Arma que matou diretora de fotografia tinha munição de verdade
Em email enviado a seus afiliados, a Aliança Internacional de Funcionários de Palco (IATSE, na sigla em inglês), sindicato responsável pelas equipes de produção de teatro, filmes e TV, afirma que a arma disparada por Alec Baldwin no set de “Rust” continha uma bala de verdade. “Um tiro foi acidentalmente disparado no set pelo ator principal, atingindo a diretora de fotografia Halyna Hutchins e o diretor Joel Souza”, afirma o sindicato. “Ambos foram levados às pressas para o hospital. Infelizmente, perdemos a irmã Hutchins, que morreu por consequência da ferida”. O sindicato afirma, ainda, que nenhum de seus membros era responsável pela supervisão dos equipamentos cenográficos no set. Segundo o email, essa função era da equipe do estado do Novo México. A polícia está investigando qual tipo de projétil foi disparado e porquê. Ninguém foi detido pelo caso e até o momento não foram apresentadas acusações, segundo a polícia, que ainda está interrogando as testemunhas. O incidente ocorreu no Bonanza Creek Ranch, um local popular de produção ao sul de Santa Fé, durante a tarde, e teria sido causado por uma falha numa arma cenográfica, segundo explicou um porta-voz da produção em comunicado. Hutchins, de 42 anos, foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do Novo México em Albuquerque, onde morreu. Souza, de 48, foi levado de ambulância ao Centro Médico Regional Christus St. Vincent, em Santa Fé, onde fez tratamento para os ferimentos, segundo a Delegacia da Comarca de Santa Fé. O diretor foi atingido no ombro. A produção emitiu uma nota afirmando que “todos os trabalhadores do elenco estão absolutamente devastados com a tragédia” e enviou condolências para a família de Halyna Hutchins. Acidentes do gênero não são incomuns. O ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, também morreu durante as filmagens de “O Corvo”, em março de 1993, por um tiro acidental. A produção do filme esqueceu de remover uma das munições reais do cano do revólver, que deveria ser totalmente carregada com balas de festim. Uma arma cenográfica é semelhante a uma arma de fogo normal, mas têm dispositivos de segurança para garantir que não sejam perigosas e costumam usar munição inofensiva de festim. O caso de Balwin deverá passar por perícia para determinar o que realmente aconteceu.
Alec Baldwin se pronuncia após morte de diretora de fotografia
O ator Alec Baldwin se pronunciou sobre o acidente com uma arma cenográfica que causou a morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu o diretor Joel Souza, durante as filmagens do western “Rust” no estado do Novo México, nos Estados Unidos. A polícia confirmou que ele foi o responsável pelo disparo da arma. “Não há palavras para expressar meu choque e tristeza em relação ao trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins, esposa, mãe e nossa colega profundamente admirada. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia ocorreu e estou em contato com o marido dela, oferecendo meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por seu marido, seu filho e por todos que conheciam e amavam Halyna”, escreveu o ator no Twitter. O incidente ocorreu no Bonanza Creek Ranch, um local popular de produção ao sul de Santa Fé, durante a tarde, e teria sido causado por uma falha numa arma cenográfica, segundo explicou um porta-voz da produção em comunicado. Hutchins, de 42 anos, foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do Novo México em Albuquerque, onde morreu. Souza, de 48, foi levado de ambulância ao Centro Médico Regional Christus St. Vincent, em Santa Fé, onde fez tratamento para os ferimentos, segundo a Delegacia da Comarca de Santa Fé. O diretor foi atingido no ombro. O gabinete do xerife disse em um comunicado que Hutchins e Souza “foram baleados quando uma arma de fogo foi disparada por Alec Baldwin, 68, produtor e ator”. O jornal Santa Fe New Mexican relatou que, quando foi interrogado pelos investigadores, Baldwin estava chorando. Ninguém foi preso no incidente e nenhuma acusação foi apresentada, disseram as autoridade policiais. Os detetives encarregados do caso continuam entrevistando testemunhas e o incidente permanece sob uma investigação “aberta e ativa”, de acordo com o gabinete do xerife. A morte de Hutchins foi confirmada pelo gabinete do xerife e pelo Sindicato dos Diretores de Fotografia. “Recebemos a