Atriz de “Corra!” entra na continuação de “Coringa”
A atriz Catherine Keener (“Corra!”) entrou no elenco de “Joker: Folie à Deux”, a continuação de “Coringa”. Seu papel não foi revelado, mas, de acordo com o Deadline, terá grande importância na trama. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com Lady Gaga como Arlequina. Além do casal, Zazie Beetz deve retornar como Sophie, a vizinha de Arthur Fleck/Coringa, e Brendan Gleeson (da franquia “Harry Potter”) interpretará outro papel não revelado na produção. O diretor Todd Phillips também retorna para trás das câmeras, que deverão ser ligadas em dezembro, visando um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deve ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu um troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir.
Brendan Gleeson entra em “Coringa 2”
O ator Brendan Gleeson (da franquia “Harry Potter”) entrou no elenco de “Joker: Folie à Deux”, a continuação de “Coringa”, num papel não revelado. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com Lady Gaga como Arlequina. Além do casal, Zazie Beetz também deve retornar como a vizinha do protagonista, Sophie. O diretor Todd Phillips também retorna para trás das câmeras, que deverão ser ligadas em dezembro, visando um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme. A revista Variety publicou que, para convencer Phoenix a atuar mais uma vez como Arthur Fleck, a Warner ofereceu-lhe um salário de US$ 20 milhões. Isto equivale a metade do orçamento completo do “Coringa” original. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deve ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. Brendan Gleeson está atualmente em Veneza para a première mundial de seu novo filme, “The Banshees of Inisherin”, que volta a reuni-lo com o ator Colin Farrell e o diretor Martin McDonagh, 14 anos após “Na Mira do Chefe” (2008).
Ezra Miller procura Warner para evitar cancelamento de “The Flash”
Após inúmeras polêmicas, o ator Ezra Miller teria procurado a Warner Bros. para uma “reunião de controle de danos” com os produtores Michael De Luca e Pam Abdy. A revelação foi feita pelo site The Hollywood Reporter, que disse que o encontro foi motivado pelo medo do ator de ver o filme “The Flash” ser cancelado por conta de sua “atenção negativa”. Ele teria se assustado com o cancelamento de “Batgirl”. Segundo o THR, o encontro ocorreu na última quarta-feira (24/8). Miller foi ao estúdio acompanhado de seu agente para reafirmar seu compromisso com o filme e pedir desculpas por suas polêmicas respingarem na produção e na empresa. O ator pronunciou-se na semana passada sobre todas as acusações de assédio, roubo, agressão e abuso que se acumulam contra ele, afirmando em comunicado que estava buscando um tratamento para “problemas complexos de saúde mental”. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto numa acusação formal de furto da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Finalmente, no começo de agosto, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro, por uma acusação de furto, e se tornou o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Quando a polícia chegou com uma intimação para o recolhimento das crianças, não encontrou a família no local. A ação foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. O pai das crianças fez várias acusações, que foram reveladas numa reportagem da revista Rolling Stone em junho. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, devido às audiências resultantes. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo.
Sinopse de “Godzilla vs. Kong 2” anuncia nova ameaça colossal
A Warner Bros. divulgou a sinopse da continuação de “Godzilla vs. Kong”, que revela uma nova ameaça “colossal” e uma história sobre as origens dos titãs. Diz o texto oficial: “Este filme segue o explosivo confronto de ‘Godzilla vs. Kong’ com uma nova aventura cinematográfica, colocando o todo-poderoso Kong e o temível Godzilla contra uma ameaça colossal escondida no interior do nosso mundo, que ameaça a própria existência de amos – e da humanidade. O novo filme épico vai mergulhar mais fundo na história desses titãs, suas origens e os mistérios da Ilha da Caveira, tudo enquanto revela a mítica batalha que ajudou a forjar estes seres extraordinários e os ligou à humanidade para sempre”. Atualmente em produção na Austrália, o filme conta com direção de Adam Wingard, que comandou “Godzilla vs. Kong”, e traz Dan Stevens (“Legion”) como novo protagonista, além de Fala Chen (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e os retornos de Brian Tyree Henry, Rebecca Hall e a menina Kaylee Hottle, vistos no primeiro filme. “Godzilla vs. Kong” faturou US$ 468 milhões nas bilheterias mundiais, mesmo sendo lançado simultaneamente em streaming nos EUA durante a segunda onda da pandemia de covid-19, em março de 2021. A estreia da continuação está marcada para 15 de março de 2024.
