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  • Filme

    Aquaman já soma US$ 261 milhões sem estrear nos Estados Unidos

    16 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” continua nadando à frente da concorrência nas bilheterias mundiais pelo segundo fim de semana consecutivo. Após a estreia avassaladora na China na semana passada, a adaptação do super-herói da DC Comics chegou em mais países na quinta (13/12), inclusive no Brasil, e atingiu marcas impressionantes de arrecadação. Ao todo, a bilheteria do filme já soma US$ 261,3M (milhões), arrecadados em 43 países. E isto sem estrear na América do Norte. O longa só chega nos Estados Unidos e no Canadá na próxima sexta (21/12). A China continua a representar a principal fonte de renda da produção. Em dez dias, o longa faturou 189,2M no país, tornando-se a segunda maior bilheteria de todos os tempos da Warner no mercado chinês. O estúdio só não celebra a conquista com maior intensidade porque recebe apenas 25% do total da bilheteria chinesa. Por isso, o faturamento doméstico ainda é crucial para definir sucesso ou fracasso de um lançamento cinematográfico. E “Aquaman” terá pela frente concorrentes de peso, que podem jogar água em sua estreia americana. O super-herói vai enfrentar os poderes combinados do marketing da Disney e da Paramount, que lançam no mesmo dia “O Retorno de Mary Poppins” e “Bumblebee”, num circuito que acaba de receber “Homem-Aranha no Aranhaverso”, da Sony. Em outras palavras, tudo pode acontecer nas bilheterias norte-americanas no próximo fim de semana.

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  • Filme

    Homem-Aranha no Aranhaverso estreia em 1º lugar com recorde na América do Norte

    16 de dezembro de 2018 /

    A animação de super-heróis “Homem-Aranha no Aranhaverso” estreou no topo das bilheterias da América do Norte neste final de semana. Elogiadíssimo pela crítica por seu roteiro divertido, visual vibrante e animação inovadora, o lançamento da Sony arrecadou US$ 35,4M (milhões) de sexta a domingo (16/12), estabelecendo um novo recorde de abertura para uma animação no mês de dezembro nos Estados Unidos e Canadá. O recorde anterior pertencia à “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez US$ 35M em dezembro de 2016. “Homem-Aranha no Aranhaverso” também se consagrou como a animação mais bem-avaliada de 2018, ao atingir 97% de aprovação na média da crítica registrada pelo site Rotten Tomatoes, à frente de “Os Incríveis 2” (94%), “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” (91%) e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (88%). E não foi só a crítica que adorou. O público deu nota A+, a maior disponível na pesquisa do CinemaScore, feita com quem assistiu ao longa nos Estados Unidos. É a primeira vez que um filme do Homem-Aranha recebe nota máxima. O filme também teve ótima recepção internacional, somando US$ 56,4M em seu lançamento mundial. Curiosamente, das quatro maiores bilheterias da semana na América do Norte, três são animações. “O Grinch” aparece em 3º lugar e “WiFi Ralph”, após liderar por três semanas consecutivas, caiu para a 4ª posição. Quem se intrometeu no meio dessas produções para crianças foi o novo drama do octagenário Clint Eastwood. “A Mula” abriu em 2º lugar, com US$ 17,2M e 63% de aprovação. O filme marca o 40º crédito de direção da carreira de Eastwood e seu primeiro trabalho como ator desde “Curvas da Vida” (2012). A decepção da semana ficou por conta da estreia de “Máquinas Mortais”. Apresentado como “novo épico dos criadores de O Senhor dos Anéis”, o filme escrito e produzido por Peter Jackson fez apenas US$ 7,5M no mercado norte-americana. Mas seu marketing foi muito mais efetivo em vender a fantasia desvairada no exterior, ajudando o montante a crescer para US$ 42,3M em todo o mundo. Destruído pela crítica, com apenas 28% de aprovação, a distopia sem elenco carismático levou um tombo maior que a Universal esperava. Agora, o estúdio faz contas para saber o tamanho do prejuízo, já que o orçamento de “Máquinas Mortais” foi milionário. Todos os três lançamentos só vão estrear em 2019 no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 35,4M Total EUA e Canadá: US$ 35,4M Total Mundo: US$ 56,4M 2. A Mula Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 17,2M Total Mundo: US$ 17,2M 3. O Grinch Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA e Canadá: US$ 239,2M Total Mundo: US$ 119,6M 4. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 154,4M Total Mundo: US$ 285,1M 5. Máquinas Mortais Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 7,5M Total Mundo: US$ 42,3M 6. Creed II Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 104,8M Total Mundo: US$ 131,8M 7. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 180,4M Total Mundo: US$ 635,9M 8. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 60,2M Total Mundo: US$ 68,2M 9. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 151,6M Total Mundo: US$ US$ 595,8M 10. Green Book Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 24,6M Total Mundo: US$ 24,8M

