Awkwafina se desculpa por sotaque negro do começo da carreira e sai do Twitter
A atriz e comediante Awkwafina decidiu abandonar o Twitter após uma velha polêmica sobre seu apropriação do sotaque negro voltar aos tópicos mais comentados nos últimos dias. Antes de ficar conhecida por filmes como “Oito Mulheres e um Segredo” (2018), “Podres de Ricos” (2018), “A Despedida” (2019), “Jumanji: Próxima Fase” (2019) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), Awkwafina tentou a carreira como rapper, usando expressões associadas à fala negra (“AAVE”, sigla que significa Inglês Vernacular Afro-Americano, também conhecido como “ebonics”) e abusando de forte sotaque supostamente negro (“blaccent”). A polêmica retornou após um artigo na revista Vice, escrito por Bettina Makalintal. “Enquanto pegava emprestados elementos da cultura negra para fazer um nome para si mesma, a mulher nascida como Nora Lum performou uma série de esterótipos racistas para parecer legal. Por meio disso, ela construiu seu nome e se transformou de uma rapper viral da internet em uma atriz aclamada pela crítica.” Vale lembrar que Awkwafina nasceu e cresceu no Queens, em Nova York, um bairro classe média de grande presença negra – Run-DMC veio de lá. E ela detalha sua origem e influências numa série de sucesso, “Awkwafina Is Nora from Queens”. Diante da repercussão do artigo da Vice, ela publicou um comunicado se desculpando e anunciou sua saída do Twitter. “Existe um contexto socio-político para tudo, especialmente da comunidade negra deste país”, escreveu a atriz. “Estamos falando de um grupo afetado de forma desproporcional por políticas institucionais e pela força da lei, tudo isso enquanto vêem sua cultura sendo apropriada para ganhos monetários sem respeito por suas origens”. “Mas devo enfatizar: zombar, menosprezar ou ser indelicado de qualquer maneira possível às custas dos outros: Simplesmente. Não. É. Minha. Natureza. Nunca foi e nunca será”, continuou. “Na vida, apropriações linguísticas e a globalização da internet interpretam um papel na linha tênue entre ofensa e cultura pop”, acrescentou. “Como uma pessoa de cor não-negra, reafirmo que sempre vou ouvir e trabalhar para entender o contexto histórico do AAVE, o que é apropriado e o que não é a respeito de qualquer grupo marginalizado.” Ela atribui seu uso de “blaccent” à sua própria origem imigrante, ambiente escolar público, consumo de TV e cinema, bem como seu “respeito pelo hip-hop”. “Acho que, como grupo, os americanos asiáticos ainda estão tentando descobrir o que essa jornada significa para eles, o que é correto e onde eles não pertencem”, disse ela, “e embora eu ainda esteja aprendendo e fazendo esse trabalho pessoal, tenho certeza de que quero passar o resto da minha carreira sem fazer nada além de elevar nossas comunidades. Fazemos isso primeiro falhando, aprendendo, reconhecendo, ouvindo e tendo empatia, e continuarei incansavelmente a fazer exatamente isso.” Para completar, ela anunciou sua saída do Twitter “por alguns anos”, mas avisou que continuará presente em todas as “outras plataformas que não sugerem que eu me mate”, porque “não agredi ninguém bêbada para virar fugitiva”. pic.twitter.com/pxSLXZD2J0 — nora (@awkwafina) February 5, 2022 To Clarify: I am retiring from the ingrown toenail that is Twitter. Not retiring from anything else, even if I wanted to, and I didn’t drunkenly hit someone with a shoehorn and now escaping as a fugitive. Also am avail on all other socials that don’t tell you to kill yourself! — nora (@awkwafina) February 5, 2022
Twitter lança campanha com tuítes inspiracionais de celebridades
