Jade Picon é confirmada em sua primeira novela
A Globo confirmou Jade Picon em sua próxima novela das nove, “Travessia”. O perfil oficial do canal publicou uma foto com o elenco completo da atração, indicando sua participação na trama. Ela aparece sentada na primeira fila. A ex-BBB e influenciadora vai atuar com artistas bem conhecidos do público, como Alexandre Nero, Chay Suede, Rômulo Estrela, Lucy Alves, Giovanna Antonelli, Alessandra Negrini, Vanessa Giácomo, Rodrigo Lombardi, Drica Moraes, Humberto Martins, Ailton Graça, Dandara Mariana e Bel Kutner, que também estão na foto. A estreia de Jade Picon como atriz chegou a gerar polêmica, com vários protestos de atores e manifestações do Sated-RJ (Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro). O presidente da organização, Hugo Gross, chegou a lamentar a escolha da Globo, dizendo não achar justo “ela tomar um espaço” de atores, e espera ver toda a documentação para permitir que Jade possa trabalhar como atriz. De todo modo, Jade não é a primeira ex-BBB a virar atriz de novela. Juliana Alves saiu do “BBB 3” para “Chocolate com Pimenta” (2005) e Grazi Massafera do “BBB 5” direto para “Páginas da Vida” (2006). Nove anos depois, Grazi foi indicada ao troféu Emmy Internacional de Melhor Atriz por “Verdades Secretas”. Além disso, há várias ex-modelos entre as atrizes mais bem pagas do país, uma tradição que vem desde Vera Fischer nos anos 1970 e segue firme nesses dias de Camila Queiroz. Na trama, Jade viverá uma personagem com perfil parecido com ela mesma: uma influencer bastante conectada nas redes sociais, que precisará lidar com maldades da internet, incluindo as famosas fake news. E, aparentemente, estará do lado dos vilões, formando par romântico com Chay Suede. Escrita por Gloria Perez e com direção artística de Mauro Mendonça Filho, “Travessia” tem a missão de suceder o fenômeno “Pantanal”. A estreia está prevista para outubro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por TV Globo (@tvglobo)
Ilka Soares (1932–2022)
A atriz Ilka Soares morreu na manhã deste sábado (18/6) no Rio de Janeiro. Ela estava internada na Clínica São Vicente, na capital fluminense, onde fazia um tratamento contra o câncer. Nascida em 21 de junho de 1932, completaria 90 anos na terça-feira. Com uma carreira de mais de sete décadas, Ilka virou estrela ainda na adolescência. Aos 15 anos, disputou um concurso de beleza promovido pelo jornal O Globo, onde chamou atenção do diretor de fotografia Ugo Lombardi, pai de Bruna Lombardi, e foi convidada a fazer teste para o filme “Iracema”, adaptação da obra clássica de José de Alencar. O filme foi lançado dois anos depois, em 1949, com Ilka Soares no papel-título, “a virgem dos lábios de mel”. O sucesso da produção a fez ser disputada pelos principais estúdios de cinema do Brasil. Destacou-se principalmente em produções da Atlântida, como as chanchadas “Três Vagabundos” (1952) e “Pintando o Sete” (1960), ao lado do rei do humor Oscarito, além do drama “Maior Que o Ódio” (1951), em que contracenou com o grande galã da época, Anselmo Duarte. O romance entre Ilka e Anselmo acabou virando história de amor real. Os dois se casaram. Mas, unidos pelo cinema, também se separaram após a convivência seguida nas telas. Eles mantiveram a parceria em mais duas comédias musicais – “Carnaval em Marte” (1955) e “Depois Eu Conto” (1956) – e, por volta do lançamento da segunda, se separaram. Ilka também brilhou em produções do estúdio Vera Cruz, especialista em melodramas populares, atuando em “Esquina da Ilusão” (1953) e no blockbuster nacional “Floradas na Serra” (1954), junto à primeira dama do teatro brasileiro, Cacilda Becker. Famosa e considerada uma das mulheres mais bonitas do país, ela passou a ser requisitada para capas de revistas e campanhas publicitárias das melhores marcas, o que a transformou numa das primeiras (senão a primeira) supermodelo do Brasil. Recém-inaugurado no país, o primeiro canal da TV brasileira, Tupi, fez questão de escalá-la em seu programa mais prestigioso, o “Teleteatro Tupi”, encabeçado por Fernanda Montenegro. A atração que encenava peças teatrais foi um dos maiores sucessos da década de 1950 na televisão – num período em que toda a programação era ao vivo. Em 1963, ela se casou com Walter Clark, executivo da TV Rio, que em dezembro de 1965 assumiu a direção geral de um novo canal: a TV Globo. No ano seguinte, Ilka estreou na Globo, substituindo a atriz Norma Bengell na apresentação do programa “Noite de Gala”. Fez sucesso como apresentadora e passou por outras produções, com destaque para o “Festival Internacional da Canção”, exibido no final da década. Mas mesmo com a vasta experiência como atriz, só