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    Chefe da WarnerMedia elogia talentos negros barrados no Globo de Ouro

    3 de fevereiro de 2021 /

    A chefe dos estúdios e canais da WarnerMedia, Ann Sarnoff, resolveu não passar pano para o Globo de Ouro, ao celebrar as 15 indicações obtidas pela empresa nesta quarta (3/2). Ao mesmo tempo em que citou as conquistas atingidas, ela argumentou que o Globo de Ouro precisa fazer mais para promover e celebrar histórias de artistas pouco representados em sua premiação. A WarnerMedia teve uma forte presença com seus programas e filmes, vindos da HBO, HBO Max, Warner Bros. TV e Warner Bros. Pictures, com várias indicações para títulos como “The Flight Attendant”, “Ted Lasso”, “The Undoing” e “Os Pequenos Vestígios”. “Este reconhecimento da indústria é uma prova do nosso compromisso em trazer a melhor narrativa do mundo para o público em todos os lugares. É também uma celebração da criatividade, do comprometimento e do trabalho árduo de nossos parceiros criativos e das equipes de conteúdo de toda a empresa”, escreveu Sarnoff num memorando obtido pela revista Variety. Ela elogiou sua equipe pelas conquistas, especialmente por acontecerem durante uma pandemia global que abalou Hollywood. “Tudo isso foi feito em face de circunstâncias sem precedentes que impactaram todas as partes de nossos negócios”. Entretanto, protestou pela falta de artistas negros em muitas categorias e a ausência absoluta de produções elogiadíssimas – e até premiadas – comandadas por negros. “Ao celebrarmos nossos indicados incrivelmente merecedores, devemos também reconhecer que mais trabalho precisa ser feito para que as histórias de todos os criadores e atores sejam incluídas de forma igualitária e devidamente reconhecidas”, escreveu Sarnoff. A executiva da WarnerMedia ainda fez questão de citar conteúdos da empresa com artistas negros que foram subestimados ou totalmente ignorados pelos 80 eleitores do Globo de Ouro. “Honramos os elencos de ‘Judas e o Messias Negro’, ‘I May Destroy You’ e ‘Lovecraft Country’ por suas incomparáveis ​​performances individuais e coletivas no ano passado”, acrescentou Sarnoff. O memorando vem à tona após vários críticos americanos protestaram contra a seleção embranquecida de filmes e artistas que disputarão o Globo de Ouro 2021. Considerada a melhor série do ano passado por 9 entre 10 críticos dos EUA, “I May Destroy You”, criada, dirigida e estrelada por Michaela Coel, não foi lembrada em uma categoria sequer. “Lovecraft Country” emplacou uma vaga na disputa de Melhor Série de Drama, mas nenhum de seus atores foi lembrado nas listas de interpretação. “Judas e o Messias Negro”, por sua vez, concorre como Melhor Coadjuvante (Daniel Kaluuya) e Música, tendo sido considerado “um dos melhores filmes do ano” (frase que consta em seu cartaz e é justificada pelos 99% de aprovação no Rotten Tomatoes). Estes são apenas três casos que deram o que falar, e que pertencem à Warner. Vários outros títulos de representatividade negra de outros estúdios também foram barrados – incluindo “Destacamento Blood”, de Spike Lee, que não disputa prêmio algum. Em compensação, vários filmes e séries ruins com menos de 30% de aprovação, mas de criadores, produtores, diretores e atores brancos, entraram na seleção.

