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    Coringa já bate recorde de bilheteria nos cinemas norte-americanos

    4 de outubro de 2019 /

    “Coringa” bateu seu primeiro recorde de bilheteria na América do Norte. O longa da Warner se tornou na noite de quinta-feira (3/10) a maior pré-estreia de um filme lançado em outubro, com US$ 13,3 milhões arrecadados em suas primeiras sessões noturnas dos Estados Unidos e Canadá. Com o montante, o filme protagonizado por Joaquin Phoenix superou a arrecadação de “Venom” (2018), antigo recordista de outubro, que faturou US$ 10 milhões em sua pré-estreia. A expectativa é que “Coringa” consiga superar “Venom” também na arrecadação de seu fim de semana de estreia. O longa do Aranhaverso da Sony faturou US$ 80,2 milhões em seus primeiros dias de exibição na América do Norte, em outubro do ano passado. Dirigido por Todd Phillips, “Coringa” também já está em cartaz no Brasil.

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  • Filme

    A Grande Mentira: Ian McKellen planeja golpe em Helen Mirren em novo trailer legendado de suspense

    3 de outubro de 2019 /

    A Warner divulgou um novo trailer legendado de “A Grande Mentira” (The Good Liar), suspense estrelado por Ian McKellen (“X-Men”) e Helen Mirren (“A Rainha”). A prévia resume a trama, ao mostrar como o velho golpista vivido por McKellen se aproxima da viúva alegre e rica interpretada por Mirren, atraindo suspeitas da família e amigos de seu lvo, ao mesmo tempo em que esconde seu passado debaixo do tapete – na verdade, como mostra o trailer, debaixo de um trem de metrô em movimento, ao estilo de “House of Cards”. A trama é baseada no romance homônimo de Nicholas Searle. A adaptação foi escrita por Jeffrey Hatcher (“A Duquesa”) e dirigida por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), que voltam a trabalhar com McKellen após “Sr. Sherlock Holmes” (2015). “A Grande Mentira” é o terceiro longa de Condon estrelado por McKellen, numa parceria que se iniciou há 21 anos com um ponto alto da carreira de ambos, “Deuses e Monstros” (1998). O elenco também inclui Russell Tovey (“Years and Years”), Mark Lewis Jones (“Chernobyl”), Jim Carter (“Downton Abbey”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Alfa”) e Celine Buckens (“Cavalo de Guerra”). A estreia está marcada para 5 de dezembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    O Caso Richard Jewell: Novo filme de Clint Eastwood ganha primeiro trailer legendado

    3 de outubro de 2019 /

    A Warner divulgou cinco fotos e o primeiro trailer legendado de “O Caso Richard Jewell”, novo filme de Clint Eastwood. Aos 89 anos de idade, o incansável diretor se dedica a mais um drama baseado em fatos reais para explorar seu tema favorito: o heroísmo em todas as variações. O filme gira em torno da ação do segurança Richard Jewell (vivido por Paul Walter Hauser, de “Infiltrado na Klan”) no atentado de Atlanta, em 1996, que deixou um morto e mais de 100 feridos. Inicialmente aclamado como herói, ele acabou se tornando o principal suspeito de plantar as bombas. O FBI revistou sua casa duas vezes e a mídia o apresentou como um policial frustrado que poderia ter planejado tudo pela fama e o desejo de ser visto como herói. Os fatos são históricos e quem quiser saber o desfecho pode procurar na Wikipedia. De todo modo, é uma história emblemática e que deixa Eastwood novamente cotado ao Oscar. Ele já venceu como diretor e com justiça pelo clássico “Os Imperdoáveis” (1992) e “Menina de Ouro” (2004), mas não é indicado à estatueta desde “Cartas de Iwo Jima” (2006). O elenco tem categoria para o Oscar, com dois ex-vencedores do prêmio da Academia: Sam Rockwell (por “Três Anúncios Para um Crime”) e Kathy Bates (por “Louca Obsessão”). Além deles, Olivia Wilde (“Tron: O Legado”), Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”) e Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”) completam o casting. “O Caso Richard Jewell” tem estreia marcada para 13 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Vídeo revela ataque de diva de Joaquin Phoenix nas filmagens de Coringa