Diretor de “Shazam 2” indica motivo real da estreia adiada: “Avatar 2”
Depois de a Warner anunciar o adiamento da estreia de “Shazam! Fúria dos Deuses”, o diretor David F. Sandberg fez um post nas redes sociais indicando o que estava por trás da mudança. O estúdio tinha “vazado” à imprensa americana que a alteração de data tinha sido culpa de “Aquaman e o Último Reino”, que precisaria passar por um período maior de refilmagens. Com isso, a sequência de “Shazam!” foi atrasada para ocupar a data anteriormente reservada para aquele lançamento – que também sofreu adiamento. Só que Sandberg apontou que o verdadeiro culpado foi outro filme: “Avatar 2”. É que “Shazam! Fúria dos Deuses” iria estrear na mesma semana da aguardada continuação do filme de 2009 de James Cameron. Junto de um vídeo sobre o trabalho de pós-produção, Sandberg escreveu: “Fazendo a mixagem final em ‘Shazam! Fúria dos Deuses’. A nova data de lançamento é 17 de março do ano que vem. ‘Avatar 2’ pode ter dezembro, podemos ter telas IMAX. Vai ser ótimo. Mas Cameron definitivamente agora me deve um lançamento em 4K de ‘O Abismo'”. O diretor da sequência de “Shazam!” (2019) já tinha brincado anteriormente sobre o duelo com “Avatar 2”. Em março, quando a Warner anunciou que o filme seria exibido em dezembro, ele escreveu nas redes sociais: “Vamos enfrentar ‘Avatar 2’. O pobre James Cameron deve estar tremendo de medo neste momento”. Apesar do tom de brincadeira, Sandberg não escondeu um fundo de seriedade, diante do enorme desafio que precisaria encarar. Ele deve ter sido o primeiro a aprovar o adiamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por David F. Sandberg (@ponysmasher)
Filmes de “Aquaman” e “Shazam!” são adiados pela Warner
A Warner anunciou novos adiamentos nos lançamentos de “Aquaman e o Último Reino” e “Shazam! Fúria dos Deuses”. O segundo filme de “Shazam!”, que era esperado em dezembro deste ano, foi adiado em três meses e agora chegará em 17 de março de 2023. Já o segundo “Aquaman” estrelado por Jason Momoa, anteriormente previsto para março do ano que vem, foi atrasado em nove meses, ganhando nova data em 25 de dezembro de 2023. Segundo o site Deadline, as mudanças ocorreram porque “Aquaman e o Último Reino” precisará passar por um período maior de refilmagens. Com isso, a sequência de Shazam! preencherá a data anteriormente reservada para seu lançamento. A notícia deu origem a muitos rumores sobre o papel de Amber Heard na produção. O estúdio também anunciou o lançamento nos cinemas de duas produções originalmente desenvolvidas para o streaming: “House Party”, reboot de “Uma Festa de Arromba” (1990), e “Evil Dead Rise”, novo filme da franquia “Evil Dead” (iniciada em 1988), serão exibidos em 9 de dezembro de 2022 e 21 de abril de 2023, respectivamente.
Diretor de “Mãe x Androides” vai escrever novo “Batman”
O cineasta Mattson Tomlin, que dirigiu o recente “Mãe x Androides” (2021), foi confirmado como roteirista do próximo filme de “Batman”, que voltará a ser dirigido por Matt Reeves. A notícia começou a circular nesta terça (23/8) logo após Reeves assinar um contrato milionário de exclusividade com a Warner Bros. O roteirista chegou a trabalhar com Reeves no primeiro “Batman”, ajudando a resolver problemas do terceiro ato da trama, embora não tenha recebido créditos. O roteiro do filme é creditado apenas a Reeves e Peter Craig. Desta vez, porém, ele será o roteirista principal. A trama ainda não começou a ser escrita, mas espera-se que o processo tenha início nas próximas semanas. Vale lembrar que Tomlin já assinou um filme sobre pessoas superpoderosas: “Power” (2020), da Netflix. Mais recentemente, ele colaborou na história do desenho animado “A Fera do Mar” (2022), também lançado pela plataforma de streaming. Tomlin conheceu Reeves durante a produção de “Mãe x Androides”, sua estreia na direção, que foi produzida pela empresa do diretor de “Batman”. Os dois se deram muito bem e Reeves pediu seu auxílio quando precisou de ajuda no roteiro do herói de Gotham City. Depois disso, o roteirista também escreveu Batman para a DC Comics: uma minissérie chamada “Batman: The Imposter”, lançada em 2021 com críticas positivas. Ele está atualmente trabalhando em outra adaptação de quadrinhos: “BRZRKR”, baseado num título criado por Keanu Reeves para a editora Boom! Studios, que será lançada pela Netflix.
