Deadpool 2: Diretor abandona sequência após se desentender com Ryan Reynolds
“Deadpool 2” perdeu seu diretor. Segundo o site Deadline, Tim Miller pediu para sair depois de se desentender com Ryan Reynolds, intérprete do personagem-título e produtor da franquia. O mesmo Reynolds, por sinal, foi quem convenceu a 20th Century Fox a dar ao iniciante Tim Miller a oportunidade de dirigir o primeiro filme, com total liberdade para ousar. Miller ainda não havia formalmente assinado contrato para dirigir a sequência da adaptação dos quadrinhos, mas estava tocando o projeto junto à Fox, trabalhando com os roteiristas e planejava comandar o filme. Fontes ouvidas pelo site afirmam que, apesar da saída do diretor acontecer por diferenças criativas, Miller continua em alta com o estúdio, após o sucesso de “Deadpool”, e irá trabalhar em outro projeto para a Fox. “Deadpool” estreou em fevereiro deste ano e transformou seu orçamento “modesto” de US$ 58 milhões num blockbuster de US$ 782 milhões. Um sucesso mundial. A sequência terá Reynolds novamente como protagonista e deve estrear em 2018. Recentemente, veio à tona que a produção teria começado a fazer a testes para definir a intérprete da mutante Dominó na trama. Teria isto relação com a saída de Miller?
Dez atrizes são candidatas a viver a mutante Dominó na continuação de Deadpool
Começaram os rumores sobre a produção da sequência de “Deadpool”. Segundo fontes do site Deadline, a produção já tem candidatas para interpretar a protagonista feminina do novo filme. Uma dezena de atrizes aparecem listadas para o papel de Dominó, uma mutante de pele branca capaz de manipular as leis das probabilidades para fazer a sorte atuar a seu favor. São elas as americanas Lizzy Caplan (“A Entrevista”), Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Kelly Rohrbach (do vindouro “Baywatch”), a canadense Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a irlandesa Eve Hewson (“The Knick”), a australiana Ruby Rose (série “Orange is the New Black”), a argelina Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), a mexicana Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”) e a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”). O site anuncia que outros nomes ainda podem entrar na disputa, mas o diretor Tim Miller já começou a conduzir os testes com as listadas – ainda sem uma favorita. A personagem foi criada por Fabian Nicieza e Rob Liefeld. Resultado de uma experiência secreta do governo, o nome real de Dominó é Neena Thurman. Graças a seus poderes e habilidades físicas, ela acaba integrando um esquadrão de mercenários liderado por Cable e participa da primeira fase da X-Force, grupo de mutantes responsável por realizar missões mais sensíveis que, digamos, impedir o fim do mundo como fazem os X-Men. Com o retorno de Ryan Reynolds já confirmado, “Deadpool 2” ainda não tem uma data de estreia oficial, mas a previsão é que chegue aos cinemas em 2018. O novo filme também terá o retorno da equipe criativa original, formada pelo diretor Tim Miller e os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick.
Logan: Veja um retrato de Hugh Jackman tirado pelo diretor do novo filme de Wolverine
O diretor James Mangold revelou em seu Twitter mais um retrato em preto e branco de “Logan”, terceiro longa-metragem solo de Wolverine. Desta vez, a foto é do próprio personagem-título, vivido por Hugh Jackman. O filme mostra o herói no futuro, envelhecido e em fuga com o Professor Xavier (Patrick Stewart) e uma jovem mutante, que é “muito parecida” com o próprio Logan. Interpretada pela jovem Dafne Keen (série “The Refugees”), boatos indicam que ela seja X-23, o clone feminino do Wolverine. Quem os persegue é o vilão Donald Pierce, interpretado por Boyd Holbrook (série “Narcos”), e seu grupo de mercenários ciborgues, denominados Carniceiros (Reavers). O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. E o primeiro trailer pode ser assistido aqui.
