PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Paul Walker
    Série

    Trailer de documentário sobre Paul Walker traz depoimentos e imagens raras do ator com a família

    27 de julho de 2018 /

    A Paramount Network divulgou o trailer de “I Am Paul Walker”, documentário que celebra a vida e a carreira do astro da franquia “Velozes e Furiosos”, falecido em 2013. A prévia inclui vídeos de sua infância, declarações da família, amigos, colegas de elenco e diretores importantes em sua trajetória. E o retrato que emerge é de um homem que se importava mais com o surfe e com sua filha, Meadow, do que com a fama, com lembra o diretor Rob Cohen, do primeiro “Velozes e Furiosos” (2001). “Paul sempre dizia: ‘Eu quero trabalhar como um guarda florestal, ganhar o bastante para viver, e morar na selva'”, acrescenta o irmão Caleb, enquanto sua irmã Ashlie recorda os passeios de triciclo com o menino que morreria por seu amor pela velocidade. “Ele gostava de correr!”, ela revela. Paul Walker morreu em 2013, aos 40 anos, em um acidente de carro, enquanto estava de folga das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”. A família do ator chegou a processar a Porsche, fabricante do veículo em que ele estava, mas a empresa foi inocentada. A produção faz parte de uma série de documentários sobre personalidades falecidas, todos produzidos por Derik Murray – como “I Am Bruce Lee” (2012), “I Am Steve McQueen” (2014), “I Am Chris Farley” (2015), “I Am JFK Jr.” (2016), etc. A direção é de Adrain Buitenhuis, que antes fez “I Am Heath Ledger” (2017), sobre o também ator Heath Ledger, que igualmente morreu no auge na fama. “I Am Paul Walker” estreia no dia 11 de agosto no canal pago americano, mas ainda não tem previsão para exibição no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Missão Impossível explora risco de vida de Tom Cruise em fantasia de tensão vertiginosa

    26 de julho de 2018 /

    Impressionante como a franquia “Missão: Impossível” mantém a vitalidade ao longo de mais de 20 anos (o primeiro filme é de 1996). Mas mais impressionante ainda é como sua dependência do astro-produtor Tom Cruise é também seu maior mérito: como se estivesse envelhecendo ao contrário, o ator parece fazer questão de se arriscar cada vez mais, dispensando dublês e conferindo um realismo essencial em sequências de ação pra lá de exageradas. Talvez este seja o grande diferencial da série: este equilibro fascinante entre o real e o absurdo. Ethan Hunt é Tom Cruise e seus acidentes e proezas durantes as filmagens ganham manchetes no mundo todo, ajudando a embaçar o que é efeito especial e o que é verdade. Parte da diversão dos filmes é se questionar se Cruise realmente fez aquilo ou se trata de mais uma ilusão do cinema. Sim, ele fez. Mas também é tudo mentira. E é aí que está a graça. “Missão: Impossível – Efeito Fallout” é a sexta parte desta franquia que a cada vez se leva menos a sério. Mas ao contrário de um “Velozes e Furiosos” (que vem a cada novo filme se assumindo mais cartunesco), os personagens que por vezes parecem habitar um mundo maluco de desenhos animados – com seus golpes de quebrar paredes e equilíbrio inabalável – possuem um pé no real ao se machucar e correr riscos que parecem de verdade: e as proezas do protagonista são fundamentais para isso. E se de um lado Tom Cruise é o rosto da franquia, por outro o elenco de apoio continua roubando cenas, enquanto Henry Cavill comprova que, apesar do carisma e da boa presença (e do bigode), não é dos melhores atores… Como primeiro diretor a fazer mais de um filme da série, Christopher McQuarrie entrega ao mesmo tempo uma continuação direta de “Nação Secreta” e uma obra que pode ser vista de forma independente dos outros filmes. Tudo graças a diálogos extremamente expositivos que se transformam em longos monólogos em que tudo é didaticamente explicado ao público. E o fato de que mesmo com toda a exposição a trama ainda se revele confusa talvez seja o maior problema do filme. O roteiro (também de McQuarrie) se sai melhor quando tenta investir em aspectos pessoais da vida de Hunt, mas se perde no labirinto de planos mirabolantes dentro de planos mirabolantes. Do início que parece saído da introdução de um videogame – com a missão impossível da vez detalhadamente explicada -, até o final espetacularmente tenso, a trama vai se revelando cada vez mais “complexa” e com mais personagens. O objetivo claro do protagonista, que seria encontrar duas bombas de plutônio, vai se tornando mais confuso em uma história que parece se divertir com a bagunça que provoca. Em determinado momento, Hunt, ao ser questionado se está sendo perseguido pela CIA, por terroristas ou pelo serviço secreto inglês, responde: “isso importa?”. A verdade é que não. E “Efeito Fallout” parece reconhecer que o jogo de gato e rato das histórias de espionagem normalmente não faz muito sentido e não vê problemas em elevar isso à enésima potência, usando a trajetória de Hunt apenas para fazê-lo pular (às vezes literalmente) de uma cena de ação para outra. E são elas que fazem mesmo valer o ingresso e manter a franquia viva. Cada vez mais vertiginosas e tensas, as sequências de Hunt fazendo seu trabalho colocam o novo filme entre os melhores da série em momentos em que a direção de McQuarrie equilibra muito bem a tensão, o humor e o deslumbramento diante do inacreditável. Que Tom Cruise continue aceitando mais missões. E que Ethan Hunt continue fazendo o impossível. .

