Warner é acusada de mentir sobre números da HBO Max
Uma ação coletiva aberta contra a Warner Bros. Discovery (WBD) na sexta (23/9) em Nova York, em nome de acionistas minoritários, alega que o conglomerado teria inflado o número de assinantes da HBO Max em até 10 milhões para ter a fusão aprovada. Segundo o site The Wrap, a ação foi feita em nome da Collinsville Police Pension Board, fundo de pensão de Illinois que se disse enganado para trocar suas ações ordinárias da WarnerMedia pelas da nova empresa e assim facilitar a coligação com a Discovery. “A WarnerMedia estava concentrando seus investimentos em streaming e ignorando suas outras linhas de negócios…”, diz o processo. “[E] exagerou o número de assinantes da HBO Max em até 10 milhões de assinaturas, incluindo como assinantes clientes da AT&T que recebiam acesso ao pacote da HBO Max de graça, mas não assinavam o serviço”. O processo nomeia David Zaslav, CEO da WBD, e o Diretor Financeiro Gunnar Wiedenfels como réus. A WBD ainda não se manifestou sobre a ação. A Discovery finalizou sua fusão com a WarnerMedia, que pertencia à AT&T, no final de abril em um acordo que movimentou US$ 43 bilhões. Com isso, HBO, HBO Max, CNN, Warner Bros., DC Films, New Line Cinema, Cartoon Network e mais empresas da antiga WarnerMedia se juntam ao Discovery Channel, Food Network, TLC, Animal Planet e Oprah Winfrey Network num novo conglomerado de mídia. Mais de 700 milhões de ações da WBD foram emitidas para os acionistas ordinários e preferenciais da Discovery no acordo da fusão, o que, segundo o processo, significa que “centenas de milhares” de pessoas poderiam se juntar à ação coletiva contra a empresa. Relatórios públicos das empresas parecem corroborar a denúncia. Em janeiro deste ano, o então CEO da WarnerMedia, Jason Killar, anunciou que a HBO Max tinha 73,8 milhões de assinantes mundiais. Mas em agosto, a WBD decidiu apresentar números diferentes ao mercado. Sem diferenciar assinantes de HBO Max e Discovery+, informou que as duas plataformas somadas tinham 92,1 milhões de assinantes. Isto apontou uma perda de 8,7 milhões de assinantes entre os dois serviços. Praticamente admitindo o problema com os números, a WBD ressaltou na ocasião que, por decisão própria, decidiu não considerar 10 milhões de assinantes que ganharam acesso a um dos serviços numa parceria promocional com a AT&T. Isto é, que ganharam a assinatura como bônus na aquisição de pacotes de internet com a empresa telefônica. É exatamente o que alega a ação.
“Não se Preocupe, Querida” estreia em 1º lugar nos EUA
“Não se Preocupe, Querida” estreou no topo nas bilheterias da América do Norte neste fim de semana, com um rendimento apenas razoável de US$ 19,2 milhões em 4.114 cinemas. Com US$ 10,8 milhões de mais de 60 mercados internacionais, o longa dirigido por Olivia Wilde teve um início global de US$ 30 milhões. O filme era o mais comentado da semana, graças a uma onda de boatos sobre seus bastidores, que tomou uma proporção como não se via há muito tempo. Isto, porém, pode ter ajudado seu lançamento, já que a crítica o considerou ruim, com apenas 38% de aprovação. O fato é que a Warner Bros. havia projetado um desempenho pior, com uma estreia de US$ 17 milhões. De todo modo, “Não se Preocupe, Querida” é uma produção muito modesta, apesar de seu elenco estelar formado por Florence Pugh, Harry Styles, Chris Pine e a própria Olivia Wilde. A produção custou US$ 35 milhões e deve dar lucro. “Estamos muito orgulhosos deste filme e satisfeitos com esses resultados, devido ao nosso modesto orçamento de produção”, disse a Warner Bros em comunicado à imprensa neste domingo (25/9). Líder da semana passada, “A Mulher Rei” caiu para o 2º lugar com US$ 11,1 milhões, chegando a um total doméstico, após 10 dias, de US$ 35,3 milhões. Em 3º lugar, o relançamento de “Avatar” somou mais US$ 10 milhões nos EUA e Canadá. Mas seu impacto foi ainda maior no exterior, com US$ 20,5 milhões de 50 países, que elevaram ainda mais seu recorde de maior bilheteria de todos os tempos – são US$ 2,84 bilhões mundiais em vendas de ingressos. Em 4º lugar, o terror “Barbarian” somou US$ 4,8 milhões em seu terceiro fim de semana. Elogiado por suas reviravoltas malucas, a produção de baixo orçamento já está dando lucro. Custou US$ 10 milhões e já gerou US$ 28,4 milhões até agora. A comédia de mistério “Veja Como Eles Correm” e outro terror, “Pearl”, disputam o 5º lugar. Ambos estão com US$ 1,9 milhão e, após duas semanas em cartaz, já renderam, respectivamente, US$ 6,1 milhões e US$ 6,65 milhões. Os três filmes mais bem colocados no ranking também estão em cartaz no Brasil. Já os demais não tem sequer previsão de lançamento nos cinemas brasileiros.