Logan: Primeiro trailer do novo filme de Wolverine é belo e sombrio
A Fox divulgou o trailer legendado de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. A prévia é bela e sombria, evocando o clima de um western moderno, em que Wolverine (Hugh Jackman), já envelhecido, vive um fora-da-lei perseguido por pistoleiros implacáveis. A perseguição também inspira cenas de road movie, com imagens alaranjadas por areia de estradas desertas. Tudo ao som de Johnny Cash. A premissa ganha contornos mais nítidos no diálogo com o Professor Xavier (Patrick Stewart) que alinhava as cenas, situando a ação num futuro em que os mutantes foram exterminados e definindo a missão do herói: proteger uma jovem mutante, que é “muito parecida” com o próprio Wolverine. Interpretada pela jovem Dafne Keen (série “The Refugees”), boatos indicam que ela seja X-23, o clone feminino do herói. Há trechos, ainda, que aludem a um final triste para o Professor. Quem os persegue é o vilão Donald Pierce, interpretado por Boyd Holbrook (série “Narcos”), e seu grupo de mercenários ciborgues, denominados Carniceiros (Reavers). Ou seja, uma trama simples e direta, quase antítese da ambição desproporcional de “X-Men Origens: Wolverine” (2009), primeiro e pior filme do personagem. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Logan: Nova foto confirma os Carniceiros como vilões do terceiro filme de Wolverine
Após uma coleção de imagens aleatórias, a conta do Instagram wponx voltou a fazer uma revelação importante sobre “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. Uma nova foto em preto e branco de um homem armado recebeu a legenda “Reaver”, confirmando que os Carniceiros (Reavers) serão mesmo os vilões da trama. Os personagens são comandados nos quadrinhos por Donald Pierce, personagem que o Instagram revelou anteriormente como sendo interpretado por Boyd Holbrook (série “Narcos”) no longa do super-herói. Criados pelo autor de quadrinhos Chris Claremont, os Carniceiros são um grupo de mercenários psicopatas transformados por Pierce em ciborgues para destruir os mutantes. A participação de Donald Pierce veio à tona em maio, em apuração do site Nerdist. Entretanto, a publicação disse que o possível intérprete do personagem seria Richard E. Grant, escalado em março como um “cientista maluco”. O personagem de Grant ainda não foi confirmado, mas um deslize do cineasta Bryan Singer indicou a participação do Sr. Sinistro na trama. O roteiro de “Logan” é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Logan: Fotos revelam personagem de Stephen Merchant no terceiro filme de Wolverine
Enquanto a conta wponx do Instagram continua firme em sua divulgação de imagens irrelevantes, o diretor James Mangold revelou em seu Twitter uma foto do ator Stephen Merchant caracterizado para seu papel em “Logan”, terceiro longa-metragem solo de Wolverine. O próprio Merchant seguiu a deixa, ao colocar outra imagem em que aparece caracterizado em seu Instagram. As duas fotos podem ser vistas acima. Embora nenhum dos dois tenha nomeado o personagem, não é difícil perceber que se trata de Caliban, mutante visto brevemente em “X-Men: Apocalipse”. Ele é um dos morlocks, mutantes que se escondem nos esgotos, e na versão dos quadrinhos se tornou um dos cavaleiros de Apocalipse. A mudança na trama cinematográfica acabou preservando o personagem para “Logan”. A presença de Caliban na trama tem rendido rumores desde o começo da produção, inclusive na descrição de um roteiro que teria vazado no começo das filmagens. Anteriormente, a conta wponx tinha revelado o personagem do ator Boyd Holbrook (série “Narcos”) como Donald Pierce, o vilão do filme. Outros papéis conhecidos na produção são, obviamente, os de Hugh Jackman como Logan/Wolverine e Patrick Stewart como Charles Xavier/Professor X. Além deles, paparazzi também flagraram a menina Dafne Keen (série “The Refugees”) como “uma criança mutante”, que seria X-23, o clone feminino de Wolverine. O roteiro de “Logan” é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Logan: Terceiro filme de Wolverine ganha novas fotos enigmáticas
A divulgação fragmentada de “Logan”, terceiro longa-metragem solo de Wolverine, continua firme na conta wponx (uma referência ao programa militar secreto “Arma X”) do Instagram. Seis novas imagens de road movie, aparentemente irrelevantes, somaram-se à coleção de fotos em preto e branco da produção, que continuam pingando, feito cota-gotas, sem maiores informações. Além da revelação do personagem do ator Boyd Holbrook (série “Narcos”), como Donald Pierce, o vilão do filme, feita anteriormente, as imagens não trouxeram nada mais que possa ser considerado importante. E a nova leva é igualmente frustrante, como a campanha de 6ª temporada de “American Horror Story”. Uma das imagens tem uma mensagem rabiscada num banheiro que questiona “Onde estão todos os mutantes”, o que deve inspirar muitas teorias na internet. O roteiro de “Logan” é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