foi fazer novelas com mais de duas décadas de carreira e após sua separação de Walter Clark. Ela estreou no gênero em 1971, na novela “O Cafona”, de Braúlio Pedroso, em que interpretou uma mulher sofisticada, tipo de personagem que a acompanharia pelo resto da carreira. A partir daí, Ilka não parou mais, emplacando novela atrás de novela. Ensaiou virar rainha das 22h, estrelando quatro atrações quase consecutivas no horário: “O Cafona”, “Bandeira 2” (1971), “O Bofe” (1972) e “O Espigão” (1974). Mas a partir de “Anjo Mau” (1976) encontrou novo nicho nas “novelas das sete”, vindo a estourar com “Locomotivas” (1977), primeira produção colorida da faixa, como Celeste, uma quarentona sexy (na época em que isso era raro na TV) que formou par com um ator 15 anos mais novo, o galã Dennis Carvalho. Cassiano Gabus Mendes foi o primeiro dramaturgo da Globo a explorar a capacidade cômica da atriz, que ela tinha aprimorado nas chanchadas. Depois de “Locomotiva”, Ilka se tornou seu talismã, aparecendo em várias de suas novelas, como “Te Contei?” (1978), “Elas por Elas” (1982), “Champagne” (1983) e “Que Rei Sou Eu?” (1989). Fez tanto sucesso em papéis cômicos que, no final da década de 1970, foi integrar um dos principais humorísticos da história da Globo, o “Planeta dos Homens”, ao lado de comediantes consagrados como Jô Soares, Agildo Ribeiro e Paulo Silvino. Ilka, porém, não virou comediante e continuou atuando em novelas, chegando a aparecer em duas atrações simultâneas entre 1990 e 1991, “Rainha da Sucata” às oito e “Barriga de Aluguel” às seis. Apesar disso, fez só mais duas novelas em seguida: “Deus Nos Acuda” (1993) e “Pecado Capital” (1998). O fim do ciclo na Globo lhe permitiu participar da série “Mandrake”, da HBO, e voltar ao cinema. Desde sua estreia no canal, Ilka só tinha feito um filme: “Brasa Adormecida”, em 1987. Ela retomou a trajetória cinematográfica interrompida com três novos lançamentos: “Copacabana” (2001), “Gatão de Meia Idade” (2006) e “Vendo ou Alugo” (2013). A comédia de Betse de Paula lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival Cine-PE, aos 80 anos de idade, e também foi a sua despedida das telas. Em 2018, Ilka fez uma nova retomada em sua carreira, voltando a modelar aos 86 anos, em fotos de lançamento de uma coleção da grife The Paradise, desenvolvida por seu neto e estilista Thomaz Azulay. Uma delas pode ser vista abaixo, ao lado de uma imagem da era de ouro da atriz no cinema.
Maria Lúcia Dahl (1941-2022)
A atriz Maria Lúcia Dahl, que marcou época no cinema brasileiro, morreu nesta quinta (16/6) no Rio de Janeiro, de causa não informada aos 80 anos. Ela sofria de Alzheimer e estava internada no Retiro dos Artistas desde o início de 2020. Carioca, filha de família tradicional, ela conheceu seu primeiro marido quando morava na Itália – o cineasta Gustavo Dahl, com quem compartilhava o amor pelo cinema. A educação nas melhores escolas também a levou a querer trabalhar com Cultura, abrindo caminho para que se transformasse numa das maiores musas do cinema nacional – e da contracultura brasileira. Ela estreou nas telas em “Bahia de Todos os Santos”, drama de 1960 dirigido por José Hipolito Trigueirinho Neto, mas só foi repetir a experiência cinco anos depois, no clássico “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr. Depois disso, porém, emendou um filme atrás do outro, cruzando as fronteiras entre o Cinema Novo, o Cinema Marginal e o cinema comercial. Para ficar só nos anos 1960, a lista inclui o segundo longa de Cacá Diegues, “A Grande Cidade ou As Aventuras e Desventuras de Luzia e Seus 3 Amigos Chegados de Longe” (1966), o primeiro filme de Daniel Filho, “Pobre Príncipe Encantado” (1969), e os clássicos “Cara a Cara”, de Júlio Bressane, e “Macunaíma” (1969), de Joaquim Pedro de Andrade. Sem esquecer de “O Bravo Guerreiro” (1969), primeira e única vez em que foi dirigida pelo marido, Gustavo Dahl. Vivendo tudo o que tinha direito na era das grandes loucuras, experimentou um casamento aberto, que acabou em divórcio no fim dos anos 1960, quando se apaixonou pelo líder estudantil Marcos Medeiros. Junto do segundo marido, acabou se engajando no movimento contra a ditadura militar, sofreu ameaças e fugiu do país com a ajuda da irmã, hoje figurinista da Globo, Marilia Carneiro. Ela viveu exilada em Paris, onde teve a filha Joana, que criou sozinha. Por volta dessa época, a morte do pai fez a família perder a estabilidade financeira, o que a a trouxe de volta ao Brasil em meados nos anos 1970, buscando retomar a carreira na televisão. Passando a dividir a tela grande com a tela da Globo, participou de novelas como “O Espigão” (1974), “Gabriela” (1975), “Espelho Mágico” (1977) e “Dancin’ Days” (1978), a primeira produção das oito de Gilberto Braga, com quem depois desenvolveu uma parceria bem-sucedida em novo formato. Ao mesmo tempo, consolidou-se como símbolo sexual da era das pornochanchadas, emendando produções de títulos bastante sugestivos – de “Deixa, Amorzinho… Deixa” (1975) a “O Gosto do Pecado” (1980), com destaque para “A Árvore do Sexo” (1977) e “Mulher Objeto” (1981), ambos dirigidos por Silvio de Abreu (hoje mais conhecido por suas novelas). Na década passada, a revista TPM lembrou que ela foi a única mulher capaz de circular com a mesma desenvoltura entre o clubes privados da elite carioca e os estúdios da pornochanchada. Filmes mais tradicionais também não faltaram no período, como “Um Homem Célebre” (1974), de Miguel Faria Jr., e “Guerra Conjugal” (1975), de Joaquim Pedro de Andrade, além da parceria com Antônio Calmon, iniciada em 1977 com “Revólver de Brinquedo”. Os dois trabalharam juntos em cinco filmes consecutivos no curto espaço de dois anos – até “Eu Matei Lúcio Flávio” (1979). Mas por volta da consagração de “Eu Te Amo” (1981), de Arnaldo Jabor, o cinema nacional entrou em crise, levando-a fortalecer sua presença na TV. Ela fez principalmente novelas leves com tons de humor, como “Ti Ti Ti” (1985), “Cambalacho” (1986), “Bambolê” (1987), “Salsa e Merengue” (1996) e “Aquele Beijo” (2006). A exceção foi sua única novela das oito, “Torre de Babel” (1998), numa participação especial para o velho parceiro Silvio de Abreu. A atriz também integrou o elenco das minisséries mais famosas de Gilberto Braga: “Anos Dourados” (1986), “O Primo Basílio” (1988) e “Anos Rebeldes” (1992). A partir da retomada do cinema brasileiro em meados dos anos 1990, Maria Lúcia retomou sua primeira paixão, aumentando sua filmografia com “Veja Esta Canção” (1994), de Cacá Diegues, “Quem Matou Pixote?” (1995), de José Joffily, e outros, até “O Gerente” (2011), do veterano Paulo César Saraceni. Na fase final de sua carreira, ainda demonstrou novos talentos, assinando o roteiro de “Vendo ou Alugo” (2013), comédia dirigida por Betse de Paula, que lhe rendeu o prêmio de melhor roteirista no Festival Cine-PE. Por sinal, ela também escreveu cinco livros e manteve uma coluna no antigo Jornal do Brasil por 20 anos. Sua última aparição nas telas foi no documentário “Marcos Medeiros Codinome Vampiro” (2018) sobre seu segundo marido. Marcos Medeiros foi preso, torturado e exilado na Europa, onde iniciou uma carreira como curtametragista de vanguarda (e roteirista do clássico documentário de Glauber Rocha “História do Brasil”), antes de falecer em 1997, após uma longa internação no Pinel. Maria Lúcia Dahl teve com ele sua única filha, Joana Medeiros, também atriz. E foi com ela que fez um dos ensaios nus mais famosos da Playboy brasileira, em 1985. Detalhe: Joana tinha apenas 14 anos.
Neila Tavares (1948–2022)
A atriz e apresentadora Neila Tavares morreu no sábado (4/6), na cidade de Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, aos 73 anos. Ela havia sido diagnosticada com enfisema pulmonar em novembro passado e passou mal na última segunda-feira, quando foi internada num hospital local. Neila morava em Lumiar, também no estado do Rio, há mais de 20 anos, onde comandava o teatro Pé na Tábua. Estava em Rio das Ostras para fazer exames e visitar a filha, moradora da cidade. Carioca nascida em Niterói, ela começou a carreira de atriz no Teatro Opinião em 1968. Fez diversas peças, entre elas a icônica “Anti-Nelson Rodrigues”, escrita pelo dramaturgo em 1974 após um pedido da própria Neila, que queria atuar numa obra inédita do autor. Dos palcos, foi para o cinema, onde participou de diversas obras famosas, como “Memória de Helena” (1969), estreia do diretor David Neves, “Marcelo Zona Sul” (1970), de Xavier de Oliveira, “Bonga, O Vagabundo” (1971), escrito e estrelado por Renato Aragão, e “Ali Babá e os Quarenta Ladrões” (1972), embrião de “Os Trapalhões”, sem esquecer os clássicos “Vai Trabalhar Vagabundo” (1973), de Hugo Carvana, e “A Estrela Sobe” (1974), de Bruno Barreto. Também atuou em várias pornochanchadas dos anos 1970, simultaneamente ao começo de sua carreira televisiva. Ela se destacou em algumas das novelas mais famosas da década na Globo, como “Gabriela” (1975), “Anjo Mau” (1976) e “O Casarão” (1977). Sua última aparição na Globo foi na série “As Brasileiras”, em 2012. Já a despedida dos cinemas aconteceu com a produção infantil “A Família Dionti”, de Alan Minas, em 2015. Sua carreira ainda incluiu apresentação de programas na extinta TV Manchete e na TVE. Ela também escreveu livros e trabalhou como jornalista – na Folha de São Paulo e nas revistas Ele e Ela e Pais e Filhos.