    Leia mais
  • Filme

    O Paciente: Trailer emocionante recria a tragédia da morte de Tancredo Neves, que parou o Brasil em 1985

    24 de julho de 2018 /

    A Paris e a Globo Filmes divulgaram fotos, o pôster e o primeiro trailer de “O Paciente – O Caso Tancredo Neves”. O título horrível, mais adequado a um documentário televisivo, tese de graduação acadêmica ou pesquisa literária, esconde uma prévia emocionante, com doses equilibradas de tensão, dramaticidade e perspectiva histórica. O mais impressionante na prévia é enxergar o grande intérprete Othon Bastos (“O Último Cine Drive-In”) e ver Tancredo Neves. E ele não é o único ator a conseguir este efeito no vídeo. Emilio Dantas (“Motorad”) também some em cena para dar lugar a Antonio Britto, o secretário de imprensa e assessor de Tancredo, que informava diariamente a condição do paciente. Mas o grande papel é mesmo do veterano do cinema brasileiro, que já era destaque desde o clássico “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), e retorna em grande estilo após muitas novelas, num trabalho digno da grandeza de sua filmografia. No filme, Othon Bastos vive o primeiro presidente civil do Brasil após a ditadura, responsável direto pela redemocratização do país, que uniu de Lula a Fernando Henrique Cardoso no mesmo palanque, mas morreu em abril de 1985, antes de assumir o cargo, deixando o país na mão de seu vice, José Sarney – o primeiro de uma longa tradição de vices transformados em presidentes do Brasil nos últimos anos. Acometido de uma doença súbita, Tancredo definhou até morrer após sua eleição. Muitas teorias de conspiração e acusações de erros médicos alimentaram os bastidores de sua morte, que foi tratada como tragédia nacional e parou o Brasil, gerando comoção entre todos os brasileiros. Simbólico, Tancredo representou, com sua eleição, o fim de um dos períodos mais sinistros da nação, mas com sua morte assinalou também o desencanto, o fim da esperança de que tudo pudesse mudar, alçando à presidência um político aliado dos antigos ditadores e que viria a perpetuar no poder o mesmo grupo, denominado de “centrão”, que resiste até a ser lavado à jato. O elenco que recria este capítulo triste da História do Brasil também inclui Esther Goes (novela “Bela, a Feia”), que, como Dona Rizoleta, a viúva de Tancredo, é responsável por dar a dimensão dramática da prévia, além de Paulo Betti (“Chatô: O Rei do Brasil”), Otavio Muller (“O Gorila”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Luciana Braga (novela “Vidas em Jogo”). O roteiro foi escrito por Gustavo Lipsztein (“Polícia Federal: A Lei É para Todos”), baseando-se no livro homônimo do pesquisador e historiador Luis Mir, que teve acesso a documentos do Hospital de Base de Brasília e do Instituto do Coração, em São Paulo, onde Tancredo Neves morreu, e que concluiu que um erro de diagnóstico de apendicite aguda levou a equipe médica a realizar, desnecessariamente, uma cirurgia de emergência que impediu o presidente eleito de tomar posse e, basicamente, agravou sua saúde até o óbito, por falência múltipla de órgãos. A direção é do veterano cineasta Sérgio Rezende (de “Guerra de Canudos”, “Zuzu Angel” e “Salve Geral”) e a estreia está marcada para o dia 13 de dezembro.