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  • Série

    CW renova 12 séries, incluindo Walker, Batwoman, Riverdale, Legacy e The Flash

    3 de fevereiro de 2021 /

    A rede CW manteve a tradição de anunciar uma série de renovações antecipadas para sua próxima temporada. Ao todo, o canal americano renovou 12 séries, incluindo a recém-lançada “Walker”, que garantiu sua 2ª temporada após dois episódios de grande audiência. As outras séries renovadas são “All American”, “Charmed”, “Dynasty”, “In the Dark”, “Legacy”, “Riverdale”, “Roswell, New Mexico”, “Batwoman”, “Legends of Tomorrow” e “The Flash”. A maioria dessas séries é exibida no Brasil pelos canais pago Warner e HBO. Cinco delas (“Dynasty”, “The Flash”, “In the Dark”, “Legends of Tomorrow” e “Roswell”) ainda não estrearam neste ano. As 12 atrações renovadas se juntam à “Stargirl”, que teve sua volta confirmada anteriormente. Isso deixa apenas os programas estreantes “Superman & Lois”, “Kung Fu” e “The Republic of Sarah” à espera de uma definição. Mas vale observar que a rede encomendou dois episódios adicionais de “Superman & Lois”, apostando no sucesso da série. Apesar das renovações, 2021 marcará a despedida de duas atrações do canal, as séries de super-heróis “Raio Negro” (Black Lightning) e “Supergirl”. Isto significa que a rede terá espaço para pelo menos duas novas séries novas. Nesta temporada, a CW adicionou quatro novos programas (“Kung Fu”, “Republic of Sarah”, “Walker” e “Superman & Lois”) após encerrar três (“Arrow”, “The 100” e “Supernatural”) e cancelar uma série (“Katy Keene”) no ano passado. “Embora estejamos apenas há algumas semanas na nova temporada, queríamos ter uma vantagem estratégica com essas renovações antecipadas, o que permite que nossas equipes de produção já comecem a traçar arcos de história e contratar pessoal e, ao mesmo tempo, continuar a fornecer um cronograma forte e estável para a próxima temporada”, disse o presidente da CW, Mark Pedowitz, em comunicado. “À medida que a temporada 2020-2021 da CW ganha alta velocidade, ficamos mais entusiasmados criativamente com a direção de nossos primeiros programas novos, ‘Walker’ e ‘Superman & Lois’, por isso também pedimos episódios adicionais para completar suas primeiras temporadas, e estamos particularmente satisfeitos com o enorme sucesso do lançamento de ‘Walker’, que virou nossa estreia mais assistida em cinco anos”, completou o executivo.

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  • Série

    Série do herói Raio Negro começa a se despedir com trailer da última temporada

    30 de janeiro de 2021 /

    A rede The CW divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada de “Black Lightning”, série do herói Raio Negro. A prévia já tem clima de despedida, ao explorar a decisão de Jefferson Pierce (Cress Williams) de abandonar o uniforme do herói, traumatizado pela morte de seu amigo, o policial Bill Henderson (Damon Gupton). O vídeo também apresenta um novo visual e atitude da filha caçula do herói, Jennifer (China Anne McClain), que deve aparecer menos nos próximos capítulos, após sua intérprete pedir para os produtores diminuirem seu papel. O vídeo sugere que a solução encontrada para extraí-la da trama pode ser trágica para a família Pierce. Os 13 episódios finais começam a ser exibidos em 8 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série costuma ser exibida pela Netflix.

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  • Série

    All American pode ganhar série derivada

    19 de dezembro de 2020 /

    A rede The CW está planejando mais um spin-off. A emissora que ainda se manifestou sobre os projetos já apresentados de spin-offs de “Arrow” e “The 100”, e que recentemente também encomendou pilotos de derivados de “Raio Negro” (Black Lightning) e “Nancy Drew”, deu sinal verde para a produção de um episódio de “All American” que possa ser desdobrado numa nova série. A ideia é que a série derivada acompanhe a personagem Simone Hicks, interpretada por GeffriMaya. O potencial spin-off seria introduzido em um episódio da vindoura 3ª temporada, que será dedicado a Simone, enquanto ela freqüenta uma faculdade historicamente negra. Em “All American”, a personagem é uma veterana da escola de ensino médio Beverly High, em que se passa a trama de futebol americano colegial, além de ser namorada de um dos personagens centrais, Jordan Baker (Michael Evans Behling). A 2ª temporada de “All American” se encerrou com o protagonista Spencer James (Daniel Ezra), agora campeão estadual de futebol, tendo que tomar uma decisão difícil. Ele precisa decidir se fica em Beverly Hills e joga para o treinador Billy Baker (Taye Diggs) ou volta para casa no sul de LA, reúne-se com sua mãe (Karimah Westbrook), irmão (Jalyn Hall), e joga no time de seu pai (Chad Coleman), o novo treinador do South Crenshaw Chargers. “All American” é uma produção da Warner Bros Television e da CBS Television Studios em associação com Berlanti Productions, produtora responsável por pelo menos metade dos programas da CW.