O Twitter lançou uma nova campanha publicitária nos EUA para exaltar a força dos tuítes positivos. O foco são postagens antigas de celebridades manifestando desejos e planos para suas carreiras, que acabaram acontecendo. As mensagens inspiracionais foram espalhadas em oito cidades dos EUA, estampando grandes painéis estáticos em locais com boa visibilidade e grande circulação. Segundo Leslie Berland, diretora de marketing do Twitter, o ponto de partida da campanha, que ganhou a hashtag #TweetItIntoExistence (algo como “tuite para acontecer”), foi um tuite de Matthew Cherry, o diretor e animador que venceu o Oscar pelo curta “Hair Love”. “Vou ser indicado ao Oscar um dia. Já estou garantindo”, ele postou em 2 de junho de 2012, manifestando seus sonhos, que viraram realidade em 9 de fevereiro de 2020. “Este foi o primeiro tuite em que ancoramos”, escreveu Leslie Berland no próprio Twitter. “A visão, a confiança, a clareza!. Obrigado, Matthew, por nos inspirar”. Matthew Cherry também se pronunciou sobre a campanha. “Manifeste seus sonhos! Não custa nada e você nunca sabe, um dia pode se tornar realidade”, ele tuitou. Outros famosos que sonharam no Twitter e conseguiram realizar seus planos foram Simu Liu, que sugeriu para a Marvel sua escalação em Shang-Chi em 2018, Megan Thee Stallion, que previu que viraria uma rapper famosa em 2014, e muitos mais, incluindo Issa Rae, Niall Horan, Demi Lovato e diversos atletas americanas. Junto dos outdoors, o Twitter está doando quase US$ 1 milhão para instituições de caridade escolhidas pelas celebridades que tiveram seus tuítes incluídos na campanha. .@MatthewACherry was the original inspo for this campaign. His was the very first tweet we anchored on. The vision, the confidence, the clarity! Thank you Matthew for inspiring us all 🙏 @LaraKate #TweetItIntoExistence https://t.co/xG0VQ4h6G4 — Leslie Berland (@leslieberland) January 18, 2022
Expulsão de Trump do Twitter é para sempre
O Twitter não permitirá que Donald Trump retorne à plataforma mesmo que se candidate novamente à Presidência dos EUA. O ex-presidente americano foi expulso do Twitter há um mês. E o CFO do Twitter, Ned Segal, confirmou em uma entrevista na quarta-feira (10/2), no programa “Squawk Box” da CNBC, que a decisão foi definitiva. “A forma como nossas políticas funcionam, quando você é removido da plataforma, você é removido, seja você um comentarista, um diretor financeiro ou um funcionário público da ativa ou ex-servidor”, disse Segal. Ele acrescentou: “Lembre-se de que nossas políticas são projetadas para garantir que as pessoas não incitem a violência e, se alguém fizer isso, temos que removê-los do serviço e nossas políticas não permitem que essas pessoas voltem”. A expulsão de Trump pelo Twitter aconteceu em 8 de janeiro, dois dias depois dele incitar uma multidão de seguidores a invadir o Congresso dos EUA, como forma de forçar sua permanência do governo, após perder as eleições para Joe Biden. Cinco pessoas morreram durante a manifestação violenta. Acusado de incitar uma insurreição, o ex-presidente enfrenta um processo de Impeachment no Senado americano desde terça (9/2).
Astro mirim de Stranger Things tem conta no Twitter hackeada
O jovem ator Noah Schnapp, que vive Will Byers em “Stranger Things”, teve sua conta do Twitter hackeada na tarde de sábado (15/8), quando foram postadas uma série de mensagens bizarras e inadequadas. O primeiro tuíte suspeito foi enviado às 18h27 horário de Brasília com a mensagem “Pensamentos suicidas…” Alguns fãs ficaram alarmados, mas outros perceberam rapidamente que a conta não estava sob o controle do ator de 15 anos de idade. Usando a conta de Schnapp, o hacker ou hackers tuitaram mensagens marcando algumas outras contas do Twitter que podem estar envolvidas. “Acabei de socar a p**** do Noah Schnapp e roubei seu telefone”, dizia uma mensagem que a conta de Schnapp retuitou. Após cerca de 30 minutos, muitos dos tuítes foram excluídos, incluindo mensagens racistas e com comentários sexuais. Schnapp ainda não se manifestou. Ele não atualiza sua conta no Twitter há quase um mês, pois vem dando preferência ao TikTok, onde tem 12,5 milhões de seguidores.