    Leia mais
  • Filme

    Novo trailer de Alita: Anjo de Combate aprimora adaptação do mangá criada por James Cameron e Robert Rodriguez

    23 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou fotos e o segundo trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”, sete meses após a primeira prévia. A divulgação tão espaçada, que reflete um adiamento por tempo similar na estreia, parece ter servido para uma recalibragem nos efeitos visuais, pois o novo vídeo causa menos estranheza, apesar de manter a opção de retratar a protagonista ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes. Esta abordagem estética dá à produção uma aparência de anime, replicando a característica mais marcante da produção japonesa desde Osamu Tezuka: os personagens olhudos. O material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990, mas toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. A história é praticamente a mesma, mas Christoph Waltz (“Django Livre”) interpreta o Dr. Dyson Ido, por exemplo. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia está atualmente marcada para o dia 3 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Godzilla II: O Rei dos Monstros ganha trailer legendado de grande impacto e destruição

    21 de julho de 2018 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”. Arte e vídeo destacam a atriz Millie Bobby Brown (de “Stranger Things”) em meio à fumaça erguida pela proximidade de algo terrível. A prévia mantém este clima esfumaçado, sem revelar muito da trama, mas caprichando nas cenas de destruição, que criam um grande impacto pela dramaticidade envolvida. O que se percebe, pela narração de Vera Farmiga (“Bates Motel”), intérprete da mãe da adolescente e cientista à frente de um projeto polêmico, é que a Terra está à beira de um colapso e a única salvação reside em se encontrar seus “governantes originais”. Chamados de Titãs pela protagonista, tratam-se na verdade de monstros gigantes, escondidos por milhares de anos, que precisam ser tirados de seus esconderijos naturais para impedir o apocalipse. Mas a chegada das criaturas acaba causando tanta ou até mais destruição, o que faz a personagem de Millie considerar que sua mãe também é um monstro. A sinopse oficial é bem diferente do que mostra o vídeo. Segundo o texto divulgado, a nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco. O novos inimigos gigantes de Godzilla são kaijus conhecidos dos fãs do gênero, que entraram na cultura pop há mais de 50 anos, cada um com seu próprio filme individual no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Além de Millie Bobby Brown e Vera Farmiga, o elenco inclui Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Aisha Hinds (“9-1-1”) e traz de volta os personagens de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Com roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”), a estreia está marcada para maio de 2019.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer legendado de Aquaman conta origem do herói em clima épico