Rubens Caribé (1965-2022)
O ator Rubens Caribé, galã de novelas da Globo e do SBT, morreu neste domingo (5/6), aos 56 anos. Ele enfrentava um câncer de boca há alguns anos e passava tratamento contra a doença. Destaque do teatro paulista nos 1990 e 2000, o ator foi integrante do Teatro do Ornitorrinco e chegou à televisão embalado pelo sucesso de crítica – venceu vários prêmios da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) ao longo da carreira. Sua estreia nas telas ocorreu na minissérie “Anos Rebeldes”, de 1992, e em seguida fez sua primeira novela, integrando “Fera Ferida” (1993). Fez ainda “Malhação” (em 1995) e as séries “Retrato de Mulher” (1994) e “Contos de Verão” na Globo, antes de começar um giro pelas concorrentes. No SBT, destacou-se com as novelas “Sangue do Meu Sangue” (1995) e “Os Ossos do Barão” (1997), além da série “Antônio Alves, Taxista” (1996). Depois fez “Canoa do Bagre” (1997) na Record e “Serras Azuis” (1998) na Band, antes de ter nova passagem pela Globo em episódios de “Você Decide” e na série “Sandy & Júnior” (1999). A carreira itinerante ainda incluiu passagens por “Pícara Sonhadora” (2001) e os humorísticos “Ô… Coitado!” (2000) e “Meu Cunhado” (2005) no SBT, a longa novela “Cidadão Brasileiro” (2006), na Record, mais uma volta para a Globo em “Sete Pecados” (2007) e sua última passagem pelo SBT em “Uma Rosa com Amor” (2010), sua novela final. Caribé também fez um punhado de filmes, especializando-se em produções criminais como “Sombras de Julho” (1995), de Marco Altberg, “Inversão” (2010), de Edu Felistoque, e “Cano Serrado” (2019), de Erik de Castro. Seu último trabalho nas telas foi a participação em dois episódios de “Cidade Invisível”, sucesso da Netflix, em 2021. Mas seu principal palco sempre foi o teatro, onde estrelou as mais diversas montagens, de “Sonhos de uma Noite de Verão”, de Shakespeare, até o musical “Hair”. Rubens era casado com o músico Ricardo Severo e virou sex simbol LGBTQIAP+ ao posar nu para a revisa G Magazine, num dos ensaios mais populares da história da publicação. Vários colegas lamentaram sua morte nas redes sociais. Mika Lins resumiu: “Um dia triste para o teatro”.
Rodrigo celebra vida após dois meses de acidente e retoma contato com ex-BBBs
Rodrigo Mussi comemorou nesta terça-feira (31/5) dois meses de vida após o grave acidente de carro que sofreu em 31 de março. Ele publicou uma foto, em que aparece sorridente no Instagram, para marcar a data. “Faz exatos 2 meses do gravíssimo acidente que sofri. Essa foto e esse sorriso [são] porque estou feliz de estar vivo e aos poucos estar voltando!”, ele escreveu ao lado da imagem. “A mensagem que eu deixo: Agradeça pelo simples fato de acordar e viver”, acrescentou. Em seu Stories, Rodrigo ainda mostrou que a vida segue, com imagens de sua primeira reunião com a equipe da Brasileira Digital, agência de talentos que vai cuidar da sua carreira daqui para frente. Ele também contou que está, aos poucos, retomando o contato com alguns integrantes do “BBB 22”, inclusive o campeão Arthur Aguiar. Esta novidade foi revelada numa live. O ex-BBB disse já ter tido contato com Eliezer, Eslovênia e Lucas, que, inclusive, apareceram na reportagem de domingo passado (29/5) no “Fantástico”, em que ele deu sua primeira entrevista após o acidente que quase custou sua vida. A novidade foi sua interação com Arthur. “Eu conversei também com o Arthur. Quando tive acesso ao meu celular e as minhas redes sociais, vi as mensagens do Arthur. Conversei com ele, foi muito carinhoso comigo. Foi muito legal”, contou Rodrigo. Além das pessoas com quem tinha mais proximidade no programa, Rodrigo diz acreditar que outros integrantes do “BBB 22” tenham tentado ligar para ele, mas só agora vai ter tempo de ver, pois não estava de posse do celular. Isso indica que os contatos foram filtrados para não atrapalhar sua recuperação, priorizando laços mais fortes do reality show. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rodrigo Mussi 🥷 (@rodrigo.mussi) Rodrigo falando das mensagens que recebeu de alguns amigos do BBB. ❤️ pic.twitter.com/Boi6XeeUCF — manu (@maanucoments) May 31, 2022
André Marques deixa a Globo após 27 anos
O ator e apresentador André Marques deixou a Rede Globo após 27 anos. Revelado como o personagem Mocotó em “Malhação”, ele se despede da emissora como apresentador do “É de Casa”, que irá ao ar até o próximo dia 2 de julho. “André Marques deixa a Globo, após uma longa trajetória como ator e apresentador. Do inesquecível Mocotó de “Malhação”, em 1995, à apresentação do “É de Casa”, matinal que integra desde a estreia, passando por realities como “The Voice Kids”, “The Voice+”, “The Voice Brasil”, “Superstar”, e “No Limite”, além do “Vídeo Show”, foram 27 anos em que seu carisma, talento e sua irreverência conquistaram o público”, disse a Globo em comunicado. A nota acrescenta que o fim do contrato segue as “novas dinâmicas de trabalho” da Globo com seus talentos, que passa a ser por obra realizada. “André