Warner fecha contrato de exclusividade com diretor de “Batman”
O cineasta Matt Reeves, responsável pelo sucesso “Batman” (2022), fechou um contrato de exclusividade com o estúdio Warner Bros. O contrato terá duração de diversos anos e dará ao estúdio a prioridade em qualquer produção desenvolvida por Reeves como roteirista, diretor ou produtor. O propósito deste contrato é tornar Reeves um diretor quase que exclusivo da Warner, assim como é o caso de Todd Phillips (“Coringa”), Clint Eastwood (“Cry Macho”) e, mais recentemente, J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). “A Warner sempre teve a tradição de ser a casa dos cineastas, Clint Eastwood sendo o mais proeminente entre eles”, disse o executivo Michael De Luca. “Queremos continuar essa tradição, especialmente com pessoas com quem tivemos sucesso. Queremos criar uma atmosfera em que tenhamos negócios repetidos com esses cineastas.” O contrato foi negociado pelos executivos De Luca e Pamela Abdy, veteranos da MGM contratados em junho passado pelo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, para conduzirem a divisão cinematográfica do estúdio. “Fazer deste lendário estúdio a minha casa é um sonho”, disse Reeves em um comunicado oficial. “Estou muito empolgado por trabalhar com Mike, Pam e Channing (Dungey, responsável pela divisão televisiva) e nossas equipes para trazer histórias cativantes pelas quais sou verdadeiramente apaixonado para a tela grande e para a tela pequena.” O destaque dado por Reeves à “tela pequena” aponta um futuro promissor para as divisões televisivas e de streaming da Warner, que vem sofrendo constantes baixas desde o anúncio do cancelamento do filme da “Batgirl”. Após esse cancelamento, houveram demissões dentro da HBO Max (propriedade da Warner Bros. Discovery) e conteúdos foram retirados do ar. Ainda assim, os projetos televisivos de Reeves estão garantidos. Ele já vinha trabalhando com o estúdio no desenvolvimento de uma série de TV focada no personagem do Pinguim (interpretado por Colin Farrell) e em outra centrada no Asilo Arkham de seu filme “Batman”. “Matt é uma das mentes mais imaginativas e criativas do ramo”, disse Channing Dungey, presidente do Warner Bros. Television Group. “Estamos ansiosos para continuar nossa parceria com a maravilhosa equipe da 6th & Idaho (produtora de Reeves) e expandir o mundo que Matt tão artisticamente criou com o filme ‘Batman’ através de nossa próxima série ‘The Penguin’.” Michael De Luca foi ainda mais longe, dizendo que “estamos fazendo um investimento em qualquer coisa que Matt sinta atração, no universo de Batman ou em outros. Ele tem um convite aberto para ir onde os seus interesses o levarem. Vamos nos apoiar no que Matt quiser fazer”, disse ele. Atualmente, Matt Reeves está trabalhando na continuação de “Batman”, que será novamente estrelada por Robert Pattinson. O filme ainda não tem previsão de lançamento.
Ator de “Superman & Lois” deixa série de forma abrupta
A série “Superman & Lois” sofreu uma baixa importante em seu elenco. O ator Jordan Elsass, intérprete de Jonathan Kent, não retornará para a 3ª temporada da atração baseada nos quadrinhos da DC Comics. A decisão foi tomada depois que Elsass, nativo do Texas, não retornou ao trabalho no prazo dado ao elenco para começar as gravações dos novos episódios em Vancouver, no Canadá. Elsass interpretava Jonathan Kent, um dos dois filhos de Clark Kent/Superman (Tyler Hoechlin) e Lois Lane (Elizabeth Tulloch). “Jordan Elsass notificou o estúdio de que não retornará a ‘Superman & Lois’ para a 3ª temporada por motivos pessoais”, disse a Warner Bros. Television em comunicado na noite de terça-feira (16/8). Como resultado, seu papel será reformulado. Não foram feitos outros comentários sobre o motivo da saída abrupta. Segundo fontes ouvidas pelo Deadline, Elsass tem lidado com sérios problemas pessoais, alguns deles possivelmente relacionados à saúde mental, que os produtores da série tomaram conhecimento. Há também informações conflitantes sobre se Elsass decidiu sair da série ou foi demitido. O status de vacinação contra Covid do ator também é desconhecido. Em fevereiro, ele publicou um Stories no Instagram em que questionava se as vacinas funcionam. Vale lembrar que o Canadá tem uma política estrita de não permitir que pessoas não vacinadas entrem no país.
