“Adão Negro” é “anti-divertido”, “genérico” e “incoerente”, segundo crítica internacional
O filme de super-herói “Adão Negro”, estrelado por Dwayne Johnson, estreia nesta quinta (20/10) no Brasil, mas a julgar pelas primeiras críticas publicadas, o resultado é tudo menos super. Com 77 resenhas computadas, a produção da Warner Bros. atingiu apenas 55% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. A avaliação medíocre cai ainda mais quando se considera apenas os chamados “críticos top” (imprensa tradicional), que consideraram o filme muito ruim, com somente 33% de opiniões positivas. Embora alguns elogiem o trabalho de Johnson no filme, sua presença não foi suficiente para salvar “Adão Negro”. Conforme escreveu David Fear, crítico da revista Rolling Stone, “nem mesmo o prazer de ver Johnson entrar em um modelo de sucesso de bilheteria que ele parecia destinado a dominar compensa o quão genérico, sem sabor e incoerente o filme é.” John Defore, do site The Hollywood Reporter, escreveu algo similar. Segundo ele, “Adão Negro” é uma paixão pessoal de Dwayne Johnson que “serve bem ao personagem, preparando-o para aventuras que esperamos que sejam menos previsíveis do que esta”. A ideia de que o filme é uma mera preparação para projetos futuros também foi uma constante entre as avaliações. O crítico Alonso Duralde, do site The Wrap, definiu o filme como “anti-divertido” e “um dos filmes mais visualmente confusos das sagas de super-heróis dos grandes estúdios, entre os efeitos especiais que são agressivamente desagradáveis e uma edição rápida que suga a alegria de cada cena de luta.” Entre as avaliações positivas, destaca-se a de Peter Debruge, do site Variety, que disse que “nem todo vilão da DC merece seu próprio filme, é claro, mas quando você tem uma personalidade de estrela na escala de Johnson, é provável que o público queira aprender de onde o personagem vem.” Assim como é comum em produções de super-heróis, existe uma discrepância grande entre as avaliações dos críticos profissionais e aquelas feitas por blogs e críticos geeks – responsáveis pelos 55% no Rotten Tomatoes. Entre estes, é possível ver comentários positivos, dizendo que o filme é divertido e repleto de ação. Mas mesmo os comentários mais entusiasmados e repletos de adjetivos também vem acompanhados de ressalvas, afirmando que a “Adão Negro” não figura entre os melhores filmes da DC. “Adão Negro” conta com a direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e vai mostrar o protagonista enfrentando o grupo de heróis conhecido como a Sociedade da Justiça, formado por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis) e Viola Davis, retomando seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. Assista abaixo ao trailer de “Adão Negro”.
“Adão Negro” precisou sofrer cortes para ser liberado para menores nos EUA
O filme “Adão Negro”, estrelado por Dwayne Johnson (“Alerta Vermelho”), teve problemas para conseguir uma classificação etária para menores nos EUA. As primeiras versões submetidas receberam a classificação indicativa “R” (para maiores de 17 anos nos EUA) devido ao seu conteúdo violento. Em entrevista ao site Collider, os produtores Beau Flynn e Hiram Garcia afirmaram que foi preciso fazer cortes no filme para conseguir diminuir a classificação. “Nós realmente queríamos ter certeza de que honraríamos o personagem de Adão Negro”, disse Garcia. “Uma das coisas pelas quais ele é conhecido é sua agressão e violência, e fazer um filme do Adão Negro que não tivesse isso simplesmente não seria autêntico. Então, sempre entramos nisso sabendo que iríamos levar o mais longe possível.” Flynn afirmou que foi preciso apresentar quatro edições diferentes do filme para a Motion Picture Association (MPA), associação responsável pela classificação, até que eles finalmente conseguiram a desejada classificação PG-13 (para maiores de 13 anos). “Tivemos que fazer muitas edições, na verdade”, disse Flynn, que ainda afirmou que, no corte original do filme, o personagem-título era visto matando violentamente até 10 pessoas diferentes. A produção reduziu esse número para cerca de cinco, como forma de garantir uma classificação mais branda. “Há alguns ótimos momentos em que o Adão Negro está numa sequência de perseguição de bicicleta voadora e derruba um dos soldados da gangue”, disse Flynn. “Depois, há outro grande momento… Mas você precisa ter esses momentos, e são eles que se lembra nesses filmes, sabe o que quero dizer? Você não pode só fazer o convencional. E acho que temos quatro ou cinco desses momentos. Em um ponto, tínhamos cerca de dez, mas conseguimos encontrar algum meio termo com a MPA a respeito disso.” “Adão Negro” conta com a direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e vai mostrar o protagonista enfrentando o grupo de heróis conhecido como a Sociedade da Justiça, formado por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis) e Viola Davis, retomando seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. O filme tem estreia marcada para esta quinta (20/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Assista abaixo ao trailer de “Adão Negro”.