Will Poulter anuncia saída do Twitter após trollagem com seu personagem em Bandersnatch
“Black Mirror: Bandersnatch” não rendeu apenas elogios. A repercussão de sua participação no filme interativo da Netflix levou o ator Will Poulter a anunciar sua saída do Twitter. Em uma nota publicada em sua conta, o ator explicou que aceita todos os tipos de críticas em relação ao seu trabalho – e diz se sentir “genuinamente muito grato” pela atenção dedicada à sua carreira -, mas após sentir excesso de negatividade, decidiu deixar as redes sociais de lado. “Pensando na minha saúde mental, sinto que chegou a hora de mudar meu relacionamento com as mídias sociais”, resumiu, antes de concluir com uma fala do seu personagem no filme do “Black Mirror”. “Isso não é o fim. Considere como um caminho alternativo”. “Black Mirror: Bandersnatch” deu muito o que falar na internet. Enquanto muitos elogiaram o formato especial do projeto da Netflix, no qual o espectador conduz a trama até cinco finais possíveis, também houve quem visse na caracterização do ator uma forma de ofendê-lo. Poulter, que aparece no filme com o cabelo descolorido e óculos grandes, virou alvo de vários memes, principalmente comparando-o ao personagem Sid, de “Toy Story” – uma piada antiga. Ele também foi alvo de ataques diretos, que aludiam não à sua capacidade dramática, mas à sua aparência, numa multiplicação de posts chamando-o de “feio” e declarando que ele tem “a cara que mais merece levar um soco na história”. O ator é afiliado da organização Anti-Bullying Pro, que faz campanha contra o bullying. Sua decisão de abandonar o Twitter foi saudada por vários comentários positivos de seguidores, que lamentaram a falta de noção dos trolls da internet. Até colegas se manifestaram, como o ator Ben Barnes (de “Westworld” e “O Justiceiro”). “Permaneça seguro sabendo que você é o ser humano mais gentil, mais doce, mais generoso e vibrante que alguém poderia ter a sorte de cruzar em seu caminho”, escreveu o ator. With love… pic.twitter.com/JSm7oNLTsV — Will Poulter (@PoulterWill) 2 de janeiro de 2019
Miguel Falabella desenvolve série inspirada em tuítes que viralizaram
Uma história contada por meio de tuítes vai virar série da Globo. O futuro programa “Eu, Minha avó e a Boi”, desenvolvido por Miguel Falabella (“Sai de Baixo”), teve sua origem em uma série de publicações na rede social, que viralizaram no ano passado. Tudo começou em julho de 2017, quando o usuário Eduardo Hanzo postou uma “thread” (sequência de tuítes) contando a saga de rivalidade que durou décadas entre a sua avó e uma vizinha — a tal “Boi” do título. São dezenas de postagens contando a história surreal da rixa com requintes de crueldade, que vão desde roubo de namorados e morte de animais de estimação a até envenenamento de plantas. Na segunda, ele postou que a história ia virar série da Globo. E nesta terça (11/9) a produção foi confirmada pelos envolvidos. Veja abaixo. Quem tornou isso possível foi a escritora de novelas Glória Perez (“Salve Jorge”), mas roteiro ficará a cargo de Miguel Falabella. Por enquanto, não há qualquer informação a respeito de elenco, formato ou data de estreia. ow gente, lembra de isso aqui? e se eu chegar agora e dizer pra vocês que vai virar um seriado, na globo, escrito pelo miguel falabella? obrigado @gloriafperez, @FalabellaReal! https://t.co/D9ao56my0Z — edu (@EduardoHanzo) 10 de setembro de 2018 Estão com saudade da Vó e da Boi? Adivinhem!!! ? @EduardoHanzo @FalabellaReal pic.twitter.com/IQBHL42l2t — Gloria Perez (@gloriafperez) 10 de setembro de 2018 Vem aí Eu, minha avó e a Boi, baseado na história original de @EduardoHanzo — Miguel Falabella (@FalabellaReal) 11 de setembro de 2018
Roseanne Barr está “enojada” com apoio recebido por James Gunn após ser demitido pela Disney
