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  • Série

    Série Watchmen será diferente da história em quadrinhos que já virou filme

    29 de abril de 2018 /

    A série baseada nos quadrinhos de “Watchmen”, atualmente em desenvolvimento para o canal pago HBO, não vai contar a mesma história publicada na minissérie clássica de 1986, que já foi transformada num filme pelo diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). Segundo o roteirista e produtor Damond Lindelof (criador de “The Leftovers”), a ideia é seguir o padrão da série “Fargo” e extrapolar a trama original. “Adaptação é a palavra mais adequada”, ele explicou, em entrevista ao site ComicBook, dando o exemplo da série do canal pago FX. “Você já assistiu ‘Fargo’? Não chamaria a versão de Noah Hawley de uma adaptação, porque o filme existe dentro dela. Então, eles encontram um saco de dinheiro na 1ª temporada e você pensa ‘Ah, isso veio do filme!’. Mas Noah também puxou outros cânones dos filmes dos irmãos Coen, evocando até ‘O Grande Lebowski’, para chegar numa criação original, e depois seguiu com sua própria história”. A intenção não é recriar a trama concebida por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons quadro a quadro, como Snyder fez no cinema, mas aproveitar sua essência e expandir a trama para uma nova história. “Esse é o próprio espírito do que [Moore] fez com ‘Watchmen’ logo no começo. Ele criou isso, é original, mas a base para esse mundo são personagens comprados pela DC de uma editora de quadrinhos chamada Charlton. Moore então criou em cima deles”, explicou, referindo-se aos heróis da história, que foram baseados em publicações antigas da Charlton. Lindelof também defende sua adaptação contra os conhecidos protestos de Alan Moore, que foi contrário à produção do filme, a ponto de pedir que seu nome não fosse incluído nos créditos. Para Lindelof, isso é hipocrisia, uma vez que o próprio Moore “contou histórias icônicas com personagens que ele não criou”. Ou seja, o roteirista-produtor se sente à vontade para usar os quadrinhos como ponto de partida para contar sua própria história, fazendo mudanças na trama consagrada. Vale lembrar que a série anterior de Lindelof para a HBO, “The Leftovers”, conseguiu bom resultado ao partir de um best-seller e expandir a trama com um enredo exclusivo da série. “Watchmen” será a primeira série baseada em quadrinhos da DC Comics produzida pela HBO, apesar da emissora fazer parte do conglomerado da Warner Bros, que também administra a editora. Anteriormente, o canal considerou e desistiu de projetos sobre “Sandman” e “Preacher”, que por conta disso virou uma série no canal pago AMC.

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  • Filme

    Roteirista do filme solo de Bumblebee vai escrever Batgirl

    9 de abril de 2018 /

    O filme da “Batgirl” voltou a dar sinais de vida após a desistência de Joss Whedon. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Warner contratou a roteirista Christina Hodson para criar a trama da adaptação dos quadrinhos da heroína de Gotham City. Hodson é a escritora do vindouro filme solo de “Bumblebee”, spin-off de “Transformers” com estreia prevista para dezembro, além de dois thrillers fraquíssimos, “Refém do Medo” (2016) e “Paixão Obsessiva” (2017). Com a desistência de Whedon, havia uma pressão para a Warner contratar mulheres para escrever e dirigir o filme. O diretor de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça” assumiu o projeto do primeiro filme solo de Barbara Gordon, a filha do Comissário Gordon, em março de 2017, com a missão de levar aos cinemas uma nova heroína empoderada. Rumores davam conta que havia até uma atriz cotada para o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Mas o sucesso de “Mulher-Maravilha” aumentou o nível de exigência do próprio cineasta. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter confirmaram que Whedon não soube que direção dar ao filme e optou por desistir, abrindo caminho para que mulheres assumissem a responsabilidade. Barbara Gordon é a versão mais famosa de Batgirl, originalmente introduzida em 1961 como a identidade secreta da tenista Betty Kane. Barbara entrou em cena apenas seis anos depois, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Yvonne Craig não só foi a primeira intérprete como também modelo físico para a heroína, que foi integrada aos quadrinhos simultaneamente à sua estreia na série. Apesar de ter até revista própria, a personagem só voltou a ganhar carne e osso 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). De forma significativa, a personagem também faz figuração no mundo virtual do recente “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg – que é uma produção da Warner.