Ezra Miller se declara inocente de acusação de furto
O ator Ezra Miller (“Liga da Justiça”) se declarou inocente das acusações de furto perante o tribunal de Vermont, nos EUA, nessa segunda (17/10). Acusado ter invadido uma casa e furtado várias garrafas de bebida, o ator pode pegar até 26 anos de prisão se for condenado. O ator é acusado de invadir uma residência em Stamford, Vermont, em 1º de maio. Na ocasião, imagens das câmeras de segurança levaram a polícia até Miller. Segundo a acusação de furto, as garrafas custavam cerca de US$ 900. A pena pena máxima para este crime é de um ano de prisão e multa de US$ 1 mil. O maior problema para o ator é o crime de invasão de propriedade, que tem outra multa penal de até de US$ 1 mil, mas um tempo máximo de 25 anos de prisão. “Ezra Miller se declarou nesta manhã inocente de uma acusação de invasão e uma acusação de pequeno furto no Tribunal Superior de Vermont e aceitou as condições impostas pelo tribunal de não entrar em contato ou entrar na casa dos habitantes”, declarou Lisa B. Shelkrot, advogada de Miller. “Ezra gostaria de agradecer o amor e o apoio que recebeu de sua família e amigos, que continuam sendo uma presença vital em sua saúde mental.” O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Em agosto, Miller pediu desculpas por seu comportamento e começou um tratamento de saúde mental. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, disse Miller em comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Estou comprometido em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” O tratamento seria uma exigência da Warner Bros., que enfrenta um dilema em relação ao filme “The Flash” já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. Mas há planos para tirá-lo do papel em próximas produções. Miller teria regravado cenas do filme após as confusões. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.
Dwayne Johnson planeja filme de Adão Negro contra Superman
O ator Dwayne Johnson estaria trabalhando para ver uma luta entre o Adão Negro, personagem que ele interpreta no vindouro filme homônimo, e o Superman. Em entrevista ao site CinemaBlend, Johnson contou que esse “foi o objetivo” de ele ter feito o filme. “Eu venho dizendo há algum tempo que há uma nova era no Universo DC que está prestes a começar”, disse Johnson. “E o que eu quis dizer com isso foi a ideia de apresentar um novo personagem. Não é uma sequência, não é um propriedade intelectual já existente. Foi… você sabe, Adão Negro. Dois anos atrás, o mundo não tinha ideia de quem ele era. Nós tínhamos, mas não o resto das massas lá fora. O que eu realmente quis dizer com ‘Esta é uma nova era no Universo DC’ é ouvir os fãs. E fazendo o nosso melhor para dar aos fãs o que eles querem.” Johnson explicou que a luta entre os personagens é um desejo dos fãs há anos. “Eu estava esperando que alguém se aproximasse e se dirigisse aos fãs e dissesse: ‘Ei, nós ouvimos vocês’. Então, finalmente, depois de muitos meses se transformarem em muitos anos, acabamos com o que acabamos. E todo o objetivo e intenção agora seguir para esta nova era, esse novo tempo. Agora vamos construí-lo.” A declaração coincide com boatos sobre a participação de Henry Cavill como Superman nos créditos finais de “Adão Negro”. O próprio Johnson já sugeriu que seu filme poderia determinar o futuro do Homem de Aço em comentários anteriores. Durante a Comic-Con deste ano, ele foi questionado sobre quem ganharia numa briga entre o Superman e Adão Negro, e sua resposta foi: “depende de quem estiver interpretando o Superman.” “Adão Negro” conta com a direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e vai mostrar o protagonista enfrentando o grupo de heróis conhecido como a Sociedade da Justiça, formado por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis) e Viola Davis, retomando seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. O filme tem estreia marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Margot Robbie aprova Lady Gaga como Arlequina em “Coringa 2”