notícia devastadora esta noite, que um de nossos membros, Halyna Hutchins, a diretora de fotografia de uma produção chamada ‘Rust’ no Novo México, morreu em decorrência de ferimentos sofridos no set”, disse John Lindley, presidente do sindicato em um comunicado. “Os detalhes não estão claros no momento, mas estamos trabalhando para aprender mais e apoiamos uma investigação completa sobre este trágico evento. Esta é uma perda terrível, e lamentamos o falecimento de um membro da família do nosso Sindicato. ” Acidentes do gênero não são incomuns. O ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, também morreu durante as filmagens de “O Corvo”, em março de 1993, por um tiro acidental. A produção do filme esqueceu de remover uma das munições reais do cano do revólver, que deveria ser totalmente carregada com balas de festim. Uma arma cenográfica é semelhante a uma arma de fogo normal, mas têm dispositivos de segurança para garantir que não sejam perigosas e costumam usar munição inofensiva. O caso de Balwin deverá passar por perícia para determinar o que realmente aconteceu. Enquanto isso, as filmagens de “Rust” foram paralisadas e podem nem ser retomadas. Com roteiro e direção de Joel Souza (“Um Natal Diferente”), o filme trazia Baldwin no papel-título, como o infame fora-da-lei Harland Rust. Quando seu neto é condenado por um assassinato acidental e sentenciado à forca, ele viaja para o Kansas para tirá-lo da prisão e os dois passam a ser perseguidos por um delegado obstinado e um caçador de recompensas. O elenco também incluía Jensen Ackles (“Supernatural”) e Travis Fimmel (“Vikings”). 1-There are no words to convey my shock and sadness regarding the tragic accident that took the life of Halyna Hutchins, a wife, mother and deeply admired colleague of ours. I'm fully cooperating with the police investigation to address how this tragedy occurred and — AlecBaldwin(HABF) (@AlecBaldwin) October 22, 2021 2- I am in touch with her husband, offering my support to him and his family. My heart is broken for her husband, their son, and all who knew and loved Halyna. — AlecBaldwin(HABF) (@AlecBaldwin) October 22, 2021
Tiro acidental de Alec Baldwin matou diretora de fotografia em set de filmagem
Os nomes dos envolvidos no acidente fatal que aconteceu na tarde de quinta-feira (21/10) no set de “Rust”, no Novo México, foram revelados. O ator Alec Baldwin foi quem disparou os tiros que mataram a cinematógrafa Halyna Hutchins e feriram o diretor Joel Souza durante as filmagens. O incidente ocorreu no Bonanza Creek Ranch, um local popular de produção ao sul de Santa Fé, durante a tarde, e teria sido causado por uma falha numa arma cenográfica, segundo explicou um porta-voz da produção em comunicado. Hutchins, de 42 anos, foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do Novo México em Albuquerque, onde morreu. Souza, de 48, foi levado de ambulância ao Centro Médico Regional Christus St. Vincent, em Santa Fé, onde está fazendo tratamento para os ferimentos, segundo a Delegacia da Comarca de Santa Fé. O gabinete do xerife disse em um comunicado que Hutchins e Souza “foram baleados quando uma arma de fogo foi disparada por Alec Baldwin, 68, produtor e ator”. O jornal Santa Fe New Mexican relatou que Baldwin foi interrogado por investigadores e estava chorando. Ninguém foi preso no incidente e nenhuma acusação foi apresentada, disseram as autoridade policiais. Os detetives encarregados do caso continuam entrevistando testemunhas e o incidente permanece sob uma investigação “aberta e ativa”, de acordo com o gabinete do xerife. A morte de Hutchins foi confirmada pelo gabinete do xerife e pelo Sindicato dos Diretores de Fotografia. “Recebemos a notícia devastadora esta noite, que um de nossos membros, Halyna Hutchins, a diretora de fotografia de uma produção chamada ‘Rust’ no Novo México, morreu em decorrência de ferimentos sofridos no set”, disse John Lindley, presidente do sindicato em um comunicado. “Os detalhes não estão claros no momento, mas estamos trabalhando para aprender mais e apoiamos uma investigação completa sobre este trágico evento. Esta é uma perda terrível, e lamentamos o falecimento de um membro da família do nosso Sindicato. ” Hutchins se formou no American Film Institute em 2015 e trabalhou em vários curtas-metragens antes de filmar “Archenemy”, um longa-metragem de 2020 estrelado por Joe Manganiello. Ela foi nomeada uma “estrela em