Ator de “The 100” será Capitão Bumerangue na temporada final de “The Flash”
A 9ª e última temporada de “The Flash” vai marcar a estreia de uma nova versão de um dos personagens mais tradicionais da Galeria de Vilões do herói. O ator Richard Harmon (o John Murphy de “The 100”) foi escalado como Owen Mercer, o Capitão Bumerangue. Vale lembrar Nick Tarabay (“Spartacus”) interpretou Digger Harkness, o Capitão Bumerangue anterior do Arrowverso, que foi morto na 5ª temporada de “Arrow”. Mas ele nunca cruzou com o Flash (Grant Gustin). O personagem também já apareceu no cinema, interpretado por Jai Courtney nos dois filmes do “Esquadrão Suicida”. De acordo com a descrição da rede The CW, o novo Capitão Bumerangue seria resultado das mudanças pós-Crises nas Infinitas Terras. Ele saiu recentemente da prisão de Iron Heights com contas para acertar e representará uma ameaça perigosa e violenta a Central City, a cidade do Flash. Como a temporada será mais curta, Bumerangue deve ser o principal vilão dos últimos capítulos. Após nove anos de produção, a série de super-heróis da DC Comics terminará em 2023 durante a midseason (começo do ano), com apenas 13 episódios. A 8ª temporada encerrou-se em 29 de junho como um dos programas mais assistidos da rede americana The CW do ano, com média de 1 milhão de espectadores ao vivo e uma das maiores audiências do canal nas plataformas digitais. “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração expandiu as narrativas para criar um universo compartilhado com a atração anterior, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final neste ano. Além de “The Flash”, a rede The CW vai se despedir em 2023 de outra produção de Berlanti que marcou época em sua programação: “Riverdale”. A conclusão de ambos os programas acontece em meio a vários cancelamentos e uma redução de produções originais, numa transição da programação da CW após ser vendida pelas sócias Warner Bros. TV e CBS Studios para o grupo de emissoras Nexstar no mês passado.
Revista detalha surto e seita criada por ator de “The Flash”
A revista Vanity Fair publicou uma reportagem que traz novos detalhes sobre as acusações contra Ezra Miller, intérprete do herói Flash nos filmes da DC Comics. Citando diversas fontes ligadas ao ator, o artigo se foca no comportamento e personalidade “sombria” que ele adquiriu, destacando desde o título seus “delírios messiânicos”. A reportagem descreve Miller como alguém apaixonado por armas e de comportamento controlador, que piorou após o divórcio de seus pais. Enquanto algumas pessoas próximas acreditam que ele tenha passado por um período de grande “estresse emocional”, um representante do ator nega que tenha sido somente isso, sugerindo outras questões complexas, que tiveram um efeito negativo em sua saúde mental. O ponto mais bizarro da reportagem é a revelação de um encontro na Islândia entre Miller e Jasper Young Bear, um curandeiro de 55 anos, que virou a grande influência nessa virada na vida do astro de Hollywood. O ator teria contratado o curandeiro como o seu conselheiro espiritual, e ele o teria convencido a terminar com sua namorada de anos, identificada apenas como “Erin” pela reportagem, porque ela seria uma “parasita”. Sem o apoio da namorada, Miller teria sido manipulado e convencido de que ele era o “próximo Messias”, e que maçons estavam enviando demônios para matá-lo. Com isso, teve início uma seita, em que Ezra Miller seria a figura central. Para conseguir seguidores, o ator teria se aproximado de jovens em período de vulnerabilidade, fazendo todos os tipos de promessas, além de praticar aliciamento e “lavagem cerebral”. Fontes da revista ainda dizem que o ator abusa verbal e emocionalmente daqueles ao seu redor e se refere a si mesmo, alternadamente, como Jesus e o diabo. Além disso, teria construído um altar para o personagem Flash em sua fazenda em Vermont, com diversos bonecos do herói, proclamando que o “Flash seria o responsável por juntar os multiversos como Jesus”. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Finalmente, no começo de agosto, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro, por uma acusação de furto, e se tornou o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Quando a polícia chegou com uma intimação para o recolhimento das crianças, não encontrou a família no local. A ação foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. O pai das crianças fez várias acusações, que foram reveladas numa reportagem da revista Rolling Stone em junho. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, devido às audiências na Justiça. Por conta disso, o ator teria procurado a Warner Bros. para uma “reunião de controle de danos” com os executivos Michael De Luca e Pam Abdy. A revelação foi feita pelo site The Hollywood Reporter, que disse que o encontro foi motivado pelo medo do ator de ver o filme “The Flash” ser cancelado por conta de sua “atenção negativa”. Ele teria se assustado com o cancelamento de “Batgirl”. Por enquanto, o filme segue no calendário, porque seus custos foram elevados demais e seria impossível substituir o ator em refilmagens – Miller não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Mas a Warner já teria decidido tirá-lo de novos projetos. Ezra Miller também emitiu um pedido público de desculpas por seu comportamento e prometeu entrar em terapia. Mas uma pessoa próxima, ouvida pela Vanity Fair, sustenta que ele não mudou e que só fez isso pela possibilidade de “The Flash” ser cancelado. “Se ele está fazendo terapia, então ele está apenas atuando”, disse a fonte. Ouvida pela reportagem, “Erin”, a ex-namorada, também expressou dúvidas sobre a sinceridade do ator. “Posso dar desculpas para seu comportamento o dia todo, mas não quero mais”, disse ela. “As ilusões de grandeza precisam ser desmascaradas. Eu sempre amarei Ezra e não quero que ele continue nessa estrada sombria.” “The Flash” segue com estreia marcada para 22 de junho no Brasil.
Grant Gustin faz retrospectiva de “The Flash” ao começar temporada final
As gravações da 9ª e última temporada de The Flash começam nesta semana no Canadá, e Grant Gustin ficou nostálgico com a iminência do fim da série. Ele aproveitou a ocasião para fazer uma retrospectiva, publicando no Instagram uma galeria de fotos do 1º ano da produção. “Amanhã nós começamos a filmar a última temporada de ‘The Flash’. Vou guardar as legendas longas e emocionais para mais adiante, mas afirmar que estou grato por essa jornada e o amadurecimento que ela me trouxe seria dizer pouco”, comentou ele. “Sou grato a todo mundo que ajudou a me dar essa oportunidade, e a todos os fãs da série que mostraram amor a mim e a qualquer pessoa que fez parte de ‘The Flash’ durante os anos”, completou. Depois disso, ele ainda incluiu uma última foto de alguém que “faltou” na galeria original: Greg Berlante, criadora e produtor de “The Flash”, além de mentor do “Arrowverso”, responsável por escalar Gustin no papel de Barry Allen, o Flash. “Este homem é uma das minhas pessoas favoritas para o resto da vida. Obrigado infinitamente, Greg”, legendou. Após nove anos de produção, a série de super-heróis da DC Comics terminará em 2023 durante a midseason (começo do ano), com uma temporada mais curta, com apenas 13 episódios. A 8ª temporada terminou em 29 de junho como um dos programas mais assistidos da rede americana The CW do ano, com média de 1 milhão de espectadores ao vivo e uma das maiores audiências do canal nas plataformas digitais. “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração expandiu as narrativas de super-heróis para criar um universo compartilhado, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final neste ano. Além de “The Flash”, a rede The CW vai se despedir em 2023 de outra produção de Berlanti que marcou sua programação: “Riverdale”. A conclusão de ambos os programas acontece em meio a vários cancelamentos e uma redução de produções originais, numa transição da programação da CW após ser vendida pelas sócias Warner Bros. TV e CBS Studios para o grupo de emissoras Nexstar no mês passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust)
Adão Negro enfrenta Sociedade da Justiça em novo trailer
A Warner Bros. divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Adão Negro”, que destaca o confronto entre o personagem-título, vivido por Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”), contra a Sociedade da Justiça – com direito à surra no Gavião Negro e seu dilema entre se tornar um herói ou “o destruidor deste mundo”. A dualidade do personagem tem sido bastante explorada nos quadrinhos. Vilão clássico de Shazam (desde a época do Capitão Marvel), ele passou a ser considerado um anti-herói nas publicações atuais da DC Comics. Já a Sociedade da Justiça faz sua estreia no cinema, formada por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis) e Viola Davis, retomando seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. O roteiro inicial é de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”), a direção está a cargo de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e a estreia no Brasil vai acontecer em 20 de outubro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Atriz de “Corra!” entra na continuação de “Coringa”
A atriz Catherine Keener (“Corra!”) entrou no elenco de “Joker: Folie à Deux”, a continuação de “Coringa”. Seu papel não foi revelado, mas, de acordo com o Deadline, terá grande importância na trama. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com Lady Gaga como Arlequina. Além do casal, Zazie Beetz deve retornar como Sophie, a vizinha de Arthur Fleck/Coringa, e Brendan Gleeson (da franquia “Harry Potter”) interpretará outro papel não revelado na produção. O diretor Todd Phillips também retorna para trás das câmeras, que deverão ser ligadas em dezembro, visando um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deve ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu um troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir.