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  • Série

    Katherine McNamara diz que voltará a interpretar a Arqueira Verde

    14 de dezembro de 2020 /

    Os fãs de “Arrow” estão esperando há quase um ano por uma definição da rede The CW sobre o spin-off da série, chamado de “Green Arrow and the Canaries”. O episódio de “Arrow” que serviu de piloto para a nova atração bateu recorde de audiência nos EUA, mesmo assim o canal não anunciou a produção. Mas também não formalizou, até agora, que tinha desistido do projeto. Em entrevista ao site TVLine no fim de semana, a atriz Katherine McNamara, que interpreta Mia Smoak, a filha de Oliver Queen e a nova Arqueira Verde do Arrowverso, admitiu que também não sabe nada sobre o futuro da série, mas, no que diz respeito a sua participação, ela ainda “não terminou” de interpretar a personagem. “Eu não tenho ideia do que está no horizonte sobre a série, mas eu sei que ainda não terminei de interpretar Mia Smoak”, ela revelou. “Como você sabe, naquele universo as pessoas são trazidas de volta para participar de episódios a toda hora. Eu adoraria voltar e brincar naquele mundo.” McNamara se refere, claro, a participações especiais em outras séries da DC Comics exibidas no canal americano. Mas ela ainda tem esperança de estrelar a sua própria atração, onde poderia explorar melhor a “dualidade do personagem”. “Me entusiasma o fato de que ela tem um futuro pós-crise e conhece a linha temporal pré-crise, além de ter que lidar com a responsabilidade de substituir seu pai antes que se sinta pronta, e antes que sinta que merece esse lugar”, ela explicou.

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  • Série

    HBO Max estuda lançar séries internacionais da DC Comics

    3 de dezembro de 2020 /

    A WarnerMedia estuda usar séries regionais baseadas em quadrinhos da DC Comics para ajudar a lançar a plataforma HBO Max no mercado internacional. Casey Bloys, diretor de conteúdo da HBO e da HBO Max, revelou que está explorando a possibilidade de encomendar séries relacionadas à DC fora dos Estados Unidos, tendo com base a vasta biblioteca de títulos da editora. “Vamos trabalhar para ver o conteúdo da DC em outros países fora dos Estados Unidos”, disse ele na conferência virtual Web Summit. Bloys, que assumiu a programação do serviço de streaming em agosto, acrescentou: “Um dos grandes temas por trás da união de forças da HBO Max foi quebrar os nichos entre HBO, Warner Bros, TBS e TNT. Eu diria que outro nicho é o internacional. ” A HBO vem produzindo séries originais na Europa, América Latina e Ásia há vários anos, incluindo sucessos brasileiros como “O Negócio”, “Mandrake” e “Magnífica 70”. “Uma das coisas que vamos fazer com a Max é que todas as nossas produções internacionais irão eventualmente viver na plataforma e vamos fazer um trabalho muito melhor de coordenação entre todo o pessoal da programação na Europa, América Latina e Ásia. Portanto, se houver algo que estamos desenvolvendo que tenha um apelo internacional real, poderemos destacar isso”, acrescentou o executivo. O mesmo bate-papo reforçou os planos da empresa para implantar o serviço HBO Max na Europa e na América Latina em 2021. “Vamos e precisamos ser um serviço global. É imperativo alcançar esta escala”, disse o chefe do departamento Global da HBO Max, Andy Forssell. “O plano é estar em 190 países. Então, é apenas um questão de definir a velocidade em que poderemos fazer isso.” Sobre a possibilidade da HBO Max lançar uma série de herói brasileiro da DC, ela é mais concreta que muitos imaginam. Em desenvolvimento para a rede americana The CW, a série “Wonder Girl”, focada em Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira, pode ser disponibilizada no país com exclusividade na plataforma de streaming – e até ser coproduzida por algum estúdio nacional.

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  • Série

    David Ramsey vai voltar ao Arrowverso em “papel misterioso”