A atriz Margot Robbie se disse muito animada com a perspectiva de Lady Gaga assumir o papel da Arlequina na sequência de “Coringa”, intitulada em inglês “Joker: Folie à Deux”. Robbie originou a versão live-action de Harley live-action em “Esquadrão Suicida” e reprisou o papel em “Aves de Rapina” e “O Esquadrão Suicida”. “Isso me deixa muito feliz porque eu disse desde o início que tudo que eu quero é que a Arlequina seja um desses personagens como Macbeth ou Batman, que sempre passam de grande ator para grande ator”, ela disse à MTV News em uma entrevista em vídeo. Robbie continuou: “Sinto que, em muitos casos, não há tantas personagens femininas que possam ser compartilhadas. Talvez a rainha Elizabeth I, que eu também tive a chance de fazer. Eu fiquei tipo, ‘Uau! Cate Blanchett fez a rainha Elizabeth I. Agora eu farei. É uma honra ter construído uma base forte o suficiente para que Arlequina agora possa ser um desses personagens que outros atores podem tentar interpretar. E acho que ela fará algo incrível com isso.” Embora a Warner Bros. ainda não tenha confirmado a escalação de Lady Gaga, ela se anunciou com a postagem de um teaser da produção em suas redes sociais, em que aparece dançando com Joaquin Phoenix. O ator, que venceu um Oscar por interpretar o personagem-título no primeiro “Coringa”, vai estrelar o filme ao lado de Gaga. Direção continua a cargo de Todd Phillips, que também escreveu o roteiro em parceria com Scott Silver. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deverá ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. As filmagens do segundo longa devem começar em dezembro para um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme.
Noah Centineo diz que “Adão Negro” será filme de super-herói com mais mortes
O ator Noah Centineo afirmou que o filme “Adão Negro” terá o maior número de mortes em um filme de super-herói na História. A revelação foi feita durante uma entrevista à revista Esquire. “Este filme tem dentes, embora seja uma história de super-heróis fantástica, maravilhosa, extraordinária. Me disseram que ele tem a maior contagem de corpos para um filme de super-herói até hoje. Talvez isso não seja algo bom por si mesmo, mas passa uma ideia: nós estamos questionando a moralidade dos heróis, mas não tomamos um lado. Deixamos a questão aberta”, comentou o ator, que vive um dos super-heróis do filme. Vale observar que, para superar a matança de “Vingadores: A Guerra Infinita”, “Adão Negro” terá que eliminar metade de toda a vida existente no universo – não apenas no planeta Terra, que fique claro. Mas vale dizer que já será notável se o filme da Warner destruir um país inteiro, como aconteceu em “Vingadores: A Era de Ultron”. “Adão Negro” conta com a direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e traz Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”) no papel-título. Na trama, o protagonista vai enfrentar o grupo de heróis conhecido como a Sociedade da Justiça, formado por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis) e Viola Davis, retomando seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. A estreia está marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
“Adão Negro” entra no universo da DC em novo trailer legendado
A Warner Bros. divulgou mais um trailer legendado de “Adão Negro”, que inclui o personagem vivido por Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”) no DCEU (Universo Estendido da DC Comics, na sigla em inglês. A prévia é aberta por imagens de outros super-heróis do estúdio, antes de destacar o conflito do anti-herói com a Sociedade da Justiça. Assim como Adão Negro, a Sociedade da Justiça faz sua estreia no cinema, formada por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis) e Viola Davis, retomando seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. O roteiro inicial é de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”), a direção está a cargo de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e a estreia no Brasil vai acontecer em 20 de outubro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Terror “Sorria” estreia em 1º lugar nos EUA