    21 de julho de 2018 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer legendado de “Aquaman”, que apresenta a produção como uma história de origem. As cenas abrangem desde o nascimento do herói, filho de um homem comum e da rainha dos mares, até sua luta contra seu meio-irmão pelo trono de Atlantis. Passado e presente são ancorados pela aparição de Mera, uma atlante que procura Arthur/Aquaman na superfície para impedir os planos de Orin, o Mestre dos Oceanos, de declarar guerra à civilização terrestre. A prévia é marcada por muitos efeitos digitais, que dão às cenas de Atlantis uma aparência épica, ao estilo das filmagens de Asgard nas produções de Thor, na Marvel. Por outro lado, a miríade de criaturas marinhas de várias espécies, que se movimentam feito cardumes durante sequências de batalha, também sugerem a overdose visual de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. Não faltam também cenas de lutas e ação, além de um vilão humano, o Arraia Negra. Mas nada parece incluído na trama de forma gratuita, indicando outro acerto da DC Comics. Além de Jason Momoa no papel-título, o filme traz Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) no papel de Mera, Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) como o maligno Mestre dos Oceanos, Yahya Abdul-Mateen II (da série “The Get Down”) na armadura do vilão Arraia Negra (também chamado de Manta Negra na tradução nacional), Nicole Kidman (“Lion”) como a rainha Atlanna, Temuera Morrison (“Lanterna Verde”) como o pai do herói, Thomas Curry, e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como o conselheiro Vulko. Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), “Aquaman” é o próximo filme de super-herói da DC Comics a chegar aos cinemas, com estreia marcada para dezembro.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer legendado de Shazam! revela que filme pode ser o melhor da DC Comics

    21 de julho de 2018 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer legendado de “Shazam!”, e a prévia surpreende em vários sentidos, transformando a história do herói mais bobo da DC Comics numa premissa envolvente e que pode render o melhor filme baseado nos quadrinhos da editora. Ajudou muito o roteiro optar por focar o mais recente reboot do personagem, como um órfão adotado que tem vários irmãos postiços. A dinâmica narrativa é toda centrada no relacionamento entre o menino Billy Batson e um de seus novos irmãos, Freddy Freeman, que sofre bullying violento na escola por ser deficiente físico. Ao dar uma surra nos valentões que se aproveitam do jovem de muletas, o protagonista acaba escolhido pelo velho mago Shazam para se tornar campeão dos fracos e oprimidos. E assim se transforma, de uma hora para outra, num super-herói adulto. A partir daí, o tom dramático inicial também se transfigura numa comédia infantil, com Shazam e seu irmãozinho embarcando em aventuras para testar que tipo de superpoderes ele possui. O resultado não é só divertido. É muito fofo. Se o filme sugerido pela prévia realmente se manifestar nos cinemas, “Shazam!” pode se juntar a “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” como exemplo de como adaptar super-heróis para crianças, sem alienar o público mais velho. A ideia de um menino que vira super-herói fortão embute um atrativo enorme para o público-alvo. Poderia, contudo, virar uma bobagem, mas o vídeo, que minimiza o supervilão clássico da trama, o Dr. Silvana, faz a opção inteligente de reconhecer a verdadeira força do material como uma história sobre amizade. “Shazam!” tem roteiro de Henry Gayden (“Terra para Echo”) e Darren Lemke (“Goosebumps”), direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) e destaca em seu elenco Asher Angel (da série “Andi Mack”) como Billy Batson, Zachary Levi (da série “Chuck”) como o herói Shazam e o ladrão de cenas Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”) como Freddy Freman. O trailer ainda mostra Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”) no papel do mago Shazam, Mark Strong (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o supervilão Dr. Silvana e o casal formado por Cooper Andrews (o Jerry de “The Walking Dead”) e Marta Milans (série “No Tomorrow”) como os pais adotivos das crianças. Os demais irmãos de Billy são vistos durante uma cena de jantar, mas devem ser melhor apresentados posteriormente. Eles incluem Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) como Mary, antigamente conhecida como Mary Marvel, Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) como Eugene Choi, Jovan Armand (série “The Middle”) como Pedro Peña e Faithe Herman (série “This Is Us”) como Darla Dudley. Os três últimos são novidades do reboot mais recente dos quadrinhos do personagem – lembrando que, até 2012, Mary era a única irmã (e gêmea) do herói. Todos eles devem ganhar também versões adultas na produção. A previsão de estreia é para abril de 2019.