O Lar das Crianças Peculiares resgata a sombra do diretor que já foi Tim Burton
Adaptado dos livros de Ransom Riggs, “O Lar das Crianças Peculiares” tem o perfil de um filme típico de Tim Burton, cuja filmografia é repleta de alegorias contra a descrença. Infelizmente, Burton já não é o mesmo diretor que fez seus grandes clássicos há duas décadas. “O Lar das Crianças Peculiares” pode divertir, encantar, assustar aqui e ali, além de impressionar pela estética (o mínimo que se espera de Tim Burton) e apresentar uma bela trilha sonora. Está tudo lá. Mas, por um segundo, imagine se o diretor tivesse total liberdade criativa (ou a palavra seria “vontade”?) para ser Tim Burton. Falta, sim, aquela pitada de ousadia que caracterizava suas melhores obras, de “Os Fantasmas se Divertem” (1988) a “Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999). Fica a impressão de que, há tempos, estúdio nenhum entrega dinheiro de bandeja para Burton fazer o filme que ele quiser e do jeito que bem entender. Das duas, uma: 1) Ele perdeu a essência que chamou a atenção do mundo no final dos anos 1980, até o fim dos 1990, e assumiu que hoje é uma caricatura de si próprio, ou 2) Ainda que trabalhando sob rédea curta, acomodou-se e prefere seguir usando o apelo de seu nome para faturar com salários caros em contratos com grandes estúdios. Não dá para esconder que este é um produto importante para um grande estúdio como a Fox, que deve enxergar nos livros de Riggs “uma mistura de Harry Potter e X-Men”. Ou seja, uma oportunidade para gerar mais uma franquia lucrativa. Para Tim Burton, trata-se de um conto capaz de despertar as inspirações de outrora para conduzir um filme com sua assinatura tão conhecida e apreciada. Afinal, mesmo dentro do “esquema”, a obra de Riggs permitiu que o cineasta voltasse a extrair beleza da escuridão, sem perder o equilíbrio entre o lirismo e o macabro, entre os prós e contras de estar vivo ou morto de acordo com a sua excêntrica visão. As intenções do estúdio e do diretor se cruzam, mas não parecem se encontrar, o que interfere diretamente no resultado final. Talvez seja o melhor filme de Tim Burton nesta década, muito em função do material de origem. Não se engane, porque a grande cabeça do projeto é a de Ransom Riggs, que armou um tabuleiro sobre o poder da imaginação ser hereditário, mesmo que pule uma geração, passando de avô para neto. Isso leva a uma aventura em um passado mágico, onde existe um orfanato de crianças que carregam mais fardos que poderes. Tudo obra de Riggs, enquanto Burton se contentou apenas em reproduzir na tela algumas das cenas mais bonitas do livro, como a menina cheia de ar nos pulmões isolando a água de um dos cômodos de um navio fantasma ou qualquer frame que traga Eva Green no papel da Srta. Peregrine, que cuida da garotada. A beleza dessas cenas é, claro, mérito do diretor, mas ele tem talento de sobra para ir além da plasticidade evidente. A história era um prato cheio para Tim Burton brilhar, afinal Ransom Riggs distribuiu temas variados em seus livros, como viagens no tempo, a ameaça de uma espécie de bicho papão, o excesso de cuidado com crianças quando o mundo real está lá fora, homenagens ao cinema – como o menino que projeta seus sonhos na tela –, e a situação do orfanato que remete aos judeus fugindo e se escondendo dos nazistas na 2ª Guerra Mundial. Mas tudo acaba se perdendo. Não há a menor dúvida que os dois primeiros atos são muito mais Tim Burton que o último. Embora traga elementos que costumamos identificar em seu cinema, o clímax parece ter sido acelerado pelo estúdio, como se fosse obrigatória a necessidade de aumentar a ação para agradar uma plateia mais jovem. A ação pode acontecer, mas ela precisa ser devidamente preparada. Porém, neste filme, somos arremessados, durante seu ato derradeiro, a uma correria desenfreada, passando por explicações apressadas e, por isso mesmo, confusas sobre fendas no tempo e as motivações dos vilões. O pior é que esse atropelamento narrativo é corriqueiro quando se trata de adaptações literárias infanto-juvenis. Até isso é lugar-comum. E flertar com o convencional é muito pouco quando se trata de Tim Burton. Ao final, é triste constatar que qualquer David Yates poderia ter feito este filme.