    1 de dezembro de 2020 /

    O ator David Ramsey vai voltar ao Arrowverso após o final da série “Arrow”, onde interpretava John Diggle, o Espartano. Ele vai aparecer na frente e atrás das câmeras em séries que compartilham o universo DC da rede The CW. Ramsey fechou contrato para dirigir cinco episódios de atrações produzidas por Greg Berlanti, incluindo a estreante “Superman & Lois” e também “Supergirl”. E ainda atuará em cinco episódios, provavelmente diferentes, em cada uma das séries remanescentes do Arrowverso: “Superman & Lois”, “Supergirl”, “The Flash”, “Batwoman” e “Legends of Tomorrow”. O detalhe é que ele será novamente John Diggle nas quatro primeiras aparições, mas terá um papel descrito como “misterioso” na quinta. A identidade de seu novo personagem está sendo mantida em sigilo, mas o final de “Arrow” apontou, após muitas pistas, que ele vai se tornar um Lanterna Verde. O fim daquela série também mostrou Diggle e sua família mudando-se para Metrópolis, que é a cidade onde se passa “Superman & Lois”. Outra curiosidade é que os cinco episódios que ele vai dirigir representam mais que o dobro do total de capítulos que ele comandou na carreira. Para quem não sabe, Ramsey fez sua estreia como diretor num episódio da 7ª temporada de “Arrow” e, depois disso, esteve atrás das câmeras de apenas outro capítulo da mesma série, durante a 8ª e última temporada. Ambos foram exibidos no ano passado. “Continuo maravilhado com a marca que esses programas tiveram na televisão e fui abençoado por quase uma década por fazer parte deles, tanto na frente quanto atrás das câmeras”, disse Ramsey, em comunicado. “Dizer que estou muito animado para retornar ao Berlantiverso seria um eufemismo. Mal posso esperar para continuar contando essas histórias”, concluiu, dando ao universo das séries o nome do produtor Greg Berlanti – uma sugestão, por sinal, de Stephen Amell, intérprete do falecido Arqueiro Verde.

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  • Série

    Gravações de The Flash são paralisadas após contágio de covid-19

    29 de novembro de 2020 /

    A produção da 7ª temporada de “The Flash” foi paralisada em Vancouver, no Canadá, após um integrante da equipe de produção testar positivo para covid-19. A identidade da pessoa infectada não foi revelada, mas o site Deadline apurou que é alguém próximo do núcleo central do programa, que estaria assintomático. Por conta dos rigorosos protocolos implementados pelo estúdio Warner Bros. Television, as gravações foram temporariamente suspensas. Os integrantes da produção deverão agora ficar em quarentena, enquanto a Warner faz o rastreamento de contatos da pessoa infectada. Não há informações sobre se o atraso nas gravações afetará a data de estreia da série, que tem previsão de ir ao ar em fevereiro de 2021 na rede americana The CW. No Brasil, “The Flash” é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Astros de Riverdale, Batwoman, Legacies e Nancy Drew homenageiam Supernatural

    22 de novembro de 2020 /

    A rede The CW divulgou um vídeo em que os elencos de quatro séries, representantes de sua programação, homenageiam “Supernatural”, encerrada há três dias, após 15 anos de exibição nos EUA. O registro traz atores de “Riverdale”, “Batwoman”, “Legacies” e “Nancy Drew” alternando-se em agradecimentos, aplausos, citações e reconhecimentos à série mais longeva do canal. “Vocês realmente abriram o caminho para o resto de nós e reconhecemos muito isso”, diz Cole Sprouse, à frente do elenco de “Riverdale”. Intitulado “Carry On”, o capítulo final foi exibido na noite de quinta-feira (19/11) nos EUA e dividiu opiniões, lotando as redes sociais com comentários emocionados, de quem chorou muito e também de quem ficou enraivecido pela forma como tudo acabou. A temporada final está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner com duas semanas e meia de atraso em relação à transmissão americana. Desta forma, o último capítulo da série criada por Eric Kripke chegará à programação nacional no dia 6 de dezembro.