Roseanne Barr está inconformada. Ou, em suas palavras, “enojada”. Depois de ser demitida e ter a série que leva seu nome cancelada devido a um tuíte racista que escreveu contra uma ex-assessora do presidente americano Barack Obama, ela decidiu se revoltar contra as mensagens de apoio recebidas por James Gunn, diretor da franquia “Guardiões da Galáxia”, demitido pelo mesmo conglomerado (Disney) após uma blitz da extrema direita que trouxe à tona antigos tuítes com piadas sobre pedofilia e estupro. “Estou enojada por ler todas as mensagens de apoio às piadas de pedofilia de James Gunn, já que as mesmas pessoas apoiaram a minha demissão por uma piada que elas nem entenderam”, escreveu a comediante em seu Twitter, na segunda (23/7). A demissão de Roseanne Barr aconteceu em maio, quando ela publicou um tuíte em que dizia que Valerie Jarrett, ex-assessora de Obama, era o resultado da mistura entre “macacos” e a “Irmandade Muçulmana”. A frase repercutiu negativamente na internet porque Jarrett é uma mulher negra que nasceu no Irã, fazendo com que o comentário fosse considerada extremamente racista, levando a presidente da rede ABC a anunciar o fim da série “Roseanne”, que era líder de audiência da TV americana em seu retorno ao ar. À época, Roseanne culpou o uso de remédios pelo comentário na rede social. Recentemente, porém, em seu canal no YouTube, ela deu outra justificativa. “Eu achei que a vadia fosse branca, porra”, disparou num vídeo, igualmente ofensivo e odioso. Há diferenças entre os dois casos. Os tuítes de James Gunn foram feitos há mais de uma década, quando ele não era funcionário da Marvel/Disney, ao contrário de Roseanne, que era funcionária da ABC/Disney quando escreveu seus disparates neste ano. Além disso, o diretor mostrou humildade diante da situação e se assumiu arrependido dos dias em que buscava chocar sem se preocupar com sensibilidades. Outra diferença foi apresentada pela jornalista Dana Schwartz, da revista Entertainment Weekly, que afirmou em seu Twitter que piadas sobre pedofilia não são pedofilia, ainda que não tenham a menor graça. Já piadas racistas são racismo mesmo.
Pantera Negra vira o filme mais comentado da história do Twitter
O Twitter revelou que “Pantera Negra” se tornou o filme mais comentado na história da rede social, com mais de 35 milhões de citações. Os personagens mais mencionados foram T’Challa (o Pantera Negra), Killmonger e Shuri. Já o post mais retuitado foi do rapper Kendrick Lamar, ao anunciar as faixas e a data de lançamento da trilha sonora do filme. A mensagem rendeu de 240 mil retuítes e 538 mil curtidas. O segundo foi a vídeo-cacetada de duas pessoas que simularam um homem bem alto para pagar apenas um ingresso para assistir à projeção. Em tom bem diferente, o terceiro post com mais retuítes foi escrito pela ex-Primeira Dama Michelle Obama, que parabenizou o elenco e a equipe e mencionou que a produção “irá inspirar as pessoas de todas as origens a buscar coragem para serem heróis de suas próprias histórias”. Veja os três posts abaixo. Líder das bilheterias na América do Norte por cinco semanas consecutivas, “Pantera Negra” já faturou mais de US$ 1,1 bilhão em ingressos vendidos no mundo inteiro. Black Panther The Album 2/9 pic.twitter.com/MqhsEcj6iF — Kendrick Lamar (@kendricklamar) January 31, 2018 We tried getting the two for one special at black panther. The manager was not having it. pic.twitter.com/Ktqsuh7s3m — Pillsbury (@stevelikescups) February 16, 2018 Congrats to the entire #blackpanther team! Because of you, young people will finally see superheroes that look like them on the big screen. I loved this movie and I know it will inspire people of all backgrounds to dig deep and find the courage to be heroes of their own stories. — Michelle Obama (@MichelleObama) February 19, 2018
Roteirista de Bright é chamado de “psicopata” em avalanche de denúncias de abusos sexuais
O roteirista Max Landis, que ganhou uma fortuna da Netflix por seu roteiro de “Bright”, é o mais recente alvo de denúncias de abuso sexual. Tudo começou ainda em novembro, com um tuíte cifrado de Allie Goertz, editora da revista Mad. Na ocasião, ela escreveu: “Não consigo imaginar quem possa estar mais assustado em um mundo pós-Weinstein do que o filho de um diretor famoso”. Na quinta-feira (21/12), ela retomou o assunto, afirmando: “Várias publicações me entrevistaram sobre aquele tuíte e eu dei declarações on-the-record para todos eles. Eu não sei se elas vão sair, mas, pelo que posso dizer, cada veículo está levando a história muito a sério”. Horas depois, foi a vez de um tuíte raivoso da