O novo filme de terror “Sorria” estreou no topo das bilheterias dos EUA e Canadá, com US$ 22 milhões em 3.645 cinemas. Impulsionado por críticas positivas – 75% de aprovação no Rotten Tomatoes – fez sucesso em todo o mundo, levando seu faturamento global a US$ 36,5 milhões. Como foi orçado em apenas US$ 17 milhões, o filme de estreia do diretor Parker Finn, que também foi lançado no Brasil na quinta passada (29/9), deve ser totalmente pago na segunda semana de exibição. A trama de “Sorria” acompanha uma terapeuta (Sosie Bacon, a filha de Kevin Bacon) amaldiçoada após testemunhar o suicídio de uma paciente, que dizia não suportar mais ver sorrisos horripilantes nas pessoas ao seu redor. Quando a própria médica começa a ver os sorrisos distorcidos, descobre que outros que tiveram as mesmas visões morreram após uma semana. O chefe de distribuição doméstica da Paramount chegou a elogiar o diretor, além do departamento de marketing por uma campanha viral – pessoas sorrindo como no filme foram plantadas no público de jogos de beisebol e ganharam closes durante as transmissões de TV. “É difícil abrir um conteúdo original neste mercado. Mas criamos uma mística em torno de ‘Sorria’ e fizemos uma campanha inteligente”, disse Chris Aronson em comunicado. “Este é um começo muito bom para a Parker Finn. Há um estilo neste filme que é sagaz e inteligente.” Em 2º lugar, “Não se Preocupe Querida” teve uma queda de 62% de arrecadação em seu segundo fim de semana em cartaz. Faturou US$ 7,3 milhões entre sexta e domingo (2/10) e um total de US$ 32,8 milhões em 10 dias na América do Norte. Em todo o mundo, chegou a US$ 54,7 milhões. “A Mulher Rei” ficou em 3º lugar com US$ 7 milhões – uma queda de apenas 36% – em seu terceiro fim de semana para uma receita doméstica total de quase US$ 47 milhões. Mas seu apelo é bem menor no mercado internacional, onde rendeu apenas US$ 3 milhões. A grande decepção ficou por conta da estreia de “Mais que Amigos, Friends” (“tradução” nacional de “Bros”), a primeira comédia romântica gay assumida de um grande estúdio de Hollywood. Mesmo agradando ao público (nota A no CinemaScore) e a crítica (95% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme da Universal estrelado por Billy Eichner (“American Horror Tory”) e Luke Macfarlane (“Killjoys”) ficou em 4º lugar com somente US$ 4,8 milhões em 3.350 cinemas. A maior parte da bilheteria veio de metrópoles com cena gays vibrantes, como Nova York, São Francisco e Los Angeles, mas a produção foi rejeitada em redutos conservadores – basicamente, a maior parte do sul dos EUA. A estreia de “Mais que Amigos, Friends” vai acontecer na quinta-feira (5/10) no Brasil. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA. 1 | SORRIA | 2 | NÃO SE PREOUCUPE, QUERIDA | 3 | A MULHER REI | 4 | MAIS QUE AMIGOS, FRIENDS | 5 | AVATAR |
Warner é acusada de mentir sobre números da HBO Max
Uma ação coletiva aberta contra a Warner Bros. Discovery (WBD) na sexta (23/9) em Nova York, em nome de acionistas minoritários, alega que o conglomerado teria inflado o número de assinantes da HBO Max em até 10 milhões para ter a fusão aprovada. Segundo o site The Wrap, a ação foi feita em nome da Collinsville Police Pension Board, fundo de pensão de Illinois que se disse enganado para trocar suas ações ordinárias da WarnerMedia pelas da nova empresa e assim facilitar a coligação com a Discovery. “A WarnerMedia estava concentrando seus investimentos em streaming e ignorando suas outras linhas de negócios…”, diz o processo. “[E] exagerou o número de assinantes da HBO Max em até 10 milhões de assinaturas, incluindo