ascensão” pela revista American Cinematographer em 2019. “Ela é uma pessoa maravilhosa, positiva e criativa que estava muito animada por estar se destacando e fazendo filmes”, disse Michael Pessah, um cinegrafista amigo de Hutchins à revista Variety. “Ela estava realmente em ascensão.” Acidentes do gênero não são incomuns. O ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, também morreu durante as filmagens de “O Corvo”, em março de 1993, por um tiro acidental. A produção do filme esqueceu de remover uma das munições reais do cano do revólver, que deveria ser totalmente carregada com balas de festim. Uma arma cenográfica é semelhante a uma arma de fogo normal, mas têm dispositivos de segurança para garantir que não sejam perigosas e costumam usar munição inofensiva. O caso de Balwin deverá passar por perícia para determinar o que realmente aconteceu. Enquanto isso, as filmagens de “Rust” foram paralisadas e podem nem ser retomadas. Com roteiro e direção de Joel Souza (“Um Natal Diferente”), o filme trazia Baldwin no papel-título, como o infame fora-da-lei Harland Rust. Quando seu neto é condenado por um assassinato acidental e sentenciado à forca, ele viaja para o Kansas para tirá-lo da prisão e os dois passam a ser perseguidos por um delegado obstinado e um caçador de recompensas. O elenco também incluía Jensen Ackles (“Supernatural”) e Travis Fimmel (“Vikings”).
Mulher morre em filmagem de western com Alec Baldwin e astro de “Supernatural”
Um acidente grave no set do filme “Rust”, western estrelado por Alec Baldwin (“30 Rock”), Jensen Ackles (“Supernatural”) e Travis Fimmel (“Vikings”), deixou um membro da equipe morto e outro ferido gravemente nesta quinta (21/10), de acordo com o Departamento do Xerife do Condado de Santa Fé. O acidente teria sido causado por uma falha numa arma cenográfica, explicou um porta-voz da produção em comunicado, sem dar maiores detalhes. As autoridades policiais do condado de Santa Fé foram enviados para o rancho Bonanza Creek depois que uma ligação para o serviço de emergência 911 indicou que um indivíduo havia sido baleado no set durante as filmagens. As vítimas ainda não foram identificadas. Uma mulher de 42 anos, que foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do México, morreu ao chegar devido aos ferimentos. A segunda vítima, também de 42 anos, foi transportada de ambulância em estado crítico para o hospital Christus St. Vincent, onde recebeu atendimento de emergência. “A produção está paralisada por enquanto. A segurança de nosso elenco e equipe continua sendo nossa maior prioridade”, acrescentou o comunicado da produção. “Rust” tem roteiro e direção de Joel Souza (“Um Natal Diferente”) e traz Baldwin no papel-título, como o infame fora-da-lei Harland Rust. Quando seu neto é condenado por um assassinato acidental e sentenciado à forca, ele viaja para o Kansas para tirá-lo da prisão e os dois passam a ser perseguidos por um delegado obstinado e um caçador de recompensas.
Vingança & Castigo: Western com Idris Elba, Regina King e Jonathan Majors ganha trailer
A Netflix divulgou novos pôster, fotos e trailer legendado de “Vingança & Castigo” (The Harder They Fall), primeiro filme dedicado a reunir os mais famosos pistoleiros negros do Velho Oeste, com elenco composto por alguns dos maiores astros negros de Hollywood. A lista estrelada inclui Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Regina King (“Watchmen”), Jonathan Majors (“Lovecraft Country”), Zazie Beetz (“Coringa”), LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”), Delroy Lindo (“Destacamento Blood”), Edi Gathegi (“Briarpatch”), Damon Wayans Jr (“Duas Tias Loucas de Férias”), Danielle Deadwyler (“P-Valley), Deon Cole (“Black-ish”) e RJ Cyler (“Power Rangers”). A trama gira em torno do fora-da-lei Nate Love (Majors), que descobre que seu maior rival, Rufus Buck (Elba), escapou do trem que o levava para a prisão. Reunindo aliados, ele parte para enfrentar o bando do rival na expectativa de um tiroteio épico. Só que há outro interessado nos criminosos: o lendário delegado Bass Reeves (Lindo). O filme é o segundo western de Jeymes Samuel, que antes fez o média-metragem “They Die by Dawn” (2013), além de ter dirigido o clipe da música “Legacy”, de Jay-Z. Não por acaso, o rapper assina a produção. Samuel também é o autor do roteiro, escrito em parceria com o veterano Boaz Yakin (“Duelo de Titãs”). O longa estreia em 3 de novembro.