tem abertas as portas da Globo para futuros projetos em todas as suas múltiplas plataformas”, conclui o texto. André Marques também fez uma publicação nas redes sociais, fazendo um apanhado de sua carreira e comentando o desligamento da emissora. “Despretensioso de tudo, comecei a fazer teatro em 1992. Em 1995 entrei em Malhação.Fiquei 5 anos lá, mas o Mocotó, que mudou a minha vida, segue comigo até hoje. Depois virei apresentador e foram 14 anos de outro marco, o Vídeo Show. Ainda tive o prazer de comandar o Video Game Verão , Superstar, Mais Você, The Voice Brasil, The Voice + , The Voice Kids, No Limite e o É de Casa, programa que me despeço em julho, dia 2”, escreveu. “Na Globo cresci, fiz amizades pra vida, operei meu estômago, uma mudança grande na minha vida! Uma linda relação com a Globo. Sou só Gratidão. E, depois desses quase 30 anos de um casamento feliz, fiel e cheio de amor… conversamos bastante, e em comum acordo, decidimos nos separar no papel”, resumiu. Ele também falou sobre seus próximos passos fora da emissora: “Chegou a hora de colocar meus projetos e sonhos em prática. Serei meu próprio chefe”. Dando uma dica do que vem por aí, ele disse: “Vou cozinhar por esse Brasil🇧🇷 e pelo mundo, e levando vocês comigo pela tela da tv, do celular, do computador e no coração, sempre!” “Assim que eu puder… conto mais detalhes do que vem por ai pra vocês! (Ansioso) Porque antes… vou tirar umas férias”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andre Marques (@euandremarques)
Milton Gonçalves (1933-2022)
O ator Milton Gonçalves, pioneiro da representatividade na TV e no cinema brasileiros, morreu nesta segunda-feira (30/5), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 88 anos, por consequência de problemas de saúde que vinha enfrentando desde que teve um AVC em 2020, enquanto participava de uma feijoada na quadra da escola de samba Salgueiro. Com uma carreira vasta, iniciada nos anos 1950, ele chegou na TV pelo teatro, ou melhor pelo teleteatro, integrando várias adaptações de textos dramatúrgicos que preenchiam o “Grande Teatro Tupi”, antes das primeiras novelas. Mas sempre foi mais ligado ao cinema, estreando na tela grande em “O Grande Momento”, clássico de Roberto Santos lançado em 1958. O ator fez parte de momentos marcantes do cinema nacional, a partir das participações em “Cidade Ameaçada” (1960), de Roberto Farias, um dos pioneiros do gênero policial brasileiro, e no revolucionário “Cinco Vezes Favela” (1962), que colocou as comunidades cariocas na tela. Nesta antologia de tramas de favela trabalhou com o mestre do Cinema Novo Joaquim Pedro de Andrade. Sua trajetória praticamente se confunde com história da sétima arte no país, desde chanchadas com Dercy Gonçalves (“Sonhando com Milhões”, em 1963), dramas de cafajestes de Jece Valadão (“Procura-se uma Rosa” e “História de um Crápula”, em 1964 e 65), marcos do Cinema Novo (além de “Cinco Vezes Favela”, a adaptação de “Grande Sertão”, feita em 1965 por Geraldo e Renato Santos Pereira, o politizado “O Bravo Guerreiro”, de Gustavo Dahl, de 1968, e o icônico “Macunaíma”, de Joaquim Pedro de Andrade, em 1969), musicais de pop/rock (“Em Busca do Tesouro”, com Jerry Adriani, em 1967, e “É Simonal”, com Wilson Simonal em 1970), cinema underground (“O Anjo Nasceu”, de Júlio Bressane, em 1969) e até protótipos da pornochanchada (“Toda Donzela Tem Um Pai Que É Uma Fera” e “Os Paqueras”, respectivamente de Roberto e Reginaldo Farias, em 1966 e 1969), além de sucessos populares (“O Homem Nu”, de Roberto Santos) e a consagração como o bandido favorito do emergente gênero policial brasileiro (“Paraíba, Vida e Morte de um Bandido”, “Mineirinho Vivo ou Morto”, “Na Mira do Assassino”, “Máscara da Traição”, “Pedro Diabo Ama Rosa Meia Noite”, “Sete Homens Vivos ou Mortos”, apenas entre 1966 e 1969). Ele continuou se destacando na tela grande nos anos seguintes, mas após ser contratado pela Globo foi como se só fizesse novelas, tamanha a popularidade alcançada por alguns de seus personagens, como o Zelão das Asas, de “O Bem-Amado” (1973), e o médico Percival, de “Pecado Capital” (1975). Sua longa experiência cinematográfica também o credenciou a se tornar diretor de novelas, estreando na função em “Irmãos Coragem” (1970), de Janete Clair, primeira produção com cenas intensas de ação da TV brasileira e um dos maiores sucessos da Globo em todos os tempos, além de ter comandando “Selva de Pedra” (1972), “O Bem-Amado” (1973) e “Escrava Isaura” (1976), outros fenômenos de audiência – no caso da última, audiência mundial. Também participou da série infantil “Vila Sésamo” (1972), como o Professor Leão, ao lado de Sonia Braga e Armando Bógus, e se destacou como ator em mais de 40 novelas e minisséries, incluindo “Roque Santeiro” (1985), “Tenda dos Milagres” (1985), “As Noivas de Copacabana” (1992), “Agosto” (1993), “Chiquinha Gonzaga” (1999), “Sinhá Moça” (2006), primeira novela da Globo indicada ao Emmy Internacional, e “A Favorita” (2008), atualmente