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  • Filme

    Zack Snyder declara guerra ao divulgar fotos de cenas cortadas de Liga da Justiça

    13 de março de 2018 /

    Zack Snyder declarou uma guerra silenciosa contra a Warner, ao resolver divulgar diversas fotos de cenas cortadas de “Liga da Justiça”. Num apanhado recente, ele liberou nas redes sociais imagens em preto e branco de Barry Allen (Ezra Miller) de óculos, com uma camiseta que referencia “Watchmen”, um encontro entre Martha Kent (Diane Lane) e Lois Lane (Amy Adams), Aquaman (Jason Momoa) na bagageira de uma caminhonete e a atriz Kiersey Clemons como Iris West, que nem apareceu no filme. As imagens tem objetivo não declarado de alimentar o clamor do público pela versão de “Liga da Justiça” que ele dirigiu. O mesmo público que fazia petições para tirar Snyder do comando do filme, após o horrível “Batman vs. Superman”, agora peticiona uma “versão do diretor” de “Liga da Justiça”, movido pela curiosidade orquestrada pelo cineasta. Quando o afastamento de Zack Snyder de “Liga da Justiça” veio à tona, em maio do ano passado, a decisão foi atribuída a uma tragédia pessoal. O diretor teria decidido se afastar da produção após o suicídio de sua filha, aos 20 anos de idade. Mas após o fracasso do filme e tentativas pouco sutis de Snyder de alimentar o clamor pela tal “versão do diretor”, a Warner teria contra-atacado, vazando a sites geeks rumores de que o filme feito pelo cineasta era um desastre. Segundo esses boatos, a Warner teria aproveitado a tragédia pessoal para pressionar Snyder a se afastar da produção. Josh L. Dickey, ex-editor do site Mashable, revelou ter sido informado dos problemas de bastidores na época da substituição do diretor, mas não publicou a história por motivos que não compartilhou, até que, subitamente, em fevereiro, sentiu-se liberado para revelar que este foi o motivo da demissão de Snyder. Matt Goldberg, do Collider, completou o ataque ao afirmar também ter ouvido que a edição original de “Liga da Justiça”, feita por Snyder, foi considerada “inassistível” de tão ruim pelos executivos da Warner. Por conta disso, Snyder teria sido demitido e Joss Whedon contratado para tentar salvar a produção. Mas ele não conseguiu superar problemas básicos, como o vilão fraco e o bigode de Henry Cavill, que precisou ser retirado por computação gráfica. O tempo de filmagens adicionais foi maior que o costume, mas a necessidade financeira de aproveitar o material já filmado gerou um conflito de tons entre o trabalho dos dois diretores, que culminou no fracasso comercial de “Liga da Justiça”. A Warner não pretende lançar uma “versão do diretor” e a liberação sucessiva de fotos de Snyder não estaria agradando ao estúdio.

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  • Filme

    Roteiristas dos quadrinhos de Batgirl viram opção para escrever o filme da heroína

    25 de fevereiro de 2018 /

    Após Joss Whedon desistir de filmar “Batgirl”, citando problemas para encontrar a história, três roteiristas dos quadrinhos da heroína foram ao Twitter se candidatar a resolver o problema. “Ei, Hollywood, eu tenho histórias da Batgirl”, escreveu Hope Larson, linkando um artigo sobre a desistência do diretor. Por sua vez, Julie Benson deu uma tossidinha antes de também linkar a notícia e sugerir: “Eu e minha irmã estamos disponíveis”. Julie e Shawna Benson escrevem os quadrinhos de “Batgirl and the Birds of Prey” (o grupo de heroínas femininas Aves de Rapina) e já tem experiência como roteiristas em outra mídia. Elas assinaram oito episódios da série “The 100”, produzida justamente pela Warner. Por conta disso, foram citadas nominalmente como ótimas candidatas para escrever o filme pelo site The Hollywood Reporter – ao que Shawna replicou: “Uh… quê?” Por coincidência, enquanto Whedon estava à frente do projeto, rumores apontavam uma atriz cotada para assumir o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Como tudo que acontece nos bastidores da DC é sombrio – e não cristalino como, por exemplo, na Lucasfilm – , a saída de Whedon do projeto provou-se estratégica para a Warner. Afinal, o novo novo chefe da DC Entertainment, Walter Hamada, afirmou que buscará uma diretora para comandar o projeto, na esperança de repetir o mesmo sucesso que Patty Jenkins atingiu com “Mulher-Maravilha”. Por isso, também faria sentido que a história fosse escrita por uma mulher. Vale lembrar que Geoff Johns, executivo da DC Entertainment, começou sua carreira como roteirista de quadrinhos. Yo, Hollywood, I have Batgirl stories. https://t.co/bFaRk4LmxX — Hope Larson (@hopelarson) February 22, 2018 <cough> @shawnabenson & I are tech avail. 🙂 https://t.co/7mKXWPFI1O — Julie Benson (@TheJulieBenson) February 22, 2018 Uh… what?!?! https://t.co/5lsP1Bw3Vt — Shawna Benson (@shawnabenson) February 23, 2018

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  • Filme

    Joss Whedon desiste de filmar Batgirl: “Falhei”

    22 de fevereiro de 2018 /

    O diretor e roteirista Joss Whedon (“Os Vingadores”) não vai mais fazer o filme solo da Batgirl. Em um comunicado à imprensa norte-americana, ele informou que “levou meses para perceber que não tinha realmente uma história” e, por isso, decidiu se afastar do projeto. Dirigindo-se ao presidente da DC Entertainment, Geoff Johns, e ao chefão da Warner, Toby Emmerich, Whedon agradeceu o apoio e admitiu ter falhado ao tentar tirar o projeto do papel. “Sou grato a todos que me deram as boas-vindas quando cheguei e foram tão compreensivos quando… tem uma palavra mais sexy para ‘falhei’?”. Whedon assumiu o projeto do primeiro filme solo de Barbara Gordon, a filha do Comissário Gordon, em março de 2017, com a missão de levar aos cinemas uma nova heroína empoderada. Rumores davam conta que havia até uma atriz cotada para o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Mas o sucesso de “Mulher-Maravilha” aumentou o nível de exigência do próprio cineasta. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter confirmaram que Whedon não soube que direção dar ao filme da heroína de Gotham City. Para complicar, ele acabou atendendo ao apelo da Warner para assumir o filme da “Liga da Justiça”, após o afastamento do diretor Zack Snyder. O problema é que suas intervenções, em filmagens adicionais, acabaram criando conflitos de tom. E, como se não bastasse, Henry Cavill apareceu com o bigode de seu personagem de “Missão Impossível: Efeito Fallout”, que precisou ser removido digitalmente, dando origem a um desastre digital. A obrigação de reaproveitar o material de outro diretor e a falta de controle da situação acabou se provando muito estressante, resultando em indiretas de Whedon sobre os equívocos da trama no Twitter. O filme também teria um “easter egg” do diretor sobre os problemas que ele enfrentou. Ao final, ele recebeu seu cachê e foi creditado como roteirista de “Liga da Justiça”, mas a relação com a Warner passou por uma tensão desnecessária, custando-lhe também credibilidade como autor geek – até quem odiava os filmes de Snyder assinou petição querendo ver a versão do diretor afastado. Tudo isso pode ter pesado nos bastidores da separação entre o diretor e a DC Comics.