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  • Série

    Série do herói Raio Negro vai acabar na próxima temporada

    20 de novembro de 2020 /

    A série “Black Lightning”, do herói Raio Negro, vai acabar em sua próxima temporada, que marca o quarto ano da produção. “Quando começamos a jornada ‘Black Lighting’, eu sabia que Jefferson Pierce e sua família de mulheres negras poderosas seriam uma adição única ao gênero de super-heróis”, disse o criador da série e produtor executivo Salim Akil em um comunicado. “O amor que Blerds (black nerds) e todos os fãs de quadrinhos ao redor do mundo demonstraram por essa série nas últimas três temporadas provou o que imaginamos: os negros querem se ver em todas as suas complexidades.” “Obrigado ao elenco fenomenal, escritores e equipe técnica sem os quais nada disso seria possível”, Akil continuou. “Estou incrivelmente orgulhoso do trabalho que temos feito e dos momentos que conseguimos criar para trazer a primeira família afro-americana de super-heróis da DC à vida. Sou muito grato a Peter Roth, Warner Bros. TV, Mark Pedowitz, a rede The CW e Greg Berlanti por sua parceria e apoio à minha visão em cada etapa desta jornada”, agradeceu. A notícia do final da série chega poucos dias depois da encomenda de um piloto para um spin-off potencial da série, centrado no personagem Painkiller. Akil também está escrevendo este projeto, que contará com o ator Jordan Calloway de volta ao papel que ele introduziu em “Black Lightning”. O showrunner comentou a possibilidade em seu anúncio de despedida da série principal. “Embora a 4ª temporada possa ser o fim de uma jornada, estou extremamente animado para inaugurar um novo capítulo e continuar a colaboração com a CW enquanto contamos a história de Painkiller”, ele acrescentou. Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, Black Lightning foi batizado como Raio Negro no Brasil, o que causou muita confusão entre os fãs de quadrinhos, porque este nome já identificava por aqui um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original) que também teve uma série recente na TV americana. O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série acabou optando por pular a origem do personagem, encontrando Jefferson Pierce mais de uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, quando as filhas começam a desenvolver superpoderes e teimar em buscar justiça, colocando-se em perigo, ele é levado de volta à vida de vigilante mascarado. A série é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), e Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce. Já Khalil Payne (Jordan Calloway), que pode ganhar um spin-off, começou como namorado de Jennifer, a filha mais nova da família Pierce, mas acabou sofrendo um atentado logo no começo da série, que o paralisou e o tornou amargo. Ao ganhar uma chance de voltar a andar, aceitou virar capanga do grande vilão da atração, Tobias Whale (Marvin “Krondon” Jones III), mas logo se regenerou num sacrifício por amor. Dado como morto, seu corpo foi resgatado, revivido e experimentado por uma agência secreta, que o transformou em Painkiller, um supervilão frio e sem memórias, enviado para atacar seus antigos amigos e matar a própria mãe. Mas a namoradinha poderosa conseguiu ajudá-lo a recuperar seu controle mental, embora a descoberta de seus atos tenha gerado um trauma profundo. Ao final da 3ª temporada, ele se uniu aos heróis da série para acabar com a tal agência e outros inimigos em comum. A 4ª temporada da série tem previsão de estreia no começo de 2021 nos EUA. Com o anúncio de cancelamento, “Black Lightning” se junta a “Arrow”, encerrada na 8ª temporada, e “Supergirl”, que também vai acabar na próxima temporada (a 6ª da atração), numa grande sacudida no universo de séries da DC da rede CW – que os fãs apelidaram de Arrowverso. Todas as três séries são produzidas pela Berlanti Productions, produtora de Greg Berlanti, que também produz “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Batwoman”, “Stargirl” e vai lançar “Superman and Lois” no mesmo canal em 2021.

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  • Série

    Mulher-Maravilha brasileira pode ganhar série do Arrowverso

    16 de novembro de 2020 /

    Antes mesmo de estrear nos quadrinhos, Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira, já virou tema de um projeto uma série televisiva. A rede americana CW, lar do Arrowverso, deu sinal verde para o desenvolvimento de um piloto baseado na personagem. Curiosamente, o projeto ganhou o título de “Wonder Girl”, Moça-Maravilha, que já foi usado por duas personagens diferentes nos quadrinhos: Donna Troy, que atualmente pode ser vista na série “Titans”, e Cassie Sandsmark, estrela da série animada “Young Justice” (Justiça Jovem), ambas disponibilizadas na plataforma HBO Max. Nos quadrinhos, Yara Flor não é Moça-Maravilha, mas a Mulher-Maravilha do futuro. A personagem criada por Joëlle Jones fará parte de uma nova linha editorial chamada “DC Future State” (o estado futuro da DC), que se passa muitos anos depois da morte de Bruce Wayne e também inclui um novo Batman e um novo Superman – este último será Jonathan “Jon” Kent, filho de Clark e Lois. O time criativo responsável por esse universo inclui John Ridley, roteirista que venceu o Oscar por “12 Anos de Escravidão”, e Meghan Fitzmartin, que escreve a série “Supernatural”, além de velhos favoritos dos fãs dos quadrinhos, como Brian Michael Bendis e a citada Joëlle Jones. O detalhe é que as publicações só vão ser lançadas no começo de 2021. A versão televisiva da personagem será retratada como uma Dreamer – jovem imigrante – que descende de uma guerreira amazona e um Deus brasileiro do rio Amazonas e que, ao descobrir seus superpoderes, passa a lutar contra o mal. A série será escrita por Dailyn Rodriguez (roteirista de “A Rainha do Sul”), que é filha de imigrantes cubanos, e se for aprovada será a primeira atração de super-herói protagonizada por uma latina na TV americana. O piloto será desenvolvido pela Berlanti Productions, empresa de Greg Berlanti, que responde por metade da programação atual da CW – incluindo todo o Arrowverso.