sendo reprisada na TV. Ao mesmo tempo, continuou preenchendo as telas de cinema com performances antológicas, clássico atrás de clássico. Foram mais de 80 longa-metragens! Se já tinha sido o cara do cinema dos anos 1960, atuando em praticamente todos os gêneros populares no período, seguiu fazendo História com “A Rainha Diaba” (1974), de Antonio Carlos da Fontoura, em que viveu uma drag queen criminosa, foi premiado pela primeira vez no Festival de Gramado pelo papel coadjuvante de “Barra Pesada” (1977), drama criminal dirigido pelo ator Reginaldo Faria, com quem contracenou em “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, que denunciou tortura e chegou a ser proibido pela ditadura. Ainda integrou “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), de Leon Hirszman, como um operário engajado no drama grevista que marcou a abertura democrática do país, e ajudou a contar a história de Palmares em “Quilombo” (1984), de Cacá Diegues. Babenco foi responsável por lançar sua carreira internacional em “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), premiado com o Oscar. Por isso, mesmo sem sair do Brasil, ele foi dirigido pelos americanos Paul Mazursky na comédia “Luar sobre Parador” (1988), Zalman King no erótico “Orquídea Selvagem” (1989), Rick King no thriller de ação “Kickboxer 3: A Arte da Guerra” (1992), e Jeff e Michael Zimbalist na biografia “Pelé: O Nascimento de uma Lenda” (2016), sem esquecer do francês Éric Rochat em “O Quinto Macaco” (1989) – o que lhe permitiu contracenar com astros de Hollywood como Richard Dreyfuss, Mickey Rourke, Vincent D’Onofrio e Ben Kingsley. Gonçalves também participou de “O Que é Isso, Companheiro?” (1997), drama político de Bruno Barreto indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, do remake de “O Homem Nu” (1997), de Hugo Carvana, do musical “Orfeu” (1999), uma de suas muitas parcerias com Cacá Diegues, e muitos, muitos outros filmes. Especialista em produções criminais, ele ganhou um troféu internacional por integrar o elenco de “Carandiru” (2003), de Babenco, no Festival de Cartagena. Mas nem sempre foi bandido. Também foi delegado em “Bufo & Spallanzani” (2001), de Flávio Ramos Tambellini, e até Presidente da República em “Segurança Nacional” (2010), de Roberto Carminati. Fez de tudo um pouco, até três produções da Xuxa. E trabalhou com os maiores cineastas que viveram no país, incluindo mestres negros, como Antonio Pitanga e Joel Zito Araújo. Vivendo o pai de “Filhas do Vento”, de Araújo, conquistou o Kikito de Melhor Ator do Festival de Gramado em 2004. Entre seus trabalhos mais recentes estão “Quincas Berro d’Água” (2010), de Sérgio Machado, “O Abismo Prateado” (2011), de Karim Aimouz, “Assalto ao Banco Central” (2011), de Marcos Paulo, “Giovanni Improtta” (2013), de José Wilker, “Carcereiros: O Filme” (2019), de José Eduardo Belmonte, e “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso” (2019), de Allan Fiterman e Denise Saraceni. Seu último longa foi “Hermanoteu na Terra de Godah: O Filme” (2022), adaptação de uma comédia teatral popular, enquanto sua despedida televisiva se deu em dois tempos: no streaming com “Filhas de Eva” (2021) e na TV aberta com “Juntos a Magia Acontece: Especial de Natal” (2019), primeiro especial de Natal com uma família negra da televisão brasileira, que venceu o Leão de Ouro na categoria Entretenimento, no Festival Internacional de Criatividade de Cannes. Sua morte causou comoção nos colegas de cena. “O coração está pequeno agora”, escreveu Lázaro Ramos nas redes sociais. “Choro com sua partida. E agradeço imensamente todos os caminhos que o senhor abriu pra nós. Me sinto privilegiado por ter te assistido em cena e testemunhado toda sua inteligência cênica, assim como me sinto honrado por termos nos encontrado tantas vezes no trabalho. Obrigado por ser inspiração e pelo seu pioneirismo. Receba meu mais caloroso aplauso, seu Milton Gonçalves”. “É uma perda gigante porque Milton representa o que temos de melhor”, disse Taís Araújo em depoimento ao jornal O Globo. “E quando a gente perde alguém por aqui, a gente ganha um ancestral. E ganhar um ancestral significa que ele continua entre nós e que seu legado agora é nosso norte. Fui ‘filha’ de Milton em três novelas e um filme, não poderia ter um mestre melhor. Ele segue sendo minha bússola e jamais deixará de ser um dos faróis de nossa arte com seu talento e por ter aberto tantos caminhos”. “Quando alguém de tanta importância se despede de nós, sempre me faltam muitas palavras, como agora…”, postou Zezé Motta nas redes sociais. “Milton Gonçalves era dos mais importantes atores que este país já teve. Milton faz parte da história da TV brasileira. Um gênio, elegante, brilhante profissional. Foram muitos sets juntos, muitas histórias, muitas famílias… Nosso último trabalho juntos foi no especial ‘Juntos a Magia Acontece’, que ganhou prêmio em Cannes. Descanse em paz meu querido colega. Obrigada por tanto, você é eterno. Você é referência.”