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    Rumores de que Zack Snyder foi demitido de Liga da Justiça ganham força

    13 de fevereiro de 2018 /

    Quando o afastamento de Zack Snyder de “Liga da Justiça” veio à tona, em maio do ano passado, a decisão foi atribuída a uma tragédia pessoal. O diretor teria decidido se afastar da produção após o suicídio de sua filha, aos 20 anos de idade. A morte de Autumn foi mantida em sigilo por dois meses e o diretor e sua esposa chegaram a suspender a produção no filme por duas semanas, para lidar com a tragédia. A mulher do cineasta, Deborah Snyder, é produtora do longa-metragem. Entretanto, nos últimos dias, diversas publicações ouvirem fontes contarem uma história diferente. A Warner teria aproveitado a tragédia para colocar Joss Whedon no filme e pressionar Snyder a se afastar. Josh L. Dickey, ex-editor do site Mashable, revelou ter sido informado dos problemas de bastidores na época, mas não publicou a história por questões que não compartilhou. E Matt Goldberg, do Collider, compartilhou comentários de que a edição de “Liga da Justiça” que Snyder apresentou para os executivos da Warner foi considerada “inassistível” de tão ruim. Por conta disso, Snyder teria sido demitido e Joss Whedon contratado para tentar salvar a produção. O tempo de filmagens adicionais foi maior que o costume, mas a necessidade financeira de aproveitar o material já filmado gerou um conflito de tons entre o trabalho dos dois diretores, que ajudou na percepção de que “Liga da Justiça” representava um fracasso. Os rumores já existiam no ano passado sem que Snyder tivesse se manifestado a respeito deles. Agora que ressurgem com mais força, aguarda-se uma versão do diretor para essa história.

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    Liga da Justiça: Ator revela que Warner mudou cena com tom cômico de Joss Whedon

    26 de novembro de 2017 /

    O ator Holt McCallany (série “Mindhunter”), que aparece rapidamente no começo de “Liga da Justiça” em uma luta contra Batman (Ben Affleck), contou que o estúdio modificou bastante a cena, que originalmente tinha tom de comédia. “Eu amo Joss Whedon. Minha cena com Batman foi originalmente concebida como uma cena cômica. Foi assim que Joss escreveu, e foi assim que filmamos”, ele contou, em entrevista ao site ComicBook. “Eu achei que tinha ficado ótimo, mas o estúdio considerou que seria um erro abrir o filme com uma cena completamente cômica, então ela foi um pouco reeditada. Fiquei desapontado”, completou. Joss Whedon assumiu “Liga da Justiça” após a saída de Zack Snyder, devido a uma tragédia familiar, mas aparentemente o estúdio não lhe deu o controle total sobre o filme, como se descobre agora pela interferência nessa cena, logo nae abertura do filme. Ainda que a cena não tenha saído como filmado, McCallany diz ter considerado uma experiência positiva. “Foi divertido lutar contra Batman, mesmo que eu tenha perdido”, concluiu. Whedon não está participando das entrevistas de divulgação, nem sequer faz comentários nas redes sociais ou compartilha fotos do set, como Snyder tem feito. Mas mesmo em silêncio total já deu pistas sobre o que acha da produção que foi convocado a “consertar”, ao curtir uma série de tuítes que criticaram o vilão Lobo da Estepe. Fãs ainda acreditam ter encontrado um “easter egg” no filme em que ele critica a qualidade do longa-metragem. “Liga da Justiça” estreou na semana passada, batendo recorde de bilheteria no Brasil, mas preocupando a Warner por ter o pior desempenho de todos os filmes do universo compartilhado da DC Comics na América do Norte.