atriz e roteirista Anna Akana (série “Stitchers”), em resposta a um post promocional da Netflix sobre “Bright”, lançado na sexta-feira (22/12) na plataforma de streaming. “Escrito por um psicopata que abusa e assedia mulheres, certo? Bacana”, ela ironizou. Akana trabalhou com Landis no especial de comédia “Wrestling Isn’t Wrestling”, produzido para o Youtube, e se silenciou após soltar a bomba. Jake Weisman, criador e protagonista da vindoura série “Corporate”, também usou a mesma definição para mencionar o roteirista de “Bright”. “Definitivamente, veja esse grande filme da Netflix, escrito por esse maldito psicopata que é uma das piores pessoas vivas”, disparou. O roteirista Mike Drucker (“The Tonight Show Starring Jimmy Fallon”) retrucou: “Jake, eu não tenho 100% de certeza sobre quem você está falando, mas eu só espero que ele não tenha um pai poderoso em Hollywood que encobre toda a merda que ele faz”. A atriz Siobhan Thompson (“Adam Ruins Everything”) completou: “Eu não sei a quem vocês se referem, mas se isso é verdade, eu aposto que tenho várias amigas que foram assaltadas sexualmente por ele”. E a diretora Lexi Alexander (“O Justiceiro: Em Zona de Guerra”) lembrou: “Max Landis ainda pensa que eu o bloqueei porque não gostei do que ele falou sobre um filme. Mas eu o tinha bloqueado há meses por causa de uma mensagem direta que recebi de uma jovem atriz, que foi assediada por ele. Eu lhe dei a minha palavra de que a denúncia permaneceria confidencial, o que foi… desafiador”. Até que a famosa desenvolvedora de games Zoe Quinn se empolgou diante do teclado para confirmar “o histórico de comportamento abusivo” de Landis. “Algumas vezes os homens que cometem assédio sexual são roteiristas talentosos, e seu trabalho tem bagagem. Outras vezes, eles são Max Landis”, ela ironizou. “Muita gente ficou possuída com a notícia que um filme do Pepe Le Gambá estava sendo feito, porque quem precisa de um filme sobre um gambá estuprador, mas pelo menos isso significa que Max Landis poderia parar de escrever ficção para finalmente assinar sua autobiografia”, Quinn atacou. “Isso tem sido um segredo aberto por tanto tempo, eu imagino, porque é difícil falar das coisas realmente perturbadoras que ele fez quando só a menção do nome dele faz a maioria das pessoas virar tanto os olhos que elas desmaiam. Eu tenho segurado tudo isso por anos, enquanto mais e mais das minhas amigas me contavam histórias sobre ele, porque não era o meu lugar, e porque ele e seu pai são figuras poderosas em Hollywood”, continuou. “Na última vez que o encontrei, ele estava dizendo para uma amiga, na noite que ela tinha sido espancada pelo ex, que, como não era a primeira vez, ela deveria fazer algo para descobrir porque estava causando todo esse drama para si mesma, e não ficar falando sobre isso nas mídias sociais”, declarou. “Espero que isso signifique que eu não tenha mais que ficar evitando festas legais para as quais ele também foi convidado, porque a vida é muito curta para ter que lidar com alguém que é como se um tio grosseiro e a cocaína tivessem um bebê e o bebê também é um estuprador”. Por coincidência, a vida de Zoe Quinn vai virar filme, com Scarlett Johansson cotada para interpretá-la. Ela ficou conhecida durante o escândalo batizado de Gamergate, que abalou o mundo dos games com acusações de corrupção e comportamento machista. Max Landis, por sua vez, é filho do diretor John Landis, responsável por clássicos do cinema como “Clube dos Cafajestes” (1978), “Os Irmãos Cara de Pau” (1980) e “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981), além de ter feito o mais famoso clipe musical de todos os tempos, “Thriller”, de Michael Jackson. Ao contrário do pai, ele só teve um sucesso na carreira, seu primeiro roteiro filmado: “Poder Sem Limites” (2012). As demais “obras” de sua filmografia deram grande prejuízo nas bilheterias – filmes como “American Ultra” (2015) e “Victor Frankenstein” (2015). Ele também foi criador da cancelada série “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”. E mesmo com essa ficha corrida, a Netflix lhe pagou US$ 3 milhões pelo roteiro de “Bright”, um dos mais caros de todos os tempos, que a crítica norte-americana