Rodrigo Mussi detalha seu acidente no “Fantástico” e retorna ao Instagram
Rodrigo Mussi, participante do “BBB 22”, deu sua primeira entrevista e voltou a postar vídeos no Instagram no domingo (29/5), pela primeira vez desde o acidente de carro sofrido em março deste ano. Tanto no “Fantástico” quanto na ferramenta Stories, ele destacou estar vivo por um “milagre”, afirmou que ainda está trabalhando em sua recuperação e agradeceu a Deus. “Sou muito grato por essa segunda chance na minha vida. Eu não vou desperdiçar. Quero devolver ao mundo, contribuir de alguma forma após tudo o que aconteceu. E quero viver muito”, ele disse no programa da rede Globo. Em sua rede social, reforçou o agradecimento às orações das pessoas por seu “milagre” e encerrou seu depoimento com a publicação de um texto religioso. Durante a entrevista, o ex-BBB contou detalhes do acidente, reforçando informações colhidas anteriormente e desmentindo algumas das primeiras notícias sobre o caso. Ele não foi arremessado para fora do carro, mesmo assim se machucou muito e chegou desacordado ao Hospital das Clínicas. “Eu sentei atrás. Eu não tinha o costume de sentar atrás. Eu não lembro realmente se eu coloquei [o cinto] ou não”, contou. Por não estar com os documentos, ficou cerca de 10 horas recebendo tratamento como desconhecido, sem que seus familiares soubessem seu paradeiro. “Se eu não fosse bem cuidado nestas primeiras horas de hospital, eu não teria sobrevivido. Fizeram isso sem me conhecer, sem saber quem eu era”, disse Rodrigo. Um dos momentos mais comoventes foi quando ele lembrou da morte do pai em seus braços, também num acidente de carro. Rodrigo contou sua história de vida, de ter sido expulso da casa da mãe e, depois, da casa do pai, precisando lutar muito para conseguir vencer na vida. Por isso, quando acordou no hospital, chegou a pensar a desistir de enfrentar o duro tratamento de reabilitação. “A pergunta que eu fazia era: até quando vou lutar? Tive lutas drásticas e muito fortes. E eu me perguntava: ‘Mas de novo? Logo agora que eu consegui algo que poderia melhorar minha vida'”, afirmou. “Não entendi o que estava fazendo ali quando acordei. Nunca sofri um acidente ou fiz cirurgias pelo corpo. Lutei muito para ser independente na minha vida e logo estava ali, dependente”, lembrou. O “Fantástico” informou que o ex-BBB perdeu 26 kg durante a internação, mas já recuperou 20 kg durante mais de um mês de fisioterapia. Ele ainda está visivelmente magro e trabalhando para recuperar massa. Também ficou com uma cicatriz na testa devido ao cateter e tem falhas no coro cabeludo. Durante a entrevista, Rodrigo disse ter ficado surpreso com a comoção que seu acidente gerou nas redes sociais. “Teve bastante gente orando, os fãs fizeram uma corrente maravilhosa. O milagre foi por essa união. Eu queria devolver esse carinho. Não tinha essa noção”, constatou. O programa da Globo ainda exibiu mensagens de três ex-BBBs que foram seus parceiros durante o reality show, Lucas Bissoli, Eslovênia Marques e Eliezer do Carmo Neto, além de um recado especial do apresentador Tadeu Schmidt. Ex-integrante do “BBB 21”, Vih Tube também participou da reportagem contando que ficou com medo de Rodrigo morrer. Os dois se tornaram amigos após ele sair no segundo paredão do “BBB 22” e essa proximidade fez com que ela pudesse acompanhar de perto todo o drama da família. “Eu tinha medo de não viver isso, a volta dele. Foi desesperador. É muito bom ver ele aparecendo, sorrindo”, afirmou ela, que cuidou das redes sociais de Rodrigo por um período. Os dois atualmente têm o mesmo agente e a entrevista foi feita na casa dela. O acidente envolvendo o ex-participante do “BBB 22” aconteceu por volta das 3h da madrugada do dia 31 de março, na Marginal Pinheiros, próximo à Ponte Eusébio Matoso, em São Paulo. Rodrigo voltava num carro de aplicativo do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, onde assistiu ao primeiro jogo da final do Campeonato Paulista. O motorista confessou ter cochilado e o veículo se chocou contra a traseira de um caminhão, resultando em ferimentos graves para o passageiro, que não usava cinto de segurança. O ex-BBB sofreu traumatismo craniano e fraturas graves na perna, que exigiram mais de uma cirurgia e o deixaram internado no Hospital das Clínicas por praticamente um mês, até 28 de abril, quando passou para outra unidade hospitalar para realizar tratamento intensivo de reabilitação para recuperar todos os movimentos. Ele deixou a clínica de reabilitação motora há nove dias e se recupera em casa, com uma rotina diária de sessões de fisioterapia e exercícios fonoaudiólogos para recuperar a voz. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fantástico (@showdavida)
Rodrigo Mussi aparece em primeiro vídeo após acidente
Depois da primeira foto, o Instagram do “Fantástico” divulgou o primeiro vídeo de Rodrigo Mussi após sofrer um grave acidente de carro no fim de março. O vídeo traz o ator desenvolto e convocando os fãs para assistirem à primeira entrevista após seu “milagre”, como ele tem chamado o fato de ter sobrevivido com poucas sequelas. “Estou de volta. Quero agradecer demais o carinho, o amor e as orações de vocês. Milagres existem muito por conta das orações de vocês. Estou feliz. É uma segunda chance e espero retribuir ao mundo de uma maneira ainda maior e muito melhor”, disse Rodrigo, ao lado do repórter Maurício Ferraz. O vídeo responde a uma das principais curiosidades do público, mostrando que o ex-BBB não apresenta sequelas aparentes, principalmente na voz, conversando sem apresentar nenhuma dificuldade. Na entrevista, Rodrigo vai falar de sua empolgação com o recomeço de sua vida e carreira. Ele assinou contrato com a Brasileira Digital, agência de talentos que cuida da carreira de Viih Tube, Camila Loures, Gabi Martins e Eliezer. Por sinal, a entrevista para o “Fantástico” aparentemente aconteceu na casa de Viih Tube, pelos detalhes vazados da decoração. Em breve, ele retoma as publicações nas redes sociais e voltará a marcar presença em eventos. Mas ainda está