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  • Filme

    Joe Manganiello divulga primeira foto oficial como o vilão Exterminador

    25 de novembro de 2017 /

    O ator Joe Manganiello (“Magic Mike”) divulgou a primeira foto oficial em que aparece caracterizado como o vilão Exterminador (Deathstroke), também conhecido pela identidade civil de Slade Wilson. Com os cabelos descoloridos, o ator aparece bem diferente de seus papéis anteriores, mas próximo do visual do personagem nos quadrinhos da DC Comics. O Exterminador aparece brevemente ao final de “Liga da Justiça”, preparando a trama da continuação. Mas a história também pode ser explorada num filme solo do vilão, que a Warner está desenvolvendo com o diretor Gareth Evans, responsável pelo cultuadíssimo filme de ação indonésio “Operação Invasão” (The Raid). A participação foi originalmente revelada por Ben Affleck, intérprete de Batman, num vídeo compartilhado em seu Twitter em agosto do ano passado. A imagem foi gravada de um monitor do set e originou o rumor de que o Exterminador seria o vilão do filme solo do Batman. Na época, ainda não se sabia quem era o intérprete do personagem, nem em qual filme ele apareceria. Após ser confirmado no papel, o próprio Manganiello desconversou em entrevistas sobre a participação, até o público vê-lo no cinema. “Liga da Justiça” estreou na semana passada, batendo recorde de bilheteria no Brasil, mas preocupando a Warner por ter o pior desempenho de todos os filmes do universo compartilhado da DC Comics na América do Norte.

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    Liga da Justiça teria mensagem secreta de Joss Whedon sobre qualidade do filme

    24 de novembro de 2017 /

    Enquanto alguns fãs tentam convencer a Warner a lançar uma “versão do diretor” de “Liga da Justiça”, que apresente a visão integral de Zack Snyder, seu substituto na conclusão do filme, Joss Whedon, tem sido mantido distante da imprensa. Whedon não participou das entrevistas de divulgação, nem fez comentários nas redes sociais ou compartilhou fotos do set, como Snyder tem feito. Mas mesmo em silêncio total já deu pistas sobre o que acha da produção que foi convocado a “consertar”, ao curtir uma série de tuítes que criticaram o vilão Lobo da Estepe. Agora, os fãs repararam num sinal desconsertante no filme, uma espécie de “easter egg” escondido por Whedon, que explicitaria sua opinião e o motivo porque ele não tem falado sobre o lançamento. Durante os créditos de abertura de “Liga da Justiça”, logo após o nome de Whedon aparecer como roteirista, o público é apresentado a um sem-teto, que mostra um cartaz em que se lê: “Eu tentei”. Muitos acreditam que isso é uma mensagem codificada de Whedon, sugerindo que ele tentou (e falhou em) salvar o filme. Também é possível que seja mera coincidência. Mas não dá para negar que esse tipo de comentário sutil combina com o perfil do diretor. “Liga da Justiça” está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, após bater o recorde de arrecadação como a maior estreia do país em todos os tempos.

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    Zack Snyder “curte” campanha por versão do diretor de Liga da Justiça

    24 de novembro de 2017 /

    A campanha que pede para a Warner lançar uma “versão do diretor” de “Liga da Justiça” ganhou um reforço inesperado. Um post pedindo mais assinaturas no abaixo-assinado acabou recebendo uma curtida de ninguém menos que o próprio diretor original do filme. Zack Snyder, que se afastou da produção devido uma tragédia familiar no início do ano, curtiu uma postagem de apoio à iniciativa com um link para a petição na rede social Vero. Veja abaixo. O texto do abaixo-assinado justifica o pedido de uma “versão do diretor” ao afirmar que a edição que está sendo exibida nos cinemas favorece a visão de Joss Whedon, convocado para terminar o filme, ao deixar de lado diversas decisões que Snyder tinha tomado quando era diretor. “Para consternação de muitos, o filme lançado pela Warner Bros. não é a que os fãs estavam esperando”, descreve o texto da petição. A campanha, no site Change.org, quer que “a Warner Bros. restaure as cenas removidas e a visão original que Zach tinha antes de sua saída”. Alguns fãs dos quadrinhos dos super-heróis ficaram decepcionados pelo fato de muitas cenas vistas nos trailers não aparecerem na edição exibida nas telas. Além da versão do diretor, a petição ainda pede para que seja restaurada a trilha sonora original de Tom Holkenborg (Junkie XL), que também foi substituído durante a produção – por composições de Danny Elfman (“Batman”). A esperança de quem assina é que a Warner se sensibilize e veja o potencial comercial de um Blu-ray com a versão do diretor. Mas nunca é demais considerar a ironia: após “Batman vs. Superman”, os fãs faziam petições para tirar Zack Snyder de “Liga da Justiça”. Fellow DC and Zack Snyder Fan @fionadcpositive on Vero, is helping with the petition and Zack Snyder himself liked the petition to get his director's cut! Keep sharing the petition wherever you can! #ZackSnyder #TomHolkenborg #JunkieXL #WarnerBros #BluRays #ManofSteel #BatmanvSupermanDawnofJustice #SuicideSquad #WonderWoman #JusticeLeague #Scores #Movies #MovieReview #DC #DCEU #BenAffleck #HenryCavill #GalGadot #JasonMomoa #EzraMiller #RayFisher #Petition #DirectorsCut #Score Uma publicação compartilhada por Roberto Mata Gutiérrez (@robertomata.dceu) em Nov 21, 2017 às 4:39 PST

