Abrahão, Monique Alfradique, Lore Improta, Valesca Popozuda, Monica Iozzi, Marina Ruy Barbosa, Mônica Martelli, Ana Paula Padrão, Fernanda Paes Leme, Eliana, Paolla Oliveira, Dani Suzuki, Gracyanne Barbosa, Heloisa Périssé, Manu Gavassi, Gaby Amarantos, Emmanuele Araujo, Jeniffer Nascimento, Mari Moon, Fafá de Belém, Maria Padilha, Viviane Araujo, Fiorella Mattheis, Titi Muller, Astrid Fontenelle, Marcelo Tas, Marcos Mion, Paulo Gustavo, Fábio Porchat, Evandro Mesquita, Leo Jaime, Lucio Mauro Filho, Marcelo Cerrado, Bruno Mazzeo, Marcus Majella, Duda Nagle, Carioca, Rainer Cadete, Reynaldo Giannechini e João Cortes, entre muitos e muitos outros. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniella Giusti🍕atriz/comédia (@calabresadani)