David Oyelowo vai estrelar série sobre Bass Reeves, o delegado negro do Velho Oeste
O ator inglês David Oyelowo (“Selma”) vai produzir e estrelar uma série baseada na vida do delegado Bass Reeves. Primeiro homem da lei negro do Velho Oeste, a história de Michael Bass Reeves rendeu um filme em 2010 e foi lembrada mais recentemente por duas séries de super-heróis da DC Comics, “Watchmen” e “Legends of Tomorrow”. A série faz parte de um contrato geral firmado entre a produtora Yoruba Saxon, fundada pelo ator e sua esposa Jess Oyelowo, com o conglomerado ViacomCBS para desenvolver novos projetos. Graças ao acordo, a produção executiva ficará a cargo de Taylor Sheridan, o criador de “Yellowstone”, que também tem contrato de exclusividade com a ViacomCBS. “As histórias que Jess e eu queremos contar ultrapassam limites e estão cheias de gente do tipo que raramente vemos nas telas”, disse Oyelowo em comunicado. “A extraordinária história de Bass Reeves exemplifica exatamente isso. Colaborar com talentos de classe mundial como Taylor Sheridan para contar essas histórias para o maior público possível é nosso sonho, e acreditamos que podemos realizar nossos objetivos com a ViacomCBS e suas plataformas exclusivas.” Chris McCarthy, presidente e CEO do MTV Entertainment Group, falou em nome da ViacomCBS sobre a parceria. “David e Jessica são artistas incrivelmente talentosos e estamos ansiosos para desenvolver nosso projeto de Bass Reeves junto com eles e nosso parceiro fenomenal Taylor Sheridan”, declarou. “Como o primeiro delegado negro dos EUA a oeste do rio Mississippi, a história de Reeves é monumental, e esta série limitada trará à luz um dos maiores heróis das fronteiras da história de nosso país.” Não há previsão de estreia para a atração. A produtora de Oyelowo também está desenvolvendo um filme sobre o herói dos quadrinhos “Rocketeer” para a Disney+.
Billy Bob Thornton vai estrelar série derivada de “Yellowstone”
O ator Billy Bob Thornton, que está encerrando sua trajetória à frente de “Goliath”, na Amazon, já tem uma nova série à vista. Ele vai estrelar o spin-off de “Yellowstone”. Intitulada “1883”, a atração é um prólogo desenvolvido para a plataforma Paramount+ Com estreia marcada já para este ano, “Y: 1883” vai seguir a família Dutton enquanto embarca em uma jornada para o Oeste através das Grandes Planícies, rumo ao último bastião da América indomada do século 19. A série será um western autêntico e um drama intenso sobre uma família que foge da pobreza para buscar um futuro melhor na terra prometida de Montana. Thornton vai interpretar um delegado na trama, juntando-se ao elenco que destaca o veterano Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e os cantores country Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”) como integrantes da família Dutton, além de Isabel May (“Young Sheldon”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como coadjuvantes confirmados. O spin-off é um desdobramento do sucesso contínuo de “Yellowstone”, que atualmente é a série mais assistida da TV paga americana. O lançamento de “1883” está marcado para dezembro.
Yellowstone: Trailer da 4ª temporada mostra atentados contra protagonistas
A Paramount divulgou o trailer impactante da 4ª temporada de “Yellowstone”, série mais vista da TV paga americana. Além de retomar a história após o personagem de Kevin Costner ser baleado e deixado para morrer na beira de uma estrada no final da temporada anterior, a prévia mostra mais atentados e novos integrantes da trama com risco de vida. Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV, “Yellowstone” também foi a primeira atração televisiva criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Sheridan assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”), além de Josh Holloway (das séries “Colony” e “Lost”) a partir da 3ª temporada. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A série faz tanto sucesso que vai ganhar spin-off, um prólogo chamado “Y: 1883”, focado na origem da fortuna da família Dutton no Velho Oeste. “Yellowstone” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+.
Vingança & Castigo: Idris Elba e Regina King são pistoleiros em trailer de western
A Netflix divulgou os pôsteres, as fotos e o trailer legendado de “Vingança & Castigo” (The Harder They Fall), western com elenco composto por astros negros de Hollywood. E que astros! A lista inclui Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Regina King (“Watchmen”), Jonathan Majors (“Lovecraft Country”), Zazie Beetz (“Coringa”), LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”), Delroy Lindo (“Destacamento Blood”), Edi Gathegi (“Briarpatch”), Danielle Deadwyler (“P-Valley) e RJ Cyler (“Power Rangers”). A trama gira em torno de um fora-da-lei (Majors) que descobre que seu maior inimigo (Elba) escapou do comboio que o levava para a prisão. Reunindo aliados, ele parte para enfrentar o bando do rival na expectativa de um tiroteio épico. O filme é o segundo western negro de Jeymes Samuel, que antes fez o média-metragem “They Die by Dawn” (2013), além de ter dirigido o clipe da música “Legacy”, de Jay-Z. Não por acaso, o rapper assina a produção. Samuel também é o autor do roteiro, escrito em parceria com o veterano Boaz Yakin (“Duelo de Titãs”). O longa ainda não tem previsão de estreia. 🤠🔫🏇🏿 pic.twitter.com/iJU99zzkWs — NetflixFilm (@NetflixFilm) June 24, 2021 Jonathan Majors, Idris Elba, Zazie Beetz, Regina King, LaKeith Stanfield, Delroy Lindo, Edi Gathegi, R.J. Cyler, Danielle Deadwyler and Deon Cole. The Harder They Fall. This Fall. pic.twitter.com/qHW4PqsQ6T — Netflix Queue (@netflixqueue) June 24, 2021
Settlers: Trailer apresenta western passado em Marte
A IFC divulgou o pôster e o trailer de “Settlers”, um western especial que acompanha uma pequena família de colonizadores de Marte que tenta sobreviver ao ataque de saqueadores. Quando o pai se sacrifica para proteger o assentamento de uma gangue criminosa, sua mulher e filha ficam sozinhas para lidar com um sobrevivente do massacre, que reivindica a posse de suas terras. “Settlers” é estrelado pela menina Brooklynn Prince (de “O Projeto Florida”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e Jonny Lee Miller (“Elementary”) como a família central, além de Ismael Cruz Cordova (“Undoing”) como o invasor ameaçador. O filme marca a estreia do diretor e roteirista Wyatt Rockefeller e foi adquirido pela IFC após ter sua première mundial no Festival de Tribeca, em Nova York, na sexta-feira passada (18/6).
Criador de “Vikings” prepara série sobre Billy the Kid
O produtor-roteirista Michael Hirst, criador de “Vikings” e “Tudor”, prepara uma nova série de época. Ele fechou com o canal pago Epix, propriedade da MGM, uma produção centrada na vida de Billy the Kid, o famoso pistoleiro adolescente do Velho Oeste. A série é descrita como uma aventura romântica épica baseada na vida de Billy the Kid, também conhecido como William H. Bonney – de suas humildes raízes irlandesas e seus primeiros dias como cowboy na fronteira americana, até seu papel fundamental na Guerra do Condado de Lincoln e a morte num duelo com o xerife Pat Garrett. O papel principal será interpretado pelo jovem ator britânico Tom Blyth, que está no vindouro drama histórico “Benediction”, escrito e dirigido por Terence Davies (“O Fim de um Longo Dia”). “Billy the Kid é um dos bandidos mais famosos, fascinantes, desconhecidos, complexos, contraditórios e belos de toda a história do oeste americano”, disse Hirst, em comunicado sobre o projeto. O cineasta Otto Bathurst (“Robin Hood: A Origem”) deve dirigir os dois primeiros episódios da série, que terá oito episódios em sua 1ª temporada.