Logan: Nova foto revela o vilão do terceiro filme de Wolverine
Aos poucos, o mistério vai sendo desvendado. Usando um método pouco usual para divulgar as informações sobre o filme, a produção de “Logan”, terceiro longa-metragem solo de Wolverine, vem despejando fotos em preto e branco de detalhes das filmagens, com legendas lacônicas e nenhum comentário, no perfil do Instagram wponx (uma referência ao programa militar secreto “Arma X”). As duas mais recentes podem ser vistas acima e foram disponibilizadas com as legendas “Motel” e “Pierce”. “Pierce” é uma imagem do ator Boyd Holbrook, que estrela a série “Narcos” como o agente Steve Murphy. Desde o começo tratado como vilão do filme, seu personagem ainda não tinha recebido nome e era descrito como o chefe de segurança de uma empresa global, um homem bem frio, calculista e intenso, que bate de frente com Logan/Wolverine, papel, claro, de Hugh Jackman. Mas Pierce é um nome bem conhecido dos quadrinhos dos X-Men. Criado por Chris Claremont, Donald Pierce é um bilionário megalomaníaco que passa a odiar os mutantes após um confronto com Cable lhe deixar mutilado. Ele usa sua fortuna para transformar a si mesmo e a um grupo de psicopatas, conhecidos como Carniceiros, em ciborgues, visando destruir os mutantes. Pierce também fez parte da sociedade de supervilões Clube do Inferno, mas visando traí-los com a intenção de destruir seus integrantes mutantes. A participação de Donald Pierce veio à tona em maio, em apuração do site Nerdist. Entretanto, a publicação disse que o possível intérprete do personagem seria Richard E. Grant, escalado em março como um “cientista maluco”. O roteiro de “Logan” é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Logan: Filme solo do Wolverine ganha novas imagens violentas
Uma nova conta no Instagram, identificada como wponx (uma referência ao projeto Arma X), começou a postar as fotos de “Logan”, o novo filme do Wolverine. As duas primeiras tinham sido divulgadas pelo diretor James Mangold em seu Twitter: uma página do roteiro e a foto de Patrick Stewart como Charles Xavier envelhecido. Mas não ficou nisso. Duas nova imagens em preto e branco, como as anteriores, revelam agora um braço armado decepado e uma cerca com arame farpado e aviso em espanhol. A imagem gráfica do braço arrancado, possivelmente pelas garras de navalha do herói, serve de dica para o tipo de violência que o filme pretende mostrar, lembrando que os produtores pretendem lançar o terceiro filme solo do Wolverine com classificação “R” (para maiores de 17 anos) nos EUA, a mesma de “Deadpool”. Isto deve render classificação indicativa para maiores de 16 anos no Brasil. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Logan: Foto traz Patrick Stewart envelhecido como Professor X no novo filme de Wolverine
O diretor James Mangold postou em seu Twitter uma foto em preto e branco do ator Patrick Stewart, que aparece envelhecido ao interpretar o Professor X/Charles Xavier em “Logan”, terceiro filme solo de Wolverine. O filme se passa no futuro e também mostrará a passagem do tempo para o herói, interpretado pela última vez por Hugh Jackman. Numa página do roteiro, anteriormente divulgada pelo cineasta, há a seguinte descrição: “Wolverine está mais velho e vive como um alcoólatra. Ele bebe, porque seus poderes de cura estão desaparecendo, então ele está em um estado constante de dor”. “Logan” foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e o estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo longa anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia no Brasil está marcada para 2 de março, um dia antes do lançamento nos EUA.
Logan: Diretor divulga página reveladora do roteiro do novo filme de Wolverine
O mistério começa a acabar. Depois da Fox divulgar o pôster e o título do novo filme de Wolverine, o diretor James Mangold postou em seu Twitter uma página do roteiro que revela importantes informações da trama de “Logan”. No texto introdutório, há uma explicação sobre o tom do longa. “As lutas neste filme vão ser realistas e cheias de consequências. As pessoas vão se machucar ou morrer quando os problemas caírem sobre elas”, diz o texto, que ainda dá exemplo: “Se alguém em nossa história tiver a infelicidade de cair de um telhado ou de uma janela, eles não vão saltar. Eles vão morrer”. E isso deve se aplicar ao próprio herói. “Wolverine está mais velho e vive como um alcoólatra. Ele bebe, porque seus poderes de cura estão desaparecendo, então ele está em um estado constante de dor”, continua a descrição. “Logan” foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e o estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo longa anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia no Brasil está marcada para 2 de março, um dia antes do lançamento nos EUA. Page two of our screenplay. pic.twitter.com/5X93NtWuVS — Mangold (@mang0ld) October 5, 2016
Novo filme de Wolverine ganha pôster, título oficial e data de estreia
A 20th Century Fox divulgou o pôster oficial do novo filme de Wolverine. Ou melhor, “Logan”, que é o nome que recebeu a produção. A arte mostra um close da mão do herói, com garras e tudo, segurando a mão de uma criança, além de confirmar a data de estreia. A imagem evoca as fotos das filmagens, que revelaram a menina Dafne Keen (série “The Refugees”) correndo ao lado de Hugh Jackman e Patrick Stewart, intérpretes, respectivamente, de Wolverine/Logan e Professor X/Charles Xavier. São fortes os indícios de que a jovem seja X-23, o clone feminino de Wolverine, que teria sido desenvolvido a partir do roubo de material genético do herói, visto numa cena de “X-Men: Apocalipse”. Hugh Jackman também aproveitou a divulgação do pôster para publicar em seu Twitter uma foto em que aparece na rua, na frente de um outdoor do filme em Nova York. Veja abaixo. “Logan” foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e o estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo longa anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia no Brasil está marcada para 2 de março, um dia antes do lançamento nos EUA. Corner of Bleecker & Lafayette pic.twitter.com/jlHpYoy2BJ — Hugh Jackman (@RealHughJackman) October 5, 2016