como assinantes clientes da AT&T que recebiam acesso ao pacote da HBO Max de graça, mas não assinavam o serviço”. O processo nomeia David Zaslav, CEO da WBD, e o Diretor Financeiro Gunnar Wiedenfels como réus. A WBD ainda não se manifestou sobre a ação. A Discovery finalizou sua fusão com a WarnerMedia, que pertencia à AT&T, no final de abril em um acordo que movimentou US$ 43 bilhões. Com isso, HBO, HBO Max, CNN, Warner Bros., DC Films, New Line Cinema, Cartoon Network e mais empresas da antiga WarnerMedia se juntam ao Discovery Channel, Food Network, TLC, Animal Planet e Oprah Winfrey Network num novo conglomerado de mídia. Mais de 700 milhões de ações da WBD foram emitidas para os acionistas ordinários e preferenciais da Discovery no acordo da fusão, o que, segundo o processo, significa que “centenas de milhares” de pessoas poderiam se juntar à ação coletiva contra a empresa. Relatórios públicos das empresas parecem corroborar a denúncia. Em janeiro deste ano, o então CEO da WarnerMedia, Jason Killar, anunciou que a HBO Max tinha 73,8 milhões de assinantes mundiais. Mas em agosto, a WBD decidiu apresentar números diferentes ao mercado. Sem diferenciar assinantes de HBO Max e Discovery+, informou que as duas plataformas somadas tinham 92,1 milhões de assinantes. Isto apontou uma perda de 8,7 milhões de assinantes entre os dois serviços. Praticamente admitindo o problema com os números, a WBD ressaltou na ocasião que, por decisão própria, decidiu não considerar 10 milhões de assinantes que ganharam acesso a um dos serviços numa parceria promocional com a AT&T. Isto é, que ganharam a assinatura como bônus na aquisição de pacotes de internet com a empresa telefônica. É exatamente o que alega a ação.
“Não se Preocupe, Querida” estreia em 1º lugar nos EUA
“Não se Preocupe, Querida” estreou no topo nas bilheterias da América do Norte neste fim de semana, com um rendimento apenas razoável de US$ 19,2 milhões em 4.114 cinemas. Com US$ 10,8 milhões de mais de 60 mercados internacionais, o longa dirigido por Olivia Wilde teve um início global de US$ 30 milhões. O filme era o mais comentado da semana, graças a uma onda de boatos sobre seus bastidores, que tomou uma proporção como não se via há muito tempo. Isto, porém, pode ter ajudado seu lançamento, já que a crítica o considerou ruim, com apenas 38% de aprovação. O fato é que a Warner Bros. havia projetado um desempenho pior, com uma estreia de US$ 17 milhões. De todo modo, “Não se Preocupe, Querida” é uma produção muito modesta, apesar de seu elenco estelar formado por Florence Pugh, Harry Styles, Chris Pine e a própria Olivia Wilde. A produção custou US$ 35 milhões e deve dar lucro. “Estamos muito orgulhosos deste filme e satisfeitos com esses resultados, devido ao nosso modesto orçamento de produção”, disse a Warner Bros em comunicado à imprensa neste domingo (25/9). Líder da semana passada, “A Mulher Rei” caiu para o 2º lugar com US$ 11,1 milhões, chegando a um total doméstico, após 10 dias, de US$ 35,3 milhões. Em 3º lugar, o relançamento de “Avatar” somou mais US$ 10 milhões nos EUA e Canadá. Mas seu impacto foi ainda maior no exterior, com US$ 20,5 milhões de 50 países, que elevaram ainda mais seu recorde de maior bilheteria de todos os tempos – são US$ 2,84 bilhões mundiais em vendas de ingressos. Em 4º lugar, o terror “Barbarian” somou US$ 4,8 milhões em seu terceiro fim de semana. Elogiado por suas reviravoltas malucas, a produção de baixo orçamento já está dando lucro. Custou US$ 10 milhões e já gerou US$ 28,4 milhões até agora. A comédia de mistério “Veja Como Eles Correm” e outro terror, “Pearl”, disputam o 5º lugar. Ambos estão com US$ 1,9 milhão e, após duas semanas em cartaz, já renderam, respectivamente, US$ 6,1 milhões e US$ 6,65 milhões. Os três filmes mais bem colocados no ranking também estão em cartaz no Brasil. Já os demais não tem sequer previsão de lançamento nos cinemas brasileiros.