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  • Série

    Elenco de Gotham comemora final das gravações da última temporada da série

    16 de dezembro de 2018 /

    As gravações da 5ª e última temporada de “Gotham” foram encerradas na semana passada e a comemoração teve direito a bolo no set. A foto oficial da festa, que reuniu elenco e equipe, foi divulgada no perfil da série no Twitter, revelando que, na verdade, a celebração foi dupla. O capítulo final também será o 100º da atração. A atriz brasileira Morena Baccarin, intérprete da Dr. Leslie Thompkins, postou uma foto com mais detalhes do bolo. Veja abaixo. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A última temporada seguirá a premissa de “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), título de um crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra Gotham City sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, o isolamento era decorrência de um Terremoto, mas na série acontece após um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Os 12 episódios finais de “Gotham” começam a ser transmitidos em 3 de janeiro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil. That's a WRAP! ? Congrats to the entire cast & crew for concluding their work on #Gotham's final season with 100 episodes under their belts: https://t.co/GPg06O58lo pic.twitter.com/JfHgX27Tl7 — Gotham (@Gotham) December 14, 2018 ?? @Gotham pic.twitter.com/kYTpRhf6VR — Morena Baccarin (@missmorenab) December 12, 2018

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  • Série

    DC Universe anuncia datas das estreias de suas próximas séries de super-heróis

    16 de dezembro de 2018 /

    Com o final de “Titãs” (Titans) se aproximando, a DC Comics anunciou as datas de estreias das próximas séries de sua plataforma de streaming, DC Universe. O último episódio de “Titãs” vai ao ar na sexta (21/12). E duas semanas depois estreia “Young Justice: Outsiders”, a 3ª temporada da série animada da Justiça Jovem. Os lançamentos seguintes tiveram apenas o mês de estreia definido: “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) chega em fevereiro, “Monstro do Pântano” (Swamp Thing) em maio, “Stargirl” em agosto e a animação da “Arlequina” (Harley Quiin) em outubro. Veja abaixo a arte com os logos e as datas das atrações. Vale lembrar que a Warner fechou acordo de distribuição internacional com a Netflix, enquanto não lança seu serviço em outros países. A primeira série do negócio, “Titãs”, estreia no Brasil em 11 de janeiro. E é recomendadíssima.