    Leia mais
  • Filme

    Glass: Crossover de Fragmentado e Corpo Fechado ganha fotos oficiais e primeiro trailer

    21 de julho de 2018 /

    A Universal divulgou as fotos oficiais e o primeiro trailer de “Glass”, crossover de “Fragmentado” (2016) com o clássico “Corpo Fechado” (2000). As fotos tinham aparecido anteriormente com logotipo de revista. Por sua vez, a prévia mostra os protagonistas dos dois filmes, James McAvoy, Bruce Willis e Samuel L. Jackson, reunidos num hospício e recebendo tratamento de uma psiquiatra especializada num novo distúrbio, que faz pessoas acreditarem ser super-heróis – ou, no caso de dois deles, supervilões. O filme, por sinal, tira seu título de um dos malvadões, Mr. Glass (Sr. Vidro), personagem de Samuel L. Jackson, que tem como superpoder seu intelecto e como franqueza seus ossos frágeis como vidro – daí o apelido/codinome. Sarah Paulson (da série “American Horror Story”) vive a psiquiatra e o elenco também inclui Anya Taylor-Joy (de “Fragmentado”), Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard (ambos de “Corpo Fechado”), repetindo seus personagens dos filmes anteriores. Com roteiro e direção de M. Night Shyamalan, a estreia está marcada para 17 janeiro no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Taraji P. Henson destila fúria no trailer legendado do suspense Acrimônia

    19 de julho de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer legendado de “Acrimônia”, suspense novelesco estrelado por Taraji P. Henson (“Estrelas Além do Tempo”). E a arte nacional comete o pecado de “traduzir” o texto do marketing original, limando a referência que norteia a produção: a famosa citação da peça “The Mourning Bride”, de William Congreve, sobre o inferno não conhecer fúria igual a de uma mulher desprezada. A prévia destaca justamente a fúria da protagonista, que avança sobre o marido de 18 anos, ao descobrir seus planos de separação. Escrito e dirigido pelo comediante Tyler Perry (o Paulo Gustavo americano), numa rara incursão dramática, o filme também inclui no elenco Lyriq Bent (da série “Ela Quer Tudo/She’s Gotta Have It”) como o marido e Crystle Stewart (série “For Better or Worse”) como a outra. Destruído pela crítica americana (teve 21% de aprovação no Rotten Tomatoes), o novelão chegará ao Brasil três meses após ser exibido nos Estados Unidos, no dia 2 de agosto.

    Leia mais
  • Filme

    Operação Overlord: Terror de J.J. Abrams com demônios/zumbis nazistas ganha primeiro trailer legendado

    18 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou fotos e o primeiro trailer legendado do terror “Operação Overlord”, nova produção de J.J. Abrams, que chegou a ser considerada para a franquia “Cloverfield” – seria chamado “Operação Cloverfield”, mas realmente não tem nada a ver com os filmes anteriores. A trama se passa na 2ª Guerra Mundial e acompanha um grupo militar americano que, ao invadir uma vila europeia ocupada por nazistas, depara-se com uma experiência macabra: a transformação de soldados em demônios (ou zumbis) para lutar na guerra. A prévia é bastante sangrenta, mas se mostra repleta de momentos de outros filmes, do começo do combate de “No Limite do Amanhã” (Edge of Tomorrow, 2014) à jornada dos soldados de “Cães de Caça” (Dog Soldiers, 2002) até os nazistas do castelo de “A Fortaleza Infernal” (The Keep, 1983), sem esquecer as experiências de “O Exército das Trevas” (Frankenstein’s Army, 2013) e os zumbis do bunker nazista de “Missão de Risco” (2008). O roteiro que junta todas estas referências foi escrito por Billy Ray (“Jogos Vorazes”) e Mark L. Smith (“O Regresso”), e dirigido por Julius Avery (“Sangue Jovem”). O elenco inclui Jovan Adepo (série “The Leftovers”), Wyatt Russell (“Jovens, Loucos e Mais Rebeldes”), Iain de Caestecker (“Agents of SHIELD”), Bokeem Woodbine (“Fargo”), Jacob Anderson (“Game of Thrones”), Pilou Asbaek (“Ghost in the Shell”), John Magaro (“Máquina de Guerra”) e Mathilde Ollivier (“The Misfortunes of Francois Jane”). A estreia está marcada para 1 de novembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Super-herói brasileiro O Doutrinador combate a corrupção em novas fotos e trailer repleto de ação