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  • Filme

    Mais de 110 mil fãs assinam petição por versão da Liga da Justiça de Zack Snyder

    24 de novembro de 2017 /

    Uma petição online já reuniu mais de 110 mil assinatura para convencer a Warner a lançar uma versão de “Liga da Justiça” baseada apenas na visão do diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). A ação vem de um fã que não gostou da versão definitiva exibida nos cinemas, com intervenção de Joss Whedon (“Os Vingadores”) – que substituiu o diretor após uma tragédia familiar. “Para consternação de muitos, o filme lançado pela Warner Bros. não é a que os fãs estavam esperando”, descreve a petição. A campanha, no site Change.org, quer que “a Warner Bros. restaure as cenas removidas e a visão original que Zach tinha antes de sua saída”. Ele acrescenta: “Nós sentimos que isso é uma simples questão de integridade”. Alguns fãs dos quadrinhos dos super-heróis ficaram decepcionados pelo fato de muitas cenas vistas nos trailers divulgados não aparecerem na versão exibida nas telas. Além da versão do diretor, a petição pede para que seja restaurada a trilha sonora original de Tom Holkenborg (Junkie XL), que também foi substituído durante a produção – por Danny Elfman (“Batman”). A esperança de quem assina é que a Warner se sensibilize e veja o potencial comercial de um Blu-ray com a versão do diretor. Mas nunca é demais considerar a ironia: após “Batman vs. Superman”, os fãs faziam petições para tirar Zack Snyder de “Liga da Justiça”.

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  • Filme

    Liga da Justiça se esforça, mas é batalha perdida na luta contra a Marvel

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” é um monstro fabricado pela indústria cultural com duas cabeças. Seu corpo quer ir na direção conduzida por Zack Snyder, o principal diretor dos filmes da DC, mas sua boca fala com a voz de Joss Whedon, artífice do estilo cinematográfico da Marvel. O resultado junta o pior de um com o pior do outro. E tem tudo para desagradar aos fãs de ambos. Produzido em meio à pressão das críticas negativas de “Batman vs Superman” (2016) e o sucesso de “Mulher-Maravilha” (2017), o lançamento que deveria ser o ponto alto da DC no cinema se tornou um fiasco. E aconteceu por vontade da própria Warner. Embora planejado com grande antecedência por Zack Snyder, desde o lançamento de “O Homem de Aço” (2013), “Liga da Justiça” perdeu o diretor na reta final. Ele abriu mão do controle da obra devido à morte de sua filha, no começo de 2017, o que permitiu a Warner fazer o que secretamente sempre quis desde o sucesso de “Os Vingadores”: convocar o diretor daquele filme para transformar “Liga da Justiça” num filme da Marvel. Só que, ao contrário de “Os Vingadores”, Whedon não criou um filme do nada, ainda que seu ego tenha forçado a Warner a abrir a carteira para bancar muitas refilmagens de cenas importantes. Há claramente mais humor em cena, marca de Whedon, que contrasta com as tramas de paisagens sombrias, cores esmaecidas e carga solene que caracterizam metade do filme – e todos os lançamentos de super-heróis da Warner até então. As trevas são fruto da passagem de Christopher Nolan por três filmes bem-sucedidos de Batman. Nolan também produziu “O Homem de Aço” e apadrinhou Snyder, que desde “Watchmen” (2009) vem sepultando sob cinzas o mundo impresso a quatro cores dos quadrinhos. Não há dúvidas de que sua estética definiu o universo DC, especialmente após o fracasso de “Lanterna Verde” (2011) – que chegou a inspirar rumores de um memorando proibindo piadas nos filmes de super-heróis da companhia. Toda essa seriedade entrou em cheque diante do sucesso da Marvel com obras cada vez mais cômicas. A estratégia mostrou-se insustentável após “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” serem destruídos pelos críticos e renderem bem menos que as produções rivais. A repercussão do mais leve e divertido “Mulher-Maravilha” confirmou a necessidade de mudança de paradigma. Mesmo assim, “Liga da Justiça” tinha começado sua produção antes da estreia da heroína, de modo que foi necessária uma intervenção, tragicamente, para mudar a condução do filme em sua reta final. Mas o contraste entre as visões díspares de Snyder e Whedon gera atritos, e principalmente exageros de um lado e do outro. Assim, o humor da “Liga da Justiça” traz cenas constrangedoras, como uma queda de Mulher-Maravilha sobre o Flash, que é uma piada machista pouco condizente com a personagem. Mesmo assim, há paralelos entre “Liga da Justiça” e “Os Vingadores”, especialmente em relação à estrutura do roteiro, em que um grupo de heróis precisa se unir para impedir a invasão de um exército alienígena. Mas se “Os Vingadores” tinha Loki, “Liga da Justiça” apresenta Lobo da Estepe, um vilão genérico escalado pelo roteiro original de Chris Terrio, que nem a computação gráfica do século 21 diferencia da criatura encarnada por Tim Curry na fábula juvenil “A Lenda”, de 32 anos atrás. Eis o ponto mais negativo da produção: apesar do orçamento estimado em US$ 300 milhões, grande parte dos efeitos visuais parecem amadores. Algumas situações foram forçadas por Snyder, como a decisão de criar o uniforme do Ciborgue por computação gráfica – já tinha dado “tão certo” em “Lanterna Verde”, que o ator Ryan Reynolds fez piada disso em “Deadpool”… Mas para ficar ainda pior, as refilmagens ainda tiveram que apagar digitalmente umo bigode do intérprete de Superman. Como Henry Cavill estava filmando “Missão Impossível 6”, reapareceu com um bigode quando foi reconvocado por Whedon. Impedido contratualmente de cortá-lo enquanto não terminasse “MI6”, Cavill precisou ter os pelos faciais cobertos por efeitos visuais, que se transformaram num novo problema – e meme. Os retoques deformaram a boca do ator. E isso não foi escondido por Whedon, que lhe deu inúmeros closes. O fato da boca digital ser vista de forma tão proeminente também serve para quantificar o tamanho das refilmagens comandadas pelo segundo diretor. Aparentemente, Superman não deveria aparecer muito no filme que Snyder estava fazendo. O que ajuda a explicar o marketing autista da Warner, que tratou a participação do personagem como spoiler. Mesmo diante das inúmeras entrevistas de Cavill sobre o papel, o herói não apareceu em nenhum trailer oficial. Em compensação, Gal Gadot voltou a demonstrar porque deu tão certo em “Mulher-Maravilha”. A atriz israelense, que luta para falar inglês durante suas entrevistas, não tem a menor dificuldade em incorporar a heroína. Seu carisma é impressionante e consegue personificar o que o inconsciente coletivo imagina sobre a personagem. Jason Momoa também apela para o carisma para dar vida a Aquaman, enquanto o Flash de Ezra Miller se destaca por ser o alívio cômico da equipe. A mudança de tom nas cenas do velocista é tão brusca que até o Batman de Ben Affleck rende piadas. Curiosamente, o que mais destoa desse conjunto é Ciborgue, interpretado pelo ator de teatro Ray Fisher. Seja por conta de seu traje criado por computador, seja por culpa do roteiro ou da edição à fórceps de Whedon, o personagem parece estar em cena apenas por cota racial. Não tem praticamente nenhuma cena importante. Como em “Batman vs. Superman”, “Liga da Justiça” também é repleto de coadjuvantes de luxo sub-aproveitados. Amy Adams, Jeremy Irons, Diane Lane, Connie Nielsen e J.K. Simmons também não fazem quase nada na produção, além de cumprir obrigação contratual. Não por acaso, o longa parece mesmo produto feito por obrigação, mais que uma oferta de diversão. Seus bastidores tumultuados – provavelmente ainda mais tumultuados do que se sabe – refletem como a Warner se vê acuada diante do sucesso da Marvel. Tendo um catálogo de super-heróis mais populares que os da rival, deveria poder realizar filmes tão ou mais bem-sucedidos. Mas é confrontada pelo fato de até um herói B como Thor se sair melhor que sua coleção de heróis classe A. Entre Snyder e Whedon há um abismo de possibilidades. Lógico que o esforço de juntar suas visões conflitantes jamais daria liga. Salvam-se algumas boas sequências (provavelmente de Snyder!) numa produção que, bem antes da estreia, já se configurava como um esforço de contabilidade – para fechar as contas fora do vermelho. O fato de haver uma cena pós-créditos – algo comum nas produções da Marvel, mas raro nos lançamentos da DC – reitera que o estúdio insistirá para tentar acertar seus super-heróis, quem sabe desde o começo da próxima vez. Afinal, não é possível errar tanto, tantas vezes, com o segmento que mais dá certo em Hollywood.