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  • Série

    Filho do Hulk original vai viver super-herói da DC em nova série

    16 de dezembro de 2018 /

    Lou Ferrigno Jr., ator da série “S.W.A.T.” e filho de Lou Ferrigno (o Hulk na célebre série dos anos 1970), vai viver um super-herói da DC Comics na nova atração “Stargirl”, em desenvolvimento para a plataforma DC Universe. Seu personagem é Rex Tyler, um químico brilhante viciado em adrenalina, que desenvolve uma “vitamina” especial chamada Miraclo, capaz de lhe dar superforça uma hora por dia. Assim, ele se transforma no Homem-Hora, um dos fundadores do grupo de super-heróis Sociedade da Justiça da América, que faz o possível para equilibrar sua vida como herói e como pai. O Homem-Hora (Hourman, em inglês) foi criado por Ken Fitch e Bernard Baily em 1940, durante a Era de Ouro dos quadrinhos e já teve duas gerações representadas nos quadrinhos. Em 1985, sua identidade foi assumida por seu filho Rick Tyler, durante o evento conhecido como “Crise nas Infinitas Terras” – que é o próximo crossover das séries da DC na rede CW. O filho segue em atividade até hoje e se casou com Jesse Quick, já vista na série “The Flash”, embora com identidade diferente. Ainda há um terceiro Homem-Hora, mas este é um androide do futuro, que se sacrificou para salvar Rex Tyler de um inimigo. Curioso que a série tenha optado pelo pai (Rex) e não pelo filho (Rick), já que é o Homem-Hora mais novo que compõe a Sociedade da Justiça da época de Stargirl. Mas os produtores estão tomando bastante liberdades na adaptação desses personagens, como visto pela condensação de Sideral (Star-Spangled Kid, em inglês) e Starman num único herói. Verdade seja dita: a Sociedade da Justiça da América é o canto mais bagunçado do universo DC, graças aos reboots permanentes instituídos após “Crise nas Infinitas Terras”. Vale lembrar que o Homem-Hora original dos anos 1940 já apareceu no Arrowverso, interpretado por Patrick J. Adams (“Suits”) em dois episódios de “Legends of Tomorrow”. “Stargirl” está sendo desenvolvida por Geoff Johns, um dos criadores da série “The Flash” e que também criou a própria Stargirl nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. A super-heroína do título, por sua vez, será vivida por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. O elenco também inclui Joel McHale (“Community”) como Starman e os atores Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) em papéis não divulgados. Ainda sem previsão de estreia, “Stargirl” será lançada no serviço de streaming DC Universe após as novas séries da Patrulha do Destino e do Monstro do Pântano.

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  • Série

    Foto mostra visual uniformizado de Rajada, nova heroína da série de Raio Negro

    16 de dezembro de 2018 /

    Demorou, mas a atriz China Anne McClain vai finalmente vestir traje de super-herói na série “Black Lightning”. Sua personagem Jennifer Pierce, filha do Raio Negro, vai assumir a identidade de Rajada (Lightning) na segunda metade da 2ª temporada. E a rede CW disponibilizou a primeira imagem da heroína uniformizada. Os poderes de Jennifer, cada vez mais desenvolvidos, são uma das surpresas da nova temporada da série do Raio Negro, que encerrou a primeira metade de sua temporada nesta semana. A atração retorna com novos episódios em 21 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, os episódios são disponibilizados pela Netflix.

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  • Série

    Referências a John Diggle como Lanterna Verde vão continuar após Elseworlds

    16 de dezembro de 2018 /

    Batwoman chamou mais atenção, mas outro super-herói famoso também pode ter sido introduzido em “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Ninguém menos que o Lanterna Verde. A introdução não foi explícita. Apenas sugerida. Mas sua repercussão pode render desdobramentos que nem os produtores das séries previam, como a inclusão do herói no Arrowverso. Um dos principais easter eggs da produção ocorreu quando Superman (Tyler Hoechlin) chega na Terra 1 e cumprimenta John Diggle (David Ramsey) pelo primeiro nome como se fosse bastante íntimo, perguntando-lhe porque não estava usando seu anel. A produtora de “Arrow”, Beth Schwartz, confirmou a referência. Não só isso. Ela revelou que as alusões a John Diggle como o Lanterna Verde John Stewart vão continuar aparecendo no Arrowverso. No entanto, ela não garante que o personagem se tornará o Lanterna Verde. “Vamos continuar. Nós estamos empolgados com essa referência. Mas eu não sei o que realmente vem pela frente”, contou a showrunner, em entrevista ao site ComicBook. Na mesma entrevista, o showrunner de “The Flash”, Todd Helbing, completou a informação, revelando que não “há nada escrito” sobre o Lanterna Verde no Arrowverso. Ainda. Nos quadrinhos, Hal Jordan, o Lanterna Verde original, era o melhor amigo de Oliver Queen, o Arqueiro Verde, e os dois chegaram a dividir a mesma revista durante os anos 1970 – publicação que marcou época, ao revelar Ricardito (Speedy) como viciado em drogas. John Stewart surgiu por volta dessa época, em 1971, quando o artista Neal Adams sugeriu criar um um Lanterna Verde substituto, durante uma crise de identidade de Jordan. A decisão de tornar o personagem negro foi tomada junto com o editor Julius Schwartz. E isso fez do novo Lanterna Verde o primeiro herói negro da DC Comics, seis anos antes do lançamento do Raio Negro (protagonista da série “Black Lightning”). Originalmente, o personagem era um arquiteto. Mas sua origem foi “corrigida” nos reboots da DC para lhe dar um passado militar. Exatamente como John Diggle. Após registrar as maiores audiências das séries de super-heróis da rede CW em 2018, “Elseworlds” chega ao Brasil neste domingo (16), com exibição dos três episódios consecutivos no canal pago Warner.