Ator de “The 100” será Capitão Bumerangue na temporada final de “The Flash”
A 9ª e última temporada de “The Flash” vai marcar a estreia de uma nova versão de um dos personagens mais tradicionais da Galeria de Vilões do herói. O ator Richard Harmon (o John Murphy de “The 100”) foi escalado como Owen Mercer, o Capitão Bumerangue. Vale lembrar Nick Tarabay (“Spartacus”) interpretou Digger Harkness, o Capitão Bumerangue anterior do Arrowverso, que foi morto na 5ª temporada de “Arrow”. Mas ele nunca cruzou com o Flash (Grant Gustin). O personagem também já apareceu no cinema, interpretado por Jai Courtney nos dois filmes do “Esquadrão Suicida”. De acordo com a descrição da rede The CW, o novo Capitão Bumerangue seria resultado das mudanças pós-Crises nas Infinitas Terras. Ele saiu recentemente da prisão de Iron Heights com contas para acertar e representará uma ameaça perigosa e violenta a Central City, a cidade do Flash. Como a temporada será mais curta, Bumerangue deve ser o principal vilão dos últimos capítulos. Após nove anos de produção, a série de super-heróis da DC Comics terminará em 2023 durante a midseason (começo do ano), com apenas 13 episódios. A 8ª temporada encerrou-se em 29 de junho como um dos programas mais assistidos da rede americana The CW do ano, com média de 1 milhão de espectadores ao vivo e uma das maiores audiências do canal nas plataformas digitais. “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração expandiu as narrativas para criar um universo compartilhado com a atração anterior, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final neste ano. Além de “The Flash”, a rede The CW vai se despedir em 2023 de outra produção de Berlanti que marcou época em sua programação: “Riverdale”. A conclusão de ambos os programas acontece em meio a vários cancelamentos e uma redução de produções originais, numa transição da programação da CW após ser vendida pelas sócias Warner Bros. TV e CBS Studios para o grupo de emissoras Nexstar no mês passado.
Revista detalha surto e seita criada por ator de “The Flash”
A revista Vanity Fair publicou uma reportagem que traz novos detalhes sobre as acusações contra Ezra Miller, intérprete do herói Flash nos filmes da DC Comics. Citando diversas fontes ligadas ao ator, o artigo se foca no comportamento e personalidade “sombria” que ele adquiriu, destacando desde o título seus “delírios messiânicos”. A reportagem descreve Miller como alguém apaixonado por armas e de comportamento controlador, que piorou após o divórcio de seus pais. Enquanto algumas pessoas próximas acreditam que ele tenha passado por um período de grande “estresse emocional”, um representante do ator nega que tenha sido somente isso, sugerindo outras questões complexas, que tiveram um efeito negativo em sua saúde mental. O ponto mais bizarro da reportagem é a revelação de um encontro na Islândia entre Miller e Jasper Young Bear, um curandeiro de 55 anos, que virou a grande influência nessa virada na vida do astro de Hollywood. O ator teria contratado o curandeiro como o seu conselheiro espiritual, e ele o teria convencido a terminar com sua namorada de anos, identificada apenas como “Erin” pela reportagem, porque ela seria uma “parasita”. Sem o apoio da namorada, Miller teria sido manipulado e convencido de que ele era o “próximo Messias”, e que maçons estavam enviando demônios para matá-lo. Com isso, teve início uma seita, em que Ezra Miller seria a figura central. Para conseguir seguidores, o ator teria se aproximado de jovens em período de vulnerabilidade, fazendo todos os tipos de promessas, além de praticar aliciamento e “lavagem cerebral”. Fontes da revista ainda dizem que o ator abusa verbal e emocionalmente daqueles ao seu redor e se refere a si mesmo, alternadamente, como Jesus e o diabo. Além disso, teria construído um altar para o personagem Flash em sua fazenda em Vermont, com diversos bonecos do herói, proclamando que o “Flash seria o responsável por juntar os multiversos como Jesus”. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Finalmente, no começo de agosto, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro, por uma acusação de furto, e se tornou o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Quando a polícia chegou com uma intimação para o recolhimento das crianças, não encontrou a família no local. A ação foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. O pai das crianças fez várias acusações, que foram reveladas numa reportagem da revista Rolling Stone em junho. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, devido às audiências na Justiça. Por conta disso, o ator teria procurado a Warner Bros. para uma “reunião de controle de danos” com os executivos Michael De Luca e Pam Abdy. A revelação foi feita pelo site The Hollywood Reporter, que disse que o encontro foi motivado pelo medo do ator de ver o filme “The Flash” ser cancelado por conta de sua “atenção negativa”. Ele teria se assustado com o cancelamento de “Batgirl”. Por enquanto, o filme segue no calendário, porque seus custos foram elevados demais e seria impossível substituir o ator em refilmagens – Miller não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Mas a Warner já teria decidido tirá-lo de novos projetos. Ezra Miller também emitiu um pedido público de desculpas por seu comportamento e prometeu entrar em terapia. Mas uma pessoa próxima, ouvida pela Vanity Fair, sustenta que ele não mudou e que só fez isso pela possibilidade de “The Flash” ser cancelado. “Se ele está fazendo terapia, então ele está apenas atuando”, disse a fonte. Ouvida pela reportagem, “Erin”, a ex-namorada, também expressou dúvidas sobre a sinceridade do ator. “Posso dar desculpas para seu comportamento o dia todo, mas não quero mais”, disse ela. “As ilusões de grandeza precisam ser desmascaradas. Eu sempre amarei Ezra e não quero que ele continue nessa estrada sombria.” “The Flash” segue com estreia marcada para 22 de junho no Brasil.
Grant Gustin faz retrospectiva de “The Flash” ao começar temporada final
As gravações da 9ª e última temporada de The Flash começam nesta semana no Canadá, e Grant Gustin ficou nostálgico com a iminência do fim da série. Ele aproveitou a ocasião para fazer uma retrospectiva, publicando no Instagram uma galeria de fotos do 1º ano da produção. “Amanhã nós começamos a filmar a última temporada de ‘The Flash’. Vou guardar as legendas longas e emocionais para mais adiante, mas afirmar que estou grato por essa jornada e o amadurecimento que ela me trouxe seria dizer pouco”, comentou ele. “Sou grato a todo mundo que ajudou a me dar essa oportunidade, e a todos os fãs da série que mostraram amor a mim e a qualquer pessoa que fez parte de ‘The Flash’ durante os anos”, completou. Depois disso, ele ainda incluiu uma última foto de alguém que “faltou” na galeria original: Greg Berlante, criadora e produtor de “The Flash”, além de mentor do “Arrowverso”, responsável por escalar Gustin no papel de Barry Allen, o Flash. “Este homem é uma das minhas pessoas favoritas para o resto da vida. Obrigado infinitamente, Greg”, legendou. Após nove anos de produção, a série de super-heróis da DC Comics terminará em 2023 durante a midseason (começo do ano), com uma temporada mais curta, com apenas 13 episódios. A 8ª temporada terminou em 29 de junho como um dos programas mais assistidos da rede americana The CW do ano, com média de 1 milhão de espectadores ao vivo e uma das maiores audiências do canal nas plataformas digitais. “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração expandiu as narrativas de super-heróis para criar um universo compartilhado, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final neste ano. Além de “The Flash”, a rede The CW vai se despedir em 2023 de outra produção de Berlanti que marcou sua programação: “Riverdale”. A conclusão de ambos os programas acontece em meio a vários cancelamentos e uma redução de produções originais, numa transição da programação da CW após ser vendida pelas sócias Warner Bros. TV e CBS Studios para o grupo de emissoras Nexstar no mês passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust)