chamou de “pior filme do ano”. BTW, multiple publications interviewed me about this tweet and I gave on-the-record comments to all of them. I don't know if they'll ever come out but from what I can tell, each place is taking the story very seriously. — Allie Goertz (@AllieGoertz) December 21, 2017 Written by a psychopath who sexually abused and assaults women, right? Cool — Anna Akana (@AnnaAkana) 22 de dezembro de 2017 Definitely watch that big Netflix movie coming out, written by that fucking psychopath who is one of the worst people alive — Jake Weisman (@weismanjake) December 18, 2017 Jake, I have exactly entirely 100% no idea of whom you’re talking about but I just hope he doesn’t have a powerful father in Hollywood who’s covered up for the fucked up shit he’s done — Mike Drucker (@MikeDrucker) December 19, 2017 I don't know who you mean but if that's true I bet I have SEVERAL friends who have been sexually assaulted by him — Siobhan Thompson (@vornietom) December 19, 2017 Max Landis still thinks I blocked him because I didn’t like what he said about a movie. I had him blocked for months before then because of a DM I received from a young actress who was harassed by him. I gave her my word that I would keep it confidential, which was…challenging. — Lexi Alexander (@Lexialex) December 23, 2017 Folks were mad that a Pepe Le Pew movie was being made because who needs a movie about a rapist skunk but at least it meant max landis could switch from cringe fiction to finally writing his autobiography and writing what he knows — questionable rat currency (@UnburntWitch) 23 de dezembro de 2017 I’ve been holding in this shit for years as more friends have accrued “max landis stories” bc it wasn’t my place and him & his dad are powerful figures so naturally going against that is terrifying for survivors so I’m SO glad people are finding out what a piece of shit he is. — questionable rat currency (@UnburntWitch) 23 de dezembro de 2017 I hope this means I don’t have to avoid more cool parties that I know he’s been invited to too because life is too short to deal with someone who is like if a gross uncle and cocaine had a baby and the baby was also a rapist — questionable rat currency (@UnburntWitch) December 23, 2017
Joss Whedon curte comentários negativos sobre vilão de Liga da Justiça no Twitter
O diretor Joss Whedon, que refez parcialmente as filmagens da “Liga da Justiça”, concorda com as críticas negativas disparadas contra o vilão do filme. Ele “curtiu” vários tuítes que criticavam Lobo da Estepe (Ciaran Hinds), entre eles o da jornalista Joanna Robinson, da revista Vanity Fair, que comparou o novo vilão cinematográfico da DC com Malekith, vivido por Christopher Eccleston em “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). “Lobo da Estepe, de ‘Liga da Justiça’, é o pior vilão de filme de quadrinhos de todos os tempos e nem mesmo Malekith, o maldito, chega perto”, ela escreveu. O cineasta curtiu o comentário. Ele também aprovou outro post, em que ela lista os melhores vilões das adaptações de quadrinhos, incluindo o Coringa de Heath Ledger, o Loki de Tom Hiddleston, o Zod de Terence Stamp e o Magneto de Ian McKellen. Mas não ficou nisso. Um usuário do Twitter postou que Lobo da Estepe lembrava Tim Curry na fantasia juvenil “A Lenda”, de 1985. Robinson concordou e Whedon curtiu. Joss Whedon compartilha os créditos do roteiro de “Liga da Justiça” com Chris Terrio (“Batman vs. Superman”), além de ter refeito diversas cenas dirigidas por Zack Snyder. Mas o vilão já existia quando ele entrou no filme em maio. A crítica americana considerou Lobo da Estepe o ponto mais frágil da produção, que também teve efeitos visuais considerados fracos para o gênero. Os “likes” de Whedon são exemplos de críticas sutis, mas não deixam de lembrar a reação de Josh Trank na véspera da estreia de “Quarteto Fantástico”. Diante das avaliações negativas, o diretor criticou explicitamente a Fox por mudar todo o seu filme, mas apagou tudo logo em seguida, após uma provável dura do estúdio. Trank não falou mais nada à respeito da adulteração de seu longa-metragem, perdeu produções que desenvolvia e está desde 2015 sem dirigir nenhum filme.