    17 de julho de 2018 /

    A Downtown Filmes divulgou pôsteres de personagens, fotos e o trailer completo do filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador”. A prévia mostra a raiva do protagonista, ao ver a filha ferida sem atendimento num hospital. A partir daí ele se transforma, com máscara e uniforme pretos, buscando vingança contra os corruptos do país. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para outra avalanche de imagens extraídas dos noticiários e também dos cartuns recentes, como o politico corrupto que ri sozinho na frente de um copo de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do vindouro “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia está prevista para setembro, em plena campanha presidencial, e a história deve continuar numa série em 2019, que será exibida no canal pago Space.

    Leia mais
  • Filme

    Boy Erased: Lucas Hedge é jovem traumatizado pela “cura gay” em trailer baseado em história real

    17 de julho de 2018 /

    A Focus Features divulgou o pôster e o trailer de “Boy Erased”, baseado numa história real de trauma causado pela suposta “cura gay” evangélica. A prévia mostra como o protagonista é forçado, aos 19 anos de idade, a escolher entre sua sexualidade e sua família aparentemente amorosa, mas religiosa – ou seja, intolerante. Amando os pais, ele se deixa matricular num grupo de conversão evangélica para se “curar” da homossexualidade e voltar a ser bem-vindo em sua própria casa e no reino de Deus. Mas tudo o que encontra é humilhação e violência. O elenco destaca Lucas Hedge (de “Manchester à Beira-Mar”) como o personagem do título, Nicole Kidman (“Lion”) como sua mãe e Russell Crowe (“A Múmia”) como seu pai pastor, além de Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) no papel do responsável pelo programa de conversão. Edgerton ainda assina o roteiro e a direção do longa, em seu segundo trabalho na função, após o intenso suspense “O Presente” (2015). Este também é o segundo filme sobre “cura gay” de 2018. Vencedor do Festival de Sundance, “The Miseducation of Cameron Post” traz uma perspectiva feminina sobre o tema, com lançamento comercial marcado para agosto. “Boy Erased” estreia em 2 de novembro nos Estados Unidos, de olho na temporada de prêmios, mas ainda não tem previsão para o Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Personagens de Christopher Robin ganham pôsteres individuais

    17 de julho de 2018 /

    A Disney divulgou novos pôsteres de “Christopher Robin” voltados ao mercado sul-americano. Há uma coleção de cartazes individuais em português dos bichinhos encantadores da trama e um registro do personagem-título, ao lado do Ursinho Pooh, numa arte em espanhol. Próxima fábula com atores baseada no catálogo de animações clássicas do estúdio, “Christopher Robin” se diferencia das outras versões live action da Disney por não ser um remake de carne e osso de um desenho animado prévio – ou mesmo a adaptação de um dos livros de A.A. Milne, criador de Pooh. A premissa é inédita, ainda que remeta a um filme de Steven Spielberg: “Hook” (1991), sobre o Peter Pan adulto. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano de Milne, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo pela obrigação de demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Ewan McGregor (série “Fargo”) interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Curiosamente, os dois já tinham participado de outras fábulas da Disney. Ela viveu a mãe de Cinderela em, claro, “Cinderela” (2015), e ele foi Lumière em “A Bela e a Fera” (2017). O elenco ainda inclui os dubladores dos bichinhos: Jim Cummings (Pooh), Peter Capaldi (Abel), Chris O’Dowd (Tigrão), Nick Mohammed (Leitão), Sophie Okonedo (Can) e Toby Jones (Corujão). A produção da Disney é o segundo filme recente sobre Christopher Robin. “Adeus Christopher Robin” mostrava a infância real do menino e trazia Domhnall Gleeson e Margot Robbie no papel de seus pais. Apesar desse elenco e do apelo da produção, foi lançado em março diretamente em streaming no Brasil. “Christopher Robin” direção de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e estreia marcada para 2 de agosto no país, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie