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    A Lenda de Tarzan acerta mais que erra na renovação do personagem clássico

    15 de agosto de 2016 /

    Criado em 1912 por Edgar Rice Burroughs, Tarzan é um personagem representante de uma mentalidade da virada do século 19 para o 20, que opunha selvageria e civilização a partir dos conceitos europeus em voga na época. Assim, o personagem atraía fascínio pela mistura destas oposições: o “selvagem” Tarzan e a “civilizada” Jane, seu grande amor e possibilidade de fazê-lo reencontrar a nobreza de sua família. Mais do que isso, Tarzan reinava sobre os animais e africanos enquanto nobre inglês branco. Mesmo criado por macacos e desconhecendo sua origem, o personagem parecia ter uma genética superior, algo que o faria naturalmente especial no ambiente da selva fabular que Burroughs imaginou sem nunca ter ido à África. Ao tentar atualizar o personagem, “A Lenda de Tarzan” toma certos cuidados para não cair nos estereótipos do início do século passado, mas não consegue fugir daquilo que é o cerne do personagem: é o homem branco que vai liderar e salvar os africanos de um destino cruel. Se por esse lado não há novidades, por outro o filme insere um personagem negro – e americano (Samuel L. Jackson, de “Os Vingadores”) – para ser o braço direito do protagonista e tenta fazer de Jane (Margot Robbie, de “Esquadrão Suicida”) uma mocinha que não esteja em perigo. São propostas importantes para deixar um personagem anacrônico em consonância com os novos tempos, mas o resultado é desequilibrado: o personagem de Jackson nunca está à altura dos feitos do protagonista e Jane, apesar de se mostrar forte e decidida, acaba sendo sempre o par romântico que precisa ser salvo pelo herói. Mas apesar das ressalvas o filme diverte e funciona bem em se propor como uma espécie de continuação para a história que todas já conhecem. Quando encontramos Tarzan pela primeira vez, ele não é o senhor das selvas, mas o lorde John Clayton, já “civilizado”, de volta ao castelo de sua família. Uma armadilha arquitetada pelo explorador de diamantes Leon Rom (Christoph Waltz, de “Django Livre”, fazendo o mesmo vilão divertido de sempre) leva o personagem-título de volta à África e ao seu reencontro com sua verdadeira natureza. David Yates usa paletas sombrias para contar a história, mas não se decide entre o realismo e o fantasioso. Parece haver dois filmes em “A Lenda de Tarzan”, um primeiro e mais interessante que se propõe a ser um épico sóbrio (dentro do possível, claro) sobre as dualidades de um homem criado em meio aos animais; e um segundo que mais lembra um filme de super-herói da Marvel. Algumas piadinhas e frases de efeito também não funcionam e parecem deslocadas neste filme, que pende para lados diferentes de acordo com o que roteiro precisa. Trazendo um clímax que abusa de efeitos digitais sem empolgar muito, “A Lenda de Tarzan” dá um novo sopro de vida ao personagem e consegue torná-lo interessante para as novas gerações, sem fazê-lo perder suas características essenciais. Mas enquanto fóssil perdido do tempo, representante de uma era passada e ultrapassada, Tarzan, o personagem, é mais interessante do que seu próprio filme. E a interpretação acima da média de Alexander Skarsgard (da série “True Blood”) ajuda muito neste sentido, trazendo imponência e complexidade para que acreditemos nesta figura deslocada no tempo e espaço. “A Lenda de Tarzan” está longe de ser perfeito, mas consegue em grande medida cumprir sua promessa de aventura como as matinês de antigamente.

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    Esquadrão Suicida sofre forte queda de arrecadação, mas mantém 1º lugar nos EUA

    14 de agosto de 2016 /

    “Esquadrão Suicida” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas em seu segundo fim de semana. Mas os rendimentos de US$ 43,7 milhões representam uma queda de 67% em relação à arrecadação da semana passada. Trata-se de um dos maiores declínios já registrados por uma adaptação de quadrinhos nos cinemas dos EUA e do Canadá, repetindo a trajetória de “Batman vs. Superman”, que caiu 69% em seu segundo fim de semana. Por outro lado, o filme dos supervilões ultrapassou os US$ 220 milhões no mercado doméstico em dez dias, chegando a US$ 465,3 milhões em todo o mundo. Isto representa o dobro da arrecadação de outras superproduções atualmente no Top 10 americano, como “Jason Bourne” e “Star Trek: Sem Fronteiras”, em cartaz há mais tempo. O novo “Star Trek”, por sinal, ameaça dar grande prejuízo, se seu lançamento internacional não decolar em setembro. Para o “Esquadrão” evitar o suicídio da franquia, basta dobrar os valores atuais. Não é tarefa tão difícil quanto a enfrentada por Jason Bourne e a tripulação da nave Enterprise, que podem ter chegado numa encruzilhada em relação a novas continuações. Entre as estreias da semana, a animação adulta “Festa da Salsicha” surpreendeu pelo desempenho acima do esperado, com US$ 33,6 milhões em seus primeiros três dias. A Sony assegura que a produção custou apenas US$ 19 milhões, o que significa grande lucro à vista. Com uma premissa inusitada, o desenho acumula piadas sexuais de duplo sentido, centrando sua história num grupo de salsichas que descobre o destino das comidas após saírem dos supermercados: serem devoradas por humanos carnívoros. Escrita e produzida por Seth Rogen (“Vizinhos”) e com participação de vários comediantes famosos na dublagem, a animação chega aos cinemas brasileiros só daqui a um mês, em 15 de setembro, e nem sequer começou a ser oficialmente divulgada pela Sony Pictures do Brasil. Completando o Top 3, a fantasia da Disney “Meu Amigo, Dragão” ficou abaixo da expectativa do estúdio, com apenas US$ 21,52 milhões em seu primeiro fim de semana. Remake de um clássico infantil de 1977, o filme agradou à crítica (86% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas não conseguiu mobilizar o público, apesar da falta de lançamentos com censura livre desde julho nos EUA. Em compensação, seu orçamento foi relativamente baixo, em comparação com as demais fantasias do estúdio lançadas nos últimos anos. Realizado por US$ 65 milhões, o filme tende a se pagar no mercado internacional. A estreia no Brasil está marcada para 29 de setembro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 43,7 milhões Total EUA: US$ 222,8 milhões Total Mundo: US$ 465,3 milhões 2. Festa da Salsicha Fim de semana: US$ 33,6 milhões Total EUA: US$ 33,6 milhões Total Mundo: US$ 36,2 milhões 3. Meu Amigo, O Dragão Fim de semana: US$ 21,52 milhões Total EUA: US$ 21,5 milhões Total Mundo: US$ 26,6 milhões 4. Jason Bourne Fim de semana: US$ 13,6 milhões Total EUA: US$ 126,7 milhões Total Mundo: US$ 246,1 milhões 5. Perfeita É a Mãe! Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 71,4 milhões Total Mundo: US$ 85 milhões 6. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 335,9 milhões Total Mundo: US$ 592,6 milhões 7. Star Trek: Sem Fronteiras Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 139,6 milhões Total Mundo: US$ 211,2 milhões 8. Florence – Quem É Esta Mulher? Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 6,5 milhões Total Mundo: US$ 7 milhões 9. Virei um Gato Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 13,5 milhões Total Mundo: US$ 14 milhões 10. Quando as Luzes se Apagam Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 61,1 milhões Total Mundo: US$ 98 milhões

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    Animais Fantásticos e Onde Habitam: Veja primeira foto de Ezra Miller como jovem bruxo

    13 de agosto de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou a primeira foto do ator Ezra Miller (o Flash da “Liga da Justiça”) no filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, spin-off da franquia “Harry Potter”. Na trama, ele interpreta um jovem bruxo tímido, solitário e manipulável chamado Clarence Barebone, que é filho adotivo de Mary-Lou Barebone (papel de Samantha Morton, de “Cosmópolis”), fundadora da Sociedade Filantrópica de Nova Salém. Ele compartilha a imagem com o personagem de Colin Farell (série “True Detective”), Percival Graves, o Diretor de Segurança do Congresso de Magia dos EUA, que o influencia. Não está claro qual sua importância para a trama, pois diversos detalhes estão mantidos em segredo. “Parece a CIA”, chegou a comparar Miller, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. O filme marca a estreia de J.K. Rowling, criadora do universo mágico de “Harry Potter”, como roteirista de cinema, e gira em torno de Newt Scamander, um mago britânico de Hogwarts que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O personagem é vivido por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) e o elenco também inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), entre outros. Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Mulher Maravilha: Diretora defende filme contra “besteiras inventadas”

    13 de agosto de 2016 /

    A polêmica carta aberta de uma suposta ex-funcionária da Warner Bros., que denuncia a incompetência do estúdio e adianta que a produção de “Mulher-Maravilha” é um novo “desastre”, fez com que a diretora do longa, Patty Jenkins, fosse ao Twitter defender seu filme. Na primeira de suas publicações, ela disse “Wow! Acabei de ver notícias sobre MM ter problemas. Estão falando sério? Isso é pura besteira inventada. Inventada! Alguém apresente uma fonte”. E continuou: “Vocês não podem, porque isso é totalmente falso! Não acreditem no barulho vazio. Alguém está tentando divulgar uma desinformação grave!”. Em mais três tuítes, a diretora foi ainda mais firme, dizendo que, depois da estreia, todos verão que tudo não passou de uma mentira maldosa. “Só quando se está intimamente envolvido se sabe o quanto esses rumores são totalmente falsos. Mas deixem-me tranquilizar vocês… Zero sobre o filme que estamos fazendo tem sido chamado de desastre por qualquer pessoa do meio”, esbravejou. “O verdadeiro laço da verdade, o tempo, em breve revelará a falsidade desta carta. Mas é lamentável que algo com uma agenda tão transparente ganhe repercussão”, concluiu. Como a própria diretor diz, a confirmação só virá em junho de 2017, quando “Mulher-Maravilha” chegar aos cinemas.

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    Suposta ex-funcionária da Warner afirma que filme da Mulher Maravilha é outro desastre

    12 de agosto de 2016 /

    O fracasso consecutivo dos filmes da Warner inspiraram uma carta aberta, supostamente assinada por uma ex-funcionária usando um pseudônimo, que desanca o estúdio e seu CEO, Kevin Tsujihara, por insistir nos mesmos erros e ter os mesmos resultados ruins, filme após filme, revelando, ao final, que “Mulher-Maravilha” é outra bomba esperando estourar. Publicada no site Pajiba, a carta de Gracie Law (nome da personagem de Kim Cattrall em “Os Aventureiros do Bairro Proibido”) ataca a falta de rumo do estúdio, que vem causando demissões em série pelas péssimas decisões tomadas nos últimos anos. “Um monte de fãs podem estar com raiva (e com razão), porque estão destruindo personagens que a gente ama, mas isso é um pouco mais pessoal para mim. Veja, eu sou uma ex-funcionária da Warner Bros”, ela afirma, lembrando que, apesar de o fracasso de “O Homem de Aço” ter causado várias demissões em 2014, o estúdio recompensou o diretor Zack Snyder com filmes de orçamentos ainda mais caros. E “Batman vs. Superman” tampouco deu o retorno esperado. “Zack Snyder não está dando resultados. Ele está sendo punido? Ele está sendo recompensado com mais oportunidades de fazer mais pessoas serem demitidas”, ela desabafa, dizendo que isso era uma verdadeira lição de vida: “Quem está por cima estraga tudo e quem está embaixo é que sofre”. Para ela, o problema não se resume aos filmes da DC. E ela lista uma relação considerável de fracassos: “O Destino de Jupiter”, “O Durão”, “Max”, “Férias Frustradas”, “Pan”, “Caçadores de Emoção: Além do Limite”… “As pessoas perdem seus empregos e você decide que ‘Pan’ era uma boa ideia. Você acha que realizar outro ‘Mogli’ (depois da Disney) é uma boa ideia”, escreve a ex-funcionária na carta para Tsujihara. Revelando que acabara de sair de uma sessão de “Esquadrão Suicida”, ela assume que foi motivada a escrever pela raiva de ver como o estúdio conseguiu estragar o filme que poderia resgatá-lo da mediocridade. “O que vocês estão fazendo?”, lamentou, culpando a Warner por “arruinar completamente personagens que os fãs estão desesperados para amar.” A pá de cal vem na revelação sobre o próximo lançamento da DC Comics. “Quem sabe ‘Mulher Maravilha’ não seja um desastre tão grande. Mas não se enganem com o bom trailer, as pessoas dentro da produção já estão dizendo que as coisas estão horríveis”. Atualmente em pós-produção, “Mulher-Maravilha” tem estreia prevista para junho de 2017.

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  • Série

    Legends of Tomorrow: Nova Vixen ilustra pôster individual da série

    12 de agosto de 2016 /

    A rede americana CW divulgou um novo pôster da série “Legends of Tomorrow”, que destaca individualmente a nova integrante da equipe de super-heróis. Trata-se de Vixen, interpretada por Maisie Richardson-Sellers, que viveu a bruxa Eva Sinclair na série “The Originals” e teve uma pequena participação em “Star Wars: O Despertar da Força”. Como a intérprete original da personagem (Megalyn Echikunwoke, que dubla Vixen na websérie animada e apareceu como a heroína na série “Arrow”) tem a agenda lotada, os roteiristas vão usar o artifício da viagem no tempo, presente na premissa de “Legends of Tomorrow”, para justificar a troca da atriz, trazendo do passado a “jovem avó” de Mari McCabe – a Vixen dos dias atuais. Assim, Maisie viverá Amaya Jiwe, uma mulher do século 20. Ambas as personagens compartilham os mesmos poderes, derivados de um totem capaz de dar habilidades de qualquer animal selvagem para quem o possui. A 2ª temporada estreia em 13 de outubro na rede americana CW. No Brasil, a série é exibida no canal pago Warner.

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  • Série

    Rita Lee vira alienígena em nova série brasileira

    11 de agosto de 2016 /

    A cantora Rita Lee vai comprovar que é de outro mundo numa nova série da TV brasileira. Ela vai interpretar um alienígena em “Manual para se Defender de Aliens, Ninjas e Zumbis”, produção de André Moraes (“Entrando Numa Roubada”) para o canal pago Warner. Moraes queria que ela interpretasse um papel maior, da avó de um dos protagonistas. Mas Rita preferiu uma participação especial como um dos principais vilões da história: o alien Grão Mestre e Chanceller. A produção, inclusive, já divulgou uma foto do personagem (acima). Na série, três amigos nerds se unem para combater a ameaça de uma aliança entre aliens, ninjas e zumbis para conquistar o planeta Terra e escravizar a raça humana. A produção é estrelada por Michel Joelsas (“Que Horas Ela Volta?”), Daphne Bozaski (série “Experimentos Extraordinários) e Thalles Cabral (novela “Amor à Vida”), que para enfrentar os perigos contam com a ajuda do músico André Abujamra (“Durval Discos”), como o mestre da resistência humana, e do manual que dá título ao programa. Com 13 episódios, a série foi gravada em locações de São Paulo, entre maio e julho deste ano. Rita gravou sua pequena participação no início de julho, no topo do prédio da Câmara Municipal de São Paulo. A estreia vai acontecer ainda este ano, mas ainda não foi marcada pelo canal Warner.

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    Aquaman vai enfrentar o vilão Arraia Negra em seu filme solo

    10 de agosto de 2016 /

    O site The Wrap revelou quem será o vilão do filme solo do Aquaman. Segundo apurou a publicação, o Rei de Atlântida irá combater seu arqui-inimigo Arraia Negra (também chamado de Manta Negra na tradução nacional). Trata-se simplesmente do responsável por decepar a mão direita do herói. A especulação já existia desde uma foto compartilhada por Zack Snyder sobre os bastidores do filme da “Liga da Justiça”. Na imagem, ele aparecia ao lado de Jason Momoa, intérprete de “Aquaman”, mas o que chamava mais atenção era o que está ao fundo: os figurinos dos heróis. Entre os uniformes e um retrato que aparentava ser de Mera (a esposa do Aquaman, vivida por Amber Heard), havia um traje negro, que alimentou especulações sobre a participação do vilão. Arraia Negra foi criado em 1967 pela dupla Bob Haney e Nick Cardy, mas só foi ganhar uma origem em 1993, como uma criança sequestrada, abusada e forçada a trabalhar em um navio. Após pedir ajuda a Aquaman e não ser visto por ele, o jovem matou seus raptores e se libertou, transformando-se anos depois no maior criminoso dos sete mares. Desde então, esta história já ganhou duas revisões completamente diferentes. “Aquaman” será dirigido por James Wan (“Velozes e Furiosos 7”) e tem estreia marcada apenas para julho de 2018.

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    Esquadrão Suicida: Diretor confirma que filme teve “seis ou sete” montagens diferentes

    10 de agosto de 2016 /

    O diretor David Ayer confirmou, em entrevista à revista Empire, que foram realizadas múltiplas versões de “Esquadrão Suicida”. O filme realmente passou por várias montagens diferentes, desde a primeira apresentação para públicos-teste. “Honestamente, foram feitas seis ou sete versões diferentes do filme”, ele contou, ressaltando que nenhuma delas com censura para maiores. “Você pode fazer um filme ter censura R (para maiores de 17 anos) facilmente. Basta colocar alguns palavrões e alguém fumando um cigarro, mas não acredito que seja isso que os fãs querem ver, quando falam em versão para maiores. Sempre foi PG-13 (maiores de 13). Esta é uma decisão que se toma antes do inicio das filmagens.” Ele detalhou as primeiras versões testadas e reprovadas do filme. “Anteriormente, tínhamos uma versão linear do começo ao fim. Começávamos com June na caverna, e depois contávamos a história de cada um dos vilões e suas prisões”, contou. “Depois, tivemos uma versão em que eles estão sentados em suas celas e se lembram do passado, de tudo o que aconteceu com eles. Mas essas versões confundiam um pouco o público-teste, que ficou desorientado, sem saber quem acompanhar e em que prestar atenção”. “Foi aí que bolamos a montagem que você vê no filme, com Amanda Waller apresentando o dossiê de cada um dos personagens”, concluiu, apelidando a versão exibida como a “Versão Dossiê”. Depois de Jared Leto dizer que o material cortado daria um filme solo do Coringa, o diretor jogou água fria nos que gostariam de ver uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida é a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Ou seja, ele compartilhou e aceitou cada sugestão de modificação feita em conjunto com os produtores e o estúdio – inclusive a montagem realizada pela equipe que criou o trailer. Ayer não contou se a questão da censura chegou a ser considerada, tendo em vista que “Esquadrão Suicida” foi filmado após o sucesso de “Deadpool”, lançado com censura R, e após a produção de “Wolverine 3” informar que também visaria um público mais velho. Além disso, a própria Warner lançou uma versão R de “Batman vs. Superman” em Blu-ray, e o resultado agradou muito mais que a edição cinematográfica.

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    Esquadrão Suicida: Diretor revela que Robin foi assassinado pelo Coringa

    10 de agosto de 2016 /

    O diretor David Ayer acabou com a especulação sobre um detalhe de “Esquadrão Suicida” tão relevante quanto o papel de Jena Malone em “Batman vs. Superman”. Afinal, quem matou Robin? Assim como na saga em quadrinhos “Morte em Família”, o assassino foi mesmo o Coringa. Fãs tinha concluído, por conta própria, que o personagem, que não apareceu em nenhum filme do universo compartilhado da DC, teria sido morto pela Arlequina – graças a um rápido vislumbre na ficha corrida da criminosa, em “Esquadrão Suicida”. Mas não foi nada disso. O diretor chegou até a revelar que, após o assassinato, Batman basicamente arrebentou a cara do Coringa e o jogou no Asilo Arkham. E foi lá que o vilão teria feito a tatuagem de “estragado” (damaged) na testa, como uma forma de dizer que ele “era bonito antes, mas o Batman estragou minha cara”, explicou Ayer, em entrevista para a revista Empire, sobre a história pregressa criada para os personagens. Agora, com as respostas, os fãs podem especular se o Robin morto é Jason Todd, como nos quadrinhos, ou Dick Grayson, o herói original, ou até mesmo algum outro substituto. Nada disso sequer foi escrito no roteiro de “Esquadrão Suicida”, filme que teve “seis ou sete montagens diferentes” e dezenas de cenas cortadas. Atualmente em cartaz nos cinemas, “Esquadrão Suicida” também teve a cara quebrada pela crítica internacional, mas conseguiu estrear no topo das bilheterias, tanto nos EUA quanto no Brasil.

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    Animais Fantásticos e Onde Habitam: Zoe Kravitz entra de última hora no spin-off de Harry Potter

    10 de agosto de 2016 /

    A atriz Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) foi incluída de última hora no filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, spin-off da franquia “Harry Potter”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela terá um pequeno papel, mas com a possibilidade de um envolvimento maior na trama da continuação, já encomendada pela Warner Bros. O filme marca a estreia de J.K. Rowling, criadora do universo mágico de “Harry Potter”, como roteirista de cinema, e gira em torno de Newt Scamander, um mago britânico de Hogwarts que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O personagem é vivido por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) e o elenco também inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Zack Snyder dirigiu cena importante de Esquadrão Suicida

    10 de agosto de 2016 /

    Muitos fãs esperavam que “Esquadrão Suicida” fosse capaz de inaugurar uma nova etapa nos filmes baseados nos quadrinhos da DC Comics. Afinal, ao contrário de “Batman vs. Superman” e o anterior “O Homem de Aço”, ele tinha a distinção de ser o primeiro sem a direção de Zack Snyder, desde que a Warner lançou seu projeto de universo compartilhado em 2013. Mas agora vem a notícia de que nem isso era inteiramente verdade. Em entrevista ao site Collider, o diretor David Ayer admitiu que Zack Snyder dirigiu uma cena importante do filme. Trata-se da participação do Flash. A sequência em que o herói prende o vilão Capitão Bumerangue (Jai Courtney) nem sequer foi filmada nos EUA, como o resto do “Esquadrão Suicida”. Ela foi rodada no set da “Liga da Justiça”, na Inglaterra, quando “Esquadrão Suicida” já tinha encerrado sua fotografia principal e estava em pós-produção. Snyder filmou Ezra Miller como Flash, aproveitando um intervalo entre as filmagens da “Liga da Justiça”. “Flash sempre esteve no filme, mas fomos sortudos porque ‘Liga da Justiça’ estava sendo filmado e eles tinham o uniforme, tinham tudo pronto, então conseguimos filmar esta sequência”, contou Ayer. Muita coisa aconteceu no filme na pós-produção, especialmente na montagem, que cortou diversas cenas – segundo Jared Leto, o suficiente para um filme solo do Coringa – , e divergiu bastante do roteiro original do diretor, por pressão dos executivos da Warner Bros., após o mau desempenho de “Batman vs. Superman” junto à crítica. O resultado foi uma estreia ainda maisvilipendiada pela crítica, que deu a “Esquadrão Suicida” uma avaliação inferior (26% de aprovação) à já péssima cotação de “Batman vs. Superman” (27%). Mesmo assim, o longa de David Ayer abriu em 1º lugar em vários países, como os EUA e o Brasil, no fim de semana passado.

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    Esquadrão Suicida: Jared Leto diz que as cenas cortadas dariam um filme solo do Coringa

    9 de agosto de 2016 /

    A montagem final do filme “Esquadrão Suicida” continua dando o que falar. Depois da revista The Hollywood Reporter apurar que a empresa que fez o trailer editou o longa-metragem, dando um tom diferente – mais alegre, colorido e superficial – para o roteiro e a filmagem do diretor David Ayer, o ator Jared Leto confirmou que seu trabalho de incorporação do Coringa foi desperdiçado. Leto demonstrou descontentamento ao falar sobre a quantidade de material que foi cortado em duas entrevistas diferentes. “Teve alguma cena que não foi cortada?”, chegou a ironizar, ao comentar a montagem para o site IGN. “Foram tantas cenas cortadas do filme, que não sei nem por onde começar”, lamentou. “Fizemos várias experimentações no set, nós exploramos muito. Há tanta coisa que nós filmamos que não está no filme. Se eu acabar morrendo em breve, é bem provável que esse material vai surgir em algum lugar. A boa notícia sobre a morte de um ator é que tudo isso acaba aparecendo”, disse, de forma mórbida. De fato, só nos trailers divulgados há duas cenas do Coringa não mostradas nos cinemas. Questionado pela BBC Radio 1 sobre o que teria motivado tantos cortes, Leto respondeu: “Acho que eu levei tanta coisa para cada cena que provavelmente foi preciso filtrar toda a loucura. Como eu queria dar várias opções, acho que provavelmente há metragem suficiente para montar um filme do Coringa. Se eu morrer amanhã, talvez o estúdio edite uma versão”, disse, retomando o tom mórbido. O ator também lamentou que a Warner não tenha lançado o filme com uma classificação etária mais alta: “Se tem um filme que deveria ter classificação adulta, deveria ser o filme sobre os vilões”. E encerrou comentando sua participação em futuras produções da DC Comics. “Isso dependerá inteiramente da resposta do público. Se eles responderem positivamente a este Coringa, eu posso imaginar o Coringa voltando, mas se não responderem bem, certamente não vou querer prolongar minha permanência no papel”.

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