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    Remake da série sci-fi Roswell ganha novo trailer, pôster e imagens dos personagens

    15 de dezembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou o pôster, uma coleção de imagens dos personagens e um novo trailer do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. Mas o elenco é repleto de atores conhecidos de séries adolescentes e sobrenaturais. A prévia revela as diversas mudanças e similaridades entre o remake e o original, ao mostrar a mesmíssima história, mas com personagens adultos. Na série clássica e nos livros que a inspiraram – “Roswell High”, de Melinda Metz – , os protagonistas eram adolescentes que frequentavam a mesma high school. Fora isso, a trama ressurge praticamente igual à série de 1999, replicando detalhes como o tiro sofrido pela protagonista, momento em que o herói alienígena se revela para salvar sua vida. Há até uma fala que remete diretamente à música-tema da antiga atração, “Here with Me”, de Dido – quando o protagonista diz “You’ve asked me what I am”, Dido responderia: “Oh I am what I am”… A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”), que afirmou ter o objetivo de atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A sinopse oficial resume: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e do ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior de bad-boy rebelde. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e “Legacies”. Ela também produz a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista apenas para 15 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Elseworlds: Super-heróis têm maior audiência do ano com crossover, que estreia domingo no Brasil

    15 de dezembro de 2018 /

    O crossover “Elseworlds” rendeu as maiores audiências das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” em 2018 nos Estados Unidos, com o episódio final registrando 2,1 milhões de telespectadores ao vivo. Contando uma história completa, a atração introduziu Batwoman (Ruby Rose), Lois Lane (Elizabeth Tullock) e o Monitor (LaMonica Garrett) no Arrowverso, e será exibida neste domingo (16/12) no Brasil. A história também funcionou como midseason finale para as três séries, que só voltarão a ter novos episódios a partir da segunda metade de janeiro. E ainda serviu de aperitivo para o próximo grande crossover dos super-heróis: “Crise nas Infinitas Terras”, anunciado nos momentos finais de “Elseworlds”.