Monte Hellman (1929–2021)
O diretor Monte Hellman, que dirigiu os clássicos cultuados “O Tiro Certo” (The Shooting) e “Corrida Sem Fim” (Two-Lane Blacktop), morreu na terça-feira, uma semana após sofrer uma queda em casa, aos 91 anos. Chamado de o cineasta americano mais talentoso de sua geração pela influente revista francesa Cahiers du Cinema, Monte Himmelbaum (seu nome verdadeiro) começou sua carreira nos anos 1950, abrindo uma companhia de teatro em Los Angeles. Ninguém menos que Roger Corman, o rei dos filmes B, foi um de seus investidores e eles se juntaram na primeira montagem de “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, na cidade. Quando foi expulso de seu espaço depois de um ano, Hellman foi encorajado pelo produtor a entrar no cinema e assim fez sua estreia em 1959, dirigindo o terror barato “A Besta da Caverna Assombrada” com produção de Corman. Ele também foi um dos envolvidos nas filmagens de “Sombras do Terror”, que aconteceu apenas para aproveitar dois dias de estúdio agendado com cenários góticos, numa sobra do cronograma da produção de “O Corvo”, em 1963. Após Corman filmar dois dias de cenas de Boris Karloff subindo e descendo escadas, andando por corredores e abrindo portas num castelo, vários diretores foram convocados para completar a produção com cenas ao ar livre, entre eles Hellman e Francis Ford Coppola. Foi nessa produção inusitada que Hellman conheceu Jack Nicholson, astro do filme – trajado no uniforme napoleônico de Marlon Brando, contrabandeado de “Désirée, o Amor de Napoleão” (1954). Os dois se tornaram parceiros em várias produções. Hellman e Nicholson rodaram dois filmes consecutivos nas Filipinas para Corman em 1964, “Flight to Fury” e “Guerrilheiros do Pacífico”. O diretor filmou o segundo enquanto editava o primeiro, e antes de terminar o ano ainda completou “Cordilheira”, o que dá ideia do ritmo insano das produções de Corman. Depois de mostrar serviço, Hellman procurou o produtor para financiar um faroeste escrito por uma amiga de Jack Nicholson, a estreante Carole Eastman (que depois escreveria outro clássico, “Cada um Vive como Quer”). O produtor topou, desde que o mesmo orçamento rendesse dois westerns. O resultado foi “O Tiro Certo”, escrito por Eastman, e “A Vingança de um Pistoleiro”, com história concebida rapidamente por Nicholson. Os dois filmes marcaram época pelo uso das paisagens desertas e empoeiradas em Kanab, Utah, e levaram apenas três semanas para serem concluídos em 1966. “O Tiro Certo” também inaugurou a parceria do diretor com outro astro, Warren Oates (1928–1982), que Hellman passou a considerar seu alter ego no cinema. Na trama, o personagem de Oates era contratado para guiar uma mulher misteriosa (Millie Perkins) pelo deserto opressivamente quente, cuja agenda de vingança acaba incluindo um terceiro viajante, um pistoleiro habilidoso retratado por Nicholson. Já “A Vingança de um Pistoleiro” trazia Nicholson e mais dois cowboys em fuga, sendo caçados por vigilantes. “Achávamos que estávamos fazendo ‘Duelo ao Sol’”, Hellman disse uma vez ao LA Weekly sobre as filmagens, citando um western clássico dos anos 1940. Mas embora os dois longas tenham sido exibidos no Festival Cannes em 1966, nenhum recebeu distribuição nos cinemas dos Estados Unidos, porque a companhia europeia que os adquiriu no festival faliu. Eles só chegaram aos EUA na TV, onde estrearam dois anos depois. Por isso, a crítica cinematográfica demorou a descobri-los, o que só aconteceu na era do VHS, quando se tornaram cultuadíssimos e considerados pioneiros do western subversivo que revolucionou o gênero nos anos 1960. A decepção com o destino dos longas fez Hellman levar cinco anos para voltar a dirigir. Nesse meio tempo, trabalhou como editor em cult movies como “Os Anjos Selvagens” (1966) para Corman e “Os Monkees Estão de Volta” (Head, 1968) para Bob Rafelson. Mas quando decidiu que era hora de voltar ao cinema, trouxe ao mundo sua obra mais cultuada, “Corrida Sem Fim”, em 1971. O filme trazia o cantor James Taylor e o baterista dos Beach Boys, Dennis Wilson, como dois hot-rodders, que ganhavam a vida vencendo corridas de arrancada com seu Chevy One-Fifty de 1955 incrementado. Eles acabam desafiados pelo personagem de Warren Oates, proprietário de um novo Pontiac GTO, numa corrida pelas estradas do Arizona a Washington. As sessões de imprensa do longa chamaram atenção pelos aplausos, as primeiras críticas rasgaram elogios e o então chefe da Universal Pictures, Ned Tanen, chegou a dizer que “Corrida Sem Fim” era o melhor filme ao qual ele já tinha