fazendo fisioterapia para se recuperar totalmente, e o programa também vai mostrar seu cotidiano nessa fase do tratamento. O acidente envolvendo o ex-participante do “BBB 22” aconteceu por volta das 3h da madrugada do dia 31 de março, na Marginal Pinheiros, próximo à Ponte Eusébio Matoso, em São Paulo. Rodrigo voltava num carro de aplicativo do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, onde assistiu ao primeiro jogo da final do Campeonato Paulista. O motorista confessou ter cochilado e o veículo se chocou contra a traseira de um caminhão, resultando em ferimentos graves para o passageiro, que não usava cinto de segurança. O ex-BBB sofreu traumatismo craniano e fraturas graves na perna, que exigiram mais de uma cirurgia e o deixaram internado no Hospital das Clínicas por praticamente um mês, até 28 de abril, quando passou para outra unidade hospitalar para realizar tratamento intensivo de reabilitação para recuperar todos os movimentos. A batida foi registrada como lesão corporal culposa e um dos irmãos de Rodrigo Mussi entrou com uma representação criminal contra o motorista. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fantástico (@showdavida)
Rodrigo Mussi ressurge na primeira foto após acidente
O ex-BBB Rodrigo Mussi teve sua primeira foto revelada após sobreviver a um grave acidente de carro em São Paulo. Publicada no Instagram nesta quinta (26/5), a imagem registra um momento de pausa durante uma entrevista que ele gravou para o programa “Fantástico”, que será exibida no domingo (29/5). Na foto, ele aparece ao lado do repórter Maurício Ferraz, que conduz a conversa. A entrevista também é a primeira do participante do “BBB 22” após o acidente sofrido em 31 de março, que o levou a ser operado de emergência no Hospital das Clínicas. Rodrigo aparece sorridente, 11 dias depois de se comunicar pela primeira vez com o público, por meio de uma mensagem escrita a mão e publicada em suas redes sociais. “Aqui é o Rodrigo, vocês dizem que eu sou um milagre e eu acredito que não estou vivo à toa. Ainda estou assimilando tudo. Obrigado Deus por me dar uma nova chance, uma nova vida e um livro novo em branco nas mãos para escrever novas histórias”, escreveu o ex-BBB em 15 de maio. “Agora eu faço aniversário 2 vezes por ano. Lembrem-se somos abençoados para abençoar. Em breve estou de volta”, prometeu Rodrigo, na ocasião. O acidente envolvendo o ex-participante do “BBB 22” aconteceu por volta das 3h da madrugada do dia 31 de março, na Marginal Pinheiros, próximo à Ponte Eusébio Matoso, em São Paulo. Rodrigo voltava num carro de aplicativo do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, onde assistiu ao primeiro jogo da final do Campeonato Paulista. O motorista confessou ter cochilado e o veículo se chocou contra a traseira de um caminhão, resultando em ferimentos graves para o passageiro, que não usava cinto de segurança. O ex-BBB sofreu traumatismo craniano e fraturas graves na perna, que exigiram mais de uma cirurgia e o deixaram internado no Hospital das Clínicas por praticamente um mês, até 28 de abril, quando passou para outra unidade hospitalar para realizar tratamento intensivo de reabilitação para recuperar todos os movimentos. A batida foi registrada como lesão corporal culposa e um dos irmãos de Rodrigo Mussi entrou com uma representação criminal contra o motorista. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fantástico (@showdavida)
Rafa Kalimann participará de série da Globoplay
Não é só Jade Picon. Rafa Kalimann também vai virar atriz numa produção do Grupo Globo. A ex-BBB vem estudando atuação e fará sua estreia como atriz na série “Rensga Hits”, produção que será lançada na Globoplay. Será um papel pequeno, como apresentadora de um dos eventos da série, passada no universo sertanejo. Sua personagem entenderá tudo do mundo do sertanejo e terá uma forte presença nas redes sociais, sendo uma espécie de “influencer sertaneja”. “Rensga Hits” também contará com outra ex-BBB que não é atriz: Naiara Azevedo. A cantora fará uma apresentação como ela mesma. A cargo da Glaz Entretenimento, a produção foi gravada em Goiânia e traz Alice Wegmann (“Onde Nascem os Fortes”) e Lorena Comparato (“Impuros”) nos papéis de cantoras rivais, agenciadas por empresárias vividas por Fabiana Karla (“De Perto Ela Não é Normal”) e Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”). Criada por Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”), a série terá músicas originais da dupla Bibi e Dudu, que já trabalhou com nomes como Michel Teló e Gusttavo Lima. A direção está a cargo de Leandro Neri (“Socorro, Virei uma Garota!”) e Carolina Durão (“A Vila”). A atração ainda não tem previsão para a estreia e provavelmente só terá uma temporada, já que, no mês passado, a Globo encerrou os contratos com Fabiana Karla e Alice Wegmann.
Paulo André fecha contrato com a Globo
Enquanto Arthur Aguiar, vencedor do “BBB 22”, renegou projetos com a Globo, outros integrantes do reality show seguem fechando contratos com e emissora. O mais recente é Paulo André Camilo. O atleta e vice-campeão da última edição do “Big Brother Brasil” foi contratado para exercer a função de comentarista. Enquanto se prepara para voltar a disputar corridas, ela fará parte da cobertura da Diamond League, principal evento de atletismo, para o Grupo Globo. O ex-brother vai comentar o circuito de competições acompanhado de Sérgio Arenillas e Arnaldo Olivero no canal pago Sportv2. “Comentar é uma experiência nova e diferente para mim, mas é algo que vale viver e experimentar. Teoricamente, estaria nas pistas competindo e desta vez estarei do outro lado, comentando em uma transmissão”, disse Paulo André sobre a novidade. Criada pela Associação Internacional de Federações de Atletismo, a Liga de Diamante é uma série anual de competições internacionais, que neste ano começou a ser disputada em 13 de maio em Doha, no Catar, segue neste sábado (21/5) para Birmingham, na Inglaterra, e passa por uma dezena de etapas até se encerrar em Zurique, na Suíça, em 8 de setembro.