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  • Série

    Supernatural: Jeffrey Dean Morgan vai voltar para o episódio 300 da série

    13 de dezembro de 2018 /

    O ator Jeffrey Dean Morgan (o Negan de “The Walking Dead”) vai retomar um de seus primeiros papéis importantes na televisão. Ele voltará a interpretar John Winchester, o pai de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), em “Supernatural”. A participarão acontecerá para marcar a exibição do episódio de número 300 da série. Jeffrey Dean Morgan viveu o pai dos irmãos Winchester ao longo de 12 episódios nas primeiras temporadas de “Supernatural”. Sua última aparição foi na season finale da 2ª temporada, em 2007. Depois disso, ele ainda fez uma participação vocal, gravando sua voz para um capítulo da 3ª temporada. Mas sempre disse que toparia voltar, tendo virado grande amigo de Jensen Ackles durante a produção. Não por acaso, Dean já apareceu com Lucille, o bastão de Negan, em “Supernatural”, brincando que era uma antiga arma do pai. O produtor executivo de “Supernatural, Andrew Dabb”, anunciou a participação num comunicado, adiantando também que o episódio especial terá outras surpresas. “Estamos muito animados em ter Jeffrey de volta neste episódio que é um marco e acho que os fãs vão adorar o que temos planejado para este personagem… e algumas outras aparições surpresas”. As gravações do 300º episódio estão acontecendo neste momento em Vancouver, no Canadá, mas ainda não há sinopse divulgada da história. Intitulado “Lebanon”, o episódio especial vai ao ar em 7 de fevereiro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Jeffrey Dean Morgan também poderá ser visto em fevereiro como Negan em “The Walking Dead”, que retoma a segunda metade de sua 9ª temporada na mesma semana, em 10 de fevereiro.