se associado. Infelizmente, seu chefe, Lew Wasserman, não compartilhou do mesmo entusiasmo. Ao contrário, achou que o filme era “subversivo”, segundo contava Hellman, e proibiu que o estúdio gastasse publicidade para promovê-lo, resultando num fracasso comercial. Hellman fez mais dois longas com Warren Oates, “Galo de Briga” (1974) e “A Volta do Pistoleiro” (1978), este último um spaghetti western rodado na Espanha. E passou muitos anos envolvido em projetos – mais de 50, segundo uma contagem – que acabaram nunca sendo realizados. Ele ainda trabalhou como editor de “Elite de Assassinos” (1975) para Sam Peckinpah e diretor de segunda unidade nas cenas de ação de “Agonia e Glória” (1980), de Samuel Fuller, e “RoboCop” (1987), de Paul Verhoeven. Além disso, como produtor executivo, ajudou a financiar “Cães de Aluguel” (1992), primeiro filme dirigido por Quentin Tarantino, enquanto pensava que poderia dirigir o roteiro do colega, que vislumbrava como um potencial clássico. Após seus últimos longas fracassarem – a aventura “Iguana: A Fera do Mar” (1988) e o terror “Noite do Silêncio” (1989), lançado direto em vídeo – o diretor só foi ressurgir mais de duas décadas depois, com “Caminho para o Nada” (2010), produzido por sua filha. Exibido no Festival de Veneza, o filme foi recebido com curiosidade, mas sua maior repercussão foi trazer de volta a lembrança de Monte Hellman para os cinéfilos de todo o mundo.
Final feliz de “Wynonna Earp” foi feito antes do aviso de cancelamento
A criadora e showrunner de “Wynonna Earp”, Emily Andras, admitiu numa entrevista ao jornal The Los Angeles Times que escreveu o final feliz da 4ª temporada, exibido na sexta passada 9/4) nos EUA, antes de saber que aquele seria o final da série, cancelada pelo canal pago americano SyFy. “Eu não sabia e foi uma verdadeira montanha-russa”, disse Andras. “Mas meu instinto me dizia que eu tinha que garantir que a 4ª temporada fosse satisfatória para os fãs, nossos Earpers, que se esforçaram tanto para nos trazer de volta em meio a nossos problemas financeiros após a 3ª temporada.” Andras conseguiu garantir que a 4ª temporada fosse “emocionalmente gratificante” por não querer arriscar terminar a série com um monte de perguntas sem resposta. Por isso, a temporada terminou com casamento e reconciliação entre os personagens, mostrando o destino de cada um deles ao seu final. Mas se tivesse certeza que teria outra temporada, Andras confessou que teria atrasado o casamento altamente antecipado entre Waverly Earp e Nicole Haught. “Eu poderia ter prolongado o suspense, prolongado o drama”, ela explicou, possivelmente aludindo à trama da Waverly Anjo do Mal, resumida em dois episódios. “Mas, no meu coração, eu simplesmente senti que não poderíamos arriscar pelo público. E, estranhamente, eu esperava que isso também fosse um presente para o elenco – tanto o casamento quanto a resolução da história de Doc e Wynonna.” No final, a showrunner concluiu que queria deixar os personagens em um lugar onde eles pudessem ver que todos os seus esforços na trama – e dos fãs nos bastidores – valeram a pena. “Não precisa ser perfeito. Não há garantia de que vai durar”, acrescentou Andras. “Mas vale a pena lutar pelo seu momento, lutar pelo que você quer, lutar por alguém que te emociona.” Apesar do final bastante conclusivo, Andras não desistiu de encontrar um novo canal ou plataforma nos Estados Unidos para viabilizar a produção de uma potencial 5ª temporada, em coprodução com a produtora canadense SEVEN24 Films e a IDW Entertainment, divisão responsável pelas adaptações das histórias em quadrinhos da editora IDW. Para quem não conhece, “Wynonna Earp” teve suas três primeiras temporadas disponibilizadas recentemente no Brasil pela plataforma Globoplay. Baseada nos quadrinhos de Beau Smith, a atração desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”) traz Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família Earp e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula e anjo bissexual, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial lésbica “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro imortal do Velho Oeste Doc Holliday. Inicialmente comparada a “Buffy: A Caça-Vampiros”, a série logo se tornou cultuada por seus próprios méritos, ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade LGBTQIA+ para atingir 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer do lançamento na Globoplay e um documentário emocionante dos bastidores do episódio final, que foi exibido nos EUA após a despedida da série.