    2 de outubro de 2019 /

    A história dos bastidores conturbados de “Coringa” continua rendendo. Quase um mês depois de o jornal The New York Times publicar uma reportagem sobre os repetidos surtos de Joaquin Phoenix, que “perdeu a compostura no set, às vezes espantando seus colegas de elenco”, o ator foi confrontado com um vídeo que flagra um desses momentos. A saia justa aconteceu durante sua participação no programa “Jimmy Kimmel Live!” na noite de terça passada (1/10). O vídeo traz o ator caracterizado como Coringa pedindo para que uma pessoa chamada Larry fique quieta para que ele consiga se concentrar. O que dá a entender pela cena é que o Phoenix foi comparado à cantora Cher por Larry, apelido do diretor de fotografia Lawrence Sher. “Larry, cara, apenas cale a porra da boca. Estou tentando encontrar algo real”, diz Phoenix. Em outro momento, ele muda o tom, xinga e volta a ficar irritado antes de simplesmente abandonar a filmagem. “Desculpa, não é nada demais, nada demais […] Você que começou com esse lance de Cher, Larry. Sim, sou uma porra de diva”. Phoenix apareceu claramente incomodado e sem saber direito o que falar após a revelação do vídeo. “Larry é o cinematógrafo… isso é tão constrangedor”. O apresentador emendou: “Ele te chamou de Cher?”. “Sim… olha, às vezes filmes ficam intensos, porque são muitas pessoas em lugares pequenos e você está tentando encontrar algo. E isso era para ser privado. Desculpe por isso”, completou Phoenix. O vídeo pegou o ator de surpresa, porque Kimmel preparou o terreno de forma amena, ao longo de vários minutos de entrevista. Para entrar no assunto, o apresentador perguntou se Phoenix tinha se divertido durante as filmagens do “Coringa”, e o ator disse que sim. “Bem, você conhece Todd [Phillips], o diretor, que é realmente engraçado. Quase me senti culpado, mas tive muitos momentos bons”, falou o ator antes da cena ser exibida. “Então, o que aconteceu aqui?”, questionou o apresentador, ao mostrar o vídeo. Kimmel até tentou brincar após o climão, mas Joaquin continuou incomodado, a ponto de pedir desculpas publicamente para o profissional com quem brigou na cena. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Superman encontra Superman nos bastidores de Crise nas Infinitas Terras

    2 de outubro de 2019 /

    O ator Brandon Routh divulgou no Instagram uma foto dos bastidores do novo crossover do Arrowverso. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele vai voltar a viver o herói em “Crise das Infinitas Terras”. Na imagem, Brandon aparece uniformizado ao lado de outro Superman, Tyler Hoechlin, que interpreta o personagem na série “Supergirl”. Ao fundo, é possível ver ainda o logotipo do jornal Planeta Diário. “Visão dupla – a nova habilidade de Superman”, ele brincou na legenda. A explicação para esse encontro é o multiverso da DC Comics, que vai mostrar várias versões dos mesmos personagens, vindo de realidades (na verdade, filmes e séries) diferentes. A versão de Superman interpretada por Routh é um personagem clássico do multiverso. Ele pode ser lembrado pelos leitores mais antigos de quadrinhos como o herói da Terra 2, mas os mais jovens talvez só conheçam sua existência da minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme envergado por Routh até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer de 2006. A oportunidade foi comemorada pelo ator. Entretanto, ele também compartilhou uma má notícia, dando a entender que seu personagem no Arrowverso, Elektron/Ray Palmer, será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. Outra pequena informação (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso. Ver essa foto no Instagram #DoubleVision—the new #Superman ability! ? Grateful to share the #Arrowverse as #Superman for a short time with the charming & gracious @tylerhoechlin! I never really thought I’d get to meet #Superman in person… Gotta say, it’s all it’s cracked up to be! ??? #crisisoninfiniteearths @dccomics @thecw @warnerbrostv #SupermanTeamUp ?: @redheadtattoos Uma publicação compartilhada por Brandon Routh (@brandonjrouth) em 1 de Out, 2019 às 12:28 PDT

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  • Etc

    Ruby Rose revela detalhes do acidente que quase a deixou paraplégica no set de Batwoman

    1 de outubro de 2019 /

    A atriz Ruby Rose deu novos detalhes do acidente que sofreu, no set da série “Batwoman”, que a levou a passar por cirurgia na coluna para evitar ficar paraplégica. Falando com Jimmy Fallon, no programa “The Tonight Show”, a australiana de 33 anos contou que ignorou os perigos da cena. Ela contou que, após uma sequência de ação de sete horas de gravação, todos pensaram que ela tinha fraturado uma costela. Mas após semanas de dor crônica, ela passou a não sentir os braços. “Achei estranho”. Então, fez um exame de ressonância magnética – na Romênia, onde trabalhava num novo filme – , enviou para seu médico e ouviu que poderia ficar paraplégica pelo menor esforço – “apenas por dormir mal ou virar minha cabeça para o lado errado”, explicou, confessando que “foi aterrador”. Aconselhada a parar tudo e voar de volta para os Estados Unidos para uma cirurgia de emergência, ela pensou “Bem, ao menos eu não tenho outra opção”. E se resignou a fazer a operação. “Eu não estava prestando atenção ao meu corpo, não estava ouvindo. Estava com muita pressa de fazer tudo”, disse, revelando que filmou o piloto de “Batwoman”, correu para fazer um filme e pretendia voltar rapidamente para continuar a trabalhar na série. “Essa foi a maneira do mundo me dizer que você tem que prestar atenção e diminuir a velocidade. E que realmente não somos super-heróis”. E assim fez a cirurgia. E voltou a trabalhar em 10 dias! Este foi o pior problema da sua carreira como estrela de filmes (e agora série) de ação. Mas “Batwoman” ainda lhe revelou outra surpresa. Após os primeiros dias de gravação, ela descobriu que era alérgica ao material da máscara da heroína. E seu rosto teve uma reação, que a deixou deformada por algumas horas. “Eu parecia vir de um filme de terror”, disse. Substituíram o material e ela voltou a gravar. Ruby Rose contou tudo em tom de piada, divertindo-se muito ao explicar problemas que afetaram a sua saúde. Ela chegou, inclusive, a postar nas redes sociais o vídeo de sua cirurgia. Quem tiver curiosidade – e estômago forte – pode ver como foi sua operação aqui.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Foto de bastidores mostra encontro de Lois Lane com dois Clark Kent

    1 de outubro de 2019 /

    A atriz Elizabeth Tulloch confirmou sua participação no novo crossover do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”, com uma foto dos bastidores da produção. Ela foi introduzida no papel de Lois Lane no crossover passado, “Elseworlds”, e repetirá o desempenho no novo evento especial da rede The CW. E com um grande diferencial. Desta vez, ele não contracenará apenas com Superman, mas com dois Supermen. Na imagem de bastidores, Tulloch aparece ao lado de Tyler Hoechlin, o Superman oficial da série “Supergirl”, e Tom Welling, o herói da série clássica “Smallville”. Ela aproveitou para brincar na legenda: “Lois e Clarks”. O crossover ainda terá outro Superman, interpretado por Brandon Routh (de “Superman – O Retorno”), e outra Lois Lane, vivida por Erica Durance, também de “Smallville”. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram Lois and Clarks ? Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch) em 30 de Set, 2019 às 11:13 PDT

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  • Etc

    Ruby Rose posta vídeo de cirurgia após acidente no set de Batwoman

    29 de setembro de 2019 /

    A atriz Ruby Rose, que estrela a vindoura série de “Batwoman”, revelou que sofreu um grave acidente fazendo uma cena de ação no set da série há alguns meses. Na ocasião, ela quase teve danos na sua medula espinhal. Com dores crônicas e correndo o risco de ficar paraplégica, ela passou por uma cirurgia de emergência para reparar as contusões – e gravou! Não só registrou toda a operação cirúrgica, como ainda postou o vídeo no Instagram. Atenção: o conteúdo é forte! “Para todos que estão perguntando sobre a minha nova cicatriz no pescoço. Há dois meses soube que precisava passar por uma cirurgia de emergência ou corria o risco de ficar paralisada… Tinha ficado com hérnia em dois discos e eles estavam perto de romper minha medula espinhal. Estava com dores crônicas e não conseguia sentir meus braços… Obrigada ao Dr. Bray por tudo e por permitir que eu continuasse trabalhando e fazendo o que amo. E para quem estiver se perguntando por que deixei que eles filmassem… Vocês não viram aquele episódio de ‘Grey’s Anatomy’ em que deixam uma toalha dentro do paciente? Além disso, queria ver o que acontece quando a gente apaga”. A série em que Ruby Rose se arrebentou vai estrear no próximo domingo (6/9) na rede americana The CW. Ver essa foto no Instagram To everyone asking about my new Pez dispenser scar on my neck… A couple of months ago I was told I needed an emergency surgery or I was risking becoming paralyzed… I had herniated two discs doing stunts, and they were close to severing my spinal chord. I was in chronic pain and yet couldn’t feel my arms… Thank you Dr Bray for everything you did and for allowing me to keep working and doing what I love. I am forever in your debt. And to anyone asking why I let them video it.. Did you not watch that Greys anatomy episode where they left a towel in a patient?? Also I wanted to see what happens when we go under. Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 26 de Set, 2019 às 10:11 PDT

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  • Filme

    Capítulo Dois de It não repete os acertos do primeiro filme

    29 de setembro de 2019 /

    “It: Capítulo Dois” não se desconecta do original. Neste sentido, é meio como “De Volta para o Futuro II”. A diferença é que Robert Zemeckis e Steven Spielberg se deram bem graças à liberdade proporcionada por um roteiro original, enquanto Andy Muschietti se deu mal por respeitar o livro de Stephen King. E olha que “It: Capítulo Dois” repete várias vezes a dica: “o final é ruim!” A fala está realmente no filme. Um dos personagens do filme anterior se torna escritor na vida adulta, como Stephen King. Em sua primeira cena, ele está nas filmagens da adaptação de uma de suas obras e descobre que o final será mudado para a versão de cinema. Ele fica irritado com a decisão do diretor, interpretado pelo lendário cineasta Peter Bogdanovich, de “A Última Sessão de Cinema”. Mas o comandante do filme peita o autor e diz em sua cara que o final original é ruim e ele precisa ser alterado para o filme. Bom, conhecendo a conclusão e a metade final (mais fraca) de “It”, o livro, acreditei nesta cena que a fala de Bogdanovich era a voz do diretor verdadeiro do longa, Andy Muschietti, avisando aos fãs mais radicais que viria mudança por aí para o bem de seu próprio filme. Ledo engano! Ficou somente como uma piada interna em relação ao que se costuma dizer sobre os finais de Stephen King, que cria ótimas histórias de terror, mas geralmente não sabe muito bem como terminá-las. Mas, no fundo, não é uma piada. É fato. King pode espernear sobre a versão de Stanley Kubrick para “O Iluminado”, mas ainda bem que o cineasta ignorou seus chiliques e entregou um clássico do cinema com sua cara. Então, por mais que Muschietti mude uma coisa ou outra, o destino está lá. E, gente, depois de um primeiro filme delicioso, em que Pennywise, o palhaço dançarino, virou um Freddy Krueger dessa nova geração, somos apresentados no “Capítulo Dois” a rituais indígenas, seres cósmicos e uma aranha gigante. Ainda bem que Muschietti deixou de fora a tal tartaruga que enfrenta o palhaço no livro. Pelo menos, se o primeiro “It” introduzisse algumas dessas ideias, o choque não teria sido tão brusco. Outro mistério é como “It: Capítulo Dois” tem muito menos para contar sobre o mistério, em relação ao primeiro, mas ainda assim consegue ser meia hora mais longo que o original. Pior: passa a sensação de ter cerca de uma hora a mais de tão arrastado e modorrento. E se Bill Skarsgard recebeu merecidos elogios pela sua caracterização de Pennywise no longa anterior, dispensando comparações com o palhaço icônico de Tim Curry na minissérie dos anos 1980, em “Capítulo Dois” ele quase some. Isso porque Pennywise está preocupado em devorar criancinhas e, como sabemos, o Clube dos Otários cresceu. A trama agora acontece 27 anos depois. O que resta? Adultos reunidos tentando relembrar a infância e seus pesadelos antes do confronto final com Pennywise. E é isso que leva um bom tempo. Andy Muschietti poderia ter polido mais o roteiro de Gary Dauberman, que se atém demais ao livro original. Fica clara a falta que fazem Cary Joji Fukunaga e Chase Palmer, que assinaram o roteiro do “Capítulo Um”, finalizado por Dauberman, e limaram do filme anterior aquela sensação prolixa de adaptações de obras famosas que não podem mudar muito para desagradar o autor e os fãs. Além disso, há um problema de desenvolvimento de personagens que precisava ser alterado, pois não faz mais sentido nos dias atuais. Todos os garotos cresceram ricos, exceto o único negro da história. Lamentável. De terror, também quase não há nada. O primeiro “It” é um filme do gênero para crianças. Uma das principais críticas ao longa de 2017 é que ele não assusta muito. Ainda assim, deixa crianças impressionadas com Pennywise. Já “It: Capítulo Dois”, com os personagens crescidos, tinha a obrigação de explorar o medo de adultos – como perda ou morte. Mas esses medos “invisíveis” mal são tocados, porque o mais importante da trama parece ser relembrar o “Capítulo Um” à exaustão. Nem é preciso rever o anterior para embarcar no “Dois”, porque a história faz questão de repassar tudinho. Até a trama terminar a la “O Hobbit” para jogar qualquer intenção de horror na lata do lixo. De qualquer forma, a produção acerta na escolha do elenco adulto, o que livra o filme de ser considerado medíocre. Consagrados como Jessica Chastain e James McAvoy deixaram vaidades de lado para viverem a continuação como se fosse o filme de suas vidas, mas quem se destaca mesmo são Bill Hader como Richie e Jason Ransone como Eddie. Fantásticos! Também é um acerto a opção pela nostalgia, da sensação de lembrar boas e más experiências da infância, como as merdas feitas pelos pais, que deixaram sequelas, amizades que nunca mais vimos ou amores que ficaram no passado. No entanto, não funcionou a opção de ilustrar algumas memórias da infância com participação do elenco infantil do primeiro longa, afinal os garotos estão dois anos mais velhos e a maquiagem digital para deixá-los com carinha de 2017 não deu tão certo. Como a Marvel entregou melhor esse trabalho digital de rejuvenescer atores, parece que esse processo foi feito às pressas (ou com menor orçamento) em “It: Capítulo Dois”. Será que não poderiam simplesmente mostrar os meninos dois anos mais velhos?