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  • Filme

    Aquaman inicia seu reinado nos cinemas brasileiros com estreia em 1,6 mil salas

    13 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” é a principal estreia de cinema da semana. Embalado por uma bilheteria recorde na China, o filme do super-herói chega ao Brasil uma semana antes de ser lançado nos Estados Unidos. Mas já agradou à crítica por lá, atingindo 75% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes – a segunda maior nota das adaptações dos quadrinhos da DC, atrás só de “Mulher-Maravilha”. Para manter o ímpeto, o lançamento vai acontecer em 1,6 mil salas, uma das maiores distribuições já registradas no país. Há 12 anos, este era o total de telas disponíveis em todo o território nacional. Combinação de efeitos visuais de última geração e aventura à moda antiga, o filme estrelado por Jason Momoa e diversos coadjuvantes famosos (Amber Heard, Nicole Kidman, Willem Dafoe, Patrick Wilson e até Julie Andrews!) tem direção de James Wan, mais conhecido por filmes de terror como “Invocação do Mal”, “Sobrenatural” e “Jogos Mortais”, que, entretanto, já tinha desafiado expectativas ao estourar no gênero ação com “Velozes e Furiosos 7”. Com seu monopólio de telas, a produção da Warner deixa pouco espaço para a concorrência, resultando numa das semanas de programação mais enxuta de 2018. Apenas outro filme tem distribuição razoável: “Colette”, que também caiu nas graças da crítica internacional – 87% no Rotten Tomatoes – , em particular graças à performance de Keira Knightley (“Anna Karenina”) no papel-título. O filme é uma cinebiografia da escritora francesa e ícone feminista Sidonie Gabrielle Colette, autora dos célebres romances “Chéri” (1920) e “Gigi” (1944). Mas quando a trama começa, ela é apenas uma jovem provinciana do final do século 19 que se casa com o escritor Henry Gauthier-Villars (Dominic West, da série “The Affair”), conhecido pelo nome artístico de Willy. O drama mostra sua exploração inicial, quando começa a escrever suas experiências da época da adolescência e o livro, “Claudine”, torna-se um fenômeno. Só que é creditado a Willy. Pressionada a escrever continuações e sem receber nenhum reconhecimento, Colette se rebela, o que leva à separação e à sua luta para ser reconhecida como autora. Paralelamente, a jovem também embarca em novas descobertas (bi)sexuais. E tudo isso passa a alimentar sua literatura, que se aprimora e é aclamada pela crítica, tornando sua trajetória símbolo do empoderamento e da independência feminina. Além de um prato cheio para Keira Knightley encarnar outra mulher forte, à frente de seu tempo. “Colette” também é uma homenagem do diretor Wash Westmoreland (“Para Sempre Alice”) para seu marido e parceiro artístico, Richard Glatzer, que trabalhava no roteiro na ocasião de sua morte em 2015. Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) é creditada como corroteirista. O terceiro e último longa de ficção da programação é o drama brasileiro “Intimidade entre Estranhos”, de José Alvarenga Jr. (“Dez Segundos para Vencer”), produção modesta que faria mais sentido, com outra pegada, há 30-40 anos atrás, quando o desejo sexual movimentava tramas excitantes e não relacionamentos de telenovela no cinema nacional. Fecham a lista dois documentários femininos. “Chá com as Damas” serve uma conversa agradável entre quatro estrelas veteranas do teatro e cinema britânicos – Eileen Atkins (“Paddington 2”), Judi Dench (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Joan Plowright (“As Crônicas de Spiderwick”) e Maggie Smith (“O Exótico Hotel Marigold”). E “Minas do Futebol” é um golaço. Um filme da Disney sobre a vida real e, ainda por cima, passado no Brasil. A história edificante acompanha um time feminino de futebol infantil que, inconformado por não ter um campeonato para disputar, inscreve-se na competição masculina. As jogadoras não só são aceitas na disputa, como surpreendem quando começam a vencer e vencer, até se consagrarem como campeãs do torneio. Empoderador e emocionante, o documentário do estrante Yugo Hattori é ótimo por conta própria, mas também serve de exemplo para o tipo de blockbuster infantil que o cinema comercial brasileiro deve ao grande público. Essas minas são musas. Roteiristas, inspirem-se na história delas. Confira abaixo os trailers e as sinopses dos cinco lançamentos desta quinta (13/12) nos cinemas. Aquaman | EUA | Super-Heróis Filho do humano Tom Curry (Temuera Morrison) com a atlante Atlanna (Nicole Kidman), Arthur Curry (Jason Momoa) cresce com a vivência de um humano e as capacidades meta-humanas de um atlante. Quando seu irmão Orm (Patrick Wilson) deseja se tornar o Mestre dos Oceanos, subjugando os demais reinos aquáticos para que possa atacar a superfície, cabe a Arthur a tarefa de impedir a guerra iminente. Para tanto, ele recebe a ajuda de Mera (Amber Heard), princesa de um dos reinos, e o apoio de Vulko (Willem Dafoe), que o treinou secretamente desde a adolescência. Collete | Reino Unido | Drama Colette (Keira Knightley) é uma romancista francesa que sofre com o seu casamento abusivo e com o seu parceiro que tenta ganhar créditos em cima de suas obras de maneira ilegal. Para superá-lo, ela emerge como uma grande escritora no seu país e, consequentemente, como uma candidata ao Prêmio Nobel em Literatura. Intimidade entre Estranhos | Brasil | Drama Maria (Rafaela Mandelli) acaba de se mudar para o Rio de Janeiro, com o objetivo de acompanhar Pedro (Milhem Cortaz), seu namorado, que será um dos protagonistas de uma minissérie bíblica sobre Noé. Por mais que seja carioca, o retorno à cidade não a agrada devido às lembranças que tem com o pai, já falecido. O casal se muda para um prédio cujo síndico é o jovem Horácio (Gabriel Contente), que é bem rigoroso com as regras do local. De início Maria bate de frente com ele, mas aos poucos se aproxima do vizinho. Chá com as Damas | Reino Unido | Documentário Juntas no mesmo ramo por décadas, as consagradas atrizes Eileen Atkins, Judi Dench, Joan Plowright e Maggie Smith deixam de lado os holofotes por alguns instantes para realizarem conversas intimistas, sinceras e reflexivas a respeito de suas carreiras, vidas pessoais e as influências de suas carreiras para a consolidação de uma amizade entre as quatro. Minas do Futebol | Brasil | Documentário Treinando diariamente desde a pré-adolescência para conseguir alcançar o topo do futebol feminino, um grupo de jogadoras passa por um momento inédito quando ganha um campeonato masculino disputado por times da elite brasileira como Corinthians e São Paulo. Depois de serem reveladas para o Brasil, chega a hora de finalmente brilhar.