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  • Filme

    Série do herói Raio Negro pode ganhar derivado centrado em Painkiller

    12 de novembro de 2020 /

    A série “Black Lightning”, do super-herói Raio Negro, pode ganhar um spin-off. O showrunner da atração, Salim Akil, está desenvolvendo um piloto centrado no personagem Painkiller. O piloto será apresentado como um episódio comum da 4ª temporada de “Black Lightning”. Será o sétimo capítulo exibido em 2021, que terá roteiro, produção e direção de Salim Akil, centrando-se no anti-herói vivido por Jordan Calloway. A estratégia é comum na rede The CW, mas não costuma dar muito certo. A série “Supernatural” chegou a plantar dois pilotos desta forma e ambos foram recusados. Mais recentemente, um spin-off de “Arrow”, chamado “Green Arrow and the Black Canaries”, e um projeto derivado de “The 100” foram ao ar como capítulos comuns sem gerar resposta dos executivos do canal – apesar do piloto centrado na filha do Arqueiro Verde ter sido o episódio mais visto da última temporada de “Arrow”. Por outro lado, “Legacies” começou como spin-off de “The Originals”, que, por sua vez, já era um spin-off de “The Vampire Diaries”. Painkiller apareceu pela primeira vez em 1995, criado por Tony Isabella e Eddie Newell numa história em quadrinhos do Raio Negro. A adaptação televisiva tomou muitas liberdades em relação ao personagem original, rendendo um desenvolvimento cheio de idas e vindas. Khalil Payne, o namorado da filha mais nova do herói do título, acabou sofrendo um atentado logo no começo da série, que o paralisou e o tornou amargo. Ao ganhar uma chance de voltar a andar, aceitou virar capanga do vilão Tobias Whale, mas logo se regenerou num sacrifício por amor. Dado como morto, seu corpo foi resgatado, revivido e experimentado por uma agência secreta, que o transformou em Painkiller, um supervilão frio e sem memórias, enviado para atacar seus antigos amigos e matar a própria mãe. Mas a namoradinha poderosa conseguiu ajudá-lo a recuperar seu controle mental, embora a descoberta de seus atos tenha um trauma profundo. Ao final da 3ª temporada, ele se uniu aos heróis da série para acabar com a tal agência e outros inimigos em comum. Caso a série do personagem seja aprovada, vai encontrá-lo ainda atormentado, querendo distanciamento de tudo de todos, em busca de um recomeço numa nova cidade. Mas para isso precisará aprender a controlar seu lado mais sombrio, que luta para dominá-lo, adaptando sua natureza mais violenta e destrutiva para trazer justiça e não apenas dor. A 4ª temporada de “Black Lightning” tem estreia marcada para 8 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.

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  • Série

    Tiny Toons vão ganhar revival após 30 anos

    28 de outubro de 2020 /

    Depois de resgatar os “Animaniacs”, a Warner e a Amblin Television, do produtor Steven Spielberg, estão trazendo de volta Perninha, Lilica e companhia, quase 30 anos depois dos “Tiny Toons” saírem do ar. O revival dos “Tiny Toons” foi anunciado nesta quarta (28/10) para a plataforma de streaming HBO Max e também para a TV paga, pelo Cartoon Network. Exibido originalmente em três temporadas, entre 1990 e 1992, a série acompanhava versões mirins dos personagens clássicos dos “Looney Tunes”. Na nova atração, a turma vai começar uma nova fase em suas vidas, ingressando na Acme Looniversity, uma espécie de faculdade onde os desenhos mais novos “aprendem” a ser profissionais, estudando com suas contrapartes adultas, como Pernalonga e Patolino. Batizado de “Tiny Toons Looniversity”, a nova série teve duas temporadas encomendadas e trará a estreante Erin Gibson (do podcast “Throwing Shade”) como showrunner. Ela também vai produzir a atração com Nate Cash (“Hora de Aventura”), Spielberg e os produtores da Amblin. Não está claro como a distribuição funcionará entre o Cartoon Network e a HBO Max, mas o acordo representa uma nova forma encontrada pela WarnerMedia para integrar seus canais tradicionais com a plataforma, visando aumentar seu conteúdo em streaming, sem negligenciar seus outros negócios. Ainda não há previsão de estreia.

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