Ezra Miller decide tratar seus “problemas complexos de saúde mental”
Ezra Miller, intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” e do vilão Credence Barebone em “Animais Fantásticos”, emitiu um comunicado após se envolver em várias polêmicas, informando que começou um tratamento para seus “problemas complexos de saúde mental”. Em uma declaração fornecida por um representante do ator, Miller quebrou o silêncio sobre o comportamento preocupante exibido nos últimos meses, que levou a uma série de questões legais e acusações de agressão e abuso. Miller também se desculpou por suas ações. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, diz o comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Me comprometo em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” A decisão abrupta, informada na noite de segunda-feira (15/8), foi tomada após pelo menos dois meses de esforços de sua agência de talentos, CAA, da Warner Bros e de outros colegas, amigos e familiares para Miller buscar ajuda. A virada pode ter acontecido após os problemas se tornarem acusação criminal. Na semana passada, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro por uma acusação de furto. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto na acusação formal da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.
Ezra Miller agora é suspeito em caso de desaparecimento de família
Ezra Miller, intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça”, passou a ser investigado pela Procuradoria de Vermont, nos EUA, pelo desaparecimento de uma família. O ator é o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Segundo apurou a revista americana Rolling Stone, a polícia estadual está realizando investigações e aponta que Miller pode estar escondendo o paradeiro dos quatro. De acordo com documentos judiciais obtidos pela publicação, os oficiais tentaram pelo menos duas vezes, no último fim de semana, entregar à mãe uma intimação do Ministério Público, que exigia a remoção dos jovens tanto do imóvel quanto de seus cuidados. Miller, no entanto, teria dito aos policiais que a família não morava lá há meses, o que a Procuradoria do Estado estaria encarando como uma tentativa de “fugir da intimação”. Segundo a Rolling Stone, foi durante a busca pela família desaparecida que a polícia teve acesso às evidências que levaram Miller a ser acusado de invasão e furto de várias garrafas de álcool da casa de seu vizinho em meados de maio. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da vizinhança de Miller relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar o ator. A audiência preliminar foi marcada para 26 de setembro. Uma fonte local disse à revista que vários policiais estiveram na casa de Ezra Miller na noite de terça-feira (9/8) por quase uma hora, dois dias após ele receber sua intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont sobre o caso do furto. A Rolling Stone observou que a mãe estava postando diariamente nas mídias sociais até meados de julho, quando sua conta aparentemente foi excluída. A intimação para o recolhimento das crianças foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. Várias fontes com conhecimento da situação, incluindo o pai das crianças, fizeram as acusações à Rolling Stone em uma reportagem publicada em junho. A mulher teria se mudado para a fazenda de Miller em meados de abril, depois de conhecer o ator no Havaí. Em junho, após as denúncias, ela se manifestou, dizendo que o ator estava lhe ajudando a escapar de um casamento abusivo. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto na acusação formal de furto pela polícia de Vermont. Os problemas do ator se tornaram públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do ator no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. A situação mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.
Ezra Miller filmou cenas adicionais de “The Flash” após prisão e ordens de restrição
Numa reportagem sobre o futuro dos filmes da DC na Warner Bros. Discovery, o site The Hollywood Reporter revelou que o ator Ezra Miller participou da filmagem de cenas adicionais de “The Flash” nos últimos meses, mesmo após ter sido preso no Havaí e virar alvo de ordens de restrição. De acordo com a publicação, as filmagens aconteceram “sem grandes incidentes”, ainda durante os meses do verão americano – ou seja, após junho. As denúncias contra o comportamento violento de Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto numa acusação formal de furto pela polícia de Vermont, nos EUA. Os problemas do ator se tornaram públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Em junho, veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Finalmente, no domingo (7/8) ele recebeu uma intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont para uma audiência, sob a acusação de furto de garrafas de álcool de uma casa em Vermont. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da County Road, em Stamford, relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar Miller. A audiência preliminar foi marcada para 26 de setembro. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do ator no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. A situação mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.
Ezra Miller é acusado de roubo pela polícia dos EUA
Ezra Miller está de volta ao noticiário policial. O intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” voltou a cometer um crime na vida real. Ele foi acusado de furto de garrafas de álcool de uma casa em Vermont. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da County Road, em Stamford, relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar Miller. Ele foi “finalmente localizado” às 23h23 de domingo (7/8) e recebeu uma intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont para uma audiência de acusação em 26 de setembro. Não está claro se Miller conhece os moradores da casa que foi assaltada. O B.O. cita um local de residência de Miller na mesma região – Stamford, Vermont. O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. A Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. “Estamos muito animados com eles. Nós os vimos”, disse o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, em referência a “The Flash”, “Adão Negro” e “Shazam! Fúria dos Deuses”. “Achamos que eles são incríveis e achamos que podemos torná-los ainda melhores”, afirmou, durante uma teleconferência com representantes do mercado na quinta passada (4/8). A declaração mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista – que incluem comportamento abusivo e agressão a mulheres. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.