Fãs de quadrinhos rejeitam filme do Coringa nas redes sociais
A revelação de que a Warner pretende realizar um filme solo do Coringa, dirigido por Todd Phillips (“Se Beber Não Case”), incendiou as redes sociais. Os fãs dos quadrinhos da DC Comics reagiram muito mal à notícia. De fato, a reação foi mais raivosa que a repercussão do anúncio de Ben Affleck como o novo Batman – há exatamente quatro anos atrás. A maior parte dos comentários reflete uma rejeição completa ao diretor da franquia “Se Beber Não Case”. Ninguém parece entender a escolha de Phillips, cuja tentativa anterior de adaptar personagens durões rendeu uma frustrante versão comédia de “Starsky & Hutch – Justiça em Dobro”. Mas muita gente também lamentou a ideia de dar uma origem ao Coringa. A história que mais chegou perto disso, a graphic novel “A Piada Mortal”, de Alan Moore, deixou hiatos suficientes para manter o mistério em torno do personagem. Fãs afirmam que o Coringa encanta porque sua vida antes da maquiagem e do caos é desconhecida. E citam que a versão de Heath Ledger, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), contava versões diferentes de sua origem para confundir ainda mais. “Aposto que vão dar ao Coringa um nome ridículo como Greg”, escreveu um usuário do Twitter. Por fim, houve até quem lamentasse que o personagem não será interpretado por Jared Leto. Odiado na época de “Esquadrão Suicida”, o ator roqueiro teve seu desempenho reavaliado na versão estendida do Blu-ray e agora os fãs o consideram, ao lado da Arlequina de Margot Robbie, a melhor coisa do filme do ano passado. Veja abaixo alguns dos tuítes contrariados com o projeto: I bet they are gonna give Joker some ridiculous name like 'Greg' pic.twitter.com/091ZgabQdW — D'? (@LittleMissD0) August 22, 2017 JOKER ORIGIN MOVIE?! FUCK YOOOOOOOOUUUUUUU! NOOOOOOOOO!!!!! pic.twitter.com/AmUjE3sFuR — Stephpool (@StephhShadyy) August 23, 2017 Please don't make the #Joker movie and origin story. He's not supposed to have an origin story! — Money (@MoneyTalks7114) August 23, 2017 Todd Phillips dusting off that clown suit for Joker movie pic.twitter.com/twAYV8qqih — Kevin Polowy (@djkevlar) August 23, 2017 Nerds currently reacting to news that #TheHangover filmmaker Todd Phillips is tapped to co-write and possibly direct Joker film pic.twitter.com/bITrpXXXTF — Ryan Parker (@TheRyanParker) August 22, 2017 Of all the characters who should NOT have an origin story, like, EVER. #Joker — Helen O'Hara (@HelenLOHara) August 22, 2017 #Joker origin movie? pic.twitter.com/ZwiQf8A6E2 — Danny Shepherd (@DannyLaShep) August 23, 2017 #Joker origin movie? pic.twitter.com/ZwiQf8A6E2 — Danny Shepherd (@DannyLaShep) August 23, 2017 The Joker movie? give #TheFlash a damn director! pic.twitter.com/9m459vR1fC — Sergio-EL (@SergioEES) August 22, 2017
Alexandre Frota tem a conta do Twitter suspensa por “discurso de ódio”
O ator Alexandre Frota teve a sua conta suspensa no Twitter na terça-feira (15/8), supostamente por “discurso de ódio”. Ele acusa uma funcionária da rede social de perseguir usuários que se oponham à esquerda. “Funcionária do Twitter arbitrariamente tem ameaçado outras pessoas dizendo que vai derrubar a conta de quem se opõe à esquerda”, escreveu o ator em seu Facebook, registrando mensagem que avisa da suspensão de sua conta. A mensagem avisa ao ator pelo próprio Twitter: “Caro @alefrotabrasil, é preciso ter respeito! Repense seu discurso de ódio enquanto tenta reverter a suspensão da sua conta”. Alexandre Frota costuma postar conteúdos críticos direcionados a políticos e movimentos sociais de esquerda, alguns deles ofensivos. Funcionária do Twitter arbitrariamente tem ameaçado outras pessoas dizendo que vai derrubar a conta de quem se opõe a… Publicado por Alexandre Frota em Terça-feira, 15 de agosto de 2017