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  • Filme

    Coringa ganha classificação etária para maiores de 16 anos no Brasil

    28 de setembro de 2019 /

    O filme “Coringa”, que tem preocupado autoridades americanas sobre o teor violento de sua trama, ganhou classificação indicativa para maiores de 16 anos no Brasil. O Ministério da Justiça divulgou a informação na sexta (27/9) em seu site. Os cinemas brasileiros não manifestaram as mesmas preocupações para a exibição do filme que as redes americanas. Desde sua exibição no Festival de Veneza, o longa tem causado polêmica por sua suposta romantização do personagem do Coringa, retratado como um “incel” perigoso e bem-sucedido, que usa táticas de terrorismo para levar caos a Gotham City. Um memorando interno do FBI sugere que a trama poderia inspirar ataques violentos. Diante do perigo, duas redes exibidoras dos EUA, AMC e Landmark, resolveram proibir a entrada de espectadores usando máscaras, pinturas faciais ou “qualquer objeto que esconda o rosto”. A Landmark também não permitirá o uso de fantasias nos EUA. Outra proibição definitiva é a de armas de brinquedo ou acessórios que “possam fazer os outros espectadores se sentirem desconfortáveis”, nas palavras da equipe da AMC. Em contrasta a estas medidas, outra rede importante de cinemas nos EUA, a Regal, rejeitou a ideia de que “Coringa” possa inspirar ataques violentos. “Não acreditamos que o conteúdo ou a existência de um filme possa ser causa ou sinal de violência”, disseram porta-vozes da rede em comunicado. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiras na próxima quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Ator de Supernatural entra no Arrowverso em papel importante