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  • Filme

    Joss Whedon curte comentários negativos sobre vilão de Liga da Justiça no Twitter

    17 de novembro de 2017 /

    O diretor Joss Whedon, que refez parcialmente as filmagens da “Liga da Justiça”, concorda com as críticas negativas disparadas contra o vilão do filme. Ele “curtiu” vários tuítes que criticavam Lobo da Estepe (Ciaran Hinds), entre eles o da jornalista Joanna Robinson, da revista Vanity Fair, que comparou o novo vilão cinematográfico da DC com Malekith, vivido por Christopher Eccleston em “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). “Lobo da Estepe, de ‘Liga da Justiça’, é o pior vilão de filme de quadrinhos de todos os tempos e nem mesmo Malekith, o maldito, chega perto”, ela escreveu. O cineasta curtiu o comentário. Ele também aprovou outro post, em que ela lista os melhores vilões das adaptações de quadrinhos, incluindo o Coringa de Heath Ledger, o Loki de Tom Hiddleston, o Zod de Terence Stamp e o Magneto de Ian McKellen. Mas não ficou nisso. Um usuário do Twitter postou que Lobo da Estepe lembrava Tim Curry na fantasia juvenil “A Lenda”, de 1985. Robinson concordou e Whedon curtiu. Joss Whedon compartilha os créditos do roteiro de “Liga da Justiça” com Chris Terrio (“Batman vs. Superman”), além de ter refeito diversas cenas dirigidas por Zack Snyder. Mas o vilão já existia quando ele entrou no filme em maio. A crítica americana considerou Lobo da Estepe o ponto mais frágil da produção, que também teve efeitos visuais considerados fracos para o gênero. Os “likes” de Whedon são exemplos de críticas sutis, mas não deixam de lembrar a reação de Josh Trank na véspera da estreia de “Quarteto Fantástico”. Diante das avaliações negativas, o diretor criticou explicitamente a Fox por mudar todo o seu filme, mas apagou tudo logo em seguida, após uma provável dura do estúdio. Trank não falou mais nada à respeito da adulteração de seu longa-metragem, perdeu produções que desenvolvia e está desde 2015 sem dirigir nenhum filme.

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