Nova série dos criadores de Game of Thrones enfrenta protestos antes de começar a ser escrita
Imaginava-se que, pelo sucesso de “Game of Thrones”, qualquer projeto novo de seus criadores, David Benioff e D.B. Weiss, seria recebido com ansiedade pelo público, ainda mais se fosse uma nova produção com elementos de fantasia. Mas não foi o que aconteceu. O público não viu e não gostou do que os produtores pretendem fazer a seguir, a ponto de fomentar uma campanha no Twitter durante o horário de exibição do episódio mais recente da série dos dragões. A hashtag #NoConfederate chegou a figurar entre os tópicos mais tuitados do último domingo. “Confederate” é o nome da série que Benioff e Weiss estão desenvolvendo com o casal Nichelle Spellman (série “Justified”) e Malcolm Spellman (série “Empire”). Ela vai contar uma trama de história alternativa, ao estilo de “The Man in the High Castle” da Amazon e “SS-GB” da BBC. A atração vai se passar numa versão dos Estados Unidos em que os Confederados do sul venceram as tropas nortistas da União. Graças a isso, a escravidão continua a existir no país. Abolicionistas, políticos, jornalistas e escravos serão alguns personagens explorados na trama, que abordará uma nova guerra civil entre os americanos. A ideia era fazer paralelos com a perpetuação do racismo nos dias atuais. Mas, ao ver o tema, cinco mulheres tiveram a iniciativa de protestar nas redes sociais. Uma delas, April Reign, foi a criadora da campanha #OscarSoWhite. E a hashtag que elas criaram se tornou viral. Alguns comentários atacaram o fato de brancos quererem recontar a história da abolição da escravatura dando poder aos confederados. Mas metade da equipe, apesar dos sobrenomes sugerirem o contrário, é negra – Nichelle e Malcolm Spellman. A reação foi tão forte que a HBO decidiu emitir um comunicado, defendendo a sua liberdade de criação e pedindo às pessoas que, a despeito do tema polêmico, esperem que a série estreie para poderem julgar. “Nós temos grande respeito pelo debate e preocupação por expressos em torno de ‘Confederate’. Mas temos fé que Nichelle, Dan, David e Malcolm abordarão o tema com cuidado e sensibilidade. O projeto está atualmente muito no começo, então nós esperamos que as pessoas reservem o seu julgamento para quando houver algo para julgar”. Mas para a ativista April Reign, “este é o momento de falar, antes que a série ganhe roteiro e elenco. Antes que a HBO invista muito dinheiro em #Confederate”, ela escreveu. Outra ecoou, avisando que a campanha não vai acabar, só piorar. Procurada pela CNN, Reign disse que espera que a HBO cancele Confederate, e dê espaço às “vozes marginalizadas” em uma outra série. Curiosamente, as séries “SS-GB” e “The Man in the High Castle”, que apresentam uma História alternativa em que os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial, não enfrentam nenhum tipo de protesto. “The Man in the High Castle”, inclusive, é a produção mais popular da Amazon, já renovada para sua 3ª temporada.