    27 de setembro de 2019 /

    O ator Osric Chau, conhecido pelo papel do profeta Kevin Tran em “Supernatural”, entrou no Arrowverso. Ele terá o que os produtores chamam de uma “pequena” participação no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. O detalhe é que o personagem é importante e pistas sugerem que ele pode ser integrado em “Legends of Tomorrow”. Chau viverá Ryan Choi, professor de física da Universidade de Ivy Town, que descobre que possui um papel fundamental a desempenhar na vindoura crise. Os mais atentos devem lembrar que o nome do personagem foi citado na 5ª temporada de “The Flash”, como o designer do anel futurista que Nora deu a seu pai, Barry. Nos quadrinhos da DC Comics, Ryan Choi é um gênio adolescente que usa seus conhecimentos para se transformar em super-herói. Ninguém menos que o novo Elektron (Atom, no original em inglês), depois que Ray Palmer desaparece no microverso durante a história de “Renascimento” (Rebirth). Ele também se torna membro da Liga da Justiça. Neste sentido, vale lembrar que o intérprete de Ray Palmer, o ator Brandon Routh, anunciou que ele e sua esposa Courtney Ford, que vive Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. O Arrowverso já substituiu super-heróis anteriormente, casos de Nuclear e Canário Negro. Além disso, a expectativa é que “Crise nas Infinitas Terras” resulte em fatalidades. O crossover irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” na rede americana The CW. A história deve ser exibida no Brasil em janeiro pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Brandon Routh volta a se vestir de Superman para o crossover do Arrowverso

    27 de setembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou a primeira foto oficial do ator Brandon Routh de volta ao uniforme de Superman. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele viverá o herói no crossover “Crise das Infinitas Terras”, que irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” – quinteto também conhecido como Arrowverso – na rede americana. O ator interpretará uma versão mais velha do Superman, como demonstram os cabelos que começam a embranquecer. Curiosamente, Brandon Routh já faz parte do Arrowverso como Ray Palmer, o Elekton (Atom, no original em inglês), um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”. Além disso, esse universo televisivo já tem um Superman, vivido por Tyler Hoechlin. E o detalhe é que esses dois personagens também participarão do crossover. A explicação é que o Superman de Brandon Routh virá de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas, que também mostrará a versão do herói da série “Smallville”. O Superman envelhecido é um personagem clássico do multiverso. Ele pode ser lembrado pelos leitores mais antigos de quadrinhos como o herói da Terra 2, mas os mais jovens talvez só conheçam sua existência da minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme envergado por Routh até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer de 2006. A oportunidade foi comemorada pelo ator. Entretanto, ele também compartilhou uma má notícia, dando a entender que Ray Palmer será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. Outra pequena informação (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso.

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    Redes de cinema dos EUA proíbem máscaras e acessórios nas sessões de Coringa

    27 de setembro de 2019 /

    Duas das maiores redes de cinemas dos Estados Unidos, a Landmark Theaters e a AMC Theaters, resolveram tomar precauções extras para as sessões de “Coringa”, filme sobre o vilão do Batman, que tem deixado as autoridades americanas em estado de alerta. Desde sua exibição no Festival de Veneza, o longa tem causado polêmica por sua suposta romantização do personagem do Coringa, retratado como um “incel” perigoso e bem-sucedido, que usa táticas de terrorismo para levar caos a Gotham City. Um memorando interno do FBI sugere que a trama poderia inspirar ataques violentos. Diante do perigo, as duas redes resolveram proibir a entrada em sessões de espectadores usando máscaras, pinturas faciais ou “qualquer objeto que esconda o rosto”. A Landmark também não permitirá o uso de fantasias. Outra proibição definitiva é a de armas de brinquedo ou acessórios que “possam fazer os outros espectadores se sentirem desconfortáveis”, nas palavras da equipe da AMC. Em contrasta a estas medidas, outra rede importante de cinemas nos EUA, a Regal, rejeitou a ideia de que “Coringa” possa inspirar ataques violentos. “Não acreditamos que o conteúdo ou a existência de um filme possa ser causa ou sinal de violência”, disseram porta-vozes da rede em comunicado. Representantes da Regal frisaram, no entanto, que estão sempre em contato com policiais e serviços de emergência para alguma eventualidade que aconteça em suas sessões. Vale lembrar que loucos e terroristas domésticos também vão ao cinema, e todo essa divulgação sobre supostos gatilhos existentes em “Coringa” pode aumentar o incentivo para ataques. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiras na próxima quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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