Brendan Gleeson entra em “Coringa 2”
O ator Brendan Gleeson (da franquia “Harry Potter”) entrou no elenco de “Joker: Folie à Deux”, a continuação de “Coringa”, num papel não revelado. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com Lady Gaga como Arlequina. Além do casal, Zazie Beetz também deve retornar como a vizinha do protagonista, Sophie. O diretor Todd Phillips também retorna para trás das câmeras, que deverão ser ligadas em dezembro, visando um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme. A revista Variety publicou que, para convencer Phoenix a atuar mais uma vez como Arthur Fleck, a Warner ofereceu-lhe um salário de US$ 20 milhões. Isto equivale a metade do orçamento completo do “Coringa” original. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deve ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. Brendan Gleeson está atualmente em Veneza para a première mundial de seu novo filme, “The Banshees of Inisherin”, que volta a reuni-lo com o ator Colin Farrell e o diretor Martin McDonagh, 14 anos após “Na Mira do Chefe” (2008).
Ezra Miller procura Warner para evitar cancelamento de “The Flash”
Após inúmeras polêmicas, o ator Ezra Miller teria procurado a Warner Bros. para uma “reunião de controle de danos” com os produtores Michael De Luca e Pam Abdy. A revelação foi feita pelo site The Hollywood Reporter, que disse que o encontro foi motivado pelo medo do ator de ver o filme “The Flash” ser cancelado por conta de sua “atenção negativa”. Ele teria se assustado com o cancelamento de “Batgirl”. Segundo o THR, o encontro ocorreu na última quarta-feira (24/8). Miller foi ao estúdio acompanhado de seu agente para reafirmar seu compromisso com o filme e pedir desculpas por suas polêmicas respingarem na produção e na empresa. O ator pronunciou-se na semana passada sobre todas as acusações de assédio, roubo, agressão e abuso que se acumulam contra ele, afirmando em comunicado que estava buscando um tratamento para “problemas complexos de saúde mental”. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto numa acusação formal de furto da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Finalmente, no começo de agosto, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro, por uma acusação de furto, e se tornou o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Quando a polícia chegou com uma intimação para o recolhimento das crianças, não encontrou a família no local. A ação foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. O pai das crianças fez várias acusações, que foram reveladas numa reportagem da revista Rolling Stone em junho. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, devido às audiências resultantes. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo.
Sinopse de “Godzilla vs. Kong 2” anuncia nova ameaça colossal
A Warner Bros. divulgou a sinopse da continuação de “Godzilla vs. Kong”, que revela uma nova ameaça “colossal” e uma história sobre as origens dos titãs. Diz o texto oficial: “Este filme segue o explosivo confronto de ‘Godzilla vs. Kong’ com uma nova aventura cinematográfica, colocando o todo-poderoso Kong e o temível Godzilla contra uma ameaça colossal escondida no interior do nosso mundo, que ameaça a própria existência de amos – e da humanidade. O novo filme épico vai mergulhar mais fundo na história desses titãs, suas origens e os mistérios da Ilha da Caveira, tudo enquanto revela a mítica batalha que ajudou a forjar estes seres extraordinários e os ligou à humanidade para sempre”. Atualmente em produção na Austrália, o filme conta com direção de Adam Wingard, que comandou “Godzilla vs. Kong”, e traz Dan Stevens (“Legion”) como novo protagonista, além de Fala Chen (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e os retornos de Brian Tyree Henry, Rebecca Hall e a menina Kaylee Hottle, vistos no primeiro filme. “Godzilla vs. Kong” faturou US$ 468 milhões nas bilheterias mundiais, mesmo sendo lançado simultaneamente em streaming nos EUA durante a segunda onda da pandemia de covid-19, em março de 2021. A estreia da continuação está marcada para 15 de março de 2024.
Diretor de “Shazam 2” indica motivo real da estreia adiada: “Avatar 2”
Depois de a Warner anunciar o adiamento da estreia de “Shazam! Fúria dos Deuses”, o diretor David F. Sandberg fez um post nas redes sociais indicando o que estava por trás da mudança. O estúdio tinha “vazado” à imprensa americana que a alteração de data tinha sido culpa de “Aquaman e o Último Reino”, que precisaria passar por um período maior de refilmagens. Com isso, a sequência de “Shazam!” foi atrasada para ocupar a data anteriormente reservada para aquele lançamento – que também sofreu adiamento. Só que Sandberg apontou que o verdadeiro culpado foi outro filme: “Avatar 2”. É que “Shazam! Fúria dos Deuses” iria estrear na mesma semana da aguardada continuação do filme de 2009 de James Cameron. Junto de um vídeo sobre o trabalho de pós-produção, Sandberg escreveu: “Fazendo a mixagem final em ‘Shazam! Fúria dos Deuses’. A nova data de lançamento é 17 de março do ano que vem. ‘Avatar 2’ pode ter dezembro, podemos ter telas IMAX. Vai ser ótimo. Mas Cameron definitivamente agora me deve um lançamento em 4K de ‘O Abismo'”. O diretor da sequência de “Shazam!” (2019) já tinha brincado anteriormente sobre o duelo com “Avatar 2”. Em março, quando a Warner anunciou que o filme seria exibido em dezembro, ele escreveu nas redes sociais: “Vamos enfrentar ‘Avatar 2’. O pobre James Cameron deve estar tremendo de medo neste momento”. Apesar do tom de brincadeira, Sandberg não escondeu um fundo de seriedade, diante do enorme desafio que precisaria encarar. Ele deve ter sido o primeiro a aprovar o adiamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por David F. Sandberg (@ponysmasher)
Filmes de “Aquaman” e “Shazam!” são adiados pela Warner
A Warner anunciou novos adiamentos nos lançamentos de “Aquaman e o Último Reino” e “Shazam! Fúria dos Deuses”. O segundo filme de “Shazam!”, que era esperado em dezembro deste ano, foi adiado em três meses e agora chegará em 17 de março de 2023. Já o segundo “Aquaman” estrelado por Jason Momoa, anteriormente previsto para março do ano que vem, foi atrasado em nove meses, ganhando nova data em 25 de dezembro de 2023. Segundo o site Deadline, as mudanças ocorreram porque “Aquaman e o Último Reino” precisará passar por um período maior de refilmagens. Com isso, a sequência de Shazam! preencherá a data anteriormente reservada para seu lançamento. A notícia deu origem a muitos rumores sobre o papel de Amber Heard na produção. O estúdio também anunciou o lançamento nos cinemas de duas produções originalmente desenvolvidas para o streaming: “House Party”, reboot de “Uma Festa de Arromba” (1990), e “Evil Dead Rise”, novo filme da franquia “Evil Dead” (iniciada em 1988), serão exibidos em 9 de dezembro de 2022 e 21 de abril de 2023, respectivamente.
Diretor de “Mãe x Androides” vai escrever novo “Batman”
O cineasta Mattson Tomlin, que dirigiu o recente “Mãe x Androides” (2021), foi confirmado como roteirista do próximo filme de “Batman”, que voltará a ser dirigido por Matt Reeves. A notícia começou a circular nesta terça (23/8) logo após Reeves assinar um contrato milionário de exclusividade com a Warner Bros. O roteirista chegou a trabalhar com Reeves no primeiro “Batman”, ajudando a resolver problemas do terceiro ato da trama, embora não tenha recebido créditos. O roteiro do filme é creditado apenas a Reeves e Peter Craig. Desta vez, porém, ele será o roteirista principal. A trama ainda não começou a ser escrita, mas espera-se que o processo tenha início nas próximas semanas. Vale lembrar que Tomlin já assinou um filme sobre pessoas superpoderosas: “Power” (2020), da Netflix. Mais recentemente, ele colaborou na história do desenho animado “A Fera do Mar” (2022), também lançado pela plataforma de streaming. Tomlin conheceu Reeves durante a produção de “Mãe x Androides”, sua estreia na direção, que foi produzida pela empresa do diretor de “Batman”. Os dois se deram muito bem e Reeves pediu seu auxílio quando precisou de ajuda no roteiro do herói de Gotham City. Depois disso, o roteirista também escreveu Batman para a DC Comics: uma minissérie chamada “Batman: The Imposter”, lançada em 2021 com críticas positivas. Ele está atualmente trabalhando em outra adaptação de quadrinhos: “BRZRKR”, baseado num título criado por Keanu Reeves para a editora Boom! Studios, que será lançada pela Netflix.