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    Astro de Sharknado será o Demônio Azul em série da DC Comics

    12 de dezembro de 2018 /

    O ator Ian Ziering vai trocar os tubarões voadores pelos demônios coloridos. O astro da franquia “Sharknado” foi confirmado no elenco de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing), nova série derivada dos quadrinhos da DC Comics. A produção, inclusive, já divulgou um pôster de seu personagem. Ou melhor, um meta-pôster, já que ele interpreta um ator na trama. Veja abaixo. Ziering vai viver Daniel Cassidy, um ex-dublê que virou ator e ficou semi-famoso ao interpretar o Demônio Azul no cinema. A imagem divulgada é de um filme de terror fictício de Cassidy como o personagem. O Demônio Azul surgiu em 1984 e chegou a ter sua própria publicação, que durou mais de 30 edições. Desde então, ele virou figurante de luxo de várias histórias da DC, com mais proeminência na fase atual da “Liga da Justiça Sombria”. Sua origem envolve um confronto com um demônio real, que o funde com a fantasia do Demônio Azul de forma permanente, ao mesmo tempo em que lhe dá força e resistência sobre-humanas. Esta história deve preencher um dos episódios da produção, que começou a ser gravada no mês passado. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”). E seu elenco oficial incluiu Crystal Reed (a Sofia Falcone de “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason de “Sexta-Feira 13”), Jennifer Beals (da série “Taken” e do musical clássico “Flashdance”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Henderson Wade (“Extant”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”) e Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman (“Anjos da Noite”), mas ainda não há previsão para a estreia. “Monstro do Pântano” será disponibilizada na plataforma DC Universe nos Estados Unidos.

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    Astro de Community vai viver super-herói em nova série derivada de quadrinhos da DC Comics

    12 de dezembro de 2018 /

    O comediante Joel McHale, que estrelou a série “Community”, entrou no elenco de “Stargirl”, a nova série de super-heróis da plataforma DC Universe. O papel que ele vai desempenhar é… bem, a revista Variety, que deu a notícia em primeira mão, revelou ser Starman. A publicação americana afirmou que McHale viverá “Sylvester Pemberton, o Starman”, que tira seus poderes de um cetro místico capaz de desafiar a gravidade e que luta contra o crime ao lado do Listrado, cuja identidade civil, Pat Dugan, torna-se padrasto de Courtney Whitmore, a Stargirl. O problema nessa história é simples. A Variety descreveu um herói diferente do Starman, com o cetro do Starman. Sylvester Pemberton é a identidade de Sideral (Star-Spangled Kid, em inglês), parceiro do Listrado (Stripesy) na era de ouro dos quadrinhos. Criados em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, e desenhados por Hal Sherman, Sideral e Listrado foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, dois heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, eles também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se casou com a mãe de Courtney Whitmore. E a jovem resolveu assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, foi um revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Aqui é que a história fica (mais) confusa. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebe de presente o cetro de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que decide se aposentar. É quando ela assume a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e entra no grupo de heróis da Sociedade da Justiça da América. A mistura de personagens não foi culpa da Variety. Após a repercussão do “equívoco”, a DC publicou em seu site oficial que Joel McHale vai mesmo viver “Sylvester Pemberton, o Starman”. E ainda acrescentou que “provavelmente não é o Starman que você espera”. A série de “Stargirl” vai “simplificar” a origem da heroína ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, chamar Sideral de Starman, simplesmente. Na versão da série, Sylvester Pemberton se torna Starman e usa o cetro de Starman, mas o uniforme e as aventuras de seu passado são as mesmas de Sideral. Deu para entender? Isso também faz com que Stargirl não passe pelo estágio de viver Sideral. Ela já começa como Stargirl na série, ao receber o cetro do herói. Quem optou por essa narrativa foi Geoff Johns, criador da série, que também criou a própria Stargirl nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. Mesmo assim, houve reclamações pela falta de créditos ao personagem de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. A super-heroína, por sua vez, será vivida por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. Os atores Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) também estão no elenco, mas seus papéis não foram divulgados. Ainda sem previsão de estreia, “Stargirl” será lançada no serviço de streaming da